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Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 04.12.2016 às 17h.Lição 32
Escola Bíblica Dominical
“E o SENHOR estava com José, e foi varão
próspero [...]” (Gn 39.2).
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
No enfrentamento de uma crise, a
sabedoria divina é indispensável.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
 I. Apontar os sonhos de José e as crises que ele teve que enfrentar;
 II. Ressaltar a crise da cova e da escravidão na vida de José;
 III. Enfatizar a sabedoria de José para administrar as crises.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
I. DOIS SONHOS E MUITAS CRISES
1. A família de José
2. A inveja dos irmãos de José
3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9)
II – A CRISE DA COVA E DA ESCRAVIDÃO
1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
2. José na casa de Potifar
3. José prosperou na casa de Potifar
III – SABEDORIA PARA ADMINISTRAR A CRISE
1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23)
2. José e os dois oficiais de Faraó
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
PONTO CENTRAL
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Gênesis 37.1-11
A história de José é uma das mais belas
registradas nas Escrituras Sagradas. É uma
história que mostra o amor de um pai, a rejeição
e a inveja dos irmãos e a beleza dos sonhos de
um jovem. São 13 capítulos que revelam os
desígnios de Deus na história de Israel. Nesta
lição, estudaremos a respeito das crises
enfrentadas por José e a sua atitude diante de
cada uma delas.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Veremos que José nos deixou preciosas lições
que nos ensinam como nos conduzir nas mais
difíceis situações. As adversidades na vida de
José contribuíram para que as promessas feitas
a Abraão se cumprissem fielmente (Gn 13).
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. A família de José
2. A inveja dos irmãos de José
3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9)
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Jacó era o pai de José, e sua família era
constituída pelos filhos de Lia e os dois
filhos de Raquel, José e Benjamim (Gn
30.22-24; 35.16-18). Levemos também
em conta os filhos das servas Zilpa e
Bila. Jacó amava José e lhe presenteou
com uma túnica colorida.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. A família de José
Quem sabe
os nomes
dos filhos de
Jacó?
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. A família de José
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Essa túnica de várias cores
revelava uma posição de
favoritismo (Gn 37.3). O
favoritismo de Jacó por José
gerou algumas crises na
família. Uma família dividida
não pode resistir às crises.
Por isso, ame os seus filhos
de modo altruísta, e
igualitário, evitando qualquer
tipo de preferência.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. A família de José
O que fez com que os irmãos
de José fossem tomados pela
inveja e o ódio? Existem
duas razões principais. A
primeira está no fato de José
denunciar ao pai as más
ações cometidas por seus
irmãos. Certamente os
irmãos viam José como um
traidor.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. A inveja dos irmãos de José
A segunda razão estava no fato
de José ser um sonhador. Em
seus dois sonhos, José aparecia
em uma posição de honra. É
importante ressaltar que, embora
a família de Jacó estivesse
enfrentando a crise do
favoritismo, do ódio, da inveja e
da falsidade, ela era parte dos
desígnios de Deus para a
formação de um grande povo.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. A inveja dos irmãos de José
Deus não pensa como nós e não
julga segundo os critérios
humanos. Sua justiça e seus
desígnios são perfeitos, embora
sejamos injustos e imperfeitos.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. A inveja dos irmãos de José
Certa noite, Deus deu a José um
sonho, e moço
precipitadamente contou seu
sonho a seus irmãos. Nem
sempre podemos partilhar todos
os nossos sonhos. Alguns devem
ser guardados no coração até
que se cumpram integralmente.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9)
José tornou a sonhar e, mais
uma vez, relatou o sonho aos
irmãos e ao pai. Os sonhos de
José foram dados pelo Senhor, e
um dia se cumpriram
fidedignamente. Se Deus tem
dado a você um sonho, guarde-o
em seu coração e aguarde, pois
no tempo do Senhor se
cumprirá.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9)
RESUMO DO TÓPICO (1)
José revelou seus dois sonhos a sua
família e logo teve que enfrentar
algumas crises.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
2. José na casa de Potifar
3. José prosperou na casa de Potifar
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Certo dia, os irmãos de José
levaram os rebanhos até Siquém.
José foi até lá para ver se tudo
estava bem. Mas chegando ali,
descobriu que seus irmãos
tinham ido a Dotã. Quando os
irmãos de José viram que ele
vinha se aproximando, decidiram
matá-lo.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
O plano era matar José e, depois,
dizer ao pai que um animal
selvagem o havia matado. Os
irmãos de José tinham uma
mente perversa, maligna. Mas
Rúben não aceitou tal ideia e
aconselhou aos irmãos a jogar
José em uma cova. Rúben
planejava resgatar o irmão.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
Porém, Judá também teve uma
ideia: “Vendê-lo como escravo”.
Assim, os irmãos tiraram José da
cova e o venderam como escravo
aos mercadores por vinte moedas
de prata. Os irmãos de José
tomaram sua túnica e a
mancharam com o sangue de um
animal.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
O objetivo era enganar a Jacó.
Eles fizeram seu pai chorar e
sofrer muito. O ciúme e a
inveja sempre produzem
tristeza e dor na família.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
José foi comprado pelos
mercadores e levado ao
Egito. Chegando ali os
mercadores o venderam a
Potifar, um dos oficiais de
Faraó. No entanto, Deus
estava com José na cova e
também no Egito.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. José na casa de Potifar
O Senhor não nos abandona
diante das situações
adversas. José alcançou
graça e favor aos olhos de
Potifar e este o colocou sobre
tudo que possuía.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. José na casa de Potifar
José foi elevado à função de
mordomo, gerindo todos os
negócios da casa de Potifar,
que prosperou grandemente,
pois Deus era com o jovem.
Ele poderia ter deixado que a
mágoa e a tristeza lhe
dominassem o coração, mas
manteve-se puro.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. José prosperou na casa de Potifar
José é um exemplo de
superação em meio às
crises, pois não permitiu
que a sua fé em Deus fosse
abalada diante das
circunstâncias adversas.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. José prosperou na casa de Potifar
Deus estava com José, mas
a crise mais uma vez o
alcança. A mulher de Potifar,
que não tinha escrúpulos
nem decência, procurou
seduzi-lo. Mas ele era fiel a
Deus e ao seu patrão.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. José prosperou na casa de Potifar
Por isso, rejeitou a proposta
da mulher que, com raiva,
armou-lhe uma cilada,
acusando-o de sedução (Gn
39.14-18). Potifar ouviu a
acusação mentirosa de sua
esposa contra José e o
mandou para a prisão, onde
estavam os oficiais de Faraó.
José venceu a tentação, mas
foi para a prisão.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. José prosperou na casa de Potifar
RESUMO DO TÓPICO (2)
José teve que
enfrentar a crise
da cova e da
escravidão, mas
Deus estava com
ele.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23)
2. José e os dois oficiais de Faraó
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
José foi injustamente lançado na
prisão, porém Deus estava com
ele e o ajudaria mais uma vez.
Havia um propósito maior para a
sua vida. Esse propósito já havia
sido revelado em seus sonhos.
Ele sabia que, de algum modo,
Deus cuidaria da sua vida na
prisão.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23)
Ali, José alcançou graça aos olhos
do carcereiro. A mão de Deus
estava estendida para abençoá-
lo. Por isso, por onde ele passava
era bem-sucedido.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23)
José foi sustentado na prisão pela
benignidade de Deus. Ali, ele
encontrou dois presos que
serviram a Faraó, um copeiro-
mor e um padeiro-mor. Certo dia,
ambos tiveram um sonho.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. José e os dois oficiais de Faraó
Eles contaram a José o que
haviam sonhado, e este
interpretou o sonho deles. Ao
copeiro-mor José disse que
dentro de três dias ele seria
chamado para servir a Faraó
novamente.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. José e os dois oficiais de Faraó
Ao padeiro-mor, disse que,
dentro de três dias, seria
executado. Tudo aconteceu
do jeito que José havia dito.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
2. José e os dois oficiais de Faraó
Faraó também teve dois
sonhos que o perturbaram
muito. Os egípcios
acreditavam que os sonhos
eram presságios de situações
boas ou ruins e o rei não
conseguiu compreender o
significado dos seus sonhos.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
Por isso, convocou seus
magos e astrólogos para que
os interpretassem, mas
nenhum deles conseguiu
convencê-lo com suas
interpretações (Gn 41.8).
Então, o copeiro-mor
lembrou-se de José e falou a
Faraó a respeito do que havia
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padeiro-mor.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
Faraó ordenou que
trouxessem José à sua
presença. Quando ele chegou
perante o rei, com
humildade e temor a Deus,
ouviu os sonhos e disse que
estes se resumiam em um.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
O Egito passaria por um
período de sete anos de
grande fartura e depois um
período de sete anos de
escassez. Então, José
orientou Faraó para que
encontre um homem sábio a
fim de encarregá-lo de
ajuntar alimento para os
tempos de crise.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
Assim o rei teria alimento
para enfrentar o tempo de
crise. Faraó, impressionado
com a sabedoria de José, viu
que ele seria o homem certo
para gerenciar os tempos de
fartura e de crise, e nomeou
José governador do Egito.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
Aprendemos com José que o
sofrimento pode moldar
nosso caráter e levar-nos a
ser bem-sucedidos em todas
as áreas de nossas vidas. Os
sofrimentos nos ensinam a
lidar com circunstâncias
adversas. Cada episódio na
vida de José fazia parte dos
desígnios de Deus.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
RESUMO DO TÓPICO (3)
Deus é a fonte de toda
sabedoria. Ele nos
concede sabedoria
para administrar as
crises.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
Conclusão:
Todas as dificuldades pelas quais
passamos, quando estamos no plano divino,
são para nos ensinar. Deus preparou o
espírito de José para as crises que
enfrentaria e para que pudesse desfrutar de
uma posição privilegiada no Egito. José não
se esqueceu de que Deus estava com ele,
não só nas humilhações, mas também
quando exaltado diante dos homens.
Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
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Lição 32 Fé em meio às injustiças

  • 1. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 04.12.2016 às 17h.Lição 32 Escola Bíblica Dominical
  • 2. “E o SENHOR estava com José, e foi varão próspero [...]” (Gn 39.2). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 3. No enfrentamento de uma crise, a sabedoria divina é indispensável. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 4. Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:  I. Apontar os sonhos de José e as crises que ele teve que enfrentar;  II. Ressaltar a crise da cova e da escravidão na vida de José;  III. Enfatizar a sabedoria de José para administrar as crises. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 5. I. DOIS SONHOS E MUITAS CRISES 1. A família de José 2. A inveja dos irmãos de José 3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9) II – A CRISE DA COVA E DA ESCRAVIDÃO 1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28) 2. José na casa de Potifar 3. José prosperou na casa de Potifar III – SABEDORIA PARA ADMINISTRAR A CRISE 1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23) 2. José e os dois oficiais de Faraó 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8) Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 6. PONTO CENTRAL Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 7. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP Gênesis 37.1-11
  • 8. A história de José é uma das mais belas registradas nas Escrituras Sagradas. É uma história que mostra o amor de um pai, a rejeição e a inveja dos irmãos e a beleza dos sonhos de um jovem. São 13 capítulos que revelam os desígnios de Deus na história de Israel. Nesta lição, estudaremos a respeito das crises enfrentadas por José e a sua atitude diante de cada uma delas. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 9. Veremos que José nos deixou preciosas lições que nos ensinam como nos conduzir nas mais difíceis situações. As adversidades na vida de José contribuíram para que as promessas feitas a Abraão se cumprissem fielmente (Gn 13). Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 10. 1. A família de José 2. A inveja dos irmãos de José 3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9) Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 11. Jacó era o pai de José, e sua família era constituída pelos filhos de Lia e os dois filhos de Raquel, José e Benjamim (Gn 30.22-24; 35.16-18). Levemos também em conta os filhos das servas Zilpa e Bila. Jacó amava José e lhe presenteou com uma túnica colorida. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. A família de José
  • 12. Quem sabe os nomes dos filhos de Jacó? Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. A família de José
  • 13. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 14. Essa túnica de várias cores revelava uma posição de favoritismo (Gn 37.3). O favoritismo de Jacó por José gerou algumas crises na família. Uma família dividida não pode resistir às crises. Por isso, ame os seus filhos de modo altruísta, e igualitário, evitando qualquer tipo de preferência. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. A família de José
  • 15. O que fez com que os irmãos de José fossem tomados pela inveja e o ódio? Existem duas razões principais. A primeira está no fato de José denunciar ao pai as más ações cometidas por seus irmãos. Certamente os irmãos viam José como um traidor. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. A inveja dos irmãos de José
  • 16. A segunda razão estava no fato de José ser um sonhador. Em seus dois sonhos, José aparecia em uma posição de honra. É importante ressaltar que, embora a família de Jacó estivesse enfrentando a crise do favoritismo, do ódio, da inveja e da falsidade, ela era parte dos desígnios de Deus para a formação de um grande povo. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. A inveja dos irmãos de José
  • 17. Deus não pensa como nós e não julga segundo os critérios humanos. Sua justiça e seus desígnios são perfeitos, embora sejamos injustos e imperfeitos. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. A inveja dos irmãos de José
  • 18. Certa noite, Deus deu a José um sonho, e moço precipitadamente contou seu sonho a seus irmãos. Nem sempre podemos partilhar todos os nossos sonhos. Alguns devem ser guardados no coração até que se cumpram integralmente. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9)
  • 19. José tornou a sonhar e, mais uma vez, relatou o sonho aos irmãos e ao pai. Os sonhos de José foram dados pelo Senhor, e um dia se cumpriram fidedignamente. Se Deus tem dado a você um sonho, guarde-o em seu coração e aguarde, pois no tempo do Senhor se cumprirá. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Os sonhos de José (Gn 37.7,9)
  • 20. RESUMO DO TÓPICO (1) José revelou seus dois sonhos a sua família e logo teve que enfrentar algumas crises. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 21. 1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28) 2. José na casa de Potifar 3. José prosperou na casa de Potifar Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 22. Certo dia, os irmãos de José levaram os rebanhos até Siquém. José foi até lá para ver se tudo estava bem. Mas chegando ali, descobriu que seus irmãos tinham ido a Dotã. Quando os irmãos de José viram que ele vinha se aproximando, decidiram matá-lo. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
  • 23. O plano era matar José e, depois, dizer ao pai que um animal selvagem o havia matado. Os irmãos de José tinham uma mente perversa, maligna. Mas Rúben não aceitou tal ideia e aconselhou aos irmãos a jogar José em uma cova. Rúben planejava resgatar o irmão. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
  • 24. Porém, Judá também teve uma ideia: “Vendê-lo como escravo”. Assim, os irmãos tiraram José da cova e o venderam como escravo aos mercadores por vinte moedas de prata. Os irmãos de José tomaram sua túnica e a mancharam com o sangue de um animal. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
  • 25. O objetivo era enganar a Jacó. Eles fizeram seu pai chorar e sofrer muito. O ciúme e a inveja sempre produzem tristeza e dor na família. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. José é vendido como escravo (Gn 37.27,28)
  • 26. José foi comprado pelos mercadores e levado ao Egito. Chegando ali os mercadores o venderam a Potifar, um dos oficiais de Faraó. No entanto, Deus estava com José na cova e também no Egito. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. José na casa de Potifar
  • 27. O Senhor não nos abandona diante das situações adversas. José alcançou graça e favor aos olhos de Potifar e este o colocou sobre tudo que possuía. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. José na casa de Potifar
  • 28. José foi elevado à função de mordomo, gerindo todos os negócios da casa de Potifar, que prosperou grandemente, pois Deus era com o jovem. Ele poderia ter deixado que a mágoa e a tristeza lhe dominassem o coração, mas manteve-se puro. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. José prosperou na casa de Potifar
  • 29. José é um exemplo de superação em meio às crises, pois não permitiu que a sua fé em Deus fosse abalada diante das circunstâncias adversas. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. José prosperou na casa de Potifar
  • 30. Deus estava com José, mas a crise mais uma vez o alcança. A mulher de Potifar, que não tinha escrúpulos nem decência, procurou seduzi-lo. Mas ele era fiel a Deus e ao seu patrão. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. José prosperou na casa de Potifar
  • 31. Por isso, rejeitou a proposta da mulher que, com raiva, armou-lhe uma cilada, acusando-o de sedução (Gn 39.14-18). Potifar ouviu a acusação mentirosa de sua esposa contra José e o mandou para a prisão, onde estavam os oficiais de Faraó. José venceu a tentação, mas foi para a prisão. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. José prosperou na casa de Potifar
  • 32. RESUMO DO TÓPICO (2) José teve que enfrentar a crise da cova e da escravidão, mas Deus estava com ele. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 33. 1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23) 2. José e os dois oficiais de Faraó 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8) Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 34. José foi injustamente lançado na prisão, porém Deus estava com ele e o ajudaria mais uma vez. Havia um propósito maior para a sua vida. Esse propósito já havia sido revelado em seus sonhos. Ele sabia que, de algum modo, Deus cuidaria da sua vida na prisão. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23)
  • 35. Ali, José alcançou graça aos olhos do carcereiro. A mão de Deus estava estendida para abençoá- lo. Por isso, por onde ele passava era bem-sucedido. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 1. José é abençoado por Deus na prisão (Gn 39.21-23)
  • 36. José foi sustentado na prisão pela benignidade de Deus. Ali, ele encontrou dois presos que serviram a Faraó, um copeiro- mor e um padeiro-mor. Certo dia, ambos tiveram um sonho. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. José e os dois oficiais de Faraó
  • 37. Eles contaram a José o que haviam sonhado, e este interpretou o sonho deles. Ao copeiro-mor José disse que dentro de três dias ele seria chamado para servir a Faraó novamente. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. José e os dois oficiais de Faraó
  • 38. Ao padeiro-mor, disse que, dentro de três dias, seria executado. Tudo aconteceu do jeito que José havia dito. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 2. José e os dois oficiais de Faraó
  • 39. Faraó também teve dois sonhos que o perturbaram muito. Os egípcios acreditavam que os sonhos eram presságios de situações boas ou ruins e o rei não conseguiu compreender o significado dos seus sonhos. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
  • 40. Por isso, convocou seus magos e astrólogos para que os interpretassem, mas nenhum deles conseguiu convencê-lo com suas interpretações (Gn 41.8). Então, o copeiro-mor lembrou-se de José e falou a Faraó a respeito do que havia acontecido com ele e com o padeiro-mor. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
  • 41. Faraó ordenou que trouxessem José à sua presença. Quando ele chegou perante o rei, com humildade e temor a Deus, ouviu os sonhos e disse que estes se resumiam em um. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
  • 42. O Egito passaria por um período de sete anos de grande fartura e depois um período de sete anos de escassez. Então, José orientou Faraó para que encontre um homem sábio a fim de encarregá-lo de ajuntar alimento para os tempos de crise. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
  • 43. Assim o rei teria alimento para enfrentar o tempo de crise. Faraó, impressionado com a sabedoria de José, viu que ele seria o homem certo para gerenciar os tempos de fartura e de crise, e nomeou José governador do Egito. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
  • 44. Aprendemos com José que o sofrimento pode moldar nosso caráter e levar-nos a ser bem-sucedidos em todas as áreas de nossas vidas. Os sofrimentos nos ensinam a lidar com circunstâncias adversas. Cada episódio na vida de José fazia parte dos desígnios de Deus. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP 3. Da prisão ao palácio de Faraó (Gn 41.1-8)
  • 45. RESUMO DO TÓPICO (3) Deus é a fonte de toda sabedoria. Ele nos concede sabedoria para administrar as crises. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 46. Conclusão: Todas as dificuldades pelas quais passamos, quando estamos no plano divino, são para nos ensinar. Deus preparou o espírito de José para as crises que enfrentaria e para que pudesse desfrutar de uma posição privilegiada no Egito. José não se esqueceu de que Deus estava com ele, não só nas humilhações, mas também quando exaltado diante dos homens. Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1139 – São Paulo - SP
  • 47. Estudo disponível no www.facebook.com/EBDFrutosparaVida Necessário baixar o aplicativo slideshare para visualização em smartphones e tablets Av. Mariana Caligiori Ronchetti, 1051 – São Paulo - SP