Algumas reflexões

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Empirismo Estruturalismo no ensino da Libras

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Algumas reflexões

  1. 1. UFF-LETRAS LIBRAS ANDRESSA MANSO ANA PAULA MAÍRY RIBEIRO THULIO ADRIANO GONTIJO ESTRUTURALISMO/EMPIRISMO: ALGUMAS REFLEXÕES
  2. 2. O ESTRUTURALISMO  Na filosofia, Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das idéias, discordando, portanto, da noção de idéias inatas.
  3. 3. Na ciência, o empirismo é normalmente utilizado quando falamos no método científico tradicional (que é originário do empirismo filosófico), o qual defende que as teorias científicas devem ser baseadas na observação do mundo, em vez da intuição ou fé.
  4. 4. O termo tem uma etimologia dupla. A palavra latina experientia, de onde deriva a palavra "experiência", é originária da expressão grega εμπειρισμός. Por outro lado, deriva-se também de um uso mais específico da palavra empírico, relativo aos médicos cuja habilidade derive da experiência prática e não da instrução da teoria.
  5. 5. OBJETIVO DO ESTRUTURALISMO  compreender a organização como um todo social complexo, ou seja, percebe a importância da análise das inter-relações.  Essa teoria foi originada nos estudos lingüísticos, quando no ano de 1916, Ferdinand Saussure, linguista desenvolveu um procedimento teórico que tinha como fundamento estudar a língua como uma estrutura, ou seja, como um conjunto de elementos que estabelecem relações formais.
  6. 6. PRINCIPAIS TEÓRICOS
  7. 7.  O conceito de estrutura remete a composição de elementos visualizados em relação ao todo do qual fazem parte. Assim todas as partes estão estruturadas, dependentes uma da outra, ao ponto de qualquer alteração existente em uma delas implicar em rever o todo devido a esta reflexão consiste num método muito utilizado para analisar a língua, a cultura, a filosofia da matemática e a sociedade, principalmente a partir da segunda metade do século XX.
  8. 8.  O antropólogo Claude Lévi-Strauss apresenta-se como um importante intelectual, e criador da antropologia estruturalista, analisou fenômenos culturais a exemplo da mitologia, relações de família e preparação de alimentos de duas tribos brasileiras. 
  9. 9. ysgzT>ö, rfzY>öm qgqlJÉ ygzçT - @# rfzI>ö° whzT>î /yqzçl_ä° qqqqgçT>àã qgqqgqzzv_à tgvJéÉ /yhzÇä thzT>Á. epzQË rfzY>ö° qgqlJÉ q¢qlJù tgqztgqzçlZÌà tgqzKá thzkczJù eoqzI>á /eocvQÄ. rfzY>ö
  10. 10. rfzY>ö tgqzKá q¢qlJ tgqggqzzv@_b tgqggqzzç@_. qgqrsqz$_-ê tgqzKá epleazc@$- ãû /tjqzçT<>, /qgqv%í /qgqv%ì° /qoqqz$_-ê q¢qlJù, /qgqzç%-ä° yhç#%-à. rfzY>ö° tgqzKá whzT>î qqqqgçT>àã whzT>Ì° /rfc⺠/eulJí-ä qgqkzJ$-Ì, /qooqlzQá qqqqgzQãù /qjqzJëº.
  11. 11. epleazc@$-ãû /kzç%%ù 1916, rscFü q¢qlJé kyqq¢qkkq¢qqjqeu /tgqvFàü /whzv㺠thzczJù /yhc$ä° tgqlF>à /rfc⺠/eulJí-ä. q¢qlJù epzQË qgqkzJ$-Ì, yhlqgqlzv@%â° tgqlF>à, qooqçT>á, ysgzT>ö q¬qvçJä°, qgqkzJ$-Ì.
  12. 12. APLICABILIDADE NO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM
  13. 13. Modelo Epistemológico Empirismo Equação s  o Sala de aula Carteiras enfileiradas Disciplina Professor Dono do saber Aluno Tábua rasa/passivo/ aprende só o que o professor ensina Conteúdo/conhecimento Reproduzido Repetido
  14. 14. MODELO DE ATIVIDADES  Vamos fazer?
  15. 15. ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES  Em silêncio,  Individual,  Sem consulta  Qualquer dúvida pergunte ao professor.
  16. 16. CONSIDERAÇÕES FINAIS  A pressão do meio social determina no sujeito mecanicamente as estruturas do conhecer.
  17. 17. FONTE; https://wikiteacher.files.wordpress.com/2012/04/charg e-conflitos-demissc3a3o.jpg?w=500
  18. 18. REFERÊNCIAS  http://grad.nead.ufsj.edu.br/Pedag/disciplinas/20 11/avap/imagens/charge.jpg  SCHULTZ, Duane P. – História da psicologia moderna / Duane P. Schultz, Sydney Ellen Schultz ; tradução Suely Murai Cuccio. – São Paulo : Cengage Learning, 2009. Jakobson, R. (1973). Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix. [ Links ]  Kronenfeld, D., & Decker, H. W. (1979). Structuralism. Annual Review of Anthropology, 8, pp. 403-541. [ Links ]
  19. 19.  Levi-Strauss, C. (1958). Anthropologie structurale. Paris: Plon. [ Links ]  Levi-Strauss, C. (1962). Les limites de la notion de structure en ethonologie. In R. Bastide (Org.). Sens et usages du terme structure (pp. 40-45). Haya; Mouton. [ Links ]  Levi-Strauss, C. (1971). [Entrevista de L'Express, 15 de março de 1971] [Les entretiens de L´Express]. L'Express, 1983. [ Links ]  Levi-Strauss, C. (1973a). Introduction à l´oeuvre de Marcel Mauss. In M. Mauss. Sociologie et anthropologie.

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