SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 24
Baixar para ler offline
A Exposição do Centenário da Independência

1822

1922

Música:
Hino da Independência
pelo Coral e Orquestra
Sinfônica do Estado de SP

By Ney Deluiz
Pavilhão das Festas

©Arquivo Público Mineiro

As Feiras Internacionais de negócios no início do século XX eram bem diferentes das de hoje, pois os
Pavilhões eram construções suntuosas em tijolo, as quais na maioria dos casos só duravam durante o evento.
Alguns pavilhões do centenário da independência, em 1922

©Augusto Malta

Isto aconteceu com a Exposição que comemorou o centenário da independência em 1922, a qual
durou quase 7 meses e foi vista por mais de 3 milhões de pessoas, um número considerável para a época.
©Augusto Malta

Porta Monumental – Entrada Principal

©Augusto Malta

Assim como a Torre Eiffel foi construída para ser o arco de entrada da Exposição Universal de 1889, em
Paris, o Rio também teve a sua Porta Monumental de 33 metros na Av. Rio Branco, na altura do Obelisco.
©Augusto Malta

A Exposição foi inaugurada em 7/Set/1922 com uma parada militar da qual participaram marinheiros
americanos dos encouraçados Maryland e Nevada; japoneses dos encouraçados Iwate, Isuno e Azuma;
ingleses dos encouraçados Hood e Repulse; argentinos do encouraçado Moreno; uruguaios do cruzador
Uruguay; portugueses dos cruzadores República e Carvalho Araújo e os alunos do Colégio Militar do México.
©Augusto Malta

Naquela mesma noite, os altofalantes da Exposição transmitiram a ópera O Guarani diretamente do Teatro
Municipal, enquanto os Pavilhões e os navios ancorados se iluminaram num imenso clarão de esplendor.
Pavilhão das Festas

©Augusto Malta

Durante aqueles 7 meses, o Rio viveu momentos de glória por ter produzido um evento com tal magnitude.
Pavilhão da Brahma

Pavilhão da Antarctica

©Augusto Malta

Anúncio da década de 1920

E pelo jeito não deve ter faltado cerveja, pois ambas a Brahma e a Antarctica tinham lá os seus Pavilhões.
Pavilhão da Tchecoslováquia

Pavilhão do México

©Arquivo Público Mineiro

Pavilhão da Itália

©Arquivo Público Mineiro

©Augusto Malta

Pavilhão da Argentina

Além dos Pavilhões de 13 países e de todos os 20 estados na época, havia também
Pavilhões de Negócios envolvendo a indústria, comércio, agricultura, caça e pesca.
Pavilhão da Bélgica

Pavilhão da Noruega

©Arquivo Público Mineiro

Pavilhão do Japão

Pavilhão da Suécia

©Augusto Malta

©Arquivo Público Mineiro
Moinho Holandês

Pavilhão da
Inglaterra

©Arquivo Público Mineiro

Pavilhão dos Estados Unidos

Pavilhão da Dinamarca

A Holanda trouxe um moinho e o Pavilhão dos EUA ficava no mesmo local onde hoje está o seu Consulado.
Seção de Sementes – Pavilhão da Agricultura

Seção de Móveis - Pavilhão das Grandes Indústrias

©Arquivo Público Mineiro

Seção de Bebidas - Pavilhão das Grandes Indústrias

Seção de Tecidos - Pavilhão das Grandes Indústrias

Aqui estão alguns interiores dos Pavilhões de Negócios.
Entrada do Parque de Diversões

Pequenos Pavilhões de Comércio

©Arquivo Público Mineiro

©Augusto Malta

Pavilhão das Pequenas Indústrias

Pavilhão das Exposições Particulares

O que mais me impressionou nesta Exposição foi a quantidade de prédios construídos só para este fim.
©Arquivo Público Mineiro

Trecho da Av. das Nações e Parque de Diversões, à esquerda

Pavilhões de Estatística e de Caça e Pesca

Rua com Pavilhões de Negócios

©Augusto Malta

Embarcadouro de hidroaviões

Era imensa a área coberta pela Exposição e até um embarcadouro de hidroaviões foi montado na praça XV.
Pavilhão de Viação e Agricultura

©Arquivo Público Mineiro

Pavilhão da Música

Pavilhão de Caça e Pesca

Eram construções sólidas e a maioria delas não foi aproveitada após o fim do evento.

Portal Colonial
Museu da Imagem
e do Som
Pavilhão de
Administração
e do Distrito
Federal

Pavilhão das Estados

Estande de Minas Gerais

©Augusto Malta

©Arquivo Público Mineiro

Ministério da Agricultura

Estande de São Paulo

Apenas uns poucos Pavilhões permaneceram nos anos seguintes, como foi o caso do Pavilhão dos Estados,
que acabou virando o Ministério da Agricultura até ser demolido no final da década de 1970.
Museu da Imagem e do Som com o telhado retirado

Pavilhão de Administração e do Distrito Federal

©Arquivo Público Mineiro

O telhado do MIS após a restauração de 1990

Já o Pavilhão de Administração e do Distrito Federal ainda existe e é o Museu da Imagem e do Som.
Pavilhão da França

O Petit Trianon

©Augusto Malta

Academia Brasileira de Letras

O Petit Trianon, no Palácio de
Versailles

O Pavilhão da França, uma réplica do Petit Trianon que Luis XVI deu de presente a Maria Antonieta
e que fica no interior do parque do Palácio de Versailles, hoje é a Academia Brasileira de Letras.
Pavilhão de Estatística

©Arquivo Público Mineiro

Centro Cultural da Saúde

O Pavilhão de Estatística perdeu o seu domo, mas continua como o Centro Cultural da Saúde, na praça XV.
Pavilhão das Grandes Indústrias

©Augusto Malta

Museu Histórico Nacional

O Pavilhão das Grandes Indústrias aproveitou o prédio da Casa do Trem (antigo Arsenal de Guerra), que
ficava ao lado do Forte do Calabouço e, ao final da Exposição, se transformou no Museu Histórico Nacional.
Pavilhão de Portugal

Museu do Desporto de Portugal, em Lisboa

©Augusto Malta

Pavilhão de Honra de Portugal

©Arquivo Público Mineiro

Portugal foi o único país que teve um Pavilhão de Honra dentro da área nacional da Exposição. Mais tarde,
o seu Pavilhão principal foi transportado para Lisboa, onde hoje funciona o Museu do Desporto de Portugal.
© 1904 Louisiana
Purchase Exposition

Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, EUA

©Fernando Bergamaschi

Palácio Monroe, antigo Senado, que ficava na Cinelândia.

Desmontar e remontar um Pavilhão inteiro em outro país ocorreu também com o Palácio Monroe, pavilhão do
Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, em 1904. O palácio foi desmontado lá e remontado aqui em
1906 e o nome Monroe foi uma homenagem ao presidente James Monroe, criador do panamericanismo.
Morro do Castelo
sendo demolido

©Augusto Malta

Área dos Pavilhões

Torre de meteorologia, construída
sobre o Forte do Calabouço

Pavilhão
dos Estados

Palácio Monroe
(Cinelândia)

Futuro aeroporto
Santos Dumont
Aterro do Flamengo
feito com entulho
do morro do Castelo

©Augusto Malta

A Exposição foi de 7/Set/1922 a 31/Mar/1923 e ocupou um espaço gerado pela reurbanização decorrente
do desmonte do morro do Castelo, indo do Palácio Monroe até o mar, onde antes havia o Forte do Calabouço.
Atual aeroporto Santos Dumont

Mar
11

10

11

8

Nações
17

Restaurante
Albamar

Ca
rlo
nto
nio

3 4

R. San
ta

Museu
da Imagem
e do Som

Paço Imperial

1 – Pavilhão de Caça e Pesca
2 - Pavilhão de Estatística
3 - Pavilhão das Pequenas Indústrias
4 - Pavilhão de Viação e Agricultura
5 - Pavilhão de Administração e do DF
6 - Pavilhão dos Estados
7 - Pavilhão das Grandes Indústrias
8 - Pavilhão das Festas
9 - Restaurante

ABL
Igreja de
Santa Luzia

22

24

25

Luzia

Palácio
Monroe
(Cinelândia)

Consulado
Americano

av.

5

Pre
s. A

6

2

21

19

18

sa

Museu
Histórico
Nacional

1

(trecho da atual av. Presidente Wilson)

t ua
l

7

Av. das
12 13 14 15 16

20

Av.
Rio
Br a
nco

9

Mar

10

10

Área ocupada
pelo Morro do Castelo

10 - Parque de Diversões
11 - Pavilhões de Portugal (2)
12 - Pavilhão da Bélgica
13 - Pavilhão da Noruega
14 - Pavilhão da Tchecoslováquia
15 - Pavilhão do México
16 - Pavilhão da Dinamarca
17 - Pavilhão da Itália
18 - Pavilhão da Inglaterra

19 - Pavilhão da França
20 - Pavilhão da Suécia
21 - Pavilhão do Japão
22 - Pavilhão dos EUA
23 – Vago
24 - Pavilhão da Argentina
25 – Palácio Monroe
- Os círculos são apenas referências

Eis o mapa da Exposição do Centenário da Independência, associado à realidade dos dias de hoje. FIM

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGAna Barreiros
 
Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)Wilton Moretto
 
Trabalho Geografia - Irlanda
Trabalho Geografia - Irlanda Trabalho Geografia - Irlanda
Trabalho Geografia - Irlanda AnaSL18
 
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordensAbsolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordenshome
 
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos
 
Marquês de pombal power-point
Marquês de pombal  power-pointMarquês de pombal  power-point
Marquês de pombal power-pointPAFB
 
A Belle Époque no Brasil
A Belle Époque no BrasilA Belle Époque no Brasil
A Belle Époque no Brasilshviana
 
Os descobrimentos Portugueses e a concorrência de Espanha
Os descobrimentos Portugueses e a concorrência de EspanhaOs descobrimentos Portugueses e a concorrência de Espanha
Os descobrimentos Portugueses e a concorrência de EspanhaRainha Maga
 
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.Daniel Alves Bronstrup
 
Trabalho De HistóRia
Trabalho De HistóRiaTrabalho De HistóRia
Trabalho De HistóRiazucolandia
 
Irish immigration to Scotland overview
Irish immigration to Scotland overviewIrish immigration to Scotland overview
Irish immigration to Scotland overviewcolek2014
 
Beira interior geografia a
Beira interior   geografia aBeira interior   geografia a
Beira interior geografia acarlosseco8
 

Mais procurados (20)

A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºGA modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
A modernização de Portugal na 2ª metade séc. XIX - trabalho de Beatriz, 6ºG
 
Sao paulo slideshow ppt
Sao paulo slideshow pptSao paulo slideshow ppt
Sao paulo slideshow ppt
 
Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)Formação das monarquias nacionais (faag)
Formação das monarquias nacionais (faag)
 
Trabalho Geografia - Irlanda
Trabalho Geografia - Irlanda Trabalho Geografia - Irlanda
Trabalho Geografia - Irlanda
 
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordensAbsolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
Absolutismo e mercantilismo numa sociedade de ordens
 
Londres
LondresLondres
Londres
 
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdfArtur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
Artur Filipe dos Santos - os lugares da forca- História do Porto.pdf
 
Suiça
SuiçaSuiça
Suiça
 
Absolutismo
AbsolutismoAbsolutismo
Absolutismo
 
Era napoleonica
Era napoleonicaEra napoleonica
Era napoleonica
 
Marquês de pombal power-point
Marquês de pombal  power-pointMarquês de pombal  power-point
Marquês de pombal power-point
 
Reformas pombalinas
Reformas pombalinasReformas pombalinas
Reformas pombalinas
 
A Belle Époque no Brasil
A Belle Époque no BrasilA Belle Époque no Brasil
A Belle Époque no Brasil
 
HAITI
HAITIHAITI
HAITI
 
Os descobrimentos Portugueses e a concorrência de Espanha
Os descobrimentos Portugueses e a concorrência de EspanhaOs descobrimentos Portugueses e a concorrência de Espanha
Os descobrimentos Portugueses e a concorrência de Espanha
 
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
3º ano Revolução Francesa e outros movimentos franceses.
 
Trabalho De HistóRia
Trabalho De HistóRiaTrabalho De HistóRia
Trabalho De HistóRia
 
Irish immigration to Scotland overview
Irish immigration to Scotland overviewIrish immigration to Scotland overview
Irish immigration to Scotland overview
 
Trabalho Inglaterra e Reino Unido
Trabalho Inglaterra e Reino UnidoTrabalho Inglaterra e Reino Unido
Trabalho Inglaterra e Reino Unido
 
Beira interior geografia a
Beira interior   geografia aBeira interior   geografia a
Beira interior geografia a
 

Semelhante a Exposição do Centenário da Independência 1922

Exposição do centenário da abertura dos portos em1908
Exposição do centenário da abertura dos portos em1908Exposição do centenário da abertura dos portos em1908
Exposição do centenário da abertura dos portos em1908Luiz Carlos Dias
 
Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908
Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908
Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908Oracy Filho
 
Exposição do centenário da abertura dos portos 1908
Exposição do centenário da abertura dos portos   1908Exposição do centenário da abertura dos portos   1908
Exposição do centenário da abertura dos portos 1908Paulo Cesar Salgado Vidal
 
História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...
História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...
História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...Artur Filipe dos Santos
 
História do Porto - Jardins e Praças do Porto : JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...
História do Porto - Jardins e Praças do Porto: JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...História do Porto - Jardins e Praças do Porto: JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...
História do Porto - Jardins e Praças do Porto : JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...Universidade Sénior Contemporânea do Porto
 
Cidade do Porto-I
Cidade do Porto-I Cidade do Porto-I
Cidade do Porto-I BiaEsteves
 
Cidade do porto em 1914
Cidade do porto em 1914Cidade do porto em 1914
Cidade do porto em 1914Sergio Lagoa
 
Porto 1914
Porto 1914Porto 1914
Porto 1914cab3032
 
Porto 1914
Porto 1914Porto 1914
Porto 1914cab3032
 
Museologia[1]
Museologia[1]Museologia[1]
Museologia[1]DAIANE
 
Judice Fialho, o maior industrial conserveiro do Algarve
Judice Fialho, o maior industrial conserveiro do AlgarveJudice Fialho, o maior industrial conserveiro do Algarve
Judice Fialho, o maior industrial conserveiro do AlgarveJosé Mesquita
 
Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses o ...
Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses   o ...Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses   o ...
Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses o ...Artur Filipe dos Santos
 
A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?
A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?
A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?portodeaveiro
 

Semelhante a Exposição do Centenário da Independência 1922 (20)

Exposição do centenário da abertura dos portos em1908
Exposição do centenário da abertura dos portos em1908Exposição do centenário da abertura dos portos em1908
Exposição do centenário da abertura dos portos em1908
 
Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908
Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908
Exposição do Centenário da Abertura dos Portos no Rio de Janeiro 1908
 
Exposição do centenário da abertura dos portos 1908
Exposição do centenário da abertura dos portos   1908Exposição do centenário da abertura dos portos   1908
Exposição do centenário da abertura dos portos 1908
 
exposicao do centenario da abertura dos portos - 1908
exposicao do centenario da abertura dos portos - 1908exposicao do centenario da abertura dos portos - 1908
exposicao do centenario da abertura dos portos - 1908
 
História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...
História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...
História do Porto - Jardim João Chagas - Professor Doutor Artur Filipe dos Sa...
 
História do Porto - Jardins e Praças do Porto : JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...
História do Porto - Jardins e Praças do Porto: JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...História do Porto - Jardins e Praças do Porto: JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...
História do Porto - Jardins e Praças do Porto : JARDIM DE JOÃO CHAGAS - Artur...
 
Cidade do Porto-I
Cidade do Porto-I Cidade do Porto-I
Cidade do Porto-I
 
Cidade do porto em 1914
Cidade do porto em 1914Cidade do porto em 1914
Cidade do porto em 1914
 
Porto 1914
Porto 1914Porto 1914
Porto 1914
 
Porto 1914
Porto 1914Porto 1914
Porto 1914
 
Museologia[1]
Museologia[1]Museologia[1]
Museologia[1]
 
Exposição de fotos
Exposição de fotosExposição de fotos
Exposição de fotos
 
Carta Náutica - janeiro 2018
Carta Náutica - janeiro 2018Carta Náutica - janeiro 2018
Carta Náutica - janeiro 2018
 
Judice Fialho, o maior industrial conserveiro do Algarve
Judice Fialho, o maior industrial conserveiro do AlgarveJudice Fialho, o maior industrial conserveiro do Algarve
Judice Fialho, o maior industrial conserveiro do Algarve
 
Cidade do porto em 1914
Cidade do porto em 1914Cidade do porto em 1914
Cidade do porto em 1914
 
Cidade do Porto em 1914
Cidade do Porto em 1914Cidade do Porto em 1914
Cidade do Porto em 1914
 
Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses o ...
Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses   o ...Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses   o ...
Artur Filipe dos Santos - História da cidade e dos monumentos portuenses o ...
 
História da cidade e dos monumentos portuenses o barroco na cidade do porto...
História da cidade e dos monumentos portuenses   o barroco na cidade do porto...História da cidade e dos monumentos portuenses   o barroco na cidade do porto...
História da cidade e dos monumentos portuenses o barroco na cidade do porto...
 
A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?
A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?
A ECONOMIA MARÍTIMA (AINDA) EXISTE?
 
Porto 1914
Porto 1914Porto 1914
Porto 1914
 

Mais de Luiz Carlos Dias

Mais de Luiz Carlos Dias (20)

Portugal - Castelos e palácios
Portugal - Castelos e paláciosPortugal - Castelos e palácios
Portugal - Castelos e palácios
 
Serra da Estrela - Portugal
Serra da Estrela - PortugalSerra da Estrela - Portugal
Serra da Estrela - Portugal
 
Sevilha - Espanha
Sevilha - EspanhaSevilha - Espanha
Sevilha - Espanha
 
Malmö - Suécia - Cidade ecológica
Malmö - Suécia - Cidade ecológicaMalmö - Suécia - Cidade ecológica
Malmö - Suécia - Cidade ecológica
 
Geniale bilder
Geniale bilderGeniale bilder
Geniale bilder
 
A rota dos faraós
A rota dos faraósA rota dos faraós
A rota dos faraós
 
Inglaterra - Beachy Head
Inglaterra - Beachy HeadInglaterra - Beachy Head
Inglaterra - Beachy Head
 
Hotéis em Las Vegas - EUA
Hotéis em Las Vegas - EUAHotéis em Las Vegas - EUA
Hotéis em Las Vegas - EUA
 
Paris - França
Paris - FrançaParis - França
Paris - França
 
Palácio da Foz - Lisboa
Palácio da Foz  - LisboaPalácio da Foz  - Lisboa
Palácio da Foz - Lisboa
 
Festival Glace Neige
Festival Glace NeigeFestival Glace Neige
Festival Glace Neige
 
A sensação de sede
A sensação de sedeA sensação de sede
A sensação de sede
 
Portugal é lindo visto do céu
Portugal é lindo visto do céuPortugal é lindo visto do céu
Portugal é lindo visto do céu
 
Itália
ItáliaItália
Itália
 
Mãos
MãosMãos
Mãos
 
Avenida Presidente Vargas - O antes, o durante e o depois
Avenida Presidente Vargas - O antes,  o durante e o depoisAvenida Presidente Vargas - O antes,  o durante e o depois
Avenida Presidente Vargas - O antes, o durante e o depois
 
Arraial do Cabo - Rio de Janeiro
Arraial do Cabo - Rio de JaneiroArraial do Cabo - Rio de Janeiro
Arraial do Cabo - Rio de Janeiro
 
Inglaterra - Beachy Head
Inglaterra - Beachy HeadInglaterra - Beachy Head
Inglaterra - Beachy Head
 
A travessia do caminho
A travessia do caminhoA travessia do caminho
A travessia do caminho
 
La route des pharaons
La route des pharaonsLa route des pharaons
La route des pharaons
 

Último

AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsxGilbraz Aragão
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoprofleticiasantosbio
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no textoMariaPauladeSouzaTur
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoSer Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoJayaneSales1
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURADouglasVasconcelosMa
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 

Último (20)

AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no texto
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoSer Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 

Exposição do Centenário da Independência 1922

  • 1. A Exposição do Centenário da Independência 1822 1922 Música: Hino da Independência pelo Coral e Orquestra Sinfônica do Estado de SP By Ney Deluiz
  • 2. Pavilhão das Festas ©Arquivo Público Mineiro As Feiras Internacionais de negócios no início do século XX eram bem diferentes das de hoje, pois os Pavilhões eram construções suntuosas em tijolo, as quais na maioria dos casos só duravam durante o evento.
  • 3. Alguns pavilhões do centenário da independência, em 1922 ©Augusto Malta Isto aconteceu com a Exposição que comemorou o centenário da independência em 1922, a qual durou quase 7 meses e foi vista por mais de 3 milhões de pessoas, um número considerável para a época.
  • 4. ©Augusto Malta Porta Monumental – Entrada Principal ©Augusto Malta Assim como a Torre Eiffel foi construída para ser o arco de entrada da Exposição Universal de 1889, em Paris, o Rio também teve a sua Porta Monumental de 33 metros na Av. Rio Branco, na altura do Obelisco.
  • 5. ©Augusto Malta A Exposição foi inaugurada em 7/Set/1922 com uma parada militar da qual participaram marinheiros americanos dos encouraçados Maryland e Nevada; japoneses dos encouraçados Iwate, Isuno e Azuma; ingleses dos encouraçados Hood e Repulse; argentinos do encouraçado Moreno; uruguaios do cruzador Uruguay; portugueses dos cruzadores República e Carvalho Araújo e os alunos do Colégio Militar do México.
  • 6. ©Augusto Malta Naquela mesma noite, os altofalantes da Exposição transmitiram a ópera O Guarani diretamente do Teatro Municipal, enquanto os Pavilhões e os navios ancorados se iluminaram num imenso clarão de esplendor.
  • 7. Pavilhão das Festas ©Augusto Malta Durante aqueles 7 meses, o Rio viveu momentos de glória por ter produzido um evento com tal magnitude.
  • 8. Pavilhão da Brahma Pavilhão da Antarctica ©Augusto Malta Anúncio da década de 1920 E pelo jeito não deve ter faltado cerveja, pois ambas a Brahma e a Antarctica tinham lá os seus Pavilhões.
  • 9. Pavilhão da Tchecoslováquia Pavilhão do México ©Arquivo Público Mineiro Pavilhão da Itália ©Arquivo Público Mineiro ©Augusto Malta Pavilhão da Argentina Além dos Pavilhões de 13 países e de todos os 20 estados na época, havia também Pavilhões de Negócios envolvendo a indústria, comércio, agricultura, caça e pesca.
  • 10. Pavilhão da Bélgica Pavilhão da Noruega ©Arquivo Público Mineiro Pavilhão do Japão Pavilhão da Suécia ©Augusto Malta ©Arquivo Público Mineiro
  • 11. Moinho Holandês Pavilhão da Inglaterra ©Arquivo Público Mineiro Pavilhão dos Estados Unidos Pavilhão da Dinamarca A Holanda trouxe um moinho e o Pavilhão dos EUA ficava no mesmo local onde hoje está o seu Consulado.
  • 12. Seção de Sementes – Pavilhão da Agricultura Seção de Móveis - Pavilhão das Grandes Indústrias ©Arquivo Público Mineiro Seção de Bebidas - Pavilhão das Grandes Indústrias Seção de Tecidos - Pavilhão das Grandes Indústrias Aqui estão alguns interiores dos Pavilhões de Negócios.
  • 13. Entrada do Parque de Diversões Pequenos Pavilhões de Comércio ©Arquivo Público Mineiro ©Augusto Malta Pavilhão das Pequenas Indústrias Pavilhão das Exposições Particulares O que mais me impressionou nesta Exposição foi a quantidade de prédios construídos só para este fim.
  • 14. ©Arquivo Público Mineiro Trecho da Av. das Nações e Parque de Diversões, à esquerda Pavilhões de Estatística e de Caça e Pesca Rua com Pavilhões de Negócios ©Augusto Malta Embarcadouro de hidroaviões Era imensa a área coberta pela Exposição e até um embarcadouro de hidroaviões foi montado na praça XV.
  • 15. Pavilhão de Viação e Agricultura ©Arquivo Público Mineiro Pavilhão da Música Pavilhão de Caça e Pesca Eram construções sólidas e a maioria delas não foi aproveitada após o fim do evento. Portal Colonial
  • 16. Museu da Imagem e do Som Pavilhão de Administração e do Distrito Federal Pavilhão das Estados Estande de Minas Gerais ©Augusto Malta ©Arquivo Público Mineiro Ministério da Agricultura Estande de São Paulo Apenas uns poucos Pavilhões permaneceram nos anos seguintes, como foi o caso do Pavilhão dos Estados, que acabou virando o Ministério da Agricultura até ser demolido no final da década de 1970.
  • 17. Museu da Imagem e do Som com o telhado retirado Pavilhão de Administração e do Distrito Federal ©Arquivo Público Mineiro O telhado do MIS após a restauração de 1990 Já o Pavilhão de Administração e do Distrito Federal ainda existe e é o Museu da Imagem e do Som.
  • 18. Pavilhão da França O Petit Trianon ©Augusto Malta Academia Brasileira de Letras O Petit Trianon, no Palácio de Versailles O Pavilhão da França, uma réplica do Petit Trianon que Luis XVI deu de presente a Maria Antonieta e que fica no interior do parque do Palácio de Versailles, hoje é a Academia Brasileira de Letras.
  • 19. Pavilhão de Estatística ©Arquivo Público Mineiro Centro Cultural da Saúde O Pavilhão de Estatística perdeu o seu domo, mas continua como o Centro Cultural da Saúde, na praça XV.
  • 20. Pavilhão das Grandes Indústrias ©Augusto Malta Museu Histórico Nacional O Pavilhão das Grandes Indústrias aproveitou o prédio da Casa do Trem (antigo Arsenal de Guerra), que ficava ao lado do Forte do Calabouço e, ao final da Exposição, se transformou no Museu Histórico Nacional.
  • 21. Pavilhão de Portugal Museu do Desporto de Portugal, em Lisboa ©Augusto Malta Pavilhão de Honra de Portugal ©Arquivo Público Mineiro Portugal foi o único país que teve um Pavilhão de Honra dentro da área nacional da Exposição. Mais tarde, o seu Pavilhão principal foi transportado para Lisboa, onde hoje funciona o Museu do Desporto de Portugal.
  • 22. © 1904 Louisiana Purchase Exposition Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, EUA ©Fernando Bergamaschi Palácio Monroe, antigo Senado, que ficava na Cinelândia. Desmontar e remontar um Pavilhão inteiro em outro país ocorreu também com o Palácio Monroe, pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, em 1904. O palácio foi desmontado lá e remontado aqui em 1906 e o nome Monroe foi uma homenagem ao presidente James Monroe, criador do panamericanismo.
  • 23. Morro do Castelo sendo demolido ©Augusto Malta Área dos Pavilhões Torre de meteorologia, construída sobre o Forte do Calabouço Pavilhão dos Estados Palácio Monroe (Cinelândia) Futuro aeroporto Santos Dumont Aterro do Flamengo feito com entulho do morro do Castelo ©Augusto Malta A Exposição foi de 7/Set/1922 a 31/Mar/1923 e ocupou um espaço gerado pela reurbanização decorrente do desmonte do morro do Castelo, indo do Palácio Monroe até o mar, onde antes havia o Forte do Calabouço.
  • 24. Atual aeroporto Santos Dumont Mar 11 10 11 8 Nações 17 Restaurante Albamar Ca rlo nto nio 3 4 R. San ta Museu da Imagem e do Som Paço Imperial 1 – Pavilhão de Caça e Pesca 2 - Pavilhão de Estatística 3 - Pavilhão das Pequenas Indústrias 4 - Pavilhão de Viação e Agricultura 5 - Pavilhão de Administração e do DF 6 - Pavilhão dos Estados 7 - Pavilhão das Grandes Indústrias 8 - Pavilhão das Festas 9 - Restaurante ABL Igreja de Santa Luzia 22 24 25 Luzia Palácio Monroe (Cinelândia) Consulado Americano av. 5 Pre s. A 6 2 21 19 18 sa Museu Histórico Nacional 1 (trecho da atual av. Presidente Wilson) t ua l 7 Av. das 12 13 14 15 16 20 Av. Rio Br a nco 9 Mar 10 10 Área ocupada pelo Morro do Castelo 10 - Parque de Diversões 11 - Pavilhões de Portugal (2) 12 - Pavilhão da Bélgica 13 - Pavilhão da Noruega 14 - Pavilhão da Tchecoslováquia 15 - Pavilhão do México 16 - Pavilhão da Dinamarca 17 - Pavilhão da Itália 18 - Pavilhão da Inglaterra 19 - Pavilhão da França 20 - Pavilhão da Suécia 21 - Pavilhão do Japão 22 - Pavilhão dos EUA 23 – Vago 24 - Pavilhão da Argentina 25 – Palácio Monroe - Os círculos são apenas referências Eis o mapa da Exposição do Centenário da Independência, associado à realidade dos dias de hoje. FIM