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Anatomia músculo esquelético

K
Kim Sa

Material com intuito de ajudar alunos de Medicina e Fisioterapia nos estudos em anatomia músculo esquelético e ortopedia.

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JUNTURAS E SISTEMA
MUSCULAR
Monitor : Kim Fonsêca
ANATOMIA SISTEMA ESQUELÉTICO
Dr. Kim Fonsêca Gomes de Sá
CREFITO 204434-F
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA
ANATOMIA
ÍNDICE
– -CONCEITO DE ANATOMIA E POSIÇÃO
ANATOMICA.
– -DIVISÃO DA ANATOMIA E MÉTODOS DE
ESTUDO.
– -CONCEITO DE VARIAÇÃO ANATÔMICA E
NORMAL (ANOMALIA E
MONSTRUOSIDADE).
– -FATORES GERAIS DE VARIAÇÃO
ANATÔMICA.
– -DIVISÃO DO CORPO HUMANO.
– -PLANOS DE DELIMITAÇÃO.
– -PLANO DE SECÇÃO E SEUS RESPECTIVOS
EIXOS.
– -PLANO DE CONSTRUÇÃO.
– -TERMOS DE POSIÇÃO E DIREÇÃO.
CONCEITO DE ANATOMIA
A anatomia é a ciência que estuda,
macro e microscopicamente, a
constituição e o desenvolvimento dos
seres organizados. Anatomia
(ana = em partes; tomein = cortar).
POSIÇÃO ANATÔMICA
-É aquela em que ficamos em
posição bípede, olhos voltados para o
horizonte, os pés com um certo
limite um do outro, palma da mão
para frente e o dorso da mão para
trás.
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Anatomia músculo esquelético

  • 1. JUNTURAS E SISTEMA MUSCULAR Monitor : Kim Fonsêca ANATOMIA SISTEMA ESQUELÉTICO Dr. Kim Fonsêca Gomes de Sá CREFITO 204434-F
  • 2. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA ÍNDICE – -CONCEITO DE ANATOMIA E POSIÇÃO ANATOMICA. – -DIVISÃO DA ANATOMIA E MÉTODOS DE ESTUDO. – -CONCEITO DE VARIAÇÃO ANATÔMICA E NORMAL (ANOMALIA E MONSTRUOSIDADE). – -FATORES GERAIS DE VARIAÇÃO ANATÔMICA. – -DIVISÃO DO CORPO HUMANO. – -PLANOS DE DELIMITAÇÃO. – -PLANO DE SECÇÃO E SEUS RESPECTIVOS EIXOS. – -PLANO DE CONSTRUÇÃO. – -TERMOS DE POSIÇÃO E DIREÇÃO.
  • 3. CONCEITO DE ANATOMIA A anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento dos seres organizados. Anatomia (ana = em partes; tomein = cortar). POSIÇÃO ANATÔMICA -É aquela em que ficamos em posição bípede, olhos voltados para o horizonte, os pés com um certo limite um do outro, palma da mão para frente e o dorso da mão para trás.
  • 7. DIVISÃO DA ANATOMIA • MACROSCOPIA-MICROSCÓPICA • SISTÊMICA (DESCRITIVA) • TOPOGRÁFICA (CIRÚRGICA OU REGIONAL) • ANTROPOLÓGIA (CONSTITUCIONAL) • COMPARATIVA • RADIOLÓGICA • SUPERFÍCIE • ARTÍSTICA • ANATOMIA APLICADA • ANATOMIA DO DESENVOLVIMENTO • ANATOMIA RADIOLÓGICA • ANATOMIA PATOLÓGICA • ANATOMIA FUNCIONAL • ANATOMIA CIRÚRGICA MÉTODOS DE ESTUDOS -INSPEÇÃO, PERCUSÃO, AUSCULTAÇÃO, RADIOLOGIA, MENSURAÇÃO, PALPAÇÃO, ECTOSCOPIA (FORA), ENDOSCOPIA (DENTRO), DISSECAÇÃO.
  • 9. CONCEITO DE VARIAÇÃO ANATÔMICA • Diferenças morfológicas são denominadas variações anatômicas. • As variações anatômicas podem ser EXTERNAS e INTERNAS. • Normal, para o anatomista, é o estatisticamente mais comum, ou seja, o que é encontrado na maioria dos casos. • VARIAÇÃO ANATÔMICA é qualquer fuga do padrão sem prejuízo da função. ANAMOLIA E MONSTRUOSIDADE • Quando ocorre prejuízo funcional trata-se de uma ANOMALIA e não de uma variação. • Se a anomalia for tão acentuada que deforme profundamente a construção do corpo, sendo, em geral, incompatível com a vida, é uma MONSTRUOSIDADE.
  • 10. Fatores gerais de variação anatômica (ditas individuais) • IDADE: É o tempo decorrido ou a duração da vida. Notáveis modificações anatômicas ocorrem nas fases intra e extra-uterina. • A) fase intra-uterina (1) ‘OVO’ (2) ‘EMBRIÃO’ (3) ‘FETO' • B) fase extra-uterina (4) ‘RECÉM-NASCIDO’ (5) ‘INFANTE’ (6) ‘MENINO’ (7) ‘PRÉ-PÚBERE’ (8) ‘PÚBERE’ (9) ‘JOVEM’ (10) ‘ADULTO’ 11) ‘VELHO’ • SEXO: É o caráter de Masculinidade ou Feminilidade. É possível reconhecer órgãos de um e de outro sexo, graças as características especiais. • RAÇA: Conhecem-se, por exemplo, representantes das raças Branca, Negra e Amarela e seus mestiços. • BIÓTIPO: É a resultante da soma dos caracteres herdados e dos caracteres adquiridos por influência do meio e da sua inter-relação. BIOTIPO LONGILINIO – Indivíduos magros, altos, tórax curto. BREVILINIOS – Indivíduos Baixos, tórax atarracado, gordos. MEDILINIOS – Indivíduos com os dois tipos citados acima. • EVOLUÇÃO: Influencia o aparecimento de diferenças morfológicas, no decorrer dos tempos, como foi demonstrado pelo estudo dos fósseis.
  • 11. MEMBRO SUPERIOR RAIZ: OMBRO. PARTE LIVRE: BRAÇO, ANTEBRAÇO E MÃO. MEMBRO INFERIORRAIZ: QUADRIL PARTE LIVRE: COXA, PERNA E PÉ.
  • 12. PLANOS DE DELIMITAÇÃO • São os planos que delimitam o corpo, exemplificando pontos de partida do corpo humano. • A – Planos Superior e inferior • Ex:. Cabeça e os Pés • B – Planos laterais esquerda e direita • Ex:. Membro Superior esquerdo e Direito • C- Planos Anterior e Posterior • Ex:. Músculo Peitoral Maior e Músculo Trapézio
  • 18. VISÃO DOS PLANOS E EIXOS antimeria metameria paquimeria
  • 19. O CORPO HUMANO É CONSTRUÍDO SEGUNDO ALGUNS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS QUE PREVALECEM PARA OS VERTEBRADOS E SÃO OS SEGUINTES: • ANTIMERIA: O plano mediano % o corpo em 2 metades, D e E, estas metades são denominadas ANTÍMEROS e são semelhantes morfológica e funcionalmente, donde dizer-se que o homem, como os vertebrado, é construído segundo o princípio de SIMETRIA BILATERAL. • METAMERIA: Por metameria entende-se a superposição, no sentido longitudinal, de segmentos semelhantes, cada segmento correspondendo a um METÂMERO. • PAQUIMERIA: É o principio segundo o qual o segmento axial do corpo do indivíduo é constituído, esquematicamente, por dois tubos. Os tubos denominados paquímeros, são respectivamente ventral e dorsal.
  • 23. PLANO DE SECÇÃO SAGITAL ou MEDIANO -Divide o corpo verticalmente em metades direita e esquerda. RESPECTIVO EIXO -Seu EIXO é o LATERO-LATERAL. Os movimentos corporais ou de seus segmentos ocorrem para frente e para trás. MOVIMENTO= flexão e extensão. -É um eixo HÉTEROPOLAR pois suas extremidades tocam em porções não correspondentes do corpo.
  • 24. PLANO DE SECÇÃO FRONTAL (CORONAL) -Divide o corpo verticalmente em metades anterior e posterior. RESPECTIVO EIXO -Seu EIXO é o ANTERO-POSTERIOR. Movimentos corporais ou de seus segmentos ocorrem laterais ao corpo, aproximando-o ou afastando-o da linha média do corpo. MOVIMENTO= Adução e Abdução. - É um eixo HÉTEROPOLAR pois suas extremidades tocam em porções não correspondentes do corpo.
  • 25. PLANO DE SECÇÃO HORIZONTAL (TRANSVERSO) -Divide o corpo horizontalmente em metades superior e inferior. RESPECTIVO EIXO -Seu EIXO é o LONGITUDINAL. Movimentos corporais paralelos ao solo, quando o corpo esta na posição ereta. MOVIMENTO= rotação - É um eixo HOMOPOLAR pois suas extremidades tocam em pontos correspondentes do corpo.
  • 28. EIXO DE MOVIMENTO • O movimento de uma articulação se faz obrigatoriamente em torno de um eixo. Denominado EIXO DE MOVIMENTO.
  • 29. EIXO DE MOVIMENTO • Ântero-Posterior • Látero-Lateral • Longitudinal
  • 30. Ântero Posterior • Eixo no sentido ventro dorsal, os movimentos inseridos são: Adução e Abdução.
  • 31. Látero - Lateral • Os movimentos angulares estão enquadrados neste eixo. • Flexão, extensão, flexão plantar e dorso flexão.
  • 32. Longitudinal • No sentido crânio caudal nos movimentos associados a este eixo: • Rotação interna e externa.
  • 46. TERMOS DE POSIÇÃO E DIREÇÃO • Mediano / Medial. • Dorsal, médio e ventral. • Cranial, médio e caudal. • Interno, médio e externo. • Lateral, intermédio e medial. • Proximal, médio e distal • Homolateral / Ipsolateral • Contralateral • Axial
  • 51. TERMOS DE DIREÇÃO PARA O CORPO HUMANO TERMO DEFINIÇÃO EXEMPLO -Superior (cranial, cefálico) Mais próximo da cabeça; para cima O tórax é superior ao abdome -Inferior (caudal) Mais afastado da cabeça; para baixo As pernas são inferiores ao tronco -Anterior (ventral) Mais próximo da frente do corpo O umbigo está no lado anterior do corpo -Posterior (dorsal) Mais próximo do dorso do corpo Os rins são posteriores ao intestino -Medial Mais próximo da linha mediana do corpo O coração é medial aos pulmões -Lateral Mais afastado da linha mediana do corpo As orelhas são laterais ao nariz -Interno (profundo) Mais afastado da superfície do corpo O encéfalo é o interno ao crânio -Externo (superficial) Mais próximo da superfície do corpo A pele é externa aos músculos -Proximal Mais próximo do tronco do corpo O joelho é proximal ao pé -Distal Mais afastado do tronco do corpo A mão é distal ao cotovelo
  • 52. CONCEITO DE SISTEMA ESQUELÉTICO E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES CONCEITO DE SISTEMA ESQUELÉTICO: O SISTEMA ESQUELÉTICO É COMPOSTO POR OSSOS E CARTILAGENS. FUNÇÕES DO SISTEMA ESQUELÉTICO A) SUSTENTAÇÃO DO ORGANISMO (APOIO PARA O CORPO) B) PROTEÇÃO DE ESTRUTURAS VITAIS (CORAÇÃO, PULMÕES, CÉREBRO) C) BASE MECÂNICA PARA O MOVIMENTO D) RESERVATÓRIO MINERAL (CÁLCIO, POR EXEMPLO) E)HEMATOPOIESE (SUPRIMENTO CONTÍNUO DE CÉLULAS SANGÜÍNEAS)
  • 53. CONCEITO DE OSSOS • CONCEITO DE OSSOS: OSSOS SÃO ÓRGÃOS ESBRANQUIÇADOS, MUITO DUROS, QUE UNINDOS-SE AOS OUTROS POR INTERMÉDIO DAS JUNTURAS OU ARTICULAÇÕES CONSTITUEM O ESQUELETO. • CONSTITUIÇÃO DOS OSSOS: O OSSO É FORMADO POR VÁRIOS TECIDOS DIFERENTES: TECIDO ÓSSEO, ADIPOSO, NERVOSO E VÁRIOS TECIDOS FORMA- DORES DE SANGUE.
  • 54. NÚMERO DE OSSOS DO CORPO HUMANO • É CLASSICO ADMITIR O NÚMERO DE 206 OSSOS; ESSE NÚMERO, TODAVIA, VARIA SE LEVARMOS EM CONSIDERAÇÃO OS SEGUINTES FATORES: A) FATORES ETÁRIOS – DO NASCIMENTO À SENILIDADE HÁ UMA DIMINUIÇÃO DO NÚMERO DE OSSOS. B) FATORES INDIVIDUAIS – EM ALGUNS INDIVÍDUOS PODE HAVER PERSISTÊNCIA DA DIVISÃO DO OSSO FRONTAL NO ADULTO E OSSOS EXTRANUMERÁRIOS PODEM OCORRER, DETERMINANDO VARIAÇÃO NO NÚMERO DE OSSOS. C) CRITÉRIOS DE CONTAGEM – OS ANATOMITAS UTILIZAM ÀS VEZES CRITÉRIOS MUITO PESSOAIS PARA FAZER A CONTAGEM DO NÚMERO DE OSSOS.
  • 55. CONTAGEM DOS OSSOS DO CORPO HUMANO Cabeça 22 Membro Superior 32 - Crânio= 08 - Cintura Escapular= 02.2 - Face= 14 - Braço= 01.2 Pescoço 08 - Antebraço= 02.2 Tórax 37 - Mão= 27.2 - Costelas= 24 Membro inferior 31 - Vértebras= 12 - Cintura pélvica= 01 (3.2) - Esterno= 01 - Coxa= 01.2 Abdômen 07 - Joelho= 01.2 - Vértebras Lombares= 5 - Perna= 02.2 - Sacro= 01 - Pé= 26.2 - Cóccix= 01 Ossículos do Ouvido Médio= 03.2 TIPOS DE ESQUELETOS -EXOESQUELETO= Vê-se entre os artrópodes, sua base de sustentação é externa. Exemplo: Dynastes tityrus. -ENDOESQUELETO= Com a evolução aparece um esqueleto interno (ENDOSQUELETO) que, pouco a pouco substitui o exosqueleto. Exemplo: Bovino -ENDO E EXOESQUELETO= Apresenta os dois tipos de esqueleto. Exemplo: Tatu
  • 58. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 59. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 60. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 61. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 62. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 63. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 64. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 65. CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS DE ACORDO COM SUA FORMA
  • 73. vv
  • 81. ACIDENTES ÓSSEOS Colo: Conexão Estreitada Fóvea: Depressão/ Pq. Cova Fossa: Depressão Seio: Ampla Cavidade Forame: Buraco/ Orifício Canal: Orifício com Comprimento Sulco: Depressão Linear Faceta: Pequena. Face Articular Côndilo: Nodo Articular Epicôndilo: Proeminência acima dos côndilos Incisura: Endentação na margem do osso Meato: Canal
  • 82. ACIDENTES ÓSSEOS Linha/ Borda: Elevação Linear Crista: Borda Proeminente, aguçada Tubérculo: Pequena elevação arredondada Protuberância: Intumescência/ Botão Trocanter: Grande elevação arredondada Tuberosidade: Elevação arredondada > tubérculo Maléolo: Elevação (cabeça de martelo) Espinha: Elevação Aguda Cabeça: Processo Articular Proeminente
  • 88. ARTICULAÇÕES OU JUNTURAS • CONCEITO – A união entre dois ossos se dar por conta das articulações, onde os mesmos têm a finalidade de unir os ossos e permitir a mobilidade.
  • 89. CLASSIFICAÇÃO  De acordo com a natureza do tecido que se interpõe às peças articulares  De acordo com o movimento realizado  De acordo com as estruturas que as compõem
  • 91. CLASSIFICAÇÃO TIPOS : -Fibrosas – SUTURAS (Planas, Escamosas e Serreada). SIDESMOSES -Cartilaginosas -Sinoviais
  • 92. JUNTURAS FIBROSAS • As junturas nas quais o elemento que se interpõe às peças que se articulam é o tecido conjuntivo fibroso, são ditas FIBROSAS, e a grande maioria delas apresentadas no crânio.
  • 93. JUNTURAS CARTILAGINOSAS • Neste grupo de junturas os tecidos que se interpõe é CARTILAGINOSO. Quando se trata de cartilagem hialina temos as sincondroses; nas sínfises a cartilagem é fibrosa. Em ambas a mobilidade é reduzida.
  • 94. JUNTURAS SINOVIAIS • A mobilidade exige livre deslizamento de uma superfície óssea contra outra e isto é impossível quando entre elas se interpõe-se um meio de ligação. Seja CONJUNTIVO FIBROSO ou CARTILAGÍNEO. Para que haja o grau desejável de movimento, em muitas junturas, o elemento que se interpõe às peças que se articulam é um líquido denomina SINÓVIA,ou líquido sinovial. Deste modo, os meios de união entre essas peças esquéleticas articuladas não se prendem nas surperfícies das articulação, como ocorre nas junturas fibrosas e cartilaginosas: nas junturas sinoviais o principal meio de união é representado pela Cápsula articular, espécie de manguito que envolve a articulação prendendo-se nos ossos, que se articulam.
  • 95. CARTILAGEM FIBROSA • A fibrocartilagem consiste em coleções densas de fibras colágenas nas quais está misturada uma matriz cartilaginosa. Ela é menos homogênea que a cartilagem HIALINA, porém é mais resistente e mais flexível. Ocorre nos discos intervertebrais e articulares e nas orlas glenoidais de certas articulações.
  • 97. JUNTURAS FIBROSAS • SUTURAS – São encontradas nos ossos do crânio. • PLANA- União linear • ESCAMOSA- União em Bisel • SERREADAS- União em linha Denteada
  • 99. SUTURAS – SERRÁTIL OU DENTEADA
  • 100. CRÂNIO DE RECÉM-NASCIDO • No crânio do feto, onde a ossificação ainda não está completa, a quantidade de tecido conjuntivo fibroso interposto é muito grande, explicando assim a separação óssea localizada no crânio.
  • 101. PONTOS FRACOS DA ESTRUTURA DO CRÂNIO • Fontanelas ou fontículos – Vulgarmente chamados de “ Moleiras ” desaparecem quando a ossificação está completa.
  • 105. SINDESMOSES • Nesta juntura o tecido interposto também é conjuntivo fibroso, mas não ocorrem entre ossos do crânio. • EX – articulação Tíbio Fibular.
  • 109. ARTICULAÇÕES CARTILAGINOSAS Tipos : Sincondrose - intraóssea interóssea Sínfise
  • 110. JUNTURAS CARTILAGINOSAS • Tecido interposto é cartilaginoso. Quando falamos de cartilagem HIALINA temos as sincondroses, quando sínfises falamos fibroso.
  • 111. SINCONDROSE Intraóssea - temporária Interóssea - permanente
  • 112. SINCONDROSES • São raras, onde o exemplo mais típico é a sincondrose esfeno – occipital que localizamos na base do crânio. • *Interóssea temporária • sincondrose esfeno-occipital ->
  • 113. SINCONDROSE *Interóssea temporária - sincondrose esfeno-occipital
  • 117. ARTICULAÇÕES SINOVIAIS • Estruturas essenciais • Estruturas acessórias • Principais movimentos • Classificação
  • 118. ESTRUTURAS ESSENCIAIS Superfícies articulares Cápsula articular Cavidade articular Membrana sinovial Líquido sinovial Cartilagens articulares
  • 119. ESTRUTURAS ACESSÓRIAS Orla ou Lábio Disco Meniscos
  • 121. CLASSIFICAÇÕES DAS ARTICULAÇÕES SINOVIAIS 1- Quanto ao número de superfícies que participam da articulação : simples composta 3- Quanto ao grau de liberdade e eixos de movimentos : não axial uniaxial biaxial triaxial 2- Quanto à forma das superfícies articulares
  • 123. FORMA DAS SUPERFÍCIES ARTICULARES Gínglimo Trocóidea Selar Esferóidea Plana Elipsóidea
  • 124. CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DAS JUNTURAS SINOVIAS. PLANA: As superfícies articulares são planas ou ligeiramente curvas, permitindo deslizamento de uma superfície sobre a outra em qualquer direção. Deslizamento existe em todas as junturas sinoviais mais nas articulações planas ele é discreto, fazendo com que a ADM seja bastante reduzida. Ex: nas art(s). Entre os ossos curtos do carpo, tarso e entre os das vértebras. GÍNGLIMO: Este tipo de art. É também denominada dobradiça e os nomes referem-se muito mais ao movimento que elas realizam do que à forma das superfícies articulares. Ex: A articulação do cotovelo é um bom exemplo de gínglimo e a simples observção mostra como a superfície articular do úmero, que entra em contato com a ulna, apresentam a forma de carretel. Realizando apenas FLE e EXT as junturas sinovias do tipo gínglimo são mono-axiais.
  • 125. CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DAS JUNTURAS SINOVIAS. • TROCÓIDE: Neste tipo as superfícies articulares são segmentos de cilindro e por esta razão cilindróides, estas junturas permitem ROT. E seu eixo de movimento único e vertical. São mono-axiais. • CONDILAR: As superfícies articulares são de forma elíptica e elipsóide seria talvez um termo mais adequado. Estas junturas permitem FLEX, EXT, ABD e ADC. Possuem 2 eixos de movimento, sendo portando bi-axiais. • EM SELA: Nesse tipo de articulação a superfície articula de uma peça esquelética tem a forma de sela, apresenta concavidade num sentido e convexidade em outro, e se encaixa numa segunda peça onde convexidade e convacidade apresentam-se no sentido inverso da primeira. Ex: art. Carpo- metacárpica do polegar.
  • 126. CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DAS JUNTURAS SINOVIAS. • ESFERÓIDE: As articulações de tipo esferóide apresentam superfícies articulares que são segmentos de esferas e se encaixam em receptáculos ocos. O suporte de uma caneta de mesa que pode ser movimentado em qualquer direção é um exemplo não anatômico de uma art. Esferóide. Este tipo de juntura permite MOV(s). Em torno de 3 eixos, sendo portanto tri-axial. Ex: Art. Do ombro
  • 127. JUNTURAS SINOVIAIS • As superfícies ósseas são recobertas por cartilagem articular e unidas por ligamentos revestidos por membrana sinovial. Permitem amplo movimento e as suas células interiores ( situadas dentro da articulação), produzem o líquido sinovial, responsável pela lubrificação e absorção do impacto.
  • 128. LIQUIDO SINOVIAL • Parra ocorrer uma movimentação a nível de articulação sinovial é necessário que tenha o liquido sinovial, que é responsável pela lubrificação da articulação.
  • 129. CÁPSULA ARTICULAR • Manguito que envolve a articulação prendendo-se nos ossos que se articulam. • Membrana fibrosa (externa): membrana resistente, onde também é mais forte por conta dos ligamentos fibrosos que se inserem nela. • Membrana sinovial (interna): contato direto com o líquido sinovial.
  • 130. CAVIDADE ARTICULAR • Espaço virtual onde se encontra o líquido sinovial. • Obs: Cápsula articular, cavidade articular e líquido sinovial são características da juntura sinovial.
  • 131. MEMBRANA SINOVIAL • É a mais interna das camadas da cápsula articular, é muito vascularizada e inervada, sendo ela encarregada da produção do líquido sinovial.
  • 132. DISCOS E MENISCOS • Nas junturas sinoviais, encontramos também estruturas que são capazes de fornecer amortecimento e leveza ao movimento, logo mais, proporcionando uma mobilidade adequada.
  • 133. DISCOS • Podemos encontrar os discos nas articulações esternoclavicular, têmporomandibular, etc... • Onde os discos vão ter a função de tornar a articulação mais congruentes, assim tendo uma adequação melhor a nível de contato ósseo.
  • 134. MENISCOS • Estrutura fibrocartilaginosa encontrada nos joelhos, tem um formato de meia lua, sua principal função é de amortecimento de impactos, distribuição de sobrecarga e separação articular.
  • 135. SINOVIAL PLANA • As superfícies são planas ou ligeralmentes curvas, assim permitindo deslizamento sobre uma outra articulação. • A articulação Sacro-iliaca é um tipo de plana. • Deslizamento existe em todas as junturas sinoviais, porém nas planas será muito discretos.
  • 136. SINOVIAL - PLANA (não axial )
  • 137. Ossos do carpo Processos articulares das vértebras
  • 138. SINOVIAL GÍNGLIMO • Este tipo de articulação é também denominada de dobradiça e os nomes referem-se muito mais aos movimentos que elas realizam do que a forma das superfícies articulares. • Articulação úmero-ulnar (cotovelo) é um exemplo, pois a aparência de uma dobradiça. Ela é mono-axial.
  • 139. SINOVIAL - GÍNGLIMO (uniaxial)
  • 141. SINOVIAL TROCÓIDE • Neste tipo as superfícies são do tipo cilindroides. • Articulação Rádio-Ulnar proximal é um tipo de trocóide pois permite apenas a pronação e a supinação. Assim são mono-axiais.
  • 142. SINOVIAL - TROCÓIDE (uniaxial)
  • 144. SINOVIAL CONDILAR OU ELIPSÓIDE • As superfícies articulares são de forma elipsóides, essas articulações permitem o grau de 2 movimentos, flexão e extensão, adução e abdução. São bi-axiais. • Articulação rádio-cárpica é um exemplo de articulação elipsóide. • Articulação têmporo-mandibular é um exemplo de condilar.
  • 145. SINOVIAL – ELIPSÓIDE OU CONDILAR (biaxial)
  • 146. SINOVIAL - ELIPSÓIDE OU CONDILAR ( biaxial) Articulação rádio-cárpica (elipsóide) Articulação têmporo- mandibular (condilar)
  • 147. SINOVIAL SELAR • A superfície articular tem uma aparência em sela, apresentando concavidade em um sentido e convexidade no outro. • Os movimentos que este tipo realiza é flexão, extensão, abdução, adução e rotação, sendo assim é uma articulação bi-axial. • Articulação carpo-metacárpica do polegar é um exemplo dessa articulação.
  • 148. SINOVIAL - SELAR (biaxial) Articulação carpo- metacárpica do polegar
  • 149. ESFERÓIDE • São articulação do tipo esferas, e se encaixam em receptáculos ocos. São do tipo tri-axial. • Articulação do ombro e do quadril é um exemplo dessa articulação.
  • 150. SINOVIAL - ESFERÓIDE (triaxial) Articulação escápulo-umeral
  • 151. SINOVIAL - ESFERÓIDE (triaxial)
  • 152. GRAU DE LIBERDADE E EIXOS DE MOVIMENTOS NÃO AXIAL - planas UNIAXIAL - gínglimo e trocóide BIAXIAL - elipsóide (condilar) e selar TRIAXIAL - esferóide
  • 153. SINOVIAL - PLANA (não axial )
  • 154. UNIAXIAL - gínglimo e trocóide
  • 155. BIAXIAL - selar e elipsóide
  • 157. LIGAMENTOS • CONCEITO. • Ligamento liga um osso ao outro.
  • 165. FINAL DE ARTROLOGIA • SE VOCÊ QUER SER O MELHOR NO QUE FAZ É SÓ SER O MELHOR DO QUE VOCÊ PODE ESTRAIR DE SÍ MESMO, A COMPETIÇÃO SAUDÁVEL É AQUELA EM QUE VOCÊ DESAFIA SEUS LIMITES E NÃO AQUELA QUE VOCÊ TENTA DESAFIAR OS LIMITES DOS OUTROS, RESPEITE AS DIFERENÇAS. • ASS: KIM FONSÊCA