Apocalipse - Capítulo 18

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Seminário Bíblico Apocalipse
Apocalipse Capítulo 18

Igreja Batista Central de Jacarepaguá
Pr. Julio Cesar
http://www.ibcjrj.com.br/

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Apocalipse - Capítulo 18

  1. 1. Apocalipse Capítulo 18 Aula 24
  2. 2. Ao lermos este capítulo nos deparamos com a revelação dos resultados da condenação da ‘grande babilônia’, prometida e cumprida parcialmente já no capítulo anterior. Como podemos conferir na leitura a seguir.[ Ouçamos o texto...
  3. 3. 17. 1 E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas... 16 E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.17 Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que deem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
  4. 4. O que se segue é uma narrativa dramática de toda derrocada definitiva de tudo aquilo que simboliza rebelião contra Deus. Isso é Babilônia, quero dizer, é muito mais do que um espaço na geografia e no tempo, mas sim, o mundo em seu sistema como centro de sedução em qualquer época. Como definiu Charles Erdman:
  5. 5. “A Babilônia não é a antiga capital às margens do Eufrates, nem a cidade do Tigre, materialmente falando, mas é Roma como símbolo espiritual, Roma que reproduz a crueldade, o poder e a luxúria de Nabucodonosor, Roma como encarnação de tudo quanto é pagão, apóstata e oposto a Cristo. Deste modo compreendida, a vemos, em parte, concretizada na Roma imperial, na Roma papal, em outras cidades ímpias e em movimentos e sistemas anticristãos”.
  6. 6. Lembro aos irmãos que no capítulo 17 Babilônia era a grande meretriz, a religião apóstata e prostituída em contraste com a noiva do Cordeiro, santa e sem mácula, a Igreja Verdadeira. Já no capítulo 18, Babilônia é o mundo, a cidade da luxúria, a morada dos demônios, também em contraste com a Nova Jerusalém, a Cidade Santa, morada de Deus e dos seus filhos.
  7. 7. Deste modo, por ser o que é, Babilônia colherá o fruto de suas escolhas e de suas ações que não é outro a não ser o Juízo Divino e eterno que se dá em razão de sua devassidão moral, espiritual e econômica que contaminou o mundo fazendo com que: 1. Os homens adorem ao dinheiro e a falsos deuses. 2. Os homens amem mais a si mesmos e aos prazeres do que a Deus.
  8. 8. Por tudo isso, os homens foram embriagados pelo espírito da babilônia amando as coisas que há no mundo e o próprio mundo. Foram dominados pela concupiscência dos olhos, da carne e pela soberba da vida, como em outro momento também advertiu João. Ouçamos o texto...
  9. 9. 1ª João 2:15 Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. 16 Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. 17 E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
  10. 10. Enfim, Apocalipse 18 disserta sobre o fim de todos e de tudo os que se opõe a Deus e o rejeitam, sejam indivíduos ou governos. E o interessante é que as razões pelo qual tal fim se dará, também se aplicam aos dias de hoje, ou melhor, aos indivíduos de hoje. Vejamos: 1. Não é de hoje, mas também em nossos dias, os homens estão embriagados pela imoralidade.
  11. 11. 2. Não é de hoje, mas também em nossos dias, os homens estão embriagados pela ganância e luxúria. 3. Não é de hoje, mas também em nossos dias, os homens estão embriagados pela idolatria de si mesmos e de outros falsos deuses.
  12. 12. Mas, as semelhanças entre o porvir e o presente não param por aí. Vejam que a ordem que será dada, já foi dada. 18. 4 E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. 5 Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela.
  13. 13. O sentido é o mesmo, a ordem de Deus é para que sua igreja saia ou se afaste desse sistema mundano, contaminado. Sabemos que em todo tempo deve a igreja afastar-se do mal e da falsa religiosidade. No final dos tempos não será diferente. Eis mais um convite à perseverança e santidade.
  14. 14. Por isso, sair da babilônia significa não participar dos seus pecados, não deixar-se enganar por suas tentações e seduções. É o não se misturar com o Egito do VT. Essa é, igualmente, uma advertência para os cristãos de hoje que insistem em viver uma vida cristã irresponsável e leviana. Estão no evangelho, mas vivem como pertencentes do mundo.
  15. 15. Deus manda sair e também dá as razões: 1. Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados... Quer dizer participar da babilônia significa ser igual a ela e afundar-se com ela.
  16. 16. 2. Para que a igreja não participe dos flagelos que sobrevirão à babilônia. Em outras palavras: a igreja deve sair do seu meio para que nenhum mal respingue nela.
  17. 17. 3. Para que a igreja veja, como quem vê de fora, os motivos e os critérios para o julgamento. A saber: Soberba – idolatria – luxúria.
  18. 18. Assim, todos prantearão. Todos prantearão o fim da babilônia, mas também prantearão as próprias perdas. É o que representam as figuras dos reis, dos mercadores e dos marinheiros; eles representam a totalidade dos habitantes da terra que sofrerão o juízo da grande babilônia.
  19. 19. Finalizando, em contra posição estão os que já habitam o céu. Estes são convidados à celebração pela vindicação e pelo estabelecimento da justiça divina. Quero dizer, as mesmas pessoas que sofreram e que morreram martirizadas sobre a opressão e perseguição de satanás e de seus enviados, agora exultam com sua destruição.
  20. 20. Como bem disse Hernandes Dias Lopes: “O mundo passa. A babilônia cai, mas a igreja de Cristo canta. Esta celebração não é o grito da vingança pessoal, mas o regozijo pelo justo julgamento de Deus.” Amém. Maranata, ora vem Senhor Jesus!

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