Lille LOSC

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Análise à formação de René Girard que foi adversária do FC Porto no play-off da Liga dos Campeões e que conta nas suas fileiras com o luso-brasileiro Marcos 'Rony' Lopes.

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Lille LOSC

  1. 1. Jogo Caen 0 vs 1 Lille LOSC Competição (Fase) Ligue 1 (2ª Jornada) Equipa a analisar Lille LOSC Estádio MM Arena (Le Mans) Data e local do jogo 15 Agosto 2014, 19:30 / Le Mans, França Marcadores Origi [Lille] Árbitro S. Desiage
  2. 2. ANÁLISE INDIVIDUAL: Enyema (1) guarda-redes muito seguro dentro dos postes mas algo caprichoso fora deles. Não é forte com os pés e deve algo á velocidade de reacção. Kjaer (14) é um central muito forte no jogo aéreo, de grande envergadura física. Forte no posicionamento, algo complicativo com a bola nos pés. Basa (25) mais forte com a bola nos pés, é certo, mas menos capaz no posicionamento e na dobra ao lateral. Corchia (2) rápido, forte no 1x1 defensivo. Dá largura e cruza bem. Pode ser médio-ala. Béria (18) rápido e hábil com a bola, não conseguiu expor todo o seu potencial ofensivo pois o seu pé preferencial é o direito. Muito forte defensivamente. Mavuba (24) muito forte a nível posicional. Forte no passe curto, nos apoios interiores e claro, no posicionamento defensivo (manobras defensivas…). Parece algo lento. Balmont (4) é rotação, intensidade, agressividade, trabalho e luta. Pouca capacidade na execução mas não deixa que isso o influencie na tomada de decisão. Gueye (5) menos participativo no passe, mais lutador mas ainda assim poderia ser mais, nomeadamente, nos apoios e na circulação de bola. Forte nos movimentos interiores entre linhas sem bola. Delaplace (6) médio de baixa estatura. Grande intensidade e sinal mais na entrega e disponibilidade. M. Martin (10) forte nas bolas paradas e no último passe. Não é muito rápido nem muito agressivo sem bola. Rony Lopes (17) rápido, forte na condução e no drible. Trabalha muito com bola mas ainda treme um pouco no capítulo do passe. Origi (27) é velocidade, técnica e golo. Forte com espaço nas costas e em espaços curtos. Sinal mais também no 1x1 ofensivo. Kalou (8) algo débil fisicamente, muito preso. Sabe-se da qualidade técnica, do faro de golo e da experiência de um jogador cada vez mais posicional. Ryan Mendes (20) é veloz e forte tecnicamente. Do estilo de Kalou antes do reposicionamento. É mais um segundo-avançado que um ‘9’ puro. Equipa que é mais perigosa com espaço para contra-atacar mas que demonstra qualidades ao nível de um jogo mais apoiado com mobilidade e paciência.
  3. 3. ORGANIZAÇÃO OFENSIVA: Equipa mais forte quando joga em contra-ataque apostando na velocidade, mobilidade e qualidade técnica dos seus avançados. Sectorialmente tem um miolo de combate com muita rotação e com Martin cheio de criatividade e liberdade. Em 1ª fase optam por sair pelos centrais com aproximação de Mavuba. Já, neste momento, se denota a liberdade de Martin que não raras vezes baixa para criar linhas de passe. Optam por sair curto, normalmente para Balmont e Gueye. A equipa expõem-se um pouco com os centrais a subirem no terreno quando o adversário baixa muito. Em 2ª fase, Balmont é o médio-interior mais esclarecido, por isso, é quase sempre o escolhido para subir no terreno. Da 2ª para a 3ª fase denota-se a falta de rotinas de Béria que fica muito preso enquanto Corchia dá largura e profundidade. Não raras vezes Origi baixa no terreno. Nesta fase denota-se a muita mobilidade+liberdade dada aos avançados e ao médio-ofensivo com Martin e Origi muito soltos a caírem nas faixas com grande frequência, enquanto Kalou joga mais posicional. Nesta fase entra também Martin mais assiduamente pela grande liberdade já referida vai pegar muitas vezes no jogo na faixa e funciona muito no capítulo do passe/cruzamento, quer ele quer Origi surgem muito entre linhas para criar distracção interior e a bola entrar na faixa no lateral que sobe para conferir largura+profundidade. O perigo pode surgir de um cruzamento tenso ao 1º poste onde os avançados são muito agressivos OU de um remate após desmarcação de Origi ou Kalou OU através de uma resolução individual de Martin ou outro elemento. Não utilizam com grande frequência e afinco a meia-distância (Corchia e Balmont) TRANSIÇÃO OFENSIVA: Procuram sair de forma rápida especialmente com a colaboração (condução por espaços interiores) de Divock Origi e Martin com o outro avançado que não conduz a abrirem nas faixas. Saem lento quando não espaço para criarem perigo. BOLAS PARADAS OFENSIVAS: Cantos, Balmont (direita) e Martin (esquerda) na cobrança e a colocação de 5 jogadores na área – 1 na área do guarda-redes, 1 no primeiro poste e 3 vindos de trás para o coração da área (+ perigosos… 1º poste também é atacado). Nos livres laterais, Martin/Balmont com a colocação dos 5 jogadores na área + 1 fora deal. Dos 5 no interior da área, 3 no coração e 1 na linha divisória. O penalty batido por D. Origi foi para o lado esquerdo, rasteiro, colocado e potente. Os livres directos podem ser marcados por Martin, Origi, Corchia ou Balmont. *Atenção que Corchia também pode cobrar as bolas paradas ofensivas laterais (cantos+livres).
  4. 4. ORGANIZAÇÃO DEFENSIVA: Equipa organizada estruturalmente em 4x3x1x2 com variações para um 4x4x2 losango (subida posicional dos MI’s). Jogam com o seu bloco médio/alto, sem grande capacidade para pressionar a 1ª e 2ª linha de construção. Iniciam a sua pressão com a equipa muito no espaço central. Jogam muito esticados o que permite sempre algum espaço entre linhas (fazer variações curtas de flanco). Fecham no espaço central com os 4 médios muito próximos se procurarmos sair pelos corredores, entre a 2ª e a 3º fase fazem uma pressão agressiva com 3 jogadores (lateral, médio interior e Martin). Fazem logo a pressão mal a bola entre no espaço exterior. Agressividade e intensidade aumentam drasticamente. ACONSELHÁVEL: triangulações rápidas e intensas. Ter grande proximidade dos médios para criar situações de superioridade numérica. O bloco não encurta espaços entre unidades – campo pequeno mal aplicado – pelo que variações longas não são solução (proximidade com linha lateral e pela qualidade na basculação). Denotar ainda a enorme qualidade dos centrais e a dificuldade dos Mi’s em fechar os espaços. Na fase de finalização: ficam muito curtos no terreno protegendo o espaço central. Laterais não são muito fortes mas pelo jogo aéreo é melhor não tentar pela enorme estatura dos centrais. Procurar ganhar a linha e cruzar atrasado OU ainda procurar arrastar marcação do lateral (para local a laranja) e colocar bola nas costas, obrigando o central a vir dobrar o seu companheiro e se conseguirmos ganhar metros nas costas e forçar 1x1 na velocidade podemos criar desequilíbrio. Cruzar para espaço entre central e GR, cria dúvida em Enyema que não é forte a sair dos postes. TRANSIÇÃO DEFENSIVA: Não tem grande reacção à perda. Pouco pressionantes, muito expectantes e com espaço nas faixas para explorar. O avançados e os médio-ofensivo recuperam mal, bem como os laterais. Procurar ‘fugir’ de Balmot e Gueye. Mavuba fecha corredor central, central abre na faixa. BOLAS PARADAS DEFENSIVAS: Nos livres laterais fazem uma marcação mista. Individual com 3/4 jogadores mais perigosos e zonal na frente dessa marcação (em linha) e uma segunda barreira na entrada da área. 1 a 2 elementos na 1ª barreira. Nos cantos fazem marcação individual muito agressiva, estando sempre próximos dos adversários. Destaque para a colocação de 1 jogador ao 1º poste e outro no coração da pequena área (zonais).

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