JOGO RACING CLUB 1 x 0 GODOY CRUZ
MARCADORES RICKY CENTURIÓN
ESTÁDIO/DATA PRESIDENTE PERÓN, AVELLANEDA / 14 DE DEZEMBRO DE...
NOTAS EXTRA
RACING CL. ESTATÍSTICAS GODOY CRUZ
49% POSSE DE BOLA 51%
15 REMATES 4
6 REMATES À BALIZA 1
5 CANTOS 3
12 FALTA...
TRANSIÇÃO OFENSIVA:
Não transitam de forma padronizada nem que seja possível antecipar. Não
são constantes podendo transit...
Organização estrutural em 4x4x2 tradicional mas móvel, com e sem bola. Os centrais são capazes de assumir acções
de conduç...
TRANSIÇÃO DEFENSIVA:
Muito agressivos no pressing mas pouco organizados. Libertam espaços
porque a pressão é um princípio ...
Organização Defensiva:
Equipa não tem, em momento algum, uma estruturação rígida. Marcam individualmente e esse tipo de re...
Bolas Paradas Ofensivas:
Cantos: Colocam 5 jogadores na área com apoio de 2 no
exterior da mesma sempre prontos a entrarem...
Bolas Paradas Defensivas:
Cantos: Marcação mista com a colocação de 5
jogadores a marcar zonalmente. Forte cobertura do 1º...
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O Racing Club de Avellaneda orientado por Diego Cocca, campeão argentino ao pormenor. Também pode ser visto em www.planetadofutebol.com, site do especialista em futebol Luis Freitas Lobo.

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Racing Club Avellaneda

  1. 1. JOGO RACING CLUB 1 x 0 GODOY CRUZ MARCADORES RICKY CENTURIÓN ESTÁDIO/DATA PRESIDENTE PERÓN, AVELLANEDA / 14 DE DEZEMBRO DE 2014 FASE PRIMERA DIVISIÓN (ARGENTINA), 19ª JORNADA RES. INTERVALO RACING 0 x 0 GODOY CRUZ OUTRAS INFORMAÇÕES Alinharam sempre no mesmo sistema táctico (4x4x2 tradicional) apenas fazendo rodar algumas peças no seu onze e que tem jogadores polivalentes. RESTANTES JOGADORES UTILIZADOS NOS ÚLTIMOS 5 JOGOS: 2- NICOLÁS SANCHÉZ (DC/DL) 5- FRANCISCO CERRO (MC) 17- MARCOS ACUÑA (ML) 19- NÉLSON ACEVEDO (M) 7- GABRIEL HAUCHE (Av.) 16- FERNANDO CASTILLÓN (Av.) TREINADOR DIEGO COCCA
  2. 2. NOTAS EXTRA RACING CL. ESTATÍSTICAS GODOY CRUZ 49% POSSE DE BOLA 51% 15 REMATES 4 6 REMATES À BALIZA 1 5 CANTOS 3 12 FALTAS 19 5 FORAS-DE-JOGO 0 MELHORES MARCADORES (LIGA) NOME GOLOS GUSTAVO BOU 10 DIEGO MILITO 6 GABRIEL HAUCHE 5 RICKY CENTURIÓN 3 MARCOS ACUÑA 2 CAMPEONATO -> 19 JOGOS (41 PONTOS): 13 VITÓRIAS, 2 EMPATES e 4 DERROTAS +14 DIFERENÇA DE GOLOS: 30 GOLOS MARCADOS e 16 GOLOS SOFRIDOS EM CASA: 9 JOGOS: 6 VITÓRIAS, 1 EMPATE e 2 DERROTAS +4 DIFERENÇA DE GOLOS: 10 GOLOS MARCADOS e 6 GOLOS SOFRIDOS FORA DE CASA: 10 JOGOS: 7 VITÓRIAS, 1 EMPATE e 2 DERROTAS +10 DIFERENÇA DE GOLOS: 20 GOLOS MARCADOS e 10 GOLOS SOFRIDOS
  3. 3. TRANSIÇÃO OFENSIVA: Não transitam de forma padronizada nem que seja possível antecipar. Não são constantes podendo transitar largo à profundidade, curto mas a explorar o espaço nas costas ou saem curto para os médios que iniciam a posse de bola em 2ª fase. Agressivos no ‘pressing’ e bom jogo posicional com superioridade na zona da bola permite contra transição.
  4. 4. Organização estrutural em 4x4x2 tradicional mas móvel, com e sem bola. Os centrais são capazes de assumir acções de condução mas apostam pouco nesse tipo de movimentos, apostando mais em passes curtos. Ainda contam com o apoio à largura mas não muito profundo dos laterais (Pillud e Grimi). Os médios-centro de grande intensidade e rotação, médios-alas que demonstram grande à vontade para jogar por dentro (Centurión é forte em acções de finalização!) ou por fora (Díaz muito competente no cruzamento), avançados que se entendem muito bem sendo que são móveis (fortes a baixar entre linhas ou a buscar a profundidade), agressivos e com faro de golo. Tem um misto de jogo interior com jogo exterior não tem grande preferência e ainda contam com um misto de jogo curto com jogo longo (profundidade!) mas buscam quase sempre impor uma dinâmica forte, rápida e agressiva no último terço (a partir da 2ª fase). Na 1ª fase logo se nota a ideia de sair curto com alguma participação do guarda-redes e dos centrais com Videla a baixar para entre os centrais onde assume o papel principal na construção. Aued assume um posicionamento central de costas para o jogo (3x3 em linha!). Neste momento podem sair longo procurando Milito (nas costas ou à largura!) ou curto para os laterais. Dificilmente entram em Aued da 1ª para a 2ª fase. Já em 2ª fase, após uma saída longa, Milito aguarda subida de equipa explorando algum espaço que possa ser ganho por uma rutura de Bou ou Centurion ou Díaz (menos provável). Quando saem curto os laterais tomam 1 de 3 opções: 1) optam por transporte e entram directamente no processo criativo; 2) respeitam movimento de aproximação de um dos avançados; 3) colocam nos médios-alas (por dentro ou por fora). Com a entrada na 3ª fase (criação!) percebe-se a intenção de verticalizar: ora cruzam largo (nomeadamente pelos laterais!), ora procuram explorar as costas da linha defensiva contrária colocando a bola no movimento de Bou, Centurión ou Milito (menos provável) apostando numa rutura entre o central e o lateral contrário. Aued também pode surgir por espaços de criação mas é pouco provável. Os laterais nem sempre dãoa profundidade total mas a equipa também não a procura com grande intensidade. Cruzam mais atrás no terreno explorando a existência de um maior espaço entre os defensores e o guarda-redes. Na última fase os cruzamentos para Milito ou Centurión (em balão – 2º poste é efetivamente a zona mais perigosa!) ou o espaço nas costas para finalização cruzada de Bou ou Centurión mas também Milito são perigosos não sendo de destoar as aparições desde trás de Aued e Díaz ou as meias-distâncias de Grimi (um autêntico petardo quando o argentino coloca bem o pé na bola!), Centurión e Videla (muito pouco colocada apesar de levar muita potência). Organização Ofensiva:
  5. 5. TRANSIÇÃO DEFENSIVA: Muito agressivos no pressing mas pouco organizados. Libertam espaços porque a pressão é um princípio colectivo executado individualmente. Videla e Aued reagem bem mas existe espaços nas suas costas sendo que Cabral procura anular jogo entre linhas mas acaba a libertar espaço nas suas costas. Avançados reagem horrivelmente mal à perda. Imóveis.
  6. 6. Organização Defensiva: Equipa não tem, em momento algum, uma estruturação rígida. Marcam individualmente e esse tipo de referências trai o equilibrio de equipa que tem bons mecanismos de compensação quando abandona esse tipo de marcações para ‘cercar’ o portador da bola. ACONSELHÁVEL: alargar o máximo a equipa mas não estica-la. Procurar muitas movimentações interiores e forçar superioridade na zona da bola explorando o miolo a 2 deste Racing Club. Esta marcação individual faz com que a organização esteja pouco compacta e seja possível criar problemas com rupturas intrasectoriais e intersectoriais. Alguns movimentos colectivos como a pressão, a basculação e o encurtamento são feitos de forma deficiente e individualizada pois a equipa está muito partida por sectores. Na 1ª fase Milito e Bou procuram estar ‘em cima’ dos centrais enquanto os médios-laterais procuram vigiar os movimentos dos laterais (mas fazem-no de longe até que estes subam territorialmente – só os vão ‘caçar’ se o adversário baixar os seus extremos/médios-laterais obrigando os laterais do Racing a subirem (explorar espaço nas costas com médio- interior/médio-centro). A entrada na 2ª fase inicia uma maior exposição dos dois MC pois os avançados deixam de pressionar apenas os médios-laterais dão continuidade ao acompanhamento aos laterais contrários. Videla e Aued também tem jogadores a marcar mas é lhes exigido que auxiliem na cobertura por espaços exteriores (protegendo espaço interior – forçando superioridade numérica por fora). A basculação é, como já referido, um principio colectivo aplicado de forma individual pelos jogadores da faixa do lado para onde vai a bola. Na 3ª fase, quando transitam da 2ª para a 3ª fase, colocando a bola nas costas dos médios-centro, pela meia-esquerda, Cabral vai encurtar (novo principio colectivo aplicado de forma individual!) e vai criar espaço nas costas anulando pela ocupação do espaço interior por Grimi. Existe espaço entre linhas e nas bandas e é mais difícil porque existe um grande respeito pelas marcações conseguindo rapidamente superioridade. Na fase de finalização do adversário explorar a zona do 2º poste onde são os laterais (Pillud e Grimi) que não são muito altos e são pouco agressivos mas também pela pouca cobertura). Também a marcação de Lollo (não muito alto e pouco agressivo). Para explorarmos a meia-distância temos que arrastar um dos MC para fora para termos espaço frontal. Seja tem alguma debilidade nas bolas rasterias e pouco ágil, sai bem dos postes (cruzamentos).
  7. 7. Bolas Paradas Ofensivas: Cantos: Colocam 5 jogadores na área com apoio de 2 no exterior da mesma sempre prontos a entrarem para finalizar. Um garante apoio ao portador da bola (canto curto) e de notar grande predominância de ocupação do 1º poste. Atenção ao 2º poste!! Livres laterais: Colocam 7 jogadores dentro e perto da área. A marcação é de Aued ou de Díaz. Muito perigosos com jogadas estudadas (movimentos perigosos + livre rasteiro!). Tem em Milito e nos centrais os mais perigosos. Muita gente na área! Penalty (Compilação de vídeos D. Milito): Não bate de forma muito colocada mas bate forte. Não tem grande velocidade em corrida para a bola e bate com a parte de dentro. Tendência para bater para o espaço superior da baliza. Livres directos: Colocam Milito ou Bou para bater (Milito de forma mais colocada e Bou mais em força). Por outro lado colocam 2 jogadores na barreira, 3 ao 2º poste e 1 do lado da cobrança para dar linha de passe.
  8. 8. Bolas Paradas Defensivas: Cantos: Marcação mista com a colocação de 5 jogadores a marcar zonalmente. Forte cobertura do 1º poste mas com 2º poste um pouco desprotegido. Marcação individual não é muito agressiva e permite combinações nos movimentos que podem gerar perigo (movimentos contrários, bloqueios…) Livres laterais: Apostam por colocar um jogador na barreira e marcar individualmente os jogadores na área. Colocam 1 ou 2 jogadores no exterior da área (Bou, sempre!). Marcação em cima mas muito pouco agressiva no ataque à bola. Penalty: Livres directos:

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