Estudo Manchester United FC

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Estudo Manchester United FC

  1. Manchester Utd FC Estudo do Adversário
  2. ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (2/8) CONSIDERAÇÕES GERAIS <ul><li>Considerações Gerais </li></ul><ul><li>Depois de mais uma época vitoriosa sob a batuta de Sir Alex Ferguson (Campeão inglês e finalista vencido da Liga dos Campeões), o Manchester United iniciou a nova época de ambições completamente renovadas com uma nova geração de Fergie Babes a parecer estar na forja para dominar a próxima década do futebol britânico. A Liga dos Campeões é, como sempre, um objectivo, sendo o mais bem sucedido clube inglês dos últimos 20 anos um candidato crónico à sua conquista, facto demonstrado pela participação em 3 das últimas 4 finais. </li></ul><ul><li>Fundado em 1878, o Manchester United possui um dos estádios mais emblemáticos da Velha Albion (Old Trafford). Um palco único que vai oferecendo alguma cor à paisagem cinzenta da capital do Norte de Inglaterra sempre que 11 camisolas vermelhas entram em campo para mais um jogo de football . Ao longo da sua história os Red Devils venceram por 3 vezes a Liga dos Campeões ( 1968, 1999 e 2008), tendo caído em 2009 e 2011 na final aos pés do fantástico Barcelona de Guardiola . Possuem ainda 19 Ligas Inglesas – ultrapassaram recentemente o número de títulos do Liverpool – a que juntam ainda 11 FA Cups e 4 Carling Cups. </li></ul><ul><li>Relatório baseado na análise detalhada dos jogos contra o Manchester City (Supertaça), WBA, Tottenham e Bolton (Premier League). </li></ul>
  3. <ul><li>Organização ofensiva </li></ul><ul><li>Equipa organizada em 1x4x4x2. Início de época fantástico com exibições bastante consistentes. 4 vitórias em 4 jogos na Liga Inglesa (saldo de 18-3 em golos) e primeira prova da época conquistada (3-2 ao rival Manchester City na Community Shield). Grande mentalidade e concentração competitiva. Mortíferos em 4ª fase, com destaque para o excelente momento de Rooney que só na Premier League, conta já com 8 golos e 1 assistência. </li></ul><ul><li>A construção de jogo ocorre quase sempre de forma curta a partir do guarda-redes, com os centrais bem abertos em primeira fase a servirem de referência para o primeiro passe. Ambos seguros e consistentes em posse, com pouca tendência para grandes iniciativas individuais (embora saibam atacar o espaço se tiverem oportunidade – mais Ferdinand e Phil Jones). </li></ul><ul><li>Em 2ª fase existe uma característica bem marcada: segurança. A posse é assumida pelos centrais e os laterais têm ordens para se projectar em profundidade antecipadamente, sendo a construção feita quase sempre através da ligação central-médio. Mas apenas se o passe não aparentar grande risco. Anderson assume aqui um natural destaque, baixando linhas para ser a grande referência para o passe de primeira estação. Em alternativa, caso a linha de passe para um dos médios não esteja disponível, ou esperam pacientemente por uma aberta ou há uma tentativa de jogar directamente no movimento interior do ala que aparece para receber e combinar com o lateral do seu lado. A circulação é, por norma, bastante paciente com a equipa a não aparentar grandes dificuldades em mudar o ponto de saída se condicionada pela atitude pressionante do adversário. Anderson é incansável nesta tarefa: recebe, distribui, dá apoio, recebe novamente e vira para o corredor contrário. Excelente momento de forma do brasileiro. Quando em posse já no meio terreno contrário, possuem uma dinâmica fantástica e a bola circula rapidamente entre os jogadores com grande qualidade. (continua) </li></ul>ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (3/8) ASPECTOS OFENSIVOS
  4. <ul><li>Organização ofensiva </li></ul><ul><li>(continuação) </li></ul><ul><li>Anderson e Carrick jogam sempre em aproximação ao portador da bola, privilegiando bastante a segurança e o critério. Vão alternando entre os dois movimentos mais verticais (Cleverley mais forte neste aspecto). </li></ul><ul><li>Em 3ª fase o grande destaque da equipa vai para a imprevisibilidade dos dois extremos – Ashley Young e Nani. Ambos com grande capacidade técnica e poder no 1x1 e muito precisos em situações de último passe ou finalização. Importante precaver e bloquear movimentos interiores de ambos, dedicando especial atenção ao típico movimento interior de Young que procura muitas vezes puxar a bola para o seu pé direito para rematar ou cruzar em arco para o poste mais distante (golo ao Arsenal e várias tentativas perigosas frente ao Tottenham e WBA). Bastante fortes em acções de envolvimento com os laterais. </li></ul><ul><li>Rooney movimenta-se quase sempre nas costas do outro avançado (Welbeck ou Hernandez), possuindo uma dinâmica bastante interessante na meia esquerda onde aparece a combinar muito bem com o extremo. Importante não dar tempo e espaço para executar nas imediações da área. Grande facilidade e precisão de remate. </li></ul><ul><li>Welbeck vinha tendo oportunidades a titular, mas uma arreliadora lesão impediu-o de viajar para Lisboa. Mesmo sendo bastante forte fisicamente, possui boa mobiildade e boa presença em situações de finalização na grande área. Hernandez foi o seu substituto natural e estreou-se na época em grande estilo com 2 golos e uma excelente exibição frente ao Bolton. Rapidíssimo e muito oportuno nas imediações da área (ataca muito bem o primeiro poste – atenção). O “esquecido” Berbatov é outra alternativa para o ataque, caso Ferguson opte por dar descanso a algum dos seus homens da frente. </li></ul>ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (4/8) ASPECTOS OFENSIVOS <ul><li>Transição ofensiva </li></ul><ul><li>Mudança de atitude média/alta. Quando recuperam a bola em zona recuada circulam pelos defesas, procurando sair a jogar de forma organizada e paciente; mantêm o padrão da organização ofensiva (ligação central-médio centro como referência para a organização de jogo). Em recuperações em zonas mais avançadas, têm capacidade para sair de forma bastante agressiva com Nani, Young, Rooney e Hernandez a terem grande capacidade para progredir rapidamente com a bola. Muito importante privilegiar a segurança e minimizar erros em posse. </li></ul>
  5. <ul><li>Organização defensiva </li></ul><ul><li>Equipa organizada, normalmente, num bloco médio/alto. Procura da posse de bola através de uma zona que, por vezes, parece pouco agressiva, mesclando períodos de passividade, onde apenas procura manter o bloco compacto, com períodos bastante agressivos e pressionantes onde o objectivo é provocar o erro e tirar partido das transições rápidas (normalmente existem alvos e situações definidas para pressão, p. ex, adversário que receba de costas ou com os apoios fechados; passe para trás entre lateral e central). Assumem um posicionamento defensivo em 4 linhas - 4x4x1x1 (duas linhas de quatro, avançado (Rooney ou Welbeck) e avançado (Rooney ou Hernandez). O avançado que baixa mais, chega a posicionar-se bastante próximo do duplo pivot de forma a contornar um dos problemas clássicos do 4x4x2 em duas linhas de quatro (inferioridade numérica na zona central do meio-campo). Pela mesma razão, extremos oscilam bastante par a o interior de acordo com a posição da bola. </li></ul><ul><li>A defesa parece bastante consistente, com os centrais agressivos e seguros nos duelos individuais. Excelente sentido posicional e tendência para controlar a profundidade. Com Ferdinand (poupado) e Vidic (lesionado), espera-se algum protagonismo para a jovem dupla Phil Jones e Evans. Ambos dominadores pelo ar e seguros em situações de 1x1. Ainda bons tecnicamente. Smalling é uma adaptação do lado direito da defesa e poderá ser explorado. Apesar de forte e agressivo no confronto físico e no jogo aéreo parece demonstrar algumas dificuldades em situações de 1x1 com mudanças de direcção repentinas e grande velocidade. Todos os jogadores bastante disponíveis defensivamente. Young, Nani, Rooney e Hernandez (vindo de trás) muito agressivos e pressionantes. (continua) </li></ul>ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (5/8) ASPECTOS DEFENSIVOS
  6. <ul><li>Organização defensiva </li></ul><ul><li>(continuação) </li></ul><ul><li>Algumas dificuldades, principalmente, no controlo do espaço entre as duas linhas de quatro, devido a alguma falta de consistência e coerência no pressing por parte dos dois médios mais centrais (explorar). </li></ul><ul><li>De Gea algo inconsistente neste início de carreira em Inglaterra, tendo acumulado alguns erros importantes (média de 1/jogo). Apesar de tudo capaz de intervenções decisivas, principalmente entre os postes. </li></ul>ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (6/8) ASPECTOS DEFENSIVOS <ul><li>Transição defensiva </li></ul><ul><li>Boa reacção global à perda. Quem perde a posse tenta imediatamente recupera-la, ou então quem está mais próximo da bola acelera imediatamente sobre o seu portador, condicionando-o. (Anderson muito pressionante em transição); restantes baixam rapidamente de forma a recuperar a organização defensiva (4x4x1x1). </li></ul><ul><li>Young fantástico em momento defensivo, muito agressivo e com uma óptima recuperação. Anderson e Carrick podem estar posicionados demasiado alto no campo, expondo as suas costas na zona central do terreno. Por isto mesmo, primeira linha de 4 ultrapassada algumas vezes (explorar). </li></ul>
  7. <ul><li>Bolas paradas - favor </li></ul><ul><li>Livres laterais batidos por Young ou Nani. Boa precisão no cruzamento. Normalmente, posicionam-se 5 jogadores dentro da área (Nani, Rooney, Hernandez, Jones e Smalling). Sem Vidic, Smalling e Jones serão as maiores ameaças. Atenção à colcoação/movimento de Rooney ao segundo poste. Anderson e Carrick ficam na entrada da área para a segunda bola. Evra e Evans mais recuados. </li></ul><ul><li>Livres frontais batidos por Rooney ou Young. Nani, ou Anderson também possíveis. </li></ul><ul><li>Cantos executados por Anderson, Nani ou Young.. 5 jogadores na área: Nani, Smalling, Jones, Hernandez, Rooney. Anderson e Carrick na entrada da área para a segunda bola. Evra e Evans os mais recuados. </li></ul>ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (7/8) BOLAS PARADAS <ul><li>Bolas paradas - contra </li></ul><ul><li>Nos livres laterais colocam 1/2 jogadores na barreira. Anderson e Young fecham espaço na entrada da área. Restantes defendem individualmente. </li></ul><ul><li>Nos livres frontais colocam 4/5 jogadores na barreira. Defendem com todos os jogadores nas imediações da área. </li></ul><ul><li>Nos cantos Anderson fica no segundo poste. Nani fecha espaço entre o primeiro poste e a pequena área. Carrick e Rooney mais soltos e atentos à segunda bola. Young e Hernandez na frente para o ataque rápido. Restantes defendem homem a homem. </li></ul>
  8. <ul><li>Outras observações </li></ul><ul><li>Sir Alex possui algumas baixas para o jogo com o Benfica. Não pode contar, desde logo, com a contribuição da sua dupla de centrais mais experiente (Ferdinand e Vidic), esperando-se que actuam Phil Jones e Evans nos seus lugares. Também Cleverley, que vinha actuando de início na zona central do meio-campo ao lado de Anderson, está lesionado e não irá jogar. </li></ul><ul><li>Substituições não implicam, normalmente, alterações no esquema da equipa. Existe, porém, alguma indefinição quanto ao “onze” que Sir Alex irá apresentar no Estádio da Luz, com a hipótese de alguns membros mais experientes entrarem de início (casos de Fletcher, Giggs, Park e até Berbatov). Caso Ferguson queira adoptar uma postura mais cautelosa - e não seria a primeira vez que o faria em jogos fora de casa na Champions League – os Red Devils poderão até iniciar a partida com a zona central do meio-campo reforçada, abdicando de um dos avançados (provavelmente Hernandez). Não esquecer, também, que no fim de semana há um importante jogo com o Chelsea FC. </li></ul><ul><li>4x4x2 clássico: De Gea; Evra, Phil Jones, Evans e Smalling; Young, Carrick, Anderson/Giggs e Nani; Rooney e Hernandez; </li></ul><ul><li>4x5x1: De Gea; Evra, Phil Jones, Evans e Smalling; Young, Carrick, , Giggs, Anderson/Fletcher e Nani; Rooney; </li></ul>ANÁLISE MANCHESTER UTD FC (8/8) OUTRAS OBSERVAÇÕES

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