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Rapidamente:
• Problemáticas de significação a palavras;
• (Multiplicidade/Plurissignificação)
• A monossemia e a importação do termo (LN para LD) e a
questão da palavra como informação;
• Polissemias-ambiguidade-homonímia
• Uso de sintagmas a diminuir a ambiguidade;
• Que a ambiguidade se dá através da polissemia e da homonímia;
• A sinonímia e hierarquia e/ou unidade de identificação entre
termos;
Hiperonímia e Hiponímia:
Leia o enunciado:

“Fomos à feira e compramos maçã, banana, abacaxi, melão... Nossa! Como
estavam baratas, pois são frutas da estação.”
Atendo-nos aos vocábulos “maçã”, “banana”, “abacaxi”, “melão” e também
“frutas”, perguntamo-nos: existe alguma relação entre eles? Toda, não é verdade?
Desse modo, ao observar o conceito de hiperonímia e hiponímia, chegaremos à
conclusão ora pretendida. Então temos:
Hiperonímia = como o próprio prefixo já nos indica, esta palavra confere-nos
uma ideia de um todo, sendo que deste todo se originam outras ramificações,
como é o caso de frutas.
Hiponímia = demarcando o oposto do conceito da palavra anterior, podemos
afirmar que ela representa cada parte, cada item de um todo, no caso: maçã,
banana, abacaxi, melão. Sim, essas são palavras hipônimas.
O pensamento aristotélico das classificações:
• “Gêneros supremos”;
• Categorial primordial da SUBSTÂNCIA;

• O ser se descreve de diversos modos:
• segundo ato e potencia;
• segundo acidente;
• segundo o verdadeiro e o falso;
-Figuras da predicação- “o que, qualidade, tamanho,
onde, quando, ou seja, -substância, qualidade,
quantidade e relação;
Termos atributos e ação;
Mudança;
Espaço tempo;
Substância não pode existir
por si só;
As coisas que recaem sob a
categoria da ação dependem
igualmente, para existirem, de
algo que existe como substância.
A ação de podar ou de queimar
uma árvore, por exemplo,
depende
de
um
sujeito
substancial: um homem que
opere a poda ou ateie o fogo.

a) substância: que é o modo
principal do ser, e que serve
de fundamento a todos os
outros modos, a saber:
b) qualidade;
c) quantidade;
d) relação;
e) agir;
f) sofrer ;
g) lugar;
h) tempo.
O pensamento kantiano das classificações:
• Padrões de conhecimento (sintetizados) por Kant;
• Idealismo Transcendental;
• Espaço-Tempo-Sensibilidade;
• Reformulação de Kant, pretende estabelecer fundamentos que permitam
investigar e identificar as faculdades e capacidades humanas;
• Sensibilidade, Entendimento e Razão; - Além possibilidade de intuição;
• Cognição humana;
• Fenômeno;
• Sujeito kantiano e a experiência;
• Tábua do juízos – Sujeito – Objeto;
• Determinações objetivas de relação;
• 4 grupos: quantidade, qualidade, relação e modalidae;
A apresentação kantiana é a seguinte:
a) quantidade: unidade, pluralidade e totalidade;
b) qualidade: realidade, negação e limitação;
c) relação: inerência-subsistência, causalidade dependência e comunidade;
d) modalidade: possibilidade–impossibilidade, existência–não-existência e
necessidade contingência.
• Inerência/Substência Casualidade/Dependência
• Em categorias(...) a existência, a possibilidade e a necessidade...
• Relação: permanência, sucessão, simultaneidade e modalidade;
• Categorias kantianas como esquemas;
Referencias:
ARANALDE, Michel Maya. Reflexões sobre os sistemas categoriais de
Aristóteles, Kant e Ranganathan. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 1,
p. 86-108, jan./abr. 2009.
ARISTOTLE. Categories. In: ARISTOTLE. Complete works. New Jersey:
Princeton University Press, 1995. p. 3-24.
CINTRA, A.M. et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo:
Polis, 1994.
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. 4. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian,
1997.
KANT, Immanuel. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70,
2003.
SHERA, Jesse Hauk. Catálogo sistemático: princípios básicos e utilização.
Brasília: Universidade de Brasília, 1969.

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Linguagens Documentárias e a Classificação Filosófica dos Saberes: Aristóteles e Kant

  • 1. Rapidamente: • Problemáticas de significação a palavras; • (Multiplicidade/Plurissignificação) • A monossemia e a importação do termo (LN para LD) e a questão da palavra como informação; • Polissemias-ambiguidade-homonímia • Uso de sintagmas a diminuir a ambiguidade; • Que a ambiguidade se dá através da polissemia e da homonímia; • A sinonímia e hierarquia e/ou unidade de identificação entre termos;
  • 2. Hiperonímia e Hiponímia: Leia o enunciado: “Fomos à feira e compramos maçã, banana, abacaxi, melão... Nossa! Como estavam baratas, pois são frutas da estação.” Atendo-nos aos vocábulos “maçã”, “banana”, “abacaxi”, “melão” e também “frutas”, perguntamo-nos: existe alguma relação entre eles? Toda, não é verdade? Desse modo, ao observar o conceito de hiperonímia e hiponímia, chegaremos à conclusão ora pretendida. Então temos: Hiperonímia = como o próprio prefixo já nos indica, esta palavra confere-nos uma ideia de um todo, sendo que deste todo se originam outras ramificações, como é o caso de frutas. Hiponímia = demarcando o oposto do conceito da palavra anterior, podemos afirmar que ela representa cada parte, cada item de um todo, no caso: maçã, banana, abacaxi, melão. Sim, essas são palavras hipônimas.
  • 3. O pensamento aristotélico das classificações: • “Gêneros supremos”; • Categorial primordial da SUBSTÂNCIA; • O ser se descreve de diversos modos: • segundo ato e potencia; • segundo acidente; • segundo o verdadeiro e o falso; -Figuras da predicação- “o que, qualidade, tamanho, onde, quando, ou seja, -substância, qualidade, quantidade e relação;
  • 4. Termos atributos e ação; Mudança; Espaço tempo; Substância não pode existir por si só; As coisas que recaem sob a categoria da ação dependem igualmente, para existirem, de algo que existe como substância. A ação de podar ou de queimar uma árvore, por exemplo, depende de um sujeito substancial: um homem que opere a poda ou ateie o fogo. a) substância: que é o modo principal do ser, e que serve de fundamento a todos os outros modos, a saber: b) qualidade; c) quantidade; d) relação; e) agir; f) sofrer ; g) lugar; h) tempo.
  • 5.
  • 6. O pensamento kantiano das classificações: • Padrões de conhecimento (sintetizados) por Kant; • Idealismo Transcendental; • Espaço-Tempo-Sensibilidade; • Reformulação de Kant, pretende estabelecer fundamentos que permitam investigar e identificar as faculdades e capacidades humanas; • Sensibilidade, Entendimento e Razão; - Além possibilidade de intuição; • Cognição humana; • Fenômeno; • Sujeito kantiano e a experiência;
  • 7. • Tábua do juízos – Sujeito – Objeto; • Determinações objetivas de relação; • 4 grupos: quantidade, qualidade, relação e modalidae; A apresentação kantiana é a seguinte: a) quantidade: unidade, pluralidade e totalidade; b) qualidade: realidade, negação e limitação; c) relação: inerência-subsistência, causalidade dependência e comunidade; d) modalidade: possibilidade–impossibilidade, existência–não-existência e necessidade contingência. • Inerência/Substência Casualidade/Dependência • Em categorias(...) a existência, a possibilidade e a necessidade... • Relação: permanência, sucessão, simultaneidade e modalidade; • Categorias kantianas como esquemas;
  • 8.
  • 9. Referencias: ARANALDE, Michel Maya. Reflexões sobre os sistemas categoriais de Aristóteles, Kant e Ranganathan. Ciência da Informação, Brasília, v. 38, n. 1, p. 86-108, jan./abr. 2009. ARISTOTLE. Categories. In: ARISTOTLE. Complete works. New Jersey: Princeton University Press, 1995. p. 3-24. CINTRA, A.M. et al. Para entender as linguagens documentárias. São Paulo: Polis, 1994. KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. 4. ed. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1997. KANT, Immanuel. Prolegômenos a toda metafísica futura. Lisboa: Edições 70, 2003. SHERA, Jesse Hauk. Catálogo sistemático: princípios básicos e utilização. Brasília: Universidade de Brasília, 1969.