A importância do som no cinema.   Trabalho realizado por: Teresa Tânia Marisa
O Som no Cinema  <ul><li>A bitola de 35mm foi estabelecida em 1895 como uma forma de trabalhar, dentre muitas outras que n...
 
O SOM NA PELÍCULA   <ul><li>Estes sistemas, embora primitivos, permitiram os primeiros filmes sonoros. Na maior parte das ...
 
Padrões   <ul><li>Assim, foi inventado o sistema duplo: Durante a filmagem, além do camera man com sua câmaras, um outro o...
 
Qual foi a ideia básica de Fantasound? <ul><li>Como as sequências do filme tinham como pivô a música sinfónica, e as image...
 
TELEVISÃO VERSUS CINEMA, MOCINHOS, BANDIDOS E SOM MAGNÉTICO <ul><li>A televisão vai ao ar em 1945, praticamente quase no f...
Televisão e cinema
Esquema Surround   <ul><li>Então esta experiência mostrou que era melhor deixar o diálogo no centro. Neste caso, se o pers...
 
O SOM BOM VOLTA A SER ÓPTICO   <ul><li>Em 1970, o som mono reina em forma absoluta no formato 35 mm., e só os formatos de ...
 
E como foi resolvido o problema de conseguir som multicanal em 35 mm? <ul><li>No som mono de pista duo bilateral, há lugar...
 
MAS O QUE É DOLBY DIGITAL ? <ul><li>É um sistema de redução de dados e de formatação para possibilitar o seu registro em p...
 
DOLBY EX <ul><li>Em 1999, se desenvolve o Dolby EX junto a Lucas Films, que acrescenta um canal surround no fundo da sala....
 
O HIGH MAGENTA   <ul><li>Acontece que se no processo convencional de revelado e aplicação de prata, utiliza-se um filtro q...
 
 
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A Importancia Do Som No Cinema Teresa, TâNia E Marisa

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A Importancia Do Som No Cinema Teresa, TâNia E Marisa

  1. 1. A importância do som no cinema. Trabalho realizado por: Teresa Tânia Marisa
  2. 2. O Som no Cinema <ul><li>A bitola de 35mm foi estabelecida em 1895 como uma forma de trabalhar, dentre muitas outras que não sobreviveram. Se bem na virada do século existiam várias maneiras de registrar e reproduzir o som, elas não eram apropriadas para serem copiadas, pois eram baseadas em cilindros. </li></ul><ul><li>Em 1910, aparece o som em disco, que pode ser copiado e fabricado em série por prensado. Grande revolução de vitrolas, discos e cornetas nas vitrines. E como o disco funcionava, a vitrola funcionava, foi natural contar com eles no cinema. </li></ul><ul><li>O sistema mais conhecido e que teve certo sucesso comercial foi chamado posteriormente de Vitaphone. Era um sistema no qual se acompanhava o filme com um disco de 16 polegadas. </li></ul><ul><li>Embora dispensasse o pianista, o disco não era a solução ideal. Pensemos nas consequências de um pulo da agulha no sincronismo, ou um risco na superfície, a logística da distribuição, a dificuldade do transporte, a fragilidade, etc., além do custo de fabricação. </li></ul>
  3. 4. O SOM NA PELÍCULA <ul><li>Estes sistemas, embora primitivos, permitiram os primeiros filmes sonoros. Na maior parte das vezes, os discos só registravam a música, assim o sincronismo não era muito crítico. </li></ul><ul><li>Geralmente o diálogo não era registrado. Inclusive &quot;O Cantor de Jazz&quot;, em 1927, que tem sincronismo labial, é em sua maior parte uma colecção de músicas, reflecte a modalidade da época: São basicamente quadros musicais filmados - um teatro filmado. </li></ul>
  4. 6. Padrões <ul><li>Assim, foi inventado o sistema duplo: Durante a filmagem, além do camera man com sua câmaras, um outro operador gravava o som num sistema óptico com um microfone. </li></ul><ul><li>E depois era possível editar e cortar a vontade o negativo de som, independente da imagem. Teríamos assim a edição de som separada da montagem da imagem. Viria depois a mixagem final com a música, da qual resultaria um negativo de som, que junto ao da imagem produziriam a cópia. É o sistema actual. </li></ul><ul><li>E como veremos, apareceram outras descobertas e invenções, em outras direcções. </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  5. 8. Qual foi a ideia básica de Fantasound? <ul><li>Como as sequências do filme tinham como pivô a música sinfónica, e as imagens eram de uma criatividade e de uma beleza raras, se encontraram com o desafio de que o som estivesse à altura. A ideia foi a de recriar da melhor maneira possível, a maravilha da orquestra sinfónica, e não só na qualidade técnica da reprodução: Procurava-se recriar a especialidade que o som real da orquestra sinfónica tem ao vivo, com a sua dispersão de instrumentos no palco. </li></ul><ul><li>Poderíamos pensar em muitos alto-falantes dispersos por trás da tela, cada um tocando um grupo de instrumentos diferentes, mas isto não é prático (como gravar tantas pistas? Como reproduzi-las nos cinemas?). Também havia a necessidade de ter sons em movimento. </li></ul><ul><li>Assim como acontece na imagem em travelling, ou como quando um carro atravessa a tela, a idéia era fazer com que a origem do som mudasse. A primeira experiência foi a de colocar uma caixa de som sobre trilhos por trás da tela. Funcionava muito bem, mas isto era muito complicado. </li></ul><ul><li>Surge então a idéia de fabricar uma imagem sonora &quot;fantasma&quot; colocando duas caixas nos extremos da tela. Enviando o mesmo elemento sonoro para as duas, e balançando a potência relativa entre uma e outra, com uma montagem conhecida como potenciômetro panorâmico, pode se lograr a imagem sonora que corresponde a um som que está viajando de um extremo a outro da tela, sem precisar movimentar fisicamente uma a caixa de som </li></ul>
  6. 10. TELEVISÃO VERSUS CINEMA, MOCINHOS, BANDIDOS E SOM MAGNÉTICO <ul><li>A televisão vai ao ar em 1945, praticamente quase no final da II Guerra. Cinco anos depois, em 1950, ela já causa um estrago enorme na indústria de Hollywood, porque as pessoas ficavam em casa assistindo televisão em vez de ir ao cinema. Hollywood começou a ver a televisão como um inimigo, e não podia destruí-lo. </li></ul><ul><li>O que ela poderia fazer? Parecia que a solução era oferecer alguma coisa que a televisão não tinha. Nesta época o cinema era com som mono, (Fantasia foi um fenómeno isolado) imagem com formato 1:33, praticamente o mesmo formato da TV, ou seja, a largura é 133 % maior que a altura. </li></ul><ul><li>E a televisão era P&B e mono nesta época. O Cinema já tinha o processo Tecnicolor em três cores, que funcionava muito bem (&quot;E o Vento Levou&quot; é de 1939, e é um bom exemplo da qualidade de imagem já atingida). A resposta de Hollywood foi fazer o que a TV não podia: Por exemplo, imagem a cores. Começaram a produzir mais filmes coloridos. Mas não bastava. </li></ul>
  7. 11. Televisão e cinema
  8. 12. Esquema Surround <ul><li>Então esta experiência mostrou que era melhor deixar o diálogo no centro. Neste caso, se o personagem que está falando está à direita na tela, e a sua voz sai pelo canal central, interpretamos como se o som tivesse vindo da direita, é um efeito psicodinâmico. Alguns filmes dessa época tem diálogos endereçados para esquerda ou direita, mas só em longos planos onde não há mudança na posição dos actores o da câmara. </li></ul><ul><li>Esta prática de diálogo ancorado no centro é utilizada hoje como padrão, embora em alguns filmes se utilizem panes rápidos de voz em algumas circunstâncias. </li></ul><ul><li>O som magnético, por sua qualidade, começou a ser utilizado também em formato 35 mm. mas em distribuição limitada, por causa do custo elevado. </li></ul><ul><li>Aparece também o Cinerama, um formato muito curioso, que utilizava uma tela profundamente curva, com três projectoras sincronismo formato chegava perto de 2:70 e era um sistema de banda dupla, ou seja, tinha 3 projectoras para a imagem e outra máquina que rodava um magnético perfurado de 35 mm em sincronismo. </li></ul>
  9. 14. O SOM BOM VOLTA A SER ÓPTICO <ul><li>Em 1970, o som mono reina em forma absoluta no formato 35 mm., e só os formatos de 70 mm. podem oferecer som de alta qualidade e multicanal. Dolby já estava trabalhando em redução de ruído em som magnético. A empresa foi fundada em 1965, e a primeira tecnologia desenvolvida foi o &quot;Dolby A&quot; um sistema de redução de ruído para fita magnética que foi introduzido na indústria da música em Londres entre 1965 e 1967. </li></ul><ul><li>A partir do sucesso na industria de produção musical de gravar música utilizando Dolby &quot;A&quot;, nasce a ideia de aplicar esta mesma técnica na pós-produção musical de cinema. E naturalmente, estendê-la a toda a pós-produção de som. A técnica utilizada era a gravação em magnético perfurado. </li></ul>
  10. 16. E como foi resolvido o problema de conseguir som multicanal em 35 mm? <ul><li>No som mono de pista duo bilateral, há lugar para duas pistas só. Mas precisamos registrar quatro canais: esquerda, centro, direita e surround. Se tentássemos colocar quatro pistas de som nesta estreita faixa de 3 mm, teríamos sérios problemas de alinhamento e estabilidade mecânica na leitura dos projetores, além do aumento do ruído por causa do grão no filme numa faixa tão estreita. </li></ul><ul><li>E também o sistema tem que ser robusto para que funcione. Se foram quatro pistas, o sistema precisaria muita precisão na leitura, e cada pista poderia receber a metade da modulação em relação ao de duas, aumentando o ruído. A leitura não seria confinável, só funcionaria em projetores muito bons. E não se estava fabricando um sistema só para projetores muito bons, se pretendia um sistema que funcionasse para a maioria dos projetores existentes no mercado. </li></ul><ul><li>Então nasce a idéia de matricial o som de quatro canais para dois. A matriz MP tem uma teoria complexa e não vamos aprofundar agora, mas basta considerá-la uma caixa preta em que entram quatro canais e saem dois que contem a informação desses quatro. </li></ul><ul><li>E quando o filme é projectado, é feito todo o processo ao contrário, utilizando </li></ul>
  11. 18. MAS O QUE É DOLBY DIGITAL ? <ul><li>É um sistema de redução de dados e de formatação para possibilitar o seu registro em película. Mas por que reduzir dados ? Porque simplesmente eles todos não cabem na película. O sistema não envia toda a informação, envia só uma parte, aquela que percebemos do som. </li></ul>
  12. 20. DOLBY EX <ul><li>Em 1999, se desenvolve o Dolby EX junto a Lucas Films, que acrescenta um canal surround no fundo da sala. Para que serve um surround neste lugar? Quando é feito um paneo de um elemento de som entre o canal surround traseiro e algum canal frontal ou vice-versa, acontece que o nosso cérebro não interpreta como se o som tivesse viajado em volta da sala como acontece no formato 5.1. </li></ul><ul><li>interpreta como se tivesse passado por cima. Em 5.1 o espaço de endereçamento funciona como um plano horizontal, mas com este novo recurso o espaço de endereçamento da mixagem agora é estendido para uma hemisfera. Este é outro fenómeno psico-acústico, pirotecnia ideal para sonorizar as naves do Império atacando ! No Brasil, o primeiro filme DD Surround EX foi &quot;Tainá&quot;. </li></ul>
  13. 22. O HIGH MAGENTA <ul><li>Acontece que se no processo convencional de revelado e aplicação de prata, utiliza-se um filtro que deixa a trilha com uma cor magenta, o valor ideal de densidade coincide na leitura com LED e com lâmpada incandescente. </li></ul><ul><li>O Magenta intenso é a solução ideal para o problema actual desta população de projetores com LED e com lâmpadas, pois a trilha análoga funciona em condições ideais em ambos os casos. Isso é um trabalho imediato e próximo no Brasil. Tentar convencer laboratórios e produtores a fazer todos os filmes em high magenta. </li></ul>

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