centercenterUniversidade de Aveiro – Departamento de Línguas e Culturas<br />Línguas e Estucenterbottomdos Editoriais, 2º ...
Conflito Judaico-Nazi
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Versão documento de apoio completo da apresentação de 22 de Abril de 2009 sobre o Conflito Judaico-Nazi, no âmbito da disciplina de Comunicação Intercultural.

ALERTA: algumas imagens podem ferir a sensibilidade de algumas pessoas.

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Conflito Judaico-Nazi

  1. 1. centercenterUniversidade de Aveiro – Departamento de Línguas e Culturas<br />Línguas e Estucenterbottomdos Editoriais, 2º Semestre, 2008/2009<br />Comunicação Intercultural > Prof. Dra. Maria Manuel Baptista<br />As atrocidades do governo Nacional-Socialista Alemão contra o povo Judaico nos países do III Reich durante o domínio Nazi e a Segunda Guerra Mundial.<br />Resumo Inicial<br />Este trabalho tratará as atrocidades do governo Nacional-Socialista Alemão contra o povo Judaico nos países do III Reich durante o domínio Nazi e a Segunda Guerra Mundial, procurando focar os vários estágios do conflito Judaico-Nazi, desde as disparidades culturais e o início do conflito até ao culminar do Holocausto – o extermínio e as experiências médicas em Judeus.<br />30537159334527241593345<br />This essay will focus on the atrocities against the Jews by the National-Socialist Government on the countries of the III Reich during the Nazi rule and the Second World War. It will focus on the various stages of the Judaic-Nazi conflict, from the cultural disparities and the beginning of the conflict to the Holocaust – the extermination and the medical and scientific experiments on living Jews.<br />Introdução ao Trabalho<br />Este trabalho tratará o Conflito Judaico-Nazi. Primeiramente serão analisadas as duas culturas em conflito, aquilo em que chocam e aquilo que as une, desde pontos religiosos a culturais. Seguidamente serão analisadas as causas do conflito, as provocações Nazis contra a população Judaica e as suas respostas. Passando para o conflito em si – o Holocausto – este será analisado cronologicamente pelas ocorrências na História que marcaram mais profundamente o conflito. No final do trabalho serão analisados alguns mitos urbanos com base nas ocorrências do Holocausto.<br />Índice<br />Disparidades CulturaisPágina 5Uma nota sobre: o fascismoPágina 6As origens do conflito: as razões alemãsPágina 7As origens do conflito: as respostas da população JudaicaPágina 8O Conflito – O HolocaustoPágina 9MitosPágina 12ConclusõesPágina 13Como resolver o conflito?Página 14BibliografiaPágina 15AnexoPágina 16<br />Disparidades Culturais<br />Judaica<br />É a população/religião a partir da qual surgiram as religiões cristã e islâmica (no ponto de vista monoteísta). Os Judeus seguem os livros do Antigo Testamento, não tendo considerado Cristo como o messias.<br />Um povo sem uma localização específica definida como sendo a sua “Terra Natal”, encontram-se espalhados por todo o globo. De acordo com dados de 2007, nesse ano existiam 13.2 milhões de Judeus no mundo inteiro (cerca de 5.4 milhões em Israel, 5.3 milhões nos Estados Unidos da América, estando os restantes espalhados pelo resto do globo). Adaptam-se aos costumes do país onde residem. Pelo que muitas vezes não é possível distingui-los numa população maior.<br />Alemã nazi<br />Depois da derrota na Primeira Guerra Mundial e de uma humilhação pelo Tratado de Versalhes (que colocava na Alemanha todas as responsabilidades pela Primeira Guerra Mundial, lhe retirava territórios, impedia qualquer produção e/ou comércio de armamento, limitações nas forças armadas, etc.), a Alemanha encontrava-se desolada.<br />Com uma base fascista, é difícil de caracterizar e/ou descrever a evolução das políticas e filosofias Nazis, bem como justificar a sua rápida evolução em comparação com outros países com economias industriais capitalistas mais fortes, como o caso da Itália, que se encontrava mais desenvolvida a nível económico e industrial. A Alemanha foi o único país que atingiu o patamar governamental com um completo regime fascista ditatorial.<br />O regime Nazi era liderado por Adolf Hitler.<br />A nível religioso, a Alemanha é quase na sua totalidade Cristã Católica.<br />É de assinalar que a grande parte da população alemã desconhecia as políticas internas anti-semitas do regime Nazi. No entanto, grande parte da população apoiava o regime Nazi por se considerarem bons cidadãos.<br />Uma nota sobre:<br />O fascismo<br />De acordo com vários estudos, o fascismo é a sucessão natural do capitalismo. Deriva directamente da teoria imperialista de Lenine, que afirma que o colapso do capitalismo estimula movimentos entre os grupos mais poderosos, com via a obter uma estabilidade rápida, tornando o Estado numa espécie de império. Isto é conseguido através da movimentação das massas, às quais são feitas promessas eleitorais (ocultando, obviamente, alguns do objectivos internos), com um objectivo: a concentração total de poderes e a segurança dos valores capitalistas a curto prazo. Os eleitores acabam por sentenciar-se a si próprios à sujeição a um regime fascista.<br />Resumindo, o fascismo é um passo necessário e a etapa final de uma liderança burgueso-capitalista.<br />As origens do conflito:As razões alemãs<br />A filosofia e o partido Nacional-Socialista Alemão surgiram durante a crise na Alemanha após a derrota na Primeira Guerra Mundial e do Tratado de Versalhes. Por si só, esta filosofia reconhecia uma variedade de inimigos do país e do regime e não aprovava a pluralidade cultural dentro da nação. Não obstante, reservava uma antipatia especial para com os Judeus. Foram procuradas maneiras de erradicar as influências Judaicas no cerne da população alemã.<br />A população Judaica era acusada de empobrecer a nação Alemã, de aumentar as taxas de desemprego, aumentando a pobreza da população alemã, e da derrota na Primeira Guerra Mundial.<br />Um dos movimentos da política Nazi foi a oposição ao capitalismo financeiro, uma vez que afirmavam que este era uma conspiração dos banqueiros judaicos para empobrecer a nação.<br />“Der Dolchstoß” (expressão alemã para “a punhalada nas costas”) foi o termo utilizado pelo partido Nazi para descrever a suposta traição interna dos Judeus durante a Primeira Guerra Mundial. Isto provocou um ódio generalizado para com o povo Judeu residente na Alemanha, bem como para com todos os estrangeiros que residiam na Alemanha. Surgem então as Leis de Nuremberga.<br />As Leis de Nuremberga usavam uma base pseudo-científica para discriminar a população Judaica. A origem de cada pessoa era definida pelos laços familiares, considerando o número de familiares de origem Judaica e alemã. Na imagem 1 do anexo, os Judeus são assinalados pelo círculo negro e os Alemães pelo círculo branco. Apenas eram Alemães aqueles que tivessem todos os seus familiares de sangue alemão puro. Os Judeus eram considerados Untermensch (seres humanos inferiores), bem como todos aqueles que não fossem Arianos (ciganos, eslavos).<br />De acordo com alguns estudiosos, acredita-se que Adolf Hitler tivesse “sangue judeu”, por parte do seu pai, que era filho ilegítimo. Este teria nascido da relação entre a avó de Hitler e um dos seus patrões enquanto trabalho como serva de uma família Judaica. Durante a sua infância, Hitler e a sua mãe sofreram durante vários anos de violência física. Pensa-se que poderá daqui ter surgido a sua ideologia para a Limpeza Racial e o ódio contra a população Judaica. É de referir, também, que esta ideologia também afectou, por exemplo, pessoas portadoras de deficiências físicas ou mentais.<br />As origens do conflito:As respostas Judaicas<br />No entanto, face às acusações de traição e falta de patriotismo durante a Guerra, a população Judaica respondeu com cartazes afirmando que sofreram grandes perdas pela pátria. Os cartazes citavam: “12,000 soldados Judeus morreram na frente de batalha pela sua pátria”. Na imagem 3 do anexo pode-se ver uma cópia do cartaz.<br />No que diz respeito às acusações de causarem a pobreza e desemprego da população alemã, os Judeus afirmavam que eram o motor económico e laboral da nação.<br />A população Judaica não teve mais respostas contra as acusações e provocações alemãs. A força e a rapidez de actuação das forças alemãs provocaram desde logo o silenciamento da população Judaica alemã e o início do Holocausto, impossibilitando desde logo qualquer resposta.<br />O Conflito – O Holocausto<br />Em 1933, a perseguição dos Judeus passou a ser política normal do partido Nazi. A 1 de Abril de 1933, médicos, mercados e advogados foram boicotados (ver imagem 4 do anexo). A 7 de Abril é aprovada a Lei para a Restauração dos Serviços Públicos Profissionais, banindo os Judeus de cargos no governo/públicos. A 2 de Agosto de 1934, o presidente Paul von Hindenburg morre, não tendo nomeado nenhum sucessor. Em vez disso, os poderes foram todos transferidos para o Führer, Adolf Hitler. Sem partidos na oposição, Hitler tinha controlo total na criação das leis e um exército que lhe jurou total lealdade. Pode assim criar mais pressão contra a população Judaica.<br />Após Maio de 1935, os Judeus deixaram de poder ingressar nas Forças Armadas alemãs.<br />A 15 de Setembro de 1935 entra em vigor a lei para a Protecção do Sangue Alemão e da Honra, que impedia o casamento entre Alemães e Judeus. Foram simultaneamente criadas as Leis de Nuremberga, em que todos aqueles que não fossem puros Alemães (de sangue), deixavam de ser considerados cidadãos Alemães, perdendo, portanto, qualquer direito cívico que lhes restava incluindo os seus empregos. (ver as Leis de Nuremberga, na imagem 1 do anexo). A partir daqui, foi atingido o ponto de não retorno: nada havia a fazer para parar as políticas anti-semíticas.<br />A partir de 1937, os Judeus passaram a ser penalizados financeiramente pelo seu “estatuto racial”.<br />A partir de 1 de Março de 1938, todos os contratos entre o Governo e Judeus deixaram de ser válidos. A 17 de Agosto, os nomes de Judeus passaram a ter que incluir Israel (homens) e Sarah (mulheres). A 30 de Setembro, médicos Arianos apenas podiam tratar pacientes Arianos. A 5 de Outubro, os passaportes de Judeus passaram a incluir um enorme “J” (ver imagem 2 no anexo). A 15 de Novembro, as crianças Judaicas foram proibidas de frequentar escolas públicas. Todas as tentativas de manifestação acabavam com a execução dos manifestantes. A 4 de Junho de 1937, Helmut Hirsch foi executado por tentar assassinar Hitler. A 7 de Novembro de 1938, Herschel Grynszpan disparou contra um dos Embaixadores Alemães (Ernst vom Rath, que morreu dois dias depois) da Embaixada Alemã em Paris. Foi executado e encontrado um pretexto para a vingança Nazi: a Noite de Cristal (9 de Novembro de 1939). Foram destruídas cerca de 200 sinagogas e montras de lojas Judaicas, tendo ainda sido aplicada uma multa de 1 bilião de Reichsmarks e a confiscação de 20% da propriedade de cada Judeu. Aproximadamente 100 Judeus foram mortos nessa noite e 20000 foram presos. A Noite de Cristal provocou uma maciça onda de emigração de Judeus da Alemanha durante 1939. Cerca de metade dos 500000 Judeus que existiam na Alemanha em 1933 conseguiram fugir do país antes do Holocausto. A partir de 1940, começa o verdadeiro pesadelo para os Judeus que não conseguiram fugir do III Reich. A 1 de Setembro de 1941, Reinhard Heydrich assina o decreto que torna obrigatório o uso do “Distintivo Amarelo” a Estrela de David com a palavra “Jude” inscrita no centro, como mostra a imagem 6 do anexo.<br />Na tabela 1 do anexo estão referidos os números de Judeus mortos durante o Holocausto, cronologicamente, que permite saber o ano em que começa o verdadeiro extermínio da população Judaica: o Holocausto.<br />A palavra Holocausto, do Grego holókauston: holos, " completamente" e kaustos, " queimado" , é o termo geralmente utilizado para descrever o genocídio de aproximadamente 6 milhões de Judeus europeus durante a Segunda Guerra Mundial. Embora tenham também sido mortos milhares de outros grupos (ciganos, russos, prisioneiros de guerra, polacos), o termo Holocausto aplica-se unicamente ao genocídio de Judeus Europeus, os únicos que faziam parte da Solução Final para a Questão Judaica. O número total estimado de mortos pelo regime Nazi encontra-se entre os 9 e os 11 milhões. A partir da tabela 2 do anexo é possível ter uma ideia do número de mortos em relação à sua origem étnica.<br />Os que não conseguiram fugir da Alemanha e/ou dos países do III Reich ganhavam, agora, o “direito” a serem deportados e aprisionados nos campos de concentração e extermínio Nazis. Eram despojados de todos os seus bens, colocados em comboios sobrelotados e enviados para campos os campos de concentração. A imagem 5 do anexo mostra este acto.<br />Os campos de concentração Nazis foram inicialmente criados para manter prisioneiros políticos e inimigos do regime. Ao longo dos anos 30, o número de campos aumentou rapidamente ao serem encarcerados os inimigos políticos e vários outros grupos de pessoas sem que estas tivessem direito a um julgamento. Nos campos de concentração, ao contrário dos de extermínio, eram essencialmente utilizados como fonte de trabalho forçado.<br />Os campos de extermínio Nazis foram criados com o único objectivo de exterminar Judeus europeus, ciganos, entre outras “raças” não alemãs.<br />Inicialmente, os Judeus eram enviados para campos de concentração para trabalho forçado, sendo mantidos sob condições precárias e desumanas, extremamente mal alimentados (ver imagem 7 do anexo). Só depois eram enviados para os campos de extermínio. A partir de 1942, passaram a ser deportados directamente para os campos de extermínio. Muitos campos de concentração foram convertidos em campos de extermínio.<br />O principal método de extermínio era o gaseamento com Zyklon B, um insecticida à base de Cianeto, modificado à ordem Nazi para não incluir um odorante de alarme. Inicialmente, muitos Judeus foram mortos por rajadas de metralhadora. No entanto, o método inicial provava-se pouco eficiente e psicologicamente afectivo para os atiradores, pelo que muitos se tornaram alcoólicos e outros enlouquecerem e suicidaram-se pois não suportavam assistir aos banhos de sangue. Eram necessárias entre 5 e 6 latas de Zyklon B para matar 1,500 pessoas. Em certas ocasiões era também utilizado monóxido de carbono da combustão de motores a diesel.<br />Citando Johann Kremer, um médico das SS que assistia aos gaseamentos: “Conseguiam-se ouvir os gritos das vítimas através da abertura e percebia-se que lutavam pelas suas vidas”. Quando os corpos eram removidos, se a câmara de gás estivesse muito cheia (o que era normal), muitas vítimas eram encontradas ainda vivas, a tremer, a sua pele tingida de cor-de-rosa com pintas vermelhas e verdes, algumas a espumar da boca ou a sangrar dos ouvidos.<br />A partir do mapa na imagem 8 do anexo, é possível ter uma ideia do número de campos de concentração e extermínio Nazis durante o Holocausto.<br />No entanto, antes do destino final que esperavam os que se encontravam nos campos de extermínio, muitos foram sujeitos a extensas experiências médicas.<br />Uma característica dos campos de extermínio Nazis era as extensas experiências médicas e cientificas levadas a cabo em seres humanos vivos. É de referir que o cientista mais notado destas foi Josef Mengele, que tinha como principal posto o campo de Awschwitz.<br />Entre as experiências de Mengele, eram realizados testes de drogas, congelamento, mudanças de pressão, tentativas de alteração da cor dos olhos através de químicos, amputações e outras cirurgias. No entanto, o total de atrocidades médicas nunca será conhecido, uma vez que todos os documentos foram destruídos. Todos os que sobreviviam a estas experiências eram de seguida mortos e autopsiados. Na imagem 9 do anexo é possível observar uma experiência de imersão em água gelada. Esta experiência tinha como objectivo testar os fatos térmicos da Luftwaffe, a força aérea alemã. Na imagem 10 podem-se observar crianças vítimas de várias experiências médicas.<br />Depois do extermínio dos Judeus aprisionados nos campos de extermínio, os seus corpos eram, inicialmente, despejados em valas comuns (imagem 11 do anexo). No entanto, este método foi abandonado pois a decomposição dos corpos facilitava a propagação de doenças, e optou-se por amontoar os corpos e posteriormente queimá-los (imagens 12 e 13 do anexo).<br />Mitos<br />Existem várias lendas urbanas que rondam a Segunda Guerra Mundial, resultantes das experiências médicas e científicas realizadas nos campos de extermínio Nazis e do Ocultismo Nazi.<br />De entre alguns dos mitos, os mais famosos seriam sem dúvida aqueles que admitiam que os Nazis eram controlados por um conjunto de forças do oculto, entre elas sociedades secretas e até o próprio Diabo, que se pensava ter possuído Hitler.<br />Os Übersoldaten (super soldados) são uma possível utilização dos corpos de Judeus mortos nos campos de extermínio que, aliados a tecnologia cibernética e bioengenharia, resultavam em super soldados, pesadamente armados e blindados. Estes foram retratados no videojogo Return To Castle Wolfenstein. As imagens 14 e 15 representam os Übersoldaten no jogo.<br />No entanto, estes são apenas mitos, explorados por vários autores, estudiosos e indústrias de jogos.<br />Conclusões<br />As razões que provocaram o conflito não são perfeitamente compreendidas, estendendo-se a várias opções, que vão desde meras justificações sócias (economia, emprego) a acusações infundadas (Der Dolchstoß), passando até por uma vingança pessoal. Basicamente, acredita-se que Hitler nutria um ódio profundo pela população Judaica devido a questões familiares. As suas disparidades culturais baseiam-se apenas na religião, uma vez que a população Judaica se adapta aos costumes do local onde residem.<br />O regime Nazi foi uma etapa natural da evolução da Alemanha, baseando-se numa ideologia fascista. O mesmo aconteceu nos restantes países da Europa, como Portugal, no entanto não com os mesmos resultados.<br />O conflito Judaico-Nazi iniciou-se com um conjunto de medidas governamentais Nazis que retirou todos os direitos à população Judaica. Estes nada puderam fazer contra estas medidas excepto assistir e sofrer com as medidas aplicadas. Rapidamente foram passadas novas leis e regras, as quais começavam agora a atentar contra a vida da população Judaica, sendo que tudo culminou no Holocausto – o extermínio de milhões de Judeus numa simples tentativa de “purificar a raça”.<br />Ao longo do conflito e do processo de encarceração e extermínio de Judeus, o regime Nazi viu uma oportunidade de realizar várias experiências médicas e científicas. Isto culminou num enorme avanço científico e médico, mas também num total e completo desrespeito pelos Direitos Humanos (um desrespeito ainda maior do que aquele que já vinha a decorrer desde as primeiras medidas anti-semitas).<br />Após a conclusão deste trabalho pude concluir que durante a Segunda Guerra Mundial a humanidade assistiu a um dos maiores desrespeitos pela essência do Ser Humano, ao estatuto máximo do racismo. Com que custo? A perda de incontáveis vidas humanas inocentes. Assistiu-se a atrocidades capazes de levar incontáveis Homens à loucura, a situações completamente arrepiantes. As imagens incluídas neste trabalho são apenas algumas das muitas que demonstram o que se passou durante o Holocausto, e são assustadoras.<br />Como resolver o conflito?<br />Pouco pode ser dito a este respeito, uma vez que o conflito já se encontra terminado. No entanto, na minha opinião, muito poderia ter sido feito para diminuir os estragos provocados pelo regime Nazi. Por exemplo:<br />Com maiores esforços poderia ter sido possível assassinar Adolf Hitler vários anos mais cedo, por exemplo quando este se encontrava na sua casa de férias nas montanhas.<br />Através de negociações teria sido possível retirar imensos Judeus dos países do III Reich de forma a travar o extermínio destes.<br />Bibliografia<br />STEINWEIS, Alan E.Art, ideology, and economics in Nazi GermanyCarolina do Norte, 1993.» The purge on non-Aryans (págs. 104 a 119)KERSHAW, IanThe Nazi DictatorshipLondres, 2000, 4ª Edição.» Historians and the problem of explaining Nazism (pág. 1 a 19)» The essence of Nazism (pág. 20 a 46)» Hitler and the Holocaust (pág. 93 a 133)National Geographic Channel, 2005, numa série de documentários das comemorações dos 60 anos do final da Segunda Guerra Mundial.As imagens presentes neste trabalho, bem como a parte da informação utilizada, foram obtidas no website Wikipedia.org, de acordo com as seguintes pesquisas:Nazismen.wikipedia.org/wiki/NazismNazi occultismen.wikipedia.org/wiki/Nazi_occultismJewsen.wikipedia.org/wiki/JewsHistory of the Jews in Germanyen.wikipedia.org/wiki/History_of_the_Jews_in_GermanyUntermenschen.wikipedia.org/wiki/UntermenschThe Holocausten.wikipedia.org/wiki/The_holocaustExtermination campen.wikipedia.org/wiki/Extermination_campNazi concentration campsen.wikipedia.org/wiki/Nazi_concentration_campsFinal Solutionen.wikipedia.org/wiki/Final_SolutionNazism and raceen.wikipedia.org/wiki/Nazism_and_raceNuremberg Lawsen.wikipedia.org/wiki/Nazi_Nuremberg_LawsReturn to Castle Wolfensteinen.wikipedia.org/wiki/Return_to_Castle_WolfensteinNazism and raceen.wikipedia.org/wiki/Nazism_and_raceStab-in-the-back legenden.wikipedia.org/wiki/DolchstosslegendeAdolf Hitleren.wikipedia.org/wiki/Adolf_HitlerTreaty of Versaillesen.wikipedia.org/wiki/Treaty_of_VersaillesPlanet Wolfensteinwww.planetwolfenstein.com/files/screens8.shtml<br />Anexo<br />-32385157480<br />Imagem 1<br />-3238530480<br />Imagem 3<br />-32385-4445<br />Imagem 4<br />-32385126365<br />Imagem 5<br />339661526670<br />-32385142875<br />Imagem 2Imagem 6<br />-33020-4445-10801353615055<br />AnoJudeus Mortos1933-1940Menos de 100,00019411,100,00019422,700,0001943500,0001944600,000Tabela 11945100,000<br />Imagem 7<br />Imagem 8<br />VítimasNúmero de MortosJudeusCerca de 5.9 milhõesPrisioneiros de Guerra SoviéticosEntre 2 e 3 milhõesPolacosEntre 1.8 e 2 milhõesRomani (etnia indiana)Entre 220,000 e 1.5 milhõesDeficientes FísicosEntre 200,000 e 250,000MaçõesEntre 80,000 e 200,000HomossexuaisEntre 5,000 e 15,000Testemunhas de JeováEntre 2,500 e 5,000<br />Tabela 2-323854015105-32385357505<br />Imagem 9<br />Imagem 10<br />-323854281805-32385-4445<br />Imagem 11<br />Imagem 12<br />Imagem 13Imagem 14Imagem 1535204404796155-323854796155-32385-4445<br />

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