Palavra jovem n 25 original

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Palavra jovem n 25 original

  1. 1. PALAVRA JOVEM N° 2610/07/2012RESPONSÁVEIS: Norma Holanda, Marcos Lima, Pedro Henrique, TadeuOliveira, Karolyne Lima, Carlos Marcus e Samaria Soto.ABERTURA: BOM DIA QUERIDOS OUVINTES, ESTÁ NO AR MAISUM PROGRAMA DA ESCOLA FIGUEIREDO CORREIA, O PALAVRAJOVEM, EU SOU SAMARIA SOTO E O TEMA DE HOJE É:DIVERSIDADE CULTURAL NA ESCOLA.MAS ANTES A MENSAGEM DO DIA:ESCOLA ANIMALUm dia os animais se reuniram na floresta e decidiramcriar uma escola. Havia um coelho, um pássaro, umesquilo, um peixe e uma enguia, e eles formaram umaDiretoria.O coelho insistiu na inclusão da corrida no currículo.O pássaro insistiu na inclusão do voo no currículo. Opeixe insistiu na inclusão da natação no currículo. E oesquilo disse que a subida perpendicular em árvores era absolutamente necessária aocurrículo.Eles juntaram todas essas coisas e escreveram um roteiro do currículo. Então insistiramem que todos os animais aprendessem todas as matérias.O coelho, embora tirasse um 10 em corrida, teve uma enorme dificuldade em subidaperpendicular em árvores. Ele sempre caía de costas. Logo ele teve um tipo de danocerebral e não conseguiu mais correr. Ele descobriu que, em vez de tirar um 10 emcorrida, estava tirando um 5, e, é claro, sempre tirou um 0 na subida perpendicular.O pássaro saiu-se maravilhosamente bem em voo, mas quando teve de escavar o chãoele não se saiu tão bem. Sempre quebrava o bico e as asas. Logo ele estava tirando 5 emvoo, além de 0 em cavar tocas, e todas as suas tentativas de subida perpendicular emárvores foram um fracasso.
  2. 2. Por fim, o animal que concluiu o curso e fez o discurso de formatura foi a enguia, queera mentalmente retardada e conseguira fazer um pouco de todas as matérias mais oumenos pela metade.Mas os educadores ficaram contentes porque todos estavam recebendo aulas sobre todasas matérias e aquilo foi chamado de "uma educação abrangente".Nós rimos da história, mas é assim que as coisas são. É o que aconteceu com você. Nósrealmente estamos tentando fazer todo mundo igual a todo mundo, por isso destruímoso potencial de todos para serem eles mesmos."MUSICA: OUVIREMOS NESTE MOMENTO A MÚSICA “QUEMFOI QUE DISSE?”, COM EDUARDO COSTA, QUE VAI PARATODOS OS OUVINTES DO PALAVRA JOVEM.1º RETORNO: BOM DIA, EU SOU PEDRO HENRIQUE E ESTAMOSDE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM E ESTAMOS FALANDOSOBRE O TEMA: DIVERSIDADE CULTURAL NAESCOLAA escola é uma pequena comunidade onde seus “habitantes” – alunos, professores,direção, etc. – vem de famílias diferentes com conceitos, preconceitos e verdadesdiversas. E todos devem ser acolhidos, respeitados e valorizados da mesma forma pois,não existe raça superior, cultura melhor, religião ou ausência dela que seja a maiscorreta. Toda a forma de viver e ser feliz é válida desde que não prejudique a vida e afelicidade de si ou do próximo.Imaginem, então, uma comunidade escolar, com toda essa diversidade de pessoas evalorizando apenas um grupo delas em prol das demais. Isso é educar para a cidadania,para a diversidade? Não. Isso é educar para o egocentrismo, para o não senso crítico, éajudar a formar mentes fechadas e incapazes de pensar!Os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental propõem temastransversais como: Ética (reflexões sobre a conduta humana); Pluralidade cultural(respeito aos diferentes grupos sociais); Meio ambiente (relação do ser humano com omeio); Saúde (“autocuidado e compreensão da saúde como direito e responsabilidadepessoal e social”); Orientação sexual (“transmitir informações e problematizar questõesrelacionadas à sexualidade, incluindo posturas, crenças, tabus e valores a elaassociados”); e Temas locais.O mais importante é conhecer para respeitar e, respeitar nesse contexto, não é sinônimode „ter medo‟ ou de „tolerar‟, mas sim de admirar. E digo isso pois há muitas forma sutis
  3. 3. de discriminar uma raça, uma cultura, uma religião, um modo deagir ou de ser, que não a crítica aberta e explícita. Entre essasformas de discriminação está o silêncio. Silenciar é o mesmo quenegar a sua existência, o seu valor. Por isso a importância de setrabalhar seguidamente com temas que envolvam essa diversidadede cultura, pensamentos, raças...MUSICA: OUVIREMOS NESTE MOMENTO AMÚSICA “RACISMO É BURRICE”, COM GABRIEL PENSADOR,QUE VAI PARA TODOS OS OUVINTES DO PALAVRA JOVEM.2º RETORNO: BOM DIA, EU SOU CARLOS MARCUS E ESTAMOSDE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM E ESTAMOS FALANDOSOBRE O TEMA: DIVERSIDADE CULTURAL NA ESCOLA.Discutir a escola e a diversidade cultural significa compreendê -la na ótica dacultura, sob um olhar mais denso, que leva em conta a dimensão dodinamismo, do fazer-se cotidiano, levado a efeito por homens e mulheres,trabalhadores e trabalhadoras, negros e brancos, adultos e adolescentes, enfim, alunos eprofessores, seres humanos concretos, sujeitos sociais e históricos, presentes na história,atores na história. Pensar a escola na sua dimensão sociocultural implica, assim,resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui, enquanto instituição.Ao fazermos um recorte e situarmos a Diversidade Cultural no âmbito escolar, ofazemos reconhecendo como esse espaço é um grande canal de vivência de valores,permeado de diversas formas de se viver, onde muitas “culturas” se encontram, e sendoassim traz inúmeras possibilidades para trabalharmos conceitos importantíssimos para oconvívio saudável em sociedade, tais como, respeito mútuo, ética, liberdade, equidade,solidariedade.Portanto a Escola deve promover ações pautadas na ética para desenvolver em cadasujeito a sua cidadania que não é apenas sua, mas faz parte de um coletivo. Devecooperar para mudar a situação atual de discriminação social, racial, de gênero,desigualdade/exclusão social.A tolerância, o respeito mútuo, a solidariedade são questões que devem não apenasserem ensinadas na Escola, mas apreendidas e vivenciadas, permeando todas asrelações, professor-aluno e vice-versa, diretor-funcionários, alunos-alunos, escola-comunidade. Criar um clima de diálogo, é fundamental, é preciso dar voz e vez aosalunos e a todos os atores envolvidos no processo educacional.O Currículo da Escola deve ser vivo, aberto e flexível, atento à uma perspectivainterdisciplinar, que garanta a participação e a valorização de todos. A Escola sendo umlugar privilegiado de aprendizagens, tem na figura do professor um agente-mediador noprocesso de consolidação da Diversidade Cultural na sociedade em que “convivemos”.O professor deve estar afinado a uma prática que valorize a dignidade, a justiça, a
  4. 4. cidadania.Como o processo educativo é construção, as relações sociais são tecidas todos os dias.Ao aprender sobre os costumes do outro, a maneira de viver do outro, aprende-setambém sobre si mesmo. O Eu passa a ser também Nós. Não há cultura inferior ousuperior, melhor ou pior, há culturas diferentes, singulares e ao mesmo tempocomplexas, mas todas são necessárias. O que se espera do professor é que este tenha aclareza e a decência de desenvolver em seus alunos o senso crítico que permitereconhecer o diferente como apenas diferente, o que não significa distante ou estranho.MÚSICA: Ouviremos neste momento a música DIVERSIDADE comLENINE, que vai para todos os alunos da Escola Figueiredo Correia.3º RETORNO: BOM DIA, EU SOU SAMARIA SOTO E ESTAMOSDE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM, COM NOSSO QUADRO O ÉDE LASCAR:É de Lascar ter que aguentar gentepreconceituosa que não compreender e porisso mesmo não aceita as diferenças, comrelação as diversas raças (etnias),Preferências Sexuais ou mesmo em relaçãoà condição social. É de Lascar tambémaquelas que sabem do problema daintolerância e não tentam resolvê-lo,fingindo que não percebem e aceitando talsituação. É De Lascar Pessoas intolerantesque procuram oportunidades para humilhar,falar mal e até mesmo agredir fisicamente outras que tem uma cultura e um estilode vida diferente da delas. Às vezes nem sempre aceitamos, mas é precisoaprender a conviver e aceitar as diferenças.4º RETORNO: BOM DIA, EU SOU CARLOS MARCUS EESTAMOS DE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM, COM NOSSOTEMA: DIVERSIDADE CULTURAL NA ESCOLAA educação é veículo transportador de cultura e valores que têm por objetivoestabelecer vínculos sociais assumindo-se como um verdadeiro espaço desociabilização que faz da diversidade fator positivo.De fato, diversidade, deve ser um fator determinante na construção dos
  5. 5. projetos curriculares, a escola deve entender a diversidade cultural(diferentes origens, classes sociais, valores) não como algo que deve seratenuado, fazendo com que todos pareçam iguais quando não são, mas comoalgo enriquecedor para um currículo autónomo, e por isso com objetivosespecíficos, mostrando as diferenças, valorizando-as, fazendo do espaçoescola um lugar para o exercício de uma educação mais feliz para todos,onde valores e culturas coabitem respeitando-se e entendendo-se.A escola deve ser um espaço de inclusão, onde, a direção da escola,professores e alunos estabeleçam um compromisso com base na coesãosocial, estes princípios devem ser transversais aos conteúdos de cadadisciplina. Princípios esses, que devem ser o conhecimento e respeito pelasculturas, só assim se consegue encontrar um equilíbrio entre alunos dediferentes origens.MÚSICA: Ouviremos neste momento a música LAVAGEMCEREBRAL com GABRIEL PENSADOR, que vai para todos os alunosda Escola Figueiredo Correia.4º RETORNO: BOM DIA, EU SOU PEDROHENRIQUE VOLTA COM O PALAVRA JOVEME ESTAMOS DE VOLTA AGORA COM OSANIVERSARIANTES DA SEMANA DO DIA09/07 A 15/07. SÃO ELES:Rayane Ferreira Nerys (9 Ano), Amanda Silva Brito (1 Ano A), LarisseTavares da Silva (1 Ano D), Francisco Cristiano Alves Bandeira (2 AnoB), Bruna Maria Cordeiro de Souza (2 Ano C), Josivan da Silva Jacob(2 Ano C), Renê Holanda Martins (3 Ano A), João Delfino Freire Filho(3 Ano B), Rafael Tavares Gomes (3 Ano B), Allan Ronierisson de AssisSouza (3 Ano D), Jocicleide Pereira da Silva (3 Ano D).MÚSICA: Ouviremos neste momento a músicaCIDADÃO, com ZÉ GERALDO, que vai paratodos os ouvintes do Palavra Jovem. E é comessa música que nos despedimos. Até próximasemana.

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