LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATUA NO ENSlNO MÉDIO

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o Respeitar os diferentes dscursos dentro de um contexto social. 
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Plano de Aula - 3° e 2a série do Ensino Médio na disciplina de Língua
Portuguesa e Literatura. 

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De tudo que é nego torto
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SISMEDIO Atividade Professora Sônia Viero

  1. 1. LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATUA NO ENSlNO MÉDIO Para trabalhar LPL no Ensino Médio primeiro faz-se necessário ter um ponto de vista filosófico, adotar um posicionamento, fazer algumas escolha. Uma delas se refere ao modelo de ensino a ser adotado: se transmissivo, se construtivista, se sóciointeracionista. Com a certeza de que um complementa o outro, apóiase na abordagem dialética, na qual o ser humano só se modtica na relação com o outro e, ao mesmo tempo modfica o outro. Nesta lógica, o social constitui o incividual. Portanto, assumese a matriz interacionista para o desenvolvimento das aulas. Destaca-se então, as teorias de Piaget, Vygotsky, Ausubel e Bakhtin. Piaget - O desenvolvimento cognitivo é um processo de sucessivas mudanças qualitativas e quantitativas das estruturas cognitivas, derivando cada estrutura de outras precedentes. O individuo constrói e reconstrói continuamente, tomandop apto ao equilibrio. Vygotsky -O desenvolvimento do indivíduo como resultado de um processo sóciehistórico, enfatiza o papel da linguagem e da aprendizagem nesse desenvolvimento, teoria então histórico-social. Sujeito interagindo com o meio e adquirindo conhecimento. Ausubel - Aqui se prioriza a aprendizagem cognitiva, que é a integração do conteúdo aprendido numa edificação mental ordenada , a Estrutura Cognitiva que representa todas as infonnações armazenadas por um incñviduo. Que representa um forte influenciador do processo de aprendizagem. Bakhtin - Descreve uma metodologia de trabalho que consiste no ensino da literatura comprometida com a formação de leitores de textos literários. Neste sentido, o texto literário deve ser não só o objeto central das aulas, mas também abordado com base em pelo menos duas dimensões: as de suas relações com as situações de produção e de recepção, nas quais se incluem elementos do contexto social, do movimento literário, do público, da ideologia e de suas relações dialógicas com outros textos verbais e não verbais, literários e não literários, da mesma época ou de outras épocas. Propõese aqui, algumas formas de se trabalhar este ensino. Uma delas é organizar o curso em unidades temáticas, a partir de cada uma delas, abrir um amplo leque de leituras, confrontando autores e gêneros que, de alguma fonna contribuiram para referendar a importância do tema em foco. Outra hipótese de trabalho é organizar o curso em tomo dos géneros literários , seria uma perspectiva evolutiva de gêneros literários, como o romance, a novela, a epopéia, a crônica, a fábula, a tragédia, o drama, o conto etc. tudo relacionado com o contexto social de cada um. Outro caminho, ainda é partir da contemporaneidade para chegar às origens , com a vantagem de se iniciar com textos cuja linguagem é familiar ao aluno. Ainda, trabalhar a literatura tomando como referência os 'pontos de intersecção' elementos do passado que continuam vivos e significativos no presente como por exemplo: nacionalidade, natureza, amor, mulher, negro, criança, sertão, seca, vio0lência, cidade, campo, etc. T6mbém por géneros: conto segundo Edgar Allan Poe, Machado de Assis, Dalton Trevisan, ou romances segundo José de Alencar, Machado de Assis, Guimarães Rosa, confrontar poesias de Álvares de Azevedo com as de Camões, de Manuel Bandeira e Carlos Drumond de Andrade. Enñm trabalhar a literatura de fomia dalógi, trabalhar o que ainda é histórico mas é vivo no nosso tempo. “ Histórico, não é tudo o que morreu, mas o que ficou' ( Bosi) " O autor' diz Bakhtin, “ é um prisioneiro de sua época, de sua contemporaneidade. Os tempos que lhe sucedem o libertam dessa prisão e a ciência literária tem a vocação de contribuir para esta libertação' ( Bakhtin, 1997, pag. 366) Assim, sem perder de vista a dmensão estética, bem como a historicidade do texto, cimensionada simultaneamente por sua situação de produção e por suas diferentes recepções ao longo de sua tragetoria, espera- se poder libertar a ele e ao autor das amanar do tempo e coloca-los em diálogo vivo na grande temporalidade. E, se só e possivel compreender o passado literário olhando para o presente, também só se compreende o presente
  2. 2. olhando para o passado, é nesse corte da diacronia ( eixo em que ocorre modiñcações da lingua no decorrer da história ) e da sincronia ( eixo em que se estabelece relações de significados)é que situa-se o nosso leitor - aluno, que também deve ser libertado das amarras do presente. É com base nestas teorias que pretende-se promover o desenvolvimento pessoal do aluno, tomandoo capaz de› . tomar decisões e intervir socialmentexPara tomávlo um sujeito critico, capaz de solucionar problemas é essencial que se implemente a aprendizagem por competências, por meio da qual o educando enfrentará desafios apresentados pelo professor ou então, pela sociedade. Ele aprende a enfrentar estes desaños mobilizando suas competências e fará este esforço com mais afinco se o que lhe for' apresentado for signiñcativo, isto é, estiver ligado ao seu contexto de vida. Como portador de uma história, de saberes e competências que acumulou ao longo de sua vida e escolaridade, possui um repertório próprio que mobilizado e ampliado, incentivará o estabelecer de novas relações, eis a importância da contextualização, que também deve ser contextualizada pedagogicamente, diante da própria ciência e dos conceitos. COMPETÊNCIAS E HABlLlDADES o ! Cgmpreensão e uso adequado da lingua r o Construção de dferentes discursos o Respeito às variações lingüísticas o Conhecimento lingüístico o t Produção textual r o Aluno pesquisador l o Uso da tecnologia o Desmetiticação da midia OBJETIVOS GERAIS o Compreender e usara lingua como herança e veiculo de socialização: o Expor idéias com desenvoltura e coerência -fala e escrita. o Compreender na leitura o significado, as causas e conseqüências dos fatos abordados, relacionandoos a outros e ao universo - contextualização e Intertextualidade. › o Praticar a pesquisa como meio de acesso e ampliação9 do conhecimento, compreendendo sua flexibilidade segundo mudanças sociais, políticas e econômicas. s o Aplicar as tecnologias da comunicação e da infonnação na escola, trabalho e em contextos relevantes . o Desmetiñcar infonnações transmitidas pela mida. o Valorizar a lingua portuguesa evitando o uso abusivo de estrangeirismos. o Conhwer produções artísticas - literatura, música¡ pintura, escultura moda. Relacioná-las com o momento histórico a qual pertence e com o contexto atual. o "Compreender, interpretar textos literário de várias épocas, relaciona-los, tendo como referencial o ponto de intersecção. o Identificar gêneros literários, dscursos que se manifestam na sociedade, associa-los ao exercicio da cidadania. o Desenvolver o gosto pela leitura o inserir-se na sociedade, através de dferentes discursos lingüísticos. o Produzir diferentes textos - com clareza, concisão, correção, coerência e coesão. o Problematizar, fonnular hipóteses, argumentar e convencer.
  3. 3. o Respeitar os diferentes dscursos dentro de um contexto social. CONCEITOS CIENTIFICOS ESSENClAlS DA LINGUA PORTUGUESA E UTERATURA NO ENSINO MÉDIO Eixos organizadores - FALAIESCUTA LEITURNESCRITURA ANÁUSE LINGUISTICA ANÁLISE UTERÁRIA TEXTO - Unidade da lingua em uso. DlALOGIA ~ Cada strjeito é complemento necessário do outro DISCURSO - Efeito de sentido produzido entre os inerlocutores. TEXT UALIDADE - Coerência e coesão. INTERTEXTUALIDADE - Texto remete a outro texto. POLISSEMIA - Multiplicidade da lingua PLOFONlA - Vozes que constitui a lingua
  4. 4. Plano de Aula - 3° e 2a série do Ensino Médio na disciplina de Língua Portuguesa e Literatura. Conceito - Género Textual - Textualidade - Literariedade - lntertextualidade - Tipologia Textual. Competência - Leitura, interpretação, análise e produção oral e escrita. Conteúdo - Análise do texto musical "Geni e ZepeIim" de Chico Buarque de Holanda. Cronologia - 05 aulas de 45 minutos. Obietivo Geral- Promover a leitura, a produção oral e escrita, analisar, interpretar e refletir a respeito do tema "preconceito" existente na sociedade, e, desta forma humanizando nosso aluno para um ser melhor. Obietivos Especíñcos -* Analisar a forma do texto. ( prosa ou poema). o Identificar estrofes, versos e rimas e sua intencionalidade no texto. o Recontar a história narrada na música. o Interpretar expressões conotativas. o contextualizar a situação vivida pela personagem com situações do hoje, na nossa comunidade. o Rfletir sobre os temas: Preconceito, prostituição. o Expressar-se oralmente, opinando sobre o assunto. o Produzir textos: narrativos, poéticos e dissertativos. Metodologia - Ouvir a música. Apresentação da letra e leitura oral. Discussão e debate sobre o tipo de texto, sua formação, seu tema. Realização das atividades propostas, seguindo critérios avaliativos apresentado pela professora. Produção coletiva de um texto de análise sobre o texto em análise. Avaliação - Ela acontecerá desde o primeiro momento até às produções dos alunos que deverá ser entregue na 5a aula. Nos trabalhos escritos serão observados os critérios avaliativos. ( anexo). Professora - Sonia Mara Viero
  5. 5. De tudo que é nego torto Do mangue e do cais do porto Ela já foi NAMORADA O seu corpo é dos errantes Dos cegos das retirantes É de quem não tem mais nada Dá-se assim desde menina Na garagem na cantina Atrás do tanque no mato É a rainha dos detentos Das loucas dos lazarentos Dos moleques do intemato E também vai a miúde Com os velhinhos sem saúde E as viúvas sem porvir Ela é um poço de bondade E c' por isso que a cidade Anda sempre a repetir Joga pedra na Geni Joga pedra na Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa de cuspir Ela da pra qualquer um Maldita Geni Um dia surgiu brilhante Entre as nuvens flutuante Um enorme zepelim Pairou sobre os edificios Abriu dois mil oriñcios Com dois mil canhões assim A cidade apavorada Se quedou paralisada Pronta para virar geléia Mas do zepelim gigante Surgiu o seu comandante Dizendo - mudei de ideia Geni e Zepelim (Chico Buarque de Holanda) - quando vi esta cidade - tanto horror e iniquidade - resolvi tudo Explodir - Mas posso evitar o drama - Se aquela formosa dama - Essa noite me Servir Essa dama é a Geni Mas não pode ser Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa pra cuspir Ela dá pra qualquer um Maldita Geni Mas de fato, logo ela Tão coitada e tão singela C ativara o forasteiro O guerreiro tão vistoso tão temido e poderoso Era dela prisioneiro Acontece que a donzela E isso era segredo dela Também tinha seus caprichos E a deitar com homem tão nobre Tão cheirando a brilho e a cobre Preferia amar com os bichos Ao ouvir tal heresia A cidade em romaria Foi beijar a sua mão O prefeito de joelhos O bispo de olhos vermelhos E o banqueiro com um milhão Vai com ele, vai Geni Vai com ele, vai Geni Você pode nos salvar Você vai nos redimir Você dá pra qualquer um bendita Gem' Foram tantos os pedidos Tão sinceros. Tão sentidos Que ela dominou seu asco Nessa noite lancinante Entregou-se a tal amante Como quem dá-se ao carrasco Ele fez tanta sujeira Lambuzou a noite inteira Até ficar saciado E nem bem amanhecia Partiu numa nuvem fria Com seu zepelim prateado Num suspiro aliviado Ela se virou de lado E tentou ate' sorrir Mas logo raiou o dia A cidade em cantoria Não deixou ela dormir Joga pedra na Geni Joga bosta na Geni Ela é feita pra apanhar Ela é boa pra cuspir Ela dá pra qualquer um Maldita Geni. +
  6. 6. QUESTÕES - GEN/ E ZEPELIM - ANÁLISE LITERÁRIA A -ANÁLISE FORMAL/ SUPERFICIAL DA OBRA 1 - Quantos versos há no poema? 2 - Quantas estrofes? 3 - Cite as rimas existentes. 4 - Quem são os personagens da história? B - ANÁLISE PROFUNDA DA OBRA 5 - Como você descreveria a personagem "Geni"? 6 - Podemos caracterizar o lugar onde ela vive? 7 - Explique o entendimento das três primeiras estrofes. 8 - Por que "Geni" inicialmente, é apedrejada e chamada de maldita? 9 - Por que de repente de “maldita” ela passa a ser chamada de "bendita"? 10 - Qual o final da história de "Geni"? 11 - Contextualize a experiência de vida de" Geni” com o hoje? Este texto teria sentido no mundo atual? Por quê? 12 - Qual sua opinião sobre a prostituição? C - Desenhe ou faça uma colagem que simbolize a história de "Geni". D - Baseados nas análises feita monte um texto de análise literária. E - Produção textual, opcional- escolha uma delas: a) Produza um texto poético -tema - Prostituição. b) Produza um texto narrativo - História de "Geni" Obs. Agora que você realizou todas as questões sugeridas, monte seu trabalho com a seguinte estética: e Capa o Introdução e Desenvolvimento - Interpretações, ilustrações, produções textuais e Parecer final sobre a realização do trabalho.
  7. 7. ANÁLISE DO TEXTO "GENI E ZEPELIM" O texto “Geni e Zepelim' escrita e interpretada por Chico Buarque de Holanda nos remete a dois niveis de interpretação: uma formal e superficial e outra mais profunda, quando analisamos os aspectos conotativos da letra. Numa análise formal percebe-se que o texto é poético, contém 96 versos distribuidos em 16 estrofes. Também, contém as seguintes rimas: torto com porto; magoada com nada; errantes com retirantes; na 1° estrofe. Menina com cantina; mato com internato; detentos com Iazarentos; na 2° estrofe. Miúde com saúde; porvir com repetir; bondade com cidade na 3° estrofe. Brilhante com flutuante; zepelim com assim; edificios com oriticios na 5° estrofe. Apavorada com paralisada; geléia com idéia; gigante com comandante na 6° estrofe. Cidade com iniqüidade; explodir com servir; drama com dama na 7° estrofe. Ela com singela; forasteiro com prisioneiro e vistoso com poderoso na 9° estrofe. Donzela com ela; caprichos com bichos; nobre com cobre na 10° estrofe. Heresia com romaria; mão com milhão; joelhos com vermelhos na 11° estrofe. Pedidos com sentidos; asco com carrasco; lancinante com amante na 13° estrofe. Sujeira com inteira; saciado com prateado; amanhecia com fria na 14° estrofe. Aliviado com lado; sorrir com donnir; dia com cantoria na 15° estrofe e no refrão que é a 4°, 8°, 12° e 16° estrofes não há rimas. A utilização das rimas produzem ritmo e expressividade em cada verso. Nota-se ainda, que o autor usa de antlteses, quando cita os termos “maldita e bendita” e de muitas hipérboles e metáforas, recursos que garantem a literariedade da obra. Na análise superficial do escrito, conhecemos uma personagem chamada Geni, que é prostituta e vive numa cidade, na qual é repudiada pelas pessoas. (. ..) Ela dá pra qualquer um, maldita Geni. (. ..) Agora, numa análise mais profunda, descobre-se uma mulher, que apesar de ser discriminada por suas atitudes, é bonita, humilde, e é também uma dama singela, tem bondade. Não hesita em auxiliar a cidade quando solicitada, tica feliz em poder ajudar, porém só é bem tratada quando precisam dela, passado o perigo passa a ser apedrejada e amaldiçoada novamente. (. ..) Formosa dama. .. (. ..) Tão coitada, tão singela. .. (. ..) Dominou seu asco. ..e entregou-se ao tal amante (. ..) Joga pedra na Geni. .. Diante disso, pode-se comparar a história de “Geni” com fatos de nosso cotidiano, é nltido que as pessoas são mesquinhas, egofstas e preconceituosas, julgam e discriminam sem questionar. ou ao menos tentam auxiliar. Como o próprio texto sugere, baseados numa alusão blblica "atire a primeira pedra quem não possuir pecado”.
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  10. 10. QUESTÕES - GEN/ E ZEPEL/ M - ANÁLISE L/ TERÁR/ A A -ANÁL/ SE FORMAL/ SUPERFICIAL DA OBRA 1 - Quantos versos há no poema? 2 - Quantas estrofes? 3 - Cite as rimas existentes. 4 ~ Quem são os personagens da história? B - ANÁLISE PROFUNDA DA OBRA 5 - Como você descreveria a personagem "Geni”? 6 - Podemos caracterizar o lugar onde ela vive? 7 - Explique o entendimento das três primeiras estrofes. 8 - Por que "Geni" inicialmente, é apedrejada e chamada de maldita? 9 ~ Por que de repente de "maldita" ela passa a ser chamada de "bendita"? 10 - Qual o final da história de "Geni”? 11 - Contextualize a experiência de vida de" Geni" com o hoje? Este texto teria sentido no mundo atual? Por quê? 12 - Qual sua opinião sobre a prostituição? C - Desenhe ou faça uma colagem que simbolize a história de “Geni”. D - Baseados nas análises feita monte um texto de análise literária. E - Produção textual, opcional - escolha uma delas: a) Produza um texto poético -tema - Prostituição. b) Produza um texto_ narrativo -g História de "Geni". c) Produza uma dissertação -, Ç;ema: Prostituição. ( 3° série). Obs. Agora que você realizou todas as questões sugeridas, monte seu trabalho com a seguinte estética: o Capa f e Introdução q o Desenvolvimento - Interpretações, ilustrações, produções textuais o Parecer final sobre a realização do trabalho ( não sobre a vida da Geni).
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