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das Ciências Humanas como projeto
pedagógico no Ensino Médio brasileiro.
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• Intelectuais católicos : defendem a formação
geral, sem preocupação com a
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sismedio - CadernoI- Integração e interdisciplinaridade no ensino secundário brasileiro Professora Magrid Auler

  1. 1. Integração e interdisciplinaridade no ensino secundário brasileiro: dilemas e possibilidades.
  2. 2. • Dilema: Integração e interdisciplinaridade das Ciências Humanas como projeto pedagógico no Ensino Médio brasileiro. Na antiguidade a importância dada as Ciências Humanas e Naturais era de vital importância para a conquista do saber e do espaço. Com o passar do tempo perderam a importância que tinham, em função do interesse de alguns.
  3. 3. • Pós Primeira Grande Guerra (1914 – 1918), entra em discussão a criação de um sistema educacional brasileiro que coordenasse esforços no sentido de modernizar as práticas e concepções pedagógicas em vigor nas escolas brasileiras. • Controvérsias entre conservadores e reformadores na ampliação do espaço dedicado aos estudos científicos e diminuição das humanas (sociedade moderna / tecnológica-industrial em curso).
  4. 4. • Intelectuais católicos : defendem a formação geral, sem preocupação com a especialização e profissionalização. Queriam um estudo voltado a desenvolver o sentimento da solidariedade humana. • Revolução de 1930: Criação do Ministério da Educação e da Saúde. • Reforma educacional. Qual seria o currículo? • Escola tradicional: Classes populares – escola primária; classe média – escola secundária e superior como reduto dos interesses de classe.
  5. 5. • 1930 – Maior liberdade política e expressão;Intensificação da industrialização e desigualdade entre estados e regiões, estimulando a migração. Surgem Universidades para a formação de professores para a qualificação profissional. Analfabetismo era crônico. Precisava ser combatido.Movimentos sociais exigem reformas de base. • Fim do Estado Novo (1937 -1945) . Para quem o Ensino Médio? Tais discussões dariam origem a primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação, em 1961.
  6. 6. • 1964- Golpe Militar: Mudanças no campo educacional. Nova LDB em 1971. Cria as disciplinas de Educação Moral e Cívica, para EF e Organização Social e Política Brasileira para o EM. • Objetivo: promover simplificações em determinados conteúdos históricos, geográficos e sociológicos e divulgar valores patrióticos em tempos de governo ditatorial e de restrição a liberdades democráticas.
  7. 7. • 1985 – redemocratização. Elabora nova LDB, aprovada em 1996, extinguindo as disciplinas de EMC e OSPB. • Introduz-se Filosofia e Sociologia como elemento inovador.
  8. 8. Na atualidade com a reintegração das Ciências Humanas no currículo do Ensino Médio, quer se resgatar a importância das disciplinas e buscar uma forma de trabalha-las de maneira integrada com as demais disciplinas. Como fazer está integração entre as disciplinas das Ciências Humanas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) com as demais disciplinas?
  9. 9. Os sujeitos estudantes do Ensino Médio e os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento humano na Área de Ciências Humanas.
  10. 10. DESABAFO Quando professores podem sentar-se em grupo para planejar a interdisciplinaridade? Sabemos que temos que compartilhar para que haja uma maior produção de conhecimento, então por que não somos melhor remunerados, para não precisarmos nos sobrecarregar com aulas e não termos tempo para planejar e pesquisar? Contraditório: Temos que nos preocupar cada vez mais com trabalhos burocráticos (preencher papelada) em vez de um bom planejamento (sujeitos que recorrem a tendência da culpabilização, Caderno II, Etapa I).
  11. 11. Nós, educadores, somos chamados a reinventar a escola junto com nossos estudantes, ao mesmo tempo em que buscamos garantir o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento do educando por meio de sua formação ética, do desenvolvimento da sua autonomia intelectual e do seu pensamento crítico.
  12. 12. Daí a importância de estabelecermos diálogos abertos e democráticos com os sujeitos do processo. - Conhecemos nossos jovens estudantes do EM? - Como e onde eles nasceram? Como vivem? Como gostariam de viver? Qual é o valor da família e dos amigos para esses jovens? - Como eles leem o mundo? A escola contribui para as práticas de leitura de mundo realizadas pelos jovens estudantes? O que eles esperam dos estudos escolares?
  13. 13. - Os estudantes do EM que frequentam o período diurno apresentam as mesmas demandas daqueles que frequentam o período noturno? Segundo os jovens estudantes do EM qual é o papel dos seus professores na sociedade atual? -As Ciências Humanas são valorizadas pelos jovens estudantes? Por quê? Os estudos tradicionalmente propostos pela área das Ciências Humanas se aproximam dos interesses e necessidades dos estudantes do EM?
  14. 14. Nossa realização como docentes está vinculada ao conhecimento que temos sobre esses sujeitos. É necessário conhecer para compreender, assim, ao reconhecermos as experiências, os saberes e as identidades culturais de nossos estudantes, temos condições de estabelecer diálogos e construir relacionamentos profícuos.
  15. 15. Para que tenhamos uma escola pública com sucesso, precisamos de colaboração e comprometimento coletivo. É possível superar fenômenos de mal- estar em nossas instituições de ensino, construindo novos paradigmas de relacionamento com os jovens estudantes, além de garantir os direitos à aprendizagem e ao desenvolvimento por meio dos conhecimentos trabalhados pelos componentes curriculares da área de Ciências Humanas.
  16. 16. ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA CARLOS CHAGAS Professora de Geografia: Magrid Auler

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