Coleção sangue no sítio cirúrgico Quadro clínico: Mama dolorosa com  aumento  do volume uni ou bilateral. Pode haver equim...
Hematoma  <ul><li>Conduta :  </li></ul><ul><li>Reintervenção </li></ul><ul><li>Remoção implante  </li></ul><ul><li>Remoção...
Seroma Coleção serosa no sítio cirúrgico Quadro clínico: Aumento localizado de volume na mama, flutuação na área operada S...
Seroma Conduta : Pequeno volume – expectante (controverso pois pode levar contratura capsular) Grande volume – drenagem gu...
Seroma Obs.1 : Mandar líquido para análise laboratorial e cultura com antibiograma. Obs.2 : Alguns autores preconizam uso ...
Infecção Quadro clínico: Sinais flogísticos no sítio cirúrgico ( rubor, calor, dor, edema) com ou sem secreção na ferida o...
Infecção Conduta : 1- Remoção implante, 2- Coleta de material para cultura e antibiograma, 3- Antibioticoterapia amplo esp...
Infecção Conduta : Reinserção do implante após 2- 6 meses após desaparecimento do quadro clínico infeccioso.
Infecção Micobactérias Atípicas - Etiologia : micobácterias atípicas  M.  f ortuitum  .  - Várias fontes de contaminação s...
Infecção Micobactérias Atípicas Exames complementares: - Líquido de drenagem e amostra tecidual mandar para análise.  - So...
Infecção Micobactérias Atípicas Exames complementares: Atenção! Informar ao laboratório a suspeita de infecção por micobac...
Infecção Micobactérias Atípicas Exames complementares: RNM, US, TC = Exames  de imagem mostram achados inespecíficos. I m ...
<ul><li>C o nduta : </li></ul><ul><li>O debridamento e a drenagem são pedras fundamentais do tratamento.  </li></ul><ul><l...
Infecção Micobactérias Atípicas – Condutas  <ul><li>C o nduta : </li></ul><ul><li>D u ração ≥ 3 meses  –  depende da respo...
R e introdução do implante : Após 6 meses do fim da antibioticoterapia ?  Infecção Micobactérias Atípicas – Condutas
Alteração Sensibilidade - Mélega Lesão dos nervos sensitivos  Diminuição ou até ausência da sensibilidade do CAP. Mais com...
Tromboflebite S up erficial  - D o ença de Mondor Tromboflebite das veias superficiais toracoabdominais.  1869 – Fagge 1 a...
Tromboflebite S up erficial  - D o ença de Mondor <ul><li>Quadro clínico: </li></ul><ul><li>Cordão endurecido na parede to...
Tromboflebite S up erficial  - D o ença de Mondor Diagnóstico: - Baseado no quadro clínico - US com doppler pode auxiliar ...
Tromboflebite S up erficial  - D o ença de Mondor Conduta : Manejo conservador AINES, compressa morna, massagem. Processo ...
Contratura Capsular  Considerada a intercorrência mais comum em mamoplastia de aumento Reação inflamatória crônica granulo...
Contratura Capsular - Hipóteses Formação da contratura capsular –  Hipótese Cicatrização Excessiva Contratura capsular aná...
Formação da contratura capsular – Hipótese Biofilme Infecção crônica subclínica com a formação de biofilme na superfície d...
Contratura Capsular Quadro clínico: paciente pode queixar-se de dor /ou  enrijecimento das mamas.  1975 Baker  - classific...
Contratura Capsular Quadro clínico: paciente pode queixar-se de dor /ou  enrijecimento das mamas.  1975 Baker  - classific...
Contratura Capsular  Prevenção:  Planejamento: Implantes lisos tem mais taxas de contratura que os texturizados e polliure...
Contratura Capsular  Prevenção:  Intraoperatório:  Instilação de solução com antibiótico (Bacitracina, gentamicina, cefazo...
Contratura Capsular  Conduta : Baker I – observação Baker II – capsulotomia aberta e troca do implante com ou sem troca do...
Contratura Capsular  Obs.: Capsulotomia  fechada  deve ser evitada sob risco de hematoma e/ou ruptura do implante.
Contratura Capsular  Conduta : Novidade: Uso  off-label  de antagonistas do receptor de leucotrienos  Zafirlukast  e  Mont...
Ruptura do Implante Violação da capa do implante e saída do conteúdo para o exterior. Quadro clínico: Salinos = desinsulfl...
Ruptura do Implante Violação da capa do implante e saída do conteúdo para o exterior. Quadro clínico: Salinos = desinsulfl...
Ruptura do Implante Etiologia: Trauma Contratura capsular Defeito fabricação Perfuração intraoperatória Arquivo Fotográfic...
Ruptura do Implante Exame complementar RNM – padrão ouro Classificação  Intracapsular Extracapsular David P. Gorczyca  The...
Ruptura do Implante Classificação  Intracapsular Extracapsular David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Breast Implant...
Ruptura do Implante Classificação  Intracapsular Extracapsular David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Breast Implant...
Sinal Linguine Sinal Gota Invertida ou Fechadura X David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Pla...
Sinal Linguine Sinal Gota Invertida ou Fechadura X David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Pla...
Sinal Linguine = colapso do envoltório do implante David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Pla...
Sinal Linguine = colapso do envoltório do implante Implantes silicone pouco coeso - antigos David P. Gorczyca  The Diagnos...
Sinal Gota Invertida ou Fechadura = sem colapso do envoltório do implante David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Bre...
Sinal Gota Invertida ou Fechadura = sem colapso do envoltório do implante Implantes gel alta coesividade David P. Gorczyca...
Ruptura Extracapsular do Implante com Sinal Linguine David P. Gorczyca  The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture P...
Ruptura Capsular  Conduta : Capsulectomia  com remoção e troca do implante em novo plano de inserção. Remoção do silicone ...
Estrias Quadro clínico: estrias vermelhas após cirurgia Rupturas das fibras de colágeno devido a estiramento cutâneo Fator...
Sinmastia  Deslocamento Prótese – Sinmastia   Sinmastia iatrogênica ocorre após mamoplastia de aumento e as  adesões dos t...
Deslocamento Prótese – Sinmastia   Fisiopatologia: Dissecção agressiva na região medial da loja do implante associados ou ...
Deslocamento Prótese – Sinmastia   Conduta : - Remoção dos implantes. - Obliteração da comunicação  -  Realocação dos impl...
Rasko, Yvonne; Saint-Cyr, Michel; Peng, Yan; Rao, Roshni  Spontaneous Hematoma of the Breast 30 Years after Augmentation  ...
Ondulações na pele após mamoplastia de aumento. - Pode ocorrer por vários fatores - Implantes salinos que não são completa...
- Descolamento exagerado do plano da loja em relação ao tamanho do implante usado – trocar plano ou colocar implante de ta...
O que é?  Tumor que se origina na cápsula ao redor de implantes. É do tipo não –Hodgkin derivado de linfócitos T.  Não é c...
Como se manifesta?  Seroma tardio ou massa perto do implante em paciente que foi submetido mamoplastia  com implante mamár...
    FDA – ANVISA Situação extremamente rara  (10 milhões implantes - 34 relatos na literatura desde 1989).  Não tem como d...
Obrigado! [email_address]
<ul><li>Rohrich RJ, Gosman AA,  Brown SA, Reisch J:  Mastopexy Preferences: A Survey of Board-Certified Plastic Surgeons. ...
<ul><li>Mélega JM:  Cirurgia Plástica - Fundamentos e Arte. Cirurgia Reparadora de Tronco e Membros.   Ed Medsi. Rio de Ja...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

01 intercorrências em mamoplastia de aumento para enviar por e mail

2.612 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.612
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
7
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
12
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

01 intercorrências em mamoplastia de aumento para enviar por e mail

  1. 3. Coleção sangue no sítio cirúrgico Quadro clínico: Mama dolorosa com aumento do volume uni ou bilateral. Pode haver equimose. Exame – US, RNM Classificação Estável x Instável Precoce (<48 horas) x Tardio (>48 horas) Hematoma Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  2. 4. Hematoma <ul><li>Conduta : </li></ul><ul><li>Reintervenção </li></ul><ul><li>Remoção implante </li></ul><ul><li>Remoção coágulos </li></ul><ul><li>Lavagem exaustiva loja </li></ul><ul><li>Revisão hemostasia </li></ul><ul><li>Recolocação implante </li></ul><ul><li>Drenagem com aspiração contínua </li></ul><ul><li>Importante : </li></ul><ul><li>PA normal, prevenir dor, tosse, náuseas, vômitos. </li></ul><ul><li>Antibiótico em doses terapêuticas pelo risco infecção. </li></ul>Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  3. 5. Seroma Coleção serosa no sítio cirúrgico Quadro clínico: Aumento localizado de volume na mama, flutuação na área operada Subclínico Exame complementar – US, RNM Tempo Precoce (<48 horas) ou Tardio (>48 horas) Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  4. 6. Seroma Conduta : Pequeno volume – expectante (controverso pois pode levar contratura capsular) Grande volume – drenagem guiada por US Seroma recidivante – remoção do implante e recolocação 4-6 meses.
  5. 7. Seroma Obs.1 : Mandar líquido para análise laboratorial e cultura com antibiograma. Obs.2 : Alguns autores preconizam uso controlado do eletrocautério e diluição adequada da solução com antibiótico. Obs. 3: Seroma tardio – pesquisar infecções atípicas e linfoma não-Hodgkin http://www.geocities.ws/cfainstein/tese_claudio.html
  6. 8. Infecção Quadro clínico: Sinais flogísticos no sítio cirúrgico ( rubor, calor, dor, edema) com ou sem secreção na ferida operatória Início geralmente 5-7 dias pós operatório. Mais comum unilateralmente Maior incidência via periareolar. Agente mais encontrado – S. aureus
  7. 9. Infecção Conduta : 1- Remoção implante, 2- Coleta de material para cultura e antibiograma, 3- Antibioticoterapia amplo espectro inicial, mudar de acordo com resultados cultura e antibiograma. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  8. 10. Infecção Conduta : Reinserção do implante após 2- 6 meses após desaparecimento do quadro clínico infeccioso.
  9. 11. Infecção Micobactérias Atípicas - Etiologia : micobácterias atípicas M. f ortuitum . - Várias fontes de contaminação são acusadas de hospedar - Sintomas aparecem quatro a seis semanas. - Eritema local, enduração, microabscessos e drenagem serosa. - Secreção incolor e sem odor, lembrando um seroma estéril. - Febre, calafrios, sintomas sistêmicos são raros. Atenção : suspeitar da infecção por micobactéria na deiscência de uma ferida previamente cicatrizada ou uma ferida com cicatrização difícil! Jefferson L. S. de Macedo et al Infecções pós-operatórias por micobactérias de crescimento rápido no Brasil Rev. Bras. Cir. Plást. 2009; 24(4): 544-51
  10. 12. Infecção Micobactérias Atípicas Exames complementares: - Líquido de drenagem e amostra tecidual mandar para análise. - Solicitar meios específicos para diagnósticos: 1- Coloração BAAR: método de Ziehl-Neelsen. 2- Semear em meios específicos: Lowenstein-Jensen, tioglicolato, de ágar sangue, ágar chocolate, MacConkey. 3- Identificar cepas e fazer antibiograma.   Ziehl-Neelsen staining as a fast method in the diagnosis of ovine paratuberculosis] A.C. Coelho Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.60, n.5, p.1097-1102, 2008
  11. 13. Infecção Micobactérias Atípicas Exames complementares: Atenção! Informar ao laboratório a suspeita de infecção por micobactéria, pois as cepas levam muitos dias para crescer, evitando que as culturas sejam desprezadas uma vez que culturas de germes típicos crescem 48 horas.   http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/microbiologia/mod_4_2004.pdf
  12. 14. Infecção Micobactérias Atípicas Exames complementares: RNM, US, TC = Exames de imagem mostram achados inespecíficos. I m portante é fazer o diagnóstico mcrobiólogico.   Jefferson L. S. de Macedo et al Infecções pós-operatórias por micobactérias de crescimento rápido no Brasil Rev. Bras. Cir. Plást. 2009; 24(4): 544-51
  13. 15. <ul><li>C o nduta : </li></ul><ul><li>O debridamento e a drenagem são pedras fundamentais do tratamento. </li></ul><ul><li>Remoção da prótese com capsulectomia </li></ul><ul><li>Antibioticoterapia venosa inicial – nunca monoterapia! </li></ul><ul><li>Antibioticoterapia oral após 15 dias e com melhora do quadro clínico </li></ul>Jefferson L. S. de Macedo et al Infecções pós-operatórias por micobactérias de crescimento rápido no Brasil Rev. Bras. Cir. Plást. 2009; 24(4): 544-51 Infecção Micobactérias Atípicas – Conduta
  14. 16. Infecção Micobactérias Atípicas – Condutas <ul><li>C o nduta : </li></ul><ul><li>D u ração ≥ 3 meses – depende da resposta e status imunológico. </li></ul><ul><li>Antibioticoterapia inicial: </li></ul><ul><li>Cefalosporina de primeira ou segunda geração com aminoglicosídeos via intravenosa </li></ul><ul><li>Ex cefalotina associada a amicacina </li></ul><ul><li>Antibioticoterapia via oral: </li></ul><ul><li>I n dicação: </li></ul><ul><li>Após melhora quadro clínico com medicação IV </li></ul><ul><li>Casos leves </li></ul><ul><li>- C l aritromicina com ciprofloxacina + tetraciclina </li></ul>
  15. 17. R e introdução do implante : Após 6 meses do fim da antibioticoterapia ? Infecção Micobactérias Atípicas – Condutas
  16. 18. Alteração Sensibilidade - Mélega Lesão dos nervos sensitivos Diminuição ou até ausência da sensibilidade do CAP. Mais comum ocorrer em abordagens periareolares e transareolar. Prevenção: Descolamento cuidadoso na parte lateral do tórax para evitar lesão nervos provenientes dos nervos intercostais laterais (3 o , 4 o e 5 o ).
  17. 19. Tromboflebite S up erficial - D o ença de Mondor Tromboflebite das veias superficiais toracoabdominais. 1869 – Fagge 1 a descrição 1939 – Henry Mondor descreveu 4 casos de cirurgia região mamária Veias desta região têm válvulas , após a cirurgia região mamária há obstrução dos vasos destas região que impede fluxo sanguíneo retrógrado, com isso forma-se trombo. Mondor’s Disease after Breast Reduction Surgery Bernd Loos Plastic and Reconstructive Surgery • June 2006 129e-132e
  18. 20. Tromboflebite S up erficial - D o ença de Mondor <ul><li>Quadro clínico: </li></ul><ul><li>Cordão endurecido na parede toracoabdominal que aparece 15-21 dias pós-operatório mamoplastia. </li></ul><ul><li>Mais comum após acesso sulco inframamário </li></ul>Mondor’s Disease after Breast Reduction Surgery Bernd Loos Plastic and Reconstructive Surgery • June 2006 129e-132e
  19. 21. Tromboflebite S up erficial - D o ença de Mondor Diagnóstico: - Baseado no quadro clínico - US com doppler pode auxiliar a indentificar veia superficial dilatada. Mondor’s Disease after Breast Reduction Surgery Bernd Loos Plastic and Reconstructive Surgery • June 2006 129e-132e
  20. 22. Tromboflebite S up erficial - D o ença de Mondor Conduta : Manejo conservador AINES, compressa morna, massagem. Processo se resolve 6-8 semanas. Mondor’s Disease after Breast Reduction Surgery Bernd Loos Plastic and Reconstructive Surgery • June 2006 129e-132e
  21. 23. Contratura Capsular Considerada a intercorrência mais comum em mamoplastia de aumento Reação inflamatória crônica granulomatosa tipo corpo estranho – forma cápsula ao redor de todo implante. Alguns pacientes cápsula excessivamente espessa que contrai o implante. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  22. 24. Contratura Capsular - Hipóteses Formação da contratura capsular – Hipótese Cicatrização Excessiva Contratura capsular análoga a uma cicatriz hipertrófica na pele. Resposta cicatricial excessiva ligada a fatores que estimularia a atividade de miofibroblastos que existem na cápsula e que seriam responsáveis pela contratura capsular. Os fatores de risco : hematoma, seroma, partículas de silicone, pó de luva cirúrgica. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  23. 25. Formação da contratura capsular – Hipótese Biofilme Infecção crônica subclínica com a formação de biofilme na superfície do implante que alojaria o agente infeccioso. Na maioria dos estudos, o agente infeccioso mais comumente envolvido é o Staphylococcus epidermidis e esta infecção crônica levaria a contratura capsular. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema Contratura Capsular - Hipóteses
  24. 26. Contratura Capsular Quadro clínico: paciente pode queixar-se de dor /ou enrijecimento das mamas. 1975 Baker - classificação a contratura capsular em 4 grupos. Grau I Mama com implante semelhante a mama sem implante. Grau II Implante é palpável mas não é visível Grau III Mama é dura, o implante é palpável e é visível Grau IV A mama é dura, sensível, dolorosa e fria. A distorção é frequentemente marcante. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  25. 27. Contratura Capsular Quadro clínico: paciente pode queixar-se de dor /ou enrijecimento das mamas. 1975 Baker - classificação a contratura capsular em 4 grupos. Grau I Mama com implante semelhante a mama sem implante. Grau II Implante é palpável mas não é visível Grau III Mama é dura, o implante é palpável e é visível Grau IV A mama é dura, sensível, dolorosa e fria. A distorção é frequentemente marcante. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  26. 28. Contratura Capsular Prevenção: Planejamento: Implantes lisos tem mais taxas de contratura que os texturizados e polliuretanos. Plano retromuscular menor incidência de contratura capsular. www.silimed.com.br
  27. 29. Contratura Capsular Prevenção: Intraoperatório: Instilação de solução com antibiótico (Bacitracina, gentamicina, cefazolina, SF 0,9%) “ No touch” – apenas o cirurgião toca o implante usando luvas sem pó. Implante é recoberto por um plástico. Troca-se luvas. Corticóide em baixas doses na loja do implante (cuidado com efeitos adversos demora cicatrização, diminuição da espessura da derme, exposição implante, Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  28. 30. Contratura Capsular Conduta : Baker I – observação Baker II – capsulotomia aberta e troca do implante com ou sem troca do plano Baker III – capsulotomia aberta ou capsulectomia com troca do implante com ou sem troca do plano Baker IV – capsulectomia com troca do implante com ou sem troca do plano Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  29. 31. Contratura Capsular Obs.: Capsulotomia fechada deve ser evitada sob risco de hematoma e/ou ruptura do implante.
  30. 32. Contratura Capsular Conduta : Novidade: Uso off-label de antagonistas do receptor de leucotrienos Zafirlukast e Montelukast – usado para tratar asma, ainda carece de maiores estudos da definir eficácia e segurança destas drogas.
  31. 33. Ruptura do Implante Violação da capa do implante e saída do conteúdo para o exterior. Quadro clínico: Salinos = desinsulflação da mama Silicone = alterações forma mama, nódulos. Associado a contratura capsular grau III e IV Obs.: Implantes gel coeso tem menor dispersão do silicone nos tecidos adjacentes Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  32. 34. Ruptura do Implante Violação da capa do implante e saída do conteúdo para o exterior. Quadro clínico: Salinos = desinsulflação da mama Silicone = alterações forma mama, nódulos. Associado a contratura capsular grau III e IV Obs.: Implantes gel coeso tem menor dispersão do silicone nos tecidos adjacentes Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  33. 35. Ruptura do Implante Etiologia: Trauma Contratura capsular Defeito fabricação Perfuração intraoperatória Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  34. 36. Ruptura do Implante Exame complementar RNM – padrão ouro Classificação Intracapsular Extracapsular David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S
  35. 37. Ruptura do Implante Classificação Intracapsular Extracapsular David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura do envoltório do implante cápsula está íntegra
  36. 38. Ruptura do Implante Classificação Intracapsular Extracapsular David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura da cápsula e do envoltório do implante
  37. 39. Sinal Linguine Sinal Gota Invertida ou Fechadura X David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura do Implante
  38. 40. Sinal Linguine Sinal Gota Invertida ou Fechadura X David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Baixa coesividade Alta coesividade Ruptura do Implante
  39. 41. Sinal Linguine = colapso do envoltório do implante David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura do Implante
  40. 42. Sinal Linguine = colapso do envoltório do implante Implantes silicone pouco coeso - antigos David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura do Implante
  41. 43. Sinal Gota Invertida ou Fechadura = sem colapso do envoltório do implante David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura do Implante
  42. 44. Sinal Gota Invertida ou Fechadura = sem colapso do envoltório do implante Implantes gel alta coesividade David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S Ruptura do Implante
  43. 45. Ruptura Extracapsular do Implante com Sinal Linguine David P. Gorczyca The Diagnosis of Silicone Breast Implant Rupture Plastic and Reconstructive Surgery • December, Volume 120, Number 7 Suppl. 1 2007 49S-61S
  44. 46. Ruptura Capsular Conduta : Capsulectomia com remoção e troca do implante em novo plano de inserção. Remoção do silicone extracapsular quando possível. Arquivo Fotográfico Hospital Federal Ipanema
  45. 47. Estrias Quadro clínico: estrias vermelhas após cirurgia Rupturas das fibras de colágeno devido a estiramento cutâneo Fatores de risco: Jovens, nulíparas, uso de ACO, estrias prévias Há poucos casos relatados literatura. Não há correlação com tamanho de implante Complicação manejo difícil Tratamento vitamina E, peelings, manteiga de cacau. PALIATIVO! Rasko, Yvonne; Saint-Cyr, Michel; Peng, Yan; Rao, Roshni Spontaneous Hematoma of the Breast 30 Years after Augmentation Plastic & Reconstructive Surgery . 126(1):41e-42e, July 2010.
  46. 48. Sinmastia Deslocamento Prótese – Sinmastia   Sinmastia iatrogênica ocorre após mamoplastia de aumento e as adesões dos tecidos que ficam da linha media pré-esternal são rompidas, levando ao deslocamento de um ou de ambos implantes, havendo comunicação dos planos das lojas dos implantes. Scott L. Spear The “ Neosubpectoral ” Pocket for the Correction of Symmastia Plastic and Reconstructive Surgery • September 2009 Volume 124, Number 3
  47. 49. Deslocamento Prótese – Sinmastia   Fisiopatologia: Dissecção agressiva na região medial da loja do implante associados ou não a implantes de grande volume   Scott L. Spear The “ Neosubpectoral ” Pocket for the Correction of Symmastia Plastic and Reconstructive Surgery • September 2009 Volume 124, Number 3 Sinmastia
  48. 50. Deslocamento Prótese – Sinmastia   Conduta : - Remoção dos implantes. - Obliteração da comunicação - Realocação dos implantes num plano diferente.   Scott L. Spear The “ Neosubpectoral ” Pocket for the Correction of Symmastia Plastic and Reconstructive Surgery • September 2009 Volume 124, Number 3 Sinmastia
  49. 51. Rasko, Yvonne; Saint-Cyr, Michel; Peng, Yan; Rao, Roshni Spontaneous Hematoma of the Breast 30 Years after Augmentation Plastic & Reconstructive Surgery . 126(1):41e-42e, July 2010. Sinmastia
  50. 52. Ondulações na pele após mamoplastia de aumento. - Pode ocorrer por vários fatores - Implantes salinos que não são completamente inflados – troca por silicone ou por implante maior - Implantes salinos que sofrem deflação do volume – trocar implante por um maior Ondulações – “ Rippling ”
  51. 53. - Descolamento exagerado do plano da loja em relação ao tamanho do implante usado – trocar plano ou colocar implante de tamanho adequado. - Seroma não diagnosticado que permite a mobilidade do implante. -Pacientes magras com implantes retroglandulares – mudar plano da loja do implante. Ondulações – “ Rippling ”
  52. 54. O que é? Tumor que se origina na cápsula ao redor de implantes. É do tipo não –Hodgkin derivado de linfócitos T. Não é câncer de mama! Curso pouco agressivo. Linfoma Anaplásico de Células Gigantes Benjamin K Anaplastic Large Cell Lymphoma and Breast Implants: A Systematic Review im Plastic and Reconstructive Surgery • June 2011 Volume 127, Number 6
  53. 55. Como se manifesta? Seroma tardio ou massa perto do implante em paciente que foi submetido mamoplastia com implante mamário. O que fazer? Qualquer massa e coleção tardia deve ser coletada (punção ou via cirurgia) e ser analisada para citologia maligna e infecções atípicas. Encaminhar para oncologista! Linfoma Anaplásico de Células Gigantes
  54. 56.     FDA – ANVISA Situação extremamente rara (10 milhões implantes - 34 relatos na literatura desde 1989). Não tem como definir específico tipo de implante associado com maior ou menor risco de Linfoma anaplásico células gigantes. LACG e implante mamário pode não ser coincidência.   Linfoma Anaplásico de Células Gigantes
  55. 57. Obrigado! [email_address]
  56. 58. <ul><li>Rohrich RJ, Gosman AA, Brown SA, Reisch J: Mastopexy Preferences: A Survey of Board-Certified Plastic Surgeons. Plast. Reconstr Surg 118(7): 1631, 2006 </li></ul><ul><li>Hamdi M et al: The Lateral Intercostal Artery Perforators: Anatomical Study and Clinical Application in Breast Surgery. Plast Reconstr Surg 121(2): 389, 2008. </li></ul><ul><li>Shermak MA, Chang D, Magnuson TH, Schweitzer MA: An Outcomes Analysis of Patients Undergoing Body Contouring Surgery after Massive Weight Loss. Plast Reconstr Surg 118(4): 1026, 2006. </li></ul><ul><li>Van Landuyt K, Hamdi M, Blondeel P, Monstrey S: Autologous Breast Augmentation by Pedicled Perforator Flaps . Ann Plast Surg 53(4):322–327, 2004. </li></ul><ul><li>Tebbetts JB: Achieving a Zero Percent Reoperation Rate at 3 Years in a 50- Consecutive-Case Augmentation Mammaplasty Premarket Approval Study. Plast Reconstr Surg 118(7):1453, 2006. </li></ul><ul><li>Lockwood, T. Reduction mammaplasty and mastopexy with superficial fascial support system suspension. Plast Reconstr Surg 103: 1411, 1999. </li></ul><ul><li>Benjamin K Anaplastic Large Cell Lymphoma and Breast Implants: A Systematic Review im Plastic and Reconstructive Surgery • June 2011 Volume 127, Number 6 </li></ul>Referências
  57. 59. <ul><li>Mélega JM: Cirurgia Plástica - Fundamentos e Arte. Cirurgia Reparadora de Tronco e Membros. Ed Medsi. Rio de Janeiro, 2002. </li></ul><ul><li>Baker JL Jr: Classification of spherical contractures. Presented at the Aesthetic Breast Symposium, Scottsdale, Arizona, 1975. </li></ul>Referências

×