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Aula 2 do curso Mídia e Cultura na Amazônia. Programa de Pós-graduação Comunicação, Cultura e Amazônia, UFPA. Prof. Dr. Fábio Fonseca de Castro.

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  1. 1. Mídia e Cultura na Amazônia<br />Roteiro da Aula 2 – Parte 1<br />A noção de “crisedacultura” no pensamento de BeneditoNunes<br />22 de março de 2011 <br />Prof. Dr. Fábio Fonseca de Castro<br />Curso de Mestrado do Programa de Pós-Graduação Comunicação, Cultura e Amazônia - UFPA<br />
  2. 2. A “crise da cultura” como “má fé”<br />A crisedaculturaem…<br />Em Spengler<br />Nosconservadores de todaordem<br />Na ideologiaoitocentista do progressoemlinhareta<br />EmSpranger (enatradiçãohegeliana do espíritoobjetivo)<br />
  3. 3. A dualidade conceitual freudiana no seu debate sobre a “crise da cultura”<br />Freud<br /> a culturaé, ora, um mal-estarpermanente,<br />ora, um conflitofundamental (ofenômenocríticoporexcelência)<br />
  4. 4. O horizontenietzcheano<br />“Crise”como a culminância do processo do niilismo.<br />O niilismopassivo – utilitarismo, sacrifíciodaindividualidade, sacralização do poder do Estado, ressentimento, ideal ascético.<br />O niilismoativo – missão do criador, quedestróipararenovar.<br />
  5. 5. Observações de BN<br />A críticadaculturacomoautognosehistórica:<br />Um processoqueindaga (põe sob suspeita) nossosvaloresreligiosos, éticose politicos<br />
  6. 6. A marca husserliana(a Krisis)<br />Krisis – culturacomo um todo; <br />Umacrítica do objetivismo<br />A objetividadecomprometeotelosdarazão (ratio) filosóficaoperantedesdeoRenascimento.<br />
  7. 7. “As dimensõesintelectual, social epolítica[dacrise] nãopodem ser isoladas entre sie se completampeloaspectoético”<br />(BeneditoNunes, No Tempo do Niilismo, p. 173)<br />
  8. 8. A respeito da Krisis<br />Como surge oproblema<br /> “O ideal clássicoheróico do humanismorenasentistafoiinfiltradopeloagirinstrumental, cujoavançolhedetermina a corrosão.<br /> (…) <br /> O quefavoreceuesseavançofoi a asceseintramundana do cristianismo.” <br /> <br />
  9. 9. A dimensão weberiana da questão<br />Elementoestrutural: a de rejeiçãoreligiosa do mundo;<br />Elementojápresentena a ascesecristã; <br /> A relação entre a ascesecristãe “rigorismo” calvinista;<br /> O papelsociocultural do CertitudoSalutisparaoseleitosesuadecorrência: a via virtuosa, quelevava, seguramente, àbem-aventurança.<br />
  10. 10. Os elementos de corrosão (Verfhalen, decadência, crise)<br />A paidéiasocrático-platônica<br />O cristianismoaristotélico (“platonismoparaopovo” naexpressão de Merquior)<br />Aascesecristã (cristianismointramundano)<br />Aconsciência-interessemísticado potestantismo liberal<br />Aastúciadarazãodamodernidadeoitocentista<br />
  11. 11. O resultado: a corrosãodaconcepçãotrágicadavida<br /> A superação do entepelo ser (a metafísica)<br />= <br />hegemoniadaracionalizaçãocomoagir instrumental.<br />
  12. 12. Nota sobre “Saudades do Carnaval”, de Merquior<br />A lógicacontestatória do carnaval<br />A vitalidade do comportamentoorgiástico.<br /> A leitura de BN: Orgiástico= trágico<br />
  13. 13. “Nuncafomoscatequisados. Fizemosfoicarnaval”.<br />Oswald de Andrade.<br />

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