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Exemplos:Exemplos:
Descrição:
Descrição:
Etimologia:
Etimologia:
A palavra A palavra ALITERAÇÃOALITERAÇÃO tem  tem 
origem no latim alliteratio, origem no latim alliteratio, 
termo derivado delittera, termo derivado delittera, 
que significa “letra”.que significa “letra”.
A aliteração é a  A aliteração é a  figura de linguagem figura de linguagem 
caracterizada pela repetição de sons caracterizada pela repetição de sons 
consonantais Esses sons podem ser idênticos consonantais Esses sons podem ser idênticos 
ou apenas parecidos, mas funcionam ou apenas parecidos, mas funcionam 
acusticamente como uma expressão além acusticamente como uma expressão além 
das próprias palavras. A aliteração serve das próprias palavras. A aliteração serve 
para marcar o ritmo de uma sequência de para marcar o ritmo de uma sequência de 
termos ou para produzir um efeito sonoro termos ou para produzir um efeito sonoro 
que intensifica o sentido do que está sendo que intensifica o sentido do que está sendo 
dito. Trata­se de uma figura de linguagem dito. Trata­se de uma figura de linguagem 
encontrada tanto em obras da cultura encontrada tanto em obras da cultura 
erudita quanto em dizeres e expressões da erudita quanto em dizeres e expressões da 
cultura popular.cultura popular.
““O rato roeu a roupa do rei de Roma.”O rato roeu a roupa do rei de Roma.”
Essa frase tão conhecida é um exemplo claro de aliteração. NelaEssa frase tão conhecida é um exemplo claro de aliteração. Nela
temos a repetição do som do R no início das palavras.temos a repetição do som do R no início das palavras.
““O pato pateta pintou o canecoO pato pateta pintou o caneco
(Vinícius de Moraes – O pato)”(Vinícius de Moraes – O pato)”
Aqui, a aliteração se dá pela repetição das letras P e T.Aqui, a aliteração se dá pela repetição das letras P e T.
““Chove, chuvaChove, chuva
Chove sem pararChove sem parar
(Chove Chuva – Jorge Ben Jor)”(Chove Chuva – Jorge Ben Jor)”
A repetição do som do “ch” serve para reforçar a ideia deA repetição do som do “ch” serve para reforçar a ideia de
chuva, pois imita o som da chuva caindo.chuva, pois imita o som da chuva caindo.
““Tô namorando aquela mina, mas não sei Tô namorando aquela mina, mas não sei 
se ela me namora.se ela me namora.
(Mina do condomínio – Seu Jorge)”(Mina do condomínio – Seu Jorge)”
Nesse trecho notamos a repetição do som do M, presente Nesse trecho notamos a repetição do som do M, presente 
no início de algumas palavras e no meio de outras.no início de algumas palavras e no meio de outras.
““Quem com ferro fere com ferro Quem com ferro fere com ferro 
será ferido.”será ferido.”
Esse ditado popular tem o ritmo marcado Esse ditado popular tem o ritmo marcado 
pela repetição da letra F.pela repetição da letra F.
Exemplos:Exemplos:
Descrição:
Descrição:
Etimologia:
Etimologia:
A palavra A palavra ASSONÂNCIAASSONÂNCIA vem do  vem do 
latim assonans, particípio do latim assonans, particípio do 
verbo assonare, que significa verbo assonare, que significa 
“responder a”, no sentido de “responder a”, no sentido de 
“fazer eco”, “ressoar”.“fazer eco”, “ressoar”.
A assonância é a figura de linguagem que consiste na A assonância é a figura de linguagem que consiste na 
repetição de sons vocálicos com a intenção de repetição de sons vocálicos com a intenção de 
provocar um efeito de estilo.provocar um efeito de estilo.
As vogais podem ser repetidas em sílabas tônicas das As vogais podem ser repetidas em sílabas tônicas das 
palavras ou se destacar com uma determinada palavras ou se destacar com uma determinada 
regularidade numa mesma frase. Podem ainda criar regularidade numa mesma frase. Podem ainda criar 
ou ajudar a compor rimas em gêneros textuais como ou ajudar a compor rimas em gêneros textuais como 
poemas e letras de músicas.poemas e letras de músicas.
A assonância é classificada como uma figura de som, A assonância é classificada como uma figura de som, 
assim como a assim como a aliteraçãoaliteração. Aliás, ela é frequentemente . Aliás, ela é frequentemente 
usada em associação com a aliteração para usada em associação com a aliteração para 
estabelecer paralelismo entre palavras, produzindo a estabelecer paralelismo entre palavras, produzindo a 
rima. Nesses casos, o som das vogais complementa o rima. Nesses casos, o som das vogais complementa o 
efeito da aliteração, conferindo melodia à sequência efeito da aliteração, conferindo melodia à sequência 
de versos.de versos.
““Essa desmesura de paixãoEssa desmesura de paixão
É loucura do coraçãoÉ loucura do coração
Minha foz do IguaçuMinha foz do Iguaçu
Pólo sul, meu azulPólo sul, meu azul
Luz do sentimento nuLuz do sentimento nu
(Linha do Equador – Djavan)” (Linha do Equador – Djavan)” 
Nesse exemplo, o compositor produz assonância Nesse exemplo, o compositor produz assonância 
duas vezes: a primeira utilizando o som “ão” duas vezes: a primeira utilizando o som “ão” 
(paixão, coração) e a segunda repetindo o som de (paixão, coração) e a segunda repetindo o som de 
“u” (Iguaçu, sul, azul, luz, nu).“u” (Iguaçu, sul, azul, luz, nu).
““Na messe, que enlourece, estremece a Na messe, que enlourece, estremece a 
quermesse…quermesse…
O sol, celestial girassol, esmorece…O sol, celestial girassol, esmorece…
E as cantilenas de serenos sons amenosE as cantilenas de serenos sons amenos
Fogem fluidas, fluindo a fina flor dos Fogem fluidas, fluindo a fina flor dos 
fenos…fenos…
(Um Sonho – Eugênio de Castro)” (Um Sonho – Eugênio de Castro)” 
Nessa estrofe do poema, notamos claramente a assonância Nessa estrofe do poema, notamos claramente a assonância 
combinada com a aliteração na repetição do som “esse” em combinada com a aliteração na repetição do som “esse” em 
palavras consecutivas no primeiro verso e novamente no fim do palavras consecutivas no primeiro verso e novamente no fim do 
segundo verso. Um som diferente, “eno”, é usado para fazer segundo verso. Um som diferente, “eno”, é usado para fazer 
rimar as últimas palavras do terceiro e quarto versos.rimar as últimas palavras do terceiro e quarto versos.
““Berro pelo aterro, pelo desterroBerro pelo aterro, pelo desterro
Berro por seu berro, pelo seu erroBerro por seu berro, pelo seu erro
Quero que você ganhe, que você me Quero que você ganhe, que você me 
apanheapanhe
Sou o seu bezerro gritando mamãeSou o seu bezerro gritando mamãe
(Qualquer Coisa – Caetano Veloso)” (Qualquer Coisa – Caetano Veloso)” 
Nesse trecho, temos a repetição do som “erro” com a Nesse trecho, temos a repetição do som “erro” com a 
vogal “e” aberta (berro) e fechada (aterro, desterro, erro), vogal “e” aberta (berro) e fechada (aterro, desterro, erro), 
caracterizando um exemplo de assonância e aliteração caracterizando um exemplo de assonância e aliteração 
funcionando juntas. Temos ainda a recorrência do som funcionando juntas. Temos ainda a recorrência do som 
“ãe” (ganhe, apanhe, mamãe), uma assonância pura.“ãe” (ganhe, apanhe, mamãe), uma assonância pura.
Exemplos:Exemplos:
Descrição:
Descrição:
Etimologia:
Etimologia:
A palavra  ONOMATOPEIA tem 
origem no 
grego onomatopoiía, que 
significa “ato de fazer 
palavras”. O termo grego é 
composto por dois outros 
termos:onoma, que quer dizer 
“palavra, nome”, epoiein, que 
significa “fazer”.
Essa Essa FIGURA DE LINGUAGEMFIGURA DE LINGUAGEM se manifesta através do uso de  se manifesta através do uso de 
palavras que tentam imitar sons do nosso cotidiano, como os palavras que tentam imitar sons do nosso cotidiano, como os 
barulhos característicos dos animais, o barulho produzido por barulhos característicos dos animais, o barulho produzido por 
fenômenos da natureza, os diversos sons dos instrumentos fenômenos da natureza, os diversos sons dos instrumentos 
musicais e tantos outros. Uma onomatopeia é uma palavra que musicais e tantos outros. Uma onomatopeia é uma palavra que 
usamos para representar esses sons, já que não somos capazes usamos para representar esses sons, já que não somos capazes 
de reproduzi­los fielmente na nossa fala nem na escrita.de reproduzi­los fielmente na nossa fala nem na escrita.
Algumas onomatopeias são tão frequentes que já se Algumas onomatopeias são tão frequentes que já se 
estabeleceram como a representação convencional de estabeleceram como a representação convencional de 
determinados sons. É o caso do “tic­tac” que todos usamos determinados sons. É o caso do “tic­tac” que todos usamos 
quando queremos imitar o barulho do relógio trabalhando. É quando queremos imitar o barulho do relógio trabalhando. É 
também o caso do “miau” que todos entendemos que se trata também o caso do “miau” que todos entendemos que se trata 
do som produzido pelo gato. Além dessas, há as onomatopeias do som produzido pelo gato. Além dessas, há as onomatopeias 
que criamos enquanto falamos normalmente no dia a dia e que criamos enquanto falamos normalmente no dia a dia e 
nem nos damos conta. Se você estiver falando sobre o barulho nem nos damos conta. Se você estiver falando sobre o barulho 
de um motor e quiser imitá­lo, você não terá dificuldade em de um motor e quiser imitá­lo, você não terá dificuldade em 
inventar uma palavra curta (ou uma sequência de palavras) inventar uma palavra curta (ou uma sequência de palavras) 
que lembre o som que o motor faz. Ainda que ninguém mais que lembre o som que o motor faz. Ainda que ninguém mais 
conheça ou use esse termo, ele é uma onomatopeia.conheça ou use esse termo, ele é uma onomatopeia.
““A visita chegou e tocou a campainha: ding A visita chegou e tocou a campainha: ding 
dong!”dong!”
O “ding dong” imita o som que um determinado tipo de campainha O “ding dong” imita o som que um determinado tipo de campainha 
faz.faz.
““Todos os dias, às seis da tarde, o sino da Todos os dias, às seis da tarde, o sino da 
igreja faz blem, blem, blem.” igreja faz blem, blem, blem.” 
O “blem, blem, blem” lembra o som metálico e prolongado que cada O “blem, blem, blem” lembra o som metálico e prolongado que cada 
badalada do sino produz.badalada do sino produz.
““A fada­madrinha agitou sua varinha de condão A fada­madrinha agitou sua varinha de condão 
e plim! A transformação estava feita.” e plim! A transformação estava feita.” 
Nos filmes e desenhos, sempre que um passe de mágica acontece, ele é acompanhado Nos filmes e desenhos, sempre que um passe de mágica acontece, ele é acompanhado 
de um barulhinho agudo, que costumamos imitar com a onomatopeia “plim”.de um barulhinho agudo, que costumamos imitar com a onomatopeia “plim”.
Exemplos:Exemplos:
Descrição:
Descrição:
Etimologia:
Etimologia:
Paranomásia ou paronomásia (do Paranomásia ou paronomásia (do gregogrego
 paronomasía através do termo  paronomasía através do termo latinolatino
 paronomasia) é uma  paronomasia) é uma figura estilísticafigura estilística ou figura  ou figura 
fônica que emprega palavras fônica que emprega palavras parônimasparônimas (com  (com 
sonoridade semelhante) numa mesma sonoridade semelhante) numa mesma frasefrase, , 
fenômeno este que é popularmente conhecido fenômeno este que é popularmente conhecido 
como trocadilho. É o emprego de palavras como trocadilho. É o emprego de palavras 
semelhantes na forma ou no som, mas de sentidos semelhantes na forma ou no som, mas de sentidos 
diferentes, próximas umas das outras.diferentes, próximas umas das outras.
Os trocadilhos constituem um dos recursos Os trocadilhos constituem um dos recursos retóricosretóricos mais  mais 
utilizados em discursos utilizados em discursos humorísticoshumorísticos e  e publicitáriospublicitários. Resulta . Resulta 
sempre da semelhança sempre da semelhança fonéticafonética ou  ou sintáticasintática de dois enunciados  de dois enunciados 
cuja cuja conjunçãoconjunção, comparação ou subentendido (enunciado , comparação ou subentendido (enunciado 
elípticoelíptico, não referido diretamente) cria um efeito inesperado, , não referido diretamente) cria um efeito inesperado, 
intencional ou não, aproveitando a sonoridade similar e o efeito intencional ou não, aproveitando a sonoridade similar e o efeito 
de surpresa sobre o ouvinte ou o leitor da junção de significados de surpresa sobre o ouvinte ou o leitor da junção de significados 
díspares num mesmo contexto. Os trocadilhos mais frequentes díspares num mesmo contexto. Os trocadilhos mais frequentes 
são são cacofoniascacofonias em que uma determinada palavra é pronunciada  em que uma determinada palavra é pronunciada 
de forma a parecer outra, geralmente com intenção de forma a parecer outra, geralmente com intenção 
humorística, maliciosa, humorística, maliciosa, obscenaobscena e/ou grosseira. e/ou grosseira.
Exemplos de CacofoniaExemplos de Cacofonia
– – Fui à casa do meu avô que dá os fundos para o Fui à casa do meu avô que dá os fundos para o 
bar. (bar. (a casa ou o avô?a casa ou o avô?))
– – Vou­me já. (Vou­me já. (mijámijá))
– – Muito obrigado pelas honras que me já dão. Muito obrigado pelas honras que me já dão. 
((mijadãomijadão))
– – Nenhum segurança havia dado. (Nenhum segurança havia dado. (segurança segurança 
aviadadoaviadado))
– – Governo confisca gado de fazendas. Governo confisca gado de fazendas. 
((confiscagadoconfiscagado))
– – Usei um pilão de socar alho. (Usei um pilão de socar alho. (só caralhosó caralho))
– – Olha essa fada. (Olha essa fada. (é safadaé safada))
– – A empresa é dirigida pela dona Maria.(A empresa é dirigida pela dona Maria.(peladonapeladona))
– – Emagreci graças ao cooper feito diariamente. (Emagreci graças ao cooper feito diariamente. (o o 
dito cujo perfeitodito cujo perfeito))
– – Já que tinha resolvido (Já que tinha resolvido (jaquetinhajaquetinha))
– – Não pense nunca nisso (Não pense nunca nisso (caniçocaniço))
– – Como as concebo (Como as concebo (como as com sebocomo as com sebo))
– – Ela tinha (Ela tinha (latinhalatinha))
– – Por cada (Por cada (porcadaporcada))
– – Boca dela (Boca dela (cadelacadela))
  AMBIGUIDADEAMBIGUIDADE
É o uso da oração em duplo sentido, de má ordenação de seus É o uso da oração em duplo sentido, de má ordenação de seus 
termos e falta de clareza, o que traz dificuldade de termos e falta de clareza, o que traz dificuldade de 
compreensão por parte do receptor.compreensão por parte do receptor.
Exemplos:Exemplos:
““A mãe pediu para o filho dirigir seu carro.”A mãe pediu para o filho dirigir seu carro.”
Nesse caso não identificamos quem é realmente o proprietário Nesse caso não identificamos quem é realmente o proprietário 
do carro, se é a mãe ou o filho.do carro, se é a mãe ou o filho.
Assim, reformulando a mensagem:Assim, reformulando a mensagem:
““A mãe pediu que o filho dirigisse o carro dela.”A mãe pediu que o filho dirigisse o carro dela.”
““Como vai a cachorra da sua mãe?”Como vai a cachorra da sua mãe?”
(Que cachorra? A mãe ou a cadela criada pela mãe?)(Que cachorra? A mãe ou a cadela criada pela mãe?)
““A mãe encontrou o filho em seu quarto.”A mãe encontrou o filho em seu quarto.”
(No quarto da mãe ou do filho?)(No quarto da mãe ou do filho?)
““Este líder dirigiu bem sua nação”Este líder dirigiu bem sua nação”
(Nação de quem? Sua ou dele?)(Nação de quem? Sua ou dele?)
““Eu comprei sapatos para homens pretos”.Eu comprei sapatos para homens pretos”.
(Sapatos ou homens pretos?)(Sapatos ou homens pretos?)
““O rapaz comeu maçã e sua prima também”.O rapaz comeu maçã e sua prima também”.
(Ah, não entendi, quem comeu o quê?)(Ah, não entendi, quem comeu o quê?)
““Nós vimos o incêndio do prédio”.Nós vimos o incêndio do prédio”.
(Estávamos vendo do prédio o incêndio?)(Estávamos vendo do prédio o incêndio?)
  é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma é um fenômeno linguístico que consiste na criação de uma 
palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo palavra ou expressão nova, ou na atribuição de um novo 
sentido a uma palavra já existente. É uma nova palavra sentido a uma palavra já existente. É uma nova palavra 
criada na língua, e geralmente surge quando o indivíduo quer criada na língua, e geralmente surge quando o indivíduo quer 
se expressar, mas não encontra a palavra ideal. Como o se expressar, mas não encontra a palavra ideal. Como o 
falante nativo tem total domínio dos processos de formação falante nativo tem total domínio dos processos de formação 
de palavras, pois tem a língua internalizada, para ele é fácil de palavras, pois tem a língua internalizada, para ele é fácil 
criar uma nova palavra sem nem mesmo se dar conta de que criar uma nova palavra sem nem mesmo se dar conta de que 
está utilizando um dos processos existentes na língua como a está utilizando um dos processos existentes na língua como a 
prefixação, a sufixação, a aglutinação ou a justaposição.prefixação, a sufixação, a aglutinação ou a justaposição.
NeologismoNeologismo
  Estou a fim de Fulano. (Estou a fim de Fulano. (estou interessadoestou interessado))
  Beltrano, não vai dar, deu zebra. (Beltrano, não vai dar, deu zebra. (algo não deu certoalgo não deu certo).).
semântico é quando a palavra já existe, mas ganha uma nova semântico é quando a palavra já existe, mas ganha uma nova 
conotação, um novo significado: conotação, um novo significado: 
O lexical é quando uma nova palavra e um novo O lexical é quando uma nova palavra e um novo 
conceito são criados: conceito são criados: 
dibobis (dibobis (tranquilotranquilo), furunfá (), furunfá (ter relaçãoter relação), catilanga ), catilanga 
((mulher feiamulher feia), etc.), etc.
O lexical ainda pode ser quando incorporamos letras a uma O lexical ainda pode ser quando incorporamos letras a uma 
palavra que já existe: palavra que já existe: 
lambuzão (lambuzão (pessoa que se lambuza demaispessoa que se lambuza demais), abobado (), abobado (aquele que aquele que 
é “bobo”, sonsoé “bobo”, sonso), internetês (), internetês (a língua da interneta língua da internet), fubazento (), fubazento (que que 
provém de fubá, e quer dizer homem sem graça e feioprovém de fubá, e quer dizer homem sem graça e feio), etc.), etc.
Já o sintático, é quando a expressão ou frase tem um significado Já o sintático, é quando a expressão ou frase tem um significado 
específico: específico: 
De cabo a rabo (De cabo a rabo (do começo ao fimdo começo ao fim), Fazer um furo (), Fazer um furo (noticiar noticiar 
primeiro)primeiro), Fazer cera (, Fazer cera (fingir que trabalhafingir que trabalha), Fogo no rabo ), Fogo no rabo 
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