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Por todo o concelho são bem visíveis as marcas do seu vastíssimopatrimónio arquitectónico e cultural destacando-se a Igrej...
Igreja Matriz de Mondim de Basto                Templo do século XVIII, tem como                particularidade o altar-mo...
Estátua em Homenagem aos Combatentes no Ultramar
Igreja Paroquial de Atei / Igreja de São Pedro em                Mondim de Basto                   A edificação da igreja ...
Capela do Senhor em Mondim de            Basto        Pequeno templo construído no século XVI que sofreu        profundas ...
Santuário de Nossa Senhora da Graça em Mondim de Basto             Situa-se no alto do Monte             Farinha, sobrance...
Ruinas Romanas       É possível observar a presença de       construções dolménicas e       necrópoles (das quais de muita...
Pelourinho de Ermelo          Ermelo, freguesia do concelho de         Mondim de Basto, conserva ainda um         pelourin...
Lenda do Alto dos Palhaços     ou Lenda da Mina dos MourosNo Alto dos Palhaços, na parte virada para a freguesia de Vilar ...
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Lenda da CiníniaConta uma das lendas ligadas ao Monte que, durante a ocupação daPenínsula Ibérica, no século II antes de C...
Lenda dos pescadoresDiz a lenda que, alguns pescadores que andavam perdidos no mar, teriamavistado no meio do temporal uma...
Lenda da Moura encantadaDe facto este é um monte que está rodeado de muitas lendas e demuitos mistérios. Diz uma delas que...
Lenda do raio de solNuma das vertentes do monte, na zona circundante domenir da Pedra Alta morou um estranhopersonagem, co...
Lenda da serpenteDiz a lenda que quando a serpente seenroscar, três vezes, no monte de NossaSenhora da Graça, o fim do mun...
Lenda do ermitãoDiz a lenda que um ermitão de Nossa Senhora, com aurade santidade, foi assassinado, à traição, junto do me...
Neste concelho realizam-se diversas festascomo a Nossa Senhora da Graça (quinta-feirada Ascensão) e a Nossa Senhora de Fát...
FEIRA DA TERRA          A Feira da Terra é um acontecimento marcante deBasto.    Pretende ser um forte meio de promoção e ...
SOLENIDADE DO CORPO DE DEUS A antiquíssima procissão do Corpo de Deus com laivos medievais em que o Santíssimo percorre as...
NOITE DE ROMEIROS DE SANTIAGOA noite de 24 de Julho, noite dos Romeiros deSantiago, que a Câmara Municipal instituiu naten...
TecelagemA tecelagem é uma das artes mais antigas do concelho e estáintimamente ligada à cultura do linho. É, ainda hoje, ...
TamanqueiroEm Paradança António de Carvalho é o últimodos tamanqueiros de Mondim e tem venda aopúblico.
Cantaria
Em termos de gastronomia, merecem destaque o cabrito assado, milhosou milharos com coelho, Caldo de farinha, couves com fe...
Como fazerIngredientes                              Peneira-se a farinha com o bicarbonato e o sal para um alguidar.      ...
• Como Fazer• Ingredientes                         •   Leve ao lume o doce de                             chila, juntament...
História de Mondim de Basto
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Trabalho dos alunos do 3º ano turma F sobre o concelho de Mondim de Basto.

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História de Mondim de Basto

  1. 1. Bandeira do concelho Bandeira da freguesia de AteiBandeira da freguesiade Mondim de Basto
  2. 2. Por todo o concelho são bem visíveis as marcas do seu vastíssimopatrimónio arquitectónico e cultural destacando-se a Igreja Matriz deMondim de Basto; as pontes romanas do cabresto, de Ermelo e do Cabril; aCapela do Senhor; o Solar dos Machados, em Atei; o Solar dos Azevedos; opelourinho de Ermelo; a Capela da Nossa Senhora da Graça e as casas combrasões da Igreja e do Eiró.
  3. 3. Igreja Matriz de Mondim de Basto Templo do século XVIII, tem como particularidade o altar-mor, que enquadra um sumptuoso retábulo de talha dourada. Contudo, apesar de datada do século XVIII, esta talha foi alvo de uma pintura posterior.
  4. 4. Estátua em Homenagem aos Combatentes no Ultramar
  5. 5. Igreja Paroquial de Atei / Igreja de São Pedro em Mondim de Basto A edificação da igreja de Atei data provavelmente do século XIV, apresentando arquitectura de estilo românico tardio. Já no século XVI, foi-lhe adicionada uma capela, a ordem dos condes de Cantanhede. Mais tarde, no século XIX, são-lhe ainda acrescentadas outras capelas e a capela-mor, emprestando-lhe o aspecto actual. No interior, destacam-se os altares oitocentistas, de talha dourada e pintada, em estilo neoclássico. As capelas colaterais, com abertura em arco de volta perfeita rematado por uma flor-de-liz, ostentam altares, em talha pintada e dourada, dedicados, no lado da Epístola, a Nossa Senhora das Dores, enquanto no lado do Evangelho o altar é dedicado a Nossa Senhora. No espaço exterior conserva-se uma sepultura estruturada com lajes e uma tampa sepulcral lisa. A primitiva pia baptismal, monolítica e de contorno poligonal, encontra-se no quintal da Residência Paroquial.
  6. 6. Capela do Senhor em Mondim de Basto Pequeno templo construído no século XVI que sofreu profundas alterações, no século XVIII, apresentando decoração interior barroca. Com apenas uma nave, o tecto está revestido por caixotões com molduras douradas, pintados com motivos bíblicos do Antigo Testamento. Realça-se o facto de conservar uma imagem do século XVI. Merecem atenção os dois retábulos de talha polícroma e as paredes da capela-mor cobertas com azulejos dos séculos XVII /XVIII. Destaca-se pela quantidade e qualidade da decoração barroca no seu interior.
  7. 7. Santuário de Nossa Senhora da Graça em Mondim de Basto Situa-se no alto do Monte Farinha, sobranceiro a Mondim de Basto, a cerca de 990 metros de altitude. Inserido numa paisagem de grande beleza e rodeado pelas montanhas da Serra do Alvão, é um local de referência ao nível da história, da arqueologia, da religião e mesmo do desporto Quanto à arquitectura, o Santuário ... barroco apresenta torre sineira quadrangular e nave centralizada, octogonal e capela-mor e sacristia rectangulares. No interior tem coberturas em cúpulas e abóbadas de berço, em granito, com coro-alto de cantaria sobre arco abatido, dois púlpitos laterais com base pétrea e guarda de madeira, de acesso pelo interior dos muros, dois retábulos colaterais e o mor em talha polícroma, rococó.
  8. 8. Ruinas Romanas É possível observar a presença de construções dolménicas e necrópoles (das quais de muitas já nem vestígios há) nas planuras do Alvão e em algumas chãs do Marão que nos provam que este maciço montanhoso foi habitado pelo menos desde o segundo milénio antes de Cristo. Os numerosos castros cujas ruínas ainda hoje se nos deparam pelos cimos de muitos cabeços da região testemunham-nos, segundo se crê, a continuidade do povoamento durante o primeiro milénio antes de Cristo.
  9. 9. Pelourinho de Ermelo Ermelo, freguesia do concelho de Mondim de Basto, conserva ainda um pelourinho, levantado num pequeno largo da povoação, quase encostado a um dos muros do edifício da Junta de Freguesia local. O pelourinho assenta em plataforma de três degraus quadrangulares. A simplicidade e o carácter rústico do monumento dificultam a sua datação; ainda assim, o pelourinho será presumivelmente tal como outros exemplares de tipologia semelhante de finais do século XVI, ou de inícios do XVII.
  10. 10. Lenda do Alto dos Palhaços ou Lenda da Mina dos MourosNo Alto dos Palhaços, na parte virada para a freguesia de Vilar deFerreiros, concelho de Mondim de Basto, existe uma grande minaque a tradição diz que está recheada de tesouros. A lenda chama-lhe a Mina dos Mouros e diz que tem cerca de oito quilómetros decomprimento e que vai sair junto do rio Tâmega, no Monte Crasto,numa fraga que o povo chama de Furato. Diz-se também que osmouros levavam através dessa mina os cavalos a beber da Senhorada Graça até ao rio. A mina está repleta de ouro e jóias e, para lá entrar, é preciso lero livro de S. Cipriano ao contrário, e picar a moura encantada comum alfinete de ouro. Quem o fizer quebra-lhe o encantamento, ficacom o tesouro e casa com ela. Só que ainda ninguém o conseguiu.
  11. 11. Lenda da Pedra Alta Diz a lenda que esta pedra se abriu para esconder Nossa Senhora quando era perseguida pelos romanos que queriam matar o Menino Jesus. De acordo com a tradição, quem visita a Senhora da Graça pela primeira vez e vai à Pedra Alta, será enganado pelos amigos que lhe pedem que lá encoste a cabeça para poder ouvir o mar. Depois, com uma pequena pancada obrigam-no a dar uma turra no granito e mesmo que não consiga ouvir o mar ficará a ver as estrelinhas certamente!
  12. 12. Lenda da CiníniaConta uma das lendas ligadas ao Monte que, durante a ocupação daPenínsula Ibérica, no século II antes de Cristo, as legiões romanascomandadas pelo Cônsul Décio Juno Bruto chegaram, durante oVerão, até junto da cidade “Cinínia”, ou “Canínia” da tribo dosTamecanos, famosa pela produção de ferro com que fabricavam as suasarmas. Receando, talvez, a sua resistência, Décio Juno Bruto mandouemissários dizendo que se a cidade entregasse o seu ouro, não seriainvadida pelas legiões. Os Tamecanos, do alto do Monte Farinha, onde sesituava a famosa cidade responderam: - Os nossos avós não nos deixaram ouro para comprar a avidez de umgeneral romano, mas deixaram-nos ferro com que nos defendêssemosdele. A cidade foi arrasada, mas a resposta ficou na história e na lenda. Estalenda leva a crer que a primeira construção do Santuário tenha sido feitacom as pedras das ruínas da cidade do Monte dos Palhaços. A Cinínia ouCanínia seria hoje a Caínha, lugar que pertence à freguesia de Mondim eque fica aos pés do Monte da Senhora da Graça.
  13. 13. Lenda dos pescadoresDiz a lenda que, alguns pescadores que andavam perdidos no mar, teriamavistado no meio do temporal uma capelinha caiada no cocuruto dummonte distante e rezaram pela protecção daquela Senhora. Durante anoite, Nossa Senhora abandonou o seu altar, deixando o ermitão muitopreocupado e foi salvar os pescadores. O zeloso guarda da montanhachegou mesmo a pensar que a teriam roubado. Ao outro dia quando voltouà capela, a imagem estava de novo no seu lugar, cheirando a sal e a mar ecom o manto repleto de camarinhas. Mais tarde, os marinheiros vierampara agradecer o milagre e para presentearem Nossa Senhora com umbarco de madeira, uma redoma de vidro e o ouro de um cordão. Aindahoje, por devoção, muitos pescadores da nossa costa trazem ofertas aNossa Senhora da Graça. Ainda hoje se canta: Nossa Senhora da Graça Tem uma redoma de vidro bis Que lhe deu um marinheiro Que se viu no mar perdido bis
  14. 14. Lenda da Moura encantadaDe facto este é um monte que está rodeado de muitas lendas e demuitos mistérios. Diz uma delas que, numa enevoada manhã de S. João,um pequeno pastor que guardava o gado lá para as bandas dos Palhaços,viu uma enorme e estranha luz que quase o cegava completamente.Primeiro tentou fugir, mas como se a curiosidade fosse maior do que omedo, teve que olhar mais uma vez. Viu então uma linda e rica mourarodeada de tesouros, que o chamava irresistivelmente. - Vem cá! Levatodo o ouro que quiseres, mas não contes a ninguém e sobretudo nãoolhes para trás! O pequeno pastor assim o fez. Encheu o bornal e acoirada de ouro e partiu correndo pelo monte abaixo. Só que, a meio dadescida, qualquer coisa mais forte do que ele o obrigou a olhar para tráse ver uma vez mais aquela luz maravilhosa. Depois de chegar a casa e tercontado o acontecido, abriu o bornal para mostrar o ouro aos familiares,mas o encanto tinha desaparecido: o ouro tinha-se transformado emescórias (rojões de ferro) e ainda hoje se encontram espalhadas pelomonte em grande quantidade, que o pequeno pastor deixou cair na suacorrida desenfreada para casa.
  15. 15. Lenda do raio de solNuma das vertentes do monte, na zona circundante domenir da Pedra Alta morou um estranhopersonagem, conhecido como “O homem dasCorujeiras”, a quem eram atribuídos misteriosospoderes. O nosso homem costumava deslocar-se àmilenar Igreja de Atei para assistir à Missa dominical.Chegava, despia o capote e atirava com ele para umraio de luz que entrava por uma das frestas do granito.O capote ficava, milagrosamente, suspenso naqueleraio de luz esplendoroso.
  16. 16. Lenda da serpenteDiz a lenda que quando a serpente seenroscar, três vezes, no monte de NossaSenhora da Graça, o fim do mundo estarápara chegar.
  17. 17. Lenda do ermitãoDiz a lenda que um ermitão de Nossa Senhora, com aurade santidade, foi assassinado, à traição, junto do menir daPedra Alta. Está sepultado junto aos degraus da escadariado santuário e ainda hoje se acendem velas, em suamemória, no local onde foi assassinado.Nossa Senhora da GraçaQu’é do vosso ermitão?No lugar da Pedra Alta,Lhe fizeram a traição
  18. 18. Neste concelho realizam-se diversas festascomo a Nossa Senhora da Graça (quinta-feirada Ascensão) e a Nossa Senhora de Fátima(12 e 13 de Julho) em Atei; a Nossa Senhorade Fátima (último domingo de Junho) emVilar de Ferreiros; o S. Bartolomeu (24 deAgosto) em Bilhó; o S. Jorge (terceirodomingo de Páscoa) em Paradança; o S.Vicente (segundo domingo de Agosto) emErmelo; a Santa Bárbara (primeiro domingode Junho) em Campanhó e o São JoãoBaptista (24 de Junho) em Pardelhas. A festado concelho realiza-se entre 22 e 25 deJulho, sendo o Feriado Municipal, a 25 deJulho.
  19. 19. FEIRA DA TERRA A Feira da Terra é um acontecimento marcante deBasto. Pretende ser um forte meio de promoção e divulgaçãodos seus produtos locais e um instrumento de combate aoêxodo rural e ao esquecimento de toda a Região. A Feira tem por norma a duração de quatrodias, sendo o horário nocturno o de maior afluência devisitantes, o que lhes proporciona a oportunidade de saborearos pratos típicos e apreciar os vários expositores ao som decantares e dançares tradicionais representados por grupos daregião.
  20. 20. SOLENIDADE DO CORPO DE DEUS A antiquíssima procissão do Corpo de Deus com laivos medievais em que o Santíssimo percorre as ruas do velho burgo sob lindíssimos tapetes de pétalas de flores e murta dos jardins de camélias de Basto, continua nos dias de hoje a ser um grande cartaz para a terra.
  21. 21. NOITE DE ROMEIROS DE SANTIAGOA noite de 24 de Julho, noite dos Romeiros deSantiago, que a Câmara Municipal instituiu natentativa de recuperar a ancestral Romaria, revela-se, hoje, como o principal cartaz das Festas doConcelho de Mondim de Basto.
  22. 22. TecelagemA tecelagem é uma das artes mais antigas do concelho e estáintimamente ligada à cultura do linho. É, ainda hoje, aexpressão mais viva do artesanato em Mondim de Basto. Astecedeiras eram figuras emblemáticas da nossa culturapopular e marcaram o mundo rural, perpetuando o sabermilenar de tecer o linho e a estopa.
  23. 23. TamanqueiroEm Paradança António de Carvalho é o últimodos tamanqueiros de Mondim e tem venda aopúblico.
  24. 24. Cantaria
  25. 25. Em termos de gastronomia, merecem destaque o cabrito assado, milhosou milharos com coelho, Caldo de farinha, couves com feijões e carne deporco e o bom vinho verde de Mondim de Basto.Temos ainda as deliciosas cavacas e Chila dourada
  26. 26. Como fazerIngredientes Peneira-se a farinha com o bicarbonato e o sal para um alguidar. Faz-se uma cova no meio onde se deitam 2 ovos inteiros e as 8Para as cavacas: gemas, o azeite, a aguardente e a raspa da casca do limão. Batem-se estes ingredientes à mão durante 1 hora (20 minutos na500 gr de farinha de trigo batedeira eléctrica). Depois juntam-se, um a um, batendo os restantes ovos inteiros.1 colher de chá de bicarbonato de sódio Esta adição faz-se baseada para se poder observar a textura da1 colher de chá (rasa) de sal massa. Quando cobrir a mão, a massa está pronta, admitindo-se que não10 ovos inteiros sejam necessários os ovos todos. Deixa-se a massa repousar cerca de 1 hora, depois do que é deitada8 gemas às colheradas em tabuleiros ligeiramente untados com azeite e polvilhados com farinha.1/2 L de azeite As colheradas de massa devem ficar bem distanciadas, porque a1 cálice de aguardente bagaceira massa alastra. Levam-se as cavacas a cozer em forno bem quente (220º a 250ºC).1 limão Depois de cozidas e frias, as cavacas são cobertas com as claras batidas com o açúcar, devendo esta cobertura estar bem espessa oPara a cobertura: que se consegue, batendo.8 claras À medida que se vão cobrindo com a cobertura, dispõem-se as cavacas sobre caruma e põem-se ao sol a secar.500 g de açúcar pilé Evidentemente que esta operação também pode ser feita numa estufa ou forno, desde que a temperatura não seja superior a 50ºC.
  27. 27. • Como Fazer• Ingredientes • Leve ao lume o doce de chila, juntamente com o leite, e deixe ferver, até obter um preparado cremoso.600 g de doce de chila0,5 l de leite • Baixe para lume brando e mexa8 gemas continuamente, para não agarrar ao tacho.canela em pó q.b. • Retire o doce do lume e adicione-lhe as gemas, passando-as por um passador. Decore com canela a gosto.

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