Apresentação português -_dia_10.10.2014

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Apresentação português -_dia_10.10.2014

  1. 1. A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO Autor: Marcos Bagno Capítulo III - I a IV ALBERTO BARROS BRUNA MARIA DE MACEDO NEVES ELIEL SERGIO DE FARIAS JUNIOR FERNANDA RAFAELA BARRETO MARIA RAPHAELA NEIVA BATISTA RONI
  2. 2. TÓPICO I – RECONHECIMENTO DA CRISE COMO ROMPER O CÍRCULO VICIOSO DO PRECONCEITO LINGUISTICO? GRAMÁTICA TRADICIONAL ENSINO TRADICIONAL LIVRO DIDÁTICO
  3. 3. QUAL A ORIGEM DA CRISE?
  4. 4. INFLUÊNCIAS: COLONIZAÇÃO; CULTURA; SOCIAL
  5. 5. O QUE É NORMA CULTA?
  6. 6. O QUE É NORMA CULTA?
  7. 7. TRÊS PROBLEMAS BÁSICOS: - Quantidade injustificável de analfabetos 18 a 20 milhões de analfabetos com mais de 15 anos de idade; Milhões de crianças em idade escolar que não frequentam nenhuma escola; Em torno de 45 milhões de pessoas frequentaram a escola por um período insuficiente, os chamados analfabetos funcionais ou semi-analfabetos; Baixo índice de escolaridade x Uma das maiores economias do mundo
  8. 8. TRÊS PROBLEMAS BÁSICOS: - Falta de desenvolvimento das habilidades linguísticas no nível da norma culta Os brasileiros não tem a cultura de ler e escrever e isso pode ser consequência da forma tradicional de como o português é ensinado e cobrado; É mais fácil falar e escrever outro idioma do que a nossa própria língua.
  9. 9. TRÊS PROBLEMAS BÁSICOS: - Dilema do que de fato é a norma culta A norma culta está mais voltada para uma tradição gramatical conservadora do que para a língua usada pelos cultos do Brasil; Existe uma grande distância entre a norma culta real e norma culta ideal.
  10. 10. TÓPICO II – MUDANÇA DE ATITUDE
  11. 11. COMO UNIFICAR A NORMA ESCRITA COM A FALADA Avanços das ciências, da linguagem e da educação
  12. 12. O USO DA LINGUA PADRÃO As razões pelas quais não se aprende, ou se aprende mas não se usa um dialeto padrão:  Diferenças entre fala e escrita  Político-cultural  Cognitiva
  13. 13. O ESTUDO DA LINGUÍSTICA  Não é um projeto inimaginário nem novo, apenas obvio  Medidas: ler e escrever  Ensinar ou deixar aprender
  14. 14. COMO SABER O QUE É CERTO OU ERRADO?  Dicionários  Gramáticas  Hipóteses
  15. 15. TIPOS DE GRAMÁTICAS  Gramáticas Normativas  Gramáticas Descritivas  Gramáticas Internalizadas
  16. 16. TÓPICO III O QUE É ENSINAR PORTUGUÊS?
  17. 17. Um novo mito? O que é um usuário competente da língua? - Conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais; - Utilizar as diferentes linguagens verbal, musical, matemática, gráfica, plástica e corporal como meio para produzir, expressar e comunicar suas ideias, interpretar e usufruir das produções culturais, em contextos públicos e privados, atendendo a diferentes intenções e situações de comunicação; - Pode-se dizer que, apesar de ainda imperar no tecido social uma atitude corretiva e preconceituosa em relação às formas não canônicas de expressão linguística, as propostas de transformação do ensino de Língua Portuguesa consolidaram-se em práticas de ensino em que tanto o ponto de partida quanto o ponto de chegada é o uso da linguagem. - Nessa perspectiva, língua é um sistema de signos específico, histórico e social, que possibilita a homens e mulheres significar o mundo e a sociedade. Aprendê-la é aprenderão somente palavras e saber combiná-las em expressões complexas, mas apreender pragmaticamente seus significados culturais e, com eles, os modos pelos quais as pessoas entendem e interpretam a realidade e a si mesmas.
  18. 18. NOVA GRAMÁTICA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO • Trata-se do mais atualizado registro da norma falada no território nacional e revela a inter-relação entre categorias gramaticais e categorias cognitivas. • O autor busca compartilhar com seu leitor a confecção de uma gramática descritiva da língua portuguesa usada pelos brasileiros a partir de uma postura científica, e não normativa de nossa língua materna. • A obra trata de temas imprescindíveis em uma gramática, tais como: o que se entende por língua e por gramática (capítulo 1); o sintagma verbal (cap´ıtulo10); o sintagma nominal (capítulo 11); • Mas inova e se diferencia do que conhecemos até hoje ao discutir pontos como: história do português brasileiro (capítulo 3, em que apresenta história social, englobando: expansão do português europeu, a lusitanização do Brasil, os ´índios, os africanos e os imigrantes europeus, mudança gramatical e a formação do português brasileiro);
  19. 19. Português x Português
  20. 20. NÃO ERRA SUA LÍNGUA CONHECIMENTO IMPLÍCITO LÍNGUA MATERNA
  21. 21. GRAMÁTICA NORMATIVA VARIEDADE PADRÃO AGRAMATICAL
  22. 22. É FRUTO DE UM GESTO POLÍTICO, É DETERMINADA POR DECRETO. É RESULTADO DE NEGOCIAÇÕES E PRESSÕES DE TODA ORDEM (GEOPOLÍTICAS, ECONÔMICAS E IDEOLÓGICAS)
  23. 23. Super-interessante Um agravante, um atenuante Todo mundo Qualidade que você gosta O banco que você confia A janta está na mesa Desculpe a nossa falha

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