www.aproffesp.pro.br
Confira nesta edição:
A GREVE CONTINUA!Confira na página 2 a NOTA DA APROFFESP EM APOIO A GREVE DOS P...
www.aproffesp.pro.br
Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo
NOTA EM APOIO À GREVE DOS ...
www.aproffesp.pro.br
A EDUCAÇÃO, O ENSINO RELIGIOSO E A FILOSOFIA SOB A
PERSPECTIVA DE DUAS DIMENSÕES: ESTADUAL E MUNICIPA...
www.aproffesp.pro.br
no centro de uma cidade interiorana, que neste
caso tem como referência a cidade de Taubaté -
talvez ...
www.aproffesp.pro.br
A CAVERNA EM QUE INSISTIMOS EM PERMANECER
Por Carlos Beloto
Acredito que se fosse dado a todos os ser...
www.aproffesp.pro.br
mais autônoma possível, teríamos saído da
caverna (referência ao mundo das aparências),
conforme Plat...
www.aproffesp.pro.br
O PROFESSOR AVISOU QUE A AULA SERIA NA RUA
Por Ademir Alves de Lima
Graduado e licenciado em filosofi...
www.aproffesp.pro.br
Leia o projeto na íntegra:
PROJETO DE LEI Nº 194, DE 2015
Dispõe sobre a inclusão do estudo da Filoso...
www.aproffesp.pro.br
Do ponto de vista econômico e das relações de produção devemos rever nossas afinidades
filosóficas di...
www.aproffesp.pro.br
Na página 13 do capítulo 1, do livro de Filosofia, da coleção Explorando o Ensino, volume 14 do
Minis...
www.aproffesp.pro.br
A vitória parcial no Senado não se completou. No dia 09 de outubro do mesmo ano foi publicado no
Diár...
www.aproffesp.pro.br
concorrer com o sindicato estadual dos professores, haja vista que do ponto de vista sindical global
...
www.aproffesp.pro.br
O que é lógica? Para que serve o estudo da
lógica? Como afirmou Charles Sanders Peirce,
poucas pessoa...
www.aproffesp.pro.br
DOXIADIS, A. Logicomix: Uma jornada épica em
busca da verdade. São Paulo: Martins Fontes,
2010.
HAACK...
www.aproffesp.pro.br
O “FATOS URGENTES” é uma publicação da APROFFESP (Associação dos Professores de Filosofia
e Filósofos...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

2 boletim aproffesp

246 visualizações

Publicada em

Boletim informativo - Aproffesp - para conhecimento de todos.

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
246
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

2 boletim aproffesp

  1. 1. www.aproffesp.pro.br Confira nesta edição: A GREVE CONTINUA!Confira na página 2 a NOTA DA APROFFESP EM APOIO A GREVE DOS PROFESSORES DE SÃO PAULO. FATOS URGENTES APROFFESPASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS DO ESTADO DE SÃO PAULO BOLETIM INFORMATIVO Nº 2 – 18 de abril de 2015 Deputado Estadual CARLOS GIANNAZI propõe inclusão do estudo da Filosofia no currículo escolar do ensino fundamental. Leia o projeto na integra na página 8. A Educação, o Ensino Religioso e a Filosofia sob a perspectiva de duas dimensões: Estadual e Municipal. Por Anderson Araujo – Página 3 A caverna em que insistimos em permanecer. Por Carlos Beloto – Página 5 O professor avisou que a aula seria na rua. Por Ademir Alves Lima – Página 7 Conheça o Curso de Extensão: Introdução a Lógica com a professora: Mônica Aiub – Página 13
  2. 2. www.aproffesp.pro.br Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo NOTA EM APOIO À GREVE DOS PROFESSORES No dia 13 março de 2015 os professores do Estado de São Paulo decidiram mais uma vez, em Assembleia Estadual no vão do MASP – Av. Paulista, entrarem em greve por tempo indeterminado. Fica evidente o descaso do governo estadual para com os educadores, desrespeitando a lei nº 11.738/2008, da jornada de trabalho, dividindo os profissionais em subcategorias, como “F”, “O”. Tudo isso é um profundo desrespeito para com os alunos, professores e a sociedade em geral. É nesse momento que os professores devem se unir para fazer valer sua força, união e organização, conquistando direitos como consta da pauta de reivindicações historicamente desconsiderada pelos sucessivos governos. Assim sendo, os professores, nesse momento, devem mostrar ao governo do Estado que a nossa categoria é unida e não admite ser desrespeitada, principalmente em seus direitos garantidos por lei, como a jornada da Lei do Piso, que o governo de Geraldo Alckmin não cumpre! Não é mais possível aceitar as péssimas condições de trabalho a que somos submetidos nas escolas: péssima infraestrutura, superlotação e fechamento de classes, contratação precária, duzentena, demora nos processos de aposentadoria, vale alimentação ridículo de R$8,00 e que nem todos recebem, etc. Com todo esse desrespeito e desvalorização, o professor ainda é responsabilizado pelo governo e a grande mídia como o principal culpado pela má qualidade e fracasso da educação. Por acaso fomos nós que inventamos a “aprovação automática”? Neste sentido e por tudo isso, a APROFFESP vem apoiar e juntar-se à luta da nossa sofrida e desrespeitada categoria de professores de nosso Estado. Neste momento os professores devem deixar claro ao governador e à sociedade que não aceitam migalhas, como o abono salarial, o qual deveria ser incorporado ao nosso salário e não ser distribuído como dádiva aos “competentes”, sem critérios objetivos e transparentes de avaliação. Pela reposição das perdas salariais (75%), pelo fim da escravidão da “categoria O”, pelo cumprimento da jornada da lei do piso, em defesa do IAMSP, por um novo estatuto do magistério e pela convocação dos aprovados no último concurso público. Nesse sentido, fazemos um chamado as demais entidades do Estado de São Paulo (CPP, UDEMO, AFUSE, APASE ) e demais entidades comprometidas com a educação pública brasileira. 2
  3. 3. www.aproffesp.pro.br A EDUCAÇÃO, O ENSINO RELIGIOSO E A FILOSOFIA SOB A PERSPECTIVA DE DUAS DIMENSÕES: ESTADUAL E MUNICIPAL. Anderson Araujo Publicado na pagina da APROFFESP Taubaté. 21 de março de 2015 -14:06 O que dizer acerca destas duas dimensões que ainda não tenha sido dito? Pois bem, talvez, a diferença básica seria que o município procura assumir em um maior grau e intensidade o ensino fundamental, ficando com um mínimo de responsabilidade quanto ao ensino médio. Em contrapartida, o estado seria o reverso desta primeira condição, pois, assume seu foco no ensino médio não abrindo mão de um mínimo do ensino fundamental. Até pouco tempo, cada qual, estado e município, andavam por linhas paralelas no que se refere a educação - currículo e modalidades de ensino. No entanto, atualmente, parece haver um estreitamento destes caminhos que buscam pontos convergentes e parecem ter como objetivo, certa padronização no ensino. Outro ponto de destaque que convém ressaltar é uma discreta diferença salarial entre município e estado em que o primeiro se sobressai ao segundo, pois, quanto à educação, o salário é mais atrativo. Não obstante, quanto à fragmentação de classe entre professores e professoras, não parece ser diferente comparando-se estado e município. Não há consenso e o que temos são ilhas, pequenos grupos, aqui e acolá, que vez por outra, se juntam e reivindicam melhorias de condições de trabalho e salário. No que tange ao trabalho sindical, o estado está, relativamente, mais bem equiparado que o município, pois, o sindicalismo do município é patronal. Há que se considerar a questão relativa que proponho, pois, apesar dos professores e professoras do estado ter como base um sindicato que já tem certa tradição, a meu ver, também, não o deixa de ser um tanto que patronal, talvez, de forma mais sutil que o município que assim o é de maneira explicita e escancarada. Talvez, o que seja mais claro e simples de se exemplificar como argumentação seja que, no estado, as pequenas causas, tais como assédio moral, injustiça com o funcionário, perseguições de gestão escolar de casos individuais, etc., encontrem um maior amparo jurídico e, portanto de defesa de direitos enquanto que no município, não existe tal amparo jurídico, pois, os funcionários, caso sejam prejudicados, precisam desembolsar de seus próprios vencimentos, o custo do apoio jurídico. Porém, a relação entre um e outro quanto à questão sindical em termos de posições coletivas, estadual e municipal, ambos defendem mais interesses patronais do que o do próprio funcionalismo, embora o sindicato estadual, em proporção mais adequada, consiga obscurecer e esvaziar tal percepção tendencial, esta, que a mantém e a define em ser o que é e a quem , de fato, representa, basta que se reconsidere as últimas conquistas que proclamam aos sete ventos e que trazem em seu bojo. Ademais, quanto ao ensino fundamental, observemos a relação entre ensino religioso e filosofia com ênfase ao que cabe a responsabilidade municipal. O Ensino Religioso como disciplina no ensino fundamental ocupa uma posição irrelevante quanto às demais disciplinas, pois, possui uma carga mínima de uma aula por semana em cada série. A experiência de lecionar tal disciplina é um verdadeiro desafio, pois, encontra fortes resistências ideológicas no que tange a diversidades de crenças. Discorrer acerca de qualquer crença que não haja um componente cristão causa indiferença quando não, tonalidades ofensivas e agressivas que se expressam por meio de uma espécie de demonização do professor ou professora da disciplina em questão. Vale ressaltar que tal quadro, tanto se repete na periferia quanto 3
  4. 4. www.aproffesp.pro.br no centro de uma cidade interiorana, que neste caso tem como referência a cidade de Taubaté - talvez isto ocorra de modo diferente em outras cidades. Com certo receio de uma divagação imprópria, talvez seja possível observar o cenário de uma comunidade sob três perspectivas quanto a questão da postura comum frente a disciplina de Ensino Religioso na escola, a saber: uma posição fundamentalista cristã, uma posição com certa tendência de apologia ao crime e uma vida marginal, e finalmente uma postura de outras crenças - (não cristãs) e que se confunde com uma postura de indefinição e indiferença. Quanto à primeira, a posição fundamentalista cristã, alguns alunos e alunas, algumas vezes, apresentam um discurso que é mera reprodução do que ouviu de alguém, pois não conseguem argumentar e se posicionam em comportamentos repetitivos e teimosos, inviabilizando o diálogo sobre outras possíveis maneiras de pensar o próprio discurso que já trazem pronto. O mundo a partir desta visão, é dividido em duas partes, os bons e os maus, de um lado Jesus e de outro Satanás ou o diabo. Ao mesmo tempo em que se há um retrocesso, há também algo curioso, pois retrocedemos a não superação do maniqueísmo e corremos o risco de apagar as reflexões filosóficas de Agostinho, bem como manter uma divisão que obscurece a divisão social e legitima as injustiças que advém de tal obscurecimento. Acerca da tendência da apologia ao crime ou a vida marginal é o que faz frente a posição fundamentalista religiosa. Tal postura, encontramos em alunos e alunas que vem para sala de aula e para a escola. Talvez pareça errado ou em risco de uma generalização apressada demais, porém, alguns alunos e algumas alunas que se apresentam em tal postura assim o fazem como uma espécie de mecanismo de defesa, como escudo de uma vulnerabilidade humana pela qual procuram a todo custo escondê-la sem qualquer resquício ou possibilidade de serem flagrados. Afinal a escola é um ponto de encontro de uma diversidade que se abstém de sua liberdade ou aquilo que acreditam possuir como tal, em prol de uma obediência temporária onde sua bagagem se reduz a uma mochila e ao que traz dentro desta mochila. Também em seus discursos reproduzidos há uma divisão implícita e profunda, certa identificação de uma curiosa irmandade que se estabelece pelo vínculo de um vício qualquer ou de uma desgraça ou miséria que legitimam sua agressividade frente ao mundo. São meninos e meninas. Os temas da disciplina do Ensino Religioso os deixam em estado de ceticismo e indiferença, sempre evasivos quando a questão é pensar. Finalmente, a terceira tendência, os alunos e alunas que vem de famílias que praticam outras crenças que não as cristãs. Estas e estes, geralmente evitam tornar pública, suas crenças, o medo prevalece, pois, temem o achincalhamento do que na verdade, parecem não saberem ao certo no que e como acreditam no que, de fato, pensam acreditar. São mais abertos ao diálogo em classe e tal abertura advém de uma discreta indefinição de crenças. São alunos e alunas que estão mais próximos ao exercício da reflexão que os demais. Contudo, tendo em vista o obstáculo que proporciona tal diversidade, as escolas municipais tem adotado o ensino religioso sob uma perspectiva filosófica, o que , atualmente , vem sendo padronizado em um currículo que se estende do sexto ao nono ano. A ênfase do currículo são as questões filosóficas quanto ao exercício do raciocínio a partir da importância das ideias, do ato de filosofar, dos conhecimentos empíricos, intelectuais e os conhecimentos da fé, da importância das palavras e da memória, enfim, o ensino religioso parece que caminha a passos largos a recepção da filosofia no ensino fundamental. Portanto, quanto à educação, a transição do ensino religioso para a filosofia e a padronização dos currículos e as modalidades do ensino são os primeiros sinais de uma convergência que, gradualmente, legitimam-se como pontos de convergência entre estado e município. 4
  5. 5. www.aproffesp.pro.br A CAVERNA EM QUE INSISTIMOS EM PERMANECER Por Carlos Beloto Acredito que se fosse dado a todos os seres humanos a oportunidade de pensar da maneira mais autônoma possível, teríamos saído da caverna (referência ao mundo das aparências), conforme Platão ilustra em sua obra A República, na passagem sobre o “Mito da Caverna”. A grande questão é: Estamos dispostos a sair de nossas cavernas e nos deixar guiar pela luz do sol que ilumina o mundo exterior a essas cavernas? O assunto que desejo abordar é um pouco complexo. O que não deveria ocorrer, caso tivéssemos uma educação que valorizasse as ciências humanas e a filosofia. Infelizmente, nossa sociedade não foi ensinada sobre a importância de entender o mundo a partir de conhecimentos que analisam os vários fenômenos sociais que estamos ligados direta ou indiretamente. Como consequência, um povo altamente despolitizado. As redes sociais possibilitaram, dentre outras coisas, evidenciar a grande dificuldade das pessoas em assimilar conceitos básicos para o bom entendimento do que são as diversas correntes ideológicas e suas divisões. Muitos, por exemplo, afirmam ser marxistas sem ter lido sequer uma obra de Karl Marx ou de alguém que procure elucidar o pensamento deste autor. Como não bastasse, aqueles que se dizem discordar das ideias do referido pensador, muito menos. Entretanto, ambas as partes se acham no direito de expressar suas impressões sobre Marx, sem ter o mínimo conhecimento prévio para dialogar com alguém. Não estou aqui a afirmar que essas pessoas não deveriam dizer nada. Muito pelo contrário, elas devem dizer o que pensam. Mas devem fazê-lo com propriedade, conhecer o que de fato defendem. Se não, torna-se o que chamamos de doxa, ou seja, uma opinião baseada no senso comum, sem nenhuma reflexão sobre este ou aquele assunto. Tendo apenas a intenção de perpetuar tradições, preconceitos e, na maioria das vezes, justificar discriminações. A mídia, em especial as que pertencem aos grandes grupos corporativistas, contribui para essa (de)formação que leva a maior parte da população, até mesmo grande parte da mais “letrada”, a um estado de espírito incapaz de ver além das linhas do horizonte, de conseguir fazer um leitura crítica da realidade em que está inserido. Os meios de comunicação que tanto falamos serem ferramentas que aproximam as pessoas, e, com a globalização e o advento da internet, nos permitem saber, quase em tempo real (ou real mesmo), o que se passa em qualquer canto do planeta, também são utilizados para distanciar indivíduos do conhecimento fundamentados na análise crítica, na observação e no uso da razão, a epistéme. Acredito que se fosse dado a todos os seres humanos a oportunidade de pensar da maneira 5
  6. 6. www.aproffesp.pro.br mais autônoma possível, teríamos saído da caverna (referência ao mundo das aparências), conforme Platão ilustra em sua obra A República, na passagem sobre o “Mito da Caverna”. A grande questão é: Estamos dispostos a sair de nossas cavernas e nos deixar guiar pela luz do sol que ilumina o mundo exterior a essas cavernas? Essa luz do sol, que podemos entender aqui como o conhecimento, está à disposição de todos aqueles que a buscam, talvez muitos podem, assim, dizer. No entanto, por se encontrar numa caverna, na caverna individual de cada ser, só se poderá ter contato com essa luz através da decisão de ouvir aquele que se libertou das correntes, que são as opiniões (doxa), e deseja mostrá-las aos demais. Na metáfora de Platão, trata-se do filósofo que, por meio da filosofia, se libertou dos preconceitos e conhecimentos errôneos, e quer dar a oportunidade aos outros de adquirirem conhecimentos. E não é um conhecimento doutrinário ou do estilo autoajuda, os quais dependem de alguém iluminado, superior, que conduz as pessoas ao bem maior. A filosofia, na verdade, propõe fazer dos homens e mulheres seres autônomos intelectualmente. Quer dizer que, ao invés de se guiarem pelo o que lhe é dito, eles e elas construirão sua própria forma de ver o mundo, longe de superstições e aparências. O termo “filósofo” significa literalmente “amigo da sabedoria”. Neste sentido podemos dizer que filósofo é muito mais do que um título acadêmico. É alguém que ama tanto o conhecimento que busca a todo o custo adquiri-lo, pelo simples prazer de aprender. Eis aqui o problema maior: há uma campanha crescente, digo sempre, para que as pessoas não tenham o estímulo necessário para aprender. E não é à toa! “Seria uma atitude muito ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que permitissem às classes dominadas perceberem as injustiças sociais de forma crítica”, disse Paulo Freire. Diga-se de passagem, que este grande intelectual e educador, foi alvo de críticas das manifestações ocorridas nas últimas semanas. O que me causou um choque, pois, independente de sua orientação política, as contribuições dele para a educação foram e são relevantes. Seja como for, o caminho de volta à caverna começou a ser seguida por muita gente que prefere se acomodar no meio da escuridão do que sentir a dor que a claridade provoca, no início, quando em contato com a luz. Esquece que tal dor é passageira. Assim que os olhos se acostumam, perceberá que há um mundo fantástico a ser compreendido e desvendado. É uma pena ver que a mídia deseja nos ver presos às ideologias que nos escravizam e nos mantém longe de todo o conhecimento que poderia beneficiar a humanidade. Bom, nem sempre causa algum bem. Mas, ao menos, viabiliza tentar um mundo melhor. 6
  7. 7. www.aproffesp.pro.br O PROFESSOR AVISOU QUE A AULA SERIA NA RUA Por Ademir Alves de Lima Graduado e licenciado em filosofia pela PUC-MG Professor na rede pública estadual de São Paulo e Membro da diretoria da APROFFESP No dia 25/03/2015 a aula começou um pouco atrasada, sabe como é.... Professores em greve..., às 15:00 os “alunos” estavam a presentes na praça Afonso Pena na cidade de São José dos campos era uma aula diferente como querem os “alunos” e o “professor”, neste ponto há concordância, enfim os nossos objetivos são os mesmo pelo menos no discurso. Estava lotada, mas uma aula na rua há espaço, não poderia ser na quadra, claro..., tínhamos 500 “alunos”, todos interessado, motivados, que até faltaram o serviço, vieram de longe cada um como pode, de carro de ônibus o que é certo, não queriam perder esta aula, outros queriam ter vindo, mas sabendo que o “professor” é uni presente e controla a vida dos alunos, acharam por medo ou por não terem condições financeiras, sabe como é o consignado..., mas fato é que muitos gostariam de estar presente, mas foram justificados e os colegas passarão a lição dada e certamente aprenderão se não aprender sabe como é... o “professor” sabe se enganar muito bem ou não. Com o contingenciamento de 800 bilhões, o “professor” faltoso não iria conseguir dar uma boa aula pode até ter boa intenção, mas é pouco só de boa intenção como diz o ditado popular o inferno está cheio, mas purgatório é a sala de aula com mais de 50 alunos, menos um professor coordenador e baixo salário etc. como não queremos ir junto para o inferno nos dispomos a ajudar o professor até porque ele faltou à aula nesta tarde, ainda bem que ele ainda pode abonar... Saímos pelas ruas, com apitaço, bandeirola, tamborim, pandeiro, gritos de guerra, aliviando nossa angustia, se o professor comparecesse, poderíamos pelo menos debater. Imagine... como se justificaria, ele professor comprometido com a vida, vida de crianças e adolescente que quanto maior o investimento, melhor a qualidade como ele mesmo demonstra quando se refere as escolas de tempo integral. Mas, será que ele nos mostraria a planilha de custo e afirmaria que diante da conjuntura não tem solução...para escolas regulares que são maioria e de alunados mais vulneráveis, me lembra o impasse daquela estudante manifestante do passe livre diante daquele prefeito, que só vê a realidade e decide pela planilha e não pelo valor da vida. Mas, voltemos a aula: foi boa. A comunidade por onde passávamos, mesmo sem muitas explicações, iam apreendendo a lição, tanto é que iam aumentando o alunado, aprendiam crianças de colo, adolescentes, velhos até andarilhos entendiam. Como o professor faltou o tema foi cidadania, chegamos ao nosso destino, no caso a portaria da Diretoria de ensino de São José dos campos, tentamos ensinar a estes, mas acho que foi em vão, gastamos ali, 50 minutos, mesmo se gastássemos os outros 10, acredito que pouco aprenderiam, e ficariam irritados, pois ficaram calados, sabe aquele alunos entocados, bem comportados e arrumados a gente não sabe se ele sabe ou não, pelo menos deveriam saber, mas parecem que sabem, mas certamente não tiveram uma aula na rua, se tiveram teriam que fazer a provinha... mas acho que ficaram com gosto, pelo menos o tema eles já ouviram falar, cidadani. 7
  8. 8. www.aproffesp.pro.br Leia o projeto na íntegra: PROJETO DE LEI Nº 194, DE 2015 Dispõe sobre a inclusão do estudo da Filosofia no currículo escolar do ensino fundamental. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA: Artigo 1º - O ensino de Filosofia fica incluído no currículo escolar das séries do ensino fundamental. Artigo 2º - O ensino da Filosofia será ministrado por professores com formação específica na área. Artigo 3º - Os sistemas de ensino terão 3 (três) anos letivos para se adaptarem às exigências estabelecidas no artigo 1º, a partir da vigência desta lei. Artigo 4º - As despesas com a execução desta lei serão suportadas por verbas orçamentárias próprias, suplementadas se necessário. Artigo 5º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. JUSTIFICATIVA Há 2.500 anos a filosofia vem navegando no universo do conhecimento e da sabedoria humana. Com a sistematização do pensamento a partir do mundo grego ela vem definindo o jogo político, instituindo e derrubando governos, questionando os modos de produção e instituindo novos poderes. Questiona conceitos morais e éticos, desvenda fenômenos religiosos, provoca revoluções e justificativas processuais, numa cronologia ascendente, ora a partir de eixos cronológicos, ora a partir dos modos de produção existentes, buscando esclarecer e enaltecer a vida do homem no planeta e a sua finitude ou não, ao mesmo tempo em que se renova a cada instante para estabelecer as diretrizes do pensamento educacional e das transformações e revoluções necessárias e urgentes. DEPUTADO ESTADUAL CARLOS GIANNAZI PROPÕE INCLUSÃO DO ESTUDO DA FILOSOFIA NO CURRÍCULO ESCOLAR DO ENSINO FUNDAMENTAL. 8
  9. 9. www.aproffesp.pro.br Do ponto de vista econômico e das relações de produção devemos rever nossas afinidades filosóficas diante do mundo do trabalho, estabelecer a reflexão a partir do seu caráter ontológico e fundante que o mesmo representa. As observações do pensamento a partir da evolução humana estabelece momentos de rupturas e superações como no filme a guerra do fogo, como na expressão do pensamento de Engels: “a transformação do macaco em homem”, os modos de produção vem definindo e delineando os embates de classe, as teorias de Marx fundamentando e combatendo o positivismo ainda militante, assim como o capitalismo em sua profundidade, nos remete a necessidade de darmos um passo a frente do ponto de vista conceitual e da práxis humana, revolucionando as aspirações pedagógicas rumo a edificação do homem e do mundo novo que devemos revolucionariamente construir. No manual do professor do livro “Iniciação à filosofia”, da filósofa Marilena Chauí, primeira edição de 2011, publicado pela Editora Ática, na pagina três, ela define e afirma que a filosofia “Está presente na vida de todos nós. No mundo ocidental, costuma-se dizer que remonta aos gregos. De uma perspectiva mais ampla, podemos dizer que ela está presente na vida do ser humano desde um tempo imemorial, anterior às primeiras civilizações. Dos primórdios do Homo sapiens até as primeiras organizações humanas, cada atitude individual ou coletiva, cada fenômeno físico ou avanço técnico, cada nova percepção dos meandros da alma humana foi entremeada por ações passíveis de analise filosófica”. Um recorte necessário Procurando estabelecer uma relação direta entre o ensino de filosofia no Brasil e o Programa Nacional do Livro Didático, o guia de livros de Filosofia para 2012, este vai afirmar que: “desde 1663, ano em que a filosofia foi pela primeira vez inserida nos currículos das escolas brasileiras tratava-se então da primeira escola de ensino secundário da companhia de Jesus, na Bahia - a presença da filosofia na escola brasileira se deu de forma descontínua e frágil”. Em outra publicação também do Ministério da Educação publicado em 2010, num dos artigos, o mesmo faz referência a três gerações de filósofos, referindo- se sobre o Ensino de filosofia no Brasil. Os autores Marcelo Carvalho, e Marli dos Santos, em um “breve panorama da trajetória do ensino de filosofia nos últimos 50 anos”, afirmam: “Uma missão Francesa constituída de professores de renome daquele país do velho continente chegou ao Brasil na década de 1940 para criar e desenvolver o ensino de filosofia na recém criada Universidade de São Paulo, fundada em 1934, atendendo às demandas de formação intelectual da burguesia paulistana”. 9
  10. 10. www.aproffesp.pro.br Na página 13 do capítulo 1, do livro de Filosofia, da coleção Explorando o Ensino, volume 14 do Ministério da Educação publicado em 2010, o mesmo faz referência a três gerações de filósofos, referindo- se sobre o Ensino de filosofia no Brasil. Os autores apontam ainda alguns momentos marcantes da história e o contexto da filosofia e da sociologia, a saber: a) De 1937-1945, em pleno Estado novo, Getúlio Cria o Ministério da Educação e Saúde pública, para parcelas mais ampla da população do Brasil; b) As mudanças se deram por conta do movimento que defendia a renovação na educação, em que a mesma deveria ser pública e gratuita, laica e obrigatória. Esse movimento foi denominado de “Manifesto dos pioneiros da Escola Nova”. Seguramente esse movimento expressa seu caráter ideológico e a formatação de um projeto da educação brasileira; c) No final da década de 50, ocorre grandes mudanças na educação, fundamentalmente no ensino médio. O Desenvolvimentismo, a abertura do mercado às empresas multinacionais, indústrias automobilísticas, cigarros, farmacêutica e de mecânica; d) A LDB prevista na Constituição de 1946 foi colocada em prática em 1961, durante o governo de João Goulart. A Lei 4024/61 tinha a orientação da não obrigatoriedade do ensino de Filosofia e Sociologia; e) Com o golpe Militar em 1964, a Filosofia e a Sociologia transformou-se num ensino instrumental, com seu pragmatismo autoritário; f) Em 1968 a Filosofia foi retirada de todos os vestibulares do país e, em 1971 a lei 5692/71 eliminou de vez a Filosofia e a sociologia da grade curricular do ensino médio, introduzindo o OSPB. Essa orientação e defesa do regime perdurou de 1964 a 1985; g) Os autores falam que nesse período a filosofia “se manteve no exílio do Ensino Médio Público”; h) A partir dos anos 80 ela reaparece como disciplina optativa; i) Em 1996, com a LDB 939/96 a situação se manteve: No artigo 36, parágrafo 1°, recomendava “domínio dos conhecimentos de filosofia e de sociologia necessários ao exercício da cidadania”; j) Diante desta argumentação, não convincente para os conhecedores da necessidade de conteúdos filosóficos para adolescentes e jovens, no ano 2000 o Pe. Roque Zimmermman, deputado federal do PT no Paraná, elaborou o projeto de lei PL 009/2000 que tornava obrigatória a inclusão na grade curricular do ensino médio as disciplinas de Filosofia e Sociologia. (Escrito por Tânia Rodrigues Palhano, 10 de abril de 2010, no site: O mundo Filosófico); k) O projeto que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional foi aprovado pelo Senado da República no dia 18 de setembro de 2001, após várias manifestações. 10
  11. 11. www.aproffesp.pro.br A vitória parcial no Senado não se completou. No dia 09 de outubro do mesmo ano foi publicado no Diário Oficial da União o veto do Presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que é sociólogo. Conforme notícia do Terra Educação (2001), alegou que com a abertura de novos cargos de professores ter-se-ia um aumento de custos, onde Estados e Prefeituras não iriam suportar a elevação da folha de pagamento e que não existe um número suficiente de profissionais qualificado no mercado, sociólogos e filósofos que garanta o atendimento do projeto. (escrito por Tânia Rodrigues Palhano,10 de abril de 2010,no site o mundo Filosófico); Vale ressaltar que no Estado da Paraíba a Lei n. 7.302/02 foi aprovada em 7 de janeiro de 2003, e determina a obrigatoriedade da disciplina Filosofia nas Escolas Públicas do Estado da Paraíba no ensino médio, a qual não se efetivou na prática. Atualmente a atividade do ensino da filosofia está se consolidando, na esfera pública estadual do ensino médio, com a obrigatoriedade desta disciplina a nível federal. (escrito por Tânia Rodrigues Palhano, 10 de abril de 2010, no site o mundo Filosófico) Elementos e ação para o retorno da filosofia O dia 7 de junho de 2006 ficará na memória e história de mais de trezentos professores e estudantes que compareceram ao plenário do CNE, onde foi aprovado as disciplinas de Filosofia e Sociologia como obrigatórias(resolução 04/06) 1º Encontro Nacional de Filosofia e Sociologia realizado nos dias 22 a 24 de julho de 2007 no Anhembi- SP; Na época apresentei aos delegados um documento básico da proposta organizativa dos professores de Filosofia em nível nacional, realizamos uma plenária dentro do encontro e constituímos a Coordenação Nacional do Coletivo Nacional de Filosofia. Criou-se então o coletivo Nacional de Filosofia em 2007. (http://coletivonacionaldefilosofia.blogspot.com/); Em 2008 houve o IX Encontro Estadual do Coletivo de Filosofia, Sociologia e Psicologia da APEOESP. Várias propostas foram aprovadas no sentido de fortalecer a nossa luta pela efetiva implantação da Filosofia no currículo do Ensino Médio. Uma das polêmicas centrais do IX Encontro do Coletivo de filosofia, Sociologia e Psicologia da APEOESP, foi o enunciado da nossa proposta sobre a necessidade da fundação de uma entidade dos filósofos, concebida sem a pretensão ou preocupação de 11
  12. 12. www.aproffesp.pro.br concorrer com o sindicato estadual dos professores, haja vista que do ponto de vista sindical global estamos muito bem organizados e abrigados nesta entidade; Em 2008 foi aprovada a lei 11.684/08, revendo o artigo 36 da LDB, tornando obrigatória a filosofia e a sociologia no ensino médio; Em Setembro de 2009 tomou posse a primeira Diretoria eleita da Associação dos Professores de filosofia e filósofos do Estado de São Paulo – APROFFESP - numa Plenária Estadual, realizada no dia 26 de Setembro de 2009, na Rua Carlos Petit, nº199, Vila Mariana. Os membros eleitos tomaram posse, tendo por base o resultado das eleições realizadas no dia 26/08/2009, com a votação de 226 professores no Estado (foto da posse). http://aproffesp.blogspot.com/. Em outubro de 2010, membros da diretoria da aproffesp, são recebidos pela Secretaria Estadual de Educação, através da representante da CENP, onde reivindicamos o aumento das aulas de filosofia no ensino médio e a introdução da filosofia no ensino Fundamental. Posicionamos-nos ainda contra os cadernos de filosofia para alunos e professores, haja vista que os mesmos apresentam um conteúdo fragmentado e qualquer conteúdo pertinente deve levar em conta a contribuição dos professores de filosofia da rede do Estado de São Paulo. Percebe-se, a partir destes recortes históricos e da argumentação pela presença da Filosofia no currículo escolar, uma luta de longo tempo, mas contínua e efetiva, pela volta e inclusão definitiva dessa área do conhecimento na escola. Como escreveu a professora Marilena Chauí, uma das estudiosas, professoras e intelectuais mais respeitadas no país, “a Filosofia está presente na vida de todos nós.” E cabe acrescentar: presente na vida de todos nós cotidianamente. Neste sentido, tanto quanto qualquer uma das disciplinas já escaladas para compor o currículo da escola fundamental, a Filosofia deve ter o seu lugar de direito. E com isso, contribuir para dar mais sentido ao mundo contemporâneo. Este Projeto de Lei tem a colaboração e sugestão formuladas pela Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo – APROFFESP. Sala das Sessões, em 16/3/2015 Carlos Giannazi – PSOL 12
  13. 13. www.aproffesp.pro.br O que é lógica? Para que serve o estudo da lógica? Como afirmou Charles Sanders Peirce, poucas pessoas se dedicam ao estudo da lógica, porque a maioria considera que sabe raciocinar. Sabemos de fato ou conhecemos apenas nossa própria forma de raciocinar? Nossa forma de raciocínio nos permite conhecer a realidade ou apenas concluir aquilo que o mundo nos parece ser, sem uma correta investigação sobre o real? Nossa forma de raciocínio nos permite conhecer o que, de fato, pensa o outro? Apesar de ter seu estudo negligenciado por muitos, a lógica ocupa, em nossa sociedade, um lugar de destaque. Para defendermos nossas opiniões, para reivindicarmos nossos direitos, para provarmos que não estamos malucos diante de posicionamentos divergentes, para conhecermos o mundo a nossa volta, para pensarmos juntos e dialogarmos, e para muitas outras atividades, precisamos de lógica. Por outro lado, mesmo os cursos que possuem em seu currículo o estudo da lógica, dificilmente lhe dão o destaque, o tempo e a atenção necessários. Por isso, muitos estudantes concluem seus estudos tendo em seu currículo lógica, mas sem o estudo suficiente e, ainda, com um certo temor à disciplina. Para suprir a carência de estudos sobre lógica, propomos o curso Introdução à Lógica. Ele será o primeiro curso de uma série, que pretende estudar, passo a passo, no ritmo necessário aos estudantes, os elementos fundamentais da lógica e sua aplicação ao cotidiano, seja na leitura da realidade, ou na validação dos discursos. Ementa: O curso de extensão Introdução à Lógica, será um estudo, passo a passo, dos elementos fundamentais da lógica. Com destaque para a importância da lógica e suas aplicações na sociedade contemporânea. Público alvo: Professores, estudantes e demais interessados em estudar ou aprofundar seus estudos em lógica. Requisitos para cursar: Não há. Carga horária: 24 horas. Programa: Módulo 1: Dias 23 e 30 de março, 6 de abril O que é lógica? Qual a sua importância no cotidiano? Lógica e loucura. Lógica e realidade. Módulo 2: Dias 13 e 27 de abril e 4 de maio Sistemas de Lógica. O que é um sistema formal. Lógica e linguagem. Módulo 3: Dias 11, 18 e 25 de maio Breve história da lógica: Dos Pré-Socráticos à atualidade. Módulo 4: Dias 01, 15 e 22 de junho Confluência dos diferentes sistemas de lógica na atualidade. Pensamento diagramático e mapas conceituais. Lógica interna e lógica das estruturas sociais: Direito, Comunicação, Relações Interpessoais, Relações Internacionais, etc. Metodologia: Os conteúdos serão desenvolvidos a partir de leituras, debates e exercícios práticos. Bibiliografia Básica: COSTA, C. Filosofia Clínica, Epistemologia e Lógica. São Paulo: FiloCzar, 2013. COSTA, N. Ensaio sobre os fundamentos da lógica. São Paulo: HUCITEC, 2008. CURSO DE EXTENSÃO: INTRODUÇÃO A LÓGICA Professora: Mônica Aiub 13
  14. 14. www.aproffesp.pro.br DOXIADIS, A. Logicomix: Uma jornada épica em busca da verdade. São Paulo: Martins Fontes, 2010. HAACK, S. Filosofia das Lógicas. São Paulo: UNESP, 2002. HAIGHT, M. A serpente e a raposa: Uma introdução à lógica. São Paulo: Loyola, 2003. HEGENBERG, L.; SILVA, M. Novo dicionário de lógica. Rio de Janeiro: Pós-Moderno, 2005. HOTTOIS, G. Pensar a lógica. Lisboa: Instituto Piaget, 2002. KELLER, V.; BASTOS, C. Aprendendo Lógica. Petrópolis: Vozes, 2002. KNEALE, W.; KNEALE, M. O desenvolvimento da lógica. Lisboa: Calouste, 1991. MORTARI, C. Introdução à Lógica. São Paulo: UNESP, 2001. PEIRCE, C. S. Ilustrações da Lógica da Ciência. São Paulo: Ideias e Letras, 2008. RODRIGUES, A. Lógica. São Paulo: Martins Fontes, 2011. VELASCO, P. Educando para a argumentação. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. MAIORES INFORMAÇÕES: O curso é ministrado de Segundas, das 16:30 às 18:30 horas O investimento: 480 reais à vista ou quatro parcelas de 150 reais. Para alunos do Instituto Interseção e associados da APROFESP e da APEOESP: 400 reais à vista ou quatro parcelas de 130 reais. Início: 23 de março Local: Instituto Interseção Rua Martinico Prado, 26 cj. 25 – Higienópolis – São Paulo – SP Instituto Interseção www.institutointersecao.com (11)3337-0631 A DIRETORIA DA APROFFESP Presidente: Aldo Josias dos Santos - São Bernardo do Campo Vice-Presidente: Francisco Gretter – Lapa Tesoureiro: Anízio Batista de Oliveira-Centro sul Primeiro tesoureiro: Francisco Venâncio Feitosa-Taboão da Serra Secretário: José de Jesus Costa - Osasco Primeiro secretário: Marcos Silva - Santo André Diretor de Comunicação e Propaganda: José Carlos Carneiro dos Santos- São Bernardo do Campo Diretor Adjunto de Comunicação e Propaganda: André Sapanos- Mauá Diretor de Políticas Pedagógicas: Ivo Lima dos Santos - Zona Norte Diretor Adjunto de Políticas Pedagógicas: Aldo Xavier Monteiro-Taboão da Serra Diretor de Relações Institucionais: Rita Diniz - Salto Diretor Adjunto de relações Institucionais: Eduardo de Carvalho-Osasco Diretor de Relações Sociais e Movimentos Sindicais: Nayara Navarro- São Bernardo do Campo Diretor Adjunto de Relações Sociais e Movimentos Sindicais: Cícero Rodrigues- Zona Sul 14
  15. 15. www.aproffesp.pro.br O “FATOS URGENTES” é uma publicação da APROFFESP (Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo). Todo conteúdo e de responsabilidade da APROFFESP em conjunto com os escritores. O conteúdo deste boletim também é divulgado no site da APROFFESP: www.aproffesp.pro.br Diretor Organizativo da Capital: Alba Valéria - Itaquera Diretor Adjunto Organizativo da Capital: Rubens Roque e Souza - Zona Sul Diretor Organizativo da Grande São Paulo: Gilmar Soares- Santo André Diretor Adjunto Organizativo da Grande São Paulo: Antonio Élson Oliveira- Guarulhos Diretor Adjunto Organizativo da Grande São Paulo: Valmir João Schmitt-Osasco Diretor Organizativo do Interior: Ademir Alves de Lima, (Vale do Paraíba) Diretor Adjunto Organizativo do Interior: Gabriel Bistafa (Sorocaba e região) Diretor Adjunto Organizativo do Interior: Maria Lucia B.V. de Brito (Região Metropolitana de Campinas) Diretor Adjunto Organizativo do Interior: Antonio Fernando Capellari, Jaú. Diretor de relações Acadêmicas: Hugo Allan, Professor da rede Estadual e da Universidade Metodista. DIRETORIA DE BASE DA APROFFESP Yoshinori Miura - Vale do Ribeira Wilson Cristovan- Presidente Prudente Fernando Henrique de Paula- Ourinhos Marcelle Pereira Bernardo- Guarulhos Creuza lima da Silva- Taboão, Itapecerica e Embu Miguel Moreira da Silva – Osasco Alexandra Sousa Barros- Diadema André Aparecido da Silva Barbosa- Avaré Adilson Nogueira Soares- Ipiranga Aline Rodrigues Teixeira- Campinas Hécio Peres Filho- Região Leste 4 Wellington Cruz- São Bernardo do Campo Victor Henrique Neri da Mata- Lapa- Adeval Santos-Zona Norte da Capital Adriano Soares da Silva- Sumaré/Hortolândia Amauriso Umbelino da Silva – Itapevi Carlete Diana Nery de Oliveira Lanza- Salto e Região Luis Carlos Antoniazzi – Jaù Vanderlei Nunes Junior- Mogi Mirim Marcos Rogério Muniz- Penápolis Osmar Francisco de Almeida- Itaquera Fernando F. de Oliveira- Santo André Elton Silva Santana-Itaquaquecetuba Sandra Braga Freire- Carapicuiba Simone Suelene- Taubaté Humberto Almeida Pereira-Caragatatuba Edson Genaro Maciel-Araçatuba Álvaro Augusto dias Junior- Mogi das Cruzes Fábia Cristina Hildebrand Pastori- Pirassununga Jorge Julio Ide- Zona Sul Emanoel Ferreira da Silva Lima- Carapicuiba Fábio P. Mendes - Região de Pindamonhangaba. 15

×