Engenharia de confiabilidade aplicada nas
máquinas de chave da EFC
SIC Vale 2009
GASAG / GEGIG Interno de Confiabilidade V...
Pauta
 Introdução

 Estrada de Ferro Carajás e a Eletroeletrônica

 Máquina de Chave

 Engenharia de confiabilidade
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Introdução

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      justificada por algun...
Estrada de Ferro Carajás
Visão Geral




                                                              Fonte: EFC


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Estrada de Ferro Carajás
Pátios de cruzamento




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                                                        ...
Máquina de Chave
Definição



    • Localizada na bifurcação entre duas linhas ferroviárias;
    • Altera a trajetória do ...
Máquina de Chave
Modelos




    M3: 77 unidades
    JEA – 73: 91 unidades
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Desenvolvimento
Engenharia de confiabilidade




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Engenharia de confiabilidade
Definição

    Conceito
    Confiabilidade é a probabilidade que um produto ou serviço esteja...
Metodologia de trabalho
Passo a passo


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Definição do trabalho
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Análise da confiabilidade e simulação
Nova abordagem
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Análise de confiabilidade e simulação
Panorama atual – MCH`s críticas



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Análise de confiabilidade e simulação
Falha prematura (retrabalho)
      ReliaSoft BlockSim 7 - w ww .ReliaSoft.c om.br
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Análise de confiabilidade e simulação
Panorama atual – Disponibilidade




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Análise de confiabilidade e simulação
Panorama atual – Tempo gasto com manutenção

     • Horas Extras;
     • Exposição m...
Análise de confiabilidade e simulação
Panorama atual – Comparativo M3 versus JEA 73




 100,00%

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Análise de confiabilidade e simulação
Sistema e conjunto – Probabilidade de Falha


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Planos de Ação
Principais Ações



     Mudanças na Manutenção Preventiva                                 SEDE   DIAS (R=8...
Planos de Ação
   Workshop de máquinas de chave

                                                                         ...
Considerações Finais
Qualidade do dados

        O banco de dados é
     Foi verificado algumas dificuldades que existem é...
Conclusão


     • Este trabalho piloto apresentou para a área de Eletroeletrônica
       que as análises para a tomada de...
Perguntas




24   SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
Muito obrigado!
                                       Francisco José Sousa
                                  francisco.jo...
26   SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
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WCM2009-TT03-VALE Engenharia Confiabilidade Estrada Ferro Carajas

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Este trabalho foi apresentado no Congresso WCM 2009 e descreve o trabalho da equipe de Confiabilidade da VALE na Estrada de Ferro Carajás.

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WCM2009-TT03-VALE Engenharia Confiabilidade Estrada Ferro Carajas

  1. 1. Engenharia de confiabilidade aplicada nas máquinas de chave da EFC SIC Vale 2009 GASAG / GEGIG Interno de Confiabilidade Vale 2009 0 SIC Vale – Simpósio / DILN
  2. 2. Pauta Introdução Estrada de Ferro Carajás e a Eletroeletrônica Máquina de Chave Engenharia de confiabilidade Metodologia Desenvolvimento Planos de ação Considerações finais e Conclusão
  3. 3. Introdução • A implantação da engenharia de confiabilidade nas máquinas de chave da EFC é justificada por alguns fatores: – Primeiro projeto que utiliza a engenharia de confiabilidade na área devido – Necessidade de uma melhor gestão da manutenção das máquinas de chave; e – Redução do número de eventos das máquinas de chave. • O objetivo principal deste trabalho é a busca da otimização do equipamento máquina de chave através da: – Identificação da periodicidade ótima das preventivas; – Identificação dos componentes mais críticos; – Comparação entre modelos de MCH; – Identificação de necessidades de cada sede de manutenção; – Mensurar a eficiência das MP e MC; e – Estimativa do número de falhas para o ano de 2009. 2 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  4. 4. Estrada de Ferro Carajás Visão Geral Fonte: EFC 3 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  5. 5. Estrada de Ferro Carajás Pátios de cruzamento 56 pátios de cruzamento; Terminal Ferroviário Ponta da Madeira – TFPM; e Terminal Ferroviário de Carajás – TFCJ. Fonte: EFC 4 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  6. 6. Estrada de Ferro Carajás Sedes de Manutenção Eletroeletrônica GASAG SUP. SUP. SUP. SUP. SUP. SÃO LUÍS SANTA INÊS AÇAILÂNDIA MARABÁ CARAJÁS 5 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  7. 7. Máquina de Chave Definição • Localizada na bifurcação entre duas linhas ferroviárias; • Altera a trajetória do trem de uma linha para outra adjacente; • Equipamento de alta criticidade; e • Manutenção preventiva e corretiva. MCH 6 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  8. 8. Máquina de Chave Modelos M3: 77 unidades JEA – 73: 91 unidades JEA -73 M3 Fonte: EFC Fonte: EFC Fonte: EFC 7 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  9. 9. Desenvolvimento Engenharia de confiabilidade Fonte: EFC 8 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  10. 10. Engenharia de confiabilidade Definição Conceito Confiabilidade é a probabilidade que um produto ou serviço esteja operando em um determinado período de tempo sob condições especificas de uso sem falha. Objetivo Dar suporte à decisão através da análise estatística dos eventos, buscando a melhoria da confiabilidade dos equipamentos/processos e por conseguinte reduzir o número de falhas. Sua aplicação tem impacto direto na performance das empresas! • Todas as análises são realizadas com base no histórico do processo. ReliaSo ft Weibull++ 7 - www.Relia Soft.com.br F unçã o De nsida de de Proba b ilida de 0,0 10 Pd f Da do s 1 Lo gnormal-2 P RRX SRM MED F M F=79 /S=1 Linha d a Pdf 0,0 08 • Estudos de confiabilidade devem 0,0 06 ser aplicados em todo o ciclo de f( t) 0,0 04 vida do equipamento/processo. 0,0 02 29 /01/20 09 18 :03:58 0,0 00 0 ,0 00 6 0,000 12 0,000 180 ,0 00 24 0,000 300 ,0 00 Tempo, ( t) µ=4 ,2 353 , σ=1,12 32, ρ=0 ,9 915 9 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  11. 11. Metodologia de trabalho Passo a passo Definição do Trabalho Modelagem e Coleta de •Inserção dos dados nos softwares; Dados •Definir indicador e periodicidade dee as curvas de confiabilidade •Elaborar plano de ação; mantenabilidade; •Definir período e critérios de banco de verificação; •Estudar melhor estratégia de trabalho Análise da •Verificar nível de complexidade de •Interpretar/Validar resultados; Inserir confiabilidade para a medição dados;área; e conforme técnica do •Fazer implantação; no Diagrama de blocos do informações e Simulação •Definir relação aconfiabilidade; e •Elaborar o Diagrama de Blocos; crescimento da serem estudados •Fazer pontos custo X beneficio; sistema; (Escopo depriorizare Plano de Ação da e • Coleta do dados; •Comparações (Esperado x Realizado); • Validar e Trabalho). e Validar o Plano de ação: •ElaborarSituaçãorelatórios gerenciais •Simular e dos Atual •Tratamentoemitirdados. área. Resultados; Elaboração conclusivos. •Simular novos cenários; e e Aplicação •Elaborar relatório. Medição dos resultados 10 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  12. 12. Definição do trabalho Estratégia para a área / escopo Escopo Objetivos e Resultados Fonte de Justificativa resultados financeiros dados esperados esperados •• Determinaraoperiodicidade ótima de preventiva; Identificar comportamento de vida das máquinas de chave Necessidade de uma melhor gestão da manutenção das • Ganhos financeiros pela redução de custos de manutenção e • Máximo: os componentes mais manutenção e sua base de (Confiabilidade, Probabilidade de Falha, Taxa de Falha, etc), dados. • Identificar sistema de gestão da chave; máquinas de chave; máquinas de críticos;e indisponibilidade dase •• Reduçãodas ocorrênciastomadacirculaçãocirculação de trens. orientando deagilizando a com confiabilidade entre modelos; Impacto ea performance dena de decisão; etrens. Comparar falhas de MCH impacto na de •Gerar plano de ação para melhorias dos componentes do sistema. 11 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  13. 13. Análise da confiabilidade e simulação Nova abordagem MCH Sede Modelo/Fabricante Modelo Processo Definição dos sistemas e 1.1 Layout Banco de Dados 1.1.1 VP componentes ReliaSoft BlockSim 7 - w ww.ReliaSoft.com.br AMV Matemático Equipamento Probabilidade de Falha vs Tempo Rolete 1º Nível Lastro 1, 000 2º Nível Trilho Probabilidade de Falha 3º Nível Dormente 80 74 SEDE CONF. P/ 42 DIAS 4º Nível 5º Nível 6º Nível Lança / Ponta de lança 1.1.2 Tirantes/Barras Barra de Conjugação Barra de Travamento 1. SEDE SLS 2. SEDE SIS 3. SEDE ACD 4. SEDE MBA 5. SEDE CJS Conj. De Frente 69 70 0, 800 SLS 74,6% Tirante de Operação Tirante Bitolador Tirante COM CESTA Tirantes de indicação 100% Buxa Isolante 86% 60 SIS 74,9% 1.1.3 Chapas Chapa de Apoio Probabilidade de Falha, F(t)=1-R(t) Chapa Soleira 0, 600 1.2 Controle 1.2.1 Conexões Anteriormente Hoje 50 Weibull ACD 46 76,3% β Bornes Fiação Interna Cabos Controles 54% β−1  t  38 39 1.2.2 Contatos 71% 1.2.3 Indicação  t  η 40 MBA 73,4% −  Indicação e Controle β 0, 400 Tampa 1.2.4 Circuito Indicação β, η   Relé Controle CJS f (t) = ⋅68,2% e   30 1.2.5 Outros Cames η 1.3 Força 28% 1.3.1 Conexões 0, 200 Bornes 20 η  Cabo Externo Cabo de Força 1.3.2 Engrenagem Cx de Engrenagem 10 1.3.3 Motor 1.3.4 Embreagem Mecanica LUCIO DIAS VALE 03/08/2009 1.3.5 Circuito Alimentação 23:24:31 0, 000 0, 000 2, 000 4, 000 6, 000 Contatos 10, 000 8, 000 12, 000 14, 000 Relé de Alimentação (A1 e KD) 0 Tempo, (t) Externas 1.4 Interferencias 1.4.1 Descargas Atmosféricas STA INÊS AÇAILÂNDIA MARABA 1.4.2 Vandalismo SÃO LUIS CARAJÁS 1.4.3 Falha operação/manutenção 12 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009 1.4.4 Falha de outros equipamentos 1.4.5 Proteções
  14. 14. Probabilidade de falha de MCH nas locações para 42 dias Probabilidade de falha de MCH nas locações para 42 dias Probabilidade de falha de MCH nas locações para 42 dias Loc 1 Loc 25 SLS SIS ACD 100,00% 100,00% Loc 12 90,00% 100,00% Loc 38 90,00% Loc 26 Loc 11 Loc 2 80,00% Loc 24 90,00% Loc 13 80,00% 70,00% 80,00% 70,00% Loc 37 Loc 27 60,00% 70,00% 60,00% Loc 23 60,00% Loc 14 50,00% 50,00% Loc 10 Loc 3 50,00% 40,00% 40,00% 40,00% 30,00% 30,00% 30,00% Loc 36 Loc 28 20,00% 20,00% 20,00% 10,00% Loc 22 Loc 15 10,00% 10,00% 0,00% 0,00% 0,00% Loc 4 Loc 35 Loc 29 Loc 2 1 Loc 16 Loc 34 Loc 30 Loc 8 Loc 5 Loc 20 Loc 17 Loc 33 Loc 31 Loc 19 Loc 18 Loc 7 Loc 6 Comparação da probabilidade de falha para as MCH’s nos anos de 2008 e 2009. A seguir é apresentada a sugestão para tempo de preventiva para as sedes com base em uma confiabilidade de 80% para a sede. Probabilidade de falha de MCH nas locações para 42 dias Probabilidade de falha de MCH nas locações para 42 dias Loc 51 Loc 39 100,00% MBA 100,00% CJS 90,00% Loc 50 90,00% Loc 40 80,00% 80,00% Loc 58 70,00% Loc 52 SEDE DIAS (R=80%) 70,00% 60,00% 60,00% 50,00% SLS 31 Loc 49 50,00% Loc 41 40,00% 40,00% 30,00% SIS 33 30,00% 20,00% 2008 20,00% 10,00% ACD 35 2009 Loc 48 10,00% 0,00% Loc 42 Loc 57 0,00% Loc 53 MBA 29 CJS 25 Loc 47 Loc 43 Loc 56 Loc 54 Loc 46 Loc 44 13 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009 Loc 45 Loc 55
  15. 15. Análise de confiabilidade e simulação Panorama atual – MCH`s críticas Resumos Individuais dos Blocos Prioridade MCH's críticas em 2009 RS FCI MCH's críticas em 2008 RS FCI 1 EJE00040-B {Loc 32} 3,04% EJE00079-C {Loc 42} 2,80% 2 EM300088-B {Loc 51} 3,01% EJE00004-B {Loc 03} 2,72% 3 EM300094-B {Loc 56} 2,14% EJE00001-B {Loc 02} 2,65% 4 EJE00074-C {Loc 40} 2,06% EM300057-C {Loc 33} 2,54% 5 EJE00109-C {Loc 11} 2,05% EJE00051-B {Loc 51} 2,54% 6 EM300001-C {Loc 01} 2,01% EM300033-C {Loc 20} 2,44% 7 EJE00100-C {Loc 14} 1,85% EJE00067-B {Loc 37} 2,13% 8 EJE00017-B {Loc 10} 1,75% EJE00103-C {Loc 07} 2,06% 9 EM300081-C {Loc 47} 1,67% EM300070-B {Loc 42} 1,97% 10 EM300029-C {Loc 18} 1,61% EJE00046-B {Loc 42} 1,90% RS FCI - nº de falhas do item / nº de falhas do sistema (sede Máquinas de chave mais críticas da EFC em 2009 14 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  16. 16. Análise de confiabilidade e simulação Falha prematura (retrabalho) ReliaSoft BlockSim 7 - w ww .ReliaSoft.c om.br ReliaSoft BlockSim 7 - www.ReliaSoft.com.br Probabilidade de Falha vs Tempo Taxa de Falha vs Tempo 1, 000 Probabilidade de Falha 1,000 Taxa de Falha 1. SEDE SLS 2.4. SEDE MBA SEDE SIS Marabá e 3.5. SEDE CJS SEDE ACD 4. SEDE MBA 5. SEDE CJS 0, 800 0,800 Carajás Probabilidade de Falha, F(t)=1-R(t) Taxa de Falha, f(t)/R(t) 0,600 0, 600 Vida Útil 0,400 0, 400 0,200 0, 200 LUCIO DIAS VALE 27/10/2009 LUCIO DIAS 17:00:35 0,000 VALE 0,000 1,000 2,000 3,000 4,000 5,000 6,000 7,00003/08/2009 Tempo, (t) 23:24:31 0, 000 0, 000 2, 000 4, 000 6, 000 8, 000 10, 000 12, 000 14, 000 Tempo, (t) 15 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  17. 17. Análise de confiabilidade e simulação Panorama atual – Disponibilidade Disponibilidade das sedes relacionado a MCH 95,00% 94,65% 94,05% 94,00% 93,67% 93,05% 93,00% 92,00% 91,51% 91,37% 91,00% 90,00% 89,00% EFC SÃO LUIS SANTA INÊS AÇAILÂNDIA MARABÁ CARAJÁS 16 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  18. 18. Análise de confiabilidade e simulação Panorama atual – Tempo gasto com manutenção • Horas Extras; • Exposição maior à riscos na MC do que na MP; e • Impacto à circulação de trens. Tempo gasto com manutenção 600 539 500 427 400 300 200 5,3 h/MC 2,09 h/MP 100 0 Corretiva Preventiva Quantidade de eventos no ano 17 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  19. 19. Análise de confiabilidade e simulação Panorama atual – Comparativo M3 versus JEA 73 100,00% 95,00% 90,00% 85,00% 80,00% 75,00% 70,00% 7 dias 14 dias 21 dias 30 dias 42 dias JEA M3 Curva de confiabilidade das máquinas de chave JEA 73 e M3 da EFC no tempo 18 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  20. 20. Análise de confiabilidade e simulação Sistema e conjunto – Probabilidade de Falha PROBABILIDADE DE FALHA x TEMPO JEA M3 LAYOUT LAYOUT 1d 1d 7d 7d 15d 15d 30d 30d 42d 42d TIRANTES/BARRAS TIRANTES/BARRAS 25,60% 52,80% 82,80% 8,20% 73,20% 90,60% 98,20% 97,80% 99,50% 99,70% VP VP 13,00% 38,20% 59,70% 9,10% 48,10% 70,10% 87,80% 80,30% 93,60% 88,40% CHAPAS CHAPAS 13,00% 33,50% 46,20% 0,20% 1,50% 3,10% 59,80% 6,00% 66,60% 8,30% CONTROLE CONTROLE 1d 1d 7d 7d 15d 15d 30d 30d 42d 42d INDICAÇÃO CONTATOS 5,50% 46,60% 69,40% 9,00% 37,30% 53,10% 85,30% 67,00% 90,50% 73,20% CONEXÕES CONEXÕES 2,40% 15,40% 30,10% 11,10% 34,70% 50,60% 51,10% 67,30% 63,30% 75,30% CIRCUITO INDICAÇÃO INDICAÇÃO 0,70% 4,80% 9,90% 7,90% 37,90% 55,00% 18,90% 69,80% 25,40% 76,10% CONTATOS CIRCUITO INDICAÇÃO 0,00% 1,60% 19,30% 1,20% 26,10% 50,10% 61,50% 72,10% 80,40% 80,80% CAMES CAMES 11,90% 30,50% 42,40% 0,30% 1,60% 3,30% 55,30% 6,40% 61,90% 8,80% FORÇA FORÇA 1d 1d 7d 7d 15d 15d 30d 30d 42d 42d CONEXÕES CONEXÕES 1,80% 11,20% 21,90% 6,80% 32,00% 52,90% 38,30% 74,90% 48,80% 84,40% MOTOR ALIMENTAÇÃO CIRCUITO 0,80% 5,00% 10,30% 0,20% 3,30% 10,30% 19,60% 27,10% 26,30% 41,10% MOTOR ENGRENAGEM 0,70% 4,20% 0,30% 1,60% 8,80% 3,30% 16,80% 6,40% 22,70% 8,80% EMBREAGEM MECANICA CIRCUITO ALIMENTAÇÃO 0,40% 2,50% 0,30% 1,60% 5,20% 3,30% 10,20% 6,40% 13,90% 8,80% ENGRENAGEM EMBREAGEM MECANICA 0,20% 1,50% 0,30% 1,60% 3,10% 3,30% 6,00% 6,40% 8,30% 8,80% INT. EXTERNAS INT. EXTERNAS 1d 1d 7d 7d 15d 15d 30d 30d 42d 42d VANDALISMO VANDALISMO 3,00% 26,60% 44,80% 0,00% 2,70% 15,80% 62,50% 43,70% 70,50% 59,90% FALHA DE OPERAÇÃO/MANUTENÇÃO 1,00% 6,30% 13,00% PROTEÇÕES 0,10% 3,80% 14,50% 24,20% 34,40% 32,20% 46,70% FALHA DE OPERAÇÃO/MANUTENÇÃO 0,90% 6,10% 12,50% DESCARGAS ATMOSFERICA 0,30% 1,60% 3,30% 23,40% 6,40% 31,20% 8,80% PROTEÇÕES ATMOSFERICA DESCARGAS 0,20% 1,50% 0,20% 1,50% 3,10% 3,10% 6,00% 6,00% 8,30% 8,30% 19 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  21. 21. Planos de Ação Principais Ações Mudanças na Manutenção Preventiva SEDE DIAS (R=80%) SLS 31 Mudar o tempo de preventivas de acordo com a SIS 33 sugestão do trabalho de modo que a confiabilidade ACD 35 das MCH estejam no mínimo com 80% de MBA 29 confiabilidade. CJS 25 • Plano que vai na direção do topo da pirâmide do SGM Gestão Dinâmica de Ativos. Atualização do procedimento - Atualização do procedimento de manutenção preventiva no workshop de máquinas de chave com um técnico especializado de cada sede e especialistas da área. 20 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  22. 22. Planos de Ação Workshop de máquinas de chave Novas Ações O que? Quem? Data Limite Levantar a força do motor da M3 e da JEA para tirar uma comparação. Juvenal Bezerra setembro-09 Trocar os tirantes da JEA pelo tirante ajustável da M3 que é independente. Layout da MCH JEA 73. Deodato Ramos. outubro-09 Estudo em conjunto da EE com a VP sobre os AMV padrões Juvenal Bezerra outubro-09 Helio Godinho, Deyvison Manutenção conjunta do AMV. A cada 12 semanas. VP - 4 semanas EE - 6 semanas. Conversar com PCM's para realizar essa Araujo, André Ramos, dezembro-09 manutenção integrada para que a EE desmonte as agulhas (ferragens) e a VP faça a socaria. Jorge Falcão Quantificar o tempo que seria utilizado para a realização da manutenção em conjunto com a VP Juvenal Bezerra outubro-09 Levantado a quantidade de tempo gasto com a chegada da equipe da EE chegar no local da manutenção. Deve haver o consenso Fabricio Frade e que dependendo do local de manutenção deve haver uma prioridade para liberação da boa jornada para se chegar antes na novembro-09 Supervisores manutenção Instalação de um sistema de AMV para testes e treinamentos Fabricio Frade outubro-09 Segundo os especialistas para 2010 se as ações forem cumpridas e com esse novo plano de manutenção espera-se uma melhora de 30% na confiabilidade das MCH’s. 21 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  23. 23. Considerações Finais Qualidade do dados O banco de dados é Foi verificado algumas dificuldades que existem éna de e melhorado de acordo que os colaboradores Com um bom banco dados melhor a análise inserção dos dados do tipo: identificam ganhos através dos dados mais fácil ela se torna. • Descrição de custos; Banco de dados Análise dos dados • Causa raiz; e • Classe de falha (sistema, conjunto e item). Resultados Com uma melhor análise os resultados serão mais eficazes na melhora do ativo. 22 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  24. 24. Conclusão • Este trabalho piloto apresentou para a área de Eletroeletrônica que as análises para a tomada de decisão podem ser mais robustas, mais assertivas e com mais informações. • Após o trabalho espera-se que as ações sejam cumpridas e os resultados verificados e medidos. Para isso existe uma outra ferramenta de engenharia de confiabilidade conhecida como RGA (Análise do crescimento da confiabilidade), uma ferramenta que analisa a evolução da confiabilidade. 23 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  25. 25. Perguntas 24 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  26. 26. Muito obrigado! Francisco José Sousa francisco.jose.sousa@vale.com Edson Castilho edson.castilho@vale.com Nathanael Amorim nathanael.amorim@vale.com Edinardo Nascimento edinardo.nascimento@vale.com GERÊNCIA DE ELETROELETRÔNICA - GASAG GERÊNCIA DE MANUTENÇÃO DA EFC - GEMEG Diretoria de Operações Logística Norte - DILN 25 Estrada de Ferro Carajás - Vale SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009
  27. 27. 26 SIC Vale – Simpósio Interno de Confiabilidade Vale 2009

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