DSF 2012 - Vale

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DSF 2012 - Vale

  1. 1. logomarca da sua Vale empresa aqui Projeto 118 Sulfetado
  2. 2. AGENDA• Introdução• O Projeto 118 Sulfetado• Objetivos• Desenvolvimento e Premissas• Resultados Fornecidos• Comparação de Cenários• Estudos Adicionais• Conclusão• Próximos Passos
  3. 3. A VALE– Fundada em 1942. (70 anos)– Mais de 138 mil colaboradores– Atuação em 38 países.
  4. 4. O PROJETO 118 SULFETADO 118 Sulfetado
  5. 5. O PROJETO 118 SULFETADO• Reservas de até 11,36 Mt de minério de cobre e ouro associado• Sinergia com o projeto 118 Oxidado, que é uma lavra a céu aberto• Método de extração “Sublevel Stopping”• Rampa de acesso única para os subníveis inferiores
  6. 6. O PROJETO 118 SULFETADOA Rampa
  7. 7. O PROJETO 118 SULFETADOA Rampa
  8. 8. O PROJETO 118 SULFETADOA Operação CICLO DE OPERAÇÕES PERFURAÇÃO DA FRENTE CARREGAMENTO DE MATERIAL CARREGAMENTO COM TRANSPORTE DE MATERIAL EXPLOSIVOS DESCARREGAMENTO DE MATERIAL DETONAÇÃO ESCOREAMENTO DO TETO
  9. 9. O PROJETO 118 SULFETADOA Operação
  10. 10. O PROJETO 118 SULFETADOTráfego na Rampa Prioridade para caminhões Passing subindo (carregados) bay Caminhões descendo vazios estacionam nos “passing bays” para permitir a passagem dos carregados subindo Veículos operacionais circulam pela rampa com prioridade baixa e velocidade variada, causando perturbação no tráfego dos caminhões. (“veículos perturbantes”)
  11. 11. OBJETIVOSA pergunta do projeto: Uma rampa será suficiente para atender a demanda planejada ?Objetivos:• Determinar se no cenário original de projeto, a rampa única atende a 100% da demanda planejada, ou 120% de um cenário conservador• Determinar a frota de caminhões adequada em quantidade e capacidade, para atender a essa demanda com uma única rampa
  12. 12. APOIO PARAGONTecnologia para apoio à tomada de decisão
  13. 13. APOIO PARAGON Equipes de Projeto• Eng. Fernanda Bastos • MSc. Luiz Augusto G. Franzese• Eng. Silsomar R. B. Pinto • Dr. Marcelo Moretti Fioroni • MSc. Johanna G. Quevedo • Eng. Raquel Carvalho Morais • Prof. Dr. Luiz Ricardo Pinto
  14. 14. DESENVOLVIMENTO E PREMISSAS Identificar a situação mais crítica da rampa Plano de Produção 2000 1900 1.820 Mt/ano 1800 1700 1600 1500 1400 1300Produção (Mt) 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 PP 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Anos
  15. 15. DESENVOLVIMENTO E PREMISSAS Identificar a situação mais crítica da rampaN1 ANO 7 Produção RAMPA 1 Desenvolvimento RAMPA 2N2 S8 S 11 RAMPA 3N3 S7 S 10 S 13 S1 S2 S3 S4 S5 O6 S9 S 12 RAMPA 4N4 S2 S4 S6 S8 S 10 S 13 S 15 S 18 S1 S5 S7 S 11 S 17 Extração Desenvolvimento
  16. 16. DESENVOLVIMENTO E PREMISSASFrota Prevista no CAPEX – Cenário BaseEquipamentos Valor Valor Item Informação Unidade Minério Estéril Quantidade de equipamentos 2 2 Número Pás carregadeiras Tempo de carga de 1 caminhão 9.76 8.4 Min Disponibilidade 85 85 % Número de equipamentos 25 toneladas 0 6 Número Número de equipamentos 40 toneladas 18 0 Número Caminhões Disponibilidade 90 90 % Tempo de descarga 1 1 Min Caminhão Capacidade Minério Estéril TRIA(35, 38,40) TRIA(22,25,27)Velocidade dos Caminhões de Produção (minério) Velocidade média (m/h) Parâmetros Subindo Horizontal Descendo Carregado 6,000 10,000 8,000 Descarregado 12,000 12,000 12,000Velocidade dos Caminhões de Desenvolvimento (estéril) Velocidade média (m/h) Parâmetros Subindo Horizontal Descendo Carregado 6,000 10,000 8,000 Descarregado 12,000 12,000 12,000
  17. 17. DESENVOLVIMENTO E PREMISSASVeículos Operacionais Perturbantes Equipamentos Quantidade Velocidade (Km/h)LHD 5 8Jumbo - Fandril 8 5Cam Explosivo - Plataforma 8 8Pipa 1 8Caminhonete 12 20Comboio 2 8Munck 1 8Scaler 2 6Shotcretera 2 6Total 41 Níveis % N4 <--> N3 55% N3 <--> N2 25% N2 <--> N1 5% N4 <--->Superficie 5% N3 <--->Superficie 5% N2 <--->Superficie 5%
  18. 18. DESENVOLVIMENTO E PREMISSASInterferênciasAtrasos Operacionais Item Tipo Valor Unidade Tempo entre paradas 397.59 min Caminhões Tempo de parada 72.21 minProbabilidade de Conflito no Tráfego Tipo Valor Unidade Caminhões Carregados X Caminhões Vazios 10 % Caminhões x Veículos Perturbantes 13 %Velocidade no Conflito de Tráfego Tipo Sentido Valor Unidade Subindo (4,5.5,6) Km/hRIA( 4000 , 5500 , T 60 Caminhões Carregados X Caminhões Vazios Descendo (8,11.5,12) Km/h TRIA( 8000 , 11500 , 12 Subindo (4,5.5,6) Km/hRIA( 4000 , 5500 , T 60 Caminhões x Veículos Perturbantes Descendo (8,11.5,12) Km/h TRIA( 8000 , 11500 , 12
  19. 19. O MODELO
  20. 20. DESENVOLVIMENTO LondresArequipa - Peru Belo Horizonte (Vale) São Paulo (Paragon)
  21. 21. ANIMAÇÃO
  22. 22. RESULTADOS – CENÁRIO BASEMovimentação total: Cenário Normal sem MotoniveladoraTipo de Movimentação Planejado (T) Simulado (T) % Pilha Minério 1.820.000 1.583.933 87% Pilha Estéril 244.730 208.344 85% Movimentação total 2.064.730 1.792.276 87%
  23. 23. RESULTADOS – CENÁRIO BASENúmero de Viagens Total de viagens Nivel Minério Estéril Nivel 3 28.173 72% Nivel 4 10.896 28% 13.054 100% Total 39.069 100% 13.054 100%Viagens DE VIAGENS MINÉRIO TOTAL com Minério 28% 72% Nivel 3 Nivel 4
  24. 24. RESULTADOS – CENÁRIO BASETempo de Ciclo TEMPO DE CICLO T(h) Minério (h) Estéril (h) 2,50 2,45 2,40 2,34 2,30 2,19 2,20 2,10 2,00 N3 N4
  25. 25. RESULTADOS – CENÁRIO BASEProdutividade Média PRODUTIVIDADE MÉDIA T/H120 113,8410080604020 12,45 14,98 8,15 0 Produção Desenvolvimento Produção Desenvolvimento Caminhão Carregadeira
  26. 26. RESULTADOS – CENÁRIO BASEUtilização Física
  27. 27. RESULTADOS – CENÁRIO BASE Toneladas Movimentadas / Dia Toneladas Movimentadas por Dia6.0015.0014.0013.0012.0011.001 1 1 21 41 61 81 101 121 141 161 181 201 221 241 261 281 301 321 341 361 Minério Estéril Total
  28. 28. RESULTADOS – CENÁRIO BASESimulado Vs. Planejado MOVIMENTAÇÃO TOTAL T Simulado (T) Planejado (T)2.500.000,00 2.064.7302.000.000,00 1.820.000 1.792.276 1.583.9331.500.000,001.000.000,00 500.000,00 208.344 244.730 0,00 Pilha Minério Pilha Estéril Movimentação total
  29. 29. CENÁRIO CONSERVADORCenário conservador:Mesmos parâmetros de entrada do cenárionormal, mas com aumento de 20% na metade material a ser movimentado Cenário Normal Tipo de Movimentação Planejado (T) Pilha Minério 2.184.000 Pilha Estéril 293.676 Movimentação total 2.477.676
  30. 30. RESULTADOS – CENÁRIO CONSERVADORMovimentação total: Cenário ConservadorTipo de Movimentação Planejado (T) Simulado (T) % Pilha Minério 2.184.000 1.583.933 73% Pilha Estéril 293.676 208.344 71% Movimentação total 2.477.676 1.792.276 72%
  31. 31. COMPARAÇÃO DE CENÁRIOS • Cenário Base não alcança a meta planejada • Cenário Conservador de Cenários mais distante Comparação fica ainda100%90%80% 87% 85% 87%70% 73% 71% 72%60%50%40%30%20%10% 0% Pilha Minério Pilha Estéril Movimentação total Cenário Normal Cenário Conservador
  32. 32. ANÁLISE DOS RESULTADOSAnálise:• Simulação dinâmica mostrou formação de filas, não levadas em conta no planejamento determinístico.• Planejamento original considerou um percentual de perdas na operação que se mostrou otimista. O impacto do tráfego da rampa no sistema foi superior ao previsto.
  33. 33. CONCLUSÃO DESTA ETAPAConclusão – A rampa projetada não atende a demanda do cenário base, nem do cenário conservador para o ano 7 de operação da mina.Recomendação – Estudo com redimensionamento do tamanho e capacidade da frota. – Estudo de sistema de sinalização de tráfego mais eficiente.
  34. 34. ESTUDOS ADICIONAIS Estudos Adicionais com frota de maior capacidadeDesenvolvimento 6 caminhões (estéril) Capacidade 30 toneladas Caminhões com capacidade Produção de 50 ou 55 toneladas (minério) Frota a definir
  35. 35. ESTUDOS ADICIONAIS Caminhões de 50 toneladas % da metaFrota Minério Estéril Total 17 112 105 111 18 115 104 113 19 117 103 116 20 120 100 117 Frota de 20 caminhões atende a meta conservadora
  36. 36. ESTUDOS ADICIONAIS Caminhões de 55 toneladas % da metaFrota Minério Estéril Total 17 121 105 119 18 124 103 122 19 126 101 123 20 129 100 125 Frota de 17 caminhões atende a meta conservadora
  37. 37. ESTUDOS ADICIONAIS Estudo do Cenário Base do Ano 5Tipo de Movimentação Planejado (T) Simulado (T) % Pilha Minério 1.820.000,00 1.812.388,60 100% Pilha Estéril 225.460,00 238.406,08 106% Movimentação total 2.045.460,00 2.050.794,68 100% Frota planejada realmente cumpre a meta normal, mas não a conservadora
  38. 38. CONCLUSÃOConclusão – A adoção de uma única rampa no projeto é possível no ano 7 desde que se use uma frota de maior capacidade, tanto para produção como para desenvolvimento. – A seção da rampa deverá ser aumentada para permitir a passagem dos caminhões maiores no ano 7. – No ano 5, a frota planejada alcança a meta normal, mas não a conservadora
  39. 39. PRÓXIMOS PASSOS– Simular o cenário base dos outros anos, para confirmar se o desempenho previsto realmente será alcançado– Dimensionar a frota para os outros anos, caso necessário– Avaliar controle de tráfego com priorização dinâmica, otimizando o uso da rampa e permitindo o uso de uma frota menor
  40. 40. Para mais informaçõesPhone 55 11 3849 8757Fax 55 11 3845 4967contato@paragon.com.brwww.paragon.com.br

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