ANATOMIA CANINA

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Um resumo sobre a anatomia do cão.

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ANATOMIA CANINA

  1. 1. EQUIPE: Carolina Isadallete Lorena Lucas Maria Luíza Rênia Prof.Dr. Rafael Ferraz
  2. 2. Canis familiaris [Filo: Chordata ; Classe: Mammalia ; Ordem: Carnívora ; Família: Canidae]. É um mamífero canídeo e talvez o mais antigo animal domesticado pelo ser humano. Segundo teorias surgiu do lobo cinzento no continente asiático. Ao longo dos séculos, através da domesticação, o ser humano realizou uma seleção artificial dos cães por suas aptidões, características físicas ou tipos de comportamentos. O resultado foi uma grande diversidade de raças caninas, as quais variam em pelagem e tamanho dentro de suas próprias raças, atualmente classificadas em diferentes grupos ou categorias. Definições como vira-latas são dadas aos cães sem raça definida ou mestiços.
  3. 3. Sua expectativa de vida varia entre dez e vinte anos,é um animal social que possui várias características que o tornam de grande utilidade para o homem. Possui excelente olfato e audição, é bom caçador e corredor, relativamente dócil e leal, inteligente e com boa capacidade de aprendizagem. Portanto o cão pode ser adestrado para executar um grande número de tarefas, como: caça, guarda ou pastor de rebanhos. Assim como o ser humano, também é vítima de doenças como o resfriado, a depressão e o mal de Alzheimer, bem como das características do envelhecimento, como problemas de visão e audição, artrite e mudanças de humor.
  4. 4. O sistema esquelético canino é composto pelo esqueleto axial (crânio e coluna) e pelo esqueleto apendicular (membros torácicos e membros pélvicos). Crânio » Crânio propriamente dito (7 ossos) Occipital; Parietal; Interparietal; Temporal; Frontal; Etmóide e Esfenóide. » Face (11 ossos) Pterigóide, Lacrimal, Nasal, Palatino, Cornetos, Maxilar, Incisivo, Zigomático (malar), Vômer, Mandíbula, Hióide.
  5. 5. Vértebras »Cervicais (7) C1 a C7 »Toráxicas (13) T1 a T13 »Lombares (7) L1 a L7 »Sacras (3) São unidas e formam o osso Sacro »Coccigeas ou caudais (13 a 21) Co1 a Co13 ou Co21 formam a cauda
  6. 6. Costelas (13 pares) 9 chamadas de verdadeiras e 4 de flutuantes. Esterno.
  7. 7. Membro torácico » Escápula » Úmero (braço) » Rádio (antebraço) » Ulna (antebraço) » Carpo (joelho) » Metacarpo (canela) » Falanges (dedos)
  8. 8. Membro pélvico »Sacro »Ítio »Ísquio »Fêmur »Ossos sesamóides »Fíbula »Tíbia »Calcâneo » Ossos do tarso » Ossos do matatarso » Ossos sesamóides
  9. 9. Os cães são a espécie de mamíferos mais diversa do planeta. Podem variar em peso - de 3 kg a 90 kg - na idade adulta, em tipos de corpo e em pelos. Isso significa também que há grandes variações de expectativa de vida entre as raças. E, curiosamente, cachorros pequenos tendem a viver mais do que os grandes.
  10. 10. "A correlação estatística entre expectativa de vida e tamanho costuma ser positiva - gorilas, elefantes e baleias vivem muito mais do que roedores, por exemplo.", diz um professor de genética da Universidade da Geórgia (EUA). Entretanto os cães são uma exceção, pesquisadores tem uma teoria: "A doença que tem a maior correlação com o tamanho (do animal) é o câncer", diz. Sendo assim, cães maiores têm até 50% de risco de morrerem dessa doença, logo, as raças maiores geralmente têm vida mais curta do que as menores (nas quais as chances de morrer de câncer caem para 10%). Isso acontece mesmo se levarmos em conta que as raças menores atingem a maturidade mais cedo. Em outras palavras, a juventude dos cães pequenos é curta, mas sua vida adulta é longa. Os cachorros maiores, no entanto, levam até dois anos para a maturidade do esqueleto e, depois, podem viver menos, entre quatro e cinco anos em alguns casos. O buldogue, por exemplo, vive em média até os seis anos, enquanto um border terrier tende a viver uma média de 14 anos.
  11. 11. Ninguém sabe explicar a origem da teoria da multiplicação por sete - ou, pelo menos, ninguém reivindica responsabilidade por ela. A ideia começou a aparecer em livros de matemática dos anos 1960, pedindo para que crianças calculassem a idade canina nessa proporção de 1 para 7. Mesmo assim, a estimativa não é ruim para a espécie canina como um todo. Se levarmos em conta as diferentes taxas de envelhecimento no início da vida do cão e a diferença entre as expectativas de vida, uma estimativa mais precisa seria de seis anos caninos para um ano humano. No entanto, se olharmos aos dois extremos, veremos que um buldogue terá em média 13 anos para cada ano humano, enquanto um mini Dachshund terá quatro para um. O cálculo da idade canina pode variar de acordo com as raças, além, é claro, do tratamento que recebem.
  12. 12. A presença do osso do pênis é uma característica de macho em muitas ordens de mamíferos, sendo que sua morfologia pode ser vista como uma característica diferencial entre gêneros de carnívoros. Em especial no Canis Familiaris, o desenvolvimento do osso peniano tem inicio após o nascimento, quando nódulos cartilaginosos são formados no interior dos corpos cavernosos do pênis. Esse osso pode ser considerado então uma ossificação de parte dos corpos cavernosos do pênis. Esse osso ajuda a manter o membro ereto e direcioná-lo no momento do acasalamento. A separação forçada do macho e da fêmea durante o ato sexual poderá causar fratura do osso peniano, com grande inchaço e dor na região. O comprimento desses ossos pode variar de 2,38 a 12,86 cm. Após pesquisas foi descoberto que há uma correlação positiva entre os comprimentos do osso peniano e da coluna vertebral, sendo que, variações no comprimento do osso do pênis puderam ser explicadas por um modelo de regressão linear em função do comprimento da coluna vertebral.
  13. 13. Occipital O occipital forma a parte súpero- posterior da cabeça; a crista transversal superior é angulosa tendo como vértice o inicio da crista superior externa, que é bem destacada e espessa. Os bordos laterais são bem destacados, fazendo saliência no parietal. A parte superior do occipital, antes do buraco raquidiano, é larga e rugosa, não existindo crista. As apófises estilóides são finas e curtas, não havendo buraco condiliano. A apófise basilar é larga apresentando uma canelura mediana. O buraco lateral posterior é dividido pela porção mastoidiana em dois buracos.
  14. 14. O parietal do cão é semelhante ao do porco, só que a parte súpero-anterior é um tanto calda para trás e ficou reduzida à crista do parietal. As porções laterais pouco penetram na fossa temporal. Frontal A face superior é bem marcada e dividida pelas ramificações do parietal. As apófises orbitarias são mais curtas que as do porco e dirigidas para cima. Une-se em maior distância com o maxilar superior.
  15. 15. A crista zigomática é muito reduzida, a base do osso é estreita e articula-se com a base do maxilar superior. A arcada orbitaria continua aberta.
  16. 16. O quinto dedo, nos membros torácicos, que alguns criadores chamam erradamente de ergôs, são órgãos sempre articulados e úteis, comparados aos nossos dedos polegares. É com esses dígitos que eles seguram os ossos para conseguirem roer. Amputar esses dígitos é mutilar os cães, mesmo que a desculpa seja de "embelezar". Os quintos dedos nos posteriores ou ergôs são, na maior parte dos casos, desarticulados. Isto quer dizer que os ossos desses dígitos raramente se articulam com os metatarsos, tornando-os inúteis e, como não são utilizados, suas unhas crescem em círculo indefinidamente, muitas vezes penetrando na carne e ferindo o animal. Algumas raças francesas exigem a presença dos ergôs nos posteriores sob a alegação que auxiliam nas escaladas das montanhas dos Pireneus. Exigem ainda que sejam, necessariamente, articulados com os metatarsos.
  17. 17. MATERIAIS USADOS: Cabos de bisturi números 3 e 4, lâminas de bisturi números 15 e 24, tesoura de ponta fina de (15cm), tesoura de ponta romba romba (15cm), pinça de dissecação anatômica sem dente (16cm), pinça de dissecação com dente de rato (16), luvas de procedimento e jaleco.
  18. 18. Cadela fêmea, de raça não definida, porte médio. Foi pega na zoonose. A causa de sua morte foi atropelamento, os ferimentos foram graves e como a cadela já estava debilitada e sem chance de recuperação, a veterinária responsável optou pela eutanásia.
  19. 19. Fomos auxiliados pelo técnico do laboratório em algumas partes.
  20. 20. Encontramos algumas dificuldades na realização do trabalho: Em determinados momentos alguns integrantes do grupo passaram mal. E como a maioria não sabia o que fazer , algumas vezes, optamos pela grande ajuda de José (técnico do laboratório). A parte mais complicada foi a montagem do esqueleto.

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