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COQUELUCHE              O que é?É uma infecção altamente contagiosa    que causa tosse com pouca ou     nenhuma febre. Uma...
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Confirmado• Critério laboratorial – todo casosuspeito de coqueluche com isolamentode B. pertussis.• Critério Clínico Epide...
• Critério Clínico – Todo caso suspeitode coqueluche cujo hemograma apresenteleucocitose (acima de 20 milleucócitos/mm3) e...
Criança apresentando crise decoqueluche (tosse paroxística)
DIFTERIAA difteria (crupe) é uma doença bacterianaaguda, cujas lesões características sãomembranas branco-acinzentadas ade...
Transmissão:Corynebacterium    diphtheriae é   um     bacilotransmitido por contágio direto com doentesou portadores assin...
Diagnóstico laboratorial:Realizado mediante a identificação eisolamento do C. diphtheriae através decultura de material, c...
Vigilância EpidemiológicaA difteria é uma doença de notificação e investigaçãoobrigatória em todo o território nacionalObj...
Definição de Caso SuspeitoToda pessoa que, independente da idade eestado vacinal, apresenta quadro agudo deinfecçãoda orof...
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Critério Clínico EpidemiológicoTodo caso suspeito de difteria:• com resultado de cultura negativo ou examenão realizado, m...
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Amígdalas Apresentando  Membranas BrancoAcinzentadas Aderentes
POLIOMIELITEO que é:A poliomielite ou paralisia infantil é umadoença infecciosa causada pelo poliovírus,que entra na corre...
Diagnóstico da Poliomielite:O diagnóstico da poliomielite é feito com base noexame de sangue e no exame de fezes.Coleta de...
Coleta de Amostras de Fezes deContatos:Deverão ser coletadas exclusivamentenas seguintes situações:• Contatos de caso com ...
Vigilância Epidemiológica    Manter erradicada a poliomielite no Brasil.    Definição de Caso Suspeito    • Todo caso de d...
Casos Confirmados:• Poliovírus selvagem – caso de paralisia flácidaaguda, em que houve isolamento de poliovírusselvagem na...
Poliomielite Compatível:Caso de PFA que não teve coleta adequadade amostra de fezes e que apresentousequela aos 60 dias, o...
Poliomielite Associada à VacinaCasos de PFA em que há isolamento de vírusvacinal na amostra de fezes e presença de sequela...
• Caso de poliomielite associado à vacina em contatos: PFAque surge após contato com criança que tenha recebidoVOP até 40 ...
Notificação:Diante das definições adotadas para caso suspeito,todas as afecções neurológicas agudas, em menores de15 anos ...
Proteção Individual Para Evitar         Circulação ViralA proteção se dá através da vacina oralcontra poliomielite. Caso h...
Investigação Epidemiológica                       (Apostila)Encerramento de Casos:Os casos de PFA devem ser encerradosopor...
CRIANÇA VÍTIMA DE PARALISIA         INFANTIL
A GOTINHA CONTRA APARALISIA INFANTIL   (VACINA SABIN)
TÉTANO: É uma doença infecciosa grave, nãocontagiosa, causada por toxina produzidapela bactéria Clostridium tetani. Sob a ...
Diagnóstico Laboratorial e Exames        ComplementaresO diagnóstico do tétano éeminentemente clínico-epidemiológico,não d...
Vigilância Epidemiológica Objetivos• Reduzir a incidência dos casos de tétano acidental.• Implementar ações de vigilância ...
Definição de Caso Suspeito:Todo paciente acima de 28 dias de vida queapresenta um ou mais dos seguintessinais/sintomas: di...
Confirmado:Todo caso suspeito cujos sinais/sintomas não sejustifiquem por outras etiologias e apresentehipertonia dos mass...
Rigidez Muscular (Posição de Opistótono)
Como Notificar     Notificar imediatamente o caso, através do telefone ao Serviço de Epidemiologia Vigilância em Saúde – S...
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Apresentação coq tetano gisele 2012

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Apresentação coq tetano gisele 2012

  1. 1.     ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA DA CIDADE DE NOVA IGUAÇU SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL SECRETARIA ADJUNTA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE COORDEDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA    DOENÇAS IMUNOPREVINIVEIS (Gisele Leão)
  2. 2. COQUELUCHE O que é?É uma infecção altamente contagiosa que causa tosse com pouca ou nenhuma febre. Uma pessoainfectada tem episódios de tosse quedevem evoluir para vômito ou causar um som ruidoso quando a pessoatenta inspirar.
  3. 3. Diagnóstico Laboratorial Diagnóstico EspecíficoRealizado mediante o isolamento da B. pertussisatravés de cultura de material colhido denasorofaringe, com técnica adequada .A coletado espécime clínico deve ser realizada antesdo início da antibioticoterapia ou, nomáximo, até 3 dias após seu início. Por isso, éimportante procurar a unidade de saúde ouentrar em contato com a coordenação davigilância Epidemiológica Municipal.
  4. 4. Definição de Caso Suspeito• Todo indivíduo, independente da idade e estadovacinal, que apresente tosse seca há 14 diasou mais, associada a um ou mais dos seguintessintomas:› tosse paroxística – tosse súbita incontrolável,com tossidas rápidas e curtas (5 a 10), emuma única expiração;› guincho inspiratório;› vômitos pós-tosse.• Todo indivíduo, independente da idade e estadovacinal, que apresente tosse seca há 14 dias oumais e com história de contato com casoconfirmado como coqueluche pelo critério clínico.
  5. 5. Confirmado• Critério laboratorial – todo casosuspeito de coqueluche com isolamentode B. pertussis.• Critério Clínico Epidemiológico –todo caso suspeito que teve contato comcaso confirmadocomo coqueluche pelo critériolaboratorial, entre o início do períodocatarral até 3semanas após o início doperíodo paroxístico da doença (períodode transmissibilidade).
  6. 6. • Critério Clínico – Todo caso suspeitode coqueluche cujo hemograma apresenteleucocitose (acima de 20 milleucócitos/mm3) e linfocitose absoluta(acima de 10 mil linfócitos/mm3),desdeque sejam obedecidas as seguintescondições: resultado de cultura negativaou não realizada; inexistência de vínculoepidemiológico (vide item anterior); apósrealizado diagnósticodiferencial não confirmado de outraetiologia.
  7. 7. Criança apresentando crise decoqueluche (tosse paroxística)
  8. 8. DIFTERIAA difteria (crupe) é uma doença bacterianaaguda, cujas lesões características sãomembranas branco-acinzentadas aderentes,circundadas por processo inflamatório queinvade as estruturas vizinhas, localizadas maisfrequentemente nas amígdalas, laringe e nariz. Adoença compromete o estado geral do paciente,que apresenta febre, cansaço e palidez. Há dorde garganta discreta. Em casos mais graves podehaver edema intenso no pescoço, aumento degânglios linfáticos na região e até asfixia mecânicaaguda pela obstrução causada pela placa
  9. 9. Transmissão:Corynebacterium diphtheriae é um bacilotransmitido por contágio direto com doentesou portadores assintomáticos(que nãomanifestam a doença),através das secreçõesnasais.Também pode ocorrer a transmissãoindireta, através de objetos que tenham sidocontaminados recentemente pelas secreções deorofaringe ou de lesões em outras localizações.A incidência da transmissão de difteria costumaaumentar nos meses frios e, principalmente, emambientes fechados, devido à aglomeração.
  10. 10. Diagnóstico laboratorial:Realizado mediante a identificação eisolamento do C. diphtheriae através decultura de material, colhido com técnicaadequada, das lesões existentes(ulcerações, criptas das amígdalas),exsudatos de orofaringe e de nasofaringe,que são as localizações mais comuns, oude outras lesões cutâneas, conjuntivas,genitália externa, etc.
  11. 11. Vigilância EpidemiológicaA difteria é uma doença de notificação e investigaçãoobrigatória em todo o território nacionalObjetivos:• Investigar todos os casos suspeitos e confirmadoscom vistas à adoção de medidas de controlepertinentes para evitar a ocorrência de novos casos.• Aumentar o percentual de isolamento em cultura,com envio de 100% das cepas isoladaspara o laboratório de referência nacional, para estudosmoleculares e de resistência bacterianaa antimicrobianos.• Acompanhar a tendência da doença, para detecçãoprecoce de surtos e epidemias.
  12. 12. Definição de Caso SuspeitoToda pessoa que, independente da idade eestado vacinal, apresenta quadro agudo deinfecçãoda orofaringe, com presença de placasaderentes ocupando as amígdalas, com ousem invasãode outras áreas da faringe (palato e úvula) ououtras localizações (ocular, nasal, vaginal,pele, etc.),com comprometimento do estado geral efebre moderada
  13. 13. ConfirmadoCritério laboratorial• cultura com prova detoxigenicidade – todo caso suspeitocom isolamento do C. diphtheriaee provas de toxigenicidade positiva.• cultura sem prova detoxigenicidade – todo caso suspeitocom isolamento do C. diphtheriaemesmo sem provas de toxigenicidadepositiva. .
  14. 14. Critério Clínico EpidemiológicoTodo caso suspeito de difteria:• com resultado de cultura negativo ou examenão realizado, mas que seja comunicante deum outro caso confirmado laboratorial ouclinicamente; ou• com resultado de cultura negativo ou examenão realizado, mas que seja comunicanteíntimode portador, indivíduo no qual se isolou o C.diphtheriae.
  15. 15. Critério clínicoQuando for observado:•Placas comprometendo pilares ou úvula,além das amígdalas;• Placas suspeitas na traqueia ou laringe;•Simultaneamente, placas em amígdalas,toxemia importante, febre baixa desde oinício doquadro e evolução, em geral, arrastada;• Miocardite ou paralisia de nervosperiféricos, que pode aparecer desde o iníciodos sintomas sugestivos de difteria ou atésemanas após.
  16. 16. Amígdalas Apresentando Membranas BrancoAcinzentadas Aderentes
  17. 17. POLIOMIELITEO que é:A poliomielite ou paralisia infantil é umadoença infecciosa causada pelo poliovírus,que entra na corrente sanguínea e afeta osistema nervoso central causandoparalisia dos membros e meningite.Pessoas de todas as idades podem serinfectadas com este vírus, masespecialmente as crianças pequenas.
  18. 18. Diagnóstico da Poliomielite:O diagnóstico da poliomielite é feito com base noexame de sangue e no exame de fezes.Coleta de Amostras de Fezes dos CasosA amostra de fezes constitui o material mais adequadopara o isolamento do poliovírus. Emboraos pacientes com poliomielite eliminem poliovírusdurante semanas, os melhores resultadosde isolamento são alcançados com amostras fecaiscoletadas na fase aguda da doença, ou seja, atéo 14º dia do início da deficiência motora.• Todo caso conhecido tardiamente deverá ter umaamostra de fezes, coletada no máximo até60 dias após o início da deficiência motora.
  19. 19. Coleta de Amostras de Fezes deContatos:Deverão ser coletadas exclusivamentenas seguintes situações:• Contatos de caso com clínicacompatível com poliomielite, quandohouver suspeita de reintroduçãoda circulação do poliovírus selvagem;• Contato de caso em que hajaconfirmação do vírus derivado vacinal.
  20. 20. Vigilância Epidemiológica Manter erradicada a poliomielite no Brasil. Definição de Caso Suspeito • Todo caso de deficiência motora flácida, de iníciosúbito, em pessoas menores de 15 anos, independente da hipótese diagnóstica depoliomielite. • Caso de deficiência motora flácida, de iníciosúbito, em indivíduo de qualquer idade, com históriade viagem a países com circulação de poliovírus nosúltimos 30 dias, que antecederam o início do déficitmotor, ou contato no mesmo período com pessoasque viajaram para esses países, que apresentemsuspeita diagnóstica de poliomielite.
  21. 21. Casos Confirmados:• Poliovírus selvagem – caso de paralisia flácidaaguda, em que houve isolamento de poliovírusselvagem na amostra de fezes do caso, ou de um deseus contatos, independente dehaver ou não sequela, após 60 dias do início dadeficiência motora.• Poliovírus derivado vacinal (PVDV) – caso dePFA com isolamento de PVDV e sequela,60 dias após déficit motor, ou seja, isolamento depoliovírus que apresentar entre 1 a 15%de diferença genética em relação ao vírus vacinalcorrespondente.
  22. 22. Poliomielite Compatível:Caso de PFA que não teve coleta adequadade amostra de fezes e que apresentousequela aos 60 dias, ou evoluiu para óbito, outeve evolução clínica ignorada.Descartado (Não Poliomielite):Caso de paralisia flácida aguda no qual nãohouve isolamento de poliovírus selvagem naamostra adequada de fezes, ou seja, amostracoletada até 14 dias do início da deficiênciamotora, em quantidade e temperaturasatisfatórias.
  23. 23. Poliomielite Associada à VacinaCasos de PFA em que há isolamento de vírusvacinal na amostra de fezes e presença de sequelacompatível com poliomielite, 60 dias após o inícioda deficiência motora. Há dois tipos de poliomielite,relacionados com a vacina:• Paralisia flácida aguda, que se inicia entre 4 e 40dias após o recebimento da VOP e que apresentasequela neurológica, compatível com poliomielite60 dias após o início do déficit motor;
  24. 24. • Caso de poliomielite associado à vacina em contatos: PFAque surge após contato com criança que tenha recebidoVOP até 40 dias antes. A paralisia surge de 4 a 85 dias apósa exposição ao contato vacinado e o indivíduo apresentasequela neurológica compatível com poliomielite, 60 diasapós o déficit motor. Em qualquer das situações acima, oisolamento de poliovírus vacinal nas fezes e sequelaneurológica compatível com poliomielite são condiçõesimprescindíveis para que o caso seja considerado comoassociado à vacina. Reafirma-se a necessidade de coletar asfezes adequadamente, nos primeiros 14 dias após o iníciodo déficit motor.•Caso a coleta seja tardia, entre 15 e 40 dias após o iníciodo déficit motor, haja isolamento de vírus vacinal e clínicacompatível, o caso será classificado como associado àvacina.
  25. 25. Notificação:Diante das definições adotadas para caso suspeito,todas as afecções neurológicas agudas, em menores de15 anos e em indivíduo de qualquer idade, com históriade viagem a países com circulação de poliovírus, nosúltimos 30 dias que antecederam o início do déficitmotor, ou contato no mesmo período com pessoasque viajaram para países endêmicos, que apresentemsuspeita diagnóstica de poliomielite, que cursarem comparalisia flácida, devem entrar no Sistema de VigilânciaEpidemiológica, isso é, devem ser notificadas einvestigadas para afastar possíveis associações com opoliovírus.
  26. 26. Proteção Individual Para Evitar Circulação ViralA proteção se dá através da vacina oralcontra poliomielite. Caso haja suspeita deinfecção por poliovírus selvagem, empacientes internados, orienta-se tomadade precauções entéricas ..
  27. 27. Investigação Epidemiológica (Apostila)Encerramento de Casos:Os casos de PFA devem ser encerradosoportunamente no Sinan, até 60 dias danotificação, quando se realiza a avaliaçãoneurológica.Toda PFA em menor de 15 anos
  28. 28. CRIANÇA VÍTIMA DE PARALISIA INFANTIL
  29. 29. A GOTINHA CONTRA APARALISIA INFANTIL (VACINA SABIN)
  30. 30. TÉTANO: É uma doença infecciosa grave, nãocontagiosa, causada por toxina produzidapela bactéria Clostridium tetani. Sob a formade esporos, essa bactéria é encontrada nasfezes de animais e humanos, na terra, nasplantas, em objetos e pode contaminar aspessoas que tenham lesões na pele(feridas, arranhaduras, cortes, mordidas deanimais,etc.) pelas quais o microorganismopossa penetrar.
  31. 31. Diagnóstico Laboratorial e Exames ComplementaresO diagnóstico do tétano éeminentemente clínico-epidemiológico,não dependendo de confirmaçãolaboratorial.O laboratório auxilia no controle dascomplicações e tratamento dopaciente
  32. 32. Vigilância Epidemiológica Objetivos• Reduzir a incidência dos casos de tétano acidental.• Implementar ações de vigilância epidemiológica.• Conhecer todos os casos suspeitos e investigaroportunamente 100% deles, com objetivo deassegurar diagnóstico e tratamento precoces.• Adotar medidas de controle, oportunamente.• Conhecer o perfil e o comportamento epidemiológico.• Identificar e caracterizar a população de risco.• Recomendar a vacinação da população de risco.• Avaliar o impacto das medidas de controle.• Promover educação continuada em saúde, incentivandoo uso de equipamentos e objetosde proteção, a fim de evitar ocorrência de ferimentos oulesões.
  33. 33. Definição de Caso Suspeito:Todo paciente acima de 28 dias de vida queapresenta um ou mais dos seguintessinais/sintomas: disfagia, trismo, riso sardônico,opistótono, contraturas musculares localizadasou generalizadas,com ou sem espasmos,independente da situação vacinal, da história detétano e de detecção ou não de solução decontinuidade de pele ou mucosas.
  34. 34. Confirmado:Todo caso suspeito cujos sinais/sintomas não sejustifiquem por outras etiologias e apresentehipertonia dos masséteres (trismo), disfagia,contratura dos músculos da mímica facial (risosardônico, acentuação dos sulcos naturais da face,pregueamento frontal, diminuição da fendapalpebral), rigidez abdominal (abdome em tábua),contratura da musculatura paravertebral (opistótono),da cervical (rigidez de nuca), de membros(dificuldade para deambular), independente dasituação vacinal, da história prévia de tétano e dedetecção de solução de continuidade da pele oumucosas. A lucidez do paciente reforça o diagnóstico
  35. 35. Rigidez Muscular (Posição de Opistótono)
  36. 36. Como Notificar Notificar imediatamente o caso, através do telefone ao Serviço de Epidemiologia Vigilância em Saúde – SEMUS – NI: (21) 2668 - 4516
  37. 37. OBRIGADO!!!

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