Workshop

Direção de programas

direção de
PROGRAMAS
2ª PARTE

Ricardo Barros
O diretor

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PÓS-PRODUÇÃO
Supervisiona a EDIÇÃO , o tratamento das imagens
e a correção de cores
Define os créditos, tipos e tamanhos de fontes,

EFEITOS

Supervisiona a confecção de TRILHAS sonoras
Supervisiona a sonorização e mixagem

gráficos e visuais
O diretor

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
CUIDADOS CONSTANTES
MONITORAMENTO

dos fluxos de produção

Execução de relatórios de gravação, continuidade, mídias, fichas técnicas A/V
Relacionamento com as equipes

FEEDBACK

AUTOAVALIAÇÃO
DIREÇÃO oferecer uma
como DE PROGRAMAS
EXPERIÊNCIA melhor
Leve sua

CRIATIVIDADE a sério!!!

Use-a para fortalecer o projeto. Pense e repense.

DUVIDE

das suas ideias,
Quanto MENOS CERTEZAS melhor!
MENOS CERTEZAS
criativo

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PROCESSO

Uma busca constante de

SOLUÇÕES,

pesquisa de REFERÊNCIAS estéticas
e linguagens: livros, internet, dvds... Vale tudo!

Tente
CONHECER

o que está sendo produzido,
pratique alguma atividade relacionada a artes
ou diversão.
criativo

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PROCESSO

Metodologia:
PROBLEMA

PROCESSO

ANÁLISE DE DADOS

criatividade

SOLUÇÃO
criativo

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PROCESSO

Metodologia:

1.
BRIEFING

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
Entendendo

O PRODUTO

Contextualização
Levantamento de dados, informações, fatos,
pesquisa, conversas com todos os envolvidos
Objetivos de comunicação: informar ou persuadir
Benefícios racionais e emocionais

público-alvo
O que o motiva? O que o inspira?
Com o que ele se importa?
O que queremos que ele pense?
sinopse

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
Qual é a

MENSAGEM?

Conteúdo
Principais características, Valores, Atributos
Temas e Formato
Horário da transmissão
Concorrência
conceituação

DIREÇÃO DE PROGRAMAS

Análise ARTÍSTICA do roteiro.
LEVANTAMENTO

de todas as informações
que possibilitem a criação de uma UNIDADE
estética através da época, estilo, cores, locações,
casting, cenografia, locações, vídeo-grafismo,
iluminação, fotografia, direção de arte, figurino,
maquiagem, edição, trilhas, sonorização.
conceituação

DIREÇÃO DE PROGRAMAS

Análise TÉCNICA

do roteiro.

É a DIVISÃO DAS CENAS EM PLANOS , com as
indicações de movimentos de lente
e posicionamentos das câmera, descrição da ação,
das locuções offs, sonoras, trilhas, ruídos,
e o levantamento das necessidades técnicas,
EQUIPAMENTOS de iluminação, maquinaria,
elétrica, efeitos especiais, microfones,
mesas de som.
STORYBOARD

DIREÇÃO DE PROGRAMAS

É uma REFERÊNCIA visual,
feita através de desenhos, para facilitar a

VISUALIZAÇÃO DAS CENAS
a serem gravadas.
STORYBOARD

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
STORYBOARD

DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PLANO DE GRAVAÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

Visa sempre à redução dos custos
através da otimização dos recursos
técnicos e artísticos.
Permite a visualização do CRONOGRAMA de gravação,
através de uma planilha contendo

agendamento, datas e contatos
cenários e locações
sequências e cenas
definição da luz dia/noite
casting
objetos de cena

equipamentos

equipe
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS

https://www.celtx.com/index.html

http://storytouch.com/index.html
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
MAPA DO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
Planta Baixa
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

ROTEIRO DE GRAVAÇÃO
VÍDEO
CENA 1 C1 Plano Geral
Secretária comendo
biscoito
CENA 2 C2 Plano Médio
Homem entra

ÁUDIO

CENA 3 C1 Close
Reação secretária
CENA 4 C4 Detalhe
Secretária esconde o
biscoito
CENA 5 C1 Close
Secretária olha para homem
e fala
CENA 6 C3 Plano Médio
Secretária disca um número
CENA 7

C2 Close

Secretária on:
’’Desculpe, preciso dar um
telefonema”
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

ROTEIRO DE GRAVAÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

SEQUÊNCIA

“CONJUTO DE AÇÕES

que acontecem
uma após a outra, no mesmo lugar ou não,
mas todas relacionadas com um mesmo tema ou situação
formando uma ÚNICA AÇÃO DRAMÁTICA”
A sequência é formada por cenas.

Exemplo: Sequência de perseguição em um parque.
Um homem rouba a bolsa de uma mulher e inicia a fuga.
O marido vê o roubo e corre atrás do ladrão.
A ação começa na porta de casa, segue por um
parque, e termina em uma grande avenida,
Onde o marido não consegue pegar o ladrão.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

CENA

“Ações que acontecem em um MESMO LUGAR
formadas com estrutura de início meio e fim,
e que têm o mesmo tema ou UNIDADE DE AÇÃO”
“Um segmento que mostra uma ação unitária e
totalmente CONTÍNUA , sem elipse nem salto
de um plano para outro” Jacques Aumont
“O conjunto de planos situados no mesmo local ou cenário,
que se desenrolam dentro de um tempo determinado!”
Jean Mitry
Uma cena é dividida em diferentes planos.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

Éa

ÁREA

em que a ação acontece.

É o que a câmera enxerga.
A figura humana é sempre utilizada como parâmetro.
A decupagem televisiva privilegia os enquadramentos fechados.

Plano Geral (PG)
Enquadramento feito com a câmera distante,
abrange todo o ambiente, frequentemente paisagens,
estabelece o conceito, definindo a locação.
Extreme long shot ou establishing shot

Plano Conjunto (PC)
Descreve a relação do(s) personagem(ns) com outros
elementos da cena. A figura humana ocupa uma maior
importância na tela se posicionando mais próximo da câmera.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

Plano Aberto(PA)
Personagem(ns) ocupa(m) uma importância maior na tela,
sendo enquadrado por completo.

Plano Americano (PAm)
Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima do joelho,
permite uma gesticulação livre.

Plano Médio (PM)
Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima da cintura,
gesticulação reduzida.

Plano Fechado(PF)
Personagem visualizado a partir dos ombros,
normalmente contém uma pessoa.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

Close-up
Rosto do personagem, destaca a expressão facial.

Detalhe, Super Close ou Primeiríssimo Plano (PPP)
Detalhes

CONTRAPLANO

É a imagem OPOSTA de um plano anterior.
Revela dois ângulos de uma mesma situação.
Serve para criar uma maior dinâmica em uma cena.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

PLANO

PLANO SEQUÊNCIA
É a gravação de uma

AÇÃO CONTÍNUA

sem cortes.

CÂMERA SUBJETIVA
A câmera comporta-se como se fosse o ,OLHAR DO PERSONAGEM
se tornando participante da ação.
Normalmente a personagem que estiver sendo filmada
olha diretamente para a lente, transformando a câmera
em uma outra personagem.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

MOVIMENTOS

MOVIMENTOS DE CÂMERA
Servem para dar FLUIDEZ

a ação dramática.

Panorâmica
Induz à ambientação estabelecendo diferentes
pontos de vista, olhar investigativo.
A câmera gira em torno da sua base.
Pan Horizontal
A câmera gira da esquerda para a direita ou vice-versa.
Pan Vertical (Tilt up / down)
A câmera se move de cima para baixo ou vice-versa.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

MOVIMENTOS

Travelling
Aproxima o espectador da ação principalmente
nos aspectos emocionais e psicológicos.
Movimentação lateral da câmera sobre um carrinho,
ou qualquer suporte móvel.
Eixo lateral ou frontal.
Travelling in
Câmera se aproxima do objeto no eixo vertical.

Travelling out
Câmera se afasta do objeto no eixo vertical.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS

MOVIMENTOS

Zoom
O conjunto de lentes com distância focal variável
Permite PASSAR DE UM PLANO PARA OUTRO.
.

Zoom in
Aumento da distância focal, aproximação do elemento.
Zoom out
Diminuição da distância focal, afastamento do elemento.
Chicote
Movimento muito rápido da câmera.
ÂNGULOS

Frontal DIREÇÃO DE PROGRAMAS
Câmera posicionada na mesma altura do nariz
Alto (Plongee)
Enquadramento de cima para baixo.
Baixo(Contra-plongee)
Enquadramento de baixo para cima.
3/4
Câmera forma um ângulo de aproximadamente 45°
com a pessoa, com o olhar voltado para dentro
do enquadramento.
Perfil
Câmera forma um ângulo de aproximadamente 90°
com a pessoa que está deslocada para a lateral do
enquadramento.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PROFUNDIDADE DE CAMPO
Área de uma cena EM FOCO.
Varia de acordo com a iluminação
e o diafragma.

DISTÂNCIA FOCAL
Indica a AMPLITUDE do campo visual.
Distância focal curta=grande angular
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
CUIDADOS
Procurar equilibrar os 1ºs planos
e os FUNDOS.
É possível realçá-los ou desfocá-los.

Se necessário melhore o fundo,
busque outros ângulos.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
FORA DE CAMPO

É o espaço NÃO MOSTRADO
porém suposto a partir de indícios do campo.
DIREÇÃO E PROGRAMAS
SIMETRIA DELINEARIDADE
É necessário buscar o
nos enquadramentos.

EQUILÍBRIO

Evite imagens monótonas,
crie o ritmo desejado.
Utilize 1ºs, 2°s e 3°s planos.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
PROPORÇÕES DE TELA

RETÂNGULO ÁUREO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
É uma linha imaginária onde acontece
a ação dramática.
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO EIXO
DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
EIXO DE AÇÃO
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
ASPECT RATIOS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
ASPECT RATIO 4:3
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
IMAGEM
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
MÍDIAS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
FORMATOS DIGITAIS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
FORMATOS DIGITAIS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
FORMATOS DIGITAIS
DIREÇÃO DE PROGRAMAS
COLOR BARS

WORKSHOP DIREÇÃO DE PROGRAMAS DE TV 2ª PARTE

  • 1.
    Workshop Direção de programas direçãode PROGRAMAS 2ª PARTE Ricardo Barros
  • 2.
    O diretor DIREÇÃO DEPROGRAMAS PÓS-PRODUÇÃO Supervisiona a EDIÇÃO , o tratamento das imagens e a correção de cores Define os créditos, tipos e tamanhos de fontes, EFEITOS Supervisiona a confecção de TRILHAS sonoras Supervisiona a sonorização e mixagem gráficos e visuais
  • 3.
    O diretor DIREÇÃO DEPROGRAMAS CUIDADOS CONSTANTES MONITORAMENTO dos fluxos de produção Execução de relatórios de gravação, continuidade, mídias, fichas técnicas A/V Relacionamento com as equipes FEEDBACK AUTOAVALIAÇÃO
  • 4.
    DIREÇÃO oferecer uma comoDE PROGRAMAS EXPERIÊNCIA melhor Leve sua CRIATIVIDADE a sério!!! Use-a para fortalecer o projeto. Pense e repense. DUVIDE das suas ideias, Quanto MENOS CERTEZAS melhor! MENOS CERTEZAS
  • 5.
    criativo DIREÇÃO DE PROGRAMAS PROCESSO Umabusca constante de SOLUÇÕES, pesquisa de REFERÊNCIAS estéticas e linguagens: livros, internet, dvds... Vale tudo! Tente CONHECER o que está sendo produzido, pratique alguma atividade relacionada a artes ou diversão.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    BRIEFING DIREÇÃO DE PROGRAMAS Entendendo OPRODUTO Contextualização Levantamento de dados, informações, fatos, pesquisa, conversas com todos os envolvidos Objetivos de comunicação: informar ou persuadir Benefícios racionais e emocionais público-alvo O que o motiva? O que o inspira? Com o que ele se importa? O que queremos que ele pense?
  • 9.
    sinopse DIREÇÃO DE PROGRAMAS Qualé a MENSAGEM? Conteúdo Principais características, Valores, Atributos Temas e Formato Horário da transmissão Concorrência
  • 10.
    conceituação DIREÇÃO DE PROGRAMAS AnáliseARTÍSTICA do roteiro. LEVANTAMENTO de todas as informações que possibilitem a criação de uma UNIDADE estética através da época, estilo, cores, locações, casting, cenografia, locações, vídeo-grafismo, iluminação, fotografia, direção de arte, figurino, maquiagem, edição, trilhas, sonorização.
  • 11.
    conceituação DIREÇÃO DE PROGRAMAS AnáliseTÉCNICA do roteiro. É a DIVISÃO DAS CENAS EM PLANOS , com as indicações de movimentos de lente e posicionamentos das câmera, descrição da ação, das locuções offs, sonoras, trilhas, ruídos, e o levantamento das necessidades técnicas, EQUIPAMENTOS de iluminação, maquinaria, elétrica, efeitos especiais, microfones, mesas de som.
  • 12.
    STORYBOARD DIREÇÃO DE PROGRAMAS Éuma REFERÊNCIA visual, feita através de desenhos, para facilitar a VISUALIZAÇÃO DAS CENAS a serem gravadas.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    PLANO DE GRAVAÇÃO DIREÇÃODE PROGRAMAS Visa sempre à redução dos custos através da otimização dos recursos técnicos e artísticos. Permite a visualização do CRONOGRAMA de gravação, através de uma planilha contendo agendamento, datas e contatos cenários e locações sequências e cenas definição da luz dia/noite casting objetos de cena equipamentos equipe
  • 16.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPADO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS https://www.celtx.com/index.html http://storytouch.com/index.html
  • 17.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPADO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
  • 18.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPADO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS
  • 19.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MAPADO POSICIONAMENTO DAS CÂMERAS Planta Baixa
  • 20.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS ROTEIRODE GRAVAÇÃO VÍDEO CENA 1 C1 Plano Geral Secretária comendo biscoito CENA 2 C2 Plano Médio Homem entra ÁUDIO CENA 3 C1 Close Reação secretária CENA 4 C4 Detalhe Secretária esconde o biscoito CENA 5 C1 Close Secretária olha para homem e fala CENA 6 C3 Plano Médio Secretária disca um número CENA 7 C2 Close Secretária on: ’’Desculpe, preciso dar um telefonema”
  • 21.
  • 22.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS SEQUÊNCIA “CONJUTODE AÇÕES que acontecem uma após a outra, no mesmo lugar ou não, mas todas relacionadas com um mesmo tema ou situação formando uma ÚNICA AÇÃO DRAMÁTICA” A sequência é formada por cenas. Exemplo: Sequência de perseguição em um parque. Um homem rouba a bolsa de uma mulher e inicia a fuga. O marido vê o roubo e corre atrás do ladrão. A ação começa na porta de casa, segue por um parque, e termina em uma grande avenida, Onde o marido não consegue pegar o ladrão.
  • 23.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS CENA “Açõesque acontecem em um MESMO LUGAR formadas com estrutura de início meio e fim, e que têm o mesmo tema ou UNIDADE DE AÇÃO” “Um segmento que mostra uma ação unitária e totalmente CONTÍNUA , sem elipse nem salto de um plano para outro” Jacques Aumont “O conjunto de planos situados no mesmo local ou cenário, que se desenrolam dentro de um tempo determinado!” Jean Mitry Uma cena é dividida em diferentes planos.
  • 24.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO Éa ÁREA emque a ação acontece. É o que a câmera enxerga. A figura humana é sempre utilizada como parâmetro. A decupagem televisiva privilegia os enquadramentos fechados. Plano Geral (PG) Enquadramento feito com a câmera distante, abrange todo o ambiente, frequentemente paisagens, estabelece o conceito, definindo a locação. Extreme long shot ou establishing shot Plano Conjunto (PC) Descreve a relação do(s) personagem(ns) com outros elementos da cena. A figura humana ocupa uma maior importância na tela se posicionando mais próximo da câmera.
  • 25.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO PlanoAberto(PA) Personagem(ns) ocupa(m) uma importância maior na tela, sendo enquadrado por completo. Plano Americano (PAm) Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima do joelho, permite uma gesticulação livre. Plano Médio (PM) Personagem(ns) visualizado(s) pouco acima da cintura, gesticulação reduzida. Plano Fechado(PF) Personagem visualizado a partir dos ombros, normalmente contém uma pessoa.
  • 26.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO Close-up Rostodo personagem, destaca a expressão facial. Detalhe, Super Close ou Primeiríssimo Plano (PPP) Detalhes CONTRAPLANO É a imagem OPOSTA de um plano anterior. Revela dois ângulos de uma mesma situação. Serve para criar uma maior dinâmica em uma cena.
  • 27.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS PLANO PLANOSEQUÊNCIA É a gravação de uma AÇÃO CONTÍNUA sem cortes. CÂMERA SUBJETIVA A câmera comporta-se como se fosse o ,OLHAR DO PERSONAGEM se tornando participante da ação. Normalmente a personagem que estiver sendo filmada olha diretamente para a lente, transformando a câmera em uma outra personagem.
  • 28.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MOVIMENTOS MOVIMENTOSDE CÂMERA Servem para dar FLUIDEZ a ação dramática. Panorâmica Induz à ambientação estabelecendo diferentes pontos de vista, olhar investigativo. A câmera gira em torno da sua base. Pan Horizontal A câmera gira da esquerda para a direita ou vice-versa. Pan Vertical (Tilt up / down) A câmera se move de cima para baixo ou vice-versa.
  • 29.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MOVIMENTOS Travelling Aproximao espectador da ação principalmente nos aspectos emocionais e psicológicos. Movimentação lateral da câmera sobre um carrinho, ou qualquer suporte móvel. Eixo lateral ou frontal. Travelling in Câmera se aproxima do objeto no eixo vertical. Travelling out Câmera se afasta do objeto no eixo vertical.
  • 30.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS MOVIMENTOS Zoom Oconjunto de lentes com distância focal variável Permite PASSAR DE UM PLANO PARA OUTRO. . Zoom in Aumento da distância focal, aproximação do elemento. Zoom out Diminuição da distância focal, afastamento do elemento. Chicote Movimento muito rápido da câmera.
  • 31.
    ÂNGULOS Frontal DIREÇÃO DEPROGRAMAS Câmera posicionada na mesma altura do nariz Alto (Plongee) Enquadramento de cima para baixo. Baixo(Contra-plongee) Enquadramento de baixo para cima. 3/4 Câmera forma um ângulo de aproximadamente 45° com a pessoa, com o olhar voltado para dentro do enquadramento. Perfil Câmera forma um ângulo de aproximadamente 90° com a pessoa que está deslocada para a lateral do enquadramento.
  • 32.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS PROFUNDIDADEDE CAMPO Área de uma cena EM FOCO. Varia de acordo com a iluminação e o diafragma. DISTÂNCIA FOCAL Indica a AMPLITUDE do campo visual. Distância focal curta=grande angular
  • 33.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS CUIDADOS Procurarequilibrar os 1ºs planos e os FUNDOS. É possível realçá-los ou desfocá-los. Se necessário melhore o fundo, busque outros ângulos.
  • 34.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS FORADE CAMPO É o espaço NÃO MOSTRADO porém suposto a partir de indícios do campo.
  • 35.
    DIREÇÃO E PROGRAMAS SIMETRIADELINEARIDADE É necessário buscar o nos enquadramentos. EQUILÍBRIO Evite imagens monótonas, crie o ritmo desejado. Utilize 1ºs, 2°s e 3°s planos.
  • 36.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS PROPORÇÕESDE TELA RETÂNGULO ÁUREO
  • 37.
    DIREÇÃO DE PROGRAMAS EIXODE AÇÃO É uma linha imaginária onde acontece a ação dramática.
  • 38.
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
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  • 49.
  • 50.
  • 51.
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  • 53.
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