Agrupamento de Escolas D. Manuel de Faria e Sousa
                                Língua Portuguesa
                                       8º Ano
                           Ficha de trabalho: Pontuação


                                   TEXTO E SINAIS DE PONTUAÇÃO

1. TEXTO
       No texto, distinguem-se vários blocos: os parágrafos. O parágrafo é assinalado por um recuo de
linha.
       O parágrafo é composto por frases. A frase inicia-se com letra maiúscula e termina em ponto final
ou sinal de pontuação equivalente.
       A frase pode conter uma ou várias orações.

2. SINAIS DE PONTUAÇÃO
       Pontuar não é um acto sem importância. Não resulta indiferente colocar ou não uma vírgula, como
também não é ao acaso que se opta pelo emprego de um ponto em vez de reticências.
       Analise as seguintes frases:
       - Morra Salazar! Não faz falta à nação!
       - Morra Salazar, não! Faz falta à nação!
       Apesar de as frases terem o mesmo material, não transmitem a mesma informação. A alteração de
sentido foi provocada pelo uso dos sinais de pontuação. É importante, por isso, conhecê-los e saber
utilizá-los.

→ VÍRGULA
      Assinala, no interior da frase, a pausa de mais curta duração. Emprega-se, entre outros casos, para
separar:
      a) o vocativo do resto da frase (ex.: Minha Senhora, você anda mesmo perdida.);
      b) elementos com a mesma função sintáctica (ex.: Era bonita, simpática, delicada e carinhosa.);
      c) uma enumeração (ex.: Tomou banho, vestiu uma roupa nova, penteou-se e foi comer.);
      d) os advérbios sim e não, quando independentes na frase (– Não, podes ir.);
      e) frases participiais e gerundivas (exs.: Passados dois dias, Teresa chegou a casa com dois
bilhetes para as Caraíbas. / Ele sorriu, pensando na felicidade das crianças.);
      f) frases coordenadas adversativas – mas, contudo, no entanto, porém, todavia... (exs.: Ela gosta de
teatro, mas não gosta de cinema. / Ele gosta de bolos; contudo, não gosta de chocolates.);
      g) frases coordenadas conclusivas – logo, portanto, por conseguinte, por consequência e pois (exs.:
A loja estava fechada; portanto, ele não pôde comprar o que queria. / Ele disse-lhe a verdade; teve, pois,
um comportamento correcto.);
      h) frases subordinadas temporais (ex.: Quando chegares a casa, telefona-me.);
      i) frases subordinadas adverbiais causais – porque, pois, uma vez que, visto que, já que... (exs.: Ela
foi-se embora, porque já não havia nada a fazer. / O João não pôde cantar, uma vez que estava
afónico.);
      j) frases subordinadas adverbiais concessivas – embora, ainda que, mesmo que, se bem que, por
mais que... (ex.: Mesmo que me apeteça, não irei ao cinema.);
      k) expressões do tipo ou seja, isto é, sem dúvida, por exemplo, a meu ver, com efeito, na verdade
(Esta casa é muito cara, ou seja, não é para o meu bolso!);
      l) nas datas, o nome do lugar (ex.: Aveiro, 23 de Setembro de 2006).
- NÃO SE SEPARAM POR VÍRGULAS:
     a) o sujeito do predicado (ex.: O rapaz moreno de óculos e camisa branca é meu primo.);
     b) o verbo dos seus complementos (ex.: Ele deu uma prenda à Ana.);
     c) frases (com sujeitos iguais) e elementos da frase coordenados com a conjunção e (exs.: Ele
começou a trabalhar e a ter mais dinheiro. / O filme é extremamente divertido e interessante.).

→ PONTO E VÍRGULA
      Assinala uma pausa maior do que a vírgula, mas menor do que a do ponto. Utiliza-se:
      a) numa enumeração cujos elementos já estão separados por vírgulas (ex.: Alguns tipos de
problemas da cidade são: a poluição, que é provocada pelos fumos industriais, pelos escapes dos
automóveis e pela produção de detritos de origem doméstica, industrial, hospitalar ou outra; a degradação
dos edifícios; a diminuição dos espaços verdes; o envelhecimento da população; etc...);
      b) numa listagem de tópicos (ex.: Numa exposição oral, devemos assumir uma postura correcta e
adequada:
      - falar olhando para o público;
      - não pôr as mãos nos bolsos, atrás das costas, na boca, etc.;
      - não mexer no apagador;
      - não balançar as pernas nem os braços;
      - não virar as costas ao público;
      - não ler os apontamentos;
      - falar num tom de voz audível.).

→ PONTO
      Marca a pausa mais longa da voz. Coloca-se no fim da frase, indicando que aquilo que se pretende
dizer está completo.
      Utiliza-se para: indicar o fim de todas as frases excepto o das interrogativas directas e exclamativas
(ex.: Bernardo estudava em Madrid. Apesar de ter sido bem recebido em Espanha e ter colegas
fantásticos, sentia saudades da família e dos amigos que deixou em Portugal. Assim, decidiu regressar e
continuar os seus estudos aqui.).

→ DOIS PONTOS
      Utilizam-se para:
      a) introduzir o discurso directo (ex.: A mãe disse: – Levanta a mesa, se fazes favor.);
      b) introduzir uma enumeração (ex.: O André foi à Feira do Livro e comprou: dois romances, um
dicionário bilingue e uma enciclopédia.);
      c) introduzir uma explicação (ex.: Ele voltou para trás: tinha-se esquecido da carteira e dos óculos.);
      d) introduzir uma citação (ex.: Camões escreveu: «Amor é um fogo que arde sem se ver».).

→ TRAVESSÃO
     Utiliza-se o travessão para:
     a) marcar a fala de uma personagem em discurso directo (ex.: O Rodrigo exclamou: – Que linda
paisagem!);
     b) isolar, num determinado contexto, palavras ou frases (ex.: Foram de férias – estavam muito
cansados!).

→ RETICÊNCIAS
     Assinalam uma interrupção voluntária do discurso. Utilizam-se para:
     a) indicar uma interrupção no pensamento ou uma hesitação (exs.: Se ao menos pudesse ouvir a
sua voz... / Não sei se espere mais tempo...);
b) marcar a omissão de informação que se pode subentender (ex,: Naquela sala, tudo é muito
original: os sofás, as mesas, os quadros, a carpete, os móveis...).

→ PONTO DE INTERROGAÇÃO
     Utiliza-se o ponto de interrogação: nas frases interrogativas directas (ex.: Disseste alguma coisa?).

→ PONTO DE EXCLAMAÇÃO
     Utiliza-se o ponto de exclamação:
     a) nas frases exclamativas (ex.: Que dia maravilhoso!);
     b) em algumas frases imperativas (ex.: Não me deixes sozinha!).



EXERCÍCIOS
A. Reescreve as frases com as vírgulas que faltam.

1. De qualquer forma José não tens razão. → ________________________________________________
2. Para onde foi ele meu Deus? → _________________________________________________________
3. Dona lnácia a dona desta casa espera-o na sala. → _________________________________________
4. Espero porém que nos encontremos brevemente. → ________________________________________
5. Professor como se faz este exercício? → __________________________________________________
6. Pensa um pouco Júlio. → ______________________________________________________________


B. Explica o emprego de itálico e de aspas nas seguintes situações:

1. Por um clik magnético acendeu-se no meu cérebro a imagem do Zé Pedro, meu colega de escola, o
«Papa-histórias», como depois lhe chamaríamos.
_____________________________________________________________________________________
2. A cara do meu colega era um mar de sardas, os olhos redondos e vivos e os dentes salientes. Mesmo
assim mantinha aquele ar solene e o tom de voz de quem «sabe coisas».
_____________________________________________________________________________________
3. Lera o Tintim, o Sandokan, o Tio Patinhas, o Tarzan, como todos nós, e o David Copperfield.
_____________________________________________________________________________________


C. Reescreve as frases do texto com os sinais de pontuação necessários.

1. ao voltar a casa à tarde Maria encontrou o gato na cozinha aninhado a comer um rato que tinha
apanhado.
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
2. tinha ratos em casa que fazer como resolver aquilo
_____________________________________________________________________________________
3. no dia seguinte após as tarefas matinais disse ao filho hoje vou levar-te comigo porque não te quero
sozinho em casa vamos lá João
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
4. no escritório foi um alvoroço olha que menino tão bonito
_____________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________


D. Coloca parênteses, travessões ou vírgulas nos sítios das frases onde são necessários.

1. Os dois países da Península Ibérica Portugal e Espanha foram em tempos pertença dos Árabes.
_____________________________________________________________________________________
2. O senhor Ricardo creio que é esse o seu nome é meu vizinho de patamar.
_____________________________________________________________________________________
3. Posso garantir-te e eu não sei mentir que acabo de o ver na rua.
_____________________________________________________________________________________


E. Pontua o texto que se segue:

                                     Uma história de solidariedade

     O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês um dia enquanto trabalhava para
ganhar a vida e o sustento para a sua família ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um
pântano nas proximidades imediatamente largou as suas ferramentas e correu para lá ao chegar
encontrou um menino gritando e tentando livrar-se da morte pois estava enlameado até à cintura o
fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível no dia seguinte uma carruagem
riquíssima chega à humilde casa do escocês um nobre saiu e apresentou-se como o pai do menino que o
fazendeiro Fleming havia salvado
     Eu quero recompensá-lo disse o nobre o senhor salvou a vida do meu filho
     Não eu não posso aceitar qualquer pagamento pelo que fiz respondeu o fazendeiro escocês
recusando a oferta
     Naquele momento o filho do fazendeiro veio à porta do casebre
     É seu filho perguntou o nobre
     Sim respondeu o fazendeiro com orgulho
     Então faço-lhe uma proposta deixe-me levá-lo e dar-lhe-ei uma boa educação se o rapaz for como é
o seu pai ele crescerá e será um homem do qual o senhor terá muito orgulho
     E foi o que ele fez tempos depois o filho do fazendeiro Fleming formou-se no St. Mary’s Hospital
Medical School de Londres e ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming que
descobriu a penicilina
     Anos depois o filho do nobre estava doente com pneumonia o que o salvou a penicilina o nome do
nobre senhor Randolph Churchill o nome do filho dele senhor Winston Churchill
     É com exemplos e gestos como estes que o mundo se torna um lugar melhor

W21 Pontuacao

  • 1.
    Agrupamento de EscolasD. Manuel de Faria e Sousa Língua Portuguesa 8º Ano Ficha de trabalho: Pontuação TEXTO E SINAIS DE PONTUAÇÃO 1. TEXTO No texto, distinguem-se vários blocos: os parágrafos. O parágrafo é assinalado por um recuo de linha. O parágrafo é composto por frases. A frase inicia-se com letra maiúscula e termina em ponto final ou sinal de pontuação equivalente. A frase pode conter uma ou várias orações. 2. SINAIS DE PONTUAÇÃO Pontuar não é um acto sem importância. Não resulta indiferente colocar ou não uma vírgula, como também não é ao acaso que se opta pelo emprego de um ponto em vez de reticências. Analise as seguintes frases: - Morra Salazar! Não faz falta à nação! - Morra Salazar, não! Faz falta à nação! Apesar de as frases terem o mesmo material, não transmitem a mesma informação. A alteração de sentido foi provocada pelo uso dos sinais de pontuação. É importante, por isso, conhecê-los e saber utilizá-los. → VÍRGULA Assinala, no interior da frase, a pausa de mais curta duração. Emprega-se, entre outros casos, para separar: a) o vocativo do resto da frase (ex.: Minha Senhora, você anda mesmo perdida.); b) elementos com a mesma função sintáctica (ex.: Era bonita, simpática, delicada e carinhosa.); c) uma enumeração (ex.: Tomou banho, vestiu uma roupa nova, penteou-se e foi comer.); d) os advérbios sim e não, quando independentes na frase (– Não, podes ir.); e) frases participiais e gerundivas (exs.: Passados dois dias, Teresa chegou a casa com dois bilhetes para as Caraíbas. / Ele sorriu, pensando na felicidade das crianças.); f) frases coordenadas adversativas – mas, contudo, no entanto, porém, todavia... (exs.: Ela gosta de teatro, mas não gosta de cinema. / Ele gosta de bolos; contudo, não gosta de chocolates.); g) frases coordenadas conclusivas – logo, portanto, por conseguinte, por consequência e pois (exs.: A loja estava fechada; portanto, ele não pôde comprar o que queria. / Ele disse-lhe a verdade; teve, pois, um comportamento correcto.); h) frases subordinadas temporais (ex.: Quando chegares a casa, telefona-me.); i) frases subordinadas adverbiais causais – porque, pois, uma vez que, visto que, já que... (exs.: Ela foi-se embora, porque já não havia nada a fazer. / O João não pôde cantar, uma vez que estava afónico.); j) frases subordinadas adverbiais concessivas – embora, ainda que, mesmo que, se bem que, por mais que... (ex.: Mesmo que me apeteça, não irei ao cinema.); k) expressões do tipo ou seja, isto é, sem dúvida, por exemplo, a meu ver, com efeito, na verdade (Esta casa é muito cara, ou seja, não é para o meu bolso!); l) nas datas, o nome do lugar (ex.: Aveiro, 23 de Setembro de 2006).
  • 2.
    - NÃO SESEPARAM POR VÍRGULAS: a) o sujeito do predicado (ex.: O rapaz moreno de óculos e camisa branca é meu primo.); b) o verbo dos seus complementos (ex.: Ele deu uma prenda à Ana.); c) frases (com sujeitos iguais) e elementos da frase coordenados com a conjunção e (exs.: Ele começou a trabalhar e a ter mais dinheiro. / O filme é extremamente divertido e interessante.). → PONTO E VÍRGULA Assinala uma pausa maior do que a vírgula, mas menor do que a do ponto. Utiliza-se: a) numa enumeração cujos elementos já estão separados por vírgulas (ex.: Alguns tipos de problemas da cidade são: a poluição, que é provocada pelos fumos industriais, pelos escapes dos automóveis e pela produção de detritos de origem doméstica, industrial, hospitalar ou outra; a degradação dos edifícios; a diminuição dos espaços verdes; o envelhecimento da população; etc...); b) numa listagem de tópicos (ex.: Numa exposição oral, devemos assumir uma postura correcta e adequada: - falar olhando para o público; - não pôr as mãos nos bolsos, atrás das costas, na boca, etc.; - não mexer no apagador; - não balançar as pernas nem os braços; - não virar as costas ao público; - não ler os apontamentos; - falar num tom de voz audível.). → PONTO Marca a pausa mais longa da voz. Coloca-se no fim da frase, indicando que aquilo que se pretende dizer está completo. Utiliza-se para: indicar o fim de todas as frases excepto o das interrogativas directas e exclamativas (ex.: Bernardo estudava em Madrid. Apesar de ter sido bem recebido em Espanha e ter colegas fantásticos, sentia saudades da família e dos amigos que deixou em Portugal. Assim, decidiu regressar e continuar os seus estudos aqui.). → DOIS PONTOS Utilizam-se para: a) introduzir o discurso directo (ex.: A mãe disse: – Levanta a mesa, se fazes favor.); b) introduzir uma enumeração (ex.: O André foi à Feira do Livro e comprou: dois romances, um dicionário bilingue e uma enciclopédia.); c) introduzir uma explicação (ex.: Ele voltou para trás: tinha-se esquecido da carteira e dos óculos.); d) introduzir uma citação (ex.: Camões escreveu: «Amor é um fogo que arde sem se ver».). → TRAVESSÃO Utiliza-se o travessão para: a) marcar a fala de uma personagem em discurso directo (ex.: O Rodrigo exclamou: – Que linda paisagem!); b) isolar, num determinado contexto, palavras ou frases (ex.: Foram de férias – estavam muito cansados!). → RETICÊNCIAS Assinalam uma interrupção voluntária do discurso. Utilizam-se para: a) indicar uma interrupção no pensamento ou uma hesitação (exs.: Se ao menos pudesse ouvir a sua voz... / Não sei se espere mais tempo...);
  • 3.
    b) marcar aomissão de informação que se pode subentender (ex,: Naquela sala, tudo é muito original: os sofás, as mesas, os quadros, a carpete, os móveis...). → PONTO DE INTERROGAÇÃO Utiliza-se o ponto de interrogação: nas frases interrogativas directas (ex.: Disseste alguma coisa?). → PONTO DE EXCLAMAÇÃO Utiliza-se o ponto de exclamação: a) nas frases exclamativas (ex.: Que dia maravilhoso!); b) em algumas frases imperativas (ex.: Não me deixes sozinha!). EXERCÍCIOS A. Reescreve as frases com as vírgulas que faltam. 1. De qualquer forma José não tens razão. → ________________________________________________ 2. Para onde foi ele meu Deus? → _________________________________________________________ 3. Dona lnácia a dona desta casa espera-o na sala. → _________________________________________ 4. Espero porém que nos encontremos brevemente. → ________________________________________ 5. Professor como se faz este exercício? → __________________________________________________ 6. Pensa um pouco Júlio. → ______________________________________________________________ B. Explica o emprego de itálico e de aspas nas seguintes situações: 1. Por um clik magnético acendeu-se no meu cérebro a imagem do Zé Pedro, meu colega de escola, o «Papa-histórias», como depois lhe chamaríamos. _____________________________________________________________________________________ 2. A cara do meu colega era um mar de sardas, os olhos redondos e vivos e os dentes salientes. Mesmo assim mantinha aquele ar solene e o tom de voz de quem «sabe coisas». _____________________________________________________________________________________ 3. Lera o Tintim, o Sandokan, o Tio Patinhas, o Tarzan, como todos nós, e o David Copperfield. _____________________________________________________________________________________ C. Reescreve as frases do texto com os sinais de pontuação necessários. 1. ao voltar a casa à tarde Maria encontrou o gato na cozinha aninhado a comer um rato que tinha apanhado. _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ 2. tinha ratos em casa que fazer como resolver aquilo _____________________________________________________________________________________ 3. no dia seguinte após as tarefas matinais disse ao filho hoje vou levar-te comigo porque não te quero sozinho em casa vamos lá João _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________
  • 4.
    _____________________________________________________________________________________ 4. no escritóriofoi um alvoroço olha que menino tão bonito _____________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________ D. Coloca parênteses, travessões ou vírgulas nos sítios das frases onde são necessários. 1. Os dois países da Península Ibérica Portugal e Espanha foram em tempos pertença dos Árabes. _____________________________________________________________________________________ 2. O senhor Ricardo creio que é esse o seu nome é meu vizinho de patamar. _____________________________________________________________________________________ 3. Posso garantir-te e eu não sei mentir que acabo de o ver na rua. _____________________________________________________________________________________ E. Pontua o texto que se segue: Uma história de solidariedade O nome dele era Fleming e era um pobre fazendeiro escocês um dia enquanto trabalhava para ganhar a vida e o sustento para a sua família ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano nas proximidades imediatamente largou as suas ferramentas e correu para lá ao chegar encontrou um menino gritando e tentando livrar-se da morte pois estava enlameado até à cintura o fazendeiro Fleming salvou o rapaz de uma morte lenta e terrível no dia seguinte uma carruagem riquíssima chega à humilde casa do escocês um nobre saiu e apresentou-se como o pai do menino que o fazendeiro Fleming havia salvado Eu quero recompensá-lo disse o nobre o senhor salvou a vida do meu filho Não eu não posso aceitar qualquer pagamento pelo que fiz respondeu o fazendeiro escocês recusando a oferta Naquele momento o filho do fazendeiro veio à porta do casebre É seu filho perguntou o nobre Sim respondeu o fazendeiro com orgulho Então faço-lhe uma proposta deixe-me levá-lo e dar-lhe-ei uma boa educação se o rapaz for como é o seu pai ele crescerá e será um homem do qual o senhor terá muito orgulho E foi o que ele fez tempos depois o filho do fazendeiro Fleming formou-se no St. Mary’s Hospital Medical School de Londres e ficou conhecido no mundo como o notável Senhor Alexander Fleming que descobriu a penicilina Anos depois o filho do nobre estava doente com pneumonia o que o salvou a penicilina o nome do nobre senhor Randolph Churchill o nome do filho dele senhor Winston Churchill É com exemplos e gestos como estes que o mundo se torna um lugar melhor