41ª Edição, mês de Janeiro de 2011




Mioma
INDICE


    Pág. 3 — Mensagem de Natal;

    Pág. 4 — Domingo

    Pág. 5, 6, 7 — Epifania do Senhor

    Pág. 7, 8 — Baptismo do Senhor;

    Pág. 9, 10 — II Domingo do Tempo Comum;

    Pág. 11, 12 — III Domingo do Tempo Comum;

    Pág. 13, 14 — IV Domingo do Tempo Comum;

    Pág. 15—Os três Reis Magos;

    Pág. 16 — Ofertas para o restauro do telhado da Igreja Matriz-Dezembro/2010

    Pág. 17 — A Voz do Conselho Económico; Banco Alimentar

    Pág. 18 — Culinária

    Pág. 19 — Jogos de passatempos.




     Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/ou
    testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do Espírito
    Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição do mes
    seguinte:

                          Em mão ou por correio, até dia 15;
                 Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia20.



                                 Visite-nos em:




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Mensagem de Natal

 A Mensagem de Natal do Bispo de Viseu, para o ano 2010, é especial-
mente dirigida "àquelas e àqueles que estão a viver tempos difíceis".
Transcrevemo-la na íntegra:

       Neste tempo tão especial, quero dirigir-me a todos os homens e mulheres desta nos-
sa Igreja de Viseu, sobretudo àquelas e àqueles que estão a viver tempos difíceis. Quero,
na comunhão amiga com todos, declarar-lhes os meus votos de paz, de justiça, de amor e
de bem. Igualmente, quero dirigir-me aos homens e mulheres que melhor vivem, pedindo a
todos que ajudemos a que o Natal seja a Festa e a Celebração sem fim da alegria, da frater-
nidade e da solidariedade para todos.

       Faço apelo sincero a que ninguém fique indiferente à situação actual. O Natal é desa-
fio à mudança pessoal e social. Celebrando o Natal, não podemos esquecer as causas de
uma crise com tão graves consequências nem os seus efeitos que fazem sofrer tantas e
tantos, de todas as idades e de todas as condições sociais. O atropelo aos valores e aos
princípios éticos fundamentais - na política, na economia, nos mercados, nas empresas, na
educação, na cultura - cria injustiça, promove individualismo e exclusão social e fomenta
corrupção, mentira e inversão de valores. O meu apelo é que vivamos o Natal como o sonho
a concretizar, o desafio a aceitar e o projecto a construir, para ajudarmos a realizar a paz e
o bem universais.

       A par da crise, devemos reconhecer que, hoje, se afirmam valores muito nobres, tais
como: generosidade, tolerância e globalização positiva e humanizadora em muitos aspectos.
Apreciamos também o alargado acesso à educação e à cultura e a maior sensibilidade para
a liberdade, direitos e responsabilidades individuais. São bons os sinais de esperança para o
melhor serviço a todos. Porém, a nossa sociedade está longe de ser justa e de praticar o
bem comum. Este nunca pode esquecer cada pessoa concreta.

       Pede-se, neste Natal em época de crise tão dura e tão difícil, uma maior correspon-
sabilidade de todos e a favor de todos. Todos - individual, social e colectivamente - todos
somos chamados a ser sujeitos activos e destinatários da esperança. Esta missão somente
será cumprida se tivermos as pessoas no centro da nossa atenção e se elas, a começar
pelas mais frágeis e pelas mais pobres, forem as mobilizadoras das nossas energias e das
nossas iniciativas.

       Na nossa Diocese de Viseu estamos a iniciar o Sínodo como uma oportunidade de
mudança, de renovação, de reorganização e de formação. A nossa Igreja quer lavar o rosto,
quer rever-se em Jesus Cristo e na Sua Boa Nova e quer olhar, de frente e com o coração, o
mundo e as pessoas do nosso tempo. Quer ainda, em comunhão com todos - crianças e
jovens, homens e mulheres, mais velhos e mais novos, em qualquer situação - acreditar,
viver e anunciar Jesus Cristo. Ele é a Fonte da nossa esperança. Todos somos convidados a
viver em comunhão para a missão.

Para todos, um Santo Natal e um Feliz 2011, cheio de esperança.

O vosso irmão e amigo bispo - Ilídio Leandro




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DOMINGO — Paragem, descanso, família


    Numa segunda Nota do Pastor e a propósito da aproximação do Natal,
    D. Ilídio lembra a importância do Domingo, como Dia do Senhor para a
    Família. Aqui a deixamos reproduzida, para proveito dos leitores:


          Está próximo o Natal. Acontece em ordem e por causa da Páscoa - o Dia
    e a Hora do Senhor. O Messias vem, como Filho de Deus, tornado Homem em
    Jesus, para celebrar a Páscoa que se torna Festa da Libertação de todos os
    homens. O Natal anuncia, prepara e ordena-se para a Páscoa.

          Cada Domingo é a celebração do Senhor, no Seu Mistério de Natal, de
    Vida, de Morte, de Ressurreição e de Presença Sacramental - tudo celebrado e
    vivido na Eucaristia. O Domingo é, assim, o Dia do Senhor e de toda a Sua
    acção transformadora, em ordem à plenitude e à perfeição.

          Vive-se o Domingo como uma paragem do normal trabalho e das nor-
    mais preocupações dos outros dias. Vive-se o Domingo como um necessário
    descanso, retemperador e regenerador para um recomeço livre e feliz, na coo-
    preação com o Senhor Deus, Criador e Pai. Vive-se o Domingo como o dia da
    família, no encontro, na comunhão e no amor, sempre a precisar de se dizer,
    de se comunicar e de se celebrar.

          Ao jeito de "petição", de "protesto" e de "voto", que o Domingo não seja
    estragado por actividades que o espartilhem e o transformem em visitas, pas-
    seios e asfixias em catedrais de consumo e de dependências materialistas!...
    Que os apelos às necessárias poupanças ajudem as grandes superfícies e as
    grandes áreas comerciais a poupar-nos a todos a toda a pressão e manipula-
    ção, no sentido da criação de necessidades dispensáveis!...

          Seria um contributo muito importante para a saúde de todos, inclusive
    para a saúde da família, a precisar tanto de encontro, de comunhão e de amor!
    Seria um contributo tão bom para o Natal que deveria ser todos os dias, o que
    acontecerá, sempre que nós quisermos!...

    Para todos, desde já, um Santo e Feliz Natal!...


                                                       Viseu, 14 de Dezembro de 2010
                                                           Ilídio Leandro - vosso irmão




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EPIFANIA DO SENHOR
                             (2 de Janeiro de 2011)
LEITURA I Is 60, 1-6

                   «Brilha sobre ti a glória do Senhor»

Leitura do Livro de Isaías
Levanta-te e resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre
ti a glória do Senhor. Vê como a noite cobre a terra, e a escuridão os povos.
Mas sobre ti levanta-Se o Senhor, e a sua glória te ilumina.
As nações caminharão à tua luz, e os reis ao esplendor da tua aurora. Olha ao
redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro; os teus filhos vão chegar
de longe, e as tuas filhas são trazidas nos braços. Quando o vires ficarás
radiante, palpitará e dilatar-se-á o teu coração, pois a ti afluirão os tesouros
do mar, a ti virão ter as riquezas das nações. Invadir-te-á uma multidão de
camelos, de dromedários de Madiã e Efá. Virão todos os de Sabá, trazendo
ouro e incenso e proclamando as glórias do Senhor.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11)
Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor,
        todos os povos da terra.

Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar
e a vossa justiça ao filho do rei.
Ele governará o vosso povo com justiça
e os vossos pobres com equidade.

Florescerá a justiça nos seus dias
e uma grande paz até ao fim dos tempos.
Ele dominará de um ao outro mar,
do grande rio até aos confins da terra.

Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes,
os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas.
Prostrar-se-ão diante dele todos os reis,
todos os povos o hão-de servir.

Socorrerá o pobre que pede auxílio
e o miserável que não tem amparo.
Terá compaixão dos fracos e dos pobres
e defenderá a vida dos oprimidos.




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LEITURA II Ef 3, 2-3a.5-6

              Os gentios recebem a mesma herança prometida

    Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios
    Irmãos:
    Certamente já ouvistes falar da graça que Deus me confiou a vosso
    favor: por uma revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo.
    Nas gerações passadas, ele não foi dado a conhecer aos filhos dos
    homens como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos
    apóstolos e profetas: os gentios recebem a mesma herança que os
    judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa,
    em Cristo Jesus, por meio do Evangelho.
    Palavra do Senhor.


    ALELUIA Mt 2, 2
    Refrão: Aleluia. Repete-se
    Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorar o Senhor. Refrão

    EVANGELHO Mt 2, 1-12
                     «Viemos do Oriente adorar o Rei»
     Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
    Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes,
    quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. «Onde
    está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós
    vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». Ao ouvir tal notícia,
    o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém.
    Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e pergun-
    tou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém
    da Judeia, porque assim está escrito pelo Profeta: ‘Tu, Belém, terra de
    Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de
    Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu
    povo’». Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pedi-
    lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a
    estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cui-
    dadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai me,
    para que também eu vá adorá-lO». Ouvido o rei, puseram-se a cami-
    nho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente
    e parou sobre o lugar onde estava o Menino. Ao ver a estrela, sentiram




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os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. E, avi-
sados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram
à sua terra por outro caminho.
Palavra da salvação.

                        BAPTISMO DO SENHOR
                           (9 de Janeiro de 2011)

LEITURA I Is 42, 1-4.6-7

                «Eis o meu servo, enlevo da minha alma»
Leitura do Livro de Isaías
Diz o Senhor:
«Eis o meu servo, a quem Eu protejo, o meu eleito, enlevo da minha alma.
Sobre ele fiz repousar o meu espírito, para que leve a justiça às nações.
Não gritará, nem levantará a voz, nem se fará ouvir nas praças; não que-
brará a cana fendida, nem apagará a torcida que ainda fumega: proclama-
rá fielmente a justiça. Não desfalecerá nem desistirá, enquanto não esta-
belecer a justiça na terra, a doutrina que as ilhas longínquas esperam. Fui
Eu, o Senhor, que te chamei segundo a justiça; tomei-te pela mão, formei-
te e fiz de ti a aliança do povo e a luz das nações, para abrires os olhos
aos cegos, tirares do cárcere os prisioneiros e da prisão os que habitam
nas trevas».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b)
Refrão: O Senhor abençoará o seu povo na paz.

Tributai ao Senhor, filhos de Deus,
tributai ao Senhor glória e poder.
Tributai ao Senhor a glória do seu nome,
adorai o Senhor com ornamentos sagrados.

A voz do Senhor ressoa sobre as nuvens,
o Senhor está sobre a vastidão das águas.
A voz do Senhor é poderosa,
a voz do Senhor é majestosa.

A majestade de Deus faz ecoar o seu trovão,
e no seu templo todos clamam: Glória!
Sobre as águas do dilúvio senta-Se o Senhor,
o Senhor senta-Se como rei eterno.




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LEITURA II Actos 10, 34-38

                    «Deus ungiu-O com o Espírito Santo»
    Leitura dos Actos dos Apóstolos
    Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Na verdade, eu reconheço
    que Deus não faz acepção de pessoas, mas, em qualquer nação, aquele que
    O teme e pratica a justiça é-Lhe agradável. Ele enviou a sua palavra aos
    filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo, que é o Senhor de
    todos. Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Gali-
    leia, depois do baptismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Esp
    rito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curando todos os
    que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele».
    Palavra do Senhor.



    ALELUIA cf. Mc 9, 6
    Refrão: Aleluia. Repete-se
     Abriram-se os céus e ouviu-se a voz do Pai:
    «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». Refrão


    EVANGELHO Mt 3, 13-17
    «Depois de ter sido baptizado, Jesus viu o Espírito de Deus descer sobre Si»
       Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
    Naquele tempo, Jesus chegou da Galileia e veio ter com João Baptista ao
    Jordão, para ser baptizado por ele. Mas João opunha-se, dizendo: «Eu é que
    preciso de ser baptizado por Ti, e Tu vens ter comigo?». Jesus respondeu-
    lhe: «Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça». João
    deixou então que Ele Se aproximasse. Logo que Jesus foi baptizado, saiu da
    água. Então, abriram-se os céus e Jesus viu o Espírito de Deus descer como
    uma pomba e pousar sobre Ele. E uma voz vinda do Céu dizia: «Este é o
    meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência».
    Palavra da salvação.




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DOMINGO II (TEMPO COMUM)
                          (16 de Janeiro de 2011)

LEITURA I Is 49, 3.5-6

 «Farei de ti a luz das nações, para que sejas a minha salvação»
Leitura do Livro de Isaías
Disse-me o Senhor: «Tu és o meu servo, Israel, por quem manifestarei a
minha glória». E agora o Senhor falou-me, Ele que me formou desde o
seio materno, para fazer de mim o seu servo, a fim de Lhe reconduzir
Jacob e reunir Israel junto d’Ele. Eu tenho merecimento aos olhos do
Senhor, e Deus é a minha força. Ele disse-me então: «Não basta que
sejas meu servo, para restaurares as tribos de Jacob e reconduzires os
sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti a luz das nações, para que a
minha salvação chegue até aos confins da terra».
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL 39 (40), 2 e 4ab.7-8a.8b-9.10-11ab (R. 8a e 9a)
Refrão: Eu venho, Senhor,
        para fazer a vossa vontade.


Esperei no Senhor com toda a confiança,
e Ele atendeu-me.
Pôs em meus lábios um cântico novo,
um hino de louvor ao nosso Deus.

Não Vos agradaram sacrifícios nem oblações,
mas abristes-me os ouvidos;
não pedistes holocaustos nem expiações,
então clamei: «Aqui estou».

«De mim está escrito no livro da Lei
que faça a vossa vontade.
Assim o quero, ó meu Deus,
a vossa lei está no meu coração».

Proclamei a justiça na grande assembleia,
não fechei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis.
Não escondi a vossa justiça no fundo do coração,
proclamei a vossa fidelidade e salvação.




                                              9
LEITURA II 1 Cor l, 1-3
     «A graça e a paz de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco»

     Início da primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
     Irmãos:
     Paulo, por vontade de Deus escolhido para Apóstolo de Cristo Jesus, e o
     irmão Sóstenes, à Igreja de Deus que está em Corinto, aos que foram san-
     tificados em Cristo Jesus, chamados à santidade, com todos os que invo-
     cam, em qualquer lugar, o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor
     deles e nosso: A graça e a paz de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo
     estejam convosco.
     Palavra do Senhor.



     ALELUIA Jo 1, 14a.12a

     Refrão: Aleluia. Repete-se
     O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós.
     Àqueles que O receberam deu-lhes o poder de se tornarem filhos
     de Deus. Refrão


     EVANGELHO Jo 1, 29-34

            «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo»
         Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
     Naquele tempo, João Baptista viu Jesus, que vinha ao seu encontro, e
     exclamou: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É d’Ele
     que eu dizia: ‘Depois de mim vem um homem, que passou à minha frente,
     porque era antes de mim’. Eu não O conhecia, mas foi para Ele Se mani-
     festar a Israel que eu vim baptizar na água». João deu mais este testemu-
     nho: «Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e permane-
     cer sobre Ele. Eu não O conhecia, mas quem me enviou a baptizar na água
     é que me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e perma-
     necer é que baptiza no Espírito Santo’. Ora, eu vi e dou testemunho de
     que Ele é o Filho de Deus».
     Palavra da salvação.




10
DOMINGO III (TEMPO COMUM)
                       (23 de Janeiro de 2011)
LEITURA I Is 8, 23b – 9, 3 (9, 1-4)

      Na Galileia dos gentios o povo viu uma grande luz
Leitura do Livro de Isaías
Assim como no tempo passado foi humilhada a terra de Zabulão e de
Neftali, também no futuro será coberto de glória o caminho do mar, o
Além do Jordão, a Galileia dos gentios. O povo que andava nas tre-
vas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam nas sombras da
morte uma luz se levantou. Multiplicastes a sua alegria, aumentastes
o seu contentamento. Rejubilam na vossa presença, como os que se
alegram no tempo da colheita, como exultam os que repartem de
pojos. Vós quebrastes, como no dia de Madiã, o jugo que pesava
sobre o povo, o madeiro que ele tinha sobre os ombros e o bastão do
opressor.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL 26 (27), 1.4.13-14 (R. 1a)
Refrão: O Senhor é minha luz e salvação.
Ou: O Senhor me ilumina e me salva.

O Senhor é minha luz e salvação:
a quem hei-de temer?
O Senhor é protector da minha vida:
de quem hei-de ter medo?

Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio:
habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida,
para gozar da suavidade do Senhor
e visitar o seu santuário.

Espero vir a contemplar a bondade do Senhor
na terra dos vivos.
Confia no Senhor, sê forte.
Tem coragem e confia no Senhor.




                                             11
LEITURA II 1 Cor 1, 10-13.17

               «Falai todos a mesma linguagem e não haja divisões»
     Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios

     Irmãos:
     Rogo-vos, pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mes-
     ma linguagem e que não haja divisões entre vós, permanecendo bem uni-
     dos, no mesmo pensar e no mesmo agir. Eu soube, meus irmãos, pela gen-
     te de Cloé, que há divisões entre vós, que há entre vós quem diga: «Eu sou
     de Paulo», «eu de Apolo», «eu de Pedro», «eu de Cristo». Estará Cristo divi-
     dido? Porventura Paulo foi crucificado por vós? Foi em nome de Paulo que
     recebestes o Baptismo? Na verdade, Cristo não me enviou para baptizar, ma
     para anunciar o Evangelho; não, porém, com sabedoria de palavras, a fim
     de não desvirtuar a cruz de Cristo.
     Palavra do Senhor.



     ALELUIA Cf. Mt 4, 23

     Refrão: Aleluia. Repete-se
     Jesus proclamava o Evangelho do reino
     e curava todas as doenças entre o povo. Refrão



     EVANGELHO Forma breve Mt 4, 12-17

      «Foi para Cafarnaum, a fim de se cumprir o que anunciara o profeta Isaías»
         Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
     Quando Jesus ouviu dizer que João Baptista fora preso, retirou-Se para a
     Galileia. Deixou Nazaré e foi habitar em Cafarnaum, terra à beira-mar, no
     território de Zabulão e Neftali. Assim se cumpria o que o profeta Isaías
     anunciara, ao dizer: «Terra de Zabulão e terra de Neftali, caminho do mar,
     além do Jordão, Galileia dos gentios: o povo que vivia nas trevas viu uma
     grande luz; para aqueles que habitavam na sombria região da morte uma
     luz se levantou». Desde então, Jesus começou a pregar: «Arrependei-vos,
     porque está próximo o reino dos Céus».
     Palavra da salvação.




12
DOMINGO IV (TEMPO COMUM)
                        (30 de Janeiro de 2011)

LEITURA I Sof 2, 3; 3, 12-13

   «Deixarei ficar no meio de ti um povo pobre e humilde»
Leitura da Profecia de Sofonias
Procurai o Senhor, vós todos os humildes da terra, que obedeceis aos
seus mandamentos. Procurai a justiça, procurai a humildade; talvez
encontreis protecção no dia da ira do Senhor. Só deixarei ficar no
meio de ti um povo pobre e humilde, que buscará refúgio no nome do
Senhor. O resto de Israel não voltará a cometer injustiças, não torna-
rá a dizer mentiras, nem mais se encontrará na sua boca uma língua
enganadora. Por isso, terão pastagem e repouso, sem ninguém que
os perturbe.
Palavra do Senhor.


SALMO RESPONSORIAL 145(146),7.8-9a.9bc-10(R.Mt5,3ou Aleluia)

Refrão: Bem-aventurados os pobres em espírito,
        porque deles é o reino dos Céus.

Ou: Aleluia.
O Senhor faz justiça aos oprimidos,
dá pão aos que têm fome
e a liberdade aos cativos.

O Senhor ilumina os olhos dos cegos,
o Senhor levanta os abatidos,
o Senhor ama os justos.

O Senhor protege os peregrinos,
ampara o órfão e a viúva
e entrava o caminho aos pecadores.

O Senhor reina eternamente.
O teu Deus, ó Sião,
é rei por todas as gerações.




                                              13
LEITURA II 1 Cor 1, 26-31

                 «Deus escolheu o que é fraco aos olhos do mundo»
     Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
     Irmãos:
     Vede quem sois vós, os que Deus chamou: não há muitos sábios, naturalmente
     falando, nem muitos influentes, nem muitos bem-nascidos. Mas Deus escolheu o
     que é louco aos olhos do mundo, para confundir os sábios; escolheu o que é fra-
     co, para confundir o forte; escolheu o que é vil e desprezível, o que nada vale aos
     olhos do mundo, para reduzir a nada aquilo que vale, a fim de que nenhuma cria-
     tura se possa gloriar diante de Deus. É por Ele que vós estais em Cristo Jesus, o
     qual Se tornou para nós sabedoria de Deus, justiça, santidade e redenção. Deste
     modo, conforme está escrito, «quem se gloria deve gloriar-se no Senhor».
     Palavra do Senhor.


     ALELUIA Mt 5, 12a
     Refrão: Aleluia. Repete-se
     Alegrai-vos e exultai,
     porque é grande nos Céus a vossa recompensa. Refrão


     EVANGELHO Mt 5, 1-12a

                      «Bem-aventurados os pobres em espírito»
           Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
     Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se. Rodea-
     ram-n’O os discípulos, e Ele começou a ensiná-los, dizendo: «Bem aventurados
     os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. Bem aventurados os
     humildes, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que choram, porque
     serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque
     serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão miseri-
     córdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem-
     aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
     Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é
     o reino dos Céus. Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insulta-
     rem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e
     exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa».
     Palavra da salvação.




14
Os três Reis Magos


      Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus,
surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em
Belém guiados por uma estrela.


      Esta denominação de «Mago», tem conotação de sapiência entre
os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente
que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão
avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão
chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora
o «Dia de Reis».


      O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do
Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam
e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos
primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos».


      Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Bal-
tasar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça
europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando
todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de
todos os Homens da Terra a Jesus.


      Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois oferece-
ram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltasar).
As prendas têm uma simbologia, pois o ouro era somente oferecido a
Reis, perfazendo a sua nobreza; o incenso, representa a divindade e a
mirra, simboliza Jesus como Homem e o sofrimento que iria ter ao longo
da sua vida.


      Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os
países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição.
As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras
mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão
desejadas prendas.




                                          15
Ofertas para o restauro do telhado da Igreja Matriz



                       Nome                Localidade    Quantia


     Transporte do mês anterior                              9.640,00€
     António Campos Costa                  Mioma               100,00€
     Daniel Fernandes Gouveia(sacristão)   Mioma                   50,00€
     Manuel Lopes Marinho (2.ªvez)         Mioma                   25,00€
     Maria do Céu Silva Roque              Mioma                   30,00€
     Armando Rodrigues Figueiredo          Meã                 100,00€
     José Rodrigues de Sousa               Lages                   10,00€
     Maria da Conceição R.S.Loureiro       Lages                   25,00€
     Marcelino Fernandes da Fonseca        Lages                   20,00€
                                             ta
     António Figueiredo Oliva              Q. do Monte             20,00€
                                             ta
     António Reis Oliva                    Q. do Monte             20,00€
     João Rodrigues                        Afonsim                 20,00€
     Anónimo (Mioma)                                           300,00€
     Anónimo                                                       50,00€
     Anónimo                                                       40,00€
     Anónimo                                                       20,00€
     Anónimo                                                       10,00€
     Errata:
     No mês de Novembro onde se lê
     Fernando Oliveira Machado,deve
     ler-se Fernando Machado Oliveira




     Total de Dezembro                                         840,00€
     Trasporte para o mês seguinte                         10.480,00 €




16
A Voz do Conselho Económico
          Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de
                             Novembro de 2010

                 Receita                                     Despesas

          Dia/Evento                                   Evento            Montante

Ofertórios Dominicais             438,57 €    Vencimento do Pároco       600,00 €
Missas Plurintencionais           725,20 €    Evangelização               36,00 €
Casamento                          30,00 €
Funeral                            30,00 €
Azeitona do Adro da Igreja         20,00 €
Catecimos do 2.º Ano               55,00 €
TOTAL                        1.298,77€                                   636,00 €

                                             Saldo (receita - despesa)              662,77 €

Contributos a entregar na Diocese:
•    Missas Plurintencionais :                    362,60 €
•    Para os Seminários                            80,52 €

Total a entregar :                                443,12 €

SALDO REAL =           219,12 €




                                  BANCO ALIMENTAR

A campanha de recolha de alimentos levada a cabo pelo Banco Alimen-
tar Contra a Fome, de Viseu, nos dias 27 e 28 de Novembro, rendeu
110 toneladas de alimentos.

       A recolha foi realizada na quase totalidade dos concelhos do Distrito e
representa um acréscimo de 43%, em relação à campanha anterior.
       Os alimentos provenientes desta campanha irão ser entregues a mais de
60 instituições apoiadas pelo Banco Alimentar de Viseu. Mensalmente, os géne-
ros alimentares são-lhes enviados e, em forma de refeições confeccionadas, ou
em forma de cabazes, estas instituições fazem-nos chegar a 4.000 beneficiá-
rios carenciados.
       Em 28 e 29 de Maio de 2011, o Banco Alimentar Contra a Fome fará
nova recolha de alimentos, contando sempre com a generosidade daqueles que
gostam de ajudar, repartindo com quem tem mais necessidades. E o alimento
é necessidade básica.




                                                        17
Bolo Rei

     Ingredientes:

     •   750 g de farinha
     •   30 g de fermento de padeiro
     •   150 g de margarina
     •   150 g de açúcar
     •   150 g de frutas cristalizadas
     •   150 g de frutos secas
     •   4 ovos
     •   raspa de 1 limão
     •   raspa de 1 laranja
     •   1 decilitro de vinho do Porto
     •   1 colher de sobremesa de sal
     •   1 brinde
     •   1 fava

     Confecção:

     Pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas
     inteiras para enfeitar). Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água
     morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em ambiente temperado
     durante 15 minutos. Entretanto bata a margarina, o açúcar, e as raspas de
     limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e a massa de fermento.
     Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até
     ficar elástica e macia e misture as frutas. Molde a massa numa bola, polvilhe
     com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente
     temperado durante 5 horas. Depois da massa dobrar o volume, ponha sobre
     um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza o brinde (embrulhado
     em papel vegetal) e a fava, e deixe levedar mais uma hora. Pincele o bolo com
     gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar,
     pinhões, meias-nozes, etc, e leve a cozer em forno bem quente. Depois de
     cozido, pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente.


     Nota: O próximo a fazer o bolo-rei (ou a comprar), é o que tiver a fava na
     fatia.




18
SUDOKU




       JOGO DAS DIFERÊNÇAS
(Descobre as 9 diferenças entre as imagens)




                         19
2011
     = Lua cheia   = Lua nova    = Quarto crescente   = Quarto Minguante




            Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro.
                                               Com a colaboração do JES




                                                jesmioma@hotmail.com




20

Voz da Paróquia - Janeiro 2011

  • 1.
    41ª Edição, mêsde Janeiro de 2011 Mioma
  • 2.
    INDICE Pág. 3 — Mensagem de Natal; Pág. 4 — Domingo Pág. 5, 6, 7 — Epifania do Senhor Pág. 7, 8 — Baptismo do Senhor; Pág. 9, 10 — II Domingo do Tempo Comum; Pág. 11, 12 — III Domingo do Tempo Comum; Pág. 13, 14 — IV Domingo do Tempo Comum; Pág. 15—Os três Reis Magos; Pág. 16 — Ofertas para o restauro do telhado da Igreja Matriz-Dezembro/2010 Pág. 17 — A Voz do Conselho Económico; Banco Alimentar Pág. 18 — Culinária Pág. 19 — Jogos de passatempos. Agradecemos a todos quantos queiram participar com documentos e/ou testemunhos, que os façam chegar ao J.E.S (Grupo de Jovens Do Espírito Santo de Mioma), da seguinte forma e, prazos, para a edição do mes seguinte: Em mão ou por correio, até dia 15; Para, jesmioma@hotmail.com, até ao dia20. Visite-nos em: 2
  • 3.
    Mensagem de Natal A Mensagem de Natal do Bispo de Viseu, para o ano 2010, é especial- mente dirigida "àquelas e àqueles que estão a viver tempos difíceis". Transcrevemo-la na íntegra: Neste tempo tão especial, quero dirigir-me a todos os homens e mulheres desta nos- sa Igreja de Viseu, sobretudo àquelas e àqueles que estão a viver tempos difíceis. Quero, na comunhão amiga com todos, declarar-lhes os meus votos de paz, de justiça, de amor e de bem. Igualmente, quero dirigir-me aos homens e mulheres que melhor vivem, pedindo a todos que ajudemos a que o Natal seja a Festa e a Celebração sem fim da alegria, da frater- nidade e da solidariedade para todos. Faço apelo sincero a que ninguém fique indiferente à situação actual. O Natal é desa- fio à mudança pessoal e social. Celebrando o Natal, não podemos esquecer as causas de uma crise com tão graves consequências nem os seus efeitos que fazem sofrer tantas e tantos, de todas as idades e de todas as condições sociais. O atropelo aos valores e aos princípios éticos fundamentais - na política, na economia, nos mercados, nas empresas, na educação, na cultura - cria injustiça, promove individualismo e exclusão social e fomenta corrupção, mentira e inversão de valores. O meu apelo é que vivamos o Natal como o sonho a concretizar, o desafio a aceitar e o projecto a construir, para ajudarmos a realizar a paz e o bem universais. A par da crise, devemos reconhecer que, hoje, se afirmam valores muito nobres, tais como: generosidade, tolerância e globalização positiva e humanizadora em muitos aspectos. Apreciamos também o alargado acesso à educação e à cultura e a maior sensibilidade para a liberdade, direitos e responsabilidades individuais. São bons os sinais de esperança para o melhor serviço a todos. Porém, a nossa sociedade está longe de ser justa e de praticar o bem comum. Este nunca pode esquecer cada pessoa concreta. Pede-se, neste Natal em época de crise tão dura e tão difícil, uma maior correspon- sabilidade de todos e a favor de todos. Todos - individual, social e colectivamente - todos somos chamados a ser sujeitos activos e destinatários da esperança. Esta missão somente será cumprida se tivermos as pessoas no centro da nossa atenção e se elas, a começar pelas mais frágeis e pelas mais pobres, forem as mobilizadoras das nossas energias e das nossas iniciativas. Na nossa Diocese de Viseu estamos a iniciar o Sínodo como uma oportunidade de mudança, de renovação, de reorganização e de formação. A nossa Igreja quer lavar o rosto, quer rever-se em Jesus Cristo e na Sua Boa Nova e quer olhar, de frente e com o coração, o mundo e as pessoas do nosso tempo. Quer ainda, em comunhão com todos - crianças e jovens, homens e mulheres, mais velhos e mais novos, em qualquer situação - acreditar, viver e anunciar Jesus Cristo. Ele é a Fonte da nossa esperança. Todos somos convidados a viver em comunhão para a missão. Para todos, um Santo Natal e um Feliz 2011, cheio de esperança. O vosso irmão e amigo bispo - Ilídio Leandro 3
  • 4.
    DOMINGO — Paragem,descanso, família Numa segunda Nota do Pastor e a propósito da aproximação do Natal, D. Ilídio lembra a importância do Domingo, como Dia do Senhor para a Família. Aqui a deixamos reproduzida, para proveito dos leitores: Está próximo o Natal. Acontece em ordem e por causa da Páscoa - o Dia e a Hora do Senhor. O Messias vem, como Filho de Deus, tornado Homem em Jesus, para celebrar a Páscoa que se torna Festa da Libertação de todos os homens. O Natal anuncia, prepara e ordena-se para a Páscoa. Cada Domingo é a celebração do Senhor, no Seu Mistério de Natal, de Vida, de Morte, de Ressurreição e de Presença Sacramental - tudo celebrado e vivido na Eucaristia. O Domingo é, assim, o Dia do Senhor e de toda a Sua acção transformadora, em ordem à plenitude e à perfeição. Vive-se o Domingo como uma paragem do normal trabalho e das nor- mais preocupações dos outros dias. Vive-se o Domingo como um necessário descanso, retemperador e regenerador para um recomeço livre e feliz, na coo- preação com o Senhor Deus, Criador e Pai. Vive-se o Domingo como o dia da família, no encontro, na comunhão e no amor, sempre a precisar de se dizer, de se comunicar e de se celebrar. Ao jeito de "petição", de "protesto" e de "voto", que o Domingo não seja estragado por actividades que o espartilhem e o transformem em visitas, pas- seios e asfixias em catedrais de consumo e de dependências materialistas!... Que os apelos às necessárias poupanças ajudem as grandes superfícies e as grandes áreas comerciais a poupar-nos a todos a toda a pressão e manipula- ção, no sentido da criação de necessidades dispensáveis!... Seria um contributo muito importante para a saúde de todos, inclusive para a saúde da família, a precisar tanto de encontro, de comunhão e de amor! Seria um contributo tão bom para o Natal que deveria ser todos os dias, o que acontecerá, sempre que nós quisermos!... Para todos, desde já, um Santo e Feliz Natal!... Viseu, 14 de Dezembro de 2010 Ilídio Leandro - vosso irmão 4
  • 5.
    EPIFANIA DO SENHOR (2 de Janeiro de 2011) LEITURA I Is 60, 1-6 «Brilha sobre ti a glória do Senhor» Leitura do Livro de Isaías Levanta-te e resplandece, Jerusalém, porque chegou a tua luz e brilha sobre ti a glória do Senhor. Vê como a noite cobre a terra, e a escuridão os povos. Mas sobre ti levanta-Se o Senhor, e a sua glória te ilumina. As nações caminharão à tua luz, e os reis ao esplendor da tua aurora. Olha ao redor e vê: todos se reúnem e vêm ao teu encontro; os teus filhos vão chegar de longe, e as tuas filhas são trazidas nos braços. Quando o vires ficarás radiante, palpitará e dilatar-se-á o teu coração, pois a ti afluirão os tesouros do mar, a ti virão ter as riquezas das nações. Invadir-te-á uma multidão de camelos, de dromedários de Madiã e Efá. Virão todos os de Sabá, trazendo ouro e incenso e proclamando as glórias do Senhor. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL 71 (72), 2.7-8.10-11.12-13 (R. cf. 11) Refrão: Virão adorar-Vos, Senhor, todos os povos da terra. Ó Deus, concedei ao rei o poder de julgar e a vossa justiça ao filho do rei. Ele governará o vosso povo com justiça e os vossos pobres com equidade. Florescerá a justiça nos seus dias e uma grande paz até ao fim dos tempos. Ele dominará de um ao outro mar, do grande rio até aos confins da terra. Os reis de Társis e das ilhas virão com presentes, os reis da Arábia e de Sabá trarão suas ofertas. Prostrar-se-ão diante dele todos os reis, todos os povos o hão-de servir. Socorrerá o pobre que pede auxílio e o miserável que não tem amparo. Terá compaixão dos fracos e dos pobres e defenderá a vida dos oprimidos. 5
  • 6.
    LEITURA II Ef3, 2-3a.5-6 Os gentios recebem a mesma herança prometida Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios Irmãos: Certamente já ouvistes falar da graça que Deus me confiou a vosso favor: por uma revelação, foi-me dado a conhecer o mistério de Cristo. Nas gerações passadas, ele não foi dado a conhecer aos filhos dos homens como agora foi revelado pelo Espírito Santo aos seus santos apóstolos e profetas: os gentios recebem a mesma herança que os judeus, pertencem ao mesmo corpo e participam da mesma promessa, em Cristo Jesus, por meio do Evangelho. Palavra do Senhor. ALELUIA Mt 2, 2 Refrão: Aleluia. Repete-se Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorar o Senhor. Refrão EVANGELHO Mt 2, 1-12 «Viemos do Oriente adorar o Rei» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, quando chegaram a Jerusalém uns Magos vindos do Oriente. «Onde está – perguntaram eles – o rei dos judeus que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-l’O». Ao ouvir tal notícia, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda a cidade de Jerusalém. Reuniu todos os príncipes dos sacerdotes e escribas do povo e pergun- tou-lhes onde devia nascer o Messias. Eles responderam: «Em Belém da Judeia, porque assim está escrito pelo Profeta: ‘Tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor entre as principais cidades de Judá, pois de ti sairá um chefe, que será o Pastor de Israel, meu povo’». Então Herodes mandou chamar secretamente os Magos e pedi- lhes informações precisas sobre o tempo em que lhes tinha aparecido a estrela. Depois enviou-os a Belém e disse-lhes: «Ide informar-vos cui- dadosamente acerca do Menino; e, quando O encontrardes, avisai me, para que também eu vá adorá-lO». Ouvido o rei, puseram-se a cami- nho. E eis que a estrela que tinham visto no Oriente seguia à sua frente e parou sobre o lugar onde estava o Menino. Ao ver a estrela, sentiram 6
  • 7.
    os seus tesouros,ofereceram-Lhe presentes: ouro, incenso e mirra. E, avi- sados em sonhos para não voltarem à presença de Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho. Palavra da salvação. BAPTISMO DO SENHOR (9 de Janeiro de 2011) LEITURA I Is 42, 1-4.6-7 «Eis o meu servo, enlevo da minha alma» Leitura do Livro de Isaías Diz o Senhor: «Eis o meu servo, a quem Eu protejo, o meu eleito, enlevo da minha alma. Sobre ele fiz repousar o meu espírito, para que leve a justiça às nações. Não gritará, nem levantará a voz, nem se fará ouvir nas praças; não que- brará a cana fendida, nem apagará a torcida que ainda fumega: proclama- rá fielmente a justiça. Não desfalecerá nem desistirá, enquanto não esta- belecer a justiça na terra, a doutrina que as ilhas longínquas esperam. Fui Eu, o Senhor, que te chamei segundo a justiça; tomei-te pela mão, formei- te e fiz de ti a aliança do povo e a luz das nações, para abrires os olhos aos cegos, tirares do cárcere os prisioneiros e da prisão os que habitam nas trevas». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL 28 (29), 1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R. 11b) Refrão: O Senhor abençoará o seu povo na paz. Tributai ao Senhor, filhos de Deus, tributai ao Senhor glória e poder. Tributai ao Senhor a glória do seu nome, adorai o Senhor com ornamentos sagrados. A voz do Senhor ressoa sobre as nuvens, o Senhor está sobre a vastidão das águas. A voz do Senhor é poderosa, a voz do Senhor é majestosa. A majestade de Deus faz ecoar o seu trovão, e no seu templo todos clamam: Glória! Sobre as águas do dilúvio senta-Se o Senhor, o Senhor senta-Se como rei eterno. 7
  • 8.
    LEITURA II Actos10, 34-38 «Deus ungiu-O com o Espírito Santo» Leitura dos Actos dos Apóstolos Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: «Na verdade, eu reconheço que Deus não faz acepção de pessoas, mas, em qualquer nação, aquele que O teme e pratica a justiça é-Lhe agradável. Ele enviou a sua palavra aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Gali- leia, depois do baptismo que João pregou: Deus ungiu com a força do Esp rito Santo a Jesus de Nazaré, que passou fazendo o bem e curando todos os que eram oprimidos pelo Demónio, porque Deus estava com Ele». Palavra do Senhor. ALELUIA cf. Mc 9, 6 Refrão: Aleluia. Repete-se Abriram-se os céus e ouviu-se a voz do Pai: «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». Refrão EVANGELHO Mt 3, 13-17 «Depois de ter sido baptizado, Jesus viu o Espírito de Deus descer sobre Si» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Naquele tempo, Jesus chegou da Galileia e veio ter com João Baptista ao Jordão, para ser baptizado por ele. Mas João opunha-se, dizendo: «Eu é que preciso de ser baptizado por Ti, e Tu vens ter comigo?». Jesus respondeu- lhe: «Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça». João deixou então que Ele Se aproximasse. Logo que Jesus foi baptizado, saiu da água. Então, abriram-se os céus e Jesus viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e pousar sobre Ele. E uma voz vinda do Céu dizia: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência». Palavra da salvação. 8
  • 9.
    DOMINGO II (TEMPOCOMUM) (16 de Janeiro de 2011) LEITURA I Is 49, 3.5-6 «Farei de ti a luz das nações, para que sejas a minha salvação» Leitura do Livro de Isaías Disse-me o Senhor: «Tu és o meu servo, Israel, por quem manifestarei a minha glória». E agora o Senhor falou-me, Ele que me formou desde o seio materno, para fazer de mim o seu servo, a fim de Lhe reconduzir Jacob e reunir Israel junto d’Ele. Eu tenho merecimento aos olhos do Senhor, e Deus é a minha força. Ele disse-me então: «Não basta que sejas meu servo, para restaurares as tribos de Jacob e reconduzires os sobreviventes de Israel. Vou fazer de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue até aos confins da terra». Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL 39 (40), 2 e 4ab.7-8a.8b-9.10-11ab (R. 8a e 9a) Refrão: Eu venho, Senhor, para fazer a vossa vontade. Esperei no Senhor com toda a confiança, e Ele atendeu-me. Pôs em meus lábios um cântico novo, um hino de louvor ao nosso Deus. Não Vos agradaram sacrifícios nem oblações, mas abristes-me os ouvidos; não pedistes holocaustos nem expiações, então clamei: «Aqui estou». «De mim está escrito no livro da Lei que faça a vossa vontade. Assim o quero, ó meu Deus, a vossa lei está no meu coração». Proclamei a justiça na grande assembleia, não fechei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis. Não escondi a vossa justiça no fundo do coração, proclamei a vossa fidelidade e salvação. 9
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    LEITURA II 1Cor l, 1-3 «A graça e a paz de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco» Início da primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos: Paulo, por vontade de Deus escolhido para Apóstolo de Cristo Jesus, e o irmão Sóstenes, à Igreja de Deus que está em Corinto, aos que foram san- tificados em Cristo Jesus, chamados à santidade, com todos os que invo- cam, em qualquer lugar, o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: A graça e a paz de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco. Palavra do Senhor. ALELUIA Jo 1, 14a.12a Refrão: Aleluia. Repete-se O Verbo fez-Se carne e habitou entre nós. Àqueles que O receberam deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Refrão EVANGELHO Jo 1, 29-34 «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João Naquele tempo, João Baptista viu Jesus, que vinha ao seu encontro, e exclamou: «Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo. É d’Ele que eu dizia: ‘Depois de mim vem um homem, que passou à minha frente, porque era antes de mim’. Eu não O conhecia, mas foi para Ele Se mani- festar a Israel que eu vim baptizar na água». João deu mais este testemu- nho: «Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e permane- cer sobre Ele. Eu não O conhecia, mas quem me enviou a baptizar na água é que me disse: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito Santo descer e perma- necer é que baptiza no Espírito Santo’. Ora, eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus». Palavra da salvação. 10
  • 11.
    DOMINGO III (TEMPOCOMUM) (23 de Janeiro de 2011) LEITURA I Is 8, 23b – 9, 3 (9, 1-4) Na Galileia dos gentios o povo viu uma grande luz Leitura do Livro de Isaías Assim como no tempo passado foi humilhada a terra de Zabulão e de Neftali, também no futuro será coberto de glória o caminho do mar, o Além do Jordão, a Galileia dos gentios. O povo que andava nas tre- vas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam nas sombras da morte uma luz se levantou. Multiplicastes a sua alegria, aumentastes o seu contentamento. Rejubilam na vossa presença, como os que se alegram no tempo da colheita, como exultam os que repartem de pojos. Vós quebrastes, como no dia de Madiã, o jugo que pesava sobre o povo, o madeiro que ele tinha sobre os ombros e o bastão do opressor. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL 26 (27), 1.4.13-14 (R. 1a) Refrão: O Senhor é minha luz e salvação. Ou: O Senhor me ilumina e me salva. O Senhor é minha luz e salvação: a quem hei-de temer? O Senhor é protector da minha vida: de quem hei-de ter medo? Uma coisa peço ao Senhor, por ela anseio: habitar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para gozar da suavidade do Senhor e visitar o seu santuário. Espero vir a contemplar a bondade do Senhor na terra dos vivos. Confia no Senhor, sê forte. Tem coragem e confia no Senhor. 11
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    LEITURA II 1Cor 1, 10-13.17 «Falai todos a mesma linguagem e não haja divisões» Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos: Rogo-vos, pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mes- ma linguagem e que não haja divisões entre vós, permanecendo bem uni- dos, no mesmo pensar e no mesmo agir. Eu soube, meus irmãos, pela gen- te de Cloé, que há divisões entre vós, que há entre vós quem diga: «Eu sou de Paulo», «eu de Apolo», «eu de Pedro», «eu de Cristo». Estará Cristo divi- dido? Porventura Paulo foi crucificado por vós? Foi em nome de Paulo que recebestes o Baptismo? Na verdade, Cristo não me enviou para baptizar, ma para anunciar o Evangelho; não, porém, com sabedoria de palavras, a fim de não desvirtuar a cruz de Cristo. Palavra do Senhor. ALELUIA Cf. Mt 4, 23 Refrão: Aleluia. Repete-se Jesus proclamava o Evangelho do reino e curava todas as doenças entre o povo. Refrão EVANGELHO Forma breve Mt 4, 12-17 «Foi para Cafarnaum, a fim de se cumprir o que anunciara o profeta Isaías» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Quando Jesus ouviu dizer que João Baptista fora preso, retirou-Se para a Galileia. Deixou Nazaré e foi habitar em Cafarnaum, terra à beira-mar, no território de Zabulão e Neftali. Assim se cumpria o que o profeta Isaías anunciara, ao dizer: «Terra de Zabulão e terra de Neftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios: o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam na sombria região da morte uma luz se levantou». Desde então, Jesus começou a pregar: «Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos Céus». Palavra da salvação. 12
  • 13.
    DOMINGO IV (TEMPOCOMUM) (30 de Janeiro de 2011) LEITURA I Sof 2, 3; 3, 12-13 «Deixarei ficar no meio de ti um povo pobre e humilde» Leitura da Profecia de Sofonias Procurai o Senhor, vós todos os humildes da terra, que obedeceis aos seus mandamentos. Procurai a justiça, procurai a humildade; talvez encontreis protecção no dia da ira do Senhor. Só deixarei ficar no meio de ti um povo pobre e humilde, que buscará refúgio no nome do Senhor. O resto de Israel não voltará a cometer injustiças, não torna- rá a dizer mentiras, nem mais se encontrará na sua boca uma língua enganadora. Por isso, terão pastagem e repouso, sem ninguém que os perturbe. Palavra do Senhor. SALMO RESPONSORIAL 145(146),7.8-9a.9bc-10(R.Mt5,3ou Aleluia) Refrão: Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. Ou: Aleluia. O Senhor faz justiça aos oprimidos, dá pão aos que têm fome e a liberdade aos cativos. O Senhor ilumina os olhos dos cegos, o Senhor levanta os abatidos, o Senhor ama os justos. O Senhor protege os peregrinos, ampara o órfão e a viúva e entrava o caminho aos pecadores. O Senhor reina eternamente. O teu Deus, ó Sião, é rei por todas as gerações. 13
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    LEITURA II 1Cor 1, 26-31 «Deus escolheu o que é fraco aos olhos do mundo» Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios Irmãos: Vede quem sois vós, os que Deus chamou: não há muitos sábios, naturalmente falando, nem muitos influentes, nem muitos bem-nascidos. Mas Deus escolheu o que é louco aos olhos do mundo, para confundir os sábios; escolheu o que é fra- co, para confundir o forte; escolheu o que é vil e desprezível, o que nada vale aos olhos do mundo, para reduzir a nada aquilo que vale, a fim de que nenhuma cria- tura se possa gloriar diante de Deus. É por Ele que vós estais em Cristo Jesus, o qual Se tornou para nós sabedoria de Deus, justiça, santidade e redenção. Deste modo, conforme está escrito, «quem se gloria deve gloriar-se no Senhor». Palavra do Senhor. ALELUIA Mt 5, 12a Refrão: Aleluia. Repete-se Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa. Refrão EVANGELHO Mt 5, 1-12a «Bem-aventurados os pobres em espírito» Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus Naquele tempo, ao ver as multidões, Jesus subiu ao monte e sentou-Se. Rodea- ram-n’O os discípulos, e Ele começou a ensiná-los, dizendo: «Bem aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus. Bem aventurados os humildes, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão miseri- córdia. Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. Bem- aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus. Bem-aventurados sereis, quando, por minha causa, vos insulta- rem, vos perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós. Alegrai-vos e exultai, porque é grande nos Céus a vossa recompensa». Palavra da salvação. 14
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    Os três ReisMagos Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus, surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em Belém guiados por uma estrela. Esta denominação de «Mago», tem conotação de sapiência entre os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora o «Dia de Reis». O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos». Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Bal- tasar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de todos os Homens da Terra a Jesus. Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois oferece- ram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltasar). As prendas têm uma simbologia, pois o ouro era somente oferecido a Reis, perfazendo a sua nobreza; o incenso, representa a divindade e a mirra, simboliza Jesus como Homem e o sofrimento que iria ter ao longo da sua vida. Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição. As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão desejadas prendas. 15
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    Ofertas para orestauro do telhado da Igreja Matriz Nome Localidade Quantia Transporte do mês anterior 9.640,00€ António Campos Costa Mioma 100,00€ Daniel Fernandes Gouveia(sacristão) Mioma 50,00€ Manuel Lopes Marinho (2.ªvez) Mioma 25,00€ Maria do Céu Silva Roque Mioma 30,00€ Armando Rodrigues Figueiredo Meã 100,00€ José Rodrigues de Sousa Lages 10,00€ Maria da Conceição R.S.Loureiro Lages 25,00€ Marcelino Fernandes da Fonseca Lages 20,00€ ta António Figueiredo Oliva Q. do Monte 20,00€ ta António Reis Oliva Q. do Monte 20,00€ João Rodrigues Afonsim 20,00€ Anónimo (Mioma) 300,00€ Anónimo 50,00€ Anónimo 40,00€ Anónimo 20,00€ Anónimo 10,00€ Errata: No mês de Novembro onde se lê Fernando Oliveira Machado,deve ler-se Fernando Machado Oliveira Total de Dezembro 840,00€ Trasporte para o mês seguinte 10.480,00 € 16
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    A Voz doConselho Económico Publicamos nesta edição o relatório de contas, referente ao mês de Novembro de 2010 Receita Despesas Dia/Evento Evento Montante Ofertórios Dominicais 438,57 € Vencimento do Pároco 600,00 € Missas Plurintencionais 725,20 € Evangelização 36,00 € Casamento 30,00 € Funeral 30,00 € Azeitona do Adro da Igreja 20,00 € Catecimos do 2.º Ano 55,00 € TOTAL 1.298,77€ 636,00 € Saldo (receita - despesa) 662,77 € Contributos a entregar na Diocese: • Missas Plurintencionais : 362,60 € • Para os Seminários 80,52 € Total a entregar : 443,12 € SALDO REAL = 219,12 € BANCO ALIMENTAR A campanha de recolha de alimentos levada a cabo pelo Banco Alimen- tar Contra a Fome, de Viseu, nos dias 27 e 28 de Novembro, rendeu 110 toneladas de alimentos. A recolha foi realizada na quase totalidade dos concelhos do Distrito e representa um acréscimo de 43%, em relação à campanha anterior. Os alimentos provenientes desta campanha irão ser entregues a mais de 60 instituições apoiadas pelo Banco Alimentar de Viseu. Mensalmente, os géne- ros alimentares são-lhes enviados e, em forma de refeições confeccionadas, ou em forma de cabazes, estas instituições fazem-nos chegar a 4.000 beneficiá- rios carenciados. Em 28 e 29 de Maio de 2011, o Banco Alimentar Contra a Fome fará nova recolha de alimentos, contando sempre com a generosidade daqueles que gostam de ajudar, repartindo com quem tem mais necessidades. E o alimento é necessidade básica. 17
  • 18.
    Bolo Rei Ingredientes: • 750 g de farinha • 30 g de fermento de padeiro • 150 g de margarina • 150 g de açúcar • 150 g de frutas cristalizadas • 150 g de frutos secas • 4 ovos • raspa de 1 limão • raspa de 1 laranja • 1 decilitro de vinho do Porto • 1 colher de sobremesa de sal • 1 brinde • 1 fava Confecção: Pique as frutas e deixe-as a macerar com o vinho do Porto (deixe algumas inteiras para enfeitar). Dissolva o fermento de padeiro em 1 decilitro de água morna, junte a 1 chávena de farinha e deixe a levedar em ambiente temperado durante 15 minutos. Entretanto bata a margarina, o açúcar, e as raspas de limão e laranja, junte os ovos (batendo um a um), e a massa de fermento. Quando tudo estiver bem ligado adicione o resto da farinha e o sal. Amasse até ficar elástica e macia e misture as frutas. Molde a massa numa bola, polvilhe com farinha e tape a massa com um pano, deixando levedar num ambiente temperado durante 5 horas. Depois da massa dobrar o volume, ponha sobre um tabuleiro e faça-lhe um buraco no meio. Introduza o brinde (embrulhado em papel vegetal) e a fava, e deixe levedar mais uma hora. Pincele o bolo com gema de ovo, enfeite com frutas cristalizadas inteiras, torrões de açúcar, pinhões, meias-nozes, etc, e leve a cozer em forno bem quente. Depois de cozido, pincele o bolo-rei com geleia diluída num pouco de água quente. Nota: O próximo a fazer o bolo-rei (ou a comprar), é o que tiver a fava na fatia. 18
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    SUDOKU JOGO DAS DIFERÊNÇAS (Descobre as 9 diferenças entre as imagens) 19
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    2011 = Lua cheia = Lua nova = Quarto crescente = Quarto Minguante Por favor guarde a nossa voz, pode ser-lhe útil no futuro. Com a colaboração do JES jesmioma@hotmail.com 20