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SFN e
CONHECIMENTOS
BANCÁRIOS
2011
Prof.: KLEBER MORALES
2
EMENTA
CURSO DE CONHECIMENTOS BANCÁRIOS
MERCADO FINANCEIRO
 AULA 1
Estrutura do Sistema Financeiro Nacional:
Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil;
Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de
Recursos do Sistema Financeiro Nacional
Exercícios
 AULA 2
bancos comerciais; caixas econômicas; cooperativas de
crédito; bancos comerciais cooperativos; bancos de
investimento; bancos de desenvolvimento;
sociedades de crédito, financiamento e investimento;
sociedades de arrendamento mercantil;
sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários;
sociedades distribuidoras de títulos e valores
Mobiliários.
Exercícios
 AULA 3
SUSEP – Superintendência de Seguros Privados
Entidades Fechadas e Abertas de Previdência
Sistemas de Seguros Privados e de Capitalização
SPC – Secretaria de Previdência Complementar
SELIC, CETIP
Bolsa de Valores
Sociedades Corretoras de títulos e Valores Mobiliários
Sociedades Distribuidoras de Valores Mobiliários
IRB (Instituto de Resseguros do Brasil)
Resseguros
Exercícios
 AULA 4 e 5
 Mercado de Capitais
 Mercado Primário e Secundário
 Bolsa de Mercadoria e Futuros
 Funcionamento do Mercado de Ações
 Mercado Balcão
 Bolsa Soma
 Mercado a Termo
 Mercado Futuro
 Mercado de Opções
 Mercado de Câmbio
 Exercícios
 AULA 6
 Instrumentos de Política Monetária
 Fixação da taxa de juros - COPOM
 Política Fiscal
 Política de Crédito
 Noções de Política Econômica
 Operações básicas e contratos de Câmbio
 Características da taxa de câmbio
 AULA 7
 Sistema Brasileiro de Pagamentos
 Fundo Garantidor de Crédito
 SISCOMEX entidades abertas e entidades fechadas
de previdência privada; corretoras de seguros;
sociedades administradoras
 de seguro-saúde. 3 Sociedades de fomento mercantil
(factoring); sociedades administradoras de cartões de
crédito
3
EMENTA
CURSO DE CONHECIMENTOS BANCÁRIOS
PRODUTOS/SERVIÇOS BANCÁRIOS E FINANCEIROS
 Aula 8
 Garantias do Sistema Financeiro
Nacional: aval; fiança; penhor
mercantil;
 alienação fiduciária; hipoteca; fianças
bancárias; Fundo Garantidor de Crédito
(FGC).
 financiamento à importação e à
 exportação – repasses de recursos do
BNDES; cartões de crédito; títulos de
capitalização; planos de
 aposentadoria e pensão privados;
planos de seguros.
 Exercícios
 AULA 9 a 12
 Produtos e serviços financeiros:
depósitos à vista; depósitos a prazo
(CDB e RDB); letras de câmbio;
cobrança e pagamento de títulos e
carnês; transferências automáticas de
fundos; commercial papers;
arrecadação de tributos e tarifas
públicas; home/office banking, remote
banking, banco virtual,
 dinheiro de plástico; conceitos de
corporate finance; fundos mútuos de
investimento; hot money; contas
 garantidas; crédito rotativo; descontos
de títulos; financiamento de capital de
giro; vendor
 finance/compror finance; leasing
(tipos, funcionamento, bens);
financiamento de capital fixo; crédito
direto ao consumidor; crédito rural;
cadernetas de poupança;
 Exercícios
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SISTEMA FINANCEIRO
NACIONAL (SFN)
 É o conjunto de órgãos e instituições
financeiras públicas e privadas que atuam
no fluxo de recursos dos agentes
econômicos (pessoas, empresas e
governo) que possuem poupança para
àqueles que desejam investir.
5
SFN – Terminologia BACEN
Mercado Bancário
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Instituições Financeiras Monetárias
Instituições Não Monetárias
 Mercado monetário
 Controla a liquidez monetária da economia.
 O mercado monetário visa ao controle da liquidez monetária da economia,
sendo os títulos públicos os papéis mais negociados neste mercado. É
também aqui que ocorrem as negociações de Certificados de Depósitos
Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB).
 Mercado de capitais
 Seu objetivo é de atender as necessidades de financiamento de médio e
longo prazo das empresas através de emissão de títulos de créditos, sendo
os principais as debêntures, commercial paper e ações.
 Este mercado vem sendo beneficiado por emissão de dívida da empresa,
criação de novos mercados, difusão da cultura de investimentos no
mercado de capitais, queda na cobrança de CPMF e outras.
 Mercado de câmbio
 Importadores, exportadores, investidores, internacionais, empresas
multinacionais e devedores, vendem e compram moedas no mercado de
cambio, principalmente para pagamento de compromissos no exterior. Este
é o maior mercado do mundo. É fundamental no processo de
desenvolvimento econômico do país.
 Mercado de crédito
 Este mercado procura suprir as necessidades de caixa a curto e médio
prazo, dos agentes econômicos.
 Mercado aberto
 A venda primária (quando há emissão de títulos) de títulos públicos é
feita por intermédio de leilão. Trata-se de instrumento de política
monetária do governo, como forma de captar recursos.
 Existe um mercado secundário de títulos públicos.
No mercado secundário se negociam títulos já emitidos e vendidos
previamente.Estes títulos são negociados no mercado aberto.
 Títulos públicos federais - O governo federal emite títulos através do
Tesouro Nacional e do Banco Central. Os títulos emitidos pelo Tesouro
têm por finalidade a execução de sua política fiscal. Em outras
palavras, busca financiar o governo. Já os títulos emitidos pelo Bacen
são de curto prazo e buscam a implementação e execução da política
monetária. Veja os títulos sob responsabilidade da União: LTN, LFT,
NTN, BBC, LBC.
 O mercado de debêntures – por sua complexidade e ainda pela
reduzida liquidez de negócios, quando comparadas aos títulos públicos
e às ações – tem como principais participantes os investidores
institucionais: fundos de investimento, fundos de pensão e instituições
financeiras. Entretanto, com a crescente padronização do título e as
novas condições macroeconômicas, tem havido, cada vez mais, uma
maior participação de investidores pessoas físicas.
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POLÍTICAS DE GOVERNO
 Política Monetária – controla a oferta da moeda
e da taxa de juros que garantam a liquidez ideal
a cada momento econômico.
 Política Fiscal – controla as receitas e despesas
do governo, através da aplicação de carga
tributária exercida pelos agentes econômicos
com base nos tributos captados.
 Política de Crédito – determina o controle da
taxa de juros ao consumidor, contribuindo para
um aumento ou redução do consumo e por
conseguinte do índice inflacionário.
EXERCICIOS
 O Sistema Financeiro Nacional tem na sua
composição, como entidade supervisora,
(A) a Caixa Econômica Federal.
(B) o Banco Central do Brasil.
(C) o Banco da Amazônia.
(D) o Banco do Nordeste.
(E) o Banco do Brasil.
 (AFC/CGU 2008) - Com relação a composição do
SFN, aponte a entidade que não desempenha o
papel de supervisora no referido Sistema.
a) BACEN
b) Superintendência de Previdência Complementar
(PREVIC)
c) Superintendência de Seguros Privados (SUSEP)
d) Instituto de Resseguros do Brasil (IRB)
e) Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
 Considere a relação de instituições financeiras a seguir.
I – Banco do Brasil
II – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social
III – Bancos Comerciais
IV – Bancos Regionais de Desenvolvimento
V – Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento
VI – Bancos de Investimento
São consideradas instituições financeiras monetárias
APENAS as nomeadas em
(A) I e II. (B) I e III.
(C) III e IV. (D) I, III e V.
(E) I, III e VI.
 As instituições financeiras não monetárias
(A) incluem os bancos comerciais.
(B) incluem as cooperativas de crédito.
(C) incluem as caixas econômicas.
(D) captam recursos através da emissão de títulos.
(E) captam recursos através de depósitos à vista.
Autoridades Monetárias
CMN e BACEN
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CONSELHO MONETÁRIO
NACIONAL (CMN) - COMPOSIÇÃO
É constituído pelos seguintes membros:
 Ministro de Estado da Fazenda (Presidente)
 Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento
e Gestão
 Presidente do Banco Central do Brasil
Os serviços de secretaria do CMN são exercidos
pelo Banco Central
Obs: CMN não é uma autarquia mas sim um
CONSELHO
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CMN - Competências
 Estabelecer as diretrizes gerais das
políticas monetária, cambial e creditícia
 Regular as condições de constituição,
funcionamento e fiscalização das
instituições financeiras
 Disciplinar os instrumentos de política
monetária e cambial
 Zelar pela liquidez da Economia e das
Instituições Financeiras.
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CMN - Objetivos
 Adaptar o volume dos meios de pagamento às reais
necessidades da economia nacional e seu processo de
desenvolvimento
 Regular o valor interno da moeda, para tanto prevenindo
ou corrigindo os surtos inflacionários ou deflacionários
de origem interna ou externa, as depressões
econômicas e outros desequilíbrios oriundos de
fenômenos conjunturais
 Regular o valor externo da moeda e o equilíbrio no
balanço de pagamento do País, tendo em vista a melhor
utilização dos recursos em moeda estrangeira
 Orientar a aplicação dos recursos das instituições
financeiras, quer públicas, quer privadas, tendo em vista
propiciar, nas diferentes regiões do País, condições
favoráveis ao desenvolvimento harmônico da economia
nacional
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CMN - Objetivos
 Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e
dos instrumentos financeiros, com vistas à
maior eficiência do sistema de pagamentos e de
mobilização de recursos, fixando o capital
mínimo das Instituições Financeiras.
 Coordenar as políticas monetária, creditícia,
orçamentária, fiscal e da dívida pública, interna
e externa
 Autorizar emissões de papel moeda
 Aprovar orçamentos monetários preparados
pelo Banco Central do Brasil
22
BACEN
 Banco Central do Brasil - Bacen
- uma autarquia federal, vinculada ao Ministério da Fazenda, criada para ser o
agente da sociedade brasileira na promoção da estabilidade do poder de compra
da moeda brasileira.
O Bacen é o órgão executivo central do sistema financeiro, funciona como
secretaria executiva do CMN, cabendo-lhe a responsabilidade de cumprir as
disposições que regulam o funcionamento do SFN e as normas expedidas pelo
Conselho, é considerado o "Banco dos Bancos".
Missão e Objetivos:
Tem como missão institucional assegurar a estabilidade do poder de comércio da
moeda, bem como a solidez do Sistema Financeiro Nacional.
Seu objetivo subdivide-se em três macroprocessos:
- Formular e gerir as políticas monetárias e cambial, compatíveis com as
diretrizes do Governo Federal (CMN);
- Regular e supervisionar o Sistema Financeiro Nacional;
- Administrar o sistema de pagamentos brasileiro - SPB e o meio circulante.
 Atribuições BACEN
- Realizar operações de redesconto/empréstimo às
instituições financeiras dentro de um enfoque de política
econômica do Governo ou como socorro a problemas de
liquidez (empréstimo Banco para Banco);
- Efetuar, como instrumento de política monetária,
operações de compra e venda de títulos públicos federais;
- Estabelecer as condições para o exercício de qualquer
cargo de direção nas instituições financeiras privadas
(responsável pela movimentação do dinheiro);
- Vigiar a interferência de outras empresas nos mercados
financeiros e de capitais, exercer controle de crédito.
Obs: O BC não fiscaliza e nem autoriza o funcionamento das administradoras
cartões, pois elas não são instituições financeiras e, muito menos, fazem
parte do Sistema Financeiro Nacional, são acompanhadas pelos
organismos de proteção ao consumidor, por outro lado as Adm. de
Consórcio tem acompanhamento de suas atividades pelo BACEN.
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BACEN - Funções
Política Monetária tem por objetivo controlar a
expansão da moeda e do crédito e exercer
controle sobre a taxa de juros, utilizando-se dos
instrumentos clássicos:
 Operações de mercado aberto – maior
versatilidade em acomodar as variações diárias
da liquidez.
 Reservas compulsórias – influenciar a
disponibilidade das reservas bancárias e
controlar a expansão dos agregados monetários;
 Assistência financeira de liquidez – determina o
custo no não cumprimento dessas exigibilidades
compulsórias, influenciando a atuação dos
agentes financeiros.
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Comparativo
CMN BACEN
• Emite papel-moeda;
• Recebe recolhimento compulsório
e depósitos voluntários dos Bancos;
• Realiza operações de Redesconto
e empréstimos a Bancos;
• Efetua Instrumento de Política
Monetária, operações de compra e
venda de títulos públicos;
• Controla o fluxo de capitais
estrangeiros e funcionamento do
mercado cambial, operações no
exterior.
•Autoriza a emissões de papel-
moeda;
• Determina as taxas do
recolhimento compulsório dos
Bancos;
• Regula operações de Redesconto;
• Estabelece normas para
transações com títulos públicos;
• Coordena as políticas monetária,
creditícia, orçamentária, fiscal e da
dívida interna e externa.
EXERCÍCIOS
Exercícios de Provas Anteriores
 O Conselho Monetário Nacional (CMN) é integrado pelo Ministro da
Fazenda,
(A) Presidente do Banco Central do Brasil e Presidente da Comissão
de Valores Mobiliários.
(B) Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e Presidente do
Banco Central do Brasil.
(C) Presidente do Banco Central do Brasil e membros do Comitê de
Política Monetária.
(D) Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) e Presidente do Banco Central do Brasil.
(E) Presidente do Banco do Brasil e Presidente da Caixa Econômica
Federal.
 A função de zelar pela liquidez e solvência das instituições
financeiras autorizadas a funcionar no País é
(A) da Federação Brasileira de Bancos.
(B) do Fundo Garantidor de Crédito.
(C) da Comissão de Valores Mobiliários.
(D) do Ministério da Fazenda.
(E) do Conselho Monetário Nacional.
 Com relação à atuação do Banco Central do Brasil, é correto
afirmar que ele
(A)) pode realizar operações de redesconto para instituições
financeiras.
(B) não pode comprar ou vender títulos públicos federais.
(C) pode limitar as taxas de juros.
(D) pode determinar o capital mínimo das companhias abertas, no
mercado de capitais.
(E) fiscaliza as companhias de seguro.
________________________________________________________
 Uma forma de buscar a segurança do sistema financeiros e dá com
a fixação do capital mínimo das instituições financeiras, cuja
competência é do
(A) Ministro da Fazenda.
(B) Presidente da República.
(C)) Conselho Monetário Nacional.
(D) Banco Central do Brasil.
(E) Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.
 O Conselho Monetário Nacional constitui a autoridade maior na estrutura do
sistema financeiro nacional. Dentre as suas competências, é correto afirmar
que
(A) concede autorização às instituições financeiras, a fim de que possam
funcionar no país.
(B) efetua o controle dos capitais estrangeiros.
(C)) regula a constituição, o funcionamento e a fiscalização das instituições
financeiras.
(D) fiscaliza o mercado cambial.
(E) recebe os recolhimentos compulsórios das instituições
financeiras.
_________________________________________________________
 NÃO se refere a uma competência do Banco Central do Brasil:
(A) exercer a fiscalização das instituições financeiras.
(B) executar os serviços do meio circulante.
(C) emitir moeda-papel e moeda metálica.
(D) receber os recolhimentos compulsórios.
(E)) fixar as diretrizes e normas da política cambial.
 São atribuições do CMN e BACEN respectivamente:
a) -garantir o poder de compra da moeda nacional;
- adaptar o volume dos meios de pagamento às reais
necessidades da economia;
b) -realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições
financeiras;
- regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do
balanço de pagamentos;
c) - autorizar o funcionamento das instituições financeiras
- orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras;
d)- zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; - zelar
pela adequada liquidez da economia e pelo aperfeiçoamento do
sistema financeiro
e) - emitir papel-moeda e moeda metálica executando os serviços do
meio circulante;
- coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária e da
dívida pública interna e externa.
 O BACEN tem como premissa a Política Monetária
que tem por objetivo controlar a expansão da moeda
e do crédito e exercer controle sobre a taxa de juros,
utilizando-se das seguintes operações:
a)Compra e Venda de Moeda e controle da Base
Monetária
b)Open-market, Redesconto e Depósito Compulsório
c)Controle dos meios de pagamento, controle do
crédito
d)Atingimento de metas, câmbio e política de crédito
e)Controle da Base Monetária e do papel moeda.
 O Conselho Monetário Nacional é a entidade superior do sistema
financeiro nacional, NÃO sendo de sua competência
(A) estabelecer a meta de inflação.
(B) zelar pela liquidez e pela solvência das instituições financeiras.
(C) regular o valor externo da moeda e o equilíbrio do balanço de
pagamentos.
(D) regular o valor interno da moeda, prevenindo e corrigindo surtos
inflacionários ou deflacionários.
(E) fixar o valor do superávit primário do orçamento público.
 O Banco Central do Brasil é o órgão executivo central do
sistema financeiro e suas competências incluem
(A) aprovar o orçamento do setor público brasileiro.
(B) aprovar e garantir todos os empréstimos do sistema bancário.
(C) administrar o serviço de compensação de cheques e de outros
papéis.
(D) organizar o funcionamento das Bolsas de Valores do país.
(E) autorizar o funcionamento, estabelecendo a dinâmica operacional
de todas as instituições financeiras do país.
Conselho de Recursos e
COPOM
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CONSELHO DE RECURSOS DO
SFN (CRSFN)
 São atribuições do Conselho de julgar em
segunda e última instância administrativa os
recursos interpostos nas decisões relativas as
penalidades aplicadas pelo BACEN, CVM e
SECEX.
 Estrutura: representantes da CVM,
M.Fazenda,BACEN, SECEX (MIDIC) e 4 de
entidades de classe.
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Formação da Taxa de Juros
 O COPOM (Comitê de Política Monetária
do Banco Central do Brasil) instituído em
1996 tem como objetivo estabelecer as
diretrizes da política monetária e definir a
taxa de juros de nome SELIC que
corresponde a média dos financiamentos
diários com lastro em títulos federais,
apurados pelo sistema especial de
liquidação e custódia (SELIC).
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Quanto ao COPOM
 A atual política monetária do país possui meta de
inflação que confere na determinação das taxas de
juros uma enorme importância para o rumo da
Economia do país.
 O Comitê que reune-se a cada 45 dias e divulga a
Ata da Reunião na semana seguinte, sendo que o
Comitê pode definir um viés da taxa para baixo ou
para o alto, neste caso o Presidente do BC tem
poderes para alterar a taxa sem convocar reunião,
por outro senão houver viés será obrigado esperar a
nova reunião do COPOM.
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COPOM - Composição
 O COPOM é composto por membros da
Diretoria Colegiada do BC: o Presidente
que possui o voto de qualidade, além dos
diretores de Política Monetária, Política
Econômica, Estudos Especiais, Assuntos
Internacionais, Sistema Financeiro,
Fiscalização e Administração.
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O que influencia o COPOM na
determinação da Taxa SELIC
 Fatores externos:
- estabilidade/instabilidade em economias
emergentes BRIC e EUA, além dos preços do
petróleo no mercado internacional.
 Fatores internos: pressão inflacionária,
contensão do consumo e estímulo a poupança
ou ao contrário para gerar mais empregos, além
de entressafras ou super-safras.
EXERCÍCIOS
 O Comitê de Política Monetária − COPOM tem como objetivo:
(A) Reunir periodicamente os ministros da Fazenda e do Planejamento,
Orçamento e Gestão e o presidente do Banco Central do Brasil.
(B) Coletar as projeções das instituições financeiras para a taxa de inflação.
(C) Divulgar mensalmente as taxas de juros de curto e longo prazos praticadas
no mercado financeiro.
(D) Promover debates acerca da política monetária até que se alcance
consenso sobre a taxa de juros de curto prazo a ser divulgada em ata.
(E) Implementar a política monetária e definir a meta da Taxa SELIC e seu
eventual viés.
_____________________________________________________
 O Comitê de Política Monetária (COPOM)
(A) divulga semanalmente a taxa de juros de curto prazo verificada no mercado
financeiro.
(B) tem como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pela
Presidência da República.
(C) é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do
Brasil.
(D) tem suas decisões homologadas pelo ministro da Fazenda.
(E) discute e determina a atuação do Banco Central do Brasil no mercado de
câmbio.
 O Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN)
é um órgão colegiado, integrante da estrutura do Ministério da
Fazenda, que julga recursos
I. em segunda e última instância administrativa.
II. em primeira instância, de decisões do Banco Central
do Brasil relativas a penalidades por infrações à
legislação cambial.
III. de decisões da Comissão de Valores Mobiliários
relativas a penalidades por infrações à legislação
de capitais estrangeiros.
Está correto o que consta em
(A) I, apenas.
(B) II, apenas.
(C) I e III, apenas.
(D) II e III, apenas.
(E) I, II e III.
SEGUROS
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Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP)
 Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) - órgão responsável
por fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados; é
composto pelo Ministro da Fazenda (Presidente), representante do
Ministério da Justiça, representante do Ministério da Previdência Social,
Superintendente da Superintendência de Seguros Privados,
representante do Banco Central do Brasil e representante da Comissão
de Valores Mobiliários.
 Dentre as funções do CNSP estão: regular a constituição, organização,
funcionamento e fiscalização dos que exercem atividades subordinadas
ao SNSP, bem como a aplicação das penalidades previstas; fixar as
características gerais dos contratos de seguro, previdência privada
aberta, capitalização e resseguro; estabelecer as diretrizes gerais das
operações de resseguro; prescrever os critérios de constituição das
Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência
Privada Aberta e Resseguradores, com fixação dos limites legais e
técnicos das respectivas operações e disciplinar a corretagem de
seguros e a profissão de corretor.
Superintendência de Seguros Privados
(SUSEP)
 Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) - autarquia vinculada ao
Ministério da Fazenda; é responsável pelo controle e fiscalização do
mercado de seguro, previdência privada aberta e capitalização. Dentre suas
atribuições estão: fiscalizar a constituição, organização, funcionamento e
operação das Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de
Previdência Privada Aberta e Resseguradores, na qualidade de executora
da política traçada pelo CNSP;
 atuar no sentido de proteger a captação de poupança popular que se efetua
através das operações de seguro, previdência privada aberta, de
capitalização e resseguro; zelar pela defesa dos interesses dos
consumidores dos mercados supervisionados; promover o aperfeiçoamento
das instituições e dos instrumentos operacionais a eles vinculados;
promover a estabilidade dos mercados sob sua jurisdição; zelar pela
liquidez e solvência das sociedades que integram o mercado; disciplinar e
acompanhar os investimentos daquelas entidades, em especial os
efetuados em bens garantidores de provisões técnicas; cumprir e fazer
cumprir as deliberações do CNSP e exercer as atividades que por este
forem delegadas; prover os serviços de Secretaria Executiva do CNSP.
Conselho Nacional de Previdência
Complementar (CNPC)
 Conselho Nacional de Previdência
Complementar (CNPC) é um órgão
colegiado que integra a estrutura do
Ministério da Previdência Social e cuja
competência é regular o regime de
previdência complementar operado pelas
entidades fechadas de previdência
complementar (fundos de pensão).
Superintendência Nacional de
Previdência Complementar (PREVIC)
 A Superintendência Nacional de Previdência
Complementar (PREVIC) é uma autarquia vinculada ao
Ministério da Previdência Social, responsável por
fiscalizar as atividades das entidades fechadas de
previdência complementar (fundos de pensão).
 A Previc atua como entidade de fiscalização e de
supervisão das atividades das entidades fechadas de
previdência complementar e de execução das políticas
para o regime de previdência complementar operado
pelas entidades fechadas de previdência complementar,
observando, inclusive, as diretrizes estabelecidas pelo
Conselho Monetário Nacional e pelo Conselho Nacional
de Previdência Complementar.
Entidades fechadas de previdência
complementar (fundos de pensão)
 As entidades fechadas de previdência complementar
(fundos de pensão) são organizadas sob a forma de
fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos e são
acessíveis, exclusivamente, aos empregados de uma
empresa ou grupo de empresas ou aos servidores da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios, entes denominados patrocinadores ou aos
associados ou membros de pessoas jurídicas de caráter
profissional, classista ou setorial, denominadas
instituidores. As entidades de previdência fechada
devem seguir as diretrizes estabelecidas pelo Conselho
Monetário Nacional, por meio da Resolução 3.121, de
25 de setembro de 2003, no que tange à aplicação dos
recursos dos planos de benefícios.
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Entidades Abertas de Previdência
Complementar
 São entidades abertas sob forma de
sociedades anônimas e têm por objetivo
instituir e operar planos de benefícios de
caráter previdenciário concedidos em
forma de renda continuada ou pagamento
único, acessíveis a qualquer pessoa
física.
Entidades abertas de previdência
complementar
 Entidades abertas de previdência complementar - são
entidades constituídas unicamente sob a forma de
sociedades anônimas e têm por objetivo instituir e
operar planos de benefícios de caráter previdenciário
concedidos em forma de renda continuada ou
pagamento único, acessíveis a quaisquer pessoas
físicas. São regidas pelo Decreto-Lei 73, de 21 de
novembro de 1966, e pela Lei Complementar 109, de 29
de maio de 2001. As funções do órgão regulador e do
órgão fiscalizador são exercidas pelo Ministério da
Fazenda, por intermédio do Conselho Nacional de
Seguros Privados (CNSP) e da Superintendência de
Seguros Privados (SUSEP).
 INSTITUTO DE RESSEGUROS DO BRASIL
 IRB funciona como câmara de compensação
 O IRB é uma espécie de câmara de compensação do
setor de seguros. Quando uma seguradora ultrapassa
suas capacidades de garantia, o IRB absorve o excesso
via resseguro. Caso as quantias envolvidas ultrapassem
a capacidade do próprio IRB, ele repassa a diferença a
maior para as diversas empresas do mercado,
pulverizando o risco, na operação que se chama de
retrocessão. Se assim mesmo não for possível obter
todo o montante necessário para a garantia, procura-se
outras seguradoras no exterior.
 Há ocasiões em que o IRB sempre tem que ser
solicitado. É o caso de seguros de grandes valores.
 O seguro de aeronave, por exemplo, e das plataformas
de petróleo, que valem em torno de 350 milhões de
dólares. O IRB é acionado e vai procurar cobertura no
mercado segurador estrangeiro.
Resseguradores - Entidades, constituídas
sob a forma de sociedades anônimas,
que têm por objeto exclusivo a realização
de operações de resseguro e retrocessão.
O Instituto de Resseguros do Brasil (IRB)
é empresa resseguradora vinculada ao
Ministério da Fazenda.
Instituto de Resseguros do
Brasil(IRB)
55
IRB – INSTITUTO DE
RESSEGUROS DO BRASIL
 Sociedade de Economia Mista que regula:
- Co-seguro – reparte o risco com outras
seguradoras, dividindo as obrigações com
pagamento de prêmio proporcional;
- Resseguro – a companhia contrata um seguro
com órgão ressegurador para reduzir suas
responsabilidades em altas somas.
- Retrocessão – reparte o risco com outras
seguradoras que cede parcela proporcional a
outra.
Sociedades seguradoras
 Sociedades seguradoras - são entidades,
constituídas sob a forma de sociedades
anônimas, especializadas em pactuar contrato,
por meio do qual assumem a obrigação de
pagar ao contratante (segurado), ou a quem
este designar, uma indenização, no caso em
que advenha o risco indicado e temido,
recebendo, para isso, o prêmio estabelecido.
Sociedades de capitalização
 Sociedades de capitalização - são entidades,
constituídas sob a forma de sociedades
anônimas, que negociam contratos (títulos de
capitalização) que têm por objeto o depósito
periódico de prestações pecuniárias pelo
contratante, o qual terá, depois de cumprido o
prazo contratado, o direito de resgatar parte dos
valores depositados corrigidos por uma taxa de
juros estabelecida contratualmente; conferindo,
ainda, quando previsto, o direito de concorrer a
sorteios de prêmios em dinheiro.
Planos de Previdência Aberta
 O PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) é uma moderna modalidade
de plano de previdência complementar, na qual as contribuições feitas
pelos participantes são aplicadas no Fundo de Investimento em Cotas de
Fundos de Investimento Especialmente Constituídos - FICs, onde 100% da
rentabilidade é repassada para o próprio participante. O plano oferece
transparência e flexibilidade, e o participante escolhe o perfil conforme a
composição da carteira de investimentos do respectivo fundo. As
contribuições podem ser feitas mensalmente ou de uma única vez. Em
qualquer das opções pode-se efetuar aportes (Contribuições Adicionais a
qualquer momento).
 VGBL - Desenvolvido com base no PGBL, o VGBL (Vida Gerador de
Benefício Livre) é um seguro de vida que garante cobertura em caso de
sobrevivência, funcionando, portanto, como um plano de previdência.
Periodicamente o cliente realiza aportes para o plano, que são aplicados
em um FIC (Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento
Especialmente Constituídos). O dinheiro vai rendendo ao longo do tempo e
assim o cliente vai formando uma reserva.
Quando chegar a idade escolhida pelo cliente para se aposentar, o que não
precisa coincidir com a idade da aposentadoria pelo INSS, ele poderá optar
por receber sua renda em uma única parcela ou então em quantias
mensais.
Planos de Previdência – I.R
 PGBL - Abatimento* das contribuições no Imposto de
Renda (até o limite de 12% da Renda Bruta anual)
durante o período de acumulação. Sobre os valores de
resgate e rendas haverá a incidência de tributação
conforme alíquota da tabela do Imposto de Renda
Pessoa Física em vigor. (Para os contribuintes que
preenchem a declaração completa de IR)
 VGBL - Tratamento fiscal Durante o período de
acumulação, os recursos aplicados estão isentos de
tributação sobre os rendimentos. Somente no momento
do recebimento de renda ou resgate haverá a incidência
de Imposto de Renda, apenas sobre os rendimentos
aferidos. ( Para contribuintes isentos de declarar ou que
utilizam a declaração simplificada de IR)
EXERCÍCIOS
 As entidades fechadas de previdência complementar, também conhecidas como fundos de pensão,
são organizadas sob a forma de:
(A) fundos PGBL − Plano Gerador de Benefício Livre.
(B) fundos VGBL − Vida Gerador de Benefício Livre.
(C) empresas vinculadas ao Ministério da Fazenda e fiscalizadas pela SUSEP – Superintendência de
Seguros Privados.
(D) planos que devem ser oferecidos a todos os colaboradores e que também podem ser adquiridos por
pessoas que não tenham vínculo empregatício com a empresa patrocinadora.
(E) fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos e acessíveis, exclusivamente, aos empregados de
uma empresa ou grupo de empresas.
 _______________
Compete, privativamente, ao Conselho Nacional de Seguros Privados, em relação às entidades de
previdência privada,
(A) processar os pedidos de autorização para fins de constituição, funcionamento, fusão, incorporação,
grupamento, transferência de controle e reforma dos estatutos das entidades abertas.
(B)) estabelecer as normas gerais de contabilidade, atuária e estatística a serem observadas por essas
entidades.
(C) proceder à liquidação das entidades abertas que tiverem cassada a autorização para funcionar no
País.
(D) autorizar a movimentação e a liberação de bens e valores obrigatoriamente inscritos em garantia do
capital, das reservas técnicas e dos fundos especiais das entidades abertas de previdência privada.
(E) proceder à inscrição dos corretores de planos previdenciários, de entidades abertas de previdência
privada; fiscalizar suas atividades e aplicar as penas cabíveis.
_________________________________________________________
 Em relação às entidades de previdência privada abertas, é
correto afirmar:
(A) O balanço e os balancetes deverão ser enviados ao Banco Central para exame
técnico das reservas e provisões constituídas.
(B) É permitida a realização de operações comerciais e financeiras com seus
diretores e membros dos conselhos consultivos, administrativos, fiscais ou
assemelhados, desde que as operações sejam aprovadas pela assembléia
geral.
(C)) Os bens garantidores das reservas técnicas, fundos e provisões serão
registrados na SUSEP e não poderão ser alienados, prometidos alienar ou de
qualquer forma gravados sem sua prévia e expressa autorização.
(D) Os estatutos das entidades sem fins lucrativos não poderão estabelecer
distinção entre associados controladores e simples participantes dos planos de
benefícios.
(E) Nas entidades sem fins lucrativos, as despesas administrativas não poderão
exceder os limites fixados anualmente pela Comissão de Valores Mobiliários.
_________________________________________________________
 As sociedades seguradoras
(A) devem ter patrimônio líquido inferior ao valor do seu passivo não operacional.
(B) são autorizadas a funcionar através de Portaria do Ministro da Fazenda.
(C) têm autonomia completa para decidir ou não aceitar resseguros.
(D)) estão impedidas de explorar qualquer outro ramo de comércio ou indústria.
(E) têm autonomia para distribuir lucros ou quaisquer fundos correspondentes às
suas reservas patrimoniais
 As Entidades Abertas de Previdência Complementar caracterizam-se por
(A) terem como órgão responsável a Superintendência Nacional de Previdência
Complementar − PREVIC.
(B) não permitirem a portabilidade da provisão matemática de benefícios a conceder.
(C) proporcionarem planos com benefício de renda por sobrevivência, renda por
invalidez, pensão por
morte, pecúlio por morte e pecúlio por invalidez.
(D) aceitarem contratação de planos previdenciários exclusivamente de forma individual.
(E) oferecerem planos destinados apenas a funcionários de uma empresa ou grupo de
empresas.
 Os corretores de seguros
(A)) têm de responder civilmente pelos prejuízos que causarem por omissão, imperícia
ou negligência no exercício da profissão.
(B) devem habilitar seu registro perante a Fundação Nacional de Seguros-FUNENSEG
por meio de prova de capacitação promovida pela Superintendência de Seguros
Privados-SUSEP.
(C) recebem comissão sobre seus serviços, cuja percentagem independe do ramo do
seguro e da companhia seguradora.
(D) são profissionais de vendas vinculados às companhias seguradoras para
comercializar exclusivamente os produtos da empresa contratante.
(E) são simples intermediários entre as seguradoras e os segurados, não sendo sua
responsabilidade esclarecer dúvidas sobre carências, coberturas ou validade do
contrato.
65
AUTORIDADES DE APOIO
CVM – BNDES – CAIXA - BB
CVM (Comissão de Valores Mobiliários)
CVM
69
BNDES
 É uma ex-autarquia federal enquadrada como empresa
pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Indústria
e Comércio Exterior e tem por objetivo apoiar
empreendimentos para desenvolvimento do país.
 BNDES – É uma instituição responsável pela política de
investimentos de médio e principalmente de longo prazo
do Governo Federal, sendo a principal órgão de fomento.
Passou a ser responsável pelo processo de privatização de
empresas estatais.
 BNDES não é considerado um banco de Desenvolvimento,
apesar de ser o fomentador no país.
 A BNDESPAR,subsidiária integral, investe em empresas
nacionais por meio da subscrição de ações e debêntures
conversíveis.
70
BNDES
 Suas linhas de apoio contemplam financiamentos de longo
prazo e custos competitivos, para o desenvolvimento de
projetos de investimentos e para a comercialização de
máquinas e equipamentos novos, fabricados no país, bem
como para o incremento das exportações brasileiras. Contribui,
também, para o fortalecimento da estrutura de capital das
empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais.
 Desde a sua fundação, em 20 de junho de 1952, o BNDES vem
financiando os grandes empreendimentos industriais e de infra-
estrutura tendo marcante posição no apoio aos investimentos
na agricultura, no comércio e serviço e nas micro, pequenas e
médias empresas, e aos investimentos sociais, direcionados
para a educação e saúde, agricultura familiar, saneamento
básico e ambiental e transporte coletivo de massa.
71
BANCO DO BRASIL S/A (BB)
Banco múltiplo, representa o governo:
 na função de agente financeiro do governo
 na política de crédito rural,
 nas operações de compra e venda de
moeda estrangeira,
 na compensação de cheques,
 No recebimento de depósitos judiciais
federais, juntamente com a CAIXA.
BB
73
CAIXA
 Principal agente de políticas públicas do
governo federal.
 Empresa 100% pública que atende não
apenas aos seus clientes, mas todos
trabalhadores formais do país, por meio
do pagamento do PIS, FGTS, seguro-
desemprego, programas sociais (bolsa
família) e loterias.
 Agente financeiro do governo responsável
pela execução de sua política
habitacional.
 Centraliza o recolhimento e aplicação dos
recursos oriundos do FGTS.
SBPESBPE
CAIXACAIXA
SociedadesSociedades
dede
CréditoCrédito
ImobiliárioImobiliário
AssociaçõesAssociações
dede
Poupança ePoupança e
EmpréstimoEmpréstimo
BancosBancos
MúltiplosMúltiplos
A CAPTAÇÃO DE RECURSOS DESTAS INSTITUIÇÕESA CAPTAÇÃO DE RECURSOS DESTAS INSTITUIÇÕES
É FEITA POR MEIO DE RECURSOS DAS CADERNETAS DE POUPANÇAÉ FEITA POR MEIO DE RECURSOS DAS CADERNETAS DE POUPANÇA
E DOS FUNDOS PROVENIENTES DO FGTSE DOS FUNDOS PROVENIENTES DO FGTS
75
CAIXA
 Possui parcerias com o poder público,
especialmente o municipal, para
implantação de projetos de infra-estrutura.
 A empresa é responsável pela inclusão
social.
 Patrocina o atletismo, a ginástica,
enquanto as Loterias CAIXA patrocinam o
Comitê para- olímpico.
 Loterias tem importante fonte de recursos
para área social.
 A CAIXA opera e paga o Bolsa Família.
EXERCÍCIOS
 Compete à Comissão de Valores Mobiliários – CVM disciplinar
as seguintes matérias:
I. registro de companhias abertas.
II. execução da política monetária.
III. registro e fiscalização de fundos de investimento.
IV. registro de distribuições de valores mobiliários.
V. custódia de títulos públicos.
Está correto o que se afirma APENAS em
(A) I, II e III.
(B) I, II e IV.
(C) I, III e IV.
(D) II, III e V.
(E) III, IV e V.
 Compete ao Banco do Brasil S.A.:
a) executar os serviços do meio-circulante
b) ser depositário das reservas oficiais de ouro e
moeda estrangeira
c) ser agente pagador e recebedor fora do País
d) exercer o controle dos capitais estrangeiros
e) receber os recolhimentos compulsórios das
instituições financeiras.
 Em relação aos subsistemas normativos, é correto
afirmar que NÃO é função da CVM disciplinar o(a):
(A) registro de companhias abertas.
(B) registro de distribuições de valores mobiliários.
(C) empréstimo a instituições financeiras.
(D) organização, o funcionamento e a operação de
bolsas de valores.
(E) administração de carteiras e a custódia de valores
mobiliários.
 Em relação ao Banco do Brasil S.A., analise as afirmações abaixo.
I. É sociedade de economia mista controlada pela União.
II. Seu Presidente é nomeado pelo Presidente do Banco Central, após aprovação do
Senado Federal.
III. Executa os serviços de compensação de cheques e outros papéis.
IV. É agente financeiro do Tesouro Nacional.
V. É o principal executor dos serviços bancários de interesse do governo federal.
a) Uma afirmação está correta.
b) Duas afirmações estão corretas.
c) Três afirmações estão corretas.
d) Quatro afirmações estão corretas.
e) Cinco afirmações estão corretas.
 A opção correta é:
a) A Caixa Econômica Federal é a instituição financeira das políticas para habitação
popular e saneamento básico.
b) A CVM é classificada como intermediário financeiro.
c) O Banco do Brasil tem função típica de Autoridade Monetária.
d) O BNDES é a instituição responsável pela política de investimentos de curto e médio
prazo do Governo Federal.
e) Na política financeira, após o Plano Collor, o Banco do Brasil ficou responsável por
gerir todo o processo de privatização.
 São objetivos do BNDES, com exceção de:
a) fortalecer o setor empresarial nacional
b) captar recursos a curto prazo
c) criar pólos de produção para alterar desequilíbrios
regionais
d) promover o crescimento e a diversificação das
exportações
e) impulsionar o desenvolvimento econômico do país
 Qual o mercado que a Comissão de Valores Monetários regula:
a)Capitais
b)Financeiro
c)Crédito
d)Câmbio
e)Monetário
Instituições Financeiras
83
Instituições de Crédito de
Curto Prazo
- Bancos Comerciais;
- Caixas Econômicas;
- Bancos Cooperativos/Cooperativas de
Crédito;
- Bancos Múltiplos com carteira comercial.
84
Instituições de Crédito de Médio e
Longo Prazos
 Bancos de Desenvolvimento;
 Bancos de Investimento;
 Caixas Econômicas;
 Banco Múltiplo com Carteira Comercial de
Investimento e Desenvolvimento.
85
CAIXAS ECONÔMICAS (CE)
 Função:
Sua principal atividade e integrar o Sistema
Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)
e Sistema Financeiro da Habitação (SFH).
Equiparam-se aos bancos comerciais, pois
podem captar depósitos e realizar operações
ativas e de prestação de serviços, dirigidas às
Pessoas Físicas.
Têm competência para venda de bilhetes de
loterias e possui com sua principal fonte de
recurso os depósitos em cadernetas de
poupança.
86
BANCOS COMERCIAIS
 Objetivo:
- proporcionar recursos para financiar no
curto e médio prazos o comércio,
indústria, empresas prestadoras e
pessoas físicas.
- são intermediários financeiros que
recebem recursos e distribuem recursos,
através do efeito multiplicador do crédito
que recebe e concede.
87
Bancos Comerciais – Operações
 Operações ativas – empréstimos e financiamentos
para os clientes;
 Operações passivas – depósitos e aplicações dos
clientes;
 Operações acessórias – possuem menor
importância financeira para os bancos são definidas
como prestações de serviços, tais como: Operações
Acessórias (Cobrança. Garantias Bancárias Reais:
Hipoteca, Penhor e Caução. Alienação Fiduciária e
Pessoal: fiança e aval).
88
BANCOS DE DESENVOLVIMENTO (BD)
 O BNDES é o principal agente do
Governo no financiamento de médio e
longo prazos aos setores primário,
secundário e terciário.
 Os bancos estaduais de desenvolvimento
são instituições financeiras controladas
pelos governos estaduais para crédito de
médio e longo prazos.
 Exemplos: BASA (Banco da Amazônia) e
BNB (Banco do Nordeste do Brasil).
89
BANCOS DE DESENVOLVIMENTO
 São instituições financeiras controladas
pelos governos estaduais e têm como
objetivo precípuo proporcionar
financiamentos no médio e longos prazos.
 Os bancos estaduais de desenvolvimento
foram criados para o crescimento
econômico dos estados e municípios com
repasse de órgãos financeiros e do
Governo Federal.
90
Cooperativa de Crédito (CC)
 Atuam basicamente no setor primário da
economia com o objetivo de permitir uma
melhor comercialização de produtos rurais
e facilidade no escoamento de safras.
 Oferecem crédito aos funcionários por
meio de uma contribuição mensal sobre o
salário.
 Operam com depósitos a vista, cheque,
recebimento de contas e folha de pagt°.
91
Cooperativas de Crédito
 São sociedade de pessoas e possuem natureza jurídica
própria;
 Limite mínimo de 20 cooperados;
 Vedada a utilização da palavra Banco;
 Podem conceder crédito somente aos associados;
 Os depósitos realizados nas cooperativa de crédito não
são amparados pelo Fundo Garantidor de Crédito;
 Cooperativas singulares ou de 1º grau: quando
destinadas a prestar serviços diretamente aos
associados.
 Cooperativas centrais e federações ou 2º Grau:
objetivam organizar serviços econômicos e assistenciais
para os associados;
 Confederações de cooperativas ou 3º grau, organizam
empreendimentos de maior vulto financeiro.
92
Bancos Comerciais Cooperativos
 Deve fazer constar, obrigatoriamente, de sua
denominação a expressão "Banco Cooperativo".
 Desde 1995 o BC autorizou a constituição como
bancos comerciais na forma de sociedades
anônimas de capital fechado, permitindo a
captação de recursos no exterior, atividade
vetada as cooperativas de crédito.
 O dinheiro angariado deve ser aplicado na
própria região.
93
Banco Comercial Cooperativo
 É o banco comercial ou banco múltiplo
constituído, obrigatoriamente, com
carteira comercial.
 Diferencia-se dos demais por ter como
acionistas controladores cooperativas
centrais de crédito, as quais devem
deter no mínimo 51% das ações com
direito a voto.
94
BANCOS DE INVESTIMENTO
 Obrigatoriamente na sua denominação
social deve possuir a expressão Banco de
Investimento.
 Operações ativas – financiamento de
capital giro e fixo das empresas, além de
aquisição de ações e títulos mobiliários
para investimento na revenda no mercado
de capitais.
 Operações passivas – vendas de cotas de
fundos e CDB/RDB
 Não possuem contas correntes e captam
recursos via depósitos a prazo, repasses de
recursos externos, internos e venda de cotas
de fundos de investimento por eles
administrados.
 Financiamento e Capital de Giro Fixo – Médio
a Longo Prazo;
 Sociedade Anônima com obrigatoriedade do
nome “Banco de Investimento”
 As principais operações ativas são
financiamento de capital de giro e capital
fixo, subscrição ou aquisição de títulos e
valores mobiliários, depósitos interfinanceiros e
repasses de empréstimos externos.
BANCOS DE INVESTIMENTO
96
SOCIEDADE DE CRÉDITO
IMOBILIÁRIO (SCI)
 São instituições financeiras constituídas
sob forma de S.A que atuam no
financiamento habitacional.
 Constituem suas operações passivas os
depósitos de poupança, a emissão de
letras e cédulas hipotecárias.
97
Sociedades de Crédito Imobiliário
 Foram criadas pelo governo para financiar
o mercado imobiliário, utilizando a
caderneta de poupança como instrumento
de captação.
 Juntamente com a APE são entidades
financeiras privadas de apoio ao SFH,
voltadas a população de ALTA RENDA.
98
ASSOCIAÇÃO DE POUPANÇA E
EMPRÉSTIMO (APE)
 Constituídas sob a forma de sociedade
civil, sendo de propriedade comum dos
associados, suas operações:
Ativas: financiamentos imobiliários (SFH);
Passivas: letras hipotecárias e depósitos de
caderneta de poupança.
Atualmente existe apenas a POUPEX do BB.
Sua função é de que o futuro mutuário venha
fazer poupança para compra de seu imóvel,
voltado para classe de Alta Renda.
99
Sociedade de Crédito, Financiamento
e Investimento (Financeira)
 Sua função é financiar bens de consumo
duráveis por meio do “crediário” ou crédito
direto ao consumidor “CDC”.
 Não podem manter conta corrente, sua
captação é por meio de Letras de Câmbio
(LC) – Títulos de crédito sacados pelos
financiados e aceitos pelas financeiras
para colocação junto ao público.
Agência de Fomento
Agência de Fomento
Bancos de Desenvolvimento
Bancos de Desenvolvimento
Sociedade de Crédito Imobiliário
Sociedade de Crédito Imobiliário
Sociedade de Crédito ao
Microempreendedor
Sociedades Corretoras de Câmbio
EXERCÍCIOS
 O principal produto de uma instituição financeira é:
a) abrir cadernetas de poupança;
b) prestar atendimento recebendo contas e
carnês;
c) intermediação financeira;
d) cobrar tarifas por serviços prestados;
e) adquirir novos equipamentos tecnológicos.
 (ESAF/Banco Central/Analista/2002)
Das opções abaixo, assinale aquela que contém um participante do sistema financeiro
nacional que não pode
captar recursos por meio de depósitos a vista.
a) Banco Múltiplo com carteira comercial
b) Banco Comercial
c) Caixa Econômica
d) Cooperativa de Crédito
e) Banco de Desenvolvimento
 A respeito do Sistema Financeiro Nacional, analise as afirmações abaixo.
I. O Sistema Financeiro Nacional pode ser definido como o conjunto de órgãos e
instituições que regulam e executam as operações relativas à circulação da moeda e
do crédito.
II. O Conselho Monetário Nacional é o órgão máximo do Sistema Financeiro Nacional.
III. O Banco Central do Brasil é órgão deliberativo, a quem compete cumprir as normas
do Conselho Monetário Nacional.
IV. O Banco do Brasil S.A. é autoridade monetária.
V. A Comissão de Valores Mobiliários é autoridade de apoio.
a) Uma afirmação está correta.
b) Duas afirmações estão corretas.
c) Três afirmações estão corretas.
d) Quatro afirmações estão corretas.
e) Cinco afirmações estão corretas.
Assinale a alternativa que esteja errada:
a)São atribuições do Conselho de Recursos:do SFN (CRSFN) julgar em segunda e
última instância administrativa os recursos interpostos das decisões relativas às
penalidades administrativas aplicadas pelo Banco Central do Brasil, pela
Comissão de Valores Mobiliários e pela Secretaria de Comércio Exterior
b) A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de
seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. Autarquia vinculada
ao Ministério da Fazenda.
c) A Secretaria de Previdência Complementar está vinculado ao Ministério da
Fazenda voltado para qualquer pessoa por se tratar de um plano de previdência
aberto adquirido nos Bancos.
d) BNDES - É uma ex-autarquia federal enquadrada como empresa pública vinculada
ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior e tem por objetivo
apoiar empreendimentos para desenvolvimento do país nos investimentos de
médio e principalmente de longo prazo do Governo Federal, embora não seja um
banco de desenvolvimento.
e) COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS (CVM) - É um órgão normativo do S.F.N,
voltado para a fiscalização do mercado de valores mobiliários, envolvendo ações e
debêntures.
São consideradas instituições de Curto
Prazo:
a) Cooperativas e Caixas Econômicas
b) Bancos de Desenvolvimento;
c)Bancos de Investimento;
d)Bancos Múltiplos sem carteira Comercial
e) Bancos de Desenvolvimento com
Investimento;
São consideradas operações ativas dos
Bancos Comerciais:
a)depósitos e aplicações dos clientes;
b)hipoteca, Penhor e Caução
c)empréstimos e financiamentos para os
clientes
d)fiança e aval
e)Cobrança. Garantias Bancárias Reais
Não possuem conta corrente e captam
recursos por meio de CDB/RDB:
a) Bancos de Desenvolvimento
b) Cooperativas de Crédito
c) Banco de Investimento
d) Financeiras
e) Empresas de Leasing
São atribuições do CMN e BACEN respectivamente:
a) -garantir o poder de compra da moeda nacional;
- adaptar o volume dos meios de pagamento às reais
necessidades da economia;
b) -realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições
financeiras;
- regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do
balanço de pagamentos;
c) - autorizar o funcionamento das instituições financeiras
- orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras;
d)- zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; - zelar
pela adequada liquidez da economia e pelo aperfeiçoamento do
sistema financeiro
e) - emitir papel-moeda e moeda metálica executando os serviços do
meio circulante;
- coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária e da
dívida pública interna e externa.
Banco Múltiplo
Caderneta de Poupança
LEASING
118
BANCOS MÚLTIPLOS
 São instituições financeiras privadas ou públicas
que realizam as operações ativas, passivas e
acessórias das diversas instituições financeiras.
 A carteira de desenvolvimento somente poderá
ser operada por banco público.
 O banco múltiplo deve ser constituído com, no
mínimo, duas carteiras, sendo uma delas,
obrigatoriamente, comercial ou de investimento,
e ser organizado sob a forma de sociedade
anônima.
 As instituições com carteira comercial podem
captar depósitos à vista. Na sua denominação
social deve constar a expressão "Banco"
Caderneta de Poupança
 Criada originalmente para captar recursos para o
Sistema Financeiro Habitacional;
 A Poupança é uma aplicação pós-fixada, pois apesar da
taxa de referência ser válida até a data de aniversário do
mês seguinte, a divulgação pelo Bacen ocorre no dia
seguinte, não se sabendo com exatidão quanto será o
valor a receber.
 O Rendimento da Caderneta de Poupança é isento de
cobrança de IR para poupadores pessoa física e
empresas sem fins lucrativos.
 Os valores depositados em poupança são atualizados
com base na TR vigente no dia do depósito acrescido de
juros de 0,5% a.a.
Caderneta de Poupança
 Os valores depositados e mantidos em depósito por
prazo inferior a um mês não recebem nenhuma
remuneração e os rendimentos são calculados sobre o
menor saldo apresentado pela conta no período base.
 Os bancos podem cobrar pela manutenção de conta de
poupança desde que os depósitos de poupança
apresentem saldo igual ou inferior a R$ 20,00 e que não
apresentem registros de depósitos ou saques pelo
período de seis meses.
 A remuneração da conta de poupança é mensal para
pessoas físicas e trimestral para pessoas jurídicas sem
fins lucrativos.
Caderneta de Poupança
 O cliente pode se ter quantas contas se desejar;
 A data de remuneração de depósitos em
cadernetas de poupança efetuados nos dias
29,30 e31 será o dia 1° de cada mês, aplicando-
se o índice correspondente ao do dia 1° do mês
anterior.
 Os depósitos feitos em cheque valem para
remuneração desde a data do depósito, desde
que não devolvido, independentemente do
prazo de sua liberação.
122
SOCIEDADES DE ARRENDAMENTO
MERCANTIL(leasing)
 Constituída sob forma de S.A, devendo
constar na denominação social a
expressão arrendamento mercantil e são
supervisionadas pelo BACEN.
 Operações passivas – debêntures;
 Operações ativas – constituídas por títulos
da dívida pública, arrendamento mercantil
de bens móveis de produção nacional e
estrangeira.
123
SOCIEDADES DE ARRENDAMENTO
MERCANTIL (Leasing)
 Estas sociedades nasceram do reconhecimento
de que o lucro de uma atividade pode advir da
simples utilização do bem e não de sua
propriedade.
 Operações realizadas exclusivamente por
bancos múltiplos com carteira de leasing e por
sociedades de arrendamento mercantil.
 As empresas de leasing captam recursos de
longo prazo por meio da emissão de debêntures
– títulos que tem como cobertura o patrimônio
da empresa que os emitiu.
124
Empresas de Leasing
 O que é leasing- também denominado arrendamento
mercantil, é uma operação em que o proprietário
(arrendador, empresa de arrendamento mercantil)
de um bem móvel ou imóvel cede a terceiro
(arrendatário, cliente, "comprador") o uso desse bem
por prazo determinado, recebendo em troca uma
contraprestação.
 Possui diferenças em relação ao aluguel e
financiamento.
 Ao final do contrato de arrendamento, o arrendatário
tem as seguintes opções:
• comprar o bem por valor previamente contratado;
• renovar o contrato por um novo prazo, tendo como
principal o valor residual;
• devolver o bem ao arrendador.
125
Empresas de Leasing
 Leasing é um negócio jurídico realizado entre pessoa
jurídica na qualidade de arrendadora e pessoa física ou
jurídica na qualidade de arrendatária.
 Prazo de contrato de leasing - O prazo mínimo de
arrendamento é de dois anos para bens com vida útil de
até cinco anos e de três anos para os demais. Por
exemplo: para veículos, o prazo mínimo é de 24 meses
e para outros equipamentos e imóveis, o prazo mínimo é
de 36 meses (bens com vida útil superior a cinco anos).
Existe, também, modalidade de operação, denominada
leasing operacional, em que o prazo mínimo é de 90
dias.
126
Tipos de Leasing
 Leasing Operacional: a empresa de leasing fica responsável
pela manutenção do bem arrendado para o seu perfeito
funcionamento. A contratante pode rescindir o contrato a
qualquer tempo, mediante um aviso prévio combinado com
antecedência.
 Leasing Financeiro: é uma operação de financiamento sob a
forma de locação particular de médio e longo prazo, com
base em um contrato de bens móveis ou imóveis.
 Lease Back: é uma operação variante do leasing financeiro,
na qual a empresa vende bens do seu ativo fixo a uma
empresa de leasing e, ao mesmo tempo, os arrenda com
opção de compra após o termino do contrato.
127
Empresas de Leasing
 A Quitação antes do encerramento do prazo
descaracteriza legalmente o arrendamento mercantil e a
operação passa a ser classificada compra e venda a
prazo.
 Impostos sobre uma operação de leasing O Imposto
Sobre Operações Financeiras (IOF) não incide nas
operações de leasing. O imposto que será pago no
contrato é o Imposto Sobre Serviços (ISS).
 Despesas adicionais sobre uma operação de leasing
Despesas tais como seguro, manutenção, registro de
contrato, Imposto Sobre Serviços (ISS) e demais encargos
que incidam sobre os bens arrendados são de
responsabilidade do arrendatário ou do arrendador,
dependendo do que for pactutado no contrato de
arrendamento
EXERCÍCIO
De acordo com as normas do Conselho Monetário
Nacional – CMN, os bancos múltiplos devem ser constituídos
com, no mínimo, duas carteiras, sendo uma delas
obrigatoriamente de
(A) investimento.
(B) crédito, financiamento e investimento.
(C) crédito imobiliário.
(D) câmbio.
(E) arrendamento mercantil.
•Captam recursos no mercado por meio de debêntures, letras de Câmbio
e CDB e emissão de LH, respectivamente:
a)Banco de desenvolvimento, Banco de Investimento, Banco Múltiplo,
Sociedade de Crédito Imobiliário;
b)Financeira, Leasing, Banco de Investimento, Cooperativa de Crédito;
c)Arrendamento Mercantil, Banco de Desenvolvimento, Banco de
Investimento e Financeira;
d) Banco Comercial, Financeira, Leasing, Associação de Poupança e
Empréstimo;
e)Leasing, Financeira, Banco de Investimento, Sociedade de Crédito
Imobiliário.
Instituições Não Financeiras e
Não supervisionadas pelo
BACEN ou pela CVM
Sociedade de Fomento Mercantil
(Factoring)
 A operação consiste quando um sacador
(normalmente pessoa jurídica – micro e
pequena empresa que vende seus ativos:
promissórias, cheques, duplicatas) a uma
casa compradora (factore) que fará um
deságio (desconto) do valor de créditos a
vencer do cliente que receberá
antecipadamente.
Sociedade de Fomento Mercantil
(Factoring)
 A factoring é uma atividade essencialmente mercantil
em que o pré-requisito é o registro na Junta Comercial,
não sendo fiscalizada nem regulamentada, seja pela
CVM ou pelo Bacen.
 A operação factoring não está sujeita à incidência do
Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas sim à
do Imposto Sobre Serviços (ISS) exigido pelo município.
 As taxas de juros cobradas pelas empresas de factoring
tendem a ser muito alto, fator que exige análise do risco
dos sacados para reaverem o recurso em caso de
inadimplência da outra parte, sendo que na modalidade
maturity o prejuízo recai todo para a factoring.
Sociedades Administradoras de
Cartões de Crédito (SACC)
 São sociedades não bancárias e que necessitam de
uma fonte distinta de recursos para eventual
financiamento do saldo devedor mensal de seus
clientes.
 O contrato realizado possibilita a utilização do cartão de
crédito para a aquisição de mercadorias e de serviços
em locais credenciados e o parcelamento do saldo
devedor mensal.
 As relações entre as sociedade administradoras de
cartões de crédito e os usuários configuram relações de
consumo sob a tutela do Código de Proteção ao
Consumidor, sem interferência do BACEN.
Sociedades Administradoras de
Seguro de Saúde
 São empresas que atendem ao interesse das
pessoas que buscam se resguardar contra
riscos de saúde e buscam tratamento médico,
assistência hospitalar para prevenção e
recuperação da saúde.
 O plano privado de assistência à saúde é a
prestação de serviços continuada ou a
cobertura dos custos assistenciais, sem limite
financeiro e destinado a assistência à saúde.
137
MERCADO DE CAPITAIS
PROF.: Kleber
138
SOCIEDADES CORRETORAS DE
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS
 Instituições típicas do mercado acionário,
operando com compra e venda de títulos e
valores mobiliários, fazendo intermediação
com as bolsas de valores e de
mercadorias, também administram fundos
de investimento com objetivo de
valorização das cotas.
 São constituídas sob a forma de S.A ou
Ltda.
139
SOCIEDADES CORRETORAS
 São instituições típicas do mercado acionário,
operando com compra, venda e distribuição de
títulos e valores mobiliários por conta de
terceiros.
 Fazem intermediação com a bolsa de valores e
de mercadorias.
 Sua constituição depende de autorização do
BACEN e o exercício da atividade depende de
autorização da CVM.
 Operam nos recintos das bolsas de valores,
efetuando lançamento de ações, custodiando
valores mobiliários, intermedeiam operações de
câmbio.
140
SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS
 Suas atividades são mais restritas que a
das corretoras, já que não têm acesso às
bolsas de valores e mercadorias.
 Têm com função básica a intermediação
da colocação de emissões de capital no
mercado.
 De forma isolada ou em consórcio emite
títulos e valores mobiliários para revenda.
141
SOCIEDADE DISTRIBUIDORA
 São constituídas sob a forma de S.A ou
Ltda, constando o nome na denominação.
 Diferentemente das corretoras atuam:
- na subscrição isolada ou em consórcio
de emissão de títulos e valores
mobiliários.
- intermedeiam a colocação de emissões
de capital no mercado;
- realizam operação de open market.
CUSTÓDIA E LIQUIDAÇÃO
SELIC
 Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC, criado
em 1979, é um sistema informatizado destinado ao registro,
custódia e liquidação de títulos públicos, tanto os títulos federais,
como os estaduais e municipais emitidos até 1992.
 Somente as instituições credenciadas no mercado financeiro têm
acesso ao SELIC, o qual opera em tempo real, permitindo que os
negócios tenham liquidação imediata. Os operadores das
instituições envolvidas em uma transação com esses títulos, após
acertarem os negócios, transferem estas operações, via terminal,
ao SELIC. O sistema imediatamente transfere o registro do título
para o comprador e faz o crédito na conta do vendedor do título.
Ambas as partes têm certeza da validade da operação efetuada.
 Na verdade os títulos são escriturais mantidos por um super
computador, sendo administrado pelo DEMAB (Departamento de
Operações de Mercado Aberto do Banco Central).
 Os principais títulos públicos federais negociados no SELIC são:
Letra Financeira do Tesouro, Letra do Tesouro Nacional, Nota do
Tesouro Nacional, Bônus do Banco Central, Letras do Banco
Central, Notas do Banco Central, entre outros.
 CETIP - Central de Custódia e de Liquidação
Financeira de Títulos (a partir de 2008, CETIP S.A. -
Balcão Organizado de Ativos e Derivativos) é uma
sociedade anônima brasileira, sem fins lucrativos, criada
em 1986 para preencher a lacuna de um sistema
eletrônico de custódia e liquidação financeira no
mercado de títulos privados.
 Suas atividades são regulamentadas pelo Banco Central
do Brasil.
 É um mercado de balcão organizado para registro da
negociação de títulos e valores mobiliários de renda fixa.
Pode também registrar, custodiar e liquidar títulos
públicos estaduais e municipais emitidos após 1992,
títulos representativos de dívidas de responsabilidade do
Tesouro Nacional, além de todos os Créditos
Securizados da União, da Dívida Agrícola, dos Títulos
da Dívida Agrária e também dos Certificados
Financeiros do Tesouro.
CBLC - Companhia Brasileira de
Liquidação e Custódia
 É uma empresa com fins lucrativos, registrada sob a forma de
sociedade anônima, responsável pela custódia das ações e outros
títulos privados no mercado financeiro brasileiro.
 A CBLC oferece serviços de alocação e liquidação para todas as
operações realizadas nos ambientes de negociação da Nova Bolsa.
Estes serviços são aderentes às melhores práticas internacionais e
possuem grande flexibilidade para servir às mais diversas
necessidades dos participantes do mercado de capitais brasileiro.
 As operações realizadas na Nova Bolsa são capturadas pelos
sistemas da CBLC de forma automática e em tempo real,
assegurando o mais elevado nível de rapidez e segurança.
CBLC
A CETIP S.A. tem por finalidade
(A) garantir a liquidação financeira de transações de títulos privados
entre instituições bancárias no Mercado de Balcão.
(B) operar como substituta no caso de interrupção das operações
diárias do Sistema de Pagamentos Brasileiro – SPB.
(C) atuar internacionalmente, em tempo real, tendo como participantes
bancos, corretoras, distribuidoras, fundos de investimento,
seguradoras e fundos de pensão.
(D) assegurar que as operações somente sejam finalizadas caso os
títulos estejam efetivamente disponíveis na posição do vendedor e
os recursos relativos a seu pagamento disponibilizados
integralmente pelo comprador.
(E) dispensar a supervisão e normatização da Comissão de Valores
Mobiliários para os casos de administração de carteiras e custódia
de valores mobiliários.
11) Qual definição dos Mercados Financeiros
não está correta a alternativa?
a) Mercado monetário -Controla a liquidez monetária da economia.
 O mercado monetário visa ao controle da liquidez monetária da economia,
sendo os títulos públicos os papéis mais negociados neste mercado. É
também aqui que ocorrem as negociações de Certificados de Depósitos
Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB).
b) Mercado de capitais
 Seu objetivo é de atender as necessidades de financiamento de médio e
longo prazo das empresas através de emissão de títulos de créditos, sendo
os principais as debêntures, commercial paper e ações.
c) Mercado de câmbio
 Importadores, exportadores, investidores, internacionais, empresas
multinacionais e devedores, vendem e compram moedas no mercado de
cambio, principalmente para pagamento de compromissos no exterior. Este
é o maior mercado do mundo. É fundamental no processo de
desenvolvimento econômico do país.
d) Mercado de crédito
 Este mercado procura suprir as necessidades de caixa a curto e médio
prazo, dos agentes econômicos.
e) Mercado aberto
 A venda primária (quando há emissão de títulos) de títulos públicos é feita
por intermédio de leilão. Não é um instrumento de política monetária do
governo, como forma de captar recursos.
Tempo de Liquidação
 Cheques a partir de R$ 300 – D +1 e para
valores menores D+ 2.
 Títulos públicos privados e de renda fixa
solicitados até às 13 horas – D+ 1
 Renda Variável – Mercado a vista– D + 3 e
D+ 1 para Opções e Derivativos.
 Obs: a CETIP liquida os cheques, fundos e
demais produtos das Instituições
Financeiras, enquanto a CBLC os de renda
variável.
MERCADO DE CAPITAIS
INSTITUIÇÕESINSTITUIÇÕES
AUXILIARESAUXILIARES
BolsasBolsas
dede
ValoresValores
SociedadesSociedades
CorretorasCorretoras
de Valoresde Valores
MobiliáriosMobiliários
SociedadesSociedades
DistribuidorasDistribuidoras
de Valoresde Valores
MobiliáriosMobiliários
AgentesAgentes
AutônomosAutônomos
dede
InvestimentoInvestimento
158
BOLSA DE VALORES
 Instituição em que se negociam títulos e ações.
As Bolsas de Valores são importantes nas
economias de mercado por permitirem a
canalização rápida das poupanças para sua
transformação em investimentos.
 Constituem, para os investidores, um meio
prático de jogar lucrativamente com a compra e
venda de títulos e ações, escolhendo os
momentos adequados de baixa ou alta nas
cotações.
159
BOLSA DE VALORES
 A Bolsa de Valores é uma instituição sem fins lucrativos,
atualmente são os caso da BVRJ e da Soma, bem como
a maioria das Bolsas no Mundo,
 Possui autonomia financeira, patrimonial e
administrativa, mas sujeita a supervisão da CVM.
 Em agosto 2007 houve a reestruturação societária
resultou na criação da BOVESPA Holding, passando a
ter fins lucrativos, assim como a BMF em Setembro
2007, sendo que recentemente se uniram criando a
Nova Bolsa, passando a ser a terceira maior do Mundo.
Bolsas de ValoresBolsas de Valores
 Proporcionam liquidez aos títulos negociados,Proporcionam liquidez aos títulos negociados,
atuando por meio de pregões contínuos.atuando por meio de pregões contínuos.
 Têm responsabilidade pela fixação de preçosTêm responsabilidade pela fixação de preços
justos, formados pelo mecanismo da oferta e dajustos, formados pelo mecanismo da oferta e da
procura.procura.
 Obrigam-se a divulgar todas as operaçõesObrigam-se a divulgar todas as operações
realizadas no menor tempo possível.realizadas no menor tempo possível.
 Atuam em diversos tipos de mercados:Atuam em diversos tipos de mercados:
 A vistaA vista
 A termoA termo
 OpçõesOpções
 FuturosFuturos
Mercado de Balcão:Mercado de Balcão: resume operações realizadasresume operações realizadas
com diversos papeis, sem necessidade de registrocom diversos papeis, sem necessidade de registro
em bolsa. Não possui lugar físico.em bolsa. Não possui lugar físico.
AsAs Caixas de LiquidaçãoCaixas de Liquidação (clearing) atuam nos(clearing) atuam nos
pregões e têm a função de registrar, liquidar epregões e têm a função de registrar, liquidar e
compensar as diversas operações.compensar as diversas operações.
161
162
Mercado de Capitais Mercado de capitais é um sistema de distribuição de valores
mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão de empresas
e viabiliza o processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de
valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras
autorizadas.
 Os principais títulos negociados (título mobiliário) representam o capital
social das empresas, tangibilizado em suas ações ou ainda
empréstimos tomados pelas empresas, no mercado, representado por
debêntures que são conversíveis em ações, bônus de subscrição e
outros papéis comerciais. Esta constituição permite a circulação de
capital e custeia o desenvolvimento econômico.
 No mercado de capitais ainda podem ser negociados os direitos e
recibos de subscrição de valores mobiliários, certificados de depósitos
de ações e outros derivativos autorizados à negociação.
 Seu objetivo é canalizar as poupanças (recursos financeiros) da
sociedade para o comércio, a indústria, outras atividades econômicas e
para o próprio governo. Distingue-se do mercado monetário que
movimenta recursos a curto prazo, embora tenham muitas instituições
em comum. Nos países capitalistas mais desenvolvidos os mercados de
capitais são mais fortes e dinâmicos. A fraqueza desse mercado nos
países em desenvolvimento dificulta a formação de poupança, sendo um
sério obstáculo ao desenvolvimento, obrigando esses países a
recorrerem ao mercado de capitais internacionais.
ÍNDICES do Mercado de Capitais
 Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice que acompanha a
evolução média das cotações das ações mais negociadas e
sofre reavaliação quadrimestral, alterando-se a composição e
peso da carteira.
IBX-Índice Brasil, índice que mede o retorno de uma carteira de
ações integrada pelas 100 ações mais negociadas;
 o Índice de energia Elétrica (IEE), índice setorial que mede o
desempenho das ações do setor elétrico;
 o Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada
(IGC), que mede o desempenho de uma carteira teórica composta
por ações de empresas que apresentem bons níveis de
governança corporativa;
 o Índice Valor Bovespa (IVBS-2), o qual mede o retorno de
carteira hipotética constituída exclusivamente por papéis emitidos
por empresas de excelente conceito perante os investidores,
classificadas a partir da 11ª posição, tanto em termos de valor de
mercado como de liquidez de suas ações.
EXERCÍCIOS
A BM&FBOVESPA S.A. é caracterizada como
(A) espaço em que exclusivamente são negociadas ações de emissão de empresas
brasileiras.
(B) empresa cujo capital é controlado por sociedades corretoras por meio de títulos
patrimoniais.
(C) entidade sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e
patrimonial.
(D) empresa constituída para possibilitar a negociação de ações por meio do
sistema home broker.
(E) companhia aberta cujas ações são transacionadas em seu próprio ambiente de
negociação.
11) Qual definição dos Mercados Financeiros
não está correta a alternativa?
a) Mercado monetário -Controla a liquidez monetária da economia.
 O mercado monetário visa ao controle da liquidez monetária da economia,
sendo os títulos públicos os papéis mais negociados neste mercado. É
também aqui que ocorrem as negociações de Certificados de Depósitos
Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB).
b) Mercado de capitais
 Seu objetivo é de atender as necessidades de financiamento de médio e
longo prazo das empresas através de emissão de títulos de créditos, sendo
os principais as debêntures, commercial paper e ações.
c) Mercado de câmbio
 Importadores, exportadores, investidores, internacionais, empresas
multinacionais e devedores, vendem e compram moedas no mercado de
cambio, principalmente para pagamento de compromissos no exterior. Este
é o maior mercado do mundo. É fundamental no processo de
desenvolvimento econômico do país.
d) Mercado de crédito
 Este mercado procura suprir as necessidades de caixa a curto e médio
prazo, dos agentes econômicos.
e) Mercado aberto
 A venda primária (quando há emissão de títulos) de títulos públicos é feita
por intermédio de leilão. Não é um instrumento de política monetária do
governo, como forma de captar recursos.
12) Quanto ao Mercado de Opções
não podemos afirmar.a) Mercado em que são negociados direitos de compra ou
venda de um lote de ações, com preços e prazos de
exercício preestabelecidos.
b) O titular de uma opção paga um prêmio, podendo exercê-
los até a data de vencimento (no caso de opção de
compra) ou na data de vencimento (no caso de opção de
venda), ou revendê-los no mercado.
c) Uma opção de compra obriga ao seu titular comprar as
ações-objeto, ao preço de exercício, a qualquer instante
até a data de vencimento, obedecidas as condições
estabelecidas pela BOVESPA.
d) Caso o comprador de uma opção de compra não execute
e não venda a opção até o dia do vencimento, este
perderá o valor do prêmio pago quando da aquisição.
e) A opção é um derivativo cujo o valor depende do preço
da ação objeto.
13) Quanto ao Mercado a Termo
não podemos dizer:
A) É a compra ou a venda de uma determinada quantidade de
ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado,
a contar da data da operação em pregão, resultando em um
contrato entre as partes.
B) O prazo do contrato é livremente escolhido pelos investidores,
obedecendo ao prazo mínimo de 12 dias úteis e máximo de 199
dias corridos.
C) O preço a termo de uma ação resulta da adição, ao valor cotado
no mercado a vista, de uma parcela correspondente aos juros -
que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do
contrato.
D) Pode ser exigida uma Margem Adicional - sempre que ocorrer
redução no valor de garantia do contrato, decorrente de oscilação
na cotação dos títulos depositados como margem e/ou dos
títulos-objeto da negociação;
E) No mercado a termo não ocorre liquidação antecipada, apenas
no vencimento.
14) Quanto aos Mercados qual está errada?
a) MERCADO FUTURO - Mercado onde são realizadas operações
envolvendo lotes padronizados de commodities ou ativos
financeiros, para liquidação em datas pré-fixadas.
b) MERCADO PRIMÁRIO - Onde ocorre a colocação de ações ou
outros títulos, provenientes de novas emissões. As empresas
recorrem ao mercado primário para completar os recursos de que
necessitam, visando ao financiamento de seus projetos de
expansão ou seu emprego em outras atividades.
Negociação das Letras Financeiras e Notas Federais em que
participam o Bacen e Inst. Financeiras.
c) MERCADO SECUNDÁRIO - Onde ocorre a negociação dos
títulos adquiridos no mercado primário, proporcionando a liquidez
necessária.
d) No MERCADO FUTURO os preços são definidos no final do
contrato e não ocorre recomposição de margem de garantia.
e) MERCADO À VISTA - É uma modalidade de mercado onde são
negociados valores mobiliários e ouro, ativo financeiro, cujas
liquidações física (entrega do ativo pelo vendedor) e financeira
(pagamento do ativo pelo comprador) ocorrem, no máximo até o
3º dia após ao da negociação.
171
MERCADOS
 MERCADO DE AÇÕES - Segmento do mercado de capitais que
compreende a colocação primária em mercado de ações novas emitidas
pelas empresas e a negociação secundária - em Bolsas de Valores e no
mercado de balcão - das ações já colocadas em circulação.
 NOVO MERCADO – Devido a falta de proteção aos acionistas minoritários
foi desenvolvido este conceito que envolve em dois níveis as boas práticas
de governança coorporativa, demonstrando a transparência da empresa.
 ADR - American Depositary Receipts.
São certificados representativos de ações ou outros valores mobiliários que
representam direitos e ações, emitidos no exterior por instituição
denominada "Depositaria", com lastro em valores mobiliários de emissão de
empresas brasileiras depositados em custódia específica no Brasil.
 MERCADO DE BALCÃO - Mercado em que as operações não são
registradas em Bolsas. Também chamado de tailor made ou customizadas,
por atenderem especificações dos clientes, esse mercado abrange
negociações de ativos.
Megabolsa
 Mega Bolsa (Sistema Eletrônico de Negociação) - é um sistema que
permite às sociedades corretoras cumprir as ordens de clientes
diretamente de seus escritórios. Pelo Sistema Eletrônico de Negociação,
a oferta de compra ou venda é feita através de terminais de computador.
O encontro das ofertas e o fechamento de negócios são realizados
automaticamente pelos computadores da BOVESPA.
 A principal bolsa do Brasil é a Bolsa de Valores de São Paulo
(BOVESPA) que dispõe de um pregão físico, onde as ofertas de compra
e venda são apregoadas a viva voz, e um sistema eletrônico de
negociação chamado MEGABOLSA, onde as ofertas são inseridas em
terminais remotos nas corretoras para serem vistas por todos.
 O pregão e o MEGABOLSA fazem parte de um sistema de negociações
desenvolvido pela BOVESPA, de tal modo que as ofertas existentes em
cada um desses ambientes podem interferir no fechamento de qualquer
negócio.
173
MERCADOS
MERCADO PRIMÁRIO - Onde ocorre a colocação
de ações ou outros títulos, provenientes de novas
emissões. As empresas recorrem ao mercado
primário para completar os recursos de que
necessitam, visando ao financiamento de seus
projetos de expansão ou seu emprego em outras
atividades.
Negociação das Letras Financeiras e Notas
Federais em que participam o Bacen e Inst.
Financeiras.
MERCADO SECUNDÁRIO - Onde ocorre a
negociação dos títulos adquiridos no mercado
primário, proporcionando a liquidez necessária.
174
MERCADOS DE CAPITAIS
 MERCADO DE CAPITAIS - Envolve toda a rede de Bolsa de Valores e
instituições financeiras que operam na compra e venda de papéis. Conjunto de
operações de transferência de recursos financeiros de prazo médio, longo ou
indefinido, efetuadas entre agentes poupadores e investidores, através de
intermediários financeiros.
 MERCADO à VISTA - Mercado onde a liquidação física - entrega dos títulos pelo
vendedor - se processa no segundo dia após a realização do negócio em pregão e
a liquidação financeira - pagamento dos títulos pelo comprador - se dá no terceiro
dia útil, posterior à negociação, somente mediante à efetiva liquidação física.
 MERCADO ABERTO - Também conhecido por mercado secundário, é onde são
negociados títulos públicos já emitidos.
 OPERAÇÕES DE SWAP – Troca de um risco por outro, de um ativo ou passivo
por outro, exemplo: moeda por taxa de juros. Lembrando que não há SWAP
quando ocorre troca de dólar por ouro, pois os dois são indexados, ou seja, a onça
troy sobe e o dólar também e vice-versa.
 Operações de Hot Money – Empréstimo de curtíssimo prazo, atualmente até 29
dias destinados a fazer face do capital de giro das empresas.
176
MERCADO FINANCEIRO
CAIXA
2008
PROF.: Kleber
AULA 4
Mercados a Vista e de
Derivativos
As operações em bolsa são efetuadas nos
seguintes mercados:
 a vista – no qual compradores e vendedores
estabelecem um preço para um lote de ações a ser
entregue e pago no prazo determinado, atualmente
D+3;
 a termo – onde as partes fixam um preço para
liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro
determinado; e
 de opções – no qual as partes negociam o direito de
comprar/ vender a ação a preço e prazo futuro
determinados.
Mercado de Opções
 MERCADO DE OPÇÕES
Mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote
de ações, com preços e prazos de exercício preestabelecidos. Por
esses direitos, o titular de uma opção paga um prêmio, podendo
exercê-los até a data de vencimento (no caso de opção de compra) ou
na data de vencimento (no caso de opção de venda), ou revendê-los
no mercado.
 AÇÃO-OBJETO
Valor mobiliário a que se refere uma opção.
 ALAVANCAGEM
Nível de utilização de recursos de terceiros para aumentar
as possibilidades de lucro, elevando, conseqüentemente, o
grau de risco da operação.
 CASAMENTO DE OPÇÕES (STRADDLE)
Compra ou venda, por um mesmo aplicador, de igual número de opções
de compra (call) e de venda (put) de ações sobre a mesma ação-
objeto e com idêntico preço de exercício e data de vencimento.
MERCADO DE OPÇÕES
OPÇÃO DE COMPRA (CALL) DE AÇÕES
 Direito outorgado ao titular da opção de, se o
desejar, adquirir do lançador um lote-padrão de
uma ação, por um preço previamente estipulado
e dentro de um prazo prefixado.
OPÇÃO DE VENDA (PUT) DE AÇÕES
 Direito outorgado ao titular da opção de, se o
desejar, vender ao lançador um determinado
lote-padrão de uma ação, por um preço
previamente estipulado e na data prefixada.
180
AS AÇÕES
 Ordinárias – atualmente conferem direitos
comuns aos sócios sem restrições ou
privilégios.
 Preferenciais – têm preferência na distribuição
dos resultados (dividendos e juros).
 Nominativas – presume-se propriedade e a
transferência decorre de registro, são raras e
burocráticas.
 Ações de Fruição, de Gozo ou partes
beneficiárias – são ações que só interessam
aos fundadores das companhias e não são
negociadas.
181
Direitos de uma Ação
 Dividendos – crédito em dinheiro na
posição dos acionistas;
 Juros – direito do acionista referente ao
aumento no resultado da Empresa, sendo
15% de I.R.
 Subscrição – direito aos acionistas em
condições diferenciadas com preço e
prazo determinados.
 Bonificação – distribuição gratuita de
novas ações.
A Dinâmica das Operações em
Bolsa
Tipos de Ordem
Quando o investidor transmite sua ordem a uma Corretora na qual
é cadastrado, esta tem o dever de executá-la prontamente ao
melhor preço disponível, desde que se trate de uma ação com
liquidez - é a ordem a mercado.
Essa é a ordem mais comum, mas há várias outras modalidades. O
investidor pode, por exemplo, fixar um preço determinado ou
melhor para sua execução - é a ordem limitada. Ou poderá fixar
apenas a quantidade de títulos, dando uma ordem administrada à
Corretora que irá executá-la a seu critério.
A fim de limitar prejuízos, o investidor pode dar a ordem fixando um
preço limite que, se alcançado pela evolução das cotações, torna a
ordem a mercado - é a ordem de "on stop".
Há também a possibilidade de vincular a execução de uma
operação à execução de outra previamente definida e oposta
(compra versus venda), no mesmo ou em diferentes mercados - é a
ordem casada, que só se efetiva se executadas as duas ordens.
De forma similar, há a ordem de financiamento, na qual o
investidor determina a tomada de posições opostas, também no
mesmo ou em outro mercado, porém com prazo de vencimento
distintos.
183
O que pode ocorre com uma Ação
 Split ou Desdobramento – distribuição gratuita
da Empresa devido a diluição do valor da ação,
visando aumentar a liquidez do papel.
 Agrupamento ou Inplit – condensação do capital
em menor número de ações, objetivando
valorizar a ação.
 Virar pó – esta expressão é usada quando o
valor da ação cai em mais de 90%, pois sua
venda pode não pagar os custos com
corretagem a serem pagos para a corretora.
184
DEFINIÇÕES
 SALDO COMERCIAL - Resultado das exportações menos as importações.
Se o saldo é positivo, chama-se de superavit; se negativo, chama-se de
deficit.
 SECURITIZAÇÃO - Operação financeira que faz a conversão de um
empréstimo (dívida) e outros ativos, em títulos negociáveis (securities).
Chamamos de securitização o ato de, por exemplo, pegar um empréstimo,
dividir em partes, transformar em títulos negociáveis e vender estes títulos a
investidores.
 SISBACEN (SISTEMA DE OPERAÇÕES E CONTROLE DO BANCO
CENTRAL) - É o instrumento de comunicação computadorizado do Banco
Central com as instituições financeiras, que por sua vez têm seus
computadores conectados a esse sistema. Recebem informações do Bacen
e enviam dados sobre suas operações financeiras e cambiais.
 SOCIEDADE ANÔNIMA - Empresa que tem o capital dividido em ações,
com a responsabilidade de seus acionistas limitada proporcionalmente ao
valor de emissão das ações subscritas ou adquiridas.
185
DEFINIÇÕES
 SUBSCRIÇÃO - Lançamento de novas ações por uma
sociedade anônima, com a finalidade de obter os recursos
necessários para investimento.
 SUPERÁVIT COMERCIAL - Quando o valor das exportações
supera o valor das importações de um país.
 SUPERÁVIT PRIMÁRIO - É o valor que o governo gasta a
menos do que arrecada, excluído do cálculo a dívida pública.
 PIB
Principal indicador da atividade econômica, o PIB - Produto
Interno Bruto - exprime o valor da produção realizada dentro
das fronteiras geográficas de um país, num determinado
período, independentemente da nacionalidade das unidades
produtoras.
186
MERCADOS
 MERCADO DE OPÇÕES - Mercado onde são
negociados direitos de compra ou venda de um lote de
valores mobiliários, com preços e prazos de exercícios
já definidos contratualmente. Por esses direitos, o titular
de uma opção de compra paga um prêmio, podendo
exercê-los até a data de vencimento da mesma ou
revendê-los ao mercado. O titular de uma opção de
venda paga um prêmio e pode exercer sua opção
apenas na data de vencimento, ou pode revendê-la no
mercado durante o período de validade da opção.
 MERCADO FUTURO - Mercado onde são realizadas
operações envolvendo lotes padronizados de
commodities ou ativos financeiros, para liquidação em
datas prefixadas.
187
DEFINIÇÕES
 Conta Margem - É considerada uma operação
extra Bolsa na qual a Corretora empresta ao
cliente para aproveitar uma oportunidade de
compra no mercado (cheque especial do
cliente).
 Oferta pública inicial, usualmente referida
como IPO (do inglês Initial public offering) é o
evento que marca a primeira venda de ações
ordinárias de uma empresa no mercado de
ações. Seu principal propósito é levantar capital
pela sociedade para utilizar como investimento
para expansão da empresa
188
BOLSA DE MERCADORIAS
 Mercado de Comodities (Mercadorias) e
Futuros
Mercado centralizado para transações com
mercadorias, sobretudo os produtos primários
de maior importância no comércio internacional
e interno, como café, açúcar, algodão, cereais,
etc. Realizando negócios tanto com estoques
existentes quanto com mercados futuros, as
bolsas de mercadorias exercem papel
estabilizador no mercado, minimizando as
variações de preço provocadas pelas flutuações
de procura e reduzindo os riscos dos
comerciantes.
189
BM&F
 BM&F - Instituição onde se efetua o registro, a
compensação e a liquidação, física e financeira,
das operações realizadas em pregão ou em
sistema eletrônico, bem como desenvolve,
organiza e operacionaliza mercados livres e
transparentes, para negociação de títulos e/ou
contratos que possuam como referência ativos
financeiros, índices, indicadores, taxas,
mercadorias e moedas, nas modalidades a vista
e de liquidação futura.
190
BOLSA DE MERCADORIAS E
FUTUROS (BM&F)
 Com o lançamento de ações na Bolsa a
companhia tornou-se uma sociedade por
ações com fins lucrativos e os negócios
passaram a ser conduzidos visando o
benefício dos acionistas no longo prazo.
 O mercado de futuros funciona como um
mercado de proteção dos agentes em
face das oscilações dos preços a vista e
futuro dos ativos.
191
Mercados Negociados na BM&F
 Derivativos
- Futuros (Agropecuários e Financeiros);
- Opções – sua variação depende de uma ação.
- Swaps – não são trocados ativos de fato e sem
apenas direitos de troca nos rendimentos.
 Participantes
- Hedger – aquele que usa o mercado para se
proteger de oscilações de preços.
- Especulador – aquele que transaciona no
mercado objetivando lucro, através de uma
antecipação bem sucedida de movimento de
preços.
Definições no Mercado de Capitais
 Mercado de Swaps
Aquele em que as partes trocam um índice de rentabilidade por outro, com
o intuito de fazer hedge, casar posições ativas (recebimento) com
posições passivas (dívida), eqüalizar preços, efetuar arbitragem ou até
alavancar sua exposição ao risco.
 O que é Hedge?
A tradução literal de Hedge é proteção. Os investidores e ou
administradores de carteiras buscam nas operações de hedge proteger
seus investimentos contra oscilações bruscas de preços. Utilizam para
tanto operações nos mercados futuros, termo, opções, swaps etc para
reduzir o risco .
Entretanto, quando usados como forma de obter ganhos altos e rápidos,
isto é, quando usados como especulação, podem aumentar o risco de
perda total ou parcial do investimento.
Procure saber com o administrador de seu fundo de investimento qual é a
política de atuação nos mercados futuros.
Home Broker
 Home broker é o sistema que possibilita ao investidor encaminhar
ordens de compra e venda de ações e de opções pela Internet,
através de corretoras de valores mobiliários credenciadas pela Bolsa
de Valores de São Paulo (BOVESPA).
 O sistema home broker foi implantado em março de 1999 pela
BOVESPA e é semelhante aos serviços de home banking oferecidos
pela rede bancária. É um sistema de comunicação que funciona
como um “canal de relacionamento” entre os investidores e as
sociedades corretoras da BOVESPA. Os home brokers das
corretoras estão interligados aos sistemas da BOVESPA.
 O intuito de sua implantação foi agilizar e simplificar a atividade de
compra e venda de ações permitindo que haja uma maior
participação de pessoas físicas no mercado de valores mobiliários.
MERCADO FUTURO
 Todas as posições no Mercado Futuro de
Ações, quer sejam compradoras ou vendedoras,
requerem o depósito de garantias na CBLC,
que podem ser prestadas sob duas formas:
cobertura ou margem. Cobertura é o depósito,
pelo vendedor, das ações objeto de sua posição
a futuro. Uma vez coberta, a posição a futuro
fica isenta da prestação de garantias adicionais.
Os ajustes diários, entretanto, continuam sendo
realizados normalmente. Já margem, devida
pelo comprador e pelo vendedor descoberto, é
calculada e administrada pela CBLC e os ativos
aceitos como garantia são aqueles
estabelecidos e divulgados pela CBLC.
Fundos de Ações
 A CVM – Comissão de Valores Mobiliários
determinou que a partir de agora todos os fundos
de ações passam a ser chamados de Fundos de
Investimento em Títulos e Valores Mobiliários, os
FITVM.
 Fundos de Ações: são fundos que concentram no
mínimo 67% da carteira em ações de emissão de
companhias abertas, adquiridas em Bolsa de
Valores ou Mercado Balcão.
O saldo dos recursos, não superando 33%, poderá
ser aplicado em títulos de renda fixa, ou quotas de
fundos de renda fixa, em mercados de liquidação
futura (vedadas operações a descoberto para que
não impliquem aumento de risco de carteira).
196
MERCADO BALCÃO
 No mercado de balcão os valores mobiliários
são negociados entre as instituições
financeiras sem local físico definido, por
meios eletrônicos ou por telefone. São
negociados valores mobiliários de empresas
que são registradas na CVM.
MERCADO A TERMO
 É a compra ou a venda, em mercado, de uma
determinada quantidade de ações, a um preço fixado,
para liquidação em prazo determinado, a contar da data
de sua realização em pregão, resultando em um
contrato entre as partes.
 Os prazos permitidos para negociação a termo são de
no mínimo 16 dias e no máximo 999 dias corridos.
 Título-objeto é a ação negociada a termo. Todas as
ações negociáveis na BOVESPA podem ser objeto de
um contrato a termo.
 O comprador deve entregar 20% do valor à Bolsa como
margem para garantia da operação.
12) Quanto ao Mercado de Opções
não podemos afirmar.a) Mercado em que são negociados direitos de compra ou
venda de um lote de ações, com preços e prazos de
exercício preestabelecidos.
b) O titular de uma opção paga um prêmio, podendo exercê-
los até a data de vencimento (no caso de opção de
compra) ou na data de vencimento (no caso de opção de
venda), ou revendê-los no mercado.
c) Uma opção de compra obriga ao seu titular comprar as
ações-objeto, ao preço de exercício, a qualquer instante
até a data de vencimento, obedecidas as condições
estabelecidas pela BOVESPA.
d) Caso o comprador de uma opção de compra não execute
e não venda a opção até o dia do vencimento, este
perderá o valor do prêmio pago quando da aquisição.
e) A opção é um derivativo cujo o valor depende do preço
da ação objeto.
13) Quanto ao Mercado a Termo
não podemos dizer:
A) É a compra ou a venda de uma determinada quantidade de
ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado,
a contar da data da operação em pregão, resultando em um
contrato entre as partes.
B) O prazo do contrato é livremente escolhido pelos investidores,
obedecendo ao prazo mínimo de 12 dias úteis e máximo de 199
dias corridos.
C) O preço a termo de uma ação resulta da adição, ao valor cotado
no mercado a vista, de uma parcela correspondente aos juros -
que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do
contrato.
D) Pode ser exigida uma Margem Adicional - sempre que ocorrer
redução no valor de garantia do contrato, decorrente de oscilação
na cotação dos títulos depositados como margem e/ou dos
títulos-objeto da negociação;
E) No mercado a termo não ocorre liquidação antecipada, apenas
no vencimento.
14) Quanto aos Mercados qual está errada?
a) MERCADO FUTURO - Mercado onde são realizadas operações
envolvendo lotes padronizados de commodities ou ativos
financeiros, para liquidação em datas pré-fixadas.
b) MERCADO PRIMÁRIO - Onde ocorre a colocação de ações ou
outros títulos, provenientes de novas emissões. As empresas
recorrem ao mercado primário para completar os recursos de que
necessitam, visando ao financiamento de seus projetos de
expansão ou seu emprego em outras atividades.
Negociação das Letras Financeiras e Notas Federais em que
participam o Bacen e Inst. Financeiras.
c) MERCADO SECUNDÁRIO - Onde ocorre a negociação dos
títulos adquiridos no mercado primário, proporcionando a liquidez
necessária.
d) No MERCADO FUTURO os preços são definidos no final do
contrato e não ocorre recomposição de margem de garantia.
e) MERCADO À VISTA - É uma modalidade de mercado onde são
negociados valores mobiliários e ouro, ativo financeiro, cujas
liquidações física (entrega do ativo pelo vendedor) e financeira
(pagamento do ativo pelo comprador) ocorrem, no máximo até o
3º dia após ao da negociação.
210
MERCADO FINANCEIRO
CAIXA
2008
PROF.: Kleber
AULA 5
Clearing – Câmaras de
Compensação
212
TAXA DE CÂMBIO
 preço de uma unidade monetária de moeda
nacional em unidades monetárias de moeda
estrangeira (exemplo: taxa de câmbio EUR/USD
está definida em termos indiretos para os
habitantes da zona euro, pois exprime o preço
de 1 unidade monetária nacional, o euro, em
unidades monetárias de moeda estrangeira, o
dólar).
 taxa de câmbio reflete, assim, o custo de uma
moeda em relação a outra, dividindo-se em taxa
de venda e taxa de compra.
 A taxa pode ser fixa ou flutuante.
Mercado de Câmbio
 Chama-se mercado de câmbio o ambiente, abstrato,
onde se realizam as operações de câmbio, entre os
agentes autorizados pelo Banco Central do Brasil
(bancos, corretoras, distribuidoras, agências de turismo
e meios de hospedagem) e entre estes e seus clientes.
 No Brasil, o mercado de câmbio é dividido em dois
segmentos, livre e flutuante, que são regulamentados e
fiscalizados pelo Banco Central. O mercado livre é
também conhecido como "comercial" e o mercado
flutuante, como "turismo". À margem da lei, funciona um
segmento denominado mercado paralelo ou mercado
negro.
214
Operações de Arbitragem
 Consiste na compra de determinada quantidade
de moeda e na venda de outra estrangeira
aproveitando a diferença de cotação em
mercados diferentes em determinado momento,
exemplo: a cotação de R$ 1 equivale 1,65 U$ 3
Euros, mas por alguns momentos em alguma
praça no mundo, por exemplo em Hong Kong a
relação está 1R$=1,60 U$ e 3 Euros, então
posso comprar com os mesmos Reais mais
Dólares e trocar por Euros, antes do ajuste.
215
Contrato de Câmbio - Definição
 Contrato de Câmbio - O contrato de
câmbio é o documento que formaliza a
operação de câmbio. Nele, constam
informações relativas à moeda
estrangeira que uma pessoa está
comprando ou vendendo, à taxa
contratada, ao valor correspondente em
moeda nacional e aos nomes do
comprador e do vendedor. Veja abaixo os
tipos de contratos:
217
CONTRATO DE CÂMBIO
 O que difere ACC da ACE- no primeiro o
exportador recebe a moeda nacional
antes de embarcar a mercadoria, servindo
de financiamento a sua exportação,
enquanto na ACE a moeda só é entregue
após o embarque de mercadoria.
218
Tipos de Câmbio
 Câmbio contratado - Valor da moeda
estrangeira de um contrato de câmbio registrado
para um Cadastro de Pessoa Física - CPF ou
Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica -CNPJ
específico.
Câmbio liquidado - Evento relacionado a
contrato de câmbio registrado e cuja obrigação
de entrega das moedas estrangeira e nacional
foi satisfeita.
 Remessa sem Saque – É a modalidade de
pagamento que representa menor segurança
para o exportador, pois os documentos de
embarque são entregues, desembaraça a
mercadoria, antes de pagá-la.
219
Transferência Internacional de Recursos
(TIR) – (Contas CC5- nome anterior)
 São contas depositadas no país de PF e PJ
residentes ou com sede no exterior que
possuem livre movimentação de recursos sem
necessidade de autorização do BACEN.
 Os exportadores devem manter pelo menos
30% do valor vendido no exterior dentro do
Brasil.
 Acima de R$ 10.000 deve ser declarada a
origem do dinheiro.
 São autorizadas pelo BACEM para cursarem no
mercado de câmbio de taxas flutuantes.
220
Informações do Mercado de
CÂMBIO
 Agentes autorizados para compra e venda de
moeda: Bancos (exceto de Desenvolvimento),
Caixas, Corretoras, Distribuidoras, Agências de
Turismo e de hospedagem, sob controle
eletrônico do SISBACEN.
 Qualquer pessoa física ou jurídica e quaisquer
pagamentos ou recebimentos em moeda
estrangeira podem ser realizadas no mercado
de câmbio sem limitação de valor, observando a
legalidade da operação.
221
Informações do Mercado de
CÂMBIO Os contratos de câmbio para valores acima de US$
3.000 devem registrados no SISBACEN.
 O BC divulga a taxa média praticada no mercado
interbancário, conhecida no mercado por taxa PTAX.
 O Banco não obrigado a vender moeda em espécie, as
operações podem ser liquidadas por ordem de
pagamento ou cheque turismo “travells checks”.
 O viajante não possui limite de dólares para viajar,
desde que declarados e haja identificação do cliente e
origem do dinheiro.
 É permitido ao exportador manter até 30% das receitas
de exportação no exterior.
 É proibido o uso de moeda estrangeira como meio de
pagamento ou reserva de valor no Brasil.
222
Operações de Remessas
 As remessas de câmbio para o exterior
são realizadas normalmente, através de
ordens: cheque, ordem por carta, por
meio telegráfico ou fax.
 Câmbio pronto – o banco opera pagando
a vista ao cliente beneficiário em outro
país o equivalente na moeda, debitando
na conta de depósito do remetente.
223
MERCADO FINANCEIRO
CAIXA
2008
PROF.: Kleber
AULA 6
224
FUNDO GARANTIDOR DE
CRÉDITO (FGC)
 1. O que é o FGC ?
 É uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra um mecanismo
de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, que permite
recuperar os depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira, em
caso de falência ou de sua liquidação. São as instituições financeiras que
contribuem com uma porcentagem dos depósitos para a manutenção do
FGC.
 2. Quais dos meus créditos são garantidos pelo FGC - Fundo
Garantidor de Créditos?
 São garantidos: - Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
- depósitos em caderneta de poupança;
- depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado (CDB/RDB);
- letras de câmbio;
- letras imobiliárias; e
- letras hipotecárias.
 3. Qual o valor máximo garantido pelo FGC? O valor máximo, por
instituição, é de R$ 60.000,00 por depositante ou aplicador,
independentemente do valor total e da distribuição em diferentes formas de
depósito e aplicação.
225
FGC
 4. Quando os titulares do crédito são cônjuges, qual o valor a
que cada um tem direito?
- Os cônjuges são considerados pessoas distintas, seja qual for o
regime de bens do casamento, ou seja, cada um receberá até o
valor máximo de R$ 60.000,00.
 5. Por que o dinheiro que eu aplico em fundo de investimento
financeiro não tem garantia do FGC?
- O patrimônio dos bancos não se confunde com o patrimônio dos
fundos de investimento financeiro que eles administram. Por isso,
quando o banco enfrenta problemas, os aplicadores nos fundos
podem fazer assembléias e mudar a administração do fundo para
outra instituição. Assim, é desnecessária a cobertura dos recursos
dos fundos pelo FGC, pois esses recursos não costumam ser
atingidos por eventuais dificuldades das instituições.
226
SISTEMA BRASILEIRO DE
PAGAMENTOS (SBP)
 Por meio dele o BACEN efetua controle
de todas operações com valores
superiores a R$ 5.000, através do sistema
SISBACEN.
 Houve a criação da TED (transferência
eletrônica disponível) repassa o valor
imediatamente para outro Banco com
valores acima de R$ 5.000.
 Objetivo: reduzir a fraude, sonegação e
lavagem de dinheiro.
227
SISCOMEX
 O Siscomex promove a integração das atividades de todos os
órgãos gestores do comércio exterior, inclusive o câmbio,
permitindo o acompanhamento, orientação e controle das
diversas etapas do processo exportador e importador.
 O Siscomex começou a operar em 1993, para as exportações
e, em 1997, para as importações. É administrado pelos
chamados órgãos gestores, que são: a Secretaria de Comércio
Exterior - SECEX, a Secretaria da Receita Federal - SRF e o
Banco Central do Brasil - BACEN.
 As operações registradas via Sistema são analisadas online
tanto pelos órgãos gestores, quanto pelos órgãos anuentes
que estabelecem regras específicas para o desembaraço de
mercadorias dentro de sua área de competência.
 O módulo Drawback Eletrônico está incorporado ao Siscomex
desde 2001.
228
SISCOMEX
 O que é Siscomex
 O Sistema Integrado de Comércio Exterior -
SISCOMEX, é um instrumento informatizado,
por meio do qual é exercido o controle
governamental do comércio exterior brasileiro.
 É uma ferramenta facilitadora, que permite a
adoção de um fluxo único de informações,
eliminando controles paralelos e diminuindo
significativamente o volume de documentos
envolvidos nas operações.
 É um instrumento que agrega competitividade
às empresas exportadoras, na medida em que
reduz o custo da burocracia.
229
SISCOMEX
 Usuários do Siscomex
 importadores, exportadores, depositários e transportadores,
por meio de seus empregados ou representantes legais;
 a Secretaria da Receita Federal - SRF, a Secretaria de
Comércio Exterior - SECEX, os Órgãos Anuentes e as
Secretarias de Fazenda ou de Finanças dos Estados e do
Distrito Federal, por meio de seus servidores;
 as instituições financeiras autorizadas pela SECEX a elaborar
licença de importação, por meio de seus empregados;
 o Banco Central do Brasil - BACEN e as instituições financeiras
autorizadas a operar em câmbio, mediante acesso aos dados
transferidos para o Sistema de Informações do Banco Central -
SISBACEN, por meio de seus servidores e empregados.
230
PRODUTOS BANCÁRIOS
CAIXA
2008
PROF.: Kleber
AULA 7
Cartão de Crédito/Débito - Agentes
 Emissor: Banco ou empresa que emite e é responsável pela
sua comercialização: C&A,CAIXA, BB, Bradesco – assumem
a responsabilidade pela administração do cartão, recebendo
pelo uso do cartão e pagando pelas fraudes.
 Bandeiras: Mastercard e VISA autorizam aos emissores a
utilização da marca e para isso pagam royalties.
 Adquirentes (Acquires) : Responsável pelos
credenciamentos dos estabelecimentos para aceitarem a
Bandeira.
 Processadora: Imprime os cartões e as tarjas magnéticas
para as Empresas e Bancos – serviço terceirizado –
exemplo: Orbitall, Card Sistem.
 Cartão Múltiplo – Vinculado a conta corrente na função
débito – Visa Electron e Mastercard Maestro – na função
crédito as Bandeiras Mastercard e VISA, sendo que o cartão
também é usado para conta corrente..
Seguros
 O mercado de seguros foi desenvolvido a partir da
necessidade que as empresas e pessoas têm de
proteger seu patrimônio e no segundo caso
também a vida, mediante o pagamento de uma
quantia denominada prêmio, para ressarcimento
integral dos prejuízos.
 Corretores: embora representem uma seguradora,
respondem civil e criminalmente perante os
segurados e seguradoras pelos prejuízos que
vierem a causar por omissão, imperícia ou
negligência no exercício da profissão.
 Seguro Profissional – embora cubra como o Seguro
de Vida normal, contra invalidez, morte natural ou
acidente, possui cláusulas específicas de acordo
com os critérios de insalubridade e periculosidade,
aos quais ficam expostos seus empregados, desta
forma não se confunde com o de Seguro de Vida.
Seguros
 O Seguro de Automóvel pode oferecer garantias
acessórias, ou seja, que ultrapassem a esfera de colisão
e roubo dos veículos, tais como cobertura do som do
veículo, das rodas de liga leve e outros opcionais do
veículo.
 Os seguros de acidentes pessoais são normalmente
direcionados para clientes de baixa renda que não
possuem conta corrente e estejam trabalhando com idade
inferior a 70 anos, sendo o pagamento único, devendo
haver autorização do cliente para renovação da apólice
por mais um ano, enquanto o seguro de vida é
direcionado para clientes, pois ocorre o débito mensal em
conta, cobrindo não apenas morte natural como também
acidental, possuindo renovação automática.
 Enquanto para o seguro viagem não existe uma apólice
especifica para este sinistro, normalmente é contratado
antes do embarque com as companhias Aéreas e
Terrestres, além de ser oferecida nos cartões de crédito
internacionais.
Capitalização
 Capitalização é uma forma de economizar dinheiro de maneira
programada, com prazos e taxas de juros previamente determinados,
com objetivo de ser fazer economia, concorrer a prêmios e, sendo
sorteado ou não, recebe todo o seu dinheiro de volta corrigido ao final do
plano. Podem ser feitos depósitos mensais ou um depósito único,que
recebem rendimentos e dão direito a sorteios. Geralmente os sorteios
são baseados na extração da Loteria Federal.
 Existe um contrato no qual o cliente está ciente do prazo em que poderá
sacar, sendo que ele receberá no mínimo 90% do valor aplicado com a
correção dos juros, não incidindo a variação da TR, ou seja, rende
menos que a Poupança, devido as participações em sorteios.
 No caso de haver saque ele não poderá ser parcial, deverá ser do valor
total contribuído até o resgate, com desconto “punitivo” que pode chegar
a 40% do valor dos depósitos no caso de um plano de cinco anos e o
cliente desejar retirar no segundo mês, ou seja, pagou a penas a
primeira, receberá em torno de 65%, devido aos encargos e taxas de
emissão da apólice, sendo que o título prescreve em cinco anos após o
encerramento do plano, válido para não correntistas na época do
crédito.
236
Cadastro de Emitente de Cheques
sem Fundos (CCF)
 Fica a critério de cada banco a abertura,
manutenção ou encerramento de contas
de depósito a vista – função gerencial.
 No caso de emissão de cheques de
repartições federais, estaduais e
municipais a inclusão ocorrerá nos nomes
dos responsáveis pela emissão do
cheque.
237
Inclusão no CCF
 Inclusão :
- o mesmo cheque devolvido duas vezes sem
fundos ( motivo 12);
- emissão de cheque com conta já encerrada
( motivo 13)
- prática espúria envolvendo adulteração,
falsificação de cheques (motivo 14)
 É facultado ao banco a manutenção da conta
corrente de cliente incluído no CCF, mas o
talonário de cheques deverá ser confiscado.
238
Exclusão no CCF
 Automaticamente após 5 anos da última ocorrência;
 Por determinação do BC;
 A pedido do correntista por escrito com os cheques
resgatados que motivaram a ocorrência. Não havendo
existência dos cheques deverá ser apresentada uma
declaração do favorecido do cheque.
 No caso de conta conjunta a restrição será para o
emitente do cheque e sendo PJ o número de inscrição
da Empresa (CNPJ).
 No caso de Conta Salário não poderá haver inclusão no
CCF, tendo em vista a movimentação se dar por cartão,
havendo isenção de todas as tarifas do banco.
 O cliente de Conta Salário não poderá ter abertura de
conta recusada por motivo de inclusão no CCF.
239
Abertura de Conta Corrente
 PF: C.I ou equivalente (passaporte,
Carteira de Trabalho, Certificado de
Reservista, além de CPF e comprovação
de residência.
 PJ: Contrato Social com registro na Junta
Comercial, CNPJ e documentos que
qualifiquem os correntistas para
movimentarem a conta.
240
Condições para Abertura de Conta
 Se menor de 16 anos precisa ser representado
pelo pai ou responsável, já para os maiores de
16 e menores de 18 (não emancipados) os pais
devem dar assistência.
 Quanto aos tipos de conta, podem ser:
 - solidária – existe confiança na relação e qualquer
um pode assinar, disponibilizado cartão de
movimentação para cada correntista.
 - não solidária – necessidade de assinatura dos dois
titulares, caso algum morra a conta passa a ser
solidária, não é disponibilizado cartão.
241
Capacidade Civil
 São absolutamente incapazes de exercer
pessoalmente os atos:
 Menores de 16 anos;
 Enfermos ou com deficiência mental;
 Àquele que não consegue exprimir a vontade.
 São relativamente incapazes de exercer
pessoalmente os atos:
 Maiores de 16 e menores de 18;
 Hébrios habituais ou viciados;
 Os excepcionais, com algum desenvolvimento
mental.
242
Considera-se Domicílio
 Lugar onde a pessoa estabelece a sua residência, caso
a pessoa possua várias será considerada qualquer uma
delas, bem como o lugar onde ela exerce sua profissão
se houver vários lugares, qualquer um deles pode ser
considerado.
 Quanto as Pessoas Jurídicas Públicas será considerado
domicílio onde funcionar a administração no caso de PJ
estrangeira é considerado domicílio qualquer
representante situado no Brasil.
 Domicílio necessário é considerado para àqueles que
exercem funções que não possui residência certa, tais
como: militar em quartel, preso no presídio.
243
Nota Promissória
 Considerada como uma promessa de
pagamento com os seguintes requisitos
essenciais:
 Denominação de “nota promissória”;
 Soma de dinheiro a pagar
 Nome da pessoa a quem deve ser paga
 Assinatura do emitente ou mandatário
 Não havendo indicação de lugar será no domicílio do
emitente.
244
Duplicata
 É um título de crédito formal e nominativo
emitido pelo vendedor com a mesma
data, valor global e vencimento da fatura
que lhe deu origem e, representa um
direito de crédito do sacador, vendedor,
contra o sacado.
 A propriedade da duplicata pode se
transferida por endosso.
245
Duplicata
 Requisitos:
 a palavra duplicata, n° da Fatura, importância, praça,
cláusula ‘a ordem’, assinatura do emitente (admite-se
chancela mecânica) e declaração de aceite –
reconhecimento da dívida pelo sacado – devedor)que
é obrigatório.
 Duplicata Simulada – tipifica do como crime a emissão
de nota, fatura ou duplicata que não corresponda a
mercadoria vendida em quantidade e qualidade
definidas e sem adulterações.
 Triplicata – titulo cambiário utilizado para substituir a
Duplicata no caso de perda, roubo ou extravio, também
conhecida como segunda via da Duplicata.
246
Endosso
 É o meio pelo qual se transfere a titularidade,
sendo inadmissível a impressão digital.
 Tipos de Endosso:
 Translativo – aquele em que se opera a completa
transferência do título de crédito;
 Em preto – é o endosso nominativo em que se
menciona expressamente a pessoa a quem se
transfere os direitos.
 Em branco – não há identificação do endossatário,
qualquer um de posse do título, pode exercer o
direito.
247
Endosso
 Endosso Parcial – é vedado, trata-se de
um ato jurídico passível de nulidade;
 Endosso Mandato (Endosso Delegação) –
transfere a posse, mas não a propriedade
da letra com a cláusula “por procuração”.
 Protesto – ocorre pela inadimplência e o
descumprimento de obrigação da dívida.
248
Fatura e Nota Fiscal
 Fatura – É a relação de notas fiscais
correspondente de vendas a prazo, sendo
um mero documento comercial,
 Nota Fiscal – Documento fiscal,
comprovante obrigatório da saída de
mercadoria de um estabelecimento
industrial e/ou comercial ou de serviços,
após sua comercialização.
249
DOC
 É uma ordem de transferência de ꏀ
undos interbancária, para conta de PF ou
PJ clientes de instituições financeiras com
valor abaixo de R$ 5.000.
 Particularidade – disponibilidade do
crédito em 24 horas, sendo necessária
que a transferência seja em dinheiro.
250
CHEQUE
 Definição: É uma ordem de pagamento a vista, sacado
em benefício próprio ou de terceiros.
 O preenchimento do cheque em caneta vermelha ou
verde é permitido, mas deve ser evitada, devido a
microfilmagem posterior.
 Caso o valor de n° seja diferente do escrito vale o que
estiver por extenso, sendo que acima de R$ 100 deve
vir com a cláusula à ordem – nominal.
 Prazo de prescrição do cheque;
 Mesma praça – 30 dias + 6 meses
 Outra praça – 60 dias + 6 meses
 Participantes:
 Sacado/Devedor: O Banco do cheque
 Favorecido: O portador ou a quem se destina
 Sacador/Credor: Quem emitiu o cheque
Tipos de Sociedade
 Sociedade em Nome Coletivo – Razão Social
– Nome dos Sócios & Cia - Sociedade de
pessoas na qual os sócios têm responsabilidade
ilimitada entre si, ou seja todos sócios
respondem por prejuízo causado a terceiros e
não havendo bens na empresa para cobrir, os
sócios passam a garantir a dívida com seus
bens, proporcional ao valor da cota de cada
sócio na empresa. Somente pessoas físicas
podem fazer parte dessa Sociedade.
Tipos de Sociedade
 Sociedade Ltda – a responsabilidade do cumprimento
das dívidas pelos sócios vai até o valor integralizado na
cota, quanto a empresa é ilimitado (todo patrimônio),
caso não haja na denominação a palavra Ltda, todos
sócios passam a responder ilimitadamente como uma
Sociedade de Nome Coletivo.
 Sociedade Anônima S.A – O capital divide-se em ações,
obrigando-se a cada sócio ou acionista somente pelo
preço pago pela ação, ou seja, responsabilidade dos
sócios é limitado ao preço das ações adquiridas.
CDB e RDB
 São garantidos pelo Banco Emissor, embora não
possuam garantia real.
 Quando há indexador os CDB/RDB possuem prazos
mínimos: TR e TJLP de 30 dias, TBF 60dias e IGPM – 1
ano.
 Para CDB/RDB prefixados e pós-fixados ao CDI não há
restrição quanto aos prazos, podendo ser em dias,
embora recaia uma incidência de IOF regressivo.
 IR regressivo de acordo com o prolongamento do prazo,
de 22,5%, 20%, 17,5% e 15% (prazos mais longos).
CDB/RDB - Definições
 CDB – Certificado de Depósito Bancário –
promessa de pagamento à ordem,
transferível de titularidade e negociável
antes do vencimento.
 RDB – Recibo de depósito bancário,
emitido em forma escritural, não poderá
ser transferido nem resgatado antes do
vencimento.
AVAL e FIANÇA
 A diferença entre aval e fiança é que esta é uma obrigação
subsidiária onde o fiador responde apenas quando o afiançado não
o faz. Mas, pelo aval, o avalista torna-se co-devedor em obrigação
solidária. Nesse caso, o pagamento da obrigação pode ser
imputada diretamente a ele, sem que o seja, anteriormente, contra
o avalizado.
 É um tipo de caução onde a obrigação do avalista é equiparada à
do avalizado.
 A prestação do aval e da fiança sem o devido consentimento do
cônjuge pode ser anulada.
 Fiança é a forma jurídica através da qual uma pessoa se
responsabiliza, perante o credor, pelo cumprimento de determinada
obrigação assumida por outrem. A fiança pode ser parcial ou total.
Será parcial quando ficar restrita a um limite de valor determinado,
ou, ainda, durante um prazo fixo.
 não podem ser fiadores os menores de 18anos, os pródigos sem
assistência de um curador, os absolutamente incapazes e os
analfabetos. Também não pode ser fiador o cônjuge sem a
autorização expressa do outro cônjuge, ou seja, a outorga uxória.
Ação Regressiva para os Títulos de
Crédito
 Para cheque, Letra de Câmbio e Nota
Promissória o prazo é de 6 meses,
enquanto para a Duplicata é de até 1 ano
do pagamento.
MERCADO DE CAPITAIS
É um sistema de distribuição de valores
mobiliários, que tem o propósito de proporcionar
liquidez aos títulos de emissão de empresas e
viabilizar seu processo de capitalização. É
constituído pelas bolsas de valores, sociedades
corretoras e outras instituições financeiras
autorizadas.
CONCEITO
Agora sim, estudemos o Mercado de Capitais
MERCADO DE CAPITAIS
No mercado de capitais, os principais títulos
negociados são os representativos do capital de
empresas — as ações — ou de empréstimos
tomados, via mercado, por empresas —
debêntures, bônus de subscrição e “commercial
papers” —, que permitem a circulação de capital
para custear o desenvolvimento econômico.
Bônus de subscrição são papéis que garantem aos seus
detentores o direito de comprar ações da empresa a um
preço previamente determinado, toda vez que houver
oferta pública de ações no respectivo período de vigência.
MERCADO DE CAPITAIS
 Títulos de renda variável, emitidos por
sociedades anônimas, que representam a menor
fração do capital da empresa emitente.
 Podem ser escriturais ou representadas por
cautelas ou certificados.
 O investidor em ações é um co-proprietário da
sociedade anônima da qual é acionista,
participando dos seus resultados.
 As ações são conversíveis em dinheiro, a
qualquer tempo, pela negociação em bolsas de
valores ou no mercado de balcão.
AÇÕES
MERCADO DE CAPITAIS
 Ordinárias - Proporcionam participação nos
resultados da empresa e conferem ao acionista o
direito de voto em assembléias gerais.
 Preferenciais - Garantem ao acionista a
prioridade no recebimento de dividendos
(geralmente em percentual mais elevado do que o
atribuído às ações ordinárias) e no reembolso de
capital, no caso de dissolução da sociedade.
TIPOS DE AÇÕES
MERCADO DE CAPITAIS
 Nominativas - Cautelas ou certificados que
apresentam o nome do acionista, cuja
transferência é feita com a entrega da cautela e a
averbação de termo, em livro próprio da
sociedade emitente, identificando novo acionista.
 Escriturais - Ações que não são representadas
por cautelas ou certificados, funcionando como
uma conta corrente, na qual os valores são
lançados a débito ou a crédito dos acionistas, não
havendo movimentação física dos documentos.
FORMAS DAS AÇÕES
MERCADO DE CAPITAIS
• É o local físico no qual se viabiliza um importante
objetivo de capitalismo moderno: o estímulo à
poupança do grande público e ao investimento em
empresas em expansão, que, diante deste apoio,
poderão assegurar as condições para seu
desenvolvimento e, assim, da sociedade.
• No Brasil há oito bolsas, das quais a BOVESPA é
a maior da América Latina e tem pregões diários.
BOLSAS DE VALORES
MERCADO DE CAPITAIS
Neste mercado ocorre a primeira colocação
pública dos títulos de uma Sociedade
Anônima (S.A). Esta operação, chamada de
"Underwriting", é conduzida por Instituições
especializadas, como Bancos de
Investimento, Sociedades Corretoras e
Sociedades Distribuidoras .
MERCADO PRIMÁRIO
MERCADO DE CAPITAIS
São negociadas as ações anteriormente adquiridas
pelo público no Mercado Primário. Em geral,
essas negociações são intermediadas por
Sociedades Corretoras, Distribuidoras e Bancos
de Investimento e são realizadas dentro das
Bolsas de Valores.
Também podem ser negociadas no Mercado de
Balcão Organizado, através da SOMA –
Sociedade Operadora do Mercado de Ativos.
MERCADO SECUNDÁRIO
Cartão BNDES
Destina-se a orientar as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) na
solicitação do Cartão BNDES no Portal de Operações do Cartão BNDES
(www.cartaobndes.gov.br).
 O Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativa e pré-aprovada destinada
à aquisição de itens necessários às atividades das MPMEs que tenham
fabricação no país e que estejam cadastrados no Portal de Operações do
Cartão BNDES, por fornecedores devidamente credenciados.
Quais são as vantagens do Cartão BNDES?
 · Crédito rotativo e pré-aprovado.
 · Limite de crédito de até R$1milhão por Cartão BNDES, por banco emissor
(Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Banrisul e Itaú).
 · Prazo de pagamento em até 48 meses, com prestações fixas e iguais.
 · Taxa de juros atrativa
Quem pode solicitar o Cartão BNDES?
 Podem obter o Cartão BNDES, as empresas com faturamento bruto anual
de até R$ 90 milhões, de controle nacional e que exerçam atividade
econômica compatível com as Políticas Operacionais e de Crédito do
BNDES. Quando o solicitante fizer parte de um grupo econômico, o
faturamento bruto anual do mesmo também não poderá exceder o limite de
R$ 90 milhões.
Código de Autorregulação Bancária
FEBRABAN
 A auto-regulação possibilitará aos bancos, em conjunto com a sociedade, harmonizar o
sistema bancário, suplementando as normas e os mecanismos de controle já existentes.
 A plena concorrência é essencial para a manutenção dos direitos do consumidor. Assim, a
Febraban desenvolveu a auto-regulação como um sistema voluntário, focado na sadia
concorrência do mercado, na elevação de padrões e no aumento da transparência em
benefício dos consumidores.
 Serão respeitadas as determinações do BACEN e códigos de defesa do consumidor.
 Princípios da Autorregulação
 Ética e Legalidade - adotar condutas benéficas à sociedade, ao funcionamento do
mercado e ao meioambiente. Respeitar a livre concorrência e a liberdade de iniciativa.
Atuar em conformidade com a legislação vigente e com as normas da autoregulação.
 Respeito ao Consumidor produtos e serviços adequados às suas necessidades e garantir
a segurança e a confidencialidade de seus dados pessoais e incentivar o uso consciente
de crédito.
 Comunicação Eficiente . fornecer informações de forma precisa, adequada, clara e
oportuna, proporcionando condições para o consumidor tomar decisões.
 Melhoria Contínua - aperfeiçoar padrões de conduta, elevar a qualidade dos produtos e
serviços.
 Opções
 Este mercado difere dos anteriores por conferir apenas direitos para o
comprador e obrigações
 para o vendedor de opções, ao contrário dos mercados a termo e futuros.
Dá a seu titular, um direito sobre
 algo, mas não uma obrigação, e a seu vendedor, uma obrigação futura,
caso solicitado pelo comprador da
 opção. Assim, as operações com opções envolvem um titular e um
lançador. Além desses termos, existem
 outros típicos dessas operações, citados a seguir:
 „X Titular - comprador da opção, que adquire o direito vinculado a ela;
 „X Lançador - vendedor da opção, que se obriga a cumprir o direito cedido
ao titular, se por ele
 exigido;
 „X Prêmio - preço pago pelo titular ao lançador, decorrente do direito
cedido;
 „X Opção de compra (Call) - opção que fornece ao titular o direito
de comprar o ativo objeto da
 transação, a um preço predeterminado até certa data (no Brasil, só
se pode exercer o direito na
 data de vencimento);
 „X Opção de venda (Put) - opção que fornece ao titular o direito de
vender o ativo, objeto da
 transação, a um preço predeterminado até uma certa data (no
Brasil, só se pode exercer o
 direito na data de vencimento);
 „X Preço de exercício - preço combinado para a comera ou venda
do ativo objeto da transação;
 „X Data de exercício - data até a qual deve ser exercido o direito
cedido pela opção;
 „X Opções Americanas - podem ser exercidas a qualquer tempo;
 „X Opções Européias - somente podem ser exercidas no
vencimento;
 Hot money
Hot money, em sua origem, designa fundos aplicados em ativos
financeiros, em diversos países, que atraem pela possibilidade de
ganhos rápidos devido a elevadas taxas de juros ou a grandes
diferenças cambiais. São operações de curtíssimo prazo, em que
os recursos podem ser deslocados de um mercado para outro com
muita rapidez. Esses recursos são administrados por
especuladores no mercado de câmbio (Foreign Exchange Market) e
caracterizam-se por alta volatilidade, em oposição às aplicações de
bancos centrais, bancos de investimento ou investidores
domésticos. Por essa particularidade, são considerados
causadores de turbulências nos mercados financeiros, em algumas
situações.
No Brasil, o termo hot money, amplamente empregado por bancos
comerciais, por extensão de sentido aplica-se também a
empréstimos de curtíssimo prazo (de 1 a 29 dias). Esses
empréstimos têm a finalidade de financiar o capital de giro das
empresas para cobrir necessidades imediatas de recursos, sem
contrato de empréstimo de caráter complexo.
 Bacen x política cambial
 Atualmente vários produtos que consumimos são importados, ou possuem
peças importadas em dólar. Qualquer subida do dólar, eleva o preço final
do produto, e traz conseqüências inflacionárias para a economia do país.
 O Banco Central fica atento para intervenção. O Bacen preocupa-se com a
entrada e saída de dólares no país.
 Copom
 O Comitê da Política Monetária Nacional (Copom) determina a taxa de
juros. Esta taxa precifica os ativos do governo, no mercado. É também
conhecida como taxa livre de risco.
 A principio as taxas de juros de títulos do governo são menores pois não
tem risco de crédito.
 Os títulos públicos têm liquidez no mercado secundário, o que não ocorre
com a maioria dos títulos privados.
 Formação dos juros
 Fatores que influenciam na formação das taxas de juros:
 Liquidez – quanto maior for o prazo, maior a remuneração exigida pelo
doador de recursos.
 Risco do tomador – quanto maior o risco de não honrar os compromissos,
maior a taxa de juros.
 Outros fatores – o preço final é constituído de fatores como impostos,
despesas e margem de lucro exigida.
 O Comitê de Política Monetária − COPOM tem como
objetivo:
(A) Reunir periodicamente os ministros da Fazenda e do
Planejamento, Orçamento e Gestão e o presidente do
Banco Central do Brasil.
(B) Coletar as projeções das instituições financeiras para a
taxa de inflação.
(C) Divulgar mensalmente as taxas de juros de curto e longo
prazos praticadas no mercado financeiro.
(D) Promover debates acerca da política monetária até que
se alcance consenso sobre a taxa de juros de curto prazo
a ser divulgada em ata.
(E) Implementar a política monetária e definir a meta da
Taxa SELIC e seu eventual viés.
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EXERCÍCIOS
2.5 - Principais papéis2.5 - Principais papéis
privados negociados no MFprivados negociados no MF
 AçõesAções
 Depositary ReceiptsDepositary Receipts
 Commercial Papers e Export NotesCommercial Papers e Export Notes
 DebênturesDebêntures
 Letras de CâmbioLetras de Câmbio
 Certificados de Depósitos Bancários (CDB)Certificados de Depósitos Bancários (CDB)
 Recibos de Depósitos Bancários (RDB)Recibos de Depósitos Bancários (RDB)
 Certificados de Depósitos InterfinanceirosCertificados de Depósitos Interfinanceiros
(CDI)(CDI)
Principais papéis privadosPrincipais papéis privados
negociados no MFnegociados no MF
 Ações:Ações: menor parcela do capital social de umamenor parcela do capital social de uma
S.A. Têm valores negociáveis e são distribuídosS.A. Têm valores negociáveis e são distribuídos
aos subscritores de acordo com sua participaçãoaos subscritores de acordo com sua participação
monetária. Podem ser emitidas com e sem valormonetária. Podem ser emitidas com e sem valor
nominal.nominal.
 Ações ordinárias:Ações ordinárias: direito a voto. Dividendodireito a voto. Dividendo
obrigatório fixado por lei ou o indicado nosobrigatório fixado por lei ou o indicado nos
estatutos.estatutos.
 Ações Preferenciais: sem direito a voto.Ações Preferenciais: sem direito a voto.
 Preferência no recebimento dos dividendosPreferência no recebimento dos dividendos
 Preferência no reembolso do capitalPreferência no reembolso do capital
 Ações de Gozo ou Fruição:Ações de Gozo ou Fruição: montante em ações,montante em ações,
que caberia aos acionistas em caso de dissoluçãoque caberia aos acionistas em caso de dissolução
da companhia.da companhia.
Vantagens dos investidoresVantagens dos investidores
em açõesem ações
 Dividendos:Dividendos: parte dos resultados daparte dos resultados da
empresa, pago aos acionistas em dinheiroempresa, pago aos acionistas em dinheiro
no final de cada exercício social.no final de cada exercício social.
 Bonificação:Bonificação: emissão e distribuição gratuitaemissão e distribuição gratuita
aos acionistas, em quantidadesaos acionistas, em quantidades
proporcionais ao capital, de novas açõesproporcionais ao capital, de novas ações
resultantes de aumento de capital pelaresultantes de aumento de capital pela
incorporação de reservas.incorporação de reservas.
 Valorização:Valorização: valorização das ações novalorização das ações no
mercado.mercado.
 Direito de subscrição:Direito de subscrição: direito que cabe aosdireito que cabe aos
atuais acionistas de serem previamenteatuais acionistas de serem previamente
consultados em todo aumento de capital.consultados em todo aumento de capital.
Principais papéis privadosPrincipais papéis privados
negociados no MFnegociados no MF
 Depositary Receipts:Depositary Receipts: são recibos de depósitossão recibos de depósitos
de ações depositadas em custódia em umade ações depositadas em custódia em uma
instituição financeira custodiante, responsávelinstituição financeira custodiante, responsável
por manter a guarda dos títulos. O DR épor manter a guarda dos títulos. O DR é
emitido com base nesse lastro de ações, poremitido com base nesse lastro de ações, por
um banco depositário no exterior.um banco depositário no exterior.
 ADR:ADR: American Depositary Receipt, sãoAmerican Depositary Receipt, são
recibos lançados em Estados Unidos.recibos lançados em Estados Unidos.
 IDR:IDR: Internacional DR, são recibos emitidos emInternacional DR, são recibos emitidos em
outros países.outros países.
 BDR:BDR: recibos representativos de valoresrecibos representativos de valores
mobiliários emitidos no país, por empresasmobiliários emitidos no país, por empresas
sediadas no exterior e negociados no Brasil.sediadas no exterior e negociados no Brasil.
Principais papéis privadosPrincipais papéis privados
negociados no MFnegociados no MF
 Commercial Papers:Commercial Papers: nota promissória de curtonota promissória de curto
prazo emitida por sociedade tomadora deprazo emitida por sociedade tomadora de
recursos para financiar seu capital de giro. Arecursos para financiar seu capital de giro. A
garantia do título é o desempenho da empresagarantia do título é o desempenho da empresa
e os títulos podem ser adquiridos pelas IFe os títulos podem ser adquiridos pelas IF
para sua própria carteira ou para repasse aospara sua própria carteira ou para repasse aos
seus clientes.seus clientes.
 Export Notes:Export Notes: representa a cessão de créditosrepresenta a cessão de créditos
de contratos de exportação de empresasde contratos de exportação de empresas
brasileiras. O exportador transfere a umbrasileiras. O exportador transfere a um
investidor, por este título, seus direitos sobreinvestidor, por este título, seus direitos sobre
uma exportação realizada recebendo em trocauma exportação realizada recebendo em troca
o pagamento em moeda nacional. Este título éo pagamento em moeda nacional. Este título é
negociável no MF.negociável no MF.
Principais papéis privadosPrincipais papéis privados
negociados no MFnegociados no MF
 Debêntures:Debêntures: títulos de crédito emitidos portítulos de crédito emitidos por
sociedades anônimas, tendo por garantia seussociedades anônimas, tendo por garantia seus
ativos. Os recursos gerados por esta emissãoativos. Os recursos gerados por esta emissão
se usam para o financiamento do capital dese usam para o financiamento do capital de
giro e o capital fixo das empresas.giro e o capital fixo das empresas.
 Oferecem juros, participação nos lucros eOferecem juros, participação nos lucros e
prêmios de reembolso. Se emitidas comprêmios de reembolso. Se emitidas com
cláusula de conver-sibilidade, por opção docláusula de conver-sibilidade, por opção do
debenturista, a debênture é resgatada nodebenturista, a debênture é resgatada no
vencimento em dinheiro ou em seuvencimento em dinheiro ou em seu
equivalente em ações.equivalente em ações.
Principais papéis privadosPrincipais papéis privados
negociados no MFnegociados no MF
 Letras de Câmbio:Letras de Câmbio: são emitidas pelossão emitidas pelos
financiados dos contratos de crédito. Após dofinanciados dos contratos de crédito. Após do
aceite, a LC é vendida a investidores através doaceite, a LC é vendida a investidores através do
MF. São a principal fonte de recursos paraMF. São a principal fonte de recursos para
financiar bens duráveis (CDC), utilizadas pelasfinanciar bens duráveis (CDC), utilizadas pelas
Sociedades Financeiras.Sociedades Financeiras.
 Certificados de Depósitos Bancários (CDB):Certificados de Depósitos Bancários (CDB): éé
uma obrigação de pagamento futura de umuma obrigação de pagamento futura de um
capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF.capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF.
Transferível.Transferível.
 Recibos de Depósitos Bancários (RDB):Recibos de Depósitos Bancários (RDB): similarsimilar
ao anterior, intransferível, obrigatoriamenteao anterior, intransferível, obrigatoriamente
289
Principais papéis privadosPrincipais papéis privados
negociados no MFnegociados no MF
 Certificados de Depósitos InterfinanceirosCertificados de Depósitos Interfinanceiros
(CDI):(CDI): títulos emitidos pelas instituições quetítulos emitidos pelas instituições que
participam do mercado financeiro.participam do mercado financeiro.
 As taxas negociadas não sofremAs taxas negociadas não sofrem
normalmente intervenções oficiais diretas,normalmente intervenções oficiais diretas,
refletindo as expec-tativas do mercado comrefletindo as expec-tativas do mercado com
relação ao comporta-mento das taxas derelação ao comporta-mento das taxas de
juros da economia.juros da economia.
 A taxa CDI pode ser entendida como taxaA taxa CDI pode ser entendida como taxa
básica do mercado financeiro que influenciabásica do mercado financeiro que influencia
a formação das demais taxas de juros.a formação das demais taxas de juros.
1. Depósitos à Vista
2. Depósitos a Prazo
3. Letras de Câmbio
4. Cobrança e pagamento de títulos e carnês
5. Transferências automáticas de fundos
6. Commercial Papers
7. Arrecadação de tributos e tarifas públicas
8. Homme/Office banking, remote banking, banco
virtual, dinheiro de plástico
9. Corporate Finance
10.Fundos mútuos de investimento
11.Hot Money
12.Contas Garantidas
13.Crédito Rotativo
DEPÓSITOS À VISTA
 Depósitos de livre movimentação mantidos por
pessoas físicas e jurídicas.
 São as principais fontes de recursos das
instituições financeiras bancárias
 Diariamente, sobre o saldo contabilizado pelos
depósitos à vista em cheque ou em dinheiro, as
instituições financeiras são obrigadas a recolher uma
parcela junto ao BACEN (depósito compulsório)
 Atualmente o percentual de recolhimento gira em torno
de 40/45 %
DEPÓSITOS À PRAZO – CDB E RDB
 Recursos acolhidos pelas instituições financeiras, com
data previamente estabelecida para o resgate, não podendo
ser livremente movimentados pelo aplicador. Com a
operação a instituição financeira percebe um spread(1)
.
 CDB – Certificado de Depósito Bancário
• Prazo: XX
• Ganho: pago ao investidor no dia do resgate
• Título transferível por endosso nominativo
 RDB – Recibo de Depósito Bancário
• Prazo: de acordo com o indexador escolhido;
• Ganho: pago ao investidor no dia do resgate;
• Título Intransferível.
(1)
Spread: diferença entre o custo do dinheiro tomado e o preço do dinheiro
vendido
LETRAS DE CÂMBIO
 Títulos de crédito privados usáveis entre pessoas físicas
ou jurídicas;
 Servem como instrumento de captação de recursos para
as Sociedades de Crédito, Financiamentos e Investimentos
– SCFI (também conhecidas como financeiras);
 A SCFI empresta dinheiro para uma pessoa, recebendo
uma autorização para emitir um Letra de Câmbio (1)
;
 A SCFI capta recursos, lançando Letra de Câmbio ao
mercado, na mesma proporção do empréstimo concedido (2)
;
 As operações (1)
e (2)
devem possuir os mesmos
vencimentos;
 A SCFI percebe um spread na operação;
 Prazo: mínimo de 60 dias;
 Encargos: pré ou pós-fixados.
COBRANÇA E PAGAMENTO DE TÍTULOS E CARNÊS
 Prestação de serviços disponibilizada às micro,
pequenas, médias e grandes empresas que possuem
necessidade de melhoria de seus fluxos de caixa.
 Modalidades de cobranças mais usadas
a) Cobrança Simples SEM registro (1)
b) Cobrança Simples COM registro (1)
c) Cobrança Descontada (1)
d) Cobrança Caucionada (1)
e) Cobrança Prêmio de Seguro – Apólice e Nota de Seguro
f) Cobrança Financiada Vendor – DM, DS e LC
(1)
DM, DS, NP, LC, WARRANT, Apólice e Nota de Seguro
TRANSFERÊNCIAS AUTOMÁTICAS DE FUNDOS
 Serviço de transferência de recursos financeiros entre
bancos realizados “on line”, com o crédito no mesmo dia
- TED).
 Não há limitação de valor (1)
 Durante o horário de funcionamento bancário;
 Com ou sem incidência de CPMF (TED D ou E);
 Entre R$ 50/100 mil avisar a agência de relacionamento,
no mesmo dia;
 Acima de R$ 100 mil avisar a agência de relacionamento
com 1 dia de antecedência.
(1) Desde que cumpridas as instruções internas da instituição Financeira
COMMERCIAL PAPERS
 Títulos com prazos mínimos de dois a três anos, emitidos por
empresas exportadoras tomadoras de recursos para financiar seu
capital de giro ou por outras instituições não financeiras (somente
S.A.)
 Busca, normalmente, captar recursos junto a investidores
multinacionais, como fundos de pensão, de investimento e
seguradoras.
 Se equivalem a notas promissórias comerciais.
 São emitidos com uma data definida para o resgate pelo valor de face
e vendidos com deságio na emissão, ou seja, a diferença entre o valor
de venda e o valor de face revela a taxa de juros implícita na
operação.
 Definem uma obrigação direta do emissor com o portador.
 Normalmente não tem garantia real, podendo ser garantidos por fiança
bancária.
 Os títulos tem custos diferenciados de acordo com a garantia oferecida
e os riscos envolvidos.
 Podem também ser negociados no mercado secundário e é permitido
o resgate antecipado pelo emitente.
ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOS E TARIFAS PÚBLICAS
 Prestação de serviços às entidades públicas, possibilitando
maior controle, comodidade e maximização de recursos na
arrecadação de tributos e tarifas.
 Ao administrador público, possibilita a precisão e a
agilidade no recebimento de informação dos pagamentos
efetuados, facilitando-lhe a implantação de instrumentos
de controle e previsão da receita de arrecadação.
 Ao contribuinte, proporciona maior facilidade e
conveniência no cumprimento de suas obrigações.
 Diminui os custos de arrecadação pelo pagamento dos
tributos na rede bancária.
 Reduz os custos administrativos devido à racionalização
de processos
Home/Office Banking, Remote Banking, Banco Virtual, Dinheiro de Plástico
 Home/Office Banking: Interligação entre o banco e o
cliente por intermédio de ferramentas tecnológicas,
proporcionando comodidade e tempestividade nas
operações.
 Remote Banking: Atendimento remoto, usado pela rede
bancária para atender o cliente fora das agências,
reduzindo as filas (TAA, Banco 24 horas etc)
 Banco Virtual: Sistemas e ferramentas disponibilizados
aos clientes, possibilitando-lhes a realização de suas
operações diretamente na internet.
 Dinheiro de Plástico: Cartões de crédito e de débito.
CORPORATE FINANCE
 Estrutura de consultoria formada por profissionais de
instituições financeiras e de empresas de consultorias
especializadas visando ao planejamento, desenvolvimento e
gerenciamento de operações para a reorganização de
conglomerados financeiros.
 Se necessário, envolvendo fusão, cisão, aquisição e
incorporação de empresas
 Para essas operações o BACEN disponibiliza linhas de
créditos específicas, com prazos e encargos diferenciados.
 Em grandes estruturas a empresa responsável pelo
Corporate Finance lança mão de várias operações ao mesmo
tempo, se utilizando de inúmeros instrumentos de mercado
(elaboração de plano de longo prazo, revisão do parque de
maquinários, renegociação de dívidas, venda ou aluguel de
imóveis da empresa etc).
FUNDOS MÚTUOS DE INVESTIMENTO
 Funcionam como uma sociedade de investidores, organizada por uma
instituição financeira ou por um administrador de recursos.
 Cada investidor entra com o dinheiro que quiser investir, comprando cotas da
carteira, de acordo com o perfil desejado.
 No momento mais oportuno, vende as suas cotas realizando seu lucro (ou
prejuízo).
 Os riscos podem ser amenizados, considerando a composição da carteira
(diversificação das aplicações).
 São regulados e fiscalizados pelo BACEN.
 Curtíssimo prazo: 1 a 30 dias
 Curto prazo: 30 a 90 dias
 Médio prazo: 90 a 360 dias
 Longo Prazo: acima de 360 dias
 Classificação dos FIF’s
• Referenciados – 95 % ativos rendimento igual ao do referencial; 80 %
títulos federais.
• Não referenciados - 80 % títulos federais.
• Genéricos – livres (risco maior)
FUNDOS MÚTUOS DE INVESTIMENTO
 Fundos de Renda Fixa: os recursos são aplicados em títulos de renda fixa
(como títulos públicos e títulos privados).
 FIF – curto prazo:
• liquidez diária
• Rentabilidade baixa (50 % do patrimônio fica depositado no BACEN –
depósito compulsório – sem rendimentos)
 FIF – 30 dias (5 % compulsório) – investidores médio prazo
 FIF – 60/90 dias (sem compulsório) – investidores médio/longo prazo
 Fundos de Aplicação em Cotas de FIF: permite que pequenas instituições
criem seus fundos a seus clientes (no máximo 25 % de um mesmo fundo).
 Fundos de Rendas Variáveis: FIF que aplicam seus recursos em títulos e
valores mobiliários que não possuem remuneração fixa, variando conforme
características dos títulos.
 Fundo Mútuo de Investimento em Ações
 Fundo de Ações Fechado
 Fundos Imobiliários
HOT MONEY
 Empréstimo de curtíssimo prazo, voltado à empresas que
precisam de capital de giro (inferior a 30 dias);
 Operacionalização flexível e dinâmica (um simples
telefonema, autorização para contratação via e-mail ou
fax);
 Garantia previamente acordada entre a instituição
financeira e o cliente;
 A formação da taxa, normalmente, é definida com base na
taxa do CDI + % ao ano (considerando as características
da empresa).
CONTAS GARANTIDAS
 Espécie de cheque especial;
 Conta-corrente com limite pré-aprovado, com juros
menores do que o do cheque especial;
 Para as operações, a empresa apresenta, previamente,
garantias com auto-liquidez (cheques pré, Notas
Promissórias, Duplicatas Mercantis);
 Na medida em que a empresa necessitar de aporte de
recursos (saldo devedor) em sua conta-corrente,
automaticamente é efetuado débito na conta garantida do
valor faltante.
CRÉDITO ROTATIVO
 Linha de crédito aberta com um determinado limite e que a
empresa utiliza à medida de suas necessidades, ou
mediante a apresentação de garantias de duplicatas;
 Operacionalização semelhante ao cheque especial;
 Encargos (juros e IOF) são cobrados de acordo com a
utilização dos recursos;
 Renovável de acordo com a capacidade da empresa e
situação de mercado.
SIMULAÇÃO 1 – Commercial Paper
 Um commercial paper com vencimento em 120 dias, cujo valor
nominal é de R$ 10.000,00, foi negociado por uma empresa por R$
9.400,00.
 Acerca dessa situação hipotética e de commercial papers, julgue os
itens abaixo:
1. Usualmente, no Brasil, o CP é negociado no mercado por um valor
descontado, sendo recomprado pela empresa emitente pelo seu
valor de face, como na situação hipotética em apreço.
2. Além dos juros pagos, a empresa emitente do CP incorre também
em despesa de emissão.
3. O CP é, de praxe, utilizado para a captação de capital para
investimento de longo prazo das empresas.
4. A operação de CP costuma ter como vantagem agilidade e custo
financeiro inferior ao das operações de empréstimo bancário.
5. Na situação hipotética apresentada, a taxa de rentabilidade é inferior
a 1 % ao mês,
Resposta correta: C, C, E, C, E
1. Usualmente, no Brasil, o CP é negociado no mercado por um valor
descontado, sendo recomprado pela empresa emitente pelo seu
valor de face, como na situação hipotética em apreço. C
2. Além dos juros pagos, a empresa emitente do CP incorre também
em despesa de emissão. C
3. O CP é, de praxe, utilizado para a captação de capital para
investimento de longo prazo das empresas. E
4. A operação de CP costuma ter como vantagem agilidade e custo
financeiro inferior ao das operações de empréstimo bancário. C
5. Na situação hipotética apresentada, a taxa de rentabilidade é inferior
a 1 % ao mês. E (+- 1,50 % ao mês)
SIMULAÇÃO 2 – CDB
 Os CDB’s constituem títulos de renda fixa emitidos pelos bancos e
destinam-se a lastrear operações de financiamento de capital de giro.
Nesse sentido, considere a seguinte situação hipotética:
 O Banco Gama anunciou o pagamento de 22,6 % ao ano para aplicações em
CDBs de sua emissão. Na oportunidade foi projetada uma inflação anual de 7,2
%, e o mercado adotava, como referencial de taxa pura de juros (livre de risco), o
rendimento anual da caderneta de poupança. A alíquota de IR era de 20 % sobre
os rendimentos auferidos.
 Com relação à situação hipotética apresentada, aos CDBs e aos recibos de
depósitos bancários (RDBs), e desconsiderando a cobrança de IOF e de
CPMF julgue os itens seguintes:
1. Na hipótese apresentada, a taxa de remuneração líquida é inferior a 17,5 % ao ano.
2. No caso em apreço, a taxa real de juros é superior a 15 % ao ano.
3. Os CDBs e RDBs são alternativas de aplicação mais conservadoras que as
cadernetas de poupança, pois o governo garante os depósitos independentemente do
valor aplicado; na poupança, essa garantia está subordinada a um limite.
4. A característica que difere o CDB do RDB é a possibilidade de o CDB ser transferido a
outros investidores por endosso nominativo.
5. O recolhimento compulsório determinado pelo BACEN pode incidir sobre as
captações efetuadas pelas instituições financeiras por meio de CDBs
Questão 22
Resposta correta: E, E, E, C, C
 CDB: 22,60 %
 IR(20 %): 4,52 %
Tx. Líquida: 18,08 %
 Inflação: 7,20 %
Tx. Real: 10,88 %
1. Na hipótese apresentada, a taxa de remuneração líquida é inferior a 17,5
% ao ano. E
2. No caso em apreço, a taxa real de juros é superior a 15 % ao ano. E
3. Os CDBs e RDBs são alternativas de aplicação mais conservadoras que
as cadernetas de poupança, pois o governo garante os depósitos
independentemente do valor aplicado; na poupança, essa garantia está
subordinada a um limite. E
4. A característica que difere o CDB do RDB é a possibilidade de o CDB ser
transferido a outros investidores por endosso nominativo. C
5. O recolhimento compulsório determinado pelo BACEN pode incidir sobre as
captações efetuadas pelas instituições financeiras por meio de CDBs. C
SIMULAÇÃO 3 – Contas Bancárias
 Julgue os itens a seguir quanto aos tipos de conta
bancária existentes no mercado brasileiro
58. Na conta de depósito à vista, o dinheiro depositado fica à
disposição do titular para ser sacado a qualquer momento.
59. Da conta de poupança, o dinheiro só pode ser sacado depois de
um prazo fixado por ocasião do depósito.
60. A conta de depósito a prazo foi criada com o fim específico de
estimular a economia popular e permite a aplicação de valores
até R$ 1.000,00, que passam a gerar rendimentos mensalmente.
61. A conta-salário – tipo especial de conta de depósito à vista
destinada a receber salários, vencimentos, aposentadorias,
pensões e similares – é movimentável por cheques e está sujeita
aos regulamentos aplicáveis às demais contas de depósitos, mas
é isenta da cobrança de tarifas.
- itens 58,59,60 e 61
Resposta correta: C, E, E, C
58. Na conta de depósito à vista, o dinheiro depositado fica à
disposição do titular para ser sacado a qualquer momento. C
59. Da conta de poupança, o dinheiro só pode ser sacado depois
de um prazo fixado por ocasião do depósito. E
60. A conta de depósito a prazo foi criada com o fim específico
de estimular a economia popular e permite a aplicação de
valores até R$ 1.000,00, que passam a gerar rendimentos
mensalmente. E
61. A conta-salário – tipo especial de conta de depósito à vista
destinada a receber salários, vencimentos, aposentadorias,
pensões e similares – é movimentável por cheques e está
sujeita aos regulamentos aplicáveis às demais contas de
depósitos, mas é isenta da cobrança de tarifas. C
- itens 58,59,60 e 61
14.Desconto de títulos
15.Financiamentos de capital de giro
16.Vendor finance/compror vendo
17.Leasing (tipos, funcionamento, bens)
18.Financiamento de capital de giro
19.Crédito direto ao consumidor
20.Crédito rural
21.Cadernetas de poupança
22.Financiamento à importação e à exportação –
repasses de recursos BNDES
23.Cartões de crédito
24.Títulos de capitalização
25.Planos de aposentadoria e pensão privados
26.Planos de seguros
DESCONTO DE TÍTULOS
Operação de adiantamento de recursos aos clientes
sobre valores referenciais em duplicatas de cobrança ou
notas promissórias, de forma a antecipar o fluxo de
caixa.
O direito de regresso do Banco se exerce no vencimento
do título, caso este não seja pago.
FINANCIAMENTO DE CAPITAL DE GIRO
Operações destinadas, genericamente, ao suprimento
de capital de giro das empresas tomadoras.
Os empréstimos estão vinculados a um contrato
específico que estabelece prazo, taxas, valores, bem
como as garantias necessárias (relação de 120 % a 150
% do principal emprestado.
VENDOR FINANCE
Modalidade de financiamento, voltado para a venda de
bens e serviços, na qual o crédito é contratado pelo
VENDEDOR e pago pelo comprador.
O vendedor vende à vista e o comprador paga a prazo.
A operação é baseada na cessão de créditos pelo
vendedor ao banco.
COMPROR FINANCE
Modalidade de financiamento, voltado para a venda de
bens e serviços, na qual o crédito é contratado pelo
COMPRADOR.
A instituição financeira paga à vista ao fornecedor e
recebe a prazo do comprador.
LEASING (TIPOS, FUNCIONAMENTO, BENS)
Arrendamento Mercantil
Contrato segundo o qual uma pessoa jurídica arrenda a uma
pessoa física ou jurídica, por tempo determinado, um bem
comprado pela primeira de acordo com as indicações da
segunda, cabendo ao arrendatário a opção de adquirir o bem
arrendado no final do contrato, mediante um preço residual
previamente acordado.
VRG: Valor Residual Garantido: prazo da operação +
depreciação
As empresas de arrendamento mercantil são controladas e
fiscalizadas pelo BACEN.
A quitação do contrato só é possível após o prazo mínimo
definido pelo BACEN.
Prazo Mínimo de Arrendamento
• vida útil do bem até 5 anos: 02 anos
• vida útil do bem mais que 05 anos: 03 anos
LEASING - TIPOS
LEASING OPERACIONAL: semelhante a uma operação de
locação (aluguel).
NÃO há opção de compra ao final de contrato.
O contrato pode ser rescindido a qualquer tempo.
LEASING FINANCEIRO: É essencialmente uma operação de
financiamento.
Ao final do contrato o arrendatário tem a opção de devolução
ou de compra do bem pelo valor pré-estabelecido.
SALE AND LEASE BACK: Operação pela qual uma empresa
vende bens do seu imobilizado a uma empresa de leasing,
posteriormente os arrenda de volta com opção de compra
exercitável após o término do prazo contratual.
LEASING IMOBILIÁRIO: A arrendadora adquire o imóvel
especificado pela arrendatária, à vista, e o arrenda.
O cliente pagará, no prazo contratado (em média oito anos),
uma contraprestação equivalente à parcela do principal mais
juros.
As empresas vendedoras de bens costumam apresentar o
leasing como mais uma forma de financiamento, mas o contrato
deve ser lido com atenção, pois trata-se de operação com
características próprias. Com referência ao leasing, julgue os
itens seguintes:
• O prazo mínimo de arrendamento é de 02 anos para bens com
vida útil de até cinco anos e de 03 anos para os demais
• O alvo de muita atenção do governo federal na atualidade, o
microcrédito destina-se a financiar pequenas iniciativas
normalmente não atendidas pelo sistema bancário convencional.
Nesse sentido, um dos executores do microcrédito são as
cooperativas de crédito, que funcionam nos mesmos moldes dos
bancos comercias e são submetidas á mesma legislação
imposta a estes. Adicionalmente, as cooperativas de crédito
sofrem restrições quanto a números mínimo e máximo de
cooperados, mas são dispensadas da integralização de capital
social mínimo para sua constituição
• Nesse tipo de operação, não se admite a transferência dos
direitos a terceiros
C
E
E
LEASING - 1
O leasing, também denominado arrendamento mercantil, é uma operação
em que o proprietário (arrendador, empresa de arrendamento mercantil) de
bem móvel ou imóvel cede a terceiro (arrendatário, cliente, comprador) o
uso desse bem por prazo determinado, recebendo em troca uma
contraprestação. Essa operação se assemelha a um financiamento que
utilize o bem como garantia e q possa ser amortizado em determinado
número de prestações periódicas, cujos valores são acrescidos de um
residual garantido e de um valor devido pela opção de compra. A respeito
de leasing, julgue os seguintes itens:
• O contrato de leasing tem prazo mínimo definido pelo BACEN, não sendo
possível a quitação da operação antes desse prazo. O direito á opção pela
compra do bem só é adquirido ao final do prazo de arrendamento. Por isso,
em nenhum caso, o cliente pode quitar o bem antecipadamente ou
transferir os direitos e obrigações a terceiros.
• Além do ISS, incidem sobre as operações de leasing o imposto sobre
operações de crédito, câmbio e seguros,ou relativas a títulos ou valores
mobiliários.
• No leasing operacional, o prazo mínimo de contrato é de noventa dias.
E
E
C
LEASING – 2
FINANCIAMENTO DE CAPITAL FIXO
O empréstimo é utilizado de de uma só vez pelo cliente
(principal diferença do capital de giro) que o pagará da forma
pactuada: em parcelas ou não.
As entidades e instituições governamentais que,
normalmente, disponibilizam recursos para essa modalidade
de operação são:
• Banco Mundial
• BNDES
Principais fontes de recursos:
• FAT
• PIS
• PASEP
• Recursos internacionais
• Recursos próprios
CRÉDITO DIRETO AO CONSUMIDOR
Financiamento concedido sob contrato por uma
financeira para aquisição de bens e serviços por seus
clientes.
O próprio bem adquirido serve como garantia do
financiamento, ficando a ele vinculado pela cláusula de
alienação fiduciária.
Prazo: 1 a 36 meses (funcionários: 60 meses)
Taxas: pré-fixadas
CDC Automático: liberação automática, na medida em
que o cliente necessita.
CRÉDITO RURAL
• Finalidades: Custeio, investimento e comercialização.
• Fontes de recursos: próprios e compulsórios.
• Prazos: de acordo com a finalidade.
• Encargos: de acordo com a fonte de financiamento.
• Garantias: de acordo com a finalidade.
• CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento
• PROAGRO – Programa de Garantia da Atividade Agropecuária.
• PGPM: Política de Garantia de Preços Mínimos.
• EGF (sov/cov) – Empréstimo do Governo Federal.
• PRONAF – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar
(equivalência em produto).
• CPR - Cédula de Produto Rural.
• CMG - Certificado de Mercadoria Garantido.
• PESA – Programa Especial de Saneamento Agrícola
As despesas a que está sujeito o crédito rural incluem:
1. Remuneração Financeira
2. Imposto sobre a prestação de serviços (ISS)
3. Custo de prestação de serviços
4. Fiança bancária
5. Sanções pecuniárias
CRÉDITO RURAL
C
C
C
E
E
CADERNETAS DE POUPANÇA
• Modalidade de investimento tradicional, onde se podem
efetuar aplicações de pequenas quantias e obter uma
liquidez.
• Rendimento: juros de 0,5 % ao mês + TR.
• 70 % dos recursos captados são aplicados na
habitação.
CARTÕES DE CRÉDITO
• Forma especial de financiamento, compreendendo o
órgão emissor (banco) o titular do cartão e o vendedor
(fornecedor credenciado).
• Usuários: pessoa física ou empresarial.
• Utilização: nacional e internacional.
Produto tradicional de captação financeira no Brasil, a caderneta
de poupança constitui depósito em dinheiro que acumula juros e
correção monetária e cujos recursos são destinados ao
financiamento da construção e da compra de imóveis. Acerca
das regras atuais aplicáveis a esse produto, julgue os itens que
se seguem:
•Os valores depositados e mantidos em depósito por prazo
inferior a um mês recebem remuneração proporcional à
estabelecida para o mês.
•Os bancos não podem cobrar pela manutenção de conta de
poupança.
•Depósitos em cadernetas de poupança efetuados nos dias 29,
30 e 31 serão remunerados no dia 1° de cada mês, aplicando-se
o índice correspondente ao dia 1° do mês anterior.
•Os valores depositados em poupança são atualizados com base
na taxa referencial (TR) do dia do depósito, acrescida de juros de
1% ao mês.
E
E
E
C
CADERNETA DE POUPANÇA
TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO
• Investimento de médio ou longo prazo onde se aplica
mensalmente um determinado valor, denominado prêmio,
e, ao final do prazo, este é recebido de volta com juros e
correção.
• O grande atrativo destes planos é que, além da
remuneração do capital, o investidor concorre a sorteios
periódicos.
• Rendimentos (provisão matemática) TR + 0,5 %
• Carência não pode ser superior a 24 meses (se título
inferior a 48 meses, ele cai para 12 meses)
PLANOS DE SEGUROS
Operação onde uma pessoa ou uma empresa (o segurado)
contrata uma empresa especializada para se proteger
financeiramente contra uma situação indesejada.
Seguro de veículos, residencial, educação, saúde.
PLANOS DE APOSENTADORIA E PENSÃO PRIVADOS
Previdência Privada Aberta
• Opção de aposentadoria complementar às
expensas do interessado na complementação,
oferecido por bancos e seguradoras.
Previdência Privada Fechada (pensão)
• Opção de aposentadoria complementar oferecida
aos empregados, ou seja, a empresa constitui um
fundo de pensão para o qual contribuem a própria
empresa, bem como os funcionários (FUNCEF,
PREVI).
FINANCIAMENTO À IMPORTAÇÃO E À EXPORTAÇÃO
Operações voltadas a capitalizar empresas exportadoras e
importadoras, com recursos de origem interna ou externa.
• Pré-embarque, embarque, pós-embarque.
• PROEX: Programa de Financiamento às Exportações
Financia as exportações brasileiras, as provenientes de
manufaturadas e os serviços,´proporcionando maior
competitividade aos produtos brasileiros.
 Financiamento (Tesouro nacional)
 Equalização (juros internacionais)
 Supplier’s Crédit, Buyer’s Crédit, Forfaiting, Factoring, Export
Notes, Debênntures Cambiais, Warrant etc.
REPASSES DE RECURSOS BNDES
Oferecer aos exportadores brasileiros ou
aos importadores de produtos brasileiros
linhas de crédito de longo prazo, em
condições compatíveis com as existentes no
mercado internacional.
As operações podem ser realizadas
diretamente no BNDES ou através de
instituições financeiras credenciadas no país
e no exterior.
MERCADO DE CÂMBIO
&
FINANCIAMENTOS AO
COMÉRCIO EXTERIOR
CONHECIMENTOS BANCÁRIOS
Técnico Bancário CEF- 2008
MERCADO DE CÂMBIO
É o mercado que reúne compradores e
vendedores de moedas estrangeiras,
sob supervisão do Banco Central.
Os compradores e vendedores são
normalmente exportadores,
importadores, turistas e investidores.
Os bancos e corretores são
intermediários nessas operações.
MERCADO DE CÂMBIO
VENDEDORES
CORRETOR
BANCOS COMPRADORES
CORRETOR
PARTICIPANTES DO MERCADO
MERCADO DE CÂMBIO
TAXAS DE CÂMBIO – NÃO ESQUEÇA:
 Exportação  COMPRA de câmbio.
 Importação  VENDA de câmbio.
QUANTO AOS CONTRATOS DE CÂMBIO:
 De Compra: Quando os bancos compram
moedas estrangeiras.
 De Venda: Quando os bancos vendem
moedas estrangeiras.
MERCADO DE CÂMBIO
QUANTO À FORMA DE ENTREGA
DA MOEDA ESTRANGEIRA:
 Câmbio Manual: operações com
moedas estrangeiras em espécie ou
travellers checks.
 Câmbio Sacado: transações
processadas por intermédio de
contas bancárias.
MERCADO DE CÂMBIO
QUANTO AO PRAZO DE ENTREGA DA
MOEDA ESTRANGEIRA:
 Câmbio pronto (spot): Contratação cuja
liquidação (transferência $ para/do exterior)
ocorra imediatamente ou até dois dias úteis.
 Câmbio futuro (a termo): Contratação cuja
liquidação (transferência $ para/do exterior)
ocorra em maior prazo. A taxa de câmbio é
previamente fixada e não pode ser alterada
(os riscos de variação cambial são assumidos
pelas partes).
MERCADO DE CÂMBIO
CONTROLE CAMBIAL NO BRASIL:
 Mercado primário: Operações entre
bancos e seus clientes.
 Mercado secundário (ou
interbancário): Operações de bancos
entre si.
 Mercado terciário: Operações entre
bancos e Banco Central.
MERCADO DE CÂMBIO
SISCOMEX SISBACEN
SISTEMAS DE CONTROLE
SISCOMEX - É o Sistema Integrado de Comércio Exterior,
que interliga importadores, exportadores, despachantes
aduaneiros, Receita Federal, portos e aeroportos
alfandegados, agentes de carga internacional, depositários
de cargas, entre outros.
Destina-se ao registro de entrada e saída de mercadorias
(im/exportação), além de controle de licenças de
im/exportação.
MERCADO DE CÂMBIO
SISCOMEX SISBACEN
SISTEMAS DE CONTROLE
SISBACEN – Registra a movimentação financeira (compras
e vendas de moedas estrangeiras), provenientes de
importações e exportações de mercadorias, além de outras
operações de remessas de moeda estrangeira do ou para o
exterior.
Financiamentos ao Com.Exterior
OPERAÇÕES MAIS COMUNS:
 ACC: Adiantamento sobre Contatos de Câmbio:
incentivo à produção de bens a exportar.
 ACE: Adiantamento sobre Cambiais Entregues:
incentivo à comercialização de bens já
embarcados ao exterior.
 PROEX: Programa de Financiamento às
Exportações: incentiva a exportação de bens e
de serviços vendidos ao exterior com prazo de
até 10 anos de pagamento.
 BNDES EXIM: Linha de crédito do BNDES em
três modalidades: pré-embarque, pré-embarque
especial e pós-embarque.
Financiamentos ao Com.Exterior
ACC
EMBARQUE
360 DIAS(MAX) 210 DIAS (MAX)
ACC / ACE
ADIANTAMENTO
de US$ em R$
ACE
LIQUIDAÇÃO
Com US$
PECULIARIDADES:
•TAXA DE JUROS: Captadas no exterior
+ spread do banco brasileiro
•ISENÇÃO DE IOF
•AGILIDADE NA CONTRATAÇÃO
•VARIAÇÃO CAMBIAL NÃO CONTA
•PRAZOS PRÉ-ESTABELECIDOS NO
CONTRATO (CONF.ACIMA)
•REGISTRO NO BACEN
•LIQUIDAÇÃO COM DIVISAS EXTERNAS
•PODE SER MOEDA DIFERENTE DE US$
•É COMUM O ENCADEAMENTO ACC/ACE
EMBARQUE
CARTA DE CRÉDITO
+ DOCUMENTOS
PRAZOS:
•DE 60 DIAS ATÉ 10 ANOS
(CONFORME PRODUTO)
PERCENTUAIS FINANCIADOS:
•ATÉ 2 ANOS ............. 100%
•ACIMA 2 ANOS ......... 85%
(AMORTIZAÇÕES PERIÓDICAS)
US$
ANTECIPAÇÃO
US$
V E N D A A P R A Z O
LÍBOR = 3,0% AO ANO
Financiamentos ao Com.Exterior
•AMORTIZAÇÕES:
•SEMESTRAIS, IGUAIS E CONSECUTIVAS
GARANTIAS:
•DO IMPORTADOR NO EXTERIOR
•PODE TAMBÉM SER AVAL DE GOVERNO
ESTRANGEIRO
PROEX
Financiamentos ao Com.Exterior
PROEX
 Modalidade Financiamento: Integralmente
utilizada com recursos do Tesouro Nacional e
operacionalizada exclusivamente pelo BB.
 Modalidade Equalização: Operacionalizada
por qualquer banco brasileiro, captando
recursos no exterior. Nesse caso, o Tesouro
Nacional participa com o pagamento de parte
dos encargos financeiros obtidos no exterior,
reduzindo assim a taxa final de juros para o
exportador.
Financiamentos ao Com.Exterior
BNDES-EXIM
Linha de crédito com recursos do BNDES para dar à indústria
nacional de bens de capital condições de competir no
mercado externo. Divide-se em três modalidades:
 Pré-embarque: Financia a produção de bens de capital
destinados à exportação (prazos bem maiores que o ACC).
 Pré-embarque especial: Idem, mas com maior vantagem
desde que haja INCREMENTO de exportação em
determinado prazo.
 Pós-embarque: Financia a comercialização de mercadorias
embarcadas por meio de desconto de títulos representativos
da exportação (normalmente carta de crédito ou aval
bancário), também chamado forfaiting.
Financiamentos ao Com.Exterior
OUTROS FINANCIAMENTOS
São operações livremente realizadas pelos bancos:
 FACTORING: Operação de desconto de títulos de
exportação ao exterior parecidas com o desconto de
duplicatas que temos no Brasil, entretanto sem o
direito de regresso por parte do banco sobre o
exportador.
 EXPORT NOTES: Operação de cessão de crédito
de exportação, da qual participa o exportador (cede
o crédito), o investidor (compra o crédito) e a
instituição financeira (intermedeia a operação).

Videoaula conh banc

  • 1.
  • 2.
    2 EMENTA CURSO DE CONHECIMENTOSBANCÁRIOS MERCADO FINANCEIRO  AULA 1 Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional Exercícios  AULA 2 bancos comerciais; caixas econômicas; cooperativas de crédito; bancos comerciais cooperativos; bancos de investimento; bancos de desenvolvimento; sociedades de crédito, financiamento e investimento; sociedades de arrendamento mercantil; sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários; sociedades distribuidoras de títulos e valores Mobiliários. Exercícios  AULA 3 SUSEP – Superintendência de Seguros Privados Entidades Fechadas e Abertas de Previdência Sistemas de Seguros Privados e de Capitalização SPC – Secretaria de Previdência Complementar SELIC, CETIP Bolsa de Valores Sociedades Corretoras de títulos e Valores Mobiliários Sociedades Distribuidoras de Valores Mobiliários IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) Resseguros Exercícios  AULA 4 e 5  Mercado de Capitais  Mercado Primário e Secundário  Bolsa de Mercadoria e Futuros  Funcionamento do Mercado de Ações  Mercado Balcão  Bolsa Soma  Mercado a Termo  Mercado Futuro  Mercado de Opções  Mercado de Câmbio  Exercícios  AULA 6  Instrumentos de Política Monetária  Fixação da taxa de juros - COPOM  Política Fiscal  Política de Crédito  Noções de Política Econômica  Operações básicas e contratos de Câmbio  Características da taxa de câmbio  AULA 7  Sistema Brasileiro de Pagamentos  Fundo Garantidor de Crédito  SISCOMEX entidades abertas e entidades fechadas de previdência privada; corretoras de seguros; sociedades administradoras  de seguro-saúde. 3 Sociedades de fomento mercantil (factoring); sociedades administradoras de cartões de crédito
  • 3.
    3 EMENTA CURSO DE CONHECIMENTOSBANCÁRIOS PRODUTOS/SERVIÇOS BANCÁRIOS E FINANCEIROS  Aula 8  Garantias do Sistema Financeiro Nacional: aval; fiança; penhor mercantil;  alienação fiduciária; hipoteca; fianças bancárias; Fundo Garantidor de Crédito (FGC).  financiamento à importação e à  exportação – repasses de recursos do BNDES; cartões de crédito; títulos de capitalização; planos de  aposentadoria e pensão privados; planos de seguros.  Exercícios  AULA 9 a 12  Produtos e serviços financeiros: depósitos à vista; depósitos a prazo (CDB e RDB); letras de câmbio; cobrança e pagamento de títulos e carnês; transferências automáticas de fundos; commercial papers; arrecadação de tributos e tarifas públicas; home/office banking, remote banking, banco virtual,  dinheiro de plástico; conceitos de corporate finance; fundos mútuos de investimento; hot money; contas  garantidas; crédito rotativo; descontos de títulos; financiamento de capital de giro; vendor  finance/compror finance; leasing (tipos, funcionamento, bens); financiamento de capital fixo; crédito direto ao consumidor; crédito rural; cadernetas de poupança;  Exercícios
  • 4.
    4 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL (SFN) É o conjunto de órgãos e instituições financeiras públicas e privadas que atuam no fluxo de recursos dos agentes econômicos (pessoas, empresas e governo) que possuem poupança para àqueles que desejam investir.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
     Mercado monetário Controla a liquidez monetária da economia.  O mercado monetário visa ao controle da liquidez monetária da economia, sendo os títulos públicos os papéis mais negociados neste mercado. É também aqui que ocorrem as negociações de Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB).  Mercado de capitais  Seu objetivo é de atender as necessidades de financiamento de médio e longo prazo das empresas através de emissão de títulos de créditos, sendo os principais as debêntures, commercial paper e ações.  Este mercado vem sendo beneficiado por emissão de dívida da empresa, criação de novos mercados, difusão da cultura de investimentos no mercado de capitais, queda na cobrança de CPMF e outras.  Mercado de câmbio  Importadores, exportadores, investidores, internacionais, empresas multinacionais e devedores, vendem e compram moedas no mercado de cambio, principalmente para pagamento de compromissos no exterior. Este é o maior mercado do mundo. É fundamental no processo de desenvolvimento econômico do país.  Mercado de crédito  Este mercado procura suprir as necessidades de caixa a curto e médio prazo, dos agentes econômicos.
  • 10.
     Mercado aberto A venda primária (quando há emissão de títulos) de títulos públicos é feita por intermédio de leilão. Trata-se de instrumento de política monetária do governo, como forma de captar recursos.  Existe um mercado secundário de títulos públicos. No mercado secundário se negociam títulos já emitidos e vendidos previamente.Estes títulos são negociados no mercado aberto.  Títulos públicos federais - O governo federal emite títulos através do Tesouro Nacional e do Banco Central. Os títulos emitidos pelo Tesouro têm por finalidade a execução de sua política fiscal. Em outras palavras, busca financiar o governo. Já os títulos emitidos pelo Bacen são de curto prazo e buscam a implementação e execução da política monetária. Veja os títulos sob responsabilidade da União: LTN, LFT, NTN, BBC, LBC.  O mercado de debêntures – por sua complexidade e ainda pela reduzida liquidez de negócios, quando comparadas aos títulos públicos e às ações – tem como principais participantes os investidores institucionais: fundos de investimento, fundos de pensão e instituições financeiras. Entretanto, com a crescente padronização do título e as novas condições macroeconômicas, tem havido, cada vez mais, uma maior participação de investidores pessoas físicas.
  • 11.
    11 POLÍTICAS DE GOVERNO Política Monetária – controla a oferta da moeda e da taxa de juros que garantam a liquidez ideal a cada momento econômico.  Política Fiscal – controla as receitas e despesas do governo, através da aplicação de carga tributária exercida pelos agentes econômicos com base nos tributos captados.  Política de Crédito – determina o controle da taxa de juros ao consumidor, contribuindo para um aumento ou redução do consumo e por conseguinte do índice inflacionário.
  • 12.
  • 13.
     O SistemaFinanceiro Nacional tem na sua composição, como entidade supervisora, (A) a Caixa Econômica Federal. (B) o Banco Central do Brasil. (C) o Banco da Amazônia. (D) o Banco do Nordeste. (E) o Banco do Brasil.  (AFC/CGU 2008) - Com relação a composição do SFN, aponte a entidade que não desempenha o papel de supervisora no referido Sistema. a) BACEN b) Superintendência de Previdência Complementar (PREVIC) c) Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) d) Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e) Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
  • 14.
     Considere arelação de instituições financeiras a seguir. I – Banco do Brasil II – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social III – Bancos Comerciais IV – Bancos Regionais de Desenvolvimento V – Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento VI – Bancos de Investimento São consideradas instituições financeiras monetárias APENAS as nomeadas em (A) I e II. (B) I e III. (C) III e IV. (D) I, III e V. (E) I, III e VI.  As instituições financeiras não monetárias (A) incluem os bancos comerciais. (B) incluem as cooperativas de crédito. (C) incluem as caixas econômicas. (D) captam recursos através da emissão de títulos. (E) captam recursos através de depósitos à vista.
  • 17.
  • 18.
    18 CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN)- COMPOSIÇÃO É constituído pelos seguintes membros:  Ministro de Estado da Fazenda (Presidente)  Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão  Presidente do Banco Central do Brasil Os serviços de secretaria do CMN são exercidos pelo Banco Central Obs: CMN não é uma autarquia mas sim um CONSELHO
  • 19.
    19 CMN - Competências Estabelecer as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e creditícia  Regular as condições de constituição, funcionamento e fiscalização das instituições financeiras  Disciplinar os instrumentos de política monetária e cambial  Zelar pela liquidez da Economia e das Instituições Financeiras.
  • 20.
    20 CMN - Objetivos Adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia nacional e seu processo de desenvolvimento  Regular o valor interno da moeda, para tanto prevenindo ou corrigindo os surtos inflacionários ou deflacionários de origem interna ou externa, as depressões econômicas e outros desequilíbrios oriundos de fenômenos conjunturais  Regular o valor externo da moeda e o equilíbrio no balanço de pagamento do País, tendo em vista a melhor utilização dos recursos em moeda estrangeira  Orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras, quer públicas, quer privadas, tendo em vista propiciar, nas diferentes regiões do País, condições favoráveis ao desenvolvimento harmônico da economia nacional
  • 21.
    21 CMN - Objetivos Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos financeiros, com vistas à maior eficiência do sistema de pagamentos e de mobilização de recursos, fixando o capital mínimo das Instituições Financeiras.  Coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida pública, interna e externa  Autorizar emissões de papel moeda  Aprovar orçamentos monetários preparados pelo Banco Central do Brasil
  • 22.
    22 BACEN  Banco Centraldo Brasil - Bacen - uma autarquia federal, vinculada ao Ministério da Fazenda, criada para ser o agente da sociedade brasileira na promoção da estabilidade do poder de compra da moeda brasileira. O Bacen é o órgão executivo central do sistema financeiro, funciona como secretaria executiva do CMN, cabendo-lhe a responsabilidade de cumprir as disposições que regulam o funcionamento do SFN e as normas expedidas pelo Conselho, é considerado o "Banco dos Bancos". Missão e Objetivos: Tem como missão institucional assegurar a estabilidade do poder de comércio da moeda, bem como a solidez do Sistema Financeiro Nacional. Seu objetivo subdivide-se em três macroprocessos: - Formular e gerir as políticas monetárias e cambial, compatíveis com as diretrizes do Governo Federal (CMN); - Regular e supervisionar o Sistema Financeiro Nacional; - Administrar o sistema de pagamentos brasileiro - SPB e o meio circulante.
  • 23.
     Atribuições BACEN -Realizar operações de redesconto/empréstimo às instituições financeiras dentro de um enfoque de política econômica do Governo ou como socorro a problemas de liquidez (empréstimo Banco para Banco); - Efetuar, como instrumento de política monetária, operações de compra e venda de títulos públicos federais; - Estabelecer as condições para o exercício de qualquer cargo de direção nas instituições financeiras privadas (responsável pela movimentação do dinheiro); - Vigiar a interferência de outras empresas nos mercados financeiros e de capitais, exercer controle de crédito. Obs: O BC não fiscaliza e nem autoriza o funcionamento das administradoras cartões, pois elas não são instituições financeiras e, muito menos, fazem parte do Sistema Financeiro Nacional, são acompanhadas pelos organismos de proteção ao consumidor, por outro lado as Adm. de Consórcio tem acompanhamento de suas atividades pelo BACEN.
  • 24.
    24 BACEN - Funções PolíticaMonetária tem por objetivo controlar a expansão da moeda e do crédito e exercer controle sobre a taxa de juros, utilizando-se dos instrumentos clássicos:  Operações de mercado aberto – maior versatilidade em acomodar as variações diárias da liquidez.  Reservas compulsórias – influenciar a disponibilidade das reservas bancárias e controlar a expansão dos agregados monetários;  Assistência financeira de liquidez – determina o custo no não cumprimento dessas exigibilidades compulsórias, influenciando a atuação dos agentes financeiros.
  • 25.
    25 Comparativo CMN BACEN • Emitepapel-moeda; • Recebe recolhimento compulsório e depósitos voluntários dos Bancos; • Realiza operações de Redesconto e empréstimos a Bancos; • Efetua Instrumento de Política Monetária, operações de compra e venda de títulos públicos; • Controla o fluxo de capitais estrangeiros e funcionamento do mercado cambial, operações no exterior. •Autoriza a emissões de papel- moeda; • Determina as taxas do recolhimento compulsório dos Bancos; • Regula operações de Redesconto; • Estabelece normas para transações com títulos públicos; • Coordena as políticas monetária, creditícia, orçamentária, fiscal e da dívida interna e externa.
  • 26.
  • 27.
    Exercícios de ProvasAnteriores  O Conselho Monetário Nacional (CMN) é integrado pelo Ministro da Fazenda, (A) Presidente do Banco Central do Brasil e Presidente da Comissão de Valores Mobiliários. (B) Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão e Presidente do Banco Central do Brasil. (C) Presidente do Banco Central do Brasil e membros do Comitê de Política Monetária. (D) Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Presidente do Banco Central do Brasil. (E) Presidente do Banco do Brasil e Presidente da Caixa Econômica Federal.  A função de zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras autorizadas a funcionar no País é (A) da Federação Brasileira de Bancos. (B) do Fundo Garantidor de Crédito. (C) da Comissão de Valores Mobiliários. (D) do Ministério da Fazenda. (E) do Conselho Monetário Nacional.
  • 28.
     Com relaçãoà atuação do Banco Central do Brasil, é correto afirmar que ele (A)) pode realizar operações de redesconto para instituições financeiras. (B) não pode comprar ou vender títulos públicos federais. (C) pode limitar as taxas de juros. (D) pode determinar o capital mínimo das companhias abertas, no mercado de capitais. (E) fiscaliza as companhias de seguro. ________________________________________________________  Uma forma de buscar a segurança do sistema financeiros e dá com a fixação do capital mínimo das instituições financeiras, cuja competência é do (A) Ministro da Fazenda. (B) Presidente da República. (C)) Conselho Monetário Nacional. (D) Banco Central do Brasil. (E) Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.
  • 29.
     O ConselhoMonetário Nacional constitui a autoridade maior na estrutura do sistema financeiro nacional. Dentre as suas competências, é correto afirmar que (A) concede autorização às instituições financeiras, a fim de que possam funcionar no país. (B) efetua o controle dos capitais estrangeiros. (C)) regula a constituição, o funcionamento e a fiscalização das instituições financeiras. (D) fiscaliza o mercado cambial. (E) recebe os recolhimentos compulsórios das instituições financeiras. _________________________________________________________  NÃO se refere a uma competência do Banco Central do Brasil: (A) exercer a fiscalização das instituições financeiras. (B) executar os serviços do meio circulante. (C) emitir moeda-papel e moeda metálica. (D) receber os recolhimentos compulsórios. (E)) fixar as diretrizes e normas da política cambial.
  • 30.
     São atribuiçõesdo CMN e BACEN respectivamente: a) -garantir o poder de compra da moeda nacional; - adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia; b) -realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras; - regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos; c) - autorizar o funcionamento das instituições financeiras - orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras; d)- zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; - zelar pela adequada liquidez da economia e pelo aperfeiçoamento do sistema financeiro e) - emitir papel-moeda e moeda metálica executando os serviços do meio circulante; - coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária e da dívida pública interna e externa.
  • 31.
     O BACENtem como premissa a Política Monetária que tem por objetivo controlar a expansão da moeda e do crédito e exercer controle sobre a taxa de juros, utilizando-se das seguintes operações: a)Compra e Venda de Moeda e controle da Base Monetária b)Open-market, Redesconto e Depósito Compulsório c)Controle dos meios de pagamento, controle do crédito d)Atingimento de metas, câmbio e política de crédito e)Controle da Base Monetária e do papel moeda.
  • 32.
     O ConselhoMonetário Nacional é a entidade superior do sistema financeiro nacional, NÃO sendo de sua competência (A) estabelecer a meta de inflação. (B) zelar pela liquidez e pela solvência das instituições financeiras. (C) regular o valor externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos. (D) regular o valor interno da moeda, prevenindo e corrigindo surtos inflacionários ou deflacionários. (E) fixar o valor do superávit primário do orçamento público.  O Banco Central do Brasil é o órgão executivo central do sistema financeiro e suas competências incluem (A) aprovar o orçamento do setor público brasileiro. (B) aprovar e garantir todos os empréstimos do sistema bancário. (C) administrar o serviço de compensação de cheques e de outros papéis. (D) organizar o funcionamento das Bolsas de Valores do país. (E) autorizar o funcionamento, estabelecendo a dinâmica operacional de todas as instituições financeiras do país.
  • 33.
  • 34.
    37 CONSELHO DE RECURSOSDO SFN (CRSFN)  São atribuições do Conselho de julgar em segunda e última instância administrativa os recursos interpostos nas decisões relativas as penalidades aplicadas pelo BACEN, CVM e SECEX.  Estrutura: representantes da CVM, M.Fazenda,BACEN, SECEX (MIDIC) e 4 de entidades de classe.
  • 35.
    38 Formação da Taxade Juros  O COPOM (Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil) instituído em 1996 tem como objetivo estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros de nome SELIC que corresponde a média dos financiamentos diários com lastro em títulos federais, apurados pelo sistema especial de liquidação e custódia (SELIC).
  • 36.
    39 Quanto ao COPOM A atual política monetária do país possui meta de inflação que confere na determinação das taxas de juros uma enorme importância para o rumo da Economia do país.  O Comitê que reune-se a cada 45 dias e divulga a Ata da Reunião na semana seguinte, sendo que o Comitê pode definir um viés da taxa para baixo ou para o alto, neste caso o Presidente do BC tem poderes para alterar a taxa sem convocar reunião, por outro senão houver viés será obrigado esperar a nova reunião do COPOM.
  • 37.
    40 COPOM - Composição O COPOM é composto por membros da Diretoria Colegiada do BC: o Presidente que possui o voto de qualidade, além dos diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Sistema Financeiro, Fiscalização e Administração.
  • 38.
    41 O que influenciao COPOM na determinação da Taxa SELIC  Fatores externos: - estabilidade/instabilidade em economias emergentes BRIC e EUA, além dos preços do petróleo no mercado internacional.  Fatores internos: pressão inflacionária, contensão do consumo e estímulo a poupança ou ao contrário para gerar mais empregos, além de entressafras ou super-safras.
  • 39.
  • 40.
     O Comitêde Política Monetária − COPOM tem como objetivo: (A) Reunir periodicamente os ministros da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão e o presidente do Banco Central do Brasil. (B) Coletar as projeções das instituições financeiras para a taxa de inflação. (C) Divulgar mensalmente as taxas de juros de curto e longo prazos praticadas no mercado financeiro. (D) Promover debates acerca da política monetária até que se alcance consenso sobre a taxa de juros de curto prazo a ser divulgada em ata. (E) Implementar a política monetária e definir a meta da Taxa SELIC e seu eventual viés. _____________________________________________________  O Comitê de Política Monetária (COPOM) (A) divulga semanalmente a taxa de juros de curto prazo verificada no mercado financeiro. (B) tem como objetivo cumprir as metas para a inflação definidas pela Presidência da República. (C) é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil. (D) tem suas decisões homologadas pelo ministro da Fazenda. (E) discute e determina a atuação do Banco Central do Brasil no mercado de câmbio.
  • 41.
     O Conselhode Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN) é um órgão colegiado, integrante da estrutura do Ministério da Fazenda, que julga recursos I. em segunda e última instância administrativa. II. em primeira instância, de decisões do Banco Central do Brasil relativas a penalidades por infrações à legislação cambial. III. de decisões da Comissão de Valores Mobiliários relativas a penalidades por infrações à legislação de capitais estrangeiros. Está correto o que consta em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III.
  • 42.
  • 43.
    46 Conselho Nacional deSeguros Privados (CNSP)  Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) - órgão responsável por fixar as diretrizes e normas da política de seguros privados; é composto pelo Ministro da Fazenda (Presidente), representante do Ministério da Justiça, representante do Ministério da Previdência Social, Superintendente da Superintendência de Seguros Privados, representante do Banco Central do Brasil e representante da Comissão de Valores Mobiliários.  Dentre as funções do CNSP estão: regular a constituição, organização, funcionamento e fiscalização dos que exercem atividades subordinadas ao SNSP, bem como a aplicação das penalidades previstas; fixar as características gerais dos contratos de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro; estabelecer as diretrizes gerais das operações de resseguro; prescrever os critérios de constituição das Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência Privada Aberta e Resseguradores, com fixação dos limites legais e técnicos das respectivas operações e disciplinar a corretagem de seguros e a profissão de corretor.
  • 44.
    Superintendência de SegurosPrivados (SUSEP)  Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) - autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda; é responsável pelo controle e fiscalização do mercado de seguro, previdência privada aberta e capitalização. Dentre suas atribuições estão: fiscalizar a constituição, organização, funcionamento e operação das Sociedades Seguradoras, de Capitalização, Entidades de Previdência Privada Aberta e Resseguradores, na qualidade de executora da política traçada pelo CNSP;  atuar no sentido de proteger a captação de poupança popular que se efetua através das operações de seguro, previdência privada aberta, de capitalização e resseguro; zelar pela defesa dos interesses dos consumidores dos mercados supervisionados; promover o aperfeiçoamento das instituições e dos instrumentos operacionais a eles vinculados; promover a estabilidade dos mercados sob sua jurisdição; zelar pela liquidez e solvência das sociedades que integram o mercado; disciplinar e acompanhar os investimentos daquelas entidades, em especial os efetuados em bens garantidores de provisões técnicas; cumprir e fazer cumprir as deliberações do CNSP e exercer as atividades que por este forem delegadas; prover os serviços de Secretaria Executiva do CNSP.
  • 45.
    Conselho Nacional dePrevidência Complementar (CNPC)  Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) é um órgão colegiado que integra a estrutura do Ministério da Previdência Social e cuja competência é regular o regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão).
  • 46.
    Superintendência Nacional de PrevidênciaComplementar (PREVIC)  A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC) é uma autarquia vinculada ao Ministério da Previdência Social, responsável por fiscalizar as atividades das entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão).  A Previc atua como entidade de fiscalização e de supervisão das atividades das entidades fechadas de previdência complementar e de execução das políticas para o regime de previdência complementar operado pelas entidades fechadas de previdência complementar, observando, inclusive, as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional e pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar.
  • 47.
    Entidades fechadas deprevidência complementar (fundos de pensão)  As entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão) são organizadas sob a forma de fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos e são acessíveis, exclusivamente, aos empregados de uma empresa ou grupo de empresas ou aos servidores da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, entes denominados patrocinadores ou aos associados ou membros de pessoas jurídicas de caráter profissional, classista ou setorial, denominadas instituidores. As entidades de previdência fechada devem seguir as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional, por meio da Resolução 3.121, de 25 de setembro de 2003, no que tange à aplicação dos recursos dos planos de benefícios.
  • 48.
    51 Entidades Abertas dePrevidência Complementar  São entidades abertas sob forma de sociedades anônimas e têm por objetivo instituir e operar planos de benefícios de caráter previdenciário concedidos em forma de renda continuada ou pagamento único, acessíveis a qualquer pessoa física.
  • 49.
    Entidades abertas deprevidência complementar  Entidades abertas de previdência complementar - são entidades constituídas unicamente sob a forma de sociedades anônimas e têm por objetivo instituir e operar planos de benefícios de caráter previdenciário concedidos em forma de renda continuada ou pagamento único, acessíveis a quaisquer pessoas físicas. São regidas pelo Decreto-Lei 73, de 21 de novembro de 1966, e pela Lei Complementar 109, de 29 de maio de 2001. As funções do órgão regulador e do órgão fiscalizador são exercidas pelo Ministério da Fazenda, por intermédio do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).
  • 50.
     INSTITUTO DERESSEGUROS DO BRASIL  IRB funciona como câmara de compensação  O IRB é uma espécie de câmara de compensação do setor de seguros. Quando uma seguradora ultrapassa suas capacidades de garantia, o IRB absorve o excesso via resseguro. Caso as quantias envolvidas ultrapassem a capacidade do próprio IRB, ele repassa a diferença a maior para as diversas empresas do mercado, pulverizando o risco, na operação que se chama de retrocessão. Se assim mesmo não for possível obter todo o montante necessário para a garantia, procura-se outras seguradoras no exterior.  Há ocasiões em que o IRB sempre tem que ser solicitado. É o caso de seguros de grandes valores.  O seguro de aeronave, por exemplo, e das plataformas de petróleo, que valem em torno de 350 milhões de dólares. O IRB é acionado e vai procurar cobertura no mercado segurador estrangeiro.
  • 51.
    Resseguradores - Entidades,constituídas sob a forma de sociedades anônimas, que têm por objeto exclusivo a realização de operações de resseguro e retrocessão. O Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) é empresa resseguradora vinculada ao Ministério da Fazenda. Instituto de Resseguros do Brasil(IRB)
  • 52.
    55 IRB – INSTITUTODE RESSEGUROS DO BRASIL  Sociedade de Economia Mista que regula: - Co-seguro – reparte o risco com outras seguradoras, dividindo as obrigações com pagamento de prêmio proporcional; - Resseguro – a companhia contrata um seguro com órgão ressegurador para reduzir suas responsabilidades em altas somas. - Retrocessão – reparte o risco com outras seguradoras que cede parcela proporcional a outra.
  • 53.
    Sociedades seguradoras  Sociedadesseguradoras - são entidades, constituídas sob a forma de sociedades anônimas, especializadas em pactuar contrato, por meio do qual assumem a obrigação de pagar ao contratante (segurado), ou a quem este designar, uma indenização, no caso em que advenha o risco indicado e temido, recebendo, para isso, o prêmio estabelecido.
  • 54.
    Sociedades de capitalização Sociedades de capitalização - são entidades, constituídas sob a forma de sociedades anônimas, que negociam contratos (títulos de capitalização) que têm por objeto o depósito periódico de prestações pecuniárias pelo contratante, o qual terá, depois de cumprido o prazo contratado, o direito de resgatar parte dos valores depositados corrigidos por uma taxa de juros estabelecida contratualmente; conferindo, ainda, quando previsto, o direito de concorrer a sorteios de prêmios em dinheiro.
  • 55.
    Planos de PrevidênciaAberta  O PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) é uma moderna modalidade de plano de previdência complementar, na qual as contribuições feitas pelos participantes são aplicadas no Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Especialmente Constituídos - FICs, onde 100% da rentabilidade é repassada para o próprio participante. O plano oferece transparência e flexibilidade, e o participante escolhe o perfil conforme a composição da carteira de investimentos do respectivo fundo. As contribuições podem ser feitas mensalmente ou de uma única vez. Em qualquer das opções pode-se efetuar aportes (Contribuições Adicionais a qualquer momento).  VGBL - Desenvolvido com base no PGBL, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é um seguro de vida que garante cobertura em caso de sobrevivência, funcionando, portanto, como um plano de previdência. Periodicamente o cliente realiza aportes para o plano, que são aplicados em um FIC (Fundo de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento Especialmente Constituídos). O dinheiro vai rendendo ao longo do tempo e assim o cliente vai formando uma reserva. Quando chegar a idade escolhida pelo cliente para se aposentar, o que não precisa coincidir com a idade da aposentadoria pelo INSS, ele poderá optar por receber sua renda em uma única parcela ou então em quantias mensais.
  • 56.
    Planos de Previdência– I.R  PGBL - Abatimento* das contribuições no Imposto de Renda (até o limite de 12% da Renda Bruta anual) durante o período de acumulação. Sobre os valores de resgate e rendas haverá a incidência de tributação conforme alíquota da tabela do Imposto de Renda Pessoa Física em vigor. (Para os contribuintes que preenchem a declaração completa de IR)  VGBL - Tratamento fiscal Durante o período de acumulação, os recursos aplicados estão isentos de tributação sobre os rendimentos. Somente no momento do recebimento de renda ou resgate haverá a incidência de Imposto de Renda, apenas sobre os rendimentos aferidos. ( Para contribuintes isentos de declarar ou que utilizam a declaração simplificada de IR)
  • 58.
  • 59.
     As entidadesfechadas de previdência complementar, também conhecidas como fundos de pensão, são organizadas sob a forma de: (A) fundos PGBL − Plano Gerador de Benefício Livre. (B) fundos VGBL − Vida Gerador de Benefício Livre. (C) empresas vinculadas ao Ministério da Fazenda e fiscalizadas pela SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. (D) planos que devem ser oferecidos a todos os colaboradores e que também podem ser adquiridos por pessoas que não tenham vínculo empregatício com a empresa patrocinadora. (E) fundação ou sociedade civil, sem fins lucrativos e acessíveis, exclusivamente, aos empregados de uma empresa ou grupo de empresas.  _______________ Compete, privativamente, ao Conselho Nacional de Seguros Privados, em relação às entidades de previdência privada, (A) processar os pedidos de autorização para fins de constituição, funcionamento, fusão, incorporação, grupamento, transferência de controle e reforma dos estatutos das entidades abertas. (B)) estabelecer as normas gerais de contabilidade, atuária e estatística a serem observadas por essas entidades. (C) proceder à liquidação das entidades abertas que tiverem cassada a autorização para funcionar no País. (D) autorizar a movimentação e a liberação de bens e valores obrigatoriamente inscritos em garantia do capital, das reservas técnicas e dos fundos especiais das entidades abertas de previdência privada. (E) proceder à inscrição dos corretores de planos previdenciários, de entidades abertas de previdência privada; fiscalizar suas atividades e aplicar as penas cabíveis. _________________________________________________________
  • 60.
     Em relaçãoàs entidades de previdência privada abertas, é correto afirmar: (A) O balanço e os balancetes deverão ser enviados ao Banco Central para exame técnico das reservas e provisões constituídas. (B) É permitida a realização de operações comerciais e financeiras com seus diretores e membros dos conselhos consultivos, administrativos, fiscais ou assemelhados, desde que as operações sejam aprovadas pela assembléia geral. (C)) Os bens garantidores das reservas técnicas, fundos e provisões serão registrados na SUSEP e não poderão ser alienados, prometidos alienar ou de qualquer forma gravados sem sua prévia e expressa autorização. (D) Os estatutos das entidades sem fins lucrativos não poderão estabelecer distinção entre associados controladores e simples participantes dos planos de benefícios. (E) Nas entidades sem fins lucrativos, as despesas administrativas não poderão exceder os limites fixados anualmente pela Comissão de Valores Mobiliários. _________________________________________________________  As sociedades seguradoras (A) devem ter patrimônio líquido inferior ao valor do seu passivo não operacional. (B) são autorizadas a funcionar através de Portaria do Ministro da Fazenda. (C) têm autonomia completa para decidir ou não aceitar resseguros. (D)) estão impedidas de explorar qualquer outro ramo de comércio ou indústria. (E) têm autonomia para distribuir lucros ou quaisquer fundos correspondentes às suas reservas patrimoniais
  • 61.
     As EntidadesAbertas de Previdência Complementar caracterizam-se por (A) terem como órgão responsável a Superintendência Nacional de Previdência Complementar − PREVIC. (B) não permitirem a portabilidade da provisão matemática de benefícios a conceder. (C) proporcionarem planos com benefício de renda por sobrevivência, renda por invalidez, pensão por morte, pecúlio por morte e pecúlio por invalidez. (D) aceitarem contratação de planos previdenciários exclusivamente de forma individual. (E) oferecerem planos destinados apenas a funcionários de uma empresa ou grupo de empresas.  Os corretores de seguros (A)) têm de responder civilmente pelos prejuízos que causarem por omissão, imperícia ou negligência no exercício da profissão. (B) devem habilitar seu registro perante a Fundação Nacional de Seguros-FUNENSEG por meio de prova de capacitação promovida pela Superintendência de Seguros Privados-SUSEP. (C) recebem comissão sobre seus serviços, cuja percentagem independe do ramo do seguro e da companhia seguradora. (D) são profissionais de vendas vinculados às companhias seguradoras para comercializar exclusivamente os produtos da empresa contratante. (E) são simples intermediários entre as seguradoras e os segurados, não sendo sua responsabilidade esclarecer dúvidas sobre carências, coberturas ou validade do contrato.
  • 62.
    65 AUTORIDADES DE APOIO CVM– BNDES – CAIXA - BB
  • 63.
    CVM (Comissão deValores Mobiliários)
  • 64.
  • 65.
    69 BNDES  É umaex-autarquia federal enquadrada como empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior e tem por objetivo apoiar empreendimentos para desenvolvimento do país.  BNDES – É uma instituição responsável pela política de investimentos de médio e principalmente de longo prazo do Governo Federal, sendo a principal órgão de fomento. Passou a ser responsável pelo processo de privatização de empresas estatais.  BNDES não é considerado um banco de Desenvolvimento, apesar de ser o fomentador no país.  A BNDESPAR,subsidiária integral, investe em empresas nacionais por meio da subscrição de ações e debêntures conversíveis.
  • 66.
    70 BNDES  Suas linhasde apoio contemplam financiamentos de longo prazo e custos competitivos, para o desenvolvimento de projetos de investimentos e para a comercialização de máquinas e equipamentos novos, fabricados no país, bem como para o incremento das exportações brasileiras. Contribui, também, para o fortalecimento da estrutura de capital das empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais.  Desde a sua fundação, em 20 de junho de 1952, o BNDES vem financiando os grandes empreendimentos industriais e de infra- estrutura tendo marcante posição no apoio aos investimentos na agricultura, no comércio e serviço e nas micro, pequenas e médias empresas, e aos investimentos sociais, direcionados para a educação e saúde, agricultura familiar, saneamento básico e ambiental e transporte coletivo de massa.
  • 67.
    71 BANCO DO BRASILS/A (BB) Banco múltiplo, representa o governo:  na função de agente financeiro do governo  na política de crédito rural,  nas operações de compra e venda de moeda estrangeira,  na compensação de cheques,  No recebimento de depósitos judiciais federais, juntamente com a CAIXA.
  • 68.
  • 69.
    73 CAIXA  Principal agentede políticas públicas do governo federal.  Empresa 100% pública que atende não apenas aos seus clientes, mas todos trabalhadores formais do país, por meio do pagamento do PIS, FGTS, seguro- desemprego, programas sociais (bolsa família) e loterias.  Agente financeiro do governo responsável pela execução de sua política habitacional.  Centraliza o recolhimento e aplicação dos recursos oriundos do FGTS.
  • 70.
    SBPESBPE CAIXACAIXA SociedadesSociedades dede CréditoCrédito ImobiliárioImobiliário AssociaçõesAssociações dede Poupança ePoupança e EmpréstimoEmpréstimo BancosBancos MúltiplosMúltiplos ACAPTAÇÃO DE RECURSOS DESTAS INSTITUIÇÕESA CAPTAÇÃO DE RECURSOS DESTAS INSTITUIÇÕES É FEITA POR MEIO DE RECURSOS DAS CADERNETAS DE POUPANÇAÉ FEITA POR MEIO DE RECURSOS DAS CADERNETAS DE POUPANÇA E DOS FUNDOS PROVENIENTES DO FGTSE DOS FUNDOS PROVENIENTES DO FGTS
  • 71.
    75 CAIXA  Possui parceriascom o poder público, especialmente o municipal, para implantação de projetos de infra-estrutura.  A empresa é responsável pela inclusão social.  Patrocina o atletismo, a ginástica, enquanto as Loterias CAIXA patrocinam o Comitê para- olímpico.  Loterias tem importante fonte de recursos para área social.  A CAIXA opera e paga o Bolsa Família.
  • 72.
  • 73.
     Compete àComissão de Valores Mobiliários – CVM disciplinar as seguintes matérias: I. registro de companhias abertas. II. execução da política monetária. III. registro e fiscalização de fundos de investimento. IV. registro de distribuições de valores mobiliários. V. custódia de títulos públicos. Está correto o que se afirma APENAS em (A) I, II e III. (B) I, II e IV. (C) I, III e IV. (D) II, III e V. (E) III, IV e V.
  • 75.
     Compete aoBanco do Brasil S.A.: a) executar os serviços do meio-circulante b) ser depositário das reservas oficiais de ouro e moeda estrangeira c) ser agente pagador e recebedor fora do País d) exercer o controle dos capitais estrangeiros e) receber os recolhimentos compulsórios das instituições financeiras.  Em relação aos subsistemas normativos, é correto afirmar que NÃO é função da CVM disciplinar o(a): (A) registro de companhias abertas. (B) registro de distribuições de valores mobiliários. (C) empréstimo a instituições financeiras. (D) organização, o funcionamento e a operação de bolsas de valores. (E) administração de carteiras e a custódia de valores mobiliários.
  • 76.
     Em relaçãoao Banco do Brasil S.A., analise as afirmações abaixo. I. É sociedade de economia mista controlada pela União. II. Seu Presidente é nomeado pelo Presidente do Banco Central, após aprovação do Senado Federal. III. Executa os serviços de compensação de cheques e outros papéis. IV. É agente financeiro do Tesouro Nacional. V. É o principal executor dos serviços bancários de interesse do governo federal. a) Uma afirmação está correta. b) Duas afirmações estão corretas. c) Três afirmações estão corretas. d) Quatro afirmações estão corretas. e) Cinco afirmações estão corretas.  A opção correta é: a) A Caixa Econômica Federal é a instituição financeira das políticas para habitação popular e saneamento básico. b) A CVM é classificada como intermediário financeiro. c) O Banco do Brasil tem função típica de Autoridade Monetária. d) O BNDES é a instituição responsável pela política de investimentos de curto e médio prazo do Governo Federal. e) Na política financeira, após o Plano Collor, o Banco do Brasil ficou responsável por gerir todo o processo de privatização.
  • 77.
     São objetivosdo BNDES, com exceção de: a) fortalecer o setor empresarial nacional b) captar recursos a curto prazo c) criar pólos de produção para alterar desequilíbrios regionais d) promover o crescimento e a diversificação das exportações e) impulsionar o desenvolvimento econômico do país  Qual o mercado que a Comissão de Valores Monetários regula: a)Capitais b)Financeiro c)Crédito d)Câmbio e)Monetário
  • 78.
  • 79.
    83 Instituições de Créditode Curto Prazo - Bancos Comerciais; - Caixas Econômicas; - Bancos Cooperativos/Cooperativas de Crédito; - Bancos Múltiplos com carteira comercial.
  • 80.
    84 Instituições de Créditode Médio e Longo Prazos  Bancos de Desenvolvimento;  Bancos de Investimento;  Caixas Econômicas;  Banco Múltiplo com Carteira Comercial de Investimento e Desenvolvimento.
  • 81.
    85 CAIXAS ECONÔMICAS (CE) Função: Sua principal atividade e integrar o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Equiparam-se aos bancos comerciais, pois podem captar depósitos e realizar operações ativas e de prestação de serviços, dirigidas às Pessoas Físicas. Têm competência para venda de bilhetes de loterias e possui com sua principal fonte de recurso os depósitos em cadernetas de poupança.
  • 82.
    86 BANCOS COMERCIAIS  Objetivo: -proporcionar recursos para financiar no curto e médio prazos o comércio, indústria, empresas prestadoras e pessoas físicas. - são intermediários financeiros que recebem recursos e distribuem recursos, através do efeito multiplicador do crédito que recebe e concede.
  • 83.
    87 Bancos Comerciais –Operações  Operações ativas – empréstimos e financiamentos para os clientes;  Operações passivas – depósitos e aplicações dos clientes;  Operações acessórias – possuem menor importância financeira para os bancos são definidas como prestações de serviços, tais como: Operações Acessórias (Cobrança. Garantias Bancárias Reais: Hipoteca, Penhor e Caução. Alienação Fiduciária e Pessoal: fiança e aval).
  • 84.
    88 BANCOS DE DESENVOLVIMENTO(BD)  O BNDES é o principal agente do Governo no financiamento de médio e longo prazos aos setores primário, secundário e terciário.  Os bancos estaduais de desenvolvimento são instituições financeiras controladas pelos governos estaduais para crédito de médio e longo prazos.  Exemplos: BASA (Banco da Amazônia) e BNB (Banco do Nordeste do Brasil).
  • 85.
    89 BANCOS DE DESENVOLVIMENTO São instituições financeiras controladas pelos governos estaduais e têm como objetivo precípuo proporcionar financiamentos no médio e longos prazos.  Os bancos estaduais de desenvolvimento foram criados para o crescimento econômico dos estados e municípios com repasse de órgãos financeiros e do Governo Federal.
  • 86.
    90 Cooperativa de Crédito(CC)  Atuam basicamente no setor primário da economia com o objetivo de permitir uma melhor comercialização de produtos rurais e facilidade no escoamento de safras.  Oferecem crédito aos funcionários por meio de uma contribuição mensal sobre o salário.  Operam com depósitos a vista, cheque, recebimento de contas e folha de pagt°.
  • 87.
    91 Cooperativas de Crédito São sociedade de pessoas e possuem natureza jurídica própria;  Limite mínimo de 20 cooperados;  Vedada a utilização da palavra Banco;  Podem conceder crédito somente aos associados;  Os depósitos realizados nas cooperativa de crédito não são amparados pelo Fundo Garantidor de Crédito;  Cooperativas singulares ou de 1º grau: quando destinadas a prestar serviços diretamente aos associados.  Cooperativas centrais e federações ou 2º Grau: objetivam organizar serviços econômicos e assistenciais para os associados;  Confederações de cooperativas ou 3º grau, organizam empreendimentos de maior vulto financeiro.
  • 88.
    92 Bancos Comerciais Cooperativos Deve fazer constar, obrigatoriamente, de sua denominação a expressão "Banco Cooperativo".  Desde 1995 o BC autorizou a constituição como bancos comerciais na forma de sociedades anônimas de capital fechado, permitindo a captação de recursos no exterior, atividade vetada as cooperativas de crédito.  O dinheiro angariado deve ser aplicado na própria região.
  • 89.
    93 Banco Comercial Cooperativo É o banco comercial ou banco múltiplo constituído, obrigatoriamente, com carteira comercial.  Diferencia-se dos demais por ter como acionistas controladores cooperativas centrais de crédito, as quais devem deter no mínimo 51% das ações com direito a voto.
  • 90.
    94 BANCOS DE INVESTIMENTO Obrigatoriamente na sua denominação social deve possuir a expressão Banco de Investimento.  Operações ativas – financiamento de capital giro e fixo das empresas, além de aquisição de ações e títulos mobiliários para investimento na revenda no mercado de capitais.  Operações passivas – vendas de cotas de fundos e CDB/RDB
  • 91.
     Não possuemcontas correntes e captam recursos via depósitos a prazo, repasses de recursos externos, internos e venda de cotas de fundos de investimento por eles administrados.  Financiamento e Capital de Giro Fixo – Médio a Longo Prazo;  Sociedade Anônima com obrigatoriedade do nome “Banco de Investimento”  As principais operações ativas são financiamento de capital de giro e capital fixo, subscrição ou aquisição de títulos e valores mobiliários, depósitos interfinanceiros e repasses de empréstimos externos. BANCOS DE INVESTIMENTO
  • 92.
    96 SOCIEDADE DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO(SCI)  São instituições financeiras constituídas sob forma de S.A que atuam no financiamento habitacional.  Constituem suas operações passivas os depósitos de poupança, a emissão de letras e cédulas hipotecárias.
  • 93.
    97 Sociedades de CréditoImobiliário  Foram criadas pelo governo para financiar o mercado imobiliário, utilizando a caderneta de poupança como instrumento de captação.  Juntamente com a APE são entidades financeiras privadas de apoio ao SFH, voltadas a população de ALTA RENDA.
  • 94.
    98 ASSOCIAÇÃO DE POUPANÇAE EMPRÉSTIMO (APE)  Constituídas sob a forma de sociedade civil, sendo de propriedade comum dos associados, suas operações: Ativas: financiamentos imobiliários (SFH); Passivas: letras hipotecárias e depósitos de caderneta de poupança. Atualmente existe apenas a POUPEX do BB. Sua função é de que o futuro mutuário venha fazer poupança para compra de seu imóvel, voltado para classe de Alta Renda.
  • 95.
    99 Sociedade de Crédito,Financiamento e Investimento (Financeira)  Sua função é financiar bens de consumo duráveis por meio do “crediário” ou crédito direto ao consumidor “CDC”.  Não podem manter conta corrente, sua captação é por meio de Letras de Câmbio (LC) – Títulos de crédito sacados pelos financiados e aceitos pelas financeiras para colocação junto ao público.
  • 96.
  • 97.
  • 98.
  • 99.
  • 100.
  • 101.
  • 102.
    Sociedade de Créditoao Microempreendedor
  • 103.
  • 104.
  • 106.
     O principalproduto de uma instituição financeira é: a) abrir cadernetas de poupança; b) prestar atendimento recebendo contas e carnês; c) intermediação financeira; d) cobrar tarifas por serviços prestados; e) adquirir novos equipamentos tecnológicos.
  • 107.
     (ESAF/Banco Central/Analista/2002) Dasopções abaixo, assinale aquela que contém um participante do sistema financeiro nacional que não pode captar recursos por meio de depósitos a vista. a) Banco Múltiplo com carteira comercial b) Banco Comercial c) Caixa Econômica d) Cooperativa de Crédito e) Banco de Desenvolvimento  A respeito do Sistema Financeiro Nacional, analise as afirmações abaixo. I. O Sistema Financeiro Nacional pode ser definido como o conjunto de órgãos e instituições que regulam e executam as operações relativas à circulação da moeda e do crédito. II. O Conselho Monetário Nacional é o órgão máximo do Sistema Financeiro Nacional. III. O Banco Central do Brasil é órgão deliberativo, a quem compete cumprir as normas do Conselho Monetário Nacional. IV. O Banco do Brasil S.A. é autoridade monetária. V. A Comissão de Valores Mobiliários é autoridade de apoio. a) Uma afirmação está correta. b) Duas afirmações estão corretas. c) Três afirmações estão corretas. d) Quatro afirmações estão corretas. e) Cinco afirmações estão corretas.
  • 108.
    Assinale a alternativaque esteja errada: a)São atribuições do Conselho de Recursos:do SFN (CRSFN) julgar em segunda e última instância administrativa os recursos interpostos das decisões relativas às penalidades administrativas aplicadas pelo Banco Central do Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários e pela Secretaria de Comércio Exterior b) A SUSEP é o órgão responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro, previdência privada aberta, capitalização e resseguro. Autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. c) A Secretaria de Previdência Complementar está vinculado ao Ministério da Fazenda voltado para qualquer pessoa por se tratar de um plano de previdência aberto adquirido nos Bancos. d) BNDES - É uma ex-autarquia federal enquadrada como empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior e tem por objetivo apoiar empreendimentos para desenvolvimento do país nos investimentos de médio e principalmente de longo prazo do Governo Federal, embora não seja um banco de desenvolvimento. e) COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS (CVM) - É um órgão normativo do S.F.N, voltado para a fiscalização do mercado de valores mobiliários, envolvendo ações e debêntures.
  • 109.
    São consideradas instituiçõesde Curto Prazo: a) Cooperativas e Caixas Econômicas b) Bancos de Desenvolvimento; c)Bancos de Investimento; d)Bancos Múltiplos sem carteira Comercial e) Bancos de Desenvolvimento com Investimento;
  • 110.
    São consideradas operaçõesativas dos Bancos Comerciais: a)depósitos e aplicações dos clientes; b)hipoteca, Penhor e Caução c)empréstimos e financiamentos para os clientes d)fiança e aval e)Cobrança. Garantias Bancárias Reais
  • 111.
    Não possuem contacorrente e captam recursos por meio de CDB/RDB: a) Bancos de Desenvolvimento b) Cooperativas de Crédito c) Banco de Investimento d) Financeiras e) Empresas de Leasing
  • 112.
    São atribuições doCMN e BACEN respectivamente: a) -garantir o poder de compra da moeda nacional; - adaptar o volume dos meios de pagamento às reais necessidades da economia; b) -realizar operações de redesconto e empréstimo às instituições financeiras; - regular o valor interno e externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos; c) - autorizar o funcionamento das instituições financeiras - orientar a aplicação dos recursos das instituições financeiras; d)- zelar pela liquidez e solvência das instituições financeiras; - zelar pela adequada liquidez da economia e pelo aperfeiçoamento do sistema financeiro e) - emitir papel-moeda e moeda metálica executando os serviços do meio circulante; - coordenar as políticas monetária, creditícia, orçamentária e da dívida pública interna e externa.
  • 113.
  • 114.
    118 BANCOS MÚLTIPLOS  Sãoinstituições financeiras privadas ou públicas que realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras.  A carteira de desenvolvimento somente poderá ser operada por banco público.  O banco múltiplo deve ser constituído com, no mínimo, duas carteiras, sendo uma delas, obrigatoriamente, comercial ou de investimento, e ser organizado sob a forma de sociedade anônima.  As instituições com carteira comercial podem captar depósitos à vista. Na sua denominação social deve constar a expressão "Banco"
  • 115.
    Caderneta de Poupança Criada originalmente para captar recursos para o Sistema Financeiro Habitacional;  A Poupança é uma aplicação pós-fixada, pois apesar da taxa de referência ser válida até a data de aniversário do mês seguinte, a divulgação pelo Bacen ocorre no dia seguinte, não se sabendo com exatidão quanto será o valor a receber.  O Rendimento da Caderneta de Poupança é isento de cobrança de IR para poupadores pessoa física e empresas sem fins lucrativos.  Os valores depositados em poupança são atualizados com base na TR vigente no dia do depósito acrescido de juros de 0,5% a.a.
  • 116.
    Caderneta de Poupança Os valores depositados e mantidos em depósito por prazo inferior a um mês não recebem nenhuma remuneração e os rendimentos são calculados sobre o menor saldo apresentado pela conta no período base.  Os bancos podem cobrar pela manutenção de conta de poupança desde que os depósitos de poupança apresentem saldo igual ou inferior a R$ 20,00 e que não apresentem registros de depósitos ou saques pelo período de seis meses.  A remuneração da conta de poupança é mensal para pessoas físicas e trimestral para pessoas jurídicas sem fins lucrativos.
  • 117.
    Caderneta de Poupança O cliente pode se ter quantas contas se desejar;  A data de remuneração de depósitos em cadernetas de poupança efetuados nos dias 29,30 e31 será o dia 1° de cada mês, aplicando- se o índice correspondente ao do dia 1° do mês anterior.  Os depósitos feitos em cheque valem para remuneração desde a data do depósito, desde que não devolvido, independentemente do prazo de sua liberação.
  • 118.
    122 SOCIEDADES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL(leasing) Constituída sob forma de S.A, devendo constar na denominação social a expressão arrendamento mercantil e são supervisionadas pelo BACEN.  Operações passivas – debêntures;  Operações ativas – constituídas por títulos da dívida pública, arrendamento mercantil de bens móveis de produção nacional e estrangeira.
  • 119.
    123 SOCIEDADES DE ARRENDAMENTO MERCANTIL(Leasing)  Estas sociedades nasceram do reconhecimento de que o lucro de uma atividade pode advir da simples utilização do bem e não de sua propriedade.  Operações realizadas exclusivamente por bancos múltiplos com carteira de leasing e por sociedades de arrendamento mercantil.  As empresas de leasing captam recursos de longo prazo por meio da emissão de debêntures – títulos que tem como cobertura o patrimônio da empresa que os emitiu.
  • 120.
    124 Empresas de Leasing O que é leasing- também denominado arrendamento mercantil, é uma operação em que o proprietário (arrendador, empresa de arrendamento mercantil) de um bem móvel ou imóvel cede a terceiro (arrendatário, cliente, "comprador") o uso desse bem por prazo determinado, recebendo em troca uma contraprestação.  Possui diferenças em relação ao aluguel e financiamento.  Ao final do contrato de arrendamento, o arrendatário tem as seguintes opções: • comprar o bem por valor previamente contratado; • renovar o contrato por um novo prazo, tendo como principal o valor residual; • devolver o bem ao arrendador.
  • 121.
    125 Empresas de Leasing Leasing é um negócio jurídico realizado entre pessoa jurídica na qualidade de arrendadora e pessoa física ou jurídica na qualidade de arrendatária.  Prazo de contrato de leasing - O prazo mínimo de arrendamento é de dois anos para bens com vida útil de até cinco anos e de três anos para os demais. Por exemplo: para veículos, o prazo mínimo é de 24 meses e para outros equipamentos e imóveis, o prazo mínimo é de 36 meses (bens com vida útil superior a cinco anos). Existe, também, modalidade de operação, denominada leasing operacional, em que o prazo mínimo é de 90 dias.
  • 122.
    126 Tipos de Leasing Leasing Operacional: a empresa de leasing fica responsável pela manutenção do bem arrendado para o seu perfeito funcionamento. A contratante pode rescindir o contrato a qualquer tempo, mediante um aviso prévio combinado com antecedência.  Leasing Financeiro: é uma operação de financiamento sob a forma de locação particular de médio e longo prazo, com base em um contrato de bens móveis ou imóveis.  Lease Back: é uma operação variante do leasing financeiro, na qual a empresa vende bens do seu ativo fixo a uma empresa de leasing e, ao mesmo tempo, os arrenda com opção de compra após o termino do contrato.
  • 123.
    127 Empresas de Leasing A Quitação antes do encerramento do prazo descaracteriza legalmente o arrendamento mercantil e a operação passa a ser classificada compra e venda a prazo.  Impostos sobre uma operação de leasing O Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) não incide nas operações de leasing. O imposto que será pago no contrato é o Imposto Sobre Serviços (ISS).  Despesas adicionais sobre uma operação de leasing Despesas tais como seguro, manutenção, registro de contrato, Imposto Sobre Serviços (ISS) e demais encargos que incidam sobre os bens arrendados são de responsabilidade do arrendatário ou do arrendador, dependendo do que for pactutado no contrato de arrendamento
  • 124.
  • 125.
    De acordo comas normas do Conselho Monetário Nacional – CMN, os bancos múltiplos devem ser constituídos com, no mínimo, duas carteiras, sendo uma delas obrigatoriamente de (A) investimento. (B) crédito, financiamento e investimento. (C) crédito imobiliário. (D) câmbio. (E) arrendamento mercantil.
  • 127.
    •Captam recursos nomercado por meio de debêntures, letras de Câmbio e CDB e emissão de LH, respectivamente: a)Banco de desenvolvimento, Banco de Investimento, Banco Múltiplo, Sociedade de Crédito Imobiliário; b)Financeira, Leasing, Banco de Investimento, Cooperativa de Crédito; c)Arrendamento Mercantil, Banco de Desenvolvimento, Banco de Investimento e Financeira; d) Banco Comercial, Financeira, Leasing, Associação de Poupança e Empréstimo; e)Leasing, Financeira, Banco de Investimento, Sociedade de Crédito Imobiliário.
  • 128.
    Instituições Não Financeirase Não supervisionadas pelo BACEN ou pela CVM
  • 129.
    Sociedade de FomentoMercantil (Factoring)  A operação consiste quando um sacador (normalmente pessoa jurídica – micro e pequena empresa que vende seus ativos: promissórias, cheques, duplicatas) a uma casa compradora (factore) que fará um deságio (desconto) do valor de créditos a vencer do cliente que receberá antecipadamente.
  • 130.
    Sociedade de FomentoMercantil (Factoring)  A factoring é uma atividade essencialmente mercantil em que o pré-requisito é o registro na Junta Comercial, não sendo fiscalizada nem regulamentada, seja pela CVM ou pelo Bacen.  A operação factoring não está sujeita à incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mas sim à do Imposto Sobre Serviços (ISS) exigido pelo município.  As taxas de juros cobradas pelas empresas de factoring tendem a ser muito alto, fator que exige análise do risco dos sacados para reaverem o recurso em caso de inadimplência da outra parte, sendo que na modalidade maturity o prejuízo recai todo para a factoring.
  • 131.
    Sociedades Administradoras de Cartõesde Crédito (SACC)  São sociedades não bancárias e que necessitam de uma fonte distinta de recursos para eventual financiamento do saldo devedor mensal de seus clientes.  O contrato realizado possibilita a utilização do cartão de crédito para a aquisição de mercadorias e de serviços em locais credenciados e o parcelamento do saldo devedor mensal.  As relações entre as sociedade administradoras de cartões de crédito e os usuários configuram relações de consumo sob a tutela do Código de Proteção ao Consumidor, sem interferência do BACEN.
  • 132.
    Sociedades Administradoras de Segurode Saúde  São empresas que atendem ao interesse das pessoas que buscam se resguardar contra riscos de saúde e buscam tratamento médico, assistência hospitalar para prevenção e recuperação da saúde.  O plano privado de assistência à saúde é a prestação de serviços continuada ou a cobertura dos custos assistenciais, sem limite financeiro e destinado a assistência à saúde.
  • 133.
  • 134.
    138 SOCIEDADES CORRETORAS DE TÍTULOSE VALORES MOBILIÁRIOS  Instituições típicas do mercado acionário, operando com compra e venda de títulos e valores mobiliários, fazendo intermediação com as bolsas de valores e de mercadorias, também administram fundos de investimento com objetivo de valorização das cotas.  São constituídas sob a forma de S.A ou Ltda.
  • 135.
    139 SOCIEDADES CORRETORAS  Sãoinstituições típicas do mercado acionário, operando com compra, venda e distribuição de títulos e valores mobiliários por conta de terceiros.  Fazem intermediação com a bolsa de valores e de mercadorias.  Sua constituição depende de autorização do BACEN e o exercício da atividade depende de autorização da CVM.  Operam nos recintos das bolsas de valores, efetuando lançamento de ações, custodiando valores mobiliários, intermedeiam operações de câmbio.
  • 136.
    140 SOCIEDADES DISTRIBUIDORAS  Suasatividades são mais restritas que a das corretoras, já que não têm acesso às bolsas de valores e mercadorias.  Têm com função básica a intermediação da colocação de emissões de capital no mercado.  De forma isolada ou em consórcio emite títulos e valores mobiliários para revenda.
  • 137.
    141 SOCIEDADE DISTRIBUIDORA  Sãoconstituídas sob a forma de S.A ou Ltda, constando o nome na denominação.  Diferentemente das corretoras atuam: - na subscrição isolada ou em consórcio de emissão de títulos e valores mobiliários. - intermedeiam a colocação de emissões de capital no mercado; - realizam operação de open market.
  • 138.
  • 139.
    SELIC  Sistema Especialde Liquidação e de Custódia - SELIC, criado em 1979, é um sistema informatizado destinado ao registro, custódia e liquidação de títulos públicos, tanto os títulos federais, como os estaduais e municipais emitidos até 1992.  Somente as instituições credenciadas no mercado financeiro têm acesso ao SELIC, o qual opera em tempo real, permitindo que os negócios tenham liquidação imediata. Os operadores das instituições envolvidas em uma transação com esses títulos, após acertarem os negócios, transferem estas operações, via terminal, ao SELIC. O sistema imediatamente transfere o registro do título para o comprador e faz o crédito na conta do vendedor do título. Ambas as partes têm certeza da validade da operação efetuada.  Na verdade os títulos são escriturais mantidos por um super computador, sendo administrado pelo DEMAB (Departamento de Operações de Mercado Aberto do Banco Central).  Os principais títulos públicos federais negociados no SELIC são: Letra Financeira do Tesouro, Letra do Tesouro Nacional, Nota do Tesouro Nacional, Bônus do Banco Central, Letras do Banco Central, Notas do Banco Central, entre outros.
  • 140.
     CETIP -Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (a partir de 2008, CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos) é uma sociedade anônima brasileira, sem fins lucrativos, criada em 1986 para preencher a lacuna de um sistema eletrônico de custódia e liquidação financeira no mercado de títulos privados.  Suas atividades são regulamentadas pelo Banco Central do Brasil.  É um mercado de balcão organizado para registro da negociação de títulos e valores mobiliários de renda fixa. Pode também registrar, custodiar e liquidar títulos públicos estaduais e municipais emitidos após 1992, títulos representativos de dívidas de responsabilidade do Tesouro Nacional, além de todos os Créditos Securizados da União, da Dívida Agrícola, dos Títulos da Dívida Agrária e também dos Certificados Financeiros do Tesouro.
  • 141.
    CBLC - CompanhiaBrasileira de Liquidação e Custódia  É uma empresa com fins lucrativos, registrada sob a forma de sociedade anônima, responsável pela custódia das ações e outros títulos privados no mercado financeiro brasileiro.  A CBLC oferece serviços de alocação e liquidação para todas as operações realizadas nos ambientes de negociação da Nova Bolsa. Estes serviços são aderentes às melhores práticas internacionais e possuem grande flexibilidade para servir às mais diversas necessidades dos participantes do mercado de capitais brasileiro.  As operações realizadas na Nova Bolsa são capturadas pelos sistemas da CBLC de forma automática e em tempo real, assegurando o mais elevado nível de rapidez e segurança.
  • 142.
  • 143.
    A CETIP S.A.tem por finalidade (A) garantir a liquidação financeira de transações de títulos privados entre instituições bancárias no Mercado de Balcão. (B) operar como substituta no caso de interrupção das operações diárias do Sistema de Pagamentos Brasileiro – SPB. (C) atuar internacionalmente, em tempo real, tendo como participantes bancos, corretoras, distribuidoras, fundos de investimento, seguradoras e fundos de pensão. (D) assegurar que as operações somente sejam finalizadas caso os títulos estejam efetivamente disponíveis na posição do vendedor e os recursos relativos a seu pagamento disponibilizados integralmente pelo comprador. (E) dispensar a supervisão e normatização da Comissão de Valores Mobiliários para os casos de administração de carteiras e custódia de valores mobiliários.
  • 146.
    11) Qual definiçãodos Mercados Financeiros não está correta a alternativa? a) Mercado monetário -Controla a liquidez monetária da economia.  O mercado monetário visa ao controle da liquidez monetária da economia, sendo os títulos públicos os papéis mais negociados neste mercado. É também aqui que ocorrem as negociações de Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB). b) Mercado de capitais  Seu objetivo é de atender as necessidades de financiamento de médio e longo prazo das empresas através de emissão de títulos de créditos, sendo os principais as debêntures, commercial paper e ações. c) Mercado de câmbio  Importadores, exportadores, investidores, internacionais, empresas multinacionais e devedores, vendem e compram moedas no mercado de cambio, principalmente para pagamento de compromissos no exterior. Este é o maior mercado do mundo. É fundamental no processo de desenvolvimento econômico do país. d) Mercado de crédito  Este mercado procura suprir as necessidades de caixa a curto e médio prazo, dos agentes econômicos. e) Mercado aberto  A venda primária (quando há emissão de títulos) de títulos públicos é feita por intermédio de leilão. Não é um instrumento de política monetária do governo, como forma de captar recursos.
  • 147.
    Tempo de Liquidação Cheques a partir de R$ 300 – D +1 e para valores menores D+ 2.  Títulos públicos privados e de renda fixa solicitados até às 13 horas – D+ 1  Renda Variável – Mercado a vista– D + 3 e D+ 1 para Opções e Derivativos.  Obs: a CETIP liquida os cheques, fundos e demais produtos das Instituições Financeiras, enquanto a CBLC os de renda variável.
  • 148.
  • 149.
  • 150.
    158 BOLSA DE VALORES Instituição em que se negociam títulos e ações. As Bolsas de Valores são importantes nas economias de mercado por permitirem a canalização rápida das poupanças para sua transformação em investimentos.  Constituem, para os investidores, um meio prático de jogar lucrativamente com a compra e venda de títulos e ações, escolhendo os momentos adequados de baixa ou alta nas cotações.
  • 151.
    159 BOLSA DE VALORES A Bolsa de Valores é uma instituição sem fins lucrativos, atualmente são os caso da BVRJ e da Soma, bem como a maioria das Bolsas no Mundo,  Possui autonomia financeira, patrimonial e administrativa, mas sujeita a supervisão da CVM.  Em agosto 2007 houve a reestruturação societária resultou na criação da BOVESPA Holding, passando a ter fins lucrativos, assim como a BMF em Setembro 2007, sendo que recentemente se uniram criando a Nova Bolsa, passando a ser a terceira maior do Mundo.
  • 152.
    Bolsas de ValoresBolsasde Valores  Proporcionam liquidez aos títulos negociados,Proporcionam liquidez aos títulos negociados, atuando por meio de pregões contínuos.atuando por meio de pregões contínuos.  Têm responsabilidade pela fixação de preçosTêm responsabilidade pela fixação de preços justos, formados pelo mecanismo da oferta e dajustos, formados pelo mecanismo da oferta e da procura.procura.  Obrigam-se a divulgar todas as operaçõesObrigam-se a divulgar todas as operações realizadas no menor tempo possível.realizadas no menor tempo possível.  Atuam em diversos tipos de mercados:Atuam em diversos tipos de mercados:  A vistaA vista  A termoA termo  OpçõesOpções  FuturosFuturos Mercado de Balcão:Mercado de Balcão: resume operações realizadasresume operações realizadas com diversos papeis, sem necessidade de registrocom diversos papeis, sem necessidade de registro em bolsa. Não possui lugar físico.em bolsa. Não possui lugar físico. AsAs Caixas de LiquidaçãoCaixas de Liquidação (clearing) atuam nos(clearing) atuam nos pregões e têm a função de registrar, liquidar epregões e têm a função de registrar, liquidar e compensar as diversas operações.compensar as diversas operações.
  • 153.
  • 154.
  • 155.
    Mercado de CapitaisMercado de capitais é um sistema de distribuição de valores mobiliários que proporciona liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabiliza o processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas.  Os principais títulos negociados (título mobiliário) representam o capital social das empresas, tangibilizado em suas ações ou ainda empréstimos tomados pelas empresas, no mercado, representado por debêntures que são conversíveis em ações, bônus de subscrição e outros papéis comerciais. Esta constituição permite a circulação de capital e custeia o desenvolvimento econômico.  No mercado de capitais ainda podem ser negociados os direitos e recibos de subscrição de valores mobiliários, certificados de depósitos de ações e outros derivativos autorizados à negociação.  Seu objetivo é canalizar as poupanças (recursos financeiros) da sociedade para o comércio, a indústria, outras atividades econômicas e para o próprio governo. Distingue-se do mercado monetário que movimenta recursos a curto prazo, embora tenham muitas instituições em comum. Nos países capitalistas mais desenvolvidos os mercados de capitais são mais fortes e dinâmicos. A fraqueza desse mercado nos países em desenvolvimento dificulta a formação de poupança, sendo um sério obstáculo ao desenvolvimento, obrigando esses países a recorrerem ao mercado de capitais internacionais.
  • 156.
    ÍNDICES do Mercadode Capitais  Índice Bovespa (Ibovespa) é o índice que acompanha a evolução média das cotações das ações mais negociadas e sofre reavaliação quadrimestral, alterando-se a composição e peso da carteira. IBX-Índice Brasil, índice que mede o retorno de uma carteira de ações integrada pelas 100 ações mais negociadas;  o Índice de energia Elétrica (IEE), índice setorial que mede o desempenho das ações do setor elétrico;  o Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC), que mede o desempenho de uma carteira teórica composta por ações de empresas que apresentem bons níveis de governança corporativa;  o Índice Valor Bovespa (IVBS-2), o qual mede o retorno de carteira hipotética constituída exclusivamente por papéis emitidos por empresas de excelente conceito perante os investidores, classificadas a partir da 11ª posição, tanto em termos de valor de mercado como de liquidez de suas ações.
  • 157.
  • 158.
    A BM&FBOVESPA S.A.é caracterizada como (A) espaço em que exclusivamente são negociadas ações de emissão de empresas brasileiras. (B) empresa cujo capital é controlado por sociedades corretoras por meio de títulos patrimoniais. (C) entidade sem fins lucrativos, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial. (D) empresa constituída para possibilitar a negociação de ações por meio do sistema home broker. (E) companhia aberta cujas ações são transacionadas em seu próprio ambiente de negociação.
  • 159.
    11) Qual definiçãodos Mercados Financeiros não está correta a alternativa? a) Mercado monetário -Controla a liquidez monetária da economia.  O mercado monetário visa ao controle da liquidez monetária da economia, sendo os títulos públicos os papéis mais negociados neste mercado. É também aqui que ocorrem as negociações de Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB). b) Mercado de capitais  Seu objetivo é de atender as necessidades de financiamento de médio e longo prazo das empresas através de emissão de títulos de créditos, sendo os principais as debêntures, commercial paper e ações. c) Mercado de câmbio  Importadores, exportadores, investidores, internacionais, empresas multinacionais e devedores, vendem e compram moedas no mercado de cambio, principalmente para pagamento de compromissos no exterior. Este é o maior mercado do mundo. É fundamental no processo de desenvolvimento econômico do país. d) Mercado de crédito  Este mercado procura suprir as necessidades de caixa a curto e médio prazo, dos agentes econômicos. e) Mercado aberto  A venda primária (quando há emissão de títulos) de títulos públicos é feita por intermédio de leilão. Não é um instrumento de política monetária do governo, como forma de captar recursos.
  • 160.
    12) Quanto aoMercado de Opções não podemos afirmar.a) Mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote de ações, com preços e prazos de exercício preestabelecidos. b) O titular de uma opção paga um prêmio, podendo exercê- los até a data de vencimento (no caso de opção de compra) ou na data de vencimento (no caso de opção de venda), ou revendê-los no mercado. c) Uma opção de compra obriga ao seu titular comprar as ações-objeto, ao preço de exercício, a qualquer instante até a data de vencimento, obedecidas as condições estabelecidas pela BOVESPA. d) Caso o comprador de uma opção de compra não execute e não venda a opção até o dia do vencimento, este perderá o valor do prêmio pago quando da aquisição. e) A opção é um derivativo cujo o valor depende do preço da ação objeto.
  • 161.
    13) Quanto aoMercado a Termo não podemos dizer: A) É a compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado, a contar da data da operação em pregão, resultando em um contrato entre as partes. B) O prazo do contrato é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo ao prazo mínimo de 12 dias úteis e máximo de 199 dias corridos. C) O preço a termo de uma ação resulta da adição, ao valor cotado no mercado a vista, de uma parcela correspondente aos juros - que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. D) Pode ser exigida uma Margem Adicional - sempre que ocorrer redução no valor de garantia do contrato, decorrente de oscilação na cotação dos títulos depositados como margem e/ou dos títulos-objeto da negociação; E) No mercado a termo não ocorre liquidação antecipada, apenas no vencimento.
  • 162.
    14) Quanto aosMercados qual está errada? a) MERCADO FUTURO - Mercado onde são realizadas operações envolvendo lotes padronizados de commodities ou ativos financeiros, para liquidação em datas pré-fixadas. b) MERCADO PRIMÁRIO - Onde ocorre a colocação de ações ou outros títulos, provenientes de novas emissões. As empresas recorrem ao mercado primário para completar os recursos de que necessitam, visando ao financiamento de seus projetos de expansão ou seu emprego em outras atividades. Negociação das Letras Financeiras e Notas Federais em que participam o Bacen e Inst. Financeiras. c) MERCADO SECUNDÁRIO - Onde ocorre a negociação dos títulos adquiridos no mercado primário, proporcionando a liquidez necessária. d) No MERCADO FUTURO os preços são definidos no final do contrato e não ocorre recomposição de margem de garantia. e) MERCADO À VISTA - É uma modalidade de mercado onde são negociados valores mobiliários e ouro, ativo financeiro, cujas liquidações física (entrega do ativo pelo vendedor) e financeira (pagamento do ativo pelo comprador) ocorrem, no máximo até o 3º dia após ao da negociação.
  • 163.
    171 MERCADOS  MERCADO DEAÇÕES - Segmento do mercado de capitais que compreende a colocação primária em mercado de ações novas emitidas pelas empresas e a negociação secundária - em Bolsas de Valores e no mercado de balcão - das ações já colocadas em circulação.  NOVO MERCADO – Devido a falta de proteção aos acionistas minoritários foi desenvolvido este conceito que envolve em dois níveis as boas práticas de governança coorporativa, demonstrando a transparência da empresa.  ADR - American Depositary Receipts. São certificados representativos de ações ou outros valores mobiliários que representam direitos e ações, emitidos no exterior por instituição denominada "Depositaria", com lastro em valores mobiliários de emissão de empresas brasileiras depositados em custódia específica no Brasil.  MERCADO DE BALCÃO - Mercado em que as operações não são registradas em Bolsas. Também chamado de tailor made ou customizadas, por atenderem especificações dos clientes, esse mercado abrange negociações de ativos.
  • 164.
    Megabolsa  Mega Bolsa(Sistema Eletrônico de Negociação) - é um sistema que permite às sociedades corretoras cumprir as ordens de clientes diretamente de seus escritórios. Pelo Sistema Eletrônico de Negociação, a oferta de compra ou venda é feita através de terminais de computador. O encontro das ofertas e o fechamento de negócios são realizados automaticamente pelos computadores da BOVESPA.  A principal bolsa do Brasil é a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) que dispõe de um pregão físico, onde as ofertas de compra e venda são apregoadas a viva voz, e um sistema eletrônico de negociação chamado MEGABOLSA, onde as ofertas são inseridas em terminais remotos nas corretoras para serem vistas por todos.  O pregão e o MEGABOLSA fazem parte de um sistema de negociações desenvolvido pela BOVESPA, de tal modo que as ofertas existentes em cada um desses ambientes podem interferir no fechamento de qualquer negócio.
  • 165.
    173 MERCADOS MERCADO PRIMÁRIO -Onde ocorre a colocação de ações ou outros títulos, provenientes de novas emissões. As empresas recorrem ao mercado primário para completar os recursos de que necessitam, visando ao financiamento de seus projetos de expansão ou seu emprego em outras atividades. Negociação das Letras Financeiras e Notas Federais em que participam o Bacen e Inst. Financeiras. MERCADO SECUNDÁRIO - Onde ocorre a negociação dos títulos adquiridos no mercado primário, proporcionando a liquidez necessária.
  • 166.
    174 MERCADOS DE CAPITAIS MERCADO DE CAPITAIS - Envolve toda a rede de Bolsa de Valores e instituições financeiras que operam na compra e venda de papéis. Conjunto de operações de transferência de recursos financeiros de prazo médio, longo ou indefinido, efetuadas entre agentes poupadores e investidores, através de intermediários financeiros.  MERCADO à VISTA - Mercado onde a liquidação física - entrega dos títulos pelo vendedor - se processa no segundo dia após a realização do negócio em pregão e a liquidação financeira - pagamento dos títulos pelo comprador - se dá no terceiro dia útil, posterior à negociação, somente mediante à efetiva liquidação física.  MERCADO ABERTO - Também conhecido por mercado secundário, é onde são negociados títulos públicos já emitidos.  OPERAÇÕES DE SWAP – Troca de um risco por outro, de um ativo ou passivo por outro, exemplo: moeda por taxa de juros. Lembrando que não há SWAP quando ocorre troca de dólar por ouro, pois os dois são indexados, ou seja, a onça troy sobe e o dólar também e vice-versa.  Operações de Hot Money – Empréstimo de curtíssimo prazo, atualmente até 29 dias destinados a fazer face do capital de giro das empresas.
  • 168.
  • 169.
    Mercados a Vistae de Derivativos As operações em bolsa são efetuadas nos seguintes mercados:  a vista – no qual compradores e vendedores estabelecem um preço para um lote de ações a ser entregue e pago no prazo determinado, atualmente D+3;  a termo – onde as partes fixam um preço para liquidação físico-financeira da ação em prazo futuro determinado; e  de opções – no qual as partes negociam o direito de comprar/ vender a ação a preço e prazo futuro determinados.
  • 170.
    Mercado de Opções MERCADO DE OPÇÕES Mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote de ações, com preços e prazos de exercício preestabelecidos. Por esses direitos, o titular de uma opção paga um prêmio, podendo exercê-los até a data de vencimento (no caso de opção de compra) ou na data de vencimento (no caso de opção de venda), ou revendê-los no mercado.  AÇÃO-OBJETO Valor mobiliário a que se refere uma opção.  ALAVANCAGEM Nível de utilização de recursos de terceiros para aumentar as possibilidades de lucro, elevando, conseqüentemente, o grau de risco da operação.  CASAMENTO DE OPÇÕES (STRADDLE) Compra ou venda, por um mesmo aplicador, de igual número de opções de compra (call) e de venda (put) de ações sobre a mesma ação- objeto e com idêntico preço de exercício e data de vencimento.
  • 171.
    MERCADO DE OPÇÕES OPÇÃODE COMPRA (CALL) DE AÇÕES  Direito outorgado ao titular da opção de, se o desejar, adquirir do lançador um lote-padrão de uma ação, por um preço previamente estipulado e dentro de um prazo prefixado. OPÇÃO DE VENDA (PUT) DE AÇÕES  Direito outorgado ao titular da opção de, se o desejar, vender ao lançador um determinado lote-padrão de uma ação, por um preço previamente estipulado e na data prefixada.
  • 172.
    180 AS AÇÕES  Ordinárias– atualmente conferem direitos comuns aos sócios sem restrições ou privilégios.  Preferenciais – têm preferência na distribuição dos resultados (dividendos e juros).  Nominativas – presume-se propriedade e a transferência decorre de registro, são raras e burocráticas.  Ações de Fruição, de Gozo ou partes beneficiárias – são ações que só interessam aos fundadores das companhias e não são negociadas.
  • 173.
    181 Direitos de umaAção  Dividendos – crédito em dinheiro na posição dos acionistas;  Juros – direito do acionista referente ao aumento no resultado da Empresa, sendo 15% de I.R.  Subscrição – direito aos acionistas em condições diferenciadas com preço e prazo determinados.  Bonificação – distribuição gratuita de novas ações.
  • 174.
    A Dinâmica dasOperações em Bolsa Tipos de Ordem Quando o investidor transmite sua ordem a uma Corretora na qual é cadastrado, esta tem o dever de executá-la prontamente ao melhor preço disponível, desde que se trate de uma ação com liquidez - é a ordem a mercado. Essa é a ordem mais comum, mas há várias outras modalidades. O investidor pode, por exemplo, fixar um preço determinado ou melhor para sua execução - é a ordem limitada. Ou poderá fixar apenas a quantidade de títulos, dando uma ordem administrada à Corretora que irá executá-la a seu critério. A fim de limitar prejuízos, o investidor pode dar a ordem fixando um preço limite que, se alcançado pela evolução das cotações, torna a ordem a mercado - é a ordem de "on stop". Há também a possibilidade de vincular a execução de uma operação à execução de outra previamente definida e oposta (compra versus venda), no mesmo ou em diferentes mercados - é a ordem casada, que só se efetiva se executadas as duas ordens. De forma similar, há a ordem de financiamento, na qual o investidor determina a tomada de posições opostas, também no mesmo ou em outro mercado, porém com prazo de vencimento distintos.
  • 175.
    183 O que podeocorre com uma Ação  Split ou Desdobramento – distribuição gratuita da Empresa devido a diluição do valor da ação, visando aumentar a liquidez do papel.  Agrupamento ou Inplit – condensação do capital em menor número de ações, objetivando valorizar a ação.  Virar pó – esta expressão é usada quando o valor da ação cai em mais de 90%, pois sua venda pode não pagar os custos com corretagem a serem pagos para a corretora.
  • 176.
    184 DEFINIÇÕES  SALDO COMERCIAL- Resultado das exportações menos as importações. Se o saldo é positivo, chama-se de superavit; se negativo, chama-se de deficit.  SECURITIZAÇÃO - Operação financeira que faz a conversão de um empréstimo (dívida) e outros ativos, em títulos negociáveis (securities). Chamamos de securitização o ato de, por exemplo, pegar um empréstimo, dividir em partes, transformar em títulos negociáveis e vender estes títulos a investidores.  SISBACEN (SISTEMA DE OPERAÇÕES E CONTROLE DO BANCO CENTRAL) - É o instrumento de comunicação computadorizado do Banco Central com as instituições financeiras, que por sua vez têm seus computadores conectados a esse sistema. Recebem informações do Bacen e enviam dados sobre suas operações financeiras e cambiais.  SOCIEDADE ANÔNIMA - Empresa que tem o capital dividido em ações, com a responsabilidade de seus acionistas limitada proporcionalmente ao valor de emissão das ações subscritas ou adquiridas.
  • 177.
    185 DEFINIÇÕES  SUBSCRIÇÃO -Lançamento de novas ações por uma sociedade anônima, com a finalidade de obter os recursos necessários para investimento.  SUPERÁVIT COMERCIAL - Quando o valor das exportações supera o valor das importações de um país.  SUPERÁVIT PRIMÁRIO - É o valor que o governo gasta a menos do que arrecada, excluído do cálculo a dívida pública.  PIB Principal indicador da atividade econômica, o PIB - Produto Interno Bruto - exprime o valor da produção realizada dentro das fronteiras geográficas de um país, num determinado período, independentemente da nacionalidade das unidades produtoras.
  • 178.
    186 MERCADOS  MERCADO DEOPÇÕES - Mercado onde são negociados direitos de compra ou venda de um lote de valores mobiliários, com preços e prazos de exercícios já definidos contratualmente. Por esses direitos, o titular de uma opção de compra paga um prêmio, podendo exercê-los até a data de vencimento da mesma ou revendê-los ao mercado. O titular de uma opção de venda paga um prêmio e pode exercer sua opção apenas na data de vencimento, ou pode revendê-la no mercado durante o período de validade da opção.  MERCADO FUTURO - Mercado onde são realizadas operações envolvendo lotes padronizados de commodities ou ativos financeiros, para liquidação em datas prefixadas.
  • 179.
    187 DEFINIÇÕES  Conta Margem- É considerada uma operação extra Bolsa na qual a Corretora empresta ao cliente para aproveitar uma oportunidade de compra no mercado (cheque especial do cliente).  Oferta pública inicial, usualmente referida como IPO (do inglês Initial public offering) é o evento que marca a primeira venda de ações ordinárias de uma empresa no mercado de ações. Seu principal propósito é levantar capital pela sociedade para utilizar como investimento para expansão da empresa
  • 180.
    188 BOLSA DE MERCADORIAS Mercado de Comodities (Mercadorias) e Futuros Mercado centralizado para transações com mercadorias, sobretudo os produtos primários de maior importância no comércio internacional e interno, como café, açúcar, algodão, cereais, etc. Realizando negócios tanto com estoques existentes quanto com mercados futuros, as bolsas de mercadorias exercem papel estabilizador no mercado, minimizando as variações de preço provocadas pelas flutuações de procura e reduzindo os riscos dos comerciantes.
  • 181.
    189 BM&F  BM&F -Instituição onde se efetua o registro, a compensação e a liquidação, física e financeira, das operações realizadas em pregão ou em sistema eletrônico, bem como desenvolve, organiza e operacionaliza mercados livres e transparentes, para negociação de títulos e/ou contratos que possuam como referência ativos financeiros, índices, indicadores, taxas, mercadorias e moedas, nas modalidades a vista e de liquidação futura.
  • 182.
    190 BOLSA DE MERCADORIASE FUTUROS (BM&F)  Com o lançamento de ações na Bolsa a companhia tornou-se uma sociedade por ações com fins lucrativos e os negócios passaram a ser conduzidos visando o benefício dos acionistas no longo prazo.  O mercado de futuros funciona como um mercado de proteção dos agentes em face das oscilações dos preços a vista e futuro dos ativos.
  • 183.
    191 Mercados Negociados naBM&F  Derivativos - Futuros (Agropecuários e Financeiros); - Opções – sua variação depende de uma ação. - Swaps – não são trocados ativos de fato e sem apenas direitos de troca nos rendimentos.  Participantes - Hedger – aquele que usa o mercado para se proteger de oscilações de preços. - Especulador – aquele que transaciona no mercado objetivando lucro, através de uma antecipação bem sucedida de movimento de preços.
  • 184.
    Definições no Mercadode Capitais  Mercado de Swaps Aquele em que as partes trocam um índice de rentabilidade por outro, com o intuito de fazer hedge, casar posições ativas (recebimento) com posições passivas (dívida), eqüalizar preços, efetuar arbitragem ou até alavancar sua exposição ao risco.  O que é Hedge? A tradução literal de Hedge é proteção. Os investidores e ou administradores de carteiras buscam nas operações de hedge proteger seus investimentos contra oscilações bruscas de preços. Utilizam para tanto operações nos mercados futuros, termo, opções, swaps etc para reduzir o risco . Entretanto, quando usados como forma de obter ganhos altos e rápidos, isto é, quando usados como especulação, podem aumentar o risco de perda total ou parcial do investimento. Procure saber com o administrador de seu fundo de investimento qual é a política de atuação nos mercados futuros.
  • 185.
    Home Broker  Homebroker é o sistema que possibilita ao investidor encaminhar ordens de compra e venda de ações e de opções pela Internet, através de corretoras de valores mobiliários credenciadas pela Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA).  O sistema home broker foi implantado em março de 1999 pela BOVESPA e é semelhante aos serviços de home banking oferecidos pela rede bancária. É um sistema de comunicação que funciona como um “canal de relacionamento” entre os investidores e as sociedades corretoras da BOVESPA. Os home brokers das corretoras estão interligados aos sistemas da BOVESPA.  O intuito de sua implantação foi agilizar e simplificar a atividade de compra e venda de ações permitindo que haja uma maior participação de pessoas físicas no mercado de valores mobiliários.
  • 186.
    MERCADO FUTURO  Todasas posições no Mercado Futuro de Ações, quer sejam compradoras ou vendedoras, requerem o depósito de garantias na CBLC, que podem ser prestadas sob duas formas: cobertura ou margem. Cobertura é o depósito, pelo vendedor, das ações objeto de sua posição a futuro. Uma vez coberta, a posição a futuro fica isenta da prestação de garantias adicionais. Os ajustes diários, entretanto, continuam sendo realizados normalmente. Já margem, devida pelo comprador e pelo vendedor descoberto, é calculada e administrada pela CBLC e os ativos aceitos como garantia são aqueles estabelecidos e divulgados pela CBLC.
  • 187.
    Fundos de Ações A CVM – Comissão de Valores Mobiliários determinou que a partir de agora todos os fundos de ações passam a ser chamados de Fundos de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários, os FITVM.  Fundos de Ações: são fundos que concentram no mínimo 67% da carteira em ações de emissão de companhias abertas, adquiridas em Bolsa de Valores ou Mercado Balcão. O saldo dos recursos, não superando 33%, poderá ser aplicado em títulos de renda fixa, ou quotas de fundos de renda fixa, em mercados de liquidação futura (vedadas operações a descoberto para que não impliquem aumento de risco de carteira).
  • 188.
    196 MERCADO BALCÃO  Nomercado de balcão os valores mobiliários são negociados entre as instituições financeiras sem local físico definido, por meios eletrônicos ou por telefone. São negociados valores mobiliários de empresas que são registradas na CVM.
  • 189.
    MERCADO A TERMO É a compra ou a venda, em mercado, de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado, a contar da data de sua realização em pregão, resultando em um contrato entre as partes.  Os prazos permitidos para negociação a termo são de no mínimo 16 dias e no máximo 999 dias corridos.  Título-objeto é a ação negociada a termo. Todas as ações negociáveis na BOVESPA podem ser objeto de um contrato a termo.  O comprador deve entregar 20% do valor à Bolsa como margem para garantia da operação.
  • 199.
    12) Quanto aoMercado de Opções não podemos afirmar.a) Mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote de ações, com preços e prazos de exercício preestabelecidos. b) O titular de uma opção paga um prêmio, podendo exercê- los até a data de vencimento (no caso de opção de compra) ou na data de vencimento (no caso de opção de venda), ou revendê-los no mercado. c) Uma opção de compra obriga ao seu titular comprar as ações-objeto, ao preço de exercício, a qualquer instante até a data de vencimento, obedecidas as condições estabelecidas pela BOVESPA. d) Caso o comprador de uma opção de compra não execute e não venda a opção até o dia do vencimento, este perderá o valor do prêmio pago quando da aquisição. e) A opção é um derivativo cujo o valor depende do preço da ação objeto.
  • 200.
    13) Quanto aoMercado a Termo não podemos dizer: A) É a compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado, a contar da data da operação em pregão, resultando em um contrato entre as partes. B) O prazo do contrato é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo ao prazo mínimo de 12 dias úteis e máximo de 199 dias corridos. C) O preço a termo de uma ação resulta da adição, ao valor cotado no mercado a vista, de uma parcela correspondente aos juros - que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. D) Pode ser exigida uma Margem Adicional - sempre que ocorrer redução no valor de garantia do contrato, decorrente de oscilação na cotação dos títulos depositados como margem e/ou dos títulos-objeto da negociação; E) No mercado a termo não ocorre liquidação antecipada, apenas no vencimento.
  • 201.
    14) Quanto aosMercados qual está errada? a) MERCADO FUTURO - Mercado onde são realizadas operações envolvendo lotes padronizados de commodities ou ativos financeiros, para liquidação em datas pré-fixadas. b) MERCADO PRIMÁRIO - Onde ocorre a colocação de ações ou outros títulos, provenientes de novas emissões. As empresas recorrem ao mercado primário para completar os recursos de que necessitam, visando ao financiamento de seus projetos de expansão ou seu emprego em outras atividades. Negociação das Letras Financeiras e Notas Federais em que participam o Bacen e Inst. Financeiras. c) MERCADO SECUNDÁRIO - Onde ocorre a negociação dos títulos adquiridos no mercado primário, proporcionando a liquidez necessária. d) No MERCADO FUTURO os preços são definidos no final do contrato e não ocorre recomposição de margem de garantia. e) MERCADO À VISTA - É uma modalidade de mercado onde são negociados valores mobiliários e ouro, ativo financeiro, cujas liquidações física (entrega do ativo pelo vendedor) e financeira (pagamento do ativo pelo comprador) ocorrem, no máximo até o 3º dia após ao da negociação.
  • 202.
  • 203.
    Clearing – Câmarasde Compensação
  • 204.
    212 TAXA DE CÂMBIO preço de uma unidade monetária de moeda nacional em unidades monetárias de moeda estrangeira (exemplo: taxa de câmbio EUR/USD está definida em termos indiretos para os habitantes da zona euro, pois exprime o preço de 1 unidade monetária nacional, o euro, em unidades monetárias de moeda estrangeira, o dólar).  taxa de câmbio reflete, assim, o custo de uma moeda em relação a outra, dividindo-se em taxa de venda e taxa de compra.  A taxa pode ser fixa ou flutuante.
  • 205.
    Mercado de Câmbio Chama-se mercado de câmbio o ambiente, abstrato, onde se realizam as operações de câmbio, entre os agentes autorizados pelo Banco Central do Brasil (bancos, corretoras, distribuidoras, agências de turismo e meios de hospedagem) e entre estes e seus clientes.  No Brasil, o mercado de câmbio é dividido em dois segmentos, livre e flutuante, que são regulamentados e fiscalizados pelo Banco Central. O mercado livre é também conhecido como "comercial" e o mercado flutuante, como "turismo". À margem da lei, funciona um segmento denominado mercado paralelo ou mercado negro.
  • 206.
    214 Operações de Arbitragem Consiste na compra de determinada quantidade de moeda e na venda de outra estrangeira aproveitando a diferença de cotação em mercados diferentes em determinado momento, exemplo: a cotação de R$ 1 equivale 1,65 U$ 3 Euros, mas por alguns momentos em alguma praça no mundo, por exemplo em Hong Kong a relação está 1R$=1,60 U$ e 3 Euros, então posso comprar com os mesmos Reais mais Dólares e trocar por Euros, antes do ajuste.
  • 207.
    215 Contrato de Câmbio- Definição  Contrato de Câmbio - O contrato de câmbio é o documento que formaliza a operação de câmbio. Nele, constam informações relativas à moeda estrangeira que uma pessoa está comprando ou vendendo, à taxa contratada, ao valor correspondente em moeda nacional e aos nomes do comprador e do vendedor. Veja abaixo os tipos de contratos:
  • 208.
    217 CONTRATO DE CÂMBIO O que difere ACC da ACE- no primeiro o exportador recebe a moeda nacional antes de embarcar a mercadoria, servindo de financiamento a sua exportação, enquanto na ACE a moeda só é entregue após o embarque de mercadoria.
  • 209.
    218 Tipos de Câmbio Câmbio contratado - Valor da moeda estrangeira de um contrato de câmbio registrado para um Cadastro de Pessoa Física - CPF ou Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica -CNPJ específico. Câmbio liquidado - Evento relacionado a contrato de câmbio registrado e cuja obrigação de entrega das moedas estrangeira e nacional foi satisfeita.  Remessa sem Saque – É a modalidade de pagamento que representa menor segurança para o exportador, pois os documentos de embarque são entregues, desembaraça a mercadoria, antes de pagá-la.
  • 210.
    219 Transferência Internacional deRecursos (TIR) – (Contas CC5- nome anterior)  São contas depositadas no país de PF e PJ residentes ou com sede no exterior que possuem livre movimentação de recursos sem necessidade de autorização do BACEN.  Os exportadores devem manter pelo menos 30% do valor vendido no exterior dentro do Brasil.  Acima de R$ 10.000 deve ser declarada a origem do dinheiro.  São autorizadas pelo BACEM para cursarem no mercado de câmbio de taxas flutuantes.
  • 211.
    220 Informações do Mercadode CÂMBIO  Agentes autorizados para compra e venda de moeda: Bancos (exceto de Desenvolvimento), Caixas, Corretoras, Distribuidoras, Agências de Turismo e de hospedagem, sob controle eletrônico do SISBACEN.  Qualquer pessoa física ou jurídica e quaisquer pagamentos ou recebimentos em moeda estrangeira podem ser realizadas no mercado de câmbio sem limitação de valor, observando a legalidade da operação.
  • 212.
    221 Informações do Mercadode CÂMBIO Os contratos de câmbio para valores acima de US$ 3.000 devem registrados no SISBACEN.  O BC divulga a taxa média praticada no mercado interbancário, conhecida no mercado por taxa PTAX.  O Banco não obrigado a vender moeda em espécie, as operações podem ser liquidadas por ordem de pagamento ou cheque turismo “travells checks”.  O viajante não possui limite de dólares para viajar, desde que declarados e haja identificação do cliente e origem do dinheiro.  É permitido ao exportador manter até 30% das receitas de exportação no exterior.  É proibido o uso de moeda estrangeira como meio de pagamento ou reserva de valor no Brasil.
  • 213.
    222 Operações de Remessas As remessas de câmbio para o exterior são realizadas normalmente, através de ordens: cheque, ordem por carta, por meio telegráfico ou fax.  Câmbio pronto – o banco opera pagando a vista ao cliente beneficiário em outro país o equivalente na moeda, debitando na conta de depósito do remetente.
  • 214.
  • 215.
    224 FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO(FGC)  1. O que é o FGC ?  É uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, que permite recuperar os depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira, em caso de falência ou de sua liquidação. São as instituições financeiras que contribuem com uma porcentagem dos depósitos para a manutenção do FGC.  2. Quais dos meus créditos são garantidos pelo FGC - Fundo Garantidor de Créditos?  São garantidos: - Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio; - depósitos em caderneta de poupança; - depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado (CDB/RDB); - letras de câmbio; - letras imobiliárias; e - letras hipotecárias.  3. Qual o valor máximo garantido pelo FGC? O valor máximo, por instituição, é de R$ 60.000,00 por depositante ou aplicador, independentemente do valor total e da distribuição em diferentes formas de depósito e aplicação.
  • 216.
    225 FGC  4. Quandoos titulares do crédito são cônjuges, qual o valor a que cada um tem direito? - Os cônjuges são considerados pessoas distintas, seja qual for o regime de bens do casamento, ou seja, cada um receberá até o valor máximo de R$ 60.000,00.  5. Por que o dinheiro que eu aplico em fundo de investimento financeiro não tem garantia do FGC? - O patrimônio dos bancos não se confunde com o patrimônio dos fundos de investimento financeiro que eles administram. Por isso, quando o banco enfrenta problemas, os aplicadores nos fundos podem fazer assembléias e mudar a administração do fundo para outra instituição. Assim, é desnecessária a cobertura dos recursos dos fundos pelo FGC, pois esses recursos não costumam ser atingidos por eventuais dificuldades das instituições.
  • 217.
    226 SISTEMA BRASILEIRO DE PAGAMENTOS(SBP)  Por meio dele o BACEN efetua controle de todas operações com valores superiores a R$ 5.000, através do sistema SISBACEN.  Houve a criação da TED (transferência eletrônica disponível) repassa o valor imediatamente para outro Banco com valores acima de R$ 5.000.  Objetivo: reduzir a fraude, sonegação e lavagem de dinheiro.
  • 218.
    227 SISCOMEX  O Siscomexpromove a integração das atividades de todos os órgãos gestores do comércio exterior, inclusive o câmbio, permitindo o acompanhamento, orientação e controle das diversas etapas do processo exportador e importador.  O Siscomex começou a operar em 1993, para as exportações e, em 1997, para as importações. É administrado pelos chamados órgãos gestores, que são: a Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, a Secretaria da Receita Federal - SRF e o Banco Central do Brasil - BACEN.  As operações registradas via Sistema são analisadas online tanto pelos órgãos gestores, quanto pelos órgãos anuentes que estabelecem regras específicas para o desembaraço de mercadorias dentro de sua área de competência.  O módulo Drawback Eletrônico está incorporado ao Siscomex desde 2001.
  • 219.
    228 SISCOMEX  O queé Siscomex  O Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX, é um instrumento informatizado, por meio do qual é exercido o controle governamental do comércio exterior brasileiro.  É uma ferramenta facilitadora, que permite a adoção de um fluxo único de informações, eliminando controles paralelos e diminuindo significativamente o volume de documentos envolvidos nas operações.  É um instrumento que agrega competitividade às empresas exportadoras, na medida em que reduz o custo da burocracia.
  • 220.
    229 SISCOMEX  Usuários doSiscomex  importadores, exportadores, depositários e transportadores, por meio de seus empregados ou representantes legais;  a Secretaria da Receita Federal - SRF, a Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, os Órgãos Anuentes e as Secretarias de Fazenda ou de Finanças dos Estados e do Distrito Federal, por meio de seus servidores;  as instituições financeiras autorizadas pela SECEX a elaborar licença de importação, por meio de seus empregados;  o Banco Central do Brasil - BACEN e as instituições financeiras autorizadas a operar em câmbio, mediante acesso aos dados transferidos para o Sistema de Informações do Banco Central - SISBACEN, por meio de seus servidores e empregados.
  • 221.
  • 222.
    Cartão de Crédito/Débito- Agentes  Emissor: Banco ou empresa que emite e é responsável pela sua comercialização: C&A,CAIXA, BB, Bradesco – assumem a responsabilidade pela administração do cartão, recebendo pelo uso do cartão e pagando pelas fraudes.  Bandeiras: Mastercard e VISA autorizam aos emissores a utilização da marca e para isso pagam royalties.  Adquirentes (Acquires) : Responsável pelos credenciamentos dos estabelecimentos para aceitarem a Bandeira.  Processadora: Imprime os cartões e as tarjas magnéticas para as Empresas e Bancos – serviço terceirizado – exemplo: Orbitall, Card Sistem.  Cartão Múltiplo – Vinculado a conta corrente na função débito – Visa Electron e Mastercard Maestro – na função crédito as Bandeiras Mastercard e VISA, sendo que o cartão também é usado para conta corrente..
  • 223.
    Seguros  O mercadode seguros foi desenvolvido a partir da necessidade que as empresas e pessoas têm de proteger seu patrimônio e no segundo caso também a vida, mediante o pagamento de uma quantia denominada prêmio, para ressarcimento integral dos prejuízos.  Corretores: embora representem uma seguradora, respondem civil e criminalmente perante os segurados e seguradoras pelos prejuízos que vierem a causar por omissão, imperícia ou negligência no exercício da profissão.  Seguro Profissional – embora cubra como o Seguro de Vida normal, contra invalidez, morte natural ou acidente, possui cláusulas específicas de acordo com os critérios de insalubridade e periculosidade, aos quais ficam expostos seus empregados, desta forma não se confunde com o de Seguro de Vida.
  • 224.
    Seguros  O Segurode Automóvel pode oferecer garantias acessórias, ou seja, que ultrapassem a esfera de colisão e roubo dos veículos, tais como cobertura do som do veículo, das rodas de liga leve e outros opcionais do veículo.  Os seguros de acidentes pessoais são normalmente direcionados para clientes de baixa renda que não possuem conta corrente e estejam trabalhando com idade inferior a 70 anos, sendo o pagamento único, devendo haver autorização do cliente para renovação da apólice por mais um ano, enquanto o seguro de vida é direcionado para clientes, pois ocorre o débito mensal em conta, cobrindo não apenas morte natural como também acidental, possuindo renovação automática.  Enquanto para o seguro viagem não existe uma apólice especifica para este sinistro, normalmente é contratado antes do embarque com as companhias Aéreas e Terrestres, além de ser oferecida nos cartões de crédito internacionais.
  • 225.
    Capitalização  Capitalização éuma forma de economizar dinheiro de maneira programada, com prazos e taxas de juros previamente determinados, com objetivo de ser fazer economia, concorrer a prêmios e, sendo sorteado ou não, recebe todo o seu dinheiro de volta corrigido ao final do plano. Podem ser feitos depósitos mensais ou um depósito único,que recebem rendimentos e dão direito a sorteios. Geralmente os sorteios são baseados na extração da Loteria Federal.  Existe um contrato no qual o cliente está ciente do prazo em que poderá sacar, sendo que ele receberá no mínimo 90% do valor aplicado com a correção dos juros, não incidindo a variação da TR, ou seja, rende menos que a Poupança, devido as participações em sorteios.  No caso de haver saque ele não poderá ser parcial, deverá ser do valor total contribuído até o resgate, com desconto “punitivo” que pode chegar a 40% do valor dos depósitos no caso de um plano de cinco anos e o cliente desejar retirar no segundo mês, ou seja, pagou a penas a primeira, receberá em torno de 65%, devido aos encargos e taxas de emissão da apólice, sendo que o título prescreve em cinco anos após o encerramento do plano, válido para não correntistas na época do crédito.
  • 227.
    236 Cadastro de Emitentede Cheques sem Fundos (CCF)  Fica a critério de cada banco a abertura, manutenção ou encerramento de contas de depósito a vista – função gerencial.  No caso de emissão de cheques de repartições federais, estaduais e municipais a inclusão ocorrerá nos nomes dos responsáveis pela emissão do cheque.
  • 228.
    237 Inclusão no CCF Inclusão : - o mesmo cheque devolvido duas vezes sem fundos ( motivo 12); - emissão de cheque com conta já encerrada ( motivo 13) - prática espúria envolvendo adulteração, falsificação de cheques (motivo 14)  É facultado ao banco a manutenção da conta corrente de cliente incluído no CCF, mas o talonário de cheques deverá ser confiscado.
  • 229.
    238 Exclusão no CCF Automaticamente após 5 anos da última ocorrência;  Por determinação do BC;  A pedido do correntista por escrito com os cheques resgatados que motivaram a ocorrência. Não havendo existência dos cheques deverá ser apresentada uma declaração do favorecido do cheque.  No caso de conta conjunta a restrição será para o emitente do cheque e sendo PJ o número de inscrição da Empresa (CNPJ).  No caso de Conta Salário não poderá haver inclusão no CCF, tendo em vista a movimentação se dar por cartão, havendo isenção de todas as tarifas do banco.  O cliente de Conta Salário não poderá ter abertura de conta recusada por motivo de inclusão no CCF.
  • 230.
    239 Abertura de ContaCorrente  PF: C.I ou equivalente (passaporte, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista, além de CPF e comprovação de residência.  PJ: Contrato Social com registro na Junta Comercial, CNPJ e documentos que qualifiquem os correntistas para movimentarem a conta.
  • 231.
    240 Condições para Aberturade Conta  Se menor de 16 anos precisa ser representado pelo pai ou responsável, já para os maiores de 16 e menores de 18 (não emancipados) os pais devem dar assistência.  Quanto aos tipos de conta, podem ser:  - solidária – existe confiança na relação e qualquer um pode assinar, disponibilizado cartão de movimentação para cada correntista.  - não solidária – necessidade de assinatura dos dois titulares, caso algum morra a conta passa a ser solidária, não é disponibilizado cartão.
  • 232.
    241 Capacidade Civil  Sãoabsolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos:  Menores de 16 anos;  Enfermos ou com deficiência mental;  Àquele que não consegue exprimir a vontade.  São relativamente incapazes de exercer pessoalmente os atos:  Maiores de 16 e menores de 18;  Hébrios habituais ou viciados;  Os excepcionais, com algum desenvolvimento mental.
  • 233.
    242 Considera-se Domicílio  Lugaronde a pessoa estabelece a sua residência, caso a pessoa possua várias será considerada qualquer uma delas, bem como o lugar onde ela exerce sua profissão se houver vários lugares, qualquer um deles pode ser considerado.  Quanto as Pessoas Jurídicas Públicas será considerado domicílio onde funcionar a administração no caso de PJ estrangeira é considerado domicílio qualquer representante situado no Brasil.  Domicílio necessário é considerado para àqueles que exercem funções que não possui residência certa, tais como: militar em quartel, preso no presídio.
  • 234.
    243 Nota Promissória  Consideradacomo uma promessa de pagamento com os seguintes requisitos essenciais:  Denominação de “nota promissória”;  Soma de dinheiro a pagar  Nome da pessoa a quem deve ser paga  Assinatura do emitente ou mandatário  Não havendo indicação de lugar será no domicílio do emitente.
  • 235.
    244 Duplicata  É umtítulo de crédito formal e nominativo emitido pelo vendedor com a mesma data, valor global e vencimento da fatura que lhe deu origem e, representa um direito de crédito do sacador, vendedor, contra o sacado.  A propriedade da duplicata pode se transferida por endosso.
  • 236.
    245 Duplicata  Requisitos:  apalavra duplicata, n° da Fatura, importância, praça, cláusula ‘a ordem’, assinatura do emitente (admite-se chancela mecânica) e declaração de aceite – reconhecimento da dívida pelo sacado – devedor)que é obrigatório.  Duplicata Simulada – tipifica do como crime a emissão de nota, fatura ou duplicata que não corresponda a mercadoria vendida em quantidade e qualidade definidas e sem adulterações.  Triplicata – titulo cambiário utilizado para substituir a Duplicata no caso de perda, roubo ou extravio, também conhecida como segunda via da Duplicata.
  • 237.
    246 Endosso  É omeio pelo qual se transfere a titularidade, sendo inadmissível a impressão digital.  Tipos de Endosso:  Translativo – aquele em que se opera a completa transferência do título de crédito;  Em preto – é o endosso nominativo em que se menciona expressamente a pessoa a quem se transfere os direitos.  Em branco – não há identificação do endossatário, qualquer um de posse do título, pode exercer o direito.
  • 238.
    247 Endosso  Endosso Parcial– é vedado, trata-se de um ato jurídico passível de nulidade;  Endosso Mandato (Endosso Delegação) – transfere a posse, mas não a propriedade da letra com a cláusula “por procuração”.  Protesto – ocorre pela inadimplência e o descumprimento de obrigação da dívida.
  • 239.
    248 Fatura e NotaFiscal  Fatura – É a relação de notas fiscais correspondente de vendas a prazo, sendo um mero documento comercial,  Nota Fiscal – Documento fiscal, comprovante obrigatório da saída de mercadoria de um estabelecimento industrial e/ou comercial ou de serviços, após sua comercialização.
  • 240.
    249 DOC  É umaordem de transferência de ꏀ undos interbancária, para conta de PF ou PJ clientes de instituições financeiras com valor abaixo de R$ 5.000.  Particularidade – disponibilidade do crédito em 24 horas, sendo necessária que a transferência seja em dinheiro.
  • 241.
    250 CHEQUE  Definição: Éuma ordem de pagamento a vista, sacado em benefício próprio ou de terceiros.  O preenchimento do cheque em caneta vermelha ou verde é permitido, mas deve ser evitada, devido a microfilmagem posterior.  Caso o valor de n° seja diferente do escrito vale o que estiver por extenso, sendo que acima de R$ 100 deve vir com a cláusula à ordem – nominal.  Prazo de prescrição do cheque;  Mesma praça – 30 dias + 6 meses  Outra praça – 60 dias + 6 meses  Participantes:  Sacado/Devedor: O Banco do cheque  Favorecido: O portador ou a quem se destina  Sacador/Credor: Quem emitiu o cheque
  • 242.
    Tipos de Sociedade Sociedade em Nome Coletivo – Razão Social – Nome dos Sócios & Cia - Sociedade de pessoas na qual os sócios têm responsabilidade ilimitada entre si, ou seja todos sócios respondem por prejuízo causado a terceiros e não havendo bens na empresa para cobrir, os sócios passam a garantir a dívida com seus bens, proporcional ao valor da cota de cada sócio na empresa. Somente pessoas físicas podem fazer parte dessa Sociedade.
  • 243.
    Tipos de Sociedade Sociedade Ltda – a responsabilidade do cumprimento das dívidas pelos sócios vai até o valor integralizado na cota, quanto a empresa é ilimitado (todo patrimônio), caso não haja na denominação a palavra Ltda, todos sócios passam a responder ilimitadamente como uma Sociedade de Nome Coletivo.  Sociedade Anônima S.A – O capital divide-se em ações, obrigando-se a cada sócio ou acionista somente pelo preço pago pela ação, ou seja, responsabilidade dos sócios é limitado ao preço das ações adquiridas.
  • 244.
    CDB e RDB São garantidos pelo Banco Emissor, embora não possuam garantia real.  Quando há indexador os CDB/RDB possuem prazos mínimos: TR e TJLP de 30 dias, TBF 60dias e IGPM – 1 ano.  Para CDB/RDB prefixados e pós-fixados ao CDI não há restrição quanto aos prazos, podendo ser em dias, embora recaia uma incidência de IOF regressivo.  IR regressivo de acordo com o prolongamento do prazo, de 22,5%, 20%, 17,5% e 15% (prazos mais longos).
  • 245.
    CDB/RDB - Definições CDB – Certificado de Depósito Bancário – promessa de pagamento à ordem, transferível de titularidade e negociável antes do vencimento.  RDB – Recibo de depósito bancário, emitido em forma escritural, não poderá ser transferido nem resgatado antes do vencimento.
  • 246.
    AVAL e FIANÇA A diferença entre aval e fiança é que esta é uma obrigação subsidiária onde o fiador responde apenas quando o afiançado não o faz. Mas, pelo aval, o avalista torna-se co-devedor em obrigação solidária. Nesse caso, o pagamento da obrigação pode ser imputada diretamente a ele, sem que o seja, anteriormente, contra o avalizado.  É um tipo de caução onde a obrigação do avalista é equiparada à do avalizado.  A prestação do aval e da fiança sem o devido consentimento do cônjuge pode ser anulada.  Fiança é a forma jurídica através da qual uma pessoa se responsabiliza, perante o credor, pelo cumprimento de determinada obrigação assumida por outrem. A fiança pode ser parcial ou total. Será parcial quando ficar restrita a um limite de valor determinado, ou, ainda, durante um prazo fixo.  não podem ser fiadores os menores de 18anos, os pródigos sem assistência de um curador, os absolutamente incapazes e os analfabetos. Também não pode ser fiador o cônjuge sem a autorização expressa do outro cônjuge, ou seja, a outorga uxória.
  • 247.
    Ação Regressiva paraos Títulos de Crédito  Para cheque, Letra de Câmbio e Nota Promissória o prazo é de 6 meses, enquanto para a Duplicata é de até 1 ano do pagamento.
  • 248.
    MERCADO DE CAPITAIS Éum sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito de proporcionar liquidez aos títulos de emissão de empresas e viabilizar seu processo de capitalização. É constituído pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas. CONCEITO Agora sim, estudemos o Mercado de Capitais
  • 249.
    MERCADO DE CAPITAIS Nomercado de capitais, os principais títulos negociados são os representativos do capital de empresas — as ações — ou de empréstimos tomados, via mercado, por empresas — debêntures, bônus de subscrição e “commercial papers” —, que permitem a circulação de capital para custear o desenvolvimento econômico. Bônus de subscrição são papéis que garantem aos seus detentores o direito de comprar ações da empresa a um preço previamente determinado, toda vez que houver oferta pública de ações no respectivo período de vigência.
  • 250.
    MERCADO DE CAPITAIS Títulos de renda variável, emitidos por sociedades anônimas, que representam a menor fração do capital da empresa emitente.  Podem ser escriturais ou representadas por cautelas ou certificados.  O investidor em ações é um co-proprietário da sociedade anônima da qual é acionista, participando dos seus resultados.  As ações são conversíveis em dinheiro, a qualquer tempo, pela negociação em bolsas de valores ou no mercado de balcão. AÇÕES
  • 251.
    MERCADO DE CAPITAIS Ordinárias - Proporcionam participação nos resultados da empresa e conferem ao acionista o direito de voto em assembléias gerais.  Preferenciais - Garantem ao acionista a prioridade no recebimento de dividendos (geralmente em percentual mais elevado do que o atribuído às ações ordinárias) e no reembolso de capital, no caso de dissolução da sociedade. TIPOS DE AÇÕES
  • 252.
    MERCADO DE CAPITAIS Nominativas - Cautelas ou certificados que apresentam o nome do acionista, cuja transferência é feita com a entrega da cautela e a averbação de termo, em livro próprio da sociedade emitente, identificando novo acionista.  Escriturais - Ações que não são representadas por cautelas ou certificados, funcionando como uma conta corrente, na qual os valores são lançados a débito ou a crédito dos acionistas, não havendo movimentação física dos documentos. FORMAS DAS AÇÕES
  • 253.
    MERCADO DE CAPITAIS •É o local físico no qual se viabiliza um importante objetivo de capitalismo moderno: o estímulo à poupança do grande público e ao investimento em empresas em expansão, que, diante deste apoio, poderão assegurar as condições para seu desenvolvimento e, assim, da sociedade. • No Brasil há oito bolsas, das quais a BOVESPA é a maior da América Latina e tem pregões diários. BOLSAS DE VALORES
  • 254.
    MERCADO DE CAPITAIS Nestemercado ocorre a primeira colocação pública dos títulos de uma Sociedade Anônima (S.A). Esta operação, chamada de "Underwriting", é conduzida por Instituições especializadas, como Bancos de Investimento, Sociedades Corretoras e Sociedades Distribuidoras . MERCADO PRIMÁRIO
  • 255.
    MERCADO DE CAPITAIS Sãonegociadas as ações anteriormente adquiridas pelo público no Mercado Primário. Em geral, essas negociações são intermediadas por Sociedades Corretoras, Distribuidoras e Bancos de Investimento e são realizadas dentro das Bolsas de Valores. Também podem ser negociadas no Mercado de Balcão Organizado, através da SOMA – Sociedade Operadora do Mercado de Ativos. MERCADO SECUNDÁRIO
  • 257.
    Cartão BNDES Destina-se aorientar as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) na solicitação do Cartão BNDES no Portal de Operações do Cartão BNDES (www.cartaobndes.gov.br).  O Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativa e pré-aprovada destinada à aquisição de itens necessários às atividades das MPMEs que tenham fabricação no país e que estejam cadastrados no Portal de Operações do Cartão BNDES, por fornecedores devidamente credenciados. Quais são as vantagens do Cartão BNDES?  · Crédito rotativo e pré-aprovado.  · Limite de crédito de até R$1milhão por Cartão BNDES, por banco emissor (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Banrisul e Itaú).  · Prazo de pagamento em até 48 meses, com prestações fixas e iguais.  · Taxa de juros atrativa Quem pode solicitar o Cartão BNDES?  Podem obter o Cartão BNDES, as empresas com faturamento bruto anual de até R$ 90 milhões, de controle nacional e que exerçam atividade econômica compatível com as Políticas Operacionais e de Crédito do BNDES. Quando o solicitante fizer parte de um grupo econômico, o faturamento bruto anual do mesmo também não poderá exceder o limite de R$ 90 milhões.
  • 258.
    Código de AutorregulaçãoBancária FEBRABAN  A auto-regulação possibilitará aos bancos, em conjunto com a sociedade, harmonizar o sistema bancário, suplementando as normas e os mecanismos de controle já existentes.  A plena concorrência é essencial para a manutenção dos direitos do consumidor. Assim, a Febraban desenvolveu a auto-regulação como um sistema voluntário, focado na sadia concorrência do mercado, na elevação de padrões e no aumento da transparência em benefício dos consumidores.  Serão respeitadas as determinações do BACEN e códigos de defesa do consumidor.  Princípios da Autorregulação  Ética e Legalidade - adotar condutas benéficas à sociedade, ao funcionamento do mercado e ao meioambiente. Respeitar a livre concorrência e a liberdade de iniciativa. Atuar em conformidade com a legislação vigente e com as normas da autoregulação.  Respeito ao Consumidor produtos e serviços adequados às suas necessidades e garantir a segurança e a confidencialidade de seus dados pessoais e incentivar o uso consciente de crédito.  Comunicação Eficiente . fornecer informações de forma precisa, adequada, clara e oportuna, proporcionando condições para o consumidor tomar decisões.  Melhoria Contínua - aperfeiçoar padrões de conduta, elevar a qualidade dos produtos e serviços.
  • 260.
     Opções  Estemercado difere dos anteriores por conferir apenas direitos para o comprador e obrigações  para o vendedor de opções, ao contrário dos mercados a termo e futuros. Dá a seu titular, um direito sobre  algo, mas não uma obrigação, e a seu vendedor, uma obrigação futura, caso solicitado pelo comprador da  opção. Assim, as operações com opções envolvem um titular e um lançador. Além desses termos, existem  outros típicos dessas operações, citados a seguir:  „X Titular - comprador da opção, que adquire o direito vinculado a ela;  „X Lançador - vendedor da opção, que se obriga a cumprir o direito cedido ao titular, se por ele  exigido;  „X Prêmio - preço pago pelo titular ao lançador, decorrente do direito cedido;
  • 261.
     „X Opçãode compra (Call) - opção que fornece ao titular o direito de comprar o ativo objeto da  transação, a um preço predeterminado até certa data (no Brasil, só se pode exercer o direito na  data de vencimento);  „X Opção de venda (Put) - opção que fornece ao titular o direito de vender o ativo, objeto da  transação, a um preço predeterminado até uma certa data (no Brasil, só se pode exercer o  direito na data de vencimento);  „X Preço de exercício - preço combinado para a comera ou venda do ativo objeto da transação;  „X Data de exercício - data até a qual deve ser exercido o direito cedido pela opção;  „X Opções Americanas - podem ser exercidas a qualquer tempo;  „X Opções Européias - somente podem ser exercidas no vencimento;
  • 265.
     Hot money Hotmoney, em sua origem, designa fundos aplicados em ativos financeiros, em diversos países, que atraem pela possibilidade de ganhos rápidos devido a elevadas taxas de juros ou a grandes diferenças cambiais. São operações de curtíssimo prazo, em que os recursos podem ser deslocados de um mercado para outro com muita rapidez. Esses recursos são administrados por especuladores no mercado de câmbio (Foreign Exchange Market) e caracterizam-se por alta volatilidade, em oposição às aplicações de bancos centrais, bancos de investimento ou investidores domésticos. Por essa particularidade, são considerados causadores de turbulências nos mercados financeiros, em algumas situações. No Brasil, o termo hot money, amplamente empregado por bancos comerciais, por extensão de sentido aplica-se também a empréstimos de curtíssimo prazo (de 1 a 29 dias). Esses empréstimos têm a finalidade de financiar o capital de giro das empresas para cobrir necessidades imediatas de recursos, sem contrato de empréstimo de caráter complexo.
  • 267.
     Bacen xpolítica cambial  Atualmente vários produtos que consumimos são importados, ou possuem peças importadas em dólar. Qualquer subida do dólar, eleva o preço final do produto, e traz conseqüências inflacionárias para a economia do país.  O Banco Central fica atento para intervenção. O Bacen preocupa-se com a entrada e saída de dólares no país.  Copom  O Comitê da Política Monetária Nacional (Copom) determina a taxa de juros. Esta taxa precifica os ativos do governo, no mercado. É também conhecida como taxa livre de risco.  A principio as taxas de juros de títulos do governo são menores pois não tem risco de crédito.  Os títulos públicos têm liquidez no mercado secundário, o que não ocorre com a maioria dos títulos privados.  Formação dos juros  Fatores que influenciam na formação das taxas de juros:  Liquidez – quanto maior for o prazo, maior a remuneração exigida pelo doador de recursos.  Risco do tomador – quanto maior o risco de não honrar os compromissos, maior a taxa de juros.  Outros fatores – o preço final é constituído de fatores como impostos, despesas e margem de lucro exigida.
  • 268.
     O Comitêde Política Monetária − COPOM tem como objetivo: (A) Reunir periodicamente os ministros da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão e o presidente do Banco Central do Brasil. (B) Coletar as projeções das instituições financeiras para a taxa de inflação. (C) Divulgar mensalmente as taxas de juros de curto e longo prazos praticadas no mercado financeiro. (D) Promover debates acerca da política monetária até que se alcance consenso sobre a taxa de juros de curto prazo a ser divulgada em ata. (E) Implementar a política monetária e definir a meta da Taxa SELIC e seu eventual viés. ________________________________________________ _____
  • 270.
  • 273.
    2.5 - Principaispapéis2.5 - Principais papéis privados negociados no MFprivados negociados no MF  AçõesAções  Depositary ReceiptsDepositary Receipts  Commercial Papers e Export NotesCommercial Papers e Export Notes  DebênturesDebêntures  Letras de CâmbioLetras de Câmbio  Certificados de Depósitos Bancários (CDB)Certificados de Depósitos Bancários (CDB)  Recibos de Depósitos Bancários (RDB)Recibos de Depósitos Bancários (RDB)  Certificados de Depósitos InterfinanceirosCertificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI)(CDI)
  • 274.
    Principais papéis privadosPrincipaispapéis privados negociados no MFnegociados no MF  Ações:Ações: menor parcela do capital social de umamenor parcela do capital social de uma S.A. Têm valores negociáveis e são distribuídosS.A. Têm valores negociáveis e são distribuídos aos subscritores de acordo com sua participaçãoaos subscritores de acordo com sua participação monetária. Podem ser emitidas com e sem valormonetária. Podem ser emitidas com e sem valor nominal.nominal.  Ações ordinárias:Ações ordinárias: direito a voto. Dividendodireito a voto. Dividendo obrigatório fixado por lei ou o indicado nosobrigatório fixado por lei ou o indicado nos estatutos.estatutos.  Ações Preferenciais: sem direito a voto.Ações Preferenciais: sem direito a voto.  Preferência no recebimento dos dividendosPreferência no recebimento dos dividendos  Preferência no reembolso do capitalPreferência no reembolso do capital  Ações de Gozo ou Fruição:Ações de Gozo ou Fruição: montante em ações,montante em ações, que caberia aos acionistas em caso de dissoluçãoque caberia aos acionistas em caso de dissolução da companhia.da companhia.
  • 275.
    Vantagens dos investidoresVantagensdos investidores em açõesem ações  Dividendos:Dividendos: parte dos resultados daparte dos resultados da empresa, pago aos acionistas em dinheiroempresa, pago aos acionistas em dinheiro no final de cada exercício social.no final de cada exercício social.  Bonificação:Bonificação: emissão e distribuição gratuitaemissão e distribuição gratuita aos acionistas, em quantidadesaos acionistas, em quantidades proporcionais ao capital, de novas açõesproporcionais ao capital, de novas ações resultantes de aumento de capital pelaresultantes de aumento de capital pela incorporação de reservas.incorporação de reservas.  Valorização:Valorização: valorização das ações novalorização das ações no mercado.mercado.  Direito de subscrição:Direito de subscrição: direito que cabe aosdireito que cabe aos atuais acionistas de serem previamenteatuais acionistas de serem previamente consultados em todo aumento de capital.consultados em todo aumento de capital.
  • 276.
    Principais papéis privadosPrincipaispapéis privados negociados no MFnegociados no MF  Depositary Receipts:Depositary Receipts: são recibos de depósitossão recibos de depósitos de ações depositadas em custódia em umade ações depositadas em custódia em uma instituição financeira custodiante, responsávelinstituição financeira custodiante, responsável por manter a guarda dos títulos. O DR épor manter a guarda dos títulos. O DR é emitido com base nesse lastro de ações, poremitido com base nesse lastro de ações, por um banco depositário no exterior.um banco depositário no exterior.  ADR:ADR: American Depositary Receipt, sãoAmerican Depositary Receipt, são recibos lançados em Estados Unidos.recibos lançados em Estados Unidos.  IDR:IDR: Internacional DR, são recibos emitidos emInternacional DR, são recibos emitidos em outros países.outros países.  BDR:BDR: recibos representativos de valoresrecibos representativos de valores mobiliários emitidos no país, por empresasmobiliários emitidos no país, por empresas sediadas no exterior e negociados no Brasil.sediadas no exterior e negociados no Brasil.
  • 277.
    Principais papéis privadosPrincipaispapéis privados negociados no MFnegociados no MF  Commercial Papers:Commercial Papers: nota promissória de curtonota promissória de curto prazo emitida por sociedade tomadora deprazo emitida por sociedade tomadora de recursos para financiar seu capital de giro. Arecursos para financiar seu capital de giro. A garantia do título é o desempenho da empresagarantia do título é o desempenho da empresa e os títulos podem ser adquiridos pelas IFe os títulos podem ser adquiridos pelas IF para sua própria carteira ou para repasse aospara sua própria carteira ou para repasse aos seus clientes.seus clientes.  Export Notes:Export Notes: representa a cessão de créditosrepresenta a cessão de créditos de contratos de exportação de empresasde contratos de exportação de empresas brasileiras. O exportador transfere a umbrasileiras. O exportador transfere a um investidor, por este título, seus direitos sobreinvestidor, por este título, seus direitos sobre uma exportação realizada recebendo em trocauma exportação realizada recebendo em troca o pagamento em moeda nacional. Este título éo pagamento em moeda nacional. Este título é negociável no MF.negociável no MF.
  • 278.
    Principais papéis privadosPrincipaispapéis privados negociados no MFnegociados no MF  Debêntures:Debêntures: títulos de crédito emitidos portítulos de crédito emitidos por sociedades anônimas, tendo por garantia seussociedades anônimas, tendo por garantia seus ativos. Os recursos gerados por esta emissãoativos. Os recursos gerados por esta emissão se usam para o financiamento do capital dese usam para o financiamento do capital de giro e o capital fixo das empresas.giro e o capital fixo das empresas.  Oferecem juros, participação nos lucros eOferecem juros, participação nos lucros e prêmios de reembolso. Se emitidas comprêmios de reembolso. Se emitidas com cláusula de conver-sibilidade, por opção docláusula de conver-sibilidade, por opção do debenturista, a debênture é resgatada nodebenturista, a debênture é resgatada no vencimento em dinheiro ou em seuvencimento em dinheiro ou em seu equivalente em ações.equivalente em ações.
  • 279.
    Principais papéis privadosPrincipaispapéis privados negociados no MFnegociados no MF  Letras de Câmbio:Letras de Câmbio: são emitidas pelossão emitidas pelos financiados dos contratos de crédito. Após dofinanciados dos contratos de crédito. Após do aceite, a LC é vendida a investidores através doaceite, a LC é vendida a investidores através do MF. São a principal fonte de recursos paraMF. São a principal fonte de recursos para financiar bens duráveis (CDC), utilizadas pelasfinanciar bens duráveis (CDC), utilizadas pelas Sociedades Financeiras.Sociedades Financeiras.  Certificados de Depósitos Bancários (CDB):Certificados de Depósitos Bancários (CDB): éé uma obrigação de pagamento futura de umuma obrigação de pagamento futura de um capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF.capital aplicado em depósito a prazo fixo em IF. Transferível.Transferível.  Recibos de Depósitos Bancários (RDB):Recibos de Depósitos Bancários (RDB): similarsimilar ao anterior, intransferível, obrigatoriamenteao anterior, intransferível, obrigatoriamente
  • 280.
    289 Principais papéis privadosPrincipaispapéis privados negociados no MFnegociados no MF  Certificados de Depósitos InterfinanceirosCertificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI):(CDI): títulos emitidos pelas instituições quetítulos emitidos pelas instituições que participam do mercado financeiro.participam do mercado financeiro.  As taxas negociadas não sofremAs taxas negociadas não sofrem normalmente intervenções oficiais diretas,normalmente intervenções oficiais diretas, refletindo as expec-tativas do mercado comrefletindo as expec-tativas do mercado com relação ao comporta-mento das taxas derelação ao comporta-mento das taxas de juros da economia.juros da economia.  A taxa CDI pode ser entendida como taxaA taxa CDI pode ser entendida como taxa básica do mercado financeiro que influenciabásica do mercado financeiro que influencia a formação das demais taxas de juros.a formação das demais taxas de juros.
  • 281.
    1. Depósitos àVista 2. Depósitos a Prazo 3. Letras de Câmbio 4. Cobrança e pagamento de títulos e carnês 5. Transferências automáticas de fundos 6. Commercial Papers 7. Arrecadação de tributos e tarifas públicas 8. Homme/Office banking, remote banking, banco virtual, dinheiro de plástico 9. Corporate Finance 10.Fundos mútuos de investimento 11.Hot Money 12.Contas Garantidas 13.Crédito Rotativo
  • 282.
    DEPÓSITOS À VISTA Depósitos de livre movimentação mantidos por pessoas físicas e jurídicas.  São as principais fontes de recursos das instituições financeiras bancárias  Diariamente, sobre o saldo contabilizado pelos depósitos à vista em cheque ou em dinheiro, as instituições financeiras são obrigadas a recolher uma parcela junto ao BACEN (depósito compulsório)  Atualmente o percentual de recolhimento gira em torno de 40/45 %
  • 283.
    DEPÓSITOS À PRAZO– CDB E RDB  Recursos acolhidos pelas instituições financeiras, com data previamente estabelecida para o resgate, não podendo ser livremente movimentados pelo aplicador. Com a operação a instituição financeira percebe um spread(1) .  CDB – Certificado de Depósito Bancário • Prazo: XX • Ganho: pago ao investidor no dia do resgate • Título transferível por endosso nominativo  RDB – Recibo de Depósito Bancário • Prazo: de acordo com o indexador escolhido; • Ganho: pago ao investidor no dia do resgate; • Título Intransferível. (1) Spread: diferença entre o custo do dinheiro tomado e o preço do dinheiro vendido
  • 284.
    LETRAS DE CÂMBIO Títulos de crédito privados usáveis entre pessoas físicas ou jurídicas;  Servem como instrumento de captação de recursos para as Sociedades de Crédito, Financiamentos e Investimentos – SCFI (também conhecidas como financeiras);  A SCFI empresta dinheiro para uma pessoa, recebendo uma autorização para emitir um Letra de Câmbio (1) ;  A SCFI capta recursos, lançando Letra de Câmbio ao mercado, na mesma proporção do empréstimo concedido (2) ;  As operações (1) e (2) devem possuir os mesmos vencimentos;  A SCFI percebe um spread na operação;  Prazo: mínimo de 60 dias;  Encargos: pré ou pós-fixados.
  • 285.
    COBRANÇA E PAGAMENTODE TÍTULOS E CARNÊS  Prestação de serviços disponibilizada às micro, pequenas, médias e grandes empresas que possuem necessidade de melhoria de seus fluxos de caixa.  Modalidades de cobranças mais usadas a) Cobrança Simples SEM registro (1) b) Cobrança Simples COM registro (1) c) Cobrança Descontada (1) d) Cobrança Caucionada (1) e) Cobrança Prêmio de Seguro – Apólice e Nota de Seguro f) Cobrança Financiada Vendor – DM, DS e LC (1) DM, DS, NP, LC, WARRANT, Apólice e Nota de Seguro
  • 286.
    TRANSFERÊNCIAS AUTOMÁTICAS DEFUNDOS  Serviço de transferência de recursos financeiros entre bancos realizados “on line”, com o crédito no mesmo dia - TED).  Não há limitação de valor (1)  Durante o horário de funcionamento bancário;  Com ou sem incidência de CPMF (TED D ou E);  Entre R$ 50/100 mil avisar a agência de relacionamento, no mesmo dia;  Acima de R$ 100 mil avisar a agência de relacionamento com 1 dia de antecedência. (1) Desde que cumpridas as instruções internas da instituição Financeira
  • 287.
    COMMERCIAL PAPERS  Títuloscom prazos mínimos de dois a três anos, emitidos por empresas exportadoras tomadoras de recursos para financiar seu capital de giro ou por outras instituições não financeiras (somente S.A.)  Busca, normalmente, captar recursos junto a investidores multinacionais, como fundos de pensão, de investimento e seguradoras.  Se equivalem a notas promissórias comerciais.  São emitidos com uma data definida para o resgate pelo valor de face e vendidos com deságio na emissão, ou seja, a diferença entre o valor de venda e o valor de face revela a taxa de juros implícita na operação.  Definem uma obrigação direta do emissor com o portador.  Normalmente não tem garantia real, podendo ser garantidos por fiança bancária.  Os títulos tem custos diferenciados de acordo com a garantia oferecida e os riscos envolvidos.  Podem também ser negociados no mercado secundário e é permitido o resgate antecipado pelo emitente.
  • 288.
    ARRECADAÇÃO DE TRIBUTOSE TARIFAS PÚBLICAS  Prestação de serviços às entidades públicas, possibilitando maior controle, comodidade e maximização de recursos na arrecadação de tributos e tarifas.  Ao administrador público, possibilita a precisão e a agilidade no recebimento de informação dos pagamentos efetuados, facilitando-lhe a implantação de instrumentos de controle e previsão da receita de arrecadação.  Ao contribuinte, proporciona maior facilidade e conveniência no cumprimento de suas obrigações.  Diminui os custos de arrecadação pelo pagamento dos tributos na rede bancária.  Reduz os custos administrativos devido à racionalização de processos
  • 289.
    Home/Office Banking, RemoteBanking, Banco Virtual, Dinheiro de Plástico  Home/Office Banking: Interligação entre o banco e o cliente por intermédio de ferramentas tecnológicas, proporcionando comodidade e tempestividade nas operações.  Remote Banking: Atendimento remoto, usado pela rede bancária para atender o cliente fora das agências, reduzindo as filas (TAA, Banco 24 horas etc)  Banco Virtual: Sistemas e ferramentas disponibilizados aos clientes, possibilitando-lhes a realização de suas operações diretamente na internet.  Dinheiro de Plástico: Cartões de crédito e de débito.
  • 290.
    CORPORATE FINANCE  Estruturade consultoria formada por profissionais de instituições financeiras e de empresas de consultorias especializadas visando ao planejamento, desenvolvimento e gerenciamento de operações para a reorganização de conglomerados financeiros.  Se necessário, envolvendo fusão, cisão, aquisição e incorporação de empresas  Para essas operações o BACEN disponibiliza linhas de créditos específicas, com prazos e encargos diferenciados.  Em grandes estruturas a empresa responsável pelo Corporate Finance lança mão de várias operações ao mesmo tempo, se utilizando de inúmeros instrumentos de mercado (elaboração de plano de longo prazo, revisão do parque de maquinários, renegociação de dívidas, venda ou aluguel de imóveis da empresa etc).
  • 291.
    FUNDOS MÚTUOS DEINVESTIMENTO  Funcionam como uma sociedade de investidores, organizada por uma instituição financeira ou por um administrador de recursos.  Cada investidor entra com o dinheiro que quiser investir, comprando cotas da carteira, de acordo com o perfil desejado.  No momento mais oportuno, vende as suas cotas realizando seu lucro (ou prejuízo).  Os riscos podem ser amenizados, considerando a composição da carteira (diversificação das aplicações).  São regulados e fiscalizados pelo BACEN.  Curtíssimo prazo: 1 a 30 dias  Curto prazo: 30 a 90 dias  Médio prazo: 90 a 360 dias  Longo Prazo: acima de 360 dias  Classificação dos FIF’s • Referenciados – 95 % ativos rendimento igual ao do referencial; 80 % títulos federais. • Não referenciados - 80 % títulos federais. • Genéricos – livres (risco maior)
  • 292.
    FUNDOS MÚTUOS DEINVESTIMENTO  Fundos de Renda Fixa: os recursos são aplicados em títulos de renda fixa (como títulos públicos e títulos privados).  FIF – curto prazo: • liquidez diária • Rentabilidade baixa (50 % do patrimônio fica depositado no BACEN – depósito compulsório – sem rendimentos)  FIF – 30 dias (5 % compulsório) – investidores médio prazo  FIF – 60/90 dias (sem compulsório) – investidores médio/longo prazo  Fundos de Aplicação em Cotas de FIF: permite que pequenas instituições criem seus fundos a seus clientes (no máximo 25 % de um mesmo fundo).  Fundos de Rendas Variáveis: FIF que aplicam seus recursos em títulos e valores mobiliários que não possuem remuneração fixa, variando conforme características dos títulos.  Fundo Mútuo de Investimento em Ações  Fundo de Ações Fechado  Fundos Imobiliários
  • 293.
    HOT MONEY  Empréstimode curtíssimo prazo, voltado à empresas que precisam de capital de giro (inferior a 30 dias);  Operacionalização flexível e dinâmica (um simples telefonema, autorização para contratação via e-mail ou fax);  Garantia previamente acordada entre a instituição financeira e o cliente;  A formação da taxa, normalmente, é definida com base na taxa do CDI + % ao ano (considerando as características da empresa).
  • 294.
    CONTAS GARANTIDAS  Espéciede cheque especial;  Conta-corrente com limite pré-aprovado, com juros menores do que o do cheque especial;  Para as operações, a empresa apresenta, previamente, garantias com auto-liquidez (cheques pré, Notas Promissórias, Duplicatas Mercantis);  Na medida em que a empresa necessitar de aporte de recursos (saldo devedor) em sua conta-corrente, automaticamente é efetuado débito na conta garantida do valor faltante.
  • 295.
    CRÉDITO ROTATIVO  Linhade crédito aberta com um determinado limite e que a empresa utiliza à medida de suas necessidades, ou mediante a apresentação de garantias de duplicatas;  Operacionalização semelhante ao cheque especial;  Encargos (juros e IOF) são cobrados de acordo com a utilização dos recursos;  Renovável de acordo com a capacidade da empresa e situação de mercado.
  • 296.
    SIMULAÇÃO 1 –Commercial Paper
  • 297.
     Um commercialpaper com vencimento em 120 dias, cujo valor nominal é de R$ 10.000,00, foi negociado por uma empresa por R$ 9.400,00.  Acerca dessa situação hipotética e de commercial papers, julgue os itens abaixo: 1. Usualmente, no Brasil, o CP é negociado no mercado por um valor descontado, sendo recomprado pela empresa emitente pelo seu valor de face, como na situação hipotética em apreço. 2. Além dos juros pagos, a empresa emitente do CP incorre também em despesa de emissão. 3. O CP é, de praxe, utilizado para a captação de capital para investimento de longo prazo das empresas. 4. A operação de CP costuma ter como vantagem agilidade e custo financeiro inferior ao das operações de empréstimo bancário. 5. Na situação hipotética apresentada, a taxa de rentabilidade é inferior a 1 % ao mês,
  • 298.
    Resposta correta: C,C, E, C, E 1. Usualmente, no Brasil, o CP é negociado no mercado por um valor descontado, sendo recomprado pela empresa emitente pelo seu valor de face, como na situação hipotética em apreço. C 2. Além dos juros pagos, a empresa emitente do CP incorre também em despesa de emissão. C 3. O CP é, de praxe, utilizado para a captação de capital para investimento de longo prazo das empresas. E 4. A operação de CP costuma ter como vantagem agilidade e custo financeiro inferior ao das operações de empréstimo bancário. C 5. Na situação hipotética apresentada, a taxa de rentabilidade é inferior a 1 % ao mês. E (+- 1,50 % ao mês)
  • 299.
  • 300.
     Os CDB’sconstituem títulos de renda fixa emitidos pelos bancos e destinam-se a lastrear operações de financiamento de capital de giro. Nesse sentido, considere a seguinte situação hipotética:  O Banco Gama anunciou o pagamento de 22,6 % ao ano para aplicações em CDBs de sua emissão. Na oportunidade foi projetada uma inflação anual de 7,2 %, e o mercado adotava, como referencial de taxa pura de juros (livre de risco), o rendimento anual da caderneta de poupança. A alíquota de IR era de 20 % sobre os rendimentos auferidos.  Com relação à situação hipotética apresentada, aos CDBs e aos recibos de depósitos bancários (RDBs), e desconsiderando a cobrança de IOF e de CPMF julgue os itens seguintes: 1. Na hipótese apresentada, a taxa de remuneração líquida é inferior a 17,5 % ao ano. 2. No caso em apreço, a taxa real de juros é superior a 15 % ao ano. 3. Os CDBs e RDBs são alternativas de aplicação mais conservadoras que as cadernetas de poupança, pois o governo garante os depósitos independentemente do valor aplicado; na poupança, essa garantia está subordinada a um limite. 4. A característica que difere o CDB do RDB é a possibilidade de o CDB ser transferido a outros investidores por endosso nominativo. 5. O recolhimento compulsório determinado pelo BACEN pode incidir sobre as captações efetuadas pelas instituições financeiras por meio de CDBs Questão 22
  • 301.
    Resposta correta: E,E, E, C, C  CDB: 22,60 %  IR(20 %): 4,52 % Tx. Líquida: 18,08 %  Inflação: 7,20 % Tx. Real: 10,88 % 1. Na hipótese apresentada, a taxa de remuneração líquida é inferior a 17,5 % ao ano. E 2. No caso em apreço, a taxa real de juros é superior a 15 % ao ano. E 3. Os CDBs e RDBs são alternativas de aplicação mais conservadoras que as cadernetas de poupança, pois o governo garante os depósitos independentemente do valor aplicado; na poupança, essa garantia está subordinada a um limite. E 4. A característica que difere o CDB do RDB é a possibilidade de o CDB ser transferido a outros investidores por endosso nominativo. C 5. O recolhimento compulsório determinado pelo BACEN pode incidir sobre as captações efetuadas pelas instituições financeiras por meio de CDBs. C
  • 302.
    SIMULAÇÃO 3 –Contas Bancárias
  • 303.
     Julgue ositens a seguir quanto aos tipos de conta bancária existentes no mercado brasileiro 58. Na conta de depósito à vista, o dinheiro depositado fica à disposição do titular para ser sacado a qualquer momento. 59. Da conta de poupança, o dinheiro só pode ser sacado depois de um prazo fixado por ocasião do depósito. 60. A conta de depósito a prazo foi criada com o fim específico de estimular a economia popular e permite a aplicação de valores até R$ 1.000,00, que passam a gerar rendimentos mensalmente. 61. A conta-salário – tipo especial de conta de depósito à vista destinada a receber salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares – é movimentável por cheques e está sujeita aos regulamentos aplicáveis às demais contas de depósitos, mas é isenta da cobrança de tarifas. - itens 58,59,60 e 61
  • 304.
    Resposta correta: C,E, E, C 58. Na conta de depósito à vista, o dinheiro depositado fica à disposição do titular para ser sacado a qualquer momento. C 59. Da conta de poupança, o dinheiro só pode ser sacado depois de um prazo fixado por ocasião do depósito. E 60. A conta de depósito a prazo foi criada com o fim específico de estimular a economia popular e permite a aplicação de valores até R$ 1.000,00, que passam a gerar rendimentos mensalmente. E 61. A conta-salário – tipo especial de conta de depósito à vista destinada a receber salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares – é movimentável por cheques e está sujeita aos regulamentos aplicáveis às demais contas de depósitos, mas é isenta da cobrança de tarifas. C - itens 58,59,60 e 61
  • 305.
    14.Desconto de títulos 15.Financiamentosde capital de giro 16.Vendor finance/compror vendo 17.Leasing (tipos, funcionamento, bens) 18.Financiamento de capital de giro 19.Crédito direto ao consumidor 20.Crédito rural 21.Cadernetas de poupança 22.Financiamento à importação e à exportação – repasses de recursos BNDES 23.Cartões de crédito 24.Títulos de capitalização 25.Planos de aposentadoria e pensão privados 26.Planos de seguros
  • 306.
    DESCONTO DE TÍTULOS Operaçãode adiantamento de recursos aos clientes sobre valores referenciais em duplicatas de cobrança ou notas promissórias, de forma a antecipar o fluxo de caixa. O direito de regresso do Banco se exerce no vencimento do título, caso este não seja pago. FINANCIAMENTO DE CAPITAL DE GIRO Operações destinadas, genericamente, ao suprimento de capital de giro das empresas tomadoras. Os empréstimos estão vinculados a um contrato específico que estabelece prazo, taxas, valores, bem como as garantias necessárias (relação de 120 % a 150 % do principal emprestado.
  • 307.
    VENDOR FINANCE Modalidade definanciamento, voltado para a venda de bens e serviços, na qual o crédito é contratado pelo VENDEDOR e pago pelo comprador. O vendedor vende à vista e o comprador paga a prazo. A operação é baseada na cessão de créditos pelo vendedor ao banco. COMPROR FINANCE Modalidade de financiamento, voltado para a venda de bens e serviços, na qual o crédito é contratado pelo COMPRADOR. A instituição financeira paga à vista ao fornecedor e recebe a prazo do comprador.
  • 308.
    LEASING (TIPOS, FUNCIONAMENTO,BENS) Arrendamento Mercantil Contrato segundo o qual uma pessoa jurídica arrenda a uma pessoa física ou jurídica, por tempo determinado, um bem comprado pela primeira de acordo com as indicações da segunda, cabendo ao arrendatário a opção de adquirir o bem arrendado no final do contrato, mediante um preço residual previamente acordado. VRG: Valor Residual Garantido: prazo da operação + depreciação As empresas de arrendamento mercantil são controladas e fiscalizadas pelo BACEN. A quitação do contrato só é possível após o prazo mínimo definido pelo BACEN. Prazo Mínimo de Arrendamento • vida útil do bem até 5 anos: 02 anos • vida útil do bem mais que 05 anos: 03 anos
  • 309.
    LEASING - TIPOS LEASINGOPERACIONAL: semelhante a uma operação de locação (aluguel). NÃO há opção de compra ao final de contrato. O contrato pode ser rescindido a qualquer tempo. LEASING FINANCEIRO: É essencialmente uma operação de financiamento. Ao final do contrato o arrendatário tem a opção de devolução ou de compra do bem pelo valor pré-estabelecido. SALE AND LEASE BACK: Operação pela qual uma empresa vende bens do seu imobilizado a uma empresa de leasing, posteriormente os arrenda de volta com opção de compra exercitável após o término do prazo contratual. LEASING IMOBILIÁRIO: A arrendadora adquire o imóvel especificado pela arrendatária, à vista, e o arrenda. O cliente pagará, no prazo contratado (em média oito anos), uma contraprestação equivalente à parcela do principal mais juros.
  • 310.
    As empresas vendedorasde bens costumam apresentar o leasing como mais uma forma de financiamento, mas o contrato deve ser lido com atenção, pois trata-se de operação com características próprias. Com referência ao leasing, julgue os itens seguintes: • O prazo mínimo de arrendamento é de 02 anos para bens com vida útil de até cinco anos e de 03 anos para os demais • O alvo de muita atenção do governo federal na atualidade, o microcrédito destina-se a financiar pequenas iniciativas normalmente não atendidas pelo sistema bancário convencional. Nesse sentido, um dos executores do microcrédito são as cooperativas de crédito, que funcionam nos mesmos moldes dos bancos comercias e são submetidas á mesma legislação imposta a estes. Adicionalmente, as cooperativas de crédito sofrem restrições quanto a números mínimo e máximo de cooperados, mas são dispensadas da integralização de capital social mínimo para sua constituição • Nesse tipo de operação, não se admite a transferência dos direitos a terceiros C E E LEASING - 1
  • 311.
    O leasing, tambémdenominado arrendamento mercantil, é uma operação em que o proprietário (arrendador, empresa de arrendamento mercantil) de bem móvel ou imóvel cede a terceiro (arrendatário, cliente, comprador) o uso desse bem por prazo determinado, recebendo em troca uma contraprestação. Essa operação se assemelha a um financiamento que utilize o bem como garantia e q possa ser amortizado em determinado número de prestações periódicas, cujos valores são acrescidos de um residual garantido e de um valor devido pela opção de compra. A respeito de leasing, julgue os seguintes itens: • O contrato de leasing tem prazo mínimo definido pelo BACEN, não sendo possível a quitação da operação antes desse prazo. O direito á opção pela compra do bem só é adquirido ao final do prazo de arrendamento. Por isso, em nenhum caso, o cliente pode quitar o bem antecipadamente ou transferir os direitos e obrigações a terceiros. • Além do ISS, incidem sobre as operações de leasing o imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguros,ou relativas a títulos ou valores mobiliários. • No leasing operacional, o prazo mínimo de contrato é de noventa dias. E E C LEASING – 2
  • 312.
    FINANCIAMENTO DE CAPITALFIXO O empréstimo é utilizado de de uma só vez pelo cliente (principal diferença do capital de giro) que o pagará da forma pactuada: em parcelas ou não. As entidades e instituições governamentais que, normalmente, disponibilizam recursos para essa modalidade de operação são: • Banco Mundial • BNDES Principais fontes de recursos: • FAT • PIS • PASEP • Recursos internacionais • Recursos próprios
  • 313.
    CRÉDITO DIRETO AOCONSUMIDOR Financiamento concedido sob contrato por uma financeira para aquisição de bens e serviços por seus clientes. O próprio bem adquirido serve como garantia do financiamento, ficando a ele vinculado pela cláusula de alienação fiduciária. Prazo: 1 a 36 meses (funcionários: 60 meses) Taxas: pré-fixadas CDC Automático: liberação automática, na medida em que o cliente necessita.
  • 314.
    CRÉDITO RURAL • Finalidades:Custeio, investimento e comercialização. • Fontes de recursos: próprios e compulsórios. • Prazos: de acordo com a finalidade. • Encargos: de acordo com a fonte de financiamento. • Garantias: de acordo com a finalidade. • CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento • PROAGRO – Programa de Garantia da Atividade Agropecuária. • PGPM: Política de Garantia de Preços Mínimos. • EGF (sov/cov) – Empréstimo do Governo Federal. • PRONAF – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (equivalência em produto). • CPR - Cédula de Produto Rural. • CMG - Certificado de Mercadoria Garantido. • PESA – Programa Especial de Saneamento Agrícola
  • 315.
    As despesas aque está sujeito o crédito rural incluem: 1. Remuneração Financeira 2. Imposto sobre a prestação de serviços (ISS) 3. Custo de prestação de serviços 4. Fiança bancária 5. Sanções pecuniárias CRÉDITO RURAL C C C E E
  • 316.
    CADERNETAS DE POUPANÇA •Modalidade de investimento tradicional, onde se podem efetuar aplicações de pequenas quantias e obter uma liquidez. • Rendimento: juros de 0,5 % ao mês + TR. • 70 % dos recursos captados são aplicados na habitação. CARTÕES DE CRÉDITO • Forma especial de financiamento, compreendendo o órgão emissor (banco) o titular do cartão e o vendedor (fornecedor credenciado). • Usuários: pessoa física ou empresarial. • Utilização: nacional e internacional.
  • 317.
    Produto tradicional decaptação financeira no Brasil, a caderneta de poupança constitui depósito em dinheiro que acumula juros e correção monetária e cujos recursos são destinados ao financiamento da construção e da compra de imóveis. Acerca das regras atuais aplicáveis a esse produto, julgue os itens que se seguem: •Os valores depositados e mantidos em depósito por prazo inferior a um mês recebem remuneração proporcional à estabelecida para o mês. •Os bancos não podem cobrar pela manutenção de conta de poupança. •Depósitos em cadernetas de poupança efetuados nos dias 29, 30 e 31 serão remunerados no dia 1° de cada mês, aplicando-se o índice correspondente ao dia 1° do mês anterior. •Os valores depositados em poupança são atualizados com base na taxa referencial (TR) do dia do depósito, acrescida de juros de 1% ao mês. E E E C CADERNETA DE POUPANÇA
  • 318.
    TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO •Investimento de médio ou longo prazo onde se aplica mensalmente um determinado valor, denominado prêmio, e, ao final do prazo, este é recebido de volta com juros e correção. • O grande atrativo destes planos é que, além da remuneração do capital, o investidor concorre a sorteios periódicos. • Rendimentos (provisão matemática) TR + 0,5 % • Carência não pode ser superior a 24 meses (se título inferior a 48 meses, ele cai para 12 meses) PLANOS DE SEGUROS Operação onde uma pessoa ou uma empresa (o segurado) contrata uma empresa especializada para se proteger financeiramente contra uma situação indesejada. Seguro de veículos, residencial, educação, saúde.
  • 319.
    PLANOS DE APOSENTADORIAE PENSÃO PRIVADOS Previdência Privada Aberta • Opção de aposentadoria complementar às expensas do interessado na complementação, oferecido por bancos e seguradoras. Previdência Privada Fechada (pensão) • Opção de aposentadoria complementar oferecida aos empregados, ou seja, a empresa constitui um fundo de pensão para o qual contribuem a própria empresa, bem como os funcionários (FUNCEF, PREVI).
  • 320.
    FINANCIAMENTO À IMPORTAÇÃOE À EXPORTAÇÃO Operações voltadas a capitalizar empresas exportadoras e importadoras, com recursos de origem interna ou externa. • Pré-embarque, embarque, pós-embarque. • PROEX: Programa de Financiamento às Exportações Financia as exportações brasileiras, as provenientes de manufaturadas e os serviços,´proporcionando maior competitividade aos produtos brasileiros.  Financiamento (Tesouro nacional)  Equalização (juros internacionais)  Supplier’s Crédit, Buyer’s Crédit, Forfaiting, Factoring, Export Notes, Debênntures Cambiais, Warrant etc.
  • 321.
    REPASSES DE RECURSOSBNDES Oferecer aos exportadores brasileiros ou aos importadores de produtos brasileiros linhas de crédito de longo prazo, em condições compatíveis com as existentes no mercado internacional. As operações podem ser realizadas diretamente no BNDES ou através de instituições financeiras credenciadas no país e no exterior.
  • 322.
    MERCADO DE CÂMBIO & FINANCIAMENTOSAO COMÉRCIO EXTERIOR CONHECIMENTOS BANCÁRIOS Técnico Bancário CEF- 2008
  • 323.
    MERCADO DE CÂMBIO Éo mercado que reúne compradores e vendedores de moedas estrangeiras, sob supervisão do Banco Central. Os compradores e vendedores são normalmente exportadores, importadores, turistas e investidores. Os bancos e corretores são intermediários nessas operações.
  • 324.
    MERCADO DE CÂMBIO VENDEDORES CORRETOR BANCOSCOMPRADORES CORRETOR PARTICIPANTES DO MERCADO
  • 325.
    MERCADO DE CÂMBIO TAXASDE CÂMBIO – NÃO ESQUEÇA:  Exportação  COMPRA de câmbio.  Importação  VENDA de câmbio. QUANTO AOS CONTRATOS DE CÂMBIO:  De Compra: Quando os bancos compram moedas estrangeiras.  De Venda: Quando os bancos vendem moedas estrangeiras.
  • 326.
    MERCADO DE CÂMBIO QUANTOÀ FORMA DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA:  Câmbio Manual: operações com moedas estrangeiras em espécie ou travellers checks.  Câmbio Sacado: transações processadas por intermédio de contas bancárias.
  • 327.
    MERCADO DE CÂMBIO QUANTOAO PRAZO DE ENTREGA DA MOEDA ESTRANGEIRA:  Câmbio pronto (spot): Contratação cuja liquidação (transferência $ para/do exterior) ocorra imediatamente ou até dois dias úteis.  Câmbio futuro (a termo): Contratação cuja liquidação (transferência $ para/do exterior) ocorra em maior prazo. A taxa de câmbio é previamente fixada e não pode ser alterada (os riscos de variação cambial são assumidos pelas partes).
  • 328.
    MERCADO DE CÂMBIO CONTROLECAMBIAL NO BRASIL:  Mercado primário: Operações entre bancos e seus clientes.  Mercado secundário (ou interbancário): Operações de bancos entre si.  Mercado terciário: Operações entre bancos e Banco Central.
  • 329.
    MERCADO DE CÂMBIO SISCOMEXSISBACEN SISTEMAS DE CONTROLE SISCOMEX - É o Sistema Integrado de Comércio Exterior, que interliga importadores, exportadores, despachantes aduaneiros, Receita Federal, portos e aeroportos alfandegados, agentes de carga internacional, depositários de cargas, entre outros. Destina-se ao registro de entrada e saída de mercadorias (im/exportação), além de controle de licenças de im/exportação.
  • 330.
    MERCADO DE CÂMBIO SISCOMEXSISBACEN SISTEMAS DE CONTROLE SISBACEN – Registra a movimentação financeira (compras e vendas de moedas estrangeiras), provenientes de importações e exportações de mercadorias, além de outras operações de remessas de moeda estrangeira do ou para o exterior.
  • 331.
    Financiamentos ao Com.Exterior OPERAÇÕESMAIS COMUNS:  ACC: Adiantamento sobre Contatos de Câmbio: incentivo à produção de bens a exportar.  ACE: Adiantamento sobre Cambiais Entregues: incentivo à comercialização de bens já embarcados ao exterior.  PROEX: Programa de Financiamento às Exportações: incentiva a exportação de bens e de serviços vendidos ao exterior com prazo de até 10 anos de pagamento.  BNDES EXIM: Linha de crédito do BNDES em três modalidades: pré-embarque, pré-embarque especial e pós-embarque.
  • 332.
    Financiamentos ao Com.Exterior ACC EMBARQUE 360DIAS(MAX) 210 DIAS (MAX) ACC / ACE ADIANTAMENTO de US$ em R$ ACE LIQUIDAÇÃO Com US$ PECULIARIDADES: •TAXA DE JUROS: Captadas no exterior + spread do banco brasileiro •ISENÇÃO DE IOF •AGILIDADE NA CONTRATAÇÃO •VARIAÇÃO CAMBIAL NÃO CONTA •PRAZOS PRÉ-ESTABELECIDOS NO CONTRATO (CONF.ACIMA) •REGISTRO NO BACEN •LIQUIDAÇÃO COM DIVISAS EXTERNAS •PODE SER MOEDA DIFERENTE DE US$ •É COMUM O ENCADEAMENTO ACC/ACE
  • 333.
    EMBARQUE CARTA DE CRÉDITO +DOCUMENTOS PRAZOS: •DE 60 DIAS ATÉ 10 ANOS (CONFORME PRODUTO) PERCENTUAIS FINANCIADOS: •ATÉ 2 ANOS ............. 100% •ACIMA 2 ANOS ......... 85% (AMORTIZAÇÕES PERIÓDICAS) US$ ANTECIPAÇÃO US$ V E N D A A P R A Z O LÍBOR = 3,0% AO ANO Financiamentos ao Com.Exterior •AMORTIZAÇÕES: •SEMESTRAIS, IGUAIS E CONSECUTIVAS GARANTIAS: •DO IMPORTADOR NO EXTERIOR •PODE TAMBÉM SER AVAL DE GOVERNO ESTRANGEIRO PROEX
  • 334.
    Financiamentos ao Com.Exterior PROEX Modalidade Financiamento: Integralmente utilizada com recursos do Tesouro Nacional e operacionalizada exclusivamente pelo BB.  Modalidade Equalização: Operacionalizada por qualquer banco brasileiro, captando recursos no exterior. Nesse caso, o Tesouro Nacional participa com o pagamento de parte dos encargos financeiros obtidos no exterior, reduzindo assim a taxa final de juros para o exportador.
  • 335.
    Financiamentos ao Com.Exterior BNDES-EXIM Linhade crédito com recursos do BNDES para dar à indústria nacional de bens de capital condições de competir no mercado externo. Divide-se em três modalidades:  Pré-embarque: Financia a produção de bens de capital destinados à exportação (prazos bem maiores que o ACC).  Pré-embarque especial: Idem, mas com maior vantagem desde que haja INCREMENTO de exportação em determinado prazo.  Pós-embarque: Financia a comercialização de mercadorias embarcadas por meio de desconto de títulos representativos da exportação (normalmente carta de crédito ou aval bancário), também chamado forfaiting.
  • 336.
    Financiamentos ao Com.Exterior OUTROSFINANCIAMENTOS São operações livremente realizadas pelos bancos:  FACTORING: Operação de desconto de títulos de exportação ao exterior parecidas com o desconto de duplicatas que temos no Brasil, entretanto sem o direito de regresso por parte do banco sobre o exportador.  EXPORT NOTES: Operação de cessão de crédito de exportação, da qual participa o exportador (cede o crédito), o investidor (compra o crédito) e a instituição financeira (intermedeia a operação).