VDSL2
Análise Comparativa
Tiago de Almeida | talmeida@parks.com.br
Outline
- DSL
- Introdução
- Modulação
- Equipamentos
- ADSL
- Introdução
- Versões
- Modulação
- VDSL2
- Demandas
- Introdução
- Aplicação
- Teoria X Prática
- Boosting
- Bonding
- Vectoring
- Zero-Touch
- Implantação
- Por que investir?
- Por que não investir?
Digital Subscriber Line
DSL
- Transmissão de dados sem
interferência no transporte de voz
- Utilização da “capacidade livre” do
cabo telefônico
- Voz humana: 0 a 3400 Hertz
- Separação de voz e dados através
de técnicas de modulação
- Atenuação de sinal por distância e
interferências
- xDSL - Diversas abordagens sobre
a relaçãoVelocidade X Distância
Modulação CAP
- Carrierless Amplitude/Phase
- Divisão do sinal em 3 canais:
- Voz: 0 a 4 KHz
- Upstream: 25 KHz a 160 KHz
- Downstream: 240 KHz ao limite da tecnologia
- Espaço de separação entre canais para minimizar interferências
- Mais facilmente implementável do que o DMT
Modulação DMT
- Discrete Multitone
- Divisão do sinal em vários canais de 4 KHz
- A qualidade de cada canal é monitorada para gerenciar a transmissão
- Sinais são constantemente trocados de canal, para garantir a qualidade
- Maior complexidade de implementação do que o CAP
- Maior flexibilidade em linhas de diferentes qualidades
Equipamentos
- Tecnologias DSL dependem basicamente de dois equipamentos
- DSLTransceiver
- Interface entre o computador ou rede do usuário e a linha DSL
- Pode também ser roteador, switch ou ponto de acesso WiFi
- DSL Access Multiplexer (DSLAM)
- Multiplexação de uma conexão de alta capacidade para vários clientes
- Normalmente suporta várias tecnologias DSL, protocolos e modulações
- Pode prover funções de roteamento e atribuição de IPs
Asymmetric DSL
ADSL
- Tecnologia DSL mais utilizada
- 2/3 das instalações DSL
- Facilidade e baixo custo de instalação
- Boas taxas de transmissão
- Distâncias razoáveis
- Asymmetric: maior parte da banda
reservada para downstream
ADSL
ADSL
ADSL x ADSL2+
Very-high-bit-rate DSL 2
Demandas
- Crescimento médio anual de
consumo de banda é de 15%
- Business: Cloud Computing,
Videoconferência
- Home: Triple Play (HDTV, Gaming...)
- Satisfatório hoje: 20 Mbps
- Futuro próximo:50 Mbps (2015)
90 Mbps (2020)
- “The European Commission’s Digital
Agenda calls for 30Mbps for all by 2020
and 100 Mbps for half of households.”
- Brasil (2010 - 2012)
- Banda larga cresceu 11%
- TV por assinatura cresceu 28%
VDSL2
- Solução “Last Mile” em cobre
- FTTN, FTTC, FTTB
- Sucessora do ADSL
- Backward compatible
- Maiores taxas de transmissão
- Melhor aproveitamento em menores
distâncias
- Expansão do espectro de frequências
- Bonding
- Vectoring
VDSL2 - Aplicação
VDSL2 - Modulação
VDSL2 - Teoria
VDSL2 - Prática
- UK BT’s Broadband
FTTC +VDSL2 17a
VDSL2 - Prática
VDSL2 x ADSL2+
VDSL2 - Boosting
SUBTÍTULO 1
VDSL2 Vectoring
- Tecnologia de cancelamento de ruído
- Similar a fones de ouvido
- Cancela crosstalk entre linhasVDSL2 no
mesmo feixe
- Sem interferências, cada linha funciona
como se fosse a única do feixe, alcançando
todo o potencial deVDSL2
- Requer controle de todas as linhas
- Tecnologia “Socialista”
SUBTÍTULO 1
VDSL2 Vectoring - The Magic Number: 100Mbps
Downstream bit rate results from 27 trials
Dark blue - prototype trials in 2010-2011.
Light blue - trials with commercial equipment in 2012-2013
SUBTÍTULO 1
VDSL2 Vectoring - Upstream
Upstream and DownstreamVDSL2Vectoring bit rates results from 14 trials
Dark blue - Downstream
Light blue - Upstream
SUBTÍTULO 1
VDSL2 Vectoring - Equalizing Performance
Downstream bit rates @350m
VDSL2 Vectoring - Desafios
- Quantidade de computação em
tempo-real
- SistemaVDSL2 vetorizado de
200 linhas = cerca de 2,6 TMAC/s,
400 linhas = cerca de 10 TMAC/s
- Alcatel-Lucent
- Primeira geração 2011: 192 linhas
- Segunda geração 2012: 384 linhas
- Quantidade de dados transferidos
dentro do DSLAM
- 48 portas: até 20 Gbps
- Adição ou remoção de uma linha não
pode afetar demais linhas
- Desligar um modem pode afetar a
impedância da linha e seu crosstalk
VDSL2 Vectoring - Desafios
- Equipamentos legados
- Nem todos os modems já instalados são “vectoring friendly”
- Tais linhas não tem seu crosstalk cancelado, e afetam as demais
- Upgrading (firmware, hardware)
- “Vectoring friendly”
- Suporte a Vectoring
SUBTÍTULO 1
VDSL2 Vectoring - Zero-Touch
- Técnicas de processamento de
sinal medem e cancelam crosstalk
de equipamentos legados.
- Equipamentos se comportam
como “vectoring friendly”
- Implantação mais fácil e rápida
deVDSL2 Vectoring
SUBTÍTULO 1
VDSL2 Vectoring - Zero-Touch
Using Zero-TouchVectoring when mixing vectored and legacyVDSL2 lines @300m
Red - LegacyVDSL2 lines
Blue -Vectored Lines
VDSL2 - Implantação
VDSL2 - Implantação
VDSL2 - Por que investir?
- Estrutura legada
- “There’s already a lot of copper out
there.Why not extract more value from it?”
- 1,25 bilhões de conexões de cobre
- 2/3 da banda larga mundial é DSL
- FTTN / FTTC / FTTB versus FTTH
- Implantação mais rápida e barata
- FTTN -60%, FTTB -30%
- Pode ter melhor custo-benefício
- Melhor time-to-market
- 40M de instalaçõesVDSL2 desde 2007
- Fibra de suporte paraVDSL2 baixa
custos de futuros investimentos em FTTH
- VDSL2 Vectoring pode não ser o último
fôlego do cobre
VDSL2 - Por que não investir?
- Greenfield situations
- FTTN e FTTC/B são soluções
intermediárias
- “FTTH is the clear endgame.
It is future-safe.”
- Atenuação de sinal, nas tecnologias em
cobre, tende a convergir as curvas de taxa
de transmissão ao longo da distância
- “O custo para implantação de GPON e
o deVDSL Vectoring está igual. Não há
mais motivo para não construir mais
FTTH.” - Amos Genish, presidente da GVT,
outubro de 2013
http://www.youtube.com/watch?v=zkVmej4urx4
VDSL2Vectoring: Capitalize on copper
OBRIGADO
Tiago de Almeida | talmeida@parks.com.br

VDSL2 Technology and Business

  • 2.
    VDSL2 Análise Comparativa Tiago deAlmeida | talmeida@parks.com.br
  • 3.
    Outline - DSL - Introdução -Modulação - Equipamentos - ADSL - Introdução - Versões - Modulação - VDSL2 - Demandas - Introdução - Aplicação - Teoria X Prática - Boosting - Bonding - Vectoring - Zero-Touch - Implantação - Por que investir? - Por que não investir?
  • 4.
  • 5.
    DSL - Transmissão dedados sem interferência no transporte de voz - Utilização da “capacidade livre” do cabo telefônico - Voz humana: 0 a 3400 Hertz - Separação de voz e dados através de técnicas de modulação - Atenuação de sinal por distância e interferências - xDSL - Diversas abordagens sobre a relaçãoVelocidade X Distância
  • 6.
    Modulação CAP - CarrierlessAmplitude/Phase - Divisão do sinal em 3 canais: - Voz: 0 a 4 KHz - Upstream: 25 KHz a 160 KHz - Downstream: 240 KHz ao limite da tecnologia - Espaço de separação entre canais para minimizar interferências - Mais facilmente implementável do que o DMT
  • 7.
    Modulação DMT - DiscreteMultitone - Divisão do sinal em vários canais de 4 KHz - A qualidade de cada canal é monitorada para gerenciar a transmissão - Sinais são constantemente trocados de canal, para garantir a qualidade - Maior complexidade de implementação do que o CAP - Maior flexibilidade em linhas de diferentes qualidades
  • 8.
    Equipamentos - Tecnologias DSLdependem basicamente de dois equipamentos - DSLTransceiver - Interface entre o computador ou rede do usuário e a linha DSL - Pode também ser roteador, switch ou ponto de acesso WiFi - DSL Access Multiplexer (DSLAM) - Multiplexação de uma conexão de alta capacidade para vários clientes - Normalmente suporta várias tecnologias DSL, protocolos e modulações - Pode prover funções de roteamento e atribuição de IPs
  • 9.
  • 10.
    ADSL - Tecnologia DSLmais utilizada - 2/3 das instalações DSL - Facilidade e baixo custo de instalação - Boas taxas de transmissão - Distâncias razoáveis - Asymmetric: maior parte da banda reservada para downstream
  • 11.
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  • 13.
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  • 15.
    Demandas - Crescimento médioanual de consumo de banda é de 15% - Business: Cloud Computing, Videoconferência - Home: Triple Play (HDTV, Gaming...) - Satisfatório hoje: 20 Mbps - Futuro próximo:50 Mbps (2015) 90 Mbps (2020) - “The European Commission’s Digital Agenda calls for 30Mbps for all by 2020 and 100 Mbps for half of households.” - Brasil (2010 - 2012) - Banda larga cresceu 11% - TV por assinatura cresceu 28%
  • 16.
    VDSL2 - Solução “LastMile” em cobre - FTTN, FTTC, FTTB - Sucessora do ADSL - Backward compatible - Maiores taxas de transmissão - Melhor aproveitamento em menores distâncias - Expansão do espectro de frequências - Bonding - Vectoring
  • 17.
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    VDSL2 - Prática -UK BT’s Broadband FTTC +VDSL2 17a
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    SUBTÍTULO 1 VDSL2 Vectoring -Tecnologia de cancelamento de ruído - Similar a fones de ouvido - Cancela crosstalk entre linhasVDSL2 no mesmo feixe - Sem interferências, cada linha funciona como se fosse a única do feixe, alcançando todo o potencial deVDSL2 - Requer controle de todas as linhas - Tecnologia “Socialista”
  • 25.
    SUBTÍTULO 1 VDSL2 Vectoring- The Magic Number: 100Mbps Downstream bit rate results from 27 trials Dark blue - prototype trials in 2010-2011. Light blue - trials with commercial equipment in 2012-2013
  • 26.
    SUBTÍTULO 1 VDSL2 Vectoring- Upstream Upstream and DownstreamVDSL2Vectoring bit rates results from 14 trials Dark blue - Downstream Light blue - Upstream
  • 27.
    SUBTÍTULO 1 VDSL2 Vectoring- Equalizing Performance Downstream bit rates @350m
  • 28.
    VDSL2 Vectoring -Desafios - Quantidade de computação em tempo-real - SistemaVDSL2 vetorizado de 200 linhas = cerca de 2,6 TMAC/s, 400 linhas = cerca de 10 TMAC/s - Alcatel-Lucent - Primeira geração 2011: 192 linhas - Segunda geração 2012: 384 linhas - Quantidade de dados transferidos dentro do DSLAM - 48 portas: até 20 Gbps - Adição ou remoção de uma linha não pode afetar demais linhas - Desligar um modem pode afetar a impedância da linha e seu crosstalk
  • 29.
    VDSL2 Vectoring -Desafios - Equipamentos legados - Nem todos os modems já instalados são “vectoring friendly” - Tais linhas não tem seu crosstalk cancelado, e afetam as demais - Upgrading (firmware, hardware) - “Vectoring friendly” - Suporte a Vectoring
  • 30.
    SUBTÍTULO 1 VDSL2 Vectoring- Zero-Touch - Técnicas de processamento de sinal medem e cancelam crosstalk de equipamentos legados. - Equipamentos se comportam como “vectoring friendly” - Implantação mais fácil e rápida deVDSL2 Vectoring
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    SUBTÍTULO 1 VDSL2 Vectoring- Zero-Touch Using Zero-TouchVectoring when mixing vectored and legacyVDSL2 lines @300m Red - LegacyVDSL2 lines Blue -Vectored Lines
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  • 34.
    VDSL2 - Porque investir? - Estrutura legada - “There’s already a lot of copper out there.Why not extract more value from it?” - 1,25 bilhões de conexões de cobre - 2/3 da banda larga mundial é DSL - FTTN / FTTC / FTTB versus FTTH - Implantação mais rápida e barata - FTTN -60%, FTTB -30% - Pode ter melhor custo-benefício - Melhor time-to-market - 40M de instalaçõesVDSL2 desde 2007 - Fibra de suporte paraVDSL2 baixa custos de futuros investimentos em FTTH - VDSL2 Vectoring pode não ser o último fôlego do cobre
  • 35.
    VDSL2 - Porque não investir? - Greenfield situations - FTTN e FTTC/B são soluções intermediárias - “FTTH is the clear endgame. It is future-safe.” - Atenuação de sinal, nas tecnologias em cobre, tende a convergir as curvas de taxa de transmissão ao longo da distância - “O custo para implantação de GPON e o deVDSL Vectoring está igual. Não há mais motivo para não construir mais FTTH.” - Amos Genish, presidente da GVT, outubro de 2013
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    OBRIGADO Tiago de Almeida| talmeida@parks.com.br