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Formação TDT
03/2012
IEP
O espectro electromagnético
Radiofrequência (RF) é a faixa de
frequência que abrange
aproximadamente de 3 kHz a 300 GHz e
que corresponde a frequência das onda
de rádio. RF geralmente se refere a
oscilações eletromagnéticas ao invés de
mecânicas nessa faixa de frequência,
embora exista sistemas mecânicos em RF.
TV Analógica Terrestre
• A TV no formato analógico teve e tem no mundo três
grandes formatos de distribuição de imagem e som,
quer por via hertziana terrestre, cabo ou satélite.
• - PAL (Phase Alternation Line) nas suas variantes B, D, G
ou K (o mais comum por todo o mundo), I (Reino
Unido, Irlanda, Macau, Hong Kong, Angola, Lesoto,
Namíbia, e África do Sul), M (Brasil e Laos), N ou NC
usado na Argentina, Paraguai e Uruguai
- NTSC (National Television System(s) Committee)
utilizado nos Estados Unidos, Canadá, Japão, Coreia e
alguns países da América Latina como o México
- SECAM (Séquentiel couleur à mémoire)
TV Digital
• Quando se fala em digital vem logo à ideia o
código binário, tudo o que é informação
transformado nos seus elementos mais puros: o
zero e o um.
A TV Digital na Europa é quase exclusivamente
sinónimo de transmissões em DVB nas suas
formas S(Satélite) C(Cabo) ou T(Terrestre), ou
seja, a informação modulada de forma a ser
distribuída nas frequências que compõem a
transmissão via rede hertziana, cabo, ou satélite.
DVB
• DVB (Digital Video Broadcasting) é o padrão de televisão digital
utilizado pelos países europeus. Os padrões DVB são mantidos pelo
Projeto DVB, um consórcio internacional de indústrias com mais de
270 membros. Muitos aspectos do DVB são patenteados, incluindo
elementos de codificação de vídeo MPEG e codificação de áudio. Os
sistemas DVB são distribuídos por cabo (DVB-C, DVB-C2), satélite
(DVB-S, DVB-S2 e DVB-SH) e terrestre (DVB-T, DVB-T2). Esses
padrões definem a camada física e a camada de link de dados do
sistema de distribuição. Dispositivos interagem com a camada física
via SPI (synchronous parallel interface), SSI (synchronous serial
interface), ou ASI (asynchronous serial interface). Todos dados são
transmitidos em streams de transporte MPEG com algumas
restrições adicionais.
Antenas Terrestres
• Antena é o dispositivo cuja função é transformar
energia eletromagnética guiada pela linha de
transmissão em energia eletromagnética
irradiada, pode-se também dizer que esta lei
serve no sentido inverso, isto é, transformar
energia eletromagnética irradiada em energia
eletromagnética guiada para a linha de
transmissão. Portanto, sua função é primordial
em qualquer comunicação onde exista
radiofrequência. A relação entre as potências de
emissão e recepção é proporcional e obedece à
Fórmula de Friis.
Antenas
"Um meio para irradiar ou receber ondas de rádio"
As antenas e os respectivos sistemas de recepção,
conversão, multiplexagem, amplificação e outros,
são parte integrante dos sistemas de cablagem para
a distribuição de sinais sonoros e televisivos, dos
tipos A, B e FWA
As antenas devem assegurar a correcta captação
dos sinais de rádio difusão sonora e televisiva
Antenas (cont.)
Banda/Largura de Banda ou Canais: Define para que frequências (canais) a antena foi
concebida e deve ser utilizada.
Ganho: É uma característica apresentada por um dispositivo amplificador ou
atenuador, que consiste em modificar a amplitude de um sinal aplicado à sua entrada.
Sendo a antena um transdutor do campo electromagnético em eléctrico, o
ganho representa essa capacidade de transdução.
Ganho de uma antena é nada mais do que a capacidade que a antena tem de focar o
sinal eletromagnético em uma determinada direção. Uma antena não amplifica sinal,
uma vez que toda antena é um elemento passivo.
Direção
• A antena é um sistema que irradia (ou recebe) energia
eletromagnética. Se pode conhecê-la a partir do
processamento da irradiação, da eficiência e da
distribuição da energia irradiada através do campo,
dentro do espectro conhecido, ou arbitrado. A
diretividade é a razão entre a intensidade de radiação
de uma antes e a intensidade de radiação média.
Frequência e Periodo
• A frequência é uma grandeza física ondulatória que
indica o número de ocorrências de um evento (ciclos,
voltas, oscilações, etc) em um determinado intervalo
de tempo.
• Alternativamente, podemos medir o tempo decorrido
para uma oscilação. Este tempo em particular recebe o
nome de período (T). Desse modo, a frequência é o
inverso do período.
Impedância
• Para uma linha uniforme de comprimento
considerado infinito a impedância
característica é a razão de uma tensão elétrica
aplicada para a corrente elétrica resultante no
ponto em que a tensão foi aplicada. Esta é
dada em ohms e é medida entre os terminais
da linha de transmissão na freqüência de
trabalho.
Carga ao Vento
• O vento não afeta o sinal RF em si, mas pode
afetar o posicionamento das antenas
impactando portanto na transmissão e/ou
receção do sinal
Antena Yagi
• Características
• Antenas indicadas para a recepção da TV digital terrestre
• Largura de banda típica canal 21 a 69 - Banda UHF
• Array angular de 3 eixos, fazem que esta antena seja mais directiva e ao mesmo
tempo de banda larga
• Características
• Antena indicada para a recepção da TV digital terrestre
• Largura de banda típica entre o canal 21 a 69 - Banda UHF
• Apenas com 1 eixo, com um ganho típico um pouco inferior, mas com um
custo em média menor, relativamente à antena do tipo Yagi de 3 eixos do
exemplo 1
Antena Yagi
Antena Logarítmica
• As principais características da antena incluem a
facilidade de instalação, o ganho praticamente
idêntico na banda de UHF inteiro, e 75 ohm
impedância de saída
• Canais 5/12 - 21/69
Antena de Painel
Este tipo de antena atenua levemente os ruídos
vindo de traz e sua atenuação quanto a ruídos
laterais quase não existe, o que já não acontece
com as Omnidirecionais.
Ideais para "Access Point" na distribuição de sinal
de RF para seus clientes.
Escolha e Instalação de Antenas
• Factors determining selection of antennas
• 1. Distance from the transmitter/transmitters
2. Number of the transmitters and their frequency
bands
3. Angle distances among the transmitters
4. Output power of the transmitters
5. Directivity of transmitters' antennas
6. Polarizations of the transmitted signals
7. Obstacles between transmitting and receiving
antenna
8. Kind of installation
9. Influence of interferences, including unwanted
signals from other transmitters.
19
Cabos Coaxiais
20
• Redes de Cabos Coaxiais (CC) com distribuição em estrela, a partir dos
secundários do RG-CC e do RC-CC.
• Cabos e equipamentos preparados para transmissão, no
mínimo, até 2,4GHz.
• Possibilidade para as redes de MATV e SMATV, o desenvolvimento noutro tipo de
topologia, adaptando-a aos serviços de recepção satélite e terrestre requeridos
para o edifício.
•Dependendo do ambiente de aplicação admitem-se as seguintes bainhas
externas:
o PVC, para aplicações interiores;
o Polietileno Negro, para aplicações em exterior, não enterrado;
o Polietileno Negro, cobrindo um composto de PetroGel que se encontre a
sobrepor a malha, para aplicações de cabo de exterior entubado (CEMU - ATI, por
exemplo).
o Materiais retardantes à chama, sem halogéneos e com reduzida opacidade de
fumos, para aplicações interiores em edifícios recebendo público.
Cabos Coaxiais
Sistemas de Cablagem
Importante: As Classes TCD-C-L
e TCD-C-M não são permitidas.
21
22
Cabos Coaxiais
Conectores
Conector do tipo “F” de compressão - é o único permitido nas ligações a cabos coaxiais.
Conectores de rosca e de cravar não são permitidos
23
Cabos Coaxiais
Conectores
Conector do tipo “F” macho rápido – para alguma alteração ou manuseio pontual (nos
ATE e nos ATI,por exemplo)
24
Cabos Coaxiais
Conectores
Existe a possibilidade de utilização de outros tipos de conector desde que cumpram
com as especificações técnicas dos quadros:
DERIVADORES
Banda de frequências 5 – 2400 MHz
Impedância característica 75 Ohm
Blindagem Classe A
Passagem DC (300mA mínimo) entre
entrada e saída de passagem
Isolamento RF entre saídas > 20dB
Terminal de ligação de condutor de
terra
Derivadores
Repartidores
REPARTIDORES
Banda de frequências 5 – 2400 MHz
Impedância característica 75 Ohm
Blindagem Classe A
Passagem DC (300mA mínimo)
Isolamento RF entre saídas > 20dB
Terminal de ligação de condutor de
terra
Tomadas
TOMADAS DUPLAS
Terminal TV (terminal IEC macho) –
gama de frequencias 47 - 862MHz;
Terminal Radio (terminal IEC femea,
FM + DAB) – gama de frequencias 88 -
230MHz.
Tomadas
TOMADAS TRIPLAS
Terminal TV (terminal IEC macho) –
gama de frequências 47 - 862MHz;
Terminal SAT (terminal “F” fêmea)
gama de frequências 950 – 2400MHz;
Terminal Rádio (terminal IEC fêmea,
FM + DAB) – gama de frequências 88 -
230MHz.
Amplificador de Mastro ou PRÉ-AMPLIFICADOR
• Com um factor de ruído bastante
baixo, estes dispositivos têm como
principal função elevar os níveis de
potência dos sinais recebidos,
sendo o ruído introduzido
desprezável. Serão colocados o
mais próximo possível das antenas
de recepção e caracterizam-se por:
Apresentar baixa figura de ruído, Fr ≤
2,5dB;
Estarem preferencialmente incluídos
na caixa de ligações da antena;
Impedância característica de 75 ;
Blindagem Classe A;
Apresentar indicações sobre o Modelo
e o Fabricante.
AMPLIFICADOR DE BANDA LARGA SELECTIVO
• Os Amplificadores de Banda
Larga Selectivos apresentam a
particularidade de serem
constituídos por um primeiro
bloco, independente por canal
ou por grupo de canais,
possibilitando a necessária
selectividade e equalização
dos canais passantes para a
rede e por um segundo bloco,
comum a vários ou todos os
canais, onde se garante a
potência de saída necessária
para a rede de distribuição.
Central Amplificadora
Trabalhos Praticos I e II
Conectorização
Instalação de uma Antena
Topologias de redes
Vantagens da TDT
• Resolução de imagem – Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080
linhas com o padrão HDTV.
• Novo formato da imagem – Utilizam o formato 16:9, mais próximo do formato
panorâmico.
• Qualidade do som – Com a TV digital, passará a seis canais (padrão utilizado por
sofisticados equipamentos de som).
• Sintonia do Sinal sem fantasmas – A TV digital irá possibilitar a sintonia do sinal
sem a presença de fantasmas com qualidade de áudio e vídeo ausentes de ruídos
e interferências.
• Interatividade – O utilizador pode interagir livremente com os dados que ficam
armazenados no seu receptor. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o
retorno à central de transmissão dá-se pelo telefone ou ADSL.
• Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores – Alguns receptores
ou conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho
(semelhantes a discos rígidos utilizados nos computadores) onde poderão
armazenar muitas horas de gravação, permitir que o utilizador escolha o programa
que quer visualizar e à hora que desejar.
34
Conceito de Vídeo digital
 O que é uma Frame?
 Frame é um conjunto de quadros (imagens) que formam um filme por inteiro
 Compressão Intra-frame e Inter-frame ?
 A Intra-frame é a compressão realizada no frame e a inter-frame é a compressão entre a sequencia de
frames.
 Principais Tipos de compressão Intra/Inter frames:
 M-JPEG
• Intra-frame
• Taxa de compressão variável
• Possui grande volume de dados
 DV
• Intra-frame
• Taxa de compressão fixa
• Possui volumes de dados medianos
 JPEG-2
• Intra/Inter-frame
• Taxa de compressão variável
• Possui volumes de dados baixos
MPEG - 4
35
Conceito de Vídeo digital
MPEG-1
MPEG-2
MPEG-4
MPEG-7
MPEG-21
 Armazenamento e recuperação de vídeo e
áudio digital.
 Televisão Digital
 Comunicação Multimédia Interactiva
 Descrição de Conteúdo
 Organização
MPEG - 4
36
Conceito de Vídeo digital
MPEG4 – Principais Características
 Tem objectivos e áreas de aplicação, muito alargadas
 Distribuição de conteúdos audiovisuais em Internet e redes sem fios
 Distribuição de TV e HDTV
 Produção de TV e HDTV (estúdio)
 Cinema digital
 Aplicações 3D
 Áudio 5.1
 Oferece extrema qualidade de imagem
 Compressão até 200:1
 Utiliza uma gama de débitos muitos alargada de alguns Kbit/s a muitos Mbit/s
MPEG - 4
37
Conceito de Vídeo digital
MPEG4 - Características dos esquemas de compressão
 Utiliza novas formas de codificação, não só orientados ao pixel mas também orientados aos
objectos (“Object-based coding”)
MPEG - 4
38
Conceito de Vídeo digital
MPEG4 - Características dos esquemas de compressão
 Compressão baseada em blocos de 16 x 16 pixels.
 Predição da próxima imagem através do ultimo frame.
 Bloco baseado no movimento estimado & compensação
 Compensação de movimento em Sub Pixels
 Largura de banda necessária
MPEG - 4
Refere-se ao conteúdo de transmissão
por largura de banda de freqüência
utilizada numa rede de difusão. A
modulação COFDM (Coded Orthogonal
Frequency Division Multiplexing) usada
pelo DVB e ISDB permite a construção
de redes de freqüência única - SFN, ou
seja, uma rede cobrindo grandes
regiões com pequenos transmissores
com uma única freqüência, liberando
um enorme número de canais de
transmissão para outras utilizações. A
modulação COFDM permite o uso dos
canais adjacentes ao canal de
transmissão dobrando o número de
canais de 6 MHz da faixa de TV.
Modulação COFDM
Descodificadores TDT
Características: Um
descodificador compatível
com a tecnologia DVB-T e
com a norma
MPEG4/H.264,
TDT em Portugal
Os emissores de TDT vão emitir com polarização horizontal.
Continente: Canal 67 Frequência:842 Mhz alterado para canal 56-
754MHz.
Madeira: Canal 67 Frequência:842 Mhz alterado para canal 54-
738MHz.
Açores:
•(Ilha de São Jorge) Canal 47 - 682 MHz - Alterado para 56 -
754Mhz
•(Ilha do Pico) Canal 56 - 754 MHz - Alterado para 48 - 690Mhz
•(Ilhas de S. Miguel e Graciosa) Canal 61 - 794 MHz - Alterado para
49 - 698Mhz
•(Ilha do Faial) Canal 64 - 818 MHz - Alterado para 47 - 682Mhz
•(Ilhas da Terceira, S. Maria, Flores e Corvo) Canal 67 - 842 MHz -
Alterado para 55 - 746Mhz
DISPOSITIVOS DE REDES COAXIAIS
42
Cabeça de Rede
As Cabeças de Rede (CR) são conjuntos de equipamentos que são colocados entre o
sistema de recepção e a rede de distribuição.
É da responsabilidade do projectista a análise da localização do edifício, de forma a
adaptá-lo de uma forma correcta ao tipo de emissão existente, analógica ou digital.
Projecto de CR obrigatório quando aplicável.
43
44
Cabeça de Rede
CR1
Cabeça de Rede Local de grau 1
CR2
Cabeça de Rede de Distribuição, de grau 2
CR3
Cabeça de Rede de Recepção Individual, de grau 3
CR1 – Cabeça de Rede Local ou Remota, de
grau 1
• Trata-se de uma CR cujos sinais de saída
servirão pelo menos uma CR de cada um dos
graus inferiores (2 e 3) instaladas a jusante. Os
sinais passarão, pelo menos, por três sistemas
de amplificação antes de atingirem os pontos
terminais da rede -
Tomadas Coaxiais.
CR2 – Cabeça de Rede de Distribuição, de
grau 2
• Como ponto de re-amplificação de sinais
provenientes de uma CR1, sendo constituída por
equipamento amplificador ou regenerador de sinal,
denominado
Amplificador de Coluna.
• Como ponto de Recepção e Tratamento de Sinais,
trata-se de uma Central cujos sinais de saída servirão
pelo menos uma Central de Grau inferior (3)
instalada a jusante. Os sinais passarão assim, pelo
menos, por dois sistemas de amplificação antes de
atingirem os pontos terminais da rede - Tomadas
Coaxiais.
• Como ponto de Re-amplificação de sinais
provenientes de uma CR2, sendo constituída
por equipamento amplificador ou regenerador
de sinal, denominado Amplificador de
Apartamento.
• Como ponto de Recepção e Tratamento de
Sinais, trata-se de uma CR cujos sinais de saída
servirão directamente os pontos terminais da
rede - Tomadas Coaxiais.
CR3 – Cabeça de Rede de Recepção
Individual, de grau 3
PROCESSADOR
• Equipamento a instalar na CR, normalmente utilizado para tratamento de sinais de
recepção externa. É caracterizado por:
Permitir o reposicionamento, em frequência, de qualquer sinal de rádio frequência
presente na sua entrada, com a largura de banda adequada;
Processar a frequência de entrada a uma frequência intermédia e, de seguida, esta a
uma frequência de saída, garantido assim:
– o Uma pureza espectral na saída, compatível com CR1;
– o A possibilidade de processar, universalmente, dentro da banda de funcionamento para
que está preparado, qualquer frequência de entrada para qualquer frequência de saída.
Possuir um sistema de Controlo Automático de Ganho (CAG), garantindo desta
forma a estabilidade dos sinais na rede, independentemente das oscilações que
possam ocorrer na entrada, compatibilizando-se assim com CR1.
Transmodulador TDT-PAL;
• Este equipamento permite distribuir, sob condições legais, um
serviço de televisão digital terrestre (TDT) por subscrição, numa
instalação onde se pretenda manter a utilização de televisores
analógicos.
Os potenciais utilizadores deste equipo são , principalmente,
hotéis , residências e ou hospitais interessados em oferecer aos
seus clientes e utilizadores todos os serviços da TDT sem terem
que substituir o parque de televisores analógicos existente.
Uma vez incorporado à cabeceira de distribuição , o
transmodulador COFDM-PAL con CI gera um canal analógico
procedente da emissão encriptada de um serviço TDT por
assinatura . Desta maneira , este serviço pode desfrutar-se em
televisores analógicos nas mesmas condições e com o mesmo
comando à distancia que se utilizava antes do processo de
transição para a TDT.
Trabalho Pratico III
• Instalação de central amplificadora para
televisão terrestre
Fim
Obrigado
O Formador: Fernando Reis

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Capítulo 5 e 4 transmissão analógica e digital (2º unidade)
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Formação TDT

  • 3. Radiofrequência (RF) é a faixa de frequência que abrange aproximadamente de 3 kHz a 300 GHz e que corresponde a frequência das onda de rádio. RF geralmente se refere a oscilações eletromagnéticas ao invés de mecânicas nessa faixa de frequência, embora exista sistemas mecânicos em RF.
  • 4. TV Analógica Terrestre • A TV no formato analógico teve e tem no mundo três grandes formatos de distribuição de imagem e som, quer por via hertziana terrestre, cabo ou satélite. • - PAL (Phase Alternation Line) nas suas variantes B, D, G ou K (o mais comum por todo o mundo), I (Reino Unido, Irlanda, Macau, Hong Kong, Angola, Lesoto, Namíbia, e África do Sul), M (Brasil e Laos), N ou NC usado na Argentina, Paraguai e Uruguai - NTSC (National Television System(s) Committee) utilizado nos Estados Unidos, Canadá, Japão, Coreia e alguns países da América Latina como o México - SECAM (Séquentiel couleur à mémoire)
  • 5. TV Digital • Quando se fala em digital vem logo à ideia o código binário, tudo o que é informação transformado nos seus elementos mais puros: o zero e o um. A TV Digital na Europa é quase exclusivamente sinónimo de transmissões em DVB nas suas formas S(Satélite) C(Cabo) ou T(Terrestre), ou seja, a informação modulada de forma a ser distribuída nas frequências que compõem a transmissão via rede hertziana, cabo, ou satélite.
  • 6. DVB • DVB (Digital Video Broadcasting) é o padrão de televisão digital utilizado pelos países europeus. Os padrões DVB são mantidos pelo Projeto DVB, um consórcio internacional de indústrias com mais de 270 membros. Muitos aspectos do DVB são patenteados, incluindo elementos de codificação de vídeo MPEG e codificação de áudio. Os sistemas DVB são distribuídos por cabo (DVB-C, DVB-C2), satélite (DVB-S, DVB-S2 e DVB-SH) e terrestre (DVB-T, DVB-T2). Esses padrões definem a camada física e a camada de link de dados do sistema de distribuição. Dispositivos interagem com a camada física via SPI (synchronous parallel interface), SSI (synchronous serial interface), ou ASI (asynchronous serial interface). Todos dados são transmitidos em streams de transporte MPEG com algumas restrições adicionais.
  • 7. Antenas Terrestres • Antena é o dispositivo cuja função é transformar energia eletromagnética guiada pela linha de transmissão em energia eletromagnética irradiada, pode-se também dizer que esta lei serve no sentido inverso, isto é, transformar energia eletromagnética irradiada em energia eletromagnética guiada para a linha de transmissão. Portanto, sua função é primordial em qualquer comunicação onde exista radiofrequência. A relação entre as potências de emissão e recepção é proporcional e obedece à Fórmula de Friis.
  • 8. Antenas "Um meio para irradiar ou receber ondas de rádio" As antenas e os respectivos sistemas de recepção, conversão, multiplexagem, amplificação e outros, são parte integrante dos sistemas de cablagem para a distribuição de sinais sonoros e televisivos, dos tipos A, B e FWA As antenas devem assegurar a correcta captação dos sinais de rádio difusão sonora e televisiva
  • 9. Antenas (cont.) Banda/Largura de Banda ou Canais: Define para que frequências (canais) a antena foi concebida e deve ser utilizada. Ganho: É uma característica apresentada por um dispositivo amplificador ou atenuador, que consiste em modificar a amplitude de um sinal aplicado à sua entrada. Sendo a antena um transdutor do campo electromagnético em eléctrico, o ganho representa essa capacidade de transdução. Ganho de uma antena é nada mais do que a capacidade que a antena tem de focar o sinal eletromagnético em uma determinada direção. Uma antena não amplifica sinal, uma vez que toda antena é um elemento passivo.
  • 10. Direção • A antena é um sistema que irradia (ou recebe) energia eletromagnética. Se pode conhecê-la a partir do processamento da irradiação, da eficiência e da distribuição da energia irradiada através do campo, dentro do espectro conhecido, ou arbitrado. A diretividade é a razão entre a intensidade de radiação de uma antes e a intensidade de radiação média.
  • 11. Frequência e Periodo • A frequência é uma grandeza física ondulatória que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos, voltas, oscilações, etc) em um determinado intervalo de tempo. • Alternativamente, podemos medir o tempo decorrido para uma oscilação. Este tempo em particular recebe o nome de período (T). Desse modo, a frequência é o inverso do período.
  • 12. Impedância • Para uma linha uniforme de comprimento considerado infinito a impedância característica é a razão de uma tensão elétrica aplicada para a corrente elétrica resultante no ponto em que a tensão foi aplicada. Esta é dada em ohms e é medida entre os terminais da linha de transmissão na freqüência de trabalho.
  • 13. Carga ao Vento • O vento não afeta o sinal RF em si, mas pode afetar o posicionamento das antenas impactando portanto na transmissão e/ou receção do sinal
  • 14. Antena Yagi • Características • Antenas indicadas para a recepção da TV digital terrestre • Largura de banda típica canal 21 a 69 - Banda UHF • Array angular de 3 eixos, fazem que esta antena seja mais directiva e ao mesmo tempo de banda larga
  • 15. • Características • Antena indicada para a recepção da TV digital terrestre • Largura de banda típica entre o canal 21 a 69 - Banda UHF • Apenas com 1 eixo, com um ganho típico um pouco inferior, mas com um custo em média menor, relativamente à antena do tipo Yagi de 3 eixos do exemplo 1 Antena Yagi
  • 16. Antena Logarítmica • As principais características da antena incluem a facilidade de instalação, o ganho praticamente idêntico na banda de UHF inteiro, e 75 ohm impedância de saída • Canais 5/12 - 21/69
  • 17. Antena de Painel Este tipo de antena atenua levemente os ruídos vindo de traz e sua atenuação quanto a ruídos laterais quase não existe, o que já não acontece com as Omnidirecionais. Ideais para "Access Point" na distribuição de sinal de RF para seus clientes.
  • 18. Escolha e Instalação de Antenas • Factors determining selection of antennas • 1. Distance from the transmitter/transmitters 2. Number of the transmitters and their frequency bands 3. Angle distances among the transmitters 4. Output power of the transmitters 5. Directivity of transmitters' antennas 6. Polarizations of the transmitted signals 7. Obstacles between transmitting and receiving antenna 8. Kind of installation 9. Influence of interferences, including unwanted signals from other transmitters.
  • 20. 20 • Redes de Cabos Coaxiais (CC) com distribuição em estrela, a partir dos secundários do RG-CC e do RC-CC. • Cabos e equipamentos preparados para transmissão, no mínimo, até 2,4GHz. • Possibilidade para as redes de MATV e SMATV, o desenvolvimento noutro tipo de topologia, adaptando-a aos serviços de recepção satélite e terrestre requeridos para o edifício. •Dependendo do ambiente de aplicação admitem-se as seguintes bainhas externas: o PVC, para aplicações interiores; o Polietileno Negro, para aplicações em exterior, não enterrado; o Polietileno Negro, cobrindo um composto de PetroGel que se encontre a sobrepor a malha, para aplicações de cabo de exterior entubado (CEMU - ATI, por exemplo). o Materiais retardantes à chama, sem halogéneos e com reduzida opacidade de fumos, para aplicações interiores em edifícios recebendo público. Cabos Coaxiais
  • 21. Sistemas de Cablagem Importante: As Classes TCD-C-L e TCD-C-M não são permitidas. 21
  • 22. 22 Cabos Coaxiais Conectores Conector do tipo “F” de compressão - é o único permitido nas ligações a cabos coaxiais. Conectores de rosca e de cravar não são permitidos
  • 23. 23 Cabos Coaxiais Conectores Conector do tipo “F” macho rápido – para alguma alteração ou manuseio pontual (nos ATE e nos ATI,por exemplo)
  • 24. 24 Cabos Coaxiais Conectores Existe a possibilidade de utilização de outros tipos de conector desde que cumpram com as especificações técnicas dos quadros:
  • 25. DERIVADORES Banda de frequências 5 – 2400 MHz Impedância característica 75 Ohm Blindagem Classe A Passagem DC (300mA mínimo) entre entrada e saída de passagem Isolamento RF entre saídas > 20dB Terminal de ligação de condutor de terra Derivadores
  • 26. Repartidores REPARTIDORES Banda de frequências 5 – 2400 MHz Impedância característica 75 Ohm Blindagem Classe A Passagem DC (300mA mínimo) Isolamento RF entre saídas > 20dB Terminal de ligação de condutor de terra
  • 27. Tomadas TOMADAS DUPLAS Terminal TV (terminal IEC macho) – gama de frequencias 47 - 862MHz; Terminal Radio (terminal IEC femea, FM + DAB) – gama de frequencias 88 - 230MHz.
  • 28. Tomadas TOMADAS TRIPLAS Terminal TV (terminal IEC macho) – gama de frequências 47 - 862MHz; Terminal SAT (terminal “F” fêmea) gama de frequências 950 – 2400MHz; Terminal Rádio (terminal IEC fêmea, FM + DAB) – gama de frequências 88 - 230MHz.
  • 29. Amplificador de Mastro ou PRÉ-AMPLIFICADOR • Com um factor de ruído bastante baixo, estes dispositivos têm como principal função elevar os níveis de potência dos sinais recebidos, sendo o ruído introduzido desprezável. Serão colocados o mais próximo possível das antenas de recepção e caracterizam-se por: Apresentar baixa figura de ruído, Fr ≤ 2,5dB; Estarem preferencialmente incluídos na caixa de ligações da antena; Impedância característica de 75 ; Blindagem Classe A; Apresentar indicações sobre o Modelo e o Fabricante.
  • 30. AMPLIFICADOR DE BANDA LARGA SELECTIVO • Os Amplificadores de Banda Larga Selectivos apresentam a particularidade de serem constituídos por um primeiro bloco, independente por canal ou por grupo de canais, possibilitando a necessária selectividade e equalização dos canais passantes para a rede e por um segundo bloco, comum a vários ou todos os canais, onde se garante a potência de saída necessária para a rede de distribuição.
  • 32. Trabalhos Praticos I e II Conectorização Instalação de uma Antena Topologias de redes
  • 33. Vantagens da TDT • Resolução de imagem – Na televisão digital de alta definição, chega-se a 1080 linhas com o padrão HDTV. • Novo formato da imagem – Utilizam o formato 16:9, mais próximo do formato panorâmico. • Qualidade do som – Com a TV digital, passará a seis canais (padrão utilizado por sofisticados equipamentos de som). • Sintonia do Sinal sem fantasmas – A TV digital irá possibilitar a sintonia do sinal sem a presença de fantasmas com qualidade de áudio e vídeo ausentes de ruídos e interferências. • Interatividade – O utilizador pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor. O recebimento das informações ocorre via ar, mas o retorno à central de transmissão dá-se pelo telefone ou ADSL. • Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores – Alguns receptores ou conversores poderão incorporar gravadores digitais de alto desempenho (semelhantes a discos rígidos utilizados nos computadores) onde poderão armazenar muitas horas de gravação, permitir que o utilizador escolha o programa que quer visualizar e à hora que desejar.
  • 34. 34 Conceito de Vídeo digital  O que é uma Frame?  Frame é um conjunto de quadros (imagens) que formam um filme por inteiro  Compressão Intra-frame e Inter-frame ?  A Intra-frame é a compressão realizada no frame e a inter-frame é a compressão entre a sequencia de frames.  Principais Tipos de compressão Intra/Inter frames:  M-JPEG • Intra-frame • Taxa de compressão variável • Possui grande volume de dados  DV • Intra-frame • Taxa de compressão fixa • Possui volumes de dados medianos  JPEG-2 • Intra/Inter-frame • Taxa de compressão variável • Possui volumes de dados baixos MPEG - 4
  • 35. 35 Conceito de Vídeo digital MPEG-1 MPEG-2 MPEG-4 MPEG-7 MPEG-21  Armazenamento e recuperação de vídeo e áudio digital.  Televisão Digital  Comunicação Multimédia Interactiva  Descrição de Conteúdo  Organização MPEG - 4
  • 36. 36 Conceito de Vídeo digital MPEG4 – Principais Características  Tem objectivos e áreas de aplicação, muito alargadas  Distribuição de conteúdos audiovisuais em Internet e redes sem fios  Distribuição de TV e HDTV  Produção de TV e HDTV (estúdio)  Cinema digital  Aplicações 3D  Áudio 5.1  Oferece extrema qualidade de imagem  Compressão até 200:1  Utiliza uma gama de débitos muitos alargada de alguns Kbit/s a muitos Mbit/s MPEG - 4
  • 37. 37 Conceito de Vídeo digital MPEG4 - Características dos esquemas de compressão  Utiliza novas formas de codificação, não só orientados ao pixel mas também orientados aos objectos (“Object-based coding”) MPEG - 4
  • 38. 38 Conceito de Vídeo digital MPEG4 - Características dos esquemas de compressão  Compressão baseada em blocos de 16 x 16 pixels.  Predição da próxima imagem através do ultimo frame.  Bloco baseado no movimento estimado & compensação  Compensação de movimento em Sub Pixels  Largura de banda necessária MPEG - 4
  • 39. Refere-se ao conteúdo de transmissão por largura de banda de freqüência utilizada numa rede de difusão. A modulação COFDM (Coded Orthogonal Frequency Division Multiplexing) usada pelo DVB e ISDB permite a construção de redes de freqüência única - SFN, ou seja, uma rede cobrindo grandes regiões com pequenos transmissores com uma única freqüência, liberando um enorme número de canais de transmissão para outras utilizações. A modulação COFDM permite o uso dos canais adjacentes ao canal de transmissão dobrando o número de canais de 6 MHz da faixa de TV. Modulação COFDM
  • 40. Descodificadores TDT Características: Um descodificador compatível com a tecnologia DVB-T e com a norma MPEG4/H.264,
  • 41. TDT em Portugal Os emissores de TDT vão emitir com polarização horizontal. Continente: Canal 67 Frequência:842 Mhz alterado para canal 56- 754MHz. Madeira: Canal 67 Frequência:842 Mhz alterado para canal 54- 738MHz. Açores: •(Ilha de São Jorge) Canal 47 - 682 MHz - Alterado para 56 - 754Mhz •(Ilha do Pico) Canal 56 - 754 MHz - Alterado para 48 - 690Mhz •(Ilhas de S. Miguel e Graciosa) Canal 61 - 794 MHz - Alterado para 49 - 698Mhz •(Ilha do Faial) Canal 64 - 818 MHz - Alterado para 47 - 682Mhz •(Ilhas da Terceira, S. Maria, Flores e Corvo) Canal 67 - 842 MHz - Alterado para 55 - 746Mhz
  • 42. DISPOSITIVOS DE REDES COAXIAIS 42 Cabeça de Rede As Cabeças de Rede (CR) são conjuntos de equipamentos que são colocados entre o sistema de recepção e a rede de distribuição. É da responsabilidade do projectista a análise da localização do edifício, de forma a adaptá-lo de uma forma correcta ao tipo de emissão existente, analógica ou digital. Projecto de CR obrigatório quando aplicável.
  • 43. 43
  • 44. 44 Cabeça de Rede CR1 Cabeça de Rede Local de grau 1 CR2 Cabeça de Rede de Distribuição, de grau 2 CR3 Cabeça de Rede de Recepção Individual, de grau 3
  • 45. CR1 – Cabeça de Rede Local ou Remota, de grau 1 • Trata-se de uma CR cujos sinais de saída servirão pelo menos uma CR de cada um dos graus inferiores (2 e 3) instaladas a jusante. Os sinais passarão, pelo menos, por três sistemas de amplificação antes de atingirem os pontos terminais da rede - Tomadas Coaxiais.
  • 46. CR2 – Cabeça de Rede de Distribuição, de grau 2 • Como ponto de re-amplificação de sinais provenientes de uma CR1, sendo constituída por equipamento amplificador ou regenerador de sinal, denominado Amplificador de Coluna. • Como ponto de Recepção e Tratamento de Sinais, trata-se de uma Central cujos sinais de saída servirão pelo menos uma Central de Grau inferior (3) instalada a jusante. Os sinais passarão assim, pelo menos, por dois sistemas de amplificação antes de atingirem os pontos terminais da rede - Tomadas Coaxiais.
  • 47. • Como ponto de Re-amplificação de sinais provenientes de uma CR2, sendo constituída por equipamento amplificador ou regenerador de sinal, denominado Amplificador de Apartamento. • Como ponto de Recepção e Tratamento de Sinais, trata-se de uma CR cujos sinais de saída servirão directamente os pontos terminais da rede - Tomadas Coaxiais. CR3 – Cabeça de Rede de Recepção Individual, de grau 3
  • 48. PROCESSADOR • Equipamento a instalar na CR, normalmente utilizado para tratamento de sinais de recepção externa. É caracterizado por: Permitir o reposicionamento, em frequência, de qualquer sinal de rádio frequência presente na sua entrada, com a largura de banda adequada; Processar a frequência de entrada a uma frequência intermédia e, de seguida, esta a uma frequência de saída, garantido assim: – o Uma pureza espectral na saída, compatível com CR1; – o A possibilidade de processar, universalmente, dentro da banda de funcionamento para que está preparado, qualquer frequência de entrada para qualquer frequência de saída. Possuir um sistema de Controlo Automático de Ganho (CAG), garantindo desta forma a estabilidade dos sinais na rede, independentemente das oscilações que possam ocorrer na entrada, compatibilizando-se assim com CR1.
  • 49. Transmodulador TDT-PAL; • Este equipamento permite distribuir, sob condições legais, um serviço de televisão digital terrestre (TDT) por subscrição, numa instalação onde se pretenda manter a utilização de televisores analógicos. Os potenciais utilizadores deste equipo são , principalmente, hotéis , residências e ou hospitais interessados em oferecer aos seus clientes e utilizadores todos os serviços da TDT sem terem que substituir o parque de televisores analógicos existente. Uma vez incorporado à cabeceira de distribuição , o transmodulador COFDM-PAL con CI gera um canal analógico procedente da emissão encriptada de um serviço TDT por assinatura . Desta maneira , este serviço pode desfrutar-se em televisores analógicos nas mesmas condições e com o mesmo comando à distancia que se utilizava antes do processo de transição para a TDT.
  • 50. Trabalho Pratico III • Instalação de central amplificadora para televisão terrestre