Dietas Hospitalares: Um
GuiaDetalhado
Esta apresentação tem como objetivo detalhar os diferentes tipos de
dietas hospitalares, as formas de acesso, administração e nutrição
enteral. Exploremos juntos o papel fundamental dessas dietas na
recuperação do paciente.
VS
por Viana Silva
2.
Dieta Livre eDieta Branda
Dieta Livre
Permite todos os grupos alimentares, ideal para pacientes
sem necessidades especiais.
Dieta Branda
Alimentos de fácil digestão, indicada para pós-operatório,
gastrite leve, e desconforto gastrointestinal.
3.
Dieta Pastosa
Alimentos triturados,com
consistência macia, para
pacientes com dificuldade
de mastigação.
Preparo com liquidificador
ou mixer, evitando
alimentos crus e com
textura irregular.
Exemplos: purês, sopas cremosas, carne moída com molho,
frutas amassadas.
4.
Dieta Líquida Pastosa
Consistência
Líquidosespessos, como néctar ou
pudim.
Indicação
Disfagia moderada a grave,
dificuldade de deglutição, pós-
operatório imediato.
Preparo
Líquidos engrossados com
espessantes alimentares como
goma xantana ou amido
modificado.
5.
Dieta Líquida eDieta Líquida de Prova
Dieta Líquida
Apenas líquidos claros, sem resíduos sólidos.
Dieta Líquida de Prova
Introdução gradual de líquidos mais nutritivos, como sopas
ralas e sucos com polpa.
6.
Tipos de Acessoe Modo de
Administração
Oral: Para pacientes
com capacidade de
deglutição.
SNG/SNE: Inseridas
pelo nariz até o
estômago ou
intestino.
GTT/JTT: Acesso
cirúrgico direto ao
estômago ou jejuno.
7.
Nutrição Enteral: Quando
Indicar
1Incapacidade de ingestão oral adequada devido a
condições como AVC, trauma ou câncer.
2 Trato gastrointestinal funcional, mas impossibilidade de se
alimentar por via oral.
3 Manutenção do estado nutricional, prevenção da
desnutrição, melhora da resposta ao tratamento.
8.
Nutrição Enteral: Preparo
eDisponibilidade
Industrializada
Praticidade, segurança, composição nutricional precisa.
Disponível pronta para uso ou em pó.
Artesanal
Custo mais baixo, adaptação às necessidades individuais.
Necessita de higiene rigorosa e acompanhamento
profissional.
9.
Dieta Artesanal: Formade
Preparo
Higienização
Lavar bem os alimentos e utensílios para garantir a segurança.
Cozimento
Cozinhar os alimentos até ficarem macios, facilitando a
digestão.
Liquidificação
Triturar os alimentos no liquidificador ou mixer até obter a
consistência desejada.
10.
Conclusão
As dietas hospitalaressão essenciais para a recuperação do paciente. A
escolha da dieta e via de administração deve ser individualizada. A
nutrição enteral é uma alternativa eficaz quando a ingestão oral é
insuficiente. Consulte sempre um nutricionista para garantir o plano
alimentar adequado.