Dietas Hospitalares: Um
Guia Detalhado
Esta apresentação tem como objetivo detalhar os diferentes tipos de
dietas hospitalares, as formas de acesso, administração e nutrição
enteral. Exploremos juntos o papel fundamental dessas dietas na
recuperação do paciente.
VS
por Viana Silva
Dieta Livre e Dieta Branda
Dieta Livre
Permite todos os grupos alimentares, ideal para pacientes
sem necessidades especiais.
Dieta Branda
Alimentos de fácil digestão, indicada para pós-operatório,
gastrite leve, e desconforto gastrointestinal.
Dieta Pastosa
Alimentos triturados, com
consistência macia, para
pacientes com dificuldade
de mastigação.
Preparo com liquidificador
ou mixer, evitando
alimentos crus e com
textura irregular.
Exemplos: purês, sopas cremosas, carne moída com molho,
frutas amassadas.
Dieta Líquida Pastosa
Consistência
Líquidos espessos, como néctar ou
pudim.
Indicação
Disfagia moderada a grave,
dificuldade de deglutição, pós-
operatório imediato.
Preparo
Líquidos engrossados com
espessantes alimentares como
goma xantana ou amido
modificado.
Dieta Líquida e Dieta Líquida de Prova
Dieta Líquida
Apenas líquidos claros, sem resíduos sólidos.
Dieta Líquida de Prova
Introdução gradual de líquidos mais nutritivos, como sopas
ralas e sucos com polpa.
Tipos de Acesso e Modo de
Administração
Oral: Para pacientes
com capacidade de
deglutição.
SNG/SNE: Inseridas
pelo nariz até o
estômago ou
intestino.
GTT/JTT: Acesso
cirúrgico direto ao
estômago ou jejuno.
Nutrição Enteral: Quando
Indicar
1 Incapacidade de ingestão oral adequada devido a
condições como AVC, trauma ou câncer.
2 Trato gastrointestinal funcional, mas impossibilidade de se
alimentar por via oral.
3 Manutenção do estado nutricional, prevenção da
desnutrição, melhora da resposta ao tratamento.
Nutrição Enteral: Preparo
e Disponibilidade
Industrializada
Praticidade, segurança, composição nutricional precisa.
Disponível pronta para uso ou em pó.
Artesanal
Custo mais baixo, adaptação às necessidades individuais.
Necessita de higiene rigorosa e acompanhamento
profissional.
Dieta Artesanal: Forma de
Preparo
Higienização
Lavar bem os alimentos e utensílios para garantir a segurança.
Cozimento
Cozinhar os alimentos até ficarem macios, facilitando a
digestão.
Liquidificação
Triturar os alimentos no liquidificador ou mixer até obter a
consistência desejada.
Conclusão
As dietas hospitalares são essenciais para a recuperação do paciente. A
escolha da dieta e via de administração deve ser individualizada. A
nutrição enteral é uma alternativa eficaz quando a ingestão oral é
insuficiente. Consulte sempre um nutricionista para garantir o plano
alimentar adequado.

Untitled (2).pptx dietas enterais e parenterais

  • 1.
    Dietas Hospitalares: Um GuiaDetalhado Esta apresentação tem como objetivo detalhar os diferentes tipos de dietas hospitalares, as formas de acesso, administração e nutrição enteral. Exploremos juntos o papel fundamental dessas dietas na recuperação do paciente. VS por Viana Silva
  • 2.
    Dieta Livre eDieta Branda Dieta Livre Permite todos os grupos alimentares, ideal para pacientes sem necessidades especiais. Dieta Branda Alimentos de fácil digestão, indicada para pós-operatório, gastrite leve, e desconforto gastrointestinal.
  • 3.
    Dieta Pastosa Alimentos triturados,com consistência macia, para pacientes com dificuldade de mastigação. Preparo com liquidificador ou mixer, evitando alimentos crus e com textura irregular. Exemplos: purês, sopas cremosas, carne moída com molho, frutas amassadas.
  • 4.
    Dieta Líquida Pastosa Consistência Líquidosespessos, como néctar ou pudim. Indicação Disfagia moderada a grave, dificuldade de deglutição, pós- operatório imediato. Preparo Líquidos engrossados com espessantes alimentares como goma xantana ou amido modificado.
  • 5.
    Dieta Líquida eDieta Líquida de Prova Dieta Líquida Apenas líquidos claros, sem resíduos sólidos. Dieta Líquida de Prova Introdução gradual de líquidos mais nutritivos, como sopas ralas e sucos com polpa.
  • 6.
    Tipos de Acessoe Modo de Administração Oral: Para pacientes com capacidade de deglutição. SNG/SNE: Inseridas pelo nariz até o estômago ou intestino. GTT/JTT: Acesso cirúrgico direto ao estômago ou jejuno.
  • 7.
    Nutrição Enteral: Quando Indicar 1Incapacidade de ingestão oral adequada devido a condições como AVC, trauma ou câncer. 2 Trato gastrointestinal funcional, mas impossibilidade de se alimentar por via oral. 3 Manutenção do estado nutricional, prevenção da desnutrição, melhora da resposta ao tratamento.
  • 8.
    Nutrição Enteral: Preparo eDisponibilidade Industrializada Praticidade, segurança, composição nutricional precisa. Disponível pronta para uso ou em pó. Artesanal Custo mais baixo, adaptação às necessidades individuais. Necessita de higiene rigorosa e acompanhamento profissional.
  • 9.
    Dieta Artesanal: Formade Preparo Higienização Lavar bem os alimentos e utensílios para garantir a segurança. Cozimento Cozinhar os alimentos até ficarem macios, facilitando a digestão. Liquidificação Triturar os alimentos no liquidificador ou mixer até obter a consistência desejada.
  • 10.
    Conclusão As dietas hospitalaressão essenciais para a recuperação do paciente. A escolha da dieta e via de administração deve ser individualizada. A nutrição enteral é uma alternativa eficaz quando a ingestão oral é insuficiente. Consulte sempre um nutricionista para garantir o plano alimentar adequado.