Trabalho realizado por:
Deryk Rizzon nª7 12 P.S.I.
Ulisses vivia numa
ilha grega que se
chamava Ítaca,
com a sua mulher
Penélope e o seu
filho Telémaco.
Era um rei
diferente, que
gostava de caçar e
conversar com o
seu povo…
Quando o príncipe Páris
raptou a bela rainha
Helena, Ulisses não quis
ir para a guerra e fingiu
estar louco para não ir.
Mas....lá foi com os
seus guerreiros,
pensando alegremente
que iam ter uma vitória
fácil e,  em breve, 
regressariam ao reino…
O cerco e a guerra
de Tróia duraram
10 anos....
«Ulisses teve a ideia de
construir um enorme
cavalo de pau, assente
num estrado com rodas
para se poder deslocar.
Dentro da barriga do
cavalo esconderam-se
alguns homens. O cavalo
foi deixado, como oferta,
às portas da cidade de
Tróia. Os outros Gregos
fingiram que se
retiravam…»
 Os Troianos
convenceram-se que
os Gregos tinham
mesmo partido.
Abriram as portas da
cidade e levaram para
o meio da praça  o
cavalo, começando a
festejar a vitória…
Durante a
madrugada, quando
os Troianos estavam a
descansar, os Gregos
saíram de dentro do
cavalo, abriram as
portas  da cidade aos
companheiros e
destruíram,
completamente,
Tróia…
«Cheios de saudades os
Gregos meteram-se nos
barcos e dirigiram-se 
para as suas terras.
Ulisses reuniu-se com
quarenta valentes
marinheiros e lá foram
num belo navio em
direcção a Ítaca...Agora
em pleno mar, Ulisses
só pensa em regressar à
pátria...»
Os ciclopes eram
seres gigantescos
com um só olho
situado na testa e
eram pastores.
Mas havia um
que era muito
mau, chamado
Polifemo…
A viagem de Ulisses
continuou e aportaram
na ilha de Eólia. Foram
bem recebidos e o rei
ofereceu-lhes um saco
feito de pele de boi
onde tinha metido
todos os ventos do
mundo à excepção de
Zéfiro, a brisa suave.
Mas avisou-o do grande
perigo que seria se
alguém abrisse o saco
pois os ventos soltar-se-
iam...
Cansado e desiludido,
Ulisses chegou a uma
nova ilha. Estranhou
não ver os seus
marinheiros mas
encontrou Euríloco:
soube então que
naquela ilha vivia
uma lindíssima
feiticeira, Circe, que
ao dar de beber aos
homens um licor, os
transformava em
animais e os
marinheiros eram
agora...porcos! …
Nesta ilha apenas havia
desolação e  as sombras,
as almas vagueando…
Cérbero, o cão de três
cabeças, o cão que dorme
com os olhos abertos,
guarda a gruta.
Ulisses vê a mãe que ele
ainda imaginava viva. Ela
fala-lhe dos perigos que
ameaçam a sua família e
do estratagema que
Penélope arranjara para
adiar os seus
pretendentes: de noite
desmancha a teia que
tece durante o dia…
Aproximando-se
do mar das Sereias
os marinheiros
quiseram colocar
cera nos seus
ouvidos mas
Ulisses, teimoso,
não o permitiu e
insistiu em ser
amarrado a um
mastro…
Desmaia e perde a
memória quando
alcança as praias de
uma nova ilha.
É recebido por
Nausica, a filha do rei
Alcino e da rainha
Arete. Está na
Córcira, a terra dos
Feácios. depois de
contar a sua história
parte para Ìtaca.
E dorme. E dorme…
É reconhecido pelos
seu velho cão, 
Argus que morre de
emoção e por
Euricleia que, ao
lavar os pés daquele
mendigo
reconheceu uma
estranha e profunda
cicatriz que só
Ulisses tinha...
Maria Alberta Meneres, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Meneres de Melo e
Castro nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1930.
Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, pela Universidade Clássica de Lisboa. Foi
professora do ensino secundário e colaborou em diversas publicações nomeadamente Távola
Redonda, Diário de Notícias, Cadernos do Meio-Dia e Diário Popular, tendo neste último sido
responsável, durante dois anos, pela secção Iniciação Literária.
A sua primeira obra data de 1952 e intitula-se Intervalo, tendo sido premiada, em 1960, com o
seu livro Água-Memória, no Concurso Internacional de Poesia Giacomo Leopardi.
Maria Alberta Meneres tem dedicado grande parte da sua obra à literatura infantil e juvenil e
produziu nesta área programas de televisão, sendo em 1975 sido nomeada chefe do
departamento de programas infantis e juvenis da RTP.
Ao longo da sua carreira tem recebido inúmeros prémios nomeadamente o Prémio de Literatura
Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1981. Em colaboração com Ernesto de Melo e
Castro, organizou, em 1979, uma Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.

Ulisses

  • 1.
    Trabalho realizado por: DerykRizzon nª7 12 P.S.I.
  • 3.
    Ulisses vivia numa ilhagrega que se chamava Ítaca, com a sua mulher Penélope e o seu filho Telémaco. Era um rei diferente, que gostava de caçar e conversar com o seu povo…
  • 4.
    Quando o príncipePáris raptou a bela rainha Helena, Ulisses não quis ir para a guerra e fingiu estar louco para não ir. Mas....lá foi com os seus guerreiros, pensando alegremente que iam ter uma vitória fácil e,  em breve,  regressariam ao reino…
  • 5.
    O cerco ea guerra de Tróia duraram 10 anos....
  • 6.
    «Ulisses teve aideia de construir um enorme cavalo de pau, assente num estrado com rodas para se poder deslocar. Dentro da barriga do cavalo esconderam-se alguns homens. O cavalo foi deixado, como oferta, às portas da cidade de Tróia. Os outros Gregos fingiram que se retiravam…»
  • 7.
     Os Troianos convenceram-seque os Gregos tinham mesmo partido. Abriram as portas da cidade e levaram para o meio da praça  o cavalo, começando a festejar a vitória…
  • 8.
    Durante a madrugada, quando osTroianos estavam a descansar, os Gregos saíram de dentro do cavalo, abriram as portas  da cidade aos companheiros e destruíram, completamente, Tróia…
  • 9.
    «Cheios de saudadesos Gregos meteram-se nos barcos e dirigiram-se  para as suas terras. Ulisses reuniu-se com quarenta valentes marinheiros e lá foram num belo navio em direcção a Ítaca...Agora em pleno mar, Ulisses só pensa em regressar à pátria...»
  • 10.
    Os ciclopes eram seresgigantescos com um só olho situado na testa e eram pastores. Mas havia um que era muito mau, chamado Polifemo…
  • 11.
    A viagem deUlisses continuou e aportaram na ilha de Eólia. Foram bem recebidos e o rei ofereceu-lhes um saco feito de pele de boi onde tinha metido todos os ventos do mundo à excepção de Zéfiro, a brisa suave. Mas avisou-o do grande perigo que seria se alguém abrisse o saco pois os ventos soltar-se- iam...
  • 12.
    Cansado e desiludido, Ulisseschegou a uma nova ilha. Estranhou não ver os seus marinheiros mas encontrou Euríloco: soube então que naquela ilha vivia uma lindíssima feiticeira, Circe, que ao dar de beber aos homens um licor, os transformava em animais e os marinheiros eram agora...porcos! …
  • 13.
    Nesta ilha apenashavia desolação e  as sombras, as almas vagueando… Cérbero, o cão de três cabeças, o cão que dorme com os olhos abertos, guarda a gruta. Ulisses vê a mãe que ele ainda imaginava viva. Ela fala-lhe dos perigos que ameaçam a sua família e do estratagema que Penélope arranjara para adiar os seus pretendentes: de noite desmancha a teia que tece durante o dia…
  • 14.
    Aproximando-se do mar dasSereias os marinheiros quiseram colocar cera nos seus ouvidos mas Ulisses, teimoso, não o permitiu e insistiu em ser amarrado a um mastro…
  • 15.
    Desmaia e perdea memória quando alcança as praias de uma nova ilha. É recebido por Nausica, a filha do rei Alcino e da rainha Arete. Está na Córcira, a terra dos Feácios. depois de contar a sua história parte para Ìtaca. E dorme. E dorme…
  • 16.
    É reconhecido pelos seuvelho cão,  Argus que morre de emoção e por Euricleia que, ao lavar os pés daquele mendigo reconheceu uma estranha e profunda cicatriz que só Ulisses tinha...
  • 17.
    Maria Alberta Meneres,de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Meneres de Melo e Castro nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1930. Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, pela Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora do ensino secundário e colaborou em diversas publicações nomeadamente Távola Redonda, Diário de Notícias, Cadernos do Meio-Dia e Diário Popular, tendo neste último sido responsável, durante dois anos, pela secção Iniciação Literária. A sua primeira obra data de 1952 e intitula-se Intervalo, tendo sido premiada, em 1960, com o seu livro Água-Memória, no Concurso Internacional de Poesia Giacomo Leopardi. Maria Alberta Meneres tem dedicado grande parte da sua obra à literatura infantil e juvenil e produziu nesta área programas de televisão, sendo em 1975 sido nomeada chefe do departamento de programas infantis e juvenis da RTP. Ao longo da sua carreira tem recebido inúmeros prémios nomeadamente o Prémio de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1981. Em colaboração com Ernesto de Melo e Castro, organizou, em 1979, uma Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.