Desafios & Soluções
*Resultados baseados no Relatório da
                        Indústria de Call Centers no Brasil 2005




Taxamédia de turnover
anual: 38,6%
 •   Foram demitidos
 •   Pediram demissão
 •   Se aposentaram
 •   Foram promovidos
A maioria dos colaboradores deixa a empresa
                         com pouco tempo de casa.

                         A produtividade de um operador não é
                         diretamente proporcional ao tempo de casa.




2,4anos: é o tempo médio
que um operador fica na
empresa

 • 44% tem menos de 1 ano de casa
O custo de manter um colaborador pouco
                      produtivo deve considerar todas as oportunidades
                      perdidas:
                      •Negócios   que não são finalizados;
                      •Problemas   que demoram a ser resolvidos;




Contato   com o cliente:

 •82   ligações por dia


 •3,5 minutos em cada ligação
Produtividade zero durante a entrada na
                          empresa.

                          Não gera receita, mas gera custos.




Tempo de treinamento após
seleção:
 • Bancos: 3,6 semanas

 • Varejo: 4,5 semanas

 • Telecom: 4,7 semanas
Treinamento durante o tempo em que o
                          operador está trabalhando

                          Baixa produtividade pela falta de proficiência
                          plena



Tempo     de treinamento contínuo:
 • Bancos: 3,8 semanas


 • Varejo: 3,1 semanas


 • Telecom: 4,3 semanas
Quanto tempo demora até um operador se
              tornar proficiente no produto/serviço que
              oferece?

              O tempo para se tornar proficiente é excede o
              de treinamento inicial e contínuo.




19 semanas até o domínio
do produto
*Relatório da Indústria de Call Centers no
                            Brasil 2005 atualizado para 2012




 Custo   médio de recrutamento:
 • R$ 303 por candidato*

 Custos   de treinamento
 • inicial + contínuo

 Baixo   desempenho inicial
 • oportunidades perdidas
Quanto mais treinamento geral, MAIOR a
                   probabilidade de aplicar o conhecimento em
                   outras empresas




Mão   de obra sem experiência

Primeiro   emprego

Treinamento:   geral e específico
Seleção            Adversa
• A firma precisa separar os candidatos bons dos
 demais

• Alguns candidatos podem tentar passar uma
 imagem positiva durante o processo
Risco         Moral
• Depois de contratados, algumas pessoas de
 talento podem se “acomodar”.

• Um candidato com excelente potencial torna-se
 um funcionário ineficiente.
Com uma ferramenta eficiente
na seleção, é possível:
• Reduzir de custos:
   do turnover
   da seleção adversa
   do risco moral
Conteúdo: 27 questões

Nível de Leitura: Ensino Médio

Idade: 17 +

Tempo: 20 minutos

Escalas:

5 Comportamentos
   Produtivos

8 Comportamentos
   Problemáticos
 Excelência na criação de testes psicológicos
                                      Dr. Douglas N. Jackson

 Mais de 40 anos no mercado
 Membro da Associação de Editores de
  Testes (EUA)
 Referência nesta área de conhecimento
Proteção contra a seleção adversa:
                              O candidato que tenta mentir na entrevista é
                            identificado

                            Proteção contra o risco moral:
                             O potencial do candidato é analisado


 Diferencial
           do Employee Screening
 Questionnaire (ESQ)

 Interdependência   das perguntas
  • Tendência nos exames de educação:
    ENEM, Prova Brasil, etc.
  • Blindagem contra adivinhações
O ESQ-CC não apresenta uma resposta óbvia
                                                  como os outros testes.

   Employee Screening Questionnaire (ESQ)




   Outros tipos de testes: resposta óbvia
                                                                    Sim   Não
              Eu devolvo o troco extra quando o caixa se engana
5   scores positivos

8   scores negativos

 Risco   de comportamento contraproducente

 Recomendação     Geral de Contratação
O   candidato abaixo é mais produtivo do

que    93% da amostra
Apenas


18%
das pessoas
possuem um risco
de comportamento
contraproducente
menor que esse
candidato



A recomendação
geral de
contratação desse
candidato é de


86%
Turnover no setor de teleatendimento

Turnover no setor de teleatendimento

  • 1.
  • 2.
    *Resultados baseados noRelatório da Indústria de Call Centers no Brasil 2005 Taxamédia de turnover anual: 38,6% • Foram demitidos • Pediram demissão • Se aposentaram • Foram promovidos
  • 3.
    A maioria doscolaboradores deixa a empresa com pouco tempo de casa. A produtividade de um operador não é diretamente proporcional ao tempo de casa. 2,4anos: é o tempo médio que um operador fica na empresa • 44% tem menos de 1 ano de casa
  • 4.
    O custo demanter um colaborador pouco produtivo deve considerar todas as oportunidades perdidas: •Negócios que não são finalizados; •Problemas que demoram a ser resolvidos; Contato com o cliente: •82 ligações por dia •3,5 minutos em cada ligação
  • 5.
    Produtividade zero durantea entrada na empresa. Não gera receita, mas gera custos. Tempo de treinamento após seleção: • Bancos: 3,6 semanas • Varejo: 4,5 semanas • Telecom: 4,7 semanas
  • 6.
    Treinamento durante otempo em que o operador está trabalhando Baixa produtividade pela falta de proficiência plena Tempo de treinamento contínuo: • Bancos: 3,8 semanas • Varejo: 3,1 semanas • Telecom: 4,3 semanas
  • 7.
    Quanto tempo demoraaté um operador se tornar proficiente no produto/serviço que oferece? O tempo para se tornar proficiente é excede o de treinamento inicial e contínuo. 19 semanas até o domínio do produto
  • 8.
    *Relatório da Indústriade Call Centers no Brasil 2005 atualizado para 2012  Custo médio de recrutamento: • R$ 303 por candidato*  Custos de treinamento • inicial + contínuo  Baixo desempenho inicial • oportunidades perdidas
  • 9.
    Quanto mais treinamentogeral, MAIOR a probabilidade de aplicar o conhecimento em outras empresas Mão de obra sem experiência Primeiro emprego Treinamento: geral e específico
  • 10.
    Seleção Adversa • A firma precisa separar os candidatos bons dos demais • Alguns candidatos podem tentar passar uma imagem positiva durante o processo
  • 11.
    Risco Moral • Depois de contratados, algumas pessoas de talento podem se “acomodar”. • Um candidato com excelente potencial torna-se um funcionário ineficiente.
  • 12.
    Com uma ferramentaeficiente na seleção, é possível: • Reduzir de custos:  do turnover  da seleção adversa  do risco moral
  • 13.
    Conteúdo: 27 questões Nívelde Leitura: Ensino Médio Idade: 17 + Tempo: 20 minutos Escalas: 5 Comportamentos Produtivos 8 Comportamentos Problemáticos
  • 14.
     Excelência nacriação de testes psicológicos Dr. Douglas N. Jackson  Mais de 40 anos no mercado  Membro da Associação de Editores de Testes (EUA)  Referência nesta área de conhecimento
  • 16.
    Proteção contra aseleção adversa: O candidato que tenta mentir na entrevista é identificado Proteção contra o risco moral: O potencial do candidato é analisado  Diferencial do Employee Screening Questionnaire (ESQ)  Interdependência das perguntas • Tendência nos exames de educação: ENEM, Prova Brasil, etc. • Blindagem contra adivinhações
  • 17.
    O ESQ-CC nãoapresenta uma resposta óbvia como os outros testes.  Employee Screening Questionnaire (ESQ)  Outros tipos de testes: resposta óbvia Sim Não Eu devolvo o troco extra quando o caixa se engana
  • 18.
    5 scores positivos 8 scores negativos  Risco de comportamento contraproducente  Recomendação Geral de Contratação
  • 19.
    O candidato abaixo é mais produtivo do que 93% da amostra
  • 20.
    Apenas 18% das pessoas possuem umrisco de comportamento contraproducente menor que esse candidato A recomendação geral de contratação desse candidato é de 86%