O documento discute os desafios de alta rotatividade e baixa produtividade em centrais de atendimento no Brasil, como taxa média anual de demissões de 38,6% e tempo médio de 2,4 anos que um operador permanece na empresa. Também menciona os altos custos de recrutamento e treinamento inicial e contínuo em função da baixa produtividade inicial dos funcionários.