Nasceu em Barcelona, em 1936; Advogado e economista; Ministro das Relações para as Comunidades Europeias; Conseller de Finanças da Generalitat / Presidente da Delegação do Parlamento Europeu na Polónia: participou na implantação do Estado das autonomias, tutelando parte do processo de transformação económica dos países do Leste depois da queda do Muro de Berlim;
Jornalista económico:  BBC  e  The Economist  ; Representante do Fundo Monetário Internacional na área das Caraíbas; Professor em diversas instituições universitárias; Autor de livros: “Viagem à Felicidade ”, “ A Alma Está no Cérebro ”; Actualmente: dirige e apresenta o programa “Redes na televisão espanhola”.
 
O cérebro pode deteriorar-se devido a um traumatismo ou em consequência de uma doença neurodegenerativa; Devido à plasticidade cerebral, o cérebro é capaz de recuperar e substituir umas faculdades por outras, de manipular-se a si mesmo para solucionar problemas; A ductibilidade permite que o cérebro se reorganize e consiga adaptar-se a novas situações; Como os neurónios, com o tempo, perdem a capacidade de se dividir, o cérebro procura outros neurónios com os quais possa substituir as funções da zona danificada ou outras funções de modo a compensar a actividade de neurónios lesados; A plasticidade modifica o cérebro, concentrando  neurónios nas áreas mais precisas; O cérebro realiza uma previsão  sobre aquilo que deve esperar;
As ilusões não são mais do que um momento de desequilíbrio inesperado entre o que esperamos que vá acontecer e a realidade que se nos apresenta; O cérebro é capaz de estabelecer uma distinção entre a informação procedente dos sentidos e a informação imaginada; Quando imaginamos, o sistema visual está activado, enquanto que os dados auditivos, somatossensoriais e visuais do olho estão desactivados (inibidos): sistema visual parcialmente ligado; Pensar no movimento melhora as destrezas e, inclusive, a força. Quando se imagina a realização de um movimento utilizam-se as mesmas estruturas cerebrais das que se empregam quando se está, efectivamente, em movimento (Ex.: Desporto);
“ A simple smile is a big contagious gift”
Numa região do cérebro habitam células que são as causadoras do facto de os humanos tenderem a imitar aqueles que os rodeiam: “neurónios espelho”; Estes neurónios são utilizados pelo macaco quando este simula mentalmente o movimento do companheiro;  Os neurónios espelho são activados da mesma forma que os neurónios responsáveis por um determinado movimento; O riso e o choro são contagiantes porque os neurónios espelho permitem que quando vemos alguém emocionar-se, sintamos, também, essa emoção. Conseguimos, assim, ler a mente do outro e identificamo-nos com ele;
Os neurónios espelho encontram-se na área de Broca, a zona responsável pela fala, pelo que essa identificação com o outro possa estar intimamente relacionada com o surgimento da linguagem. Isto significa que a habilidade de imitar gestos conta com um emissor e um receptor comum ao diálogo gestual que, mais tarde, iria converter-se em comunicação verbal; Com o aparecimento dos neurónios  espelho, produziu-se a mudança  estrutural que o cérebro necessitava  para alcançar a sua actual  capacidade intelectual.
 
Quando imaginamos algo, o cérebro actua como se o estivesse a ver, embora, na realidade, nos avise de que não o estamos a ver e, por isso, não envie sinais para a acção; Quando imaginamos que fazemos algo, o cérebro actua como se o estivesse mesmo a fazer, mas evita a situação motora; Quando vemos uma pessoa a fazer algo, activam-se os neurónios espelho no nosso cérebro e este actua como se estivéssemos a fazer o mesmo, embora a acção seja inibida; O cérebro cria cópias no sistema motor. Ele consegue reconhecer uma acção unicamente olhando para ela porque, uma vez produzida e introduzida na rede motora, esta permitir-nos-á saber o movimento seguinte (previsão); Sabemos o que significa quando vemos um ser humano a fazer algo. Trata-se de um conhecimento na primeira pessoa . Sabemos o que significa porque o experimentamos e sentimos; Para compreender o mundo utilizamos versões ou padrões armazenados, aos quais recorremos quando necessário. O que acontece no exterior deveria adaptar-se ao padrões e versões interiores, dai a expectativas
Quando o nosso armazenamento de acções se vê exposto aos estímulos externos, sabemos o que significa,   porque pertence ao nosso eu; Não sabemos o que significa uma acção de um objecto exterior, cujo padrão não temos no nosso interior; Com as expectativas, o ser humano capta as informações e as intenções dos outros e prevê aquilo que pode vir a acontecer; O cérebro cria constantemente expectativas; Criam-se milhares de redes de acção interligadas , chamadas “cadeias de acções”, que vão gerar as expectativas; Sempre que surgir algo que não esteja nas suas versões interiores, a surpresa acontecerá; Este aspecto de criação do mundo  afecta as relações humanas. Porque  é que o ser humano, por vezes, se  relaciona tão mal entre si?   Porque  não lida apenas com as intenções,  mas também com os sentimentos  e emoções ;
De acordo com o sistema de neurónios espelho, podemos compreender e assumir as emoções dos outros. A isto damos o nome de empatia; A capacidade de conhecer a intenção dos outros não foi criada por motivos positivos, mas sim para enganar as pessoas (cérebro maquiavélico); Ao que parece, este “cérebro maquiavélico” foi a base de sobrevivência dos primatas, mas, felizmente, possuímos o mecanismo da empatia em relação aos outros. Sentimos e temos emoções, o nosso cérebro é capaz de as processar e compreender o mundo de acordo com as versões e padrões apreendidos; O cérebro é um órgão desenvolvido para actuar. Sabe o que sabe e sente o que sente, mas no final… actua. “ The unstopable machine”
A criança aprende o que vê  (atalho no d.8) http://www.youtube.com/watch?v=0IY6tgIS354 Ahhh!  (atalho no d.10) http://www.youtube.com/watch?v=60yCyJhvxXI

Trabalho do Grupo 3 - Psicologia

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  • 3.
    Nasceu em Barcelona,em 1936; Advogado e economista; Ministro das Relações para as Comunidades Europeias; Conseller de Finanças da Generalitat / Presidente da Delegação do Parlamento Europeu na Polónia: participou na implantação do Estado das autonomias, tutelando parte do processo de transformação económica dos países do Leste depois da queda do Muro de Berlim;
  • 4.
    Jornalista económico: BBC e The Economist ; Representante do Fundo Monetário Internacional na área das Caraíbas; Professor em diversas instituições universitárias; Autor de livros: “Viagem à Felicidade ”, “ A Alma Está no Cérebro ”; Actualmente: dirige e apresenta o programa “Redes na televisão espanhola”.
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    O cérebro podedeteriorar-se devido a um traumatismo ou em consequência de uma doença neurodegenerativa; Devido à plasticidade cerebral, o cérebro é capaz de recuperar e substituir umas faculdades por outras, de manipular-se a si mesmo para solucionar problemas; A ductibilidade permite que o cérebro se reorganize e consiga adaptar-se a novas situações; Como os neurónios, com o tempo, perdem a capacidade de se dividir, o cérebro procura outros neurónios com os quais possa substituir as funções da zona danificada ou outras funções de modo a compensar a actividade de neurónios lesados; A plasticidade modifica o cérebro, concentrando neurónios nas áreas mais precisas; O cérebro realiza uma previsão sobre aquilo que deve esperar;
  • 7.
    As ilusões nãosão mais do que um momento de desequilíbrio inesperado entre o que esperamos que vá acontecer e a realidade que se nos apresenta; O cérebro é capaz de estabelecer uma distinção entre a informação procedente dos sentidos e a informação imaginada; Quando imaginamos, o sistema visual está activado, enquanto que os dados auditivos, somatossensoriais e visuais do olho estão desactivados (inibidos): sistema visual parcialmente ligado; Pensar no movimento melhora as destrezas e, inclusive, a força. Quando se imagina a realização de um movimento utilizam-se as mesmas estruturas cerebrais das que se empregam quando se está, efectivamente, em movimento (Ex.: Desporto);
  • 8.
    “ A simplesmile is a big contagious gift”
  • 9.
    Numa região docérebro habitam células que são as causadoras do facto de os humanos tenderem a imitar aqueles que os rodeiam: “neurónios espelho”; Estes neurónios são utilizados pelo macaco quando este simula mentalmente o movimento do companheiro; Os neurónios espelho são activados da mesma forma que os neurónios responsáveis por um determinado movimento; O riso e o choro são contagiantes porque os neurónios espelho permitem que quando vemos alguém emocionar-se, sintamos, também, essa emoção. Conseguimos, assim, ler a mente do outro e identificamo-nos com ele;
  • 10.
    Os neurónios espelhoencontram-se na área de Broca, a zona responsável pela fala, pelo que essa identificação com o outro possa estar intimamente relacionada com o surgimento da linguagem. Isto significa que a habilidade de imitar gestos conta com um emissor e um receptor comum ao diálogo gestual que, mais tarde, iria converter-se em comunicação verbal; Com o aparecimento dos neurónios espelho, produziu-se a mudança estrutural que o cérebro necessitava para alcançar a sua actual capacidade intelectual.
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    Quando imaginamos algo,o cérebro actua como se o estivesse a ver, embora, na realidade, nos avise de que não o estamos a ver e, por isso, não envie sinais para a acção; Quando imaginamos que fazemos algo, o cérebro actua como se o estivesse mesmo a fazer, mas evita a situação motora; Quando vemos uma pessoa a fazer algo, activam-se os neurónios espelho no nosso cérebro e este actua como se estivéssemos a fazer o mesmo, embora a acção seja inibida; O cérebro cria cópias no sistema motor. Ele consegue reconhecer uma acção unicamente olhando para ela porque, uma vez produzida e introduzida na rede motora, esta permitir-nos-á saber o movimento seguinte (previsão); Sabemos o que significa quando vemos um ser humano a fazer algo. Trata-se de um conhecimento na primeira pessoa . Sabemos o que significa porque o experimentamos e sentimos; Para compreender o mundo utilizamos versões ou padrões armazenados, aos quais recorremos quando necessário. O que acontece no exterior deveria adaptar-se ao padrões e versões interiores, dai a expectativas
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    Quando o nossoarmazenamento de acções se vê exposto aos estímulos externos, sabemos o que significa, porque pertence ao nosso eu; Não sabemos o que significa uma acção de um objecto exterior, cujo padrão não temos no nosso interior; Com as expectativas, o ser humano capta as informações e as intenções dos outros e prevê aquilo que pode vir a acontecer; O cérebro cria constantemente expectativas; Criam-se milhares de redes de acção interligadas , chamadas “cadeias de acções”, que vão gerar as expectativas; Sempre que surgir algo que não esteja nas suas versões interiores, a surpresa acontecerá; Este aspecto de criação do mundo afecta as relações humanas. Porque é que o ser humano, por vezes, se relaciona tão mal entre si? Porque não lida apenas com as intenções, mas também com os sentimentos e emoções ;
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    De acordo como sistema de neurónios espelho, podemos compreender e assumir as emoções dos outros. A isto damos o nome de empatia; A capacidade de conhecer a intenção dos outros não foi criada por motivos positivos, mas sim para enganar as pessoas (cérebro maquiavélico); Ao que parece, este “cérebro maquiavélico” foi a base de sobrevivência dos primatas, mas, felizmente, possuímos o mecanismo da empatia em relação aos outros. Sentimos e temos emoções, o nosso cérebro é capaz de as processar e compreender o mundo de acordo com as versões e padrões apreendidos; O cérebro é um órgão desenvolvido para actuar. Sabe o que sabe e sente o que sente, mas no final… actua. “ The unstopable machine”
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    A criança aprendeo que vê (atalho no d.8) http://www.youtube.com/watch?v=0IY6tgIS354 Ahhh! (atalho no d.10) http://www.youtube.com/watch?v=60yCyJhvxXI