Tomografia
Computadorizada do Tórax
P A D R Õ E S M A I S C O M U N S
Ana Luísa, Camille, Carolaine, Julia, Kívia, Maria Cecília, Mariana, Melissa e Yasmin
Janelas Anatomia do
tórax na TC
Tópicos
Indicações
Padrões
alterados
Ajuste do contraste usando números de TC (HU).
Melhorar a visualização das imagens.
Escala de Atenuação: -1.000 a +1.000, mas o olho humano é capaz de distinguir uma escala
bem menor
Janela de mediastino x Janela pulmonar
(TC de alta resolução do tórax, 2010)
Anatomia do tórax na TC
Anatomia do tórax na TC
https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/
Anatomia do tórax na TC
https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/ ; https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
Anatomia do tórax na TC
https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/ ; https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
Anatomia do tórax na TC
https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/ ; https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
Anatomia do tórax na TC
https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/
Anatomia do tórax na TC
https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
Geralmente não é o primeiro exame a ser solicitado
- expõe o indivíduo a uma maior radiação
- não é tão rápido e nem tão acessível quanto
a radiografia
Recomendada quando existe suspeita clínica de
infecção e os achados nas radiografias são
inespecíficos ou normais
INDICAÇÕES DE TC
TC de alta resolução do tórax, 2010
INDICAÇÕES DE TC
É útil na investigação diagnóstica de complicações de
pneumonia ou de lesão subjacente, como carcinoma
pulmonar
Indicada para pacientes com pneumonia e opacidades
pulmonares persistentes ou recorrentes
TC de alta resolução do tórax, 2010
PADRÕES COMUNS
NA TC DE TÓRAX
Definição: Espessamento dos septos interlobulares.
Pode resultar de edema, infiltração celular ou processos
fibróticos.
Localização:
Periferia - Linhas perpendiculares à pleura.
Centro - Arcadas poligonais.
Septos
interlobulares
Interstício
subpleural
Interstício
centrolobular
Tipos:
Liso
Nodular
Irregular
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
ESPESSAMENTO LISO:
Edema pulmonar
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
ESPESSAMENTO NODULAR:
Aparência lembra as contas de um rosário.
Disseminação linfática neoplásica.
ESPESSAMENTO IRREGULAR:
Contornos mal definidos.
Doenças intersticiais crônicas.
Fibrose.
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
Definição: Opacidades lineares intralobulares.
Caracterizado por um entrelaçamento de linhas finas e
esbranquiçadas.
Geralmente indicam presença de fibrose pulmonar.
Septos
interlobulares
Interstício
subpleural
Interstício
centrolobular
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
Achado em doenças intersticiais pulmonares, como:
fibrose pulmonar idiopática, sarcoidose e pneumonite por
hipersensibilidade crônica.
Fibrose pulmonar idiopática:
Padrão reticular associado ao faveolamento.
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
Fibrose causa distorção da
arquitetura pulmonar,
bronquiectasias de tração e
bronquiolectasias.
Bronquiectasias de Tração:
Dilatação dos brônquios.
Bronquiolectasias:
Dilatação dos bronquíolos.
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
Presença de pequenos nódulos no
tecido pulmonar.
Comumente observados em pacientes
com sarcoidose, pneumonite por
hipersensibilidade, silicose e
pneumoconiose dos mineiros de carvão.
A localização e a distribuição dos
nódulos variam de acordo com a
condição clínica.
PADRÃO NODULAR
Centrolobular
Randomizado
Perilinfático Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019
PADRÃO NODULAR
Perilinfático
Nódulos na região peribroncovascular, regiões subpleurais e septos interlobulares.
Sarcoidose, silicose e linfangite carcinomatosa.
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019
Perilinfático
PADRÃO NODULAR
Perilinfático
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019
PADRÃO NODULAR
Centrolobular
Região composta pelos bronquíolos terminais, pelos ramos das artérias
pulmonares e pelos alvéolos adjacentes.
Na maioria das vezes está relacionado ao preenchimento de bronquíolos por
muco, pus ou sangue.
Padrão em árvore brotamento.
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2017
Centrolobular
PADRÃO NODULAR
Centrolobular
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2017
PADRÃO NODULAR
Randômico
Doenças nodulares que se disseminam por via hematogênica, como metástases
e doenças granulomatosas miliares.
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019
PADRÃO EM VIDRO FOSCO
Definição: Aumento da
opacidade pulmonar sem
obscurecer os vasos adjacentes.
Causas: anormalidades
intersticiais mínimas, doença do
espaço aéreo ou aumento do
fluxo sanguíneo.
Carece de especificidade.
Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
CONSOLIDAÇÃO
Aumenta a densidade do
parênquima pulmonar
A imagem fica mais clara e não
possibilita a visualização dos
vasos
preenchimento dos espaços
alveolares por um produto
patológico qualquer,
substituindo o ar
exsudato, transudato, sangue, lipoproteína,
gordura, células ou conteúdo gástrico
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2008
CONSOLIDAÇÃO
Podem ser encontrados
broncogramas aéreos
É um achado muito inespecífico,
assim como o vidro fosco
Pode refletir doenças agudas ou
crônicas
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
CONSOLIDAÇÃO
Lesões agudas: pneumonia,
edema pulmonar, hemorragia
pulmonar, aspiração
Causas crônicas: neoplasias,
pneumonia em organização,
proteinose alveolar
Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
ATELECTASIA
Redução volumétrica do pulmão
devido à falta de aeração em uma
parte ou na totalidade
Caracterizada por:
- deslocamento das fissuras
- deslocamento das estruturas
mediastinais
- ou deslocamento do diafragma
- aproximação das estruturas
broncovasculares
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
ATELECTASIA
Na TC a atelectasia se assemelha
à consolidação
A distribuição pode ser
subsegmentar, segmentar, lobar
ou envolver todo um pulmão
Pode também ser qualificada,
segundo a forma, como laminar
(discoide) ou redonda
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
ATELECTASIA
Atelectasia laminar/discoide: área
de opacidade focal subsegmentar
geralmente horizontal ou oblíqua
Atelectasia redonda: área de
opacidade focal arredondada
para a qual convergem estruturas
broncovasculares
Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
DERRAME PLEURAL
Acúmulo anormal de líquido entre
as pleuras
A imagem aparece como uma
opacidade na região de acúmulo
de líquido
Transudato, exsudato, sangue, linfa,
entre outros
Os transudatos estão mais
associados à insuficiência
cardíaca congestiva e estados de
hipoproteinemia
D: derrame e espessamento pericárdico
P: derrame pleural bilateral
Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
DERRAME PLEURAL
Exsudatos decorrem de inflamação
ou alteração de drenagem linfática
- mais encontrados nos quadros
infecciosos (mais de 50% das
pneumonias) e neoplasias
A TC é efetiva na demonstração do
tamanho, distribuição, extensão e
lesões associadas ao derrame
pleural
Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
DERRAME PLEURAL
Bases radiológicas das
doenças torácicas, 2018
PNEUMOTÓRAX
Indica a presença de ar no espaço pleural, podendo ocorrer por
traumas ou de forma espontânea
O ar comprime o pulmão e forma uma imagem mais escura no
espaço pleural
TC de alta resolução
do tórax, 2010
Bases radiológicas das
doenças torácicas, 2018
PNEUMOTÓRAX
O pneumotórax traumático ocorre por lesões penetrantes ou iatrogênicas
O espontâneo pode ser decorrente de infecções, neoplasias, doença
intersticial pulmonar ou lesões que causem obstrução de vias aéreas
A TC permite:
- avaliar melhor o tamanho do
pneumotórax
- determinar eventuais causas
para o mesmo
TC de alta resolução do tórax, 2010
Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
Resolução espacial e temporal ; Caracterização do tecido
( gordura, calcificação, sangue )
Avaliar a invasão de estruturas adjacentes, como
grandes vasos sanguíneos, pleuras
Características:
Massa heterogênea
Calcificações
Margens não circunscritas
Forma arredondada
Obliteração vias aéreas
Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico Por Imagem.
REFERÊNCIAS
MARCHIORI, Edson et al. Padrão de árvore em brotamento. Jornal Brasileiro de
Pneumologia, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1806-37562017000000303.
MARCHIORI, Edson et al. Pequenos nódulos centrolobulares múltiplos. Jornal Brasileiro de
Pneumologia, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1806-3713/e20190291.
MÜLLER , N. L. et al. Modelo de interpretação da tomografia computadorizada de alta
resolução do diagnóstico diferencial das doenças intersticiais crônicas. Colégio Brasileiro
de Radiologia, 2005. Disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?
id=1386&idioma=Portugues.
SANTOS, Marcel Koenigkam; BARRETO, André Rodrigues Façanha; CHAGAS NETO, Francisco
Abaeté; MUGLIA, Valdair Francisco; ELIAS JÚNIOR, Jorge. Tumores neuroendócrinos do
pulmão: principais achados radiológicos em uma série de 22 casos com confirmação
anatomopatológica. Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico Por Imagem. São
Paulo, p. 191-197. ago. 2012. Disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?
id=2312&idioma=Portugues. Acesso em: 20 nov. 2024.
REFERÊNCIAS
WEBB, W. Richard et al. TC de alta resolução do tórax. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2010.
HORVART, Natally; RUBIN, Virgínio. Anatomia: TC de tórax. Disponível em:
https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/. Acesso em: 19 nov. 2024.
E-ANATOMY, Imaios. Antomia do tórax e mediastino. Disponível em:
https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino. Acesso em: 19 nov. 2024.
ELICKER, B. et al. Padrões tomográficos das doenças intersticiais pulmonares difusas com
correlação clínica e patológica. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2008. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/S1806-37132008000900013.
SILVA, C. I. S. et al. Consenso brasileiro ilustrado sobre a terminologia dos descritores e
padrões fundamentais da TC de tórax. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010. Disponível
em: https://doi.org/10.1590/S1806-37132010000100016.
ESCUISSATO, D. Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018. Disponível em:
https://dapi.com.br/wp-content/uploads/2018/11/bases-radiologicas-das-doencas-
toracicas.pdf.
MÜLLERN. L. et al. Diagnóstico radiológico das doenças do tórax. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
Tomografia computadorizada do torax………..

Tomografia computadorizada do torax………..

  • 1.
    Tomografia Computadorizada do Tórax PA D R Õ E S M A I S C O M U N S Ana Luísa, Camille, Carolaine, Julia, Kívia, Maria Cecília, Mariana, Melissa e Yasmin
  • 2.
    Janelas Anatomia do tóraxna TC Tópicos Indicações Padrões alterados
  • 3.
    Ajuste do contrasteusando números de TC (HU). Melhorar a visualização das imagens. Escala de Atenuação: -1.000 a +1.000, mas o olho humano é capaz de distinguir uma escala bem menor Janela de mediastino x Janela pulmonar (TC de alta resolução do tórax, 2010)
  • 4.
  • 5.
    Anatomia do tóraxna TC https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/
  • 6.
    Anatomia do tóraxna TC https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/ ; https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
  • 7.
    Anatomia do tóraxna TC https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/ ; https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
  • 8.
    Anatomia do tóraxna TC https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/ ; https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
  • 9.
    Anatomia do tóraxna TC https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/
  • 10.
    Anatomia do tóraxna TC https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino
  • 11.
    Geralmente não éo primeiro exame a ser solicitado - expõe o indivíduo a uma maior radiação - não é tão rápido e nem tão acessível quanto a radiografia Recomendada quando existe suspeita clínica de infecção e os achados nas radiografias são inespecíficos ou normais INDICAÇÕES DE TC TC de alta resolução do tórax, 2010
  • 12.
    INDICAÇÕES DE TC Éútil na investigação diagnóstica de complicações de pneumonia ou de lesão subjacente, como carcinoma pulmonar Indicada para pacientes com pneumonia e opacidades pulmonares persistentes ou recorrentes TC de alta resolução do tórax, 2010
  • 13.
  • 14.
    Definição: Espessamento dosseptos interlobulares. Pode resultar de edema, infiltração celular ou processos fibróticos. Localização: Periferia - Linhas perpendiculares à pleura. Centro - Arcadas poligonais. Septos interlobulares Interstício subpleural Interstício centrolobular Tipos: Liso Nodular Irregular Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
  • 15.
    ESPESSAMENTO LISO: Edema pulmonar ColégioBrasileiro de Radiologia, 2005
  • 16.
    ESPESSAMENTO NODULAR: Aparência lembraas contas de um rosário. Disseminação linfática neoplásica. ESPESSAMENTO IRREGULAR: Contornos mal definidos. Doenças intersticiais crônicas. Fibrose. Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
  • 17.
    Definição: Opacidades linearesintralobulares. Caracterizado por um entrelaçamento de linhas finas e esbranquiçadas. Geralmente indicam presença de fibrose pulmonar. Septos interlobulares Interstício subpleural Interstício centrolobular Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
  • 18.
    Achado em doençasintersticiais pulmonares, como: fibrose pulmonar idiopática, sarcoidose e pneumonite por hipersensibilidade crônica. Fibrose pulmonar idiopática: Padrão reticular associado ao faveolamento. Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
  • 19.
    Fibrose causa distorçãoda arquitetura pulmonar, bronquiectasias de tração e bronquiolectasias. Bronquiectasias de Tração: Dilatação dos brônquios. Bronquiolectasias: Dilatação dos bronquíolos. Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
  • 20.
    Presença de pequenosnódulos no tecido pulmonar. Comumente observados em pacientes com sarcoidose, pneumonite por hipersensibilidade, silicose e pneumoconiose dos mineiros de carvão. A localização e a distribuição dos nódulos variam de acordo com a condição clínica. PADRÃO NODULAR Centrolobular Randomizado Perilinfático Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019
  • 21.
    PADRÃO NODULAR Perilinfático Nódulos naregião peribroncovascular, regiões subpleurais e septos interlobulares. Sarcoidose, silicose e linfangite carcinomatosa. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019 Perilinfático
  • 22.
  • 23.
    PADRÃO NODULAR Centrolobular Região compostapelos bronquíolos terminais, pelos ramos das artérias pulmonares e pelos alvéolos adjacentes. Na maioria das vezes está relacionado ao preenchimento de bronquíolos por muco, pus ou sangue. Padrão em árvore brotamento. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2017 Centrolobular
  • 24.
  • 25.
    PADRÃO NODULAR Randômico Doenças nodularesque se disseminam por via hematogênica, como metástases e doenças granulomatosas miliares. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019
  • 26.
    PADRÃO EM VIDROFOSCO Definição: Aumento da opacidade pulmonar sem obscurecer os vasos adjacentes. Causas: anormalidades intersticiais mínimas, doença do espaço aéreo ou aumento do fluxo sanguíneo. Carece de especificidade. Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005
  • 27.
    CONSOLIDAÇÃO Aumenta a densidadedo parênquima pulmonar A imagem fica mais clara e não possibilita a visualização dos vasos preenchimento dos espaços alveolares por um produto patológico qualquer, substituindo o ar exsudato, transudato, sangue, lipoproteína, gordura, células ou conteúdo gástrico Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2008
  • 28.
    CONSOLIDAÇÃO Podem ser encontrados broncogramasaéreos É um achado muito inespecífico, assim como o vidro fosco Pode refletir doenças agudas ou crônicas Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
  • 29.
    CONSOLIDAÇÃO Lesões agudas: pneumonia, edemapulmonar, hemorragia pulmonar, aspiração Causas crônicas: neoplasias, pneumonia em organização, proteinose alveolar Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
  • 30.
    ATELECTASIA Redução volumétrica dopulmão devido à falta de aeração em uma parte ou na totalidade Caracterizada por: - deslocamento das fissuras - deslocamento das estruturas mediastinais - ou deslocamento do diafragma - aproximação das estruturas broncovasculares Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
  • 31.
    ATELECTASIA Na TC aatelectasia se assemelha à consolidação A distribuição pode ser subsegmentar, segmentar, lobar ou envolver todo um pulmão Pode também ser qualificada, segundo a forma, como laminar (discoide) ou redonda Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
  • 32.
    ATELECTASIA Atelectasia laminar/discoide: área deopacidade focal subsegmentar geralmente horizontal ou oblíqua Atelectasia redonda: área de opacidade focal arredondada para a qual convergem estruturas broncovasculares Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010
  • 33.
    DERRAME PLEURAL Acúmulo anormalde líquido entre as pleuras A imagem aparece como uma opacidade na região de acúmulo de líquido Transudato, exsudato, sangue, linfa, entre outros Os transudatos estão mais associados à insuficiência cardíaca congestiva e estados de hipoproteinemia D: derrame e espessamento pericárdico P: derrame pleural bilateral Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
  • 34.
    DERRAME PLEURAL Exsudatos decorremde inflamação ou alteração de drenagem linfática - mais encontrados nos quadros infecciosos (mais de 50% das pneumonias) e neoplasias A TC é efetiva na demonstração do tamanho, distribuição, extensão e lesões associadas ao derrame pleural Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
  • 35.
    DERRAME PLEURAL Bases radiológicasdas doenças torácicas, 2018
  • 36.
    PNEUMOTÓRAX Indica a presençade ar no espaço pleural, podendo ocorrer por traumas ou de forma espontânea O ar comprime o pulmão e forma uma imagem mais escura no espaço pleural TC de alta resolução do tórax, 2010 Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
  • 37.
    PNEUMOTÓRAX O pneumotórax traumáticoocorre por lesões penetrantes ou iatrogênicas O espontâneo pode ser decorrente de infecções, neoplasias, doença intersticial pulmonar ou lesões que causem obstrução de vias aéreas A TC permite: - avaliar melhor o tamanho do pneumotórax - determinar eventuais causas para o mesmo TC de alta resolução do tórax, 2010 Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018
  • 38.
    Resolução espacial etemporal ; Caracterização do tecido ( gordura, calcificação, sangue ) Avaliar a invasão de estruturas adjacentes, como grandes vasos sanguíneos, pleuras Características: Massa heterogênea Calcificações Margens não circunscritas Forma arredondada Obliteração vias aéreas Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico Por Imagem.
  • 39.
    REFERÊNCIAS MARCHIORI, Edson etal. Padrão de árvore em brotamento. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1806-37562017000000303. MARCHIORI, Edson et al. Pequenos nódulos centrolobulares múltiplos. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1806-3713/e20190291. MÜLLER , N. L. et al. Modelo de interpretação da tomografia computadorizada de alta resolução do diagnóstico diferencial das doenças intersticiais crônicas. Colégio Brasileiro de Radiologia, 2005. Disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp? id=1386&idioma=Portugues. SANTOS, Marcel Koenigkam; BARRETO, André Rodrigues Façanha; CHAGAS NETO, Francisco Abaeté; MUGLIA, Valdair Francisco; ELIAS JÚNIOR, Jorge. Tumores neuroendócrinos do pulmão: principais achados radiológicos em uma série de 22 casos com confirmação anatomopatológica. Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico Por Imagem. São Paulo, p. 191-197. ago. 2012. Disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp? id=2312&idioma=Portugues. Acesso em: 20 nov. 2024.
  • 40.
    REFERÊNCIAS WEBB, W. Richardet al. TC de alta resolução do tórax. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. HORVART, Natally; RUBIN, Virgínio. Anatomia: TC de tórax. Disponível em: https://radiologia.online/anatomia-tc-torax/. Acesso em: 19 nov. 2024. E-ANATOMY, Imaios. Antomia do tórax e mediastino. Disponível em: https://www.imaios.com/br/e-anatomy/torax/mediastino. Acesso em: 19 nov. 2024. ELICKER, B. et al. Padrões tomográficos das doenças intersticiais pulmonares difusas com correlação clínica e patológica. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2008. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1806-37132008000900013. SILVA, C. I. S. et al. Consenso brasileiro ilustrado sobre a terminologia dos descritores e padrões fundamentais da TC de tórax. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1806-37132010000100016. ESCUISSATO, D. Bases radiológicas das doenças torácicas, 2018. Disponível em: https://dapi.com.br/wp-content/uploads/2018/11/bases-radiologicas-das-doencas- toracicas.pdf. MÜLLERN. L. et al. Diagnóstico radiológico das doenças do tórax. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.