O documento discute a ética na formação médica de Amato Lusitano, um médico judeu-português do século XVI. Ele descreve a medicina como uma profissão humanitária dedicada ao estudo e tratamento da saúde e doenças humanas. O texto também resume o testamento de Lusitano, no qual ele jura ter praticado a medicina com igualdade, honestidade, moderação e priorizando a cura dos pacientes acima do dinheiro.