silvanatsal
“As criançasnascem uma cultura em que
se clica, e o dever dos professores é
inserir-se no universo dos alunos.”
(Mendelshon apud Perrenoud, 2000).
“se existe um consenso a respeito das
principais características das sociedades
contemporâneas, este se refere à
presença cada vez mais maior das
tecnologias na organização das práticas
sociais” (Benakouche, 1998 apud Souza,
2011, p. 105).
Escola e Sociedade
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3.
silvanatsal
BEHAVIORISTAS
Nascido com Watson,em
1913, seus princípios
aplicados na educação
deram origem a métodos
de ensino que se baseiam
na repetição (criação de
hábitos) e no sistema de
reforço/punição. O
conteúdo deve ser
ensinado em pequenas
doses e o erro evitado a
qualquer custo.
Representantes: Watson,
Pavlov e Skinner
COGNITIVISTAS
Tenta compreender as
capacidades, os processos,
as estratégias e as
representações mentais
básicos subjacentes ao
comportamento
inteligente apresentado
pelas pessoas no
desempenho de tarefas.
Destaca a importância do
conhecimento prévio e da
participação ativa do
aprendiz na construção do
conhecimento.
Representantes: Jerome
Bruner e Ausubel
INTERACIONISTAS
Pessoas aprendem por
meio da interação com
outras e com os objetos
presentes no ambiente. O
professor torna-se um
agente do aprendizado do
aluno, em vez de ensinar o
professor induz o aluno a
"aprender-a-aprender" por
meio da busca orientada
do conhecimento que o
aluno necessita.
Representantes: Piaget e
Vygotsky
Principais correntes teóricas
4.
silvanatsal
Behaviorismo* na Instrução
Pré-avaliação dos alunos para determinar onde a instrução deve iniciar.
Domínio das etapas iniciais antes de avançar para níveis mais complexos de desempenho
(sequência da apresentação instrucional).
Repetição para garantir a aprendizagem;
Reforço para impactar o desempenho (recompensas tangíveis).
Uso de dicas, modelos e prática para garantir uma forte resposta ao estímulo-associação
(sequência de prática simples a complexa).
Feedback para modificar o comportamento.
* Também chamado de Comportamentalismo.
5.
silvanatsal
Cognitivismo na Instrução
Ênfase no envolvimento ativo do aluno no processo de aprendizagem (controle do aluno,
treinamento metacognitivo, p. ex.: autoplanejamento, técnicas de monitoramento e
revisão).
Análise de tarefas cognitivas para identificar o conhecimento prévio e escolher os
melhores métodos e instrumentos para usá-lo como base para o que vai ser aprendido.
Ênfase na estruturação, organização e sequenciamento de informações para facilitar o
processamento ideal.
Criação de ambientes de aprendizagem que permitam e incentivem os alunos a fazer
conexões com o material aprendido anteriormente.
Feedback: conhecimento dos resultados para guiar as conexões mentais.
6.
silvanatsal
Interacionismo na Instrução
Identificação do contexto em que as habilidades serão aprendidas e posteriormente aplicadas
(aprendizado em contextos significativos).
Controle do aluno e na sua capacidade de manipular informações de forma ativa usando o que é
aprendido.
Necessidade de as informações serem apresentadas de formas variadas (revisitando o conteúdo
em momentos diferentes, em contextos reorganizados, para diferentes propósitos e de
diferentes perspectivas conceituais).
Apoio do uso de habilidades de resolução de problemas que permitam aos alunos ir "além das
informações fornecidas" (desenvolvimento do reconhecimento de padrões habilidades,
apresentando formas alternativas de representar problemas).
Avaliação focada na transferência de conhecimento e habilidades (apresentação de novos
problemas e situações diferentes das condições da instrução inicial).
Feedback: nenhuma ênfase.
7.
silvanatsal
Maturação
biológica
Experiência
física
Interação e
transmissão
social
Adaptação: resultado
equilíbrio atingido entre a
assimilação e a acomodação.
Desenvolvimento segundo Piaget
O processo de
EQUILIBRAÇÃO
resulta da ação
estruturante e
organizadora do
sujeito que, num
processo em espiral,
vai aperfeiçoando
cada vez mais os seus
conhecimentos graças
à interação e à
transmissão social, à
maturação biológica e
à experiência física..
Assimilação: processo de
modificação dos elementos
do meio, de modo a
incorporá-los à
estrutura do seu organismo,
ou seja, à sua forma de
entender o mundo.
Acomodação: processo
complementar, mediante o
qual o indivíduo se ajusta
(se acomoda) a um
acontecimento do
ambiente, em função das
estruturas daquele.
8.
silvanatsal
Aprendizagem segundo Vygotsky
Aprendizagem e Desenvolvimento: “Nosso estudo mostra que a curva do desenvolvimento não
coincide com a curva do aprendizado escolar; em geral, o aprendizado precede o
desenvolvimento.” (Vigotski, 2000, p. 127).
Zona de Desenvolvimento Proximal: “A discrepância entre a idade mental real de uma criança e
o nível que ela atinge ao resolver problemas com o auxílio de outra pessoa” (Vigotski, 2000, p.
129), ou seja, com a ajuda de uma pessoa mais experiente, ela pode fazer algo além da sua
capacidade naquele momento.
Aprendizagem escolar: “Para cada matéria escolar há um período em que a sua influência é mais
produtiva porque a criança é mais receptiva a ela. Montessori e outros educadores denominaram-
no período sensível. [...] A existência de períodos sensíveis para todas as matérias escolares é
plenamente confirmada pelos dados obtidos em nossos estudos (Vigotski, 2000, p. 130-131).
9.
silvanatsal
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Duração: 6min20s
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Duração: 3min56s
10.
silvanatsal
Ausubel Papert Siemens
Resumodas principais contribuições dos teóricos para o processo da aprendizagem
Fonte: Scheller; Viali; Lahm (2014, p. 8).
As teorias e as tecnologias
Conceito de
Aprendizagem
A aprendizagem é a ampliação da
estrutura cognitiva por meio da
incorporação de novas ideias a ela.
Aprender é pensar diferente de
antes, é ver o mundo de outra
forma, sob outros aspectos. Supõe a
existência de várias alfabetizações.
A aprendizagem é um processo que
ocorre dentro de ambientes
nebulosos e que pode vir de uma
máquina (p. ex., em um banco de
dados); é focada em conectar
conjuntos de informações
especializadas, as quais permitem
aprender mais.
Foco Subsunçor – ideias âncoras. Inserção do computador no espaço
da sala de aula.
Redes conectivas.
Elemento Capacidade de relacionar o novo com
o existente - interação.
Interação do aprendente com o
computador.
Capacidade de formar conexões e
reconhecer padrões.
Processo Construir conhecimento relacionando
os conceitos aprendidos ao encontrar
sentido no que está aprendendo.
Construir conhecimento quando
entendem suas experiências.
Capacidade de discutir, dialogar e
constantemente retomar (o que é
verdade hoje pode não ser amanhã).
Contexto Organizadores prévios –
pontes cognitivas.
Descobertas a partir das
experiências; motivação ao diálogo.
Aprendizagem ocorre em rede – por
meio da Conectividade.
Papel do
Sujeito
Ampliar conhecimento a partir do já
existente.
Realizar uma leitura do mundo e
resolver problemas.
Ser um nó ativo na rede. Buscar
sempre conhecimento atualizado.
11.
silvanatsal
Perspectiva Comportamentalista CognitivistaConstrutivista
Enfoques teóricos dos ambientes e materiais de aprendizagem autodirigida
Fonte: Tabela extraída de Barberá e Rochera ( 2010, p. 161).
Ambientes e materiais
Materiais e
ambientes
Prática e exercícios. Tutoriais
automáticos.
Tutoriais inteligentes. Materiais multimídia
e hipermídia diretivos.
Sistemas hipermídia adaptativos. Micromundos
informáticos, ambientes de resolução de casos e
problemas, ambientes de simulação.
Concepção
sobre a
aprendizagem
Reprodução passiva do material
que requer exercícios e prática
para ser memorizado, feita
mediante tentativa e erro e
com reforços e repetição.
Um processo ativo que consiste em
procurar, selecionar, processar, organizar
e memorizar a informação.
Processo complexo de reconstrução do conteúdo
graças à atividade mental que o aluno realiza e
que envolve capacidades cognitivas básicas,
conhecimentos prévios, estratégias e estilos de
aprendizagem, motivação, metas e interesses.
Objetivos da
aprendizagem
Aprendizagem e automação de
destrezas elementares
Aprendizagem de conteúdos de diferentes
graus de complexidade e aprendizagem de
habilidades cognitivas e metacognitivas.
Aprendizagem de conteúdos complexos e
compreensão de relações entre conceitos, de
habilidades cognitivas e metacognitivas, de
resolução de problemas.
Apresentação e
organização do
conteúdo
Formato textual. Conteúdo
fragmentado em unidades
pequenas, itinerários únicos.
Diferentes formatos de informação –
textual, gráfica, sons, imagens estáticas e
dinâmicas. Estabelecimento de sequências
de navegação com pouca flexibilidade.
Diferentes formatos de informação – textual,
gráfica, sons, imagens estáticas e dinâmicas.
Adaptação flexível da apresentação dos
conteúdos e dos sistemas de navegação em
função dos objetivos, conhecimentos,
capacidades e interesses.
Controle de
aprendizagem
O material Prioritariamente o material, mas pode ser
compartilhado pelo material e o aluno.
Prioritariamente o aluno, mas pode ser
compartilhado com o material.
12.
silvanatsal
As teorias noensino mediado pelas TIC
INSTRUCIONISMO
Baseado no
behaviorismo
CONSTRUCIONISMO
Baseado no
interacionismo
* Essa teoria criada por Papert (1994) não contempla o Cognitivismo que compartilha algumas características
de ambos.
Baseado no
cognitivismo*
13.
silvanatsal
Instrucionismo
O computadordá ordens aos alunos. Ou seja, eles têm que aprender os comandos e seguir as
instruções dadas pelo computador.
Esta forma de uso do computador ganhou força nos anos 50, quando Skinner criou uma máquina
batizada de “teaching machine” (veja um exemplo: máquina de ensinar) que utilizava o conceito de
instrução programada descrito abaixo:
1. programas lineares: apresentação da matéria ou conteúdo em sequências curtas;
2. o aluno responde a uma pergunta por vez e dispõe do tempo que desejar para responder;
3. o aluno não deve passar para o próximo item antes de haver respondido ao anterior;
4. perguntas simples para evitar erros;
5. após responder, o aluno checa a exatidão de sua resposta, comparando-a com a resposta
correta dada no próprio texto;
6. as sequências são encadeadas em progressão racional;
7. o aluno é levado gradualmente a um maior domínio do assunto.
14.
silvanatsal
Construcionismo
Construção doconhecimento por meio do computador foi denominada de
“Construcionismo” por Papert (1994) por sua semelhança com o construtivismo.
“O uso do computador requer certas ações que são bastante efetivas no processo de
construção do conhecimento. Quando o aprendiz está interagindo com o computador [...] ele
está adquirindo conceitos da mesma maneira que ele adquire quando interage com objetos
do mundo, como observou Piaget” (VALENTE, 2008a).
O fato de o aprendiz estar envolvido construindo algo de seu interesse torna a sua
aprendizagem mais significativa.
15.
silvanatsal
Máquina de Ensinar
NoInstrucionismo, o computador é usado
para dar instruções. Os alunos obedecem a
seus comandos.
Instrucionismo x Construcionismo
Máquina de Aprender
No Construcionismo, o computador é uma
ferramenta educacional que ajuda o aluno a
aprender.
16.
silvanatsal
Exemplos
• Tutoriais emforma de textos,
vídeos e outros;
• Programas de exercício e
prática;
• Alguns tipos de Jogos (Games);
• Simuladores.
Instrucionistas
• Aplicativos (editores de texto,
planilhas, etc.);
• Programas de resolução de
problemas e produção de
música;
• Alguns tipos de games;
• Linguagens de programação;
• Computador como comunicador
(emails, blogs, etc.).
Construcionistas
17.
silvanatsal
Máquina de Ensinar
Programas tutoriais: constituem uma
versão computacional da instrução
programada. A vantagem dos tutoriais é
poder apresentar características como por
exemplo animação e som, o que facilita o
processo de administração das lições e
possíveis programas de remediação.
Exemplo:
Programas de exercício e prática: são
utilizados para revisar material visto em
classe.
Jogos educacionais (grande parte deles):
embora limitada, eles constituem uma
maneira mais divertida de aprender.
Simulação: são modelos dinâmicos e
simplificados do mundo real (ex:
simuladores de carro ou avião) .
18.
silvanatsal
O aprendizado ocorreao executar uma tarefa por intermédio do computador. A seguir, os exemplos.
Aplicativos para o uso do aluno e do professor: software que apesar de não ser “educativo” pode ser
usado na educação: editores de textos (ex: Word), planilhas (ex: Excel), manipulação de banco de
dados, sistemas de autoria e calculadores numéricos.
Resolução de problemas através do computador: a função do computador é propiciar um ambiente
de aprendizado baseado na resolução de problemas. Alguns games podem ser enquadrados aqui.
Produção de música: a resolução de problemas no computador pode ser utilizada no aprendizado de
conceitos musicais que pode ser adquirido através do “fazer música”, em vez do aprendizado
tradicional.
Programas de controle de processos: para pessoa entender um processo e como controlá-lo (ex:
programas usados em engenharia, arquitetura, etc.).
O computador como comunicador: uso do computador para transmitir informação por meio de e-
mails; bancos de dados; dispositivos especialmente projetados para pessoas com deficiência física.
Ferramenta de Aprender
19.
silvanatsal
Domínio das
TIC mais
usadasna
educação
Conhecimento dos
limites e perigos das
TIC
Conhecimento
pedagógico
sobre o uso
das TIC
O Professor e as TICs
Saber utilizar programas educativos e aplicativos que
possam ajudar os alunos a construírem
conhecimentos e competências;
Ser um usuário alerta, crítico e seletivo;
Preparar os alunos para essa nova relação com o
saber;
Saber pesquisar por meio dessas tecnologias;
Saber comunicar-se a distância (por meio de e-mails,
webconferências, redes sociais etc.);
Professores e alunos que não souberem utilizar esses
recursos estarão limitando seu espaço de atuação.
(Perrenoud, 2000)
20.
silvanatsal
Combinação devídeos, sons, cores,
animações e brincadeiras entremeados
com textos atraem a atenção,
especialmente a das crianças, o que
ajuda na assimilação dos conteúdos.
Histórias infantis ganham movimentos,
sons e interatividade;
Jogos estimulam a aprender;
Computador vira tela de pintura;
Disciplinas consideradas difíceis
tornam-se mais atraentes.
Multimídia no Ensino e Aprendizagem
um lindo peixinho
dourado que
decidiu viajar
pelo mundo...
21.
silvanatsal
A multimídianecessita da participação do
usuário, o que oportuniza o aprendizado por
descoberta.
A multimídia propicia um tipo de
aprendizado mais natural, pois a nossa mente
não funciona de forma linear, em que uma
informação leva necessariamente a outra.
Seu uso enriquece o processo educacional,
mas não substitui o professor, pois apenas
ele pode tirar dúvidas e dar um tratamento
diferenciado e individualizado para ajudar no
aprendizado do seu aluno.
Multimídia é interativa
22.
silvanatsal
O uso dasTIC pode:
Motivar na
busca pelo
conhecimento.
Armazenar,
organizar e
transmitir
informações.
Estimular a
criatividade;
Tornar o ensino
mais lúdico.
23.
silvanatsal
Antes de usaruma tecnologia, lembre de
Examinar se: Porque...
A tecnologia sozinha não garante a
aprendizagem;
A beleza de um software/site/app nem
sempre é proporcional à aprendizagem
gerada por ele;
A forma como se trabalha um erro é muito
importante para a aprendizagem.
“Software é software. Educativo somos nós
[professores].”
Profa. Sônia Sette, 1998 (UFPE).
Está de acordo com os objetivos de
aprendizagem almejados?
Permite que as informações sejam
veiculadas de forma clara?
Oportuniza a prática reflexiva?
É o tipo de site/app/software (tutorial;
aplicativo, etc.) apropriado para a
habilidade a ser trabalhada?
É acessível (aspectos técnicos como
clareza, requisitos de hardware,
facilidade de instalação/desinstalação e
de acesso, etc.)?
É adequada para a faixa etária em que
vai ser usada?
Possibilita o feedback corretivo e
informativo?
Gera motivação no aprendiz?
24.
silvanatsal
“O paradigmavisado não diz respeito como tal às tecnologias. Concerne às aprendizagens.
Trata-se de passar de uma escola centrada no ensino (suas finalidades, conteúdos, sua
avaliação, seu planejamento, sua operacionalização sob forma de aulas e de exercícios) a
uma escola centrada não no aluno, mas nas aprendizagens. O ofício do professor redefine-se:
mais do que ensinar, trata-se de fazer aprender.” (Tardif, 1998 apud Perrenoud, 2000, p.
139).
“Na verdade, o fator externo mais fundamental da aprendizagem do aluno é de longe o
professor. Se esse não souber aprender, não saberá fazer o aluno aprender.” (Demo, 2000).
Enfim, as tecnologias podem ser excelentes aliadas do professor para ensinar e aprender,
desde que ele saiba como, porque e quando usá-las.
Ensinar e aprender com as tecnologias
25.
silvanatsal
BARBERÁ, E.;ROCHERA, M. J. Os ambientes virtuais de aprendizagem baseados no projeto de materiais autossuficientes e na aprendizagem autodirigida. In: COLL, C.;
MONERENO, C. (Orgs.). Psicologia da educação virtual. Porto Alegre: Artmed, 2010, p. 157-207.
DEMO, Pedro. Teleducação e aprendizagem: busca da qualidade educativa da teleducação. In: PRETI, Oreste (org.) Educação a Distância: construindo significados.
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ERTMER, P. A.; NEWBY, T. J. Behaviorism, cognitivism, constructivism: Comparing critical features from an instructional design perspective. Performance Improvement
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PAPERT, Seymour. A máquina das crianças: repensando a escola na era da Informática. Trad. Sandra Costa. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1994.
PERRENOUD, Philippe. Dez novas competências para ensinar. Trad. Patrícia Chittoni Ramos. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000, p. 125-139.
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VALENTE, J. A. O “estar junto virtual” como uma abordagem de Educação a Distância: sua gênese e suas aplicações na formação de professores reflexivos. In: VALENTE,
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VIGOTSKI, L. S. Pensamento e linguagem. 2. ed. Trad. Jefferson Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Muitas figuras usadas nesse trabalho foram coletadas na Internet e algumas foram modificadas e/ou traduzidas.
Figura da capa: https://libertypatriotpress.com/3070/features/all-virtual-learning-which-classes-are-most-difficult-for-you/
Fontes e Referências