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ECLESIOLOGIA
E
MISSIOLOGIA
LIÇÃO 1
ECLESIOLOGIA
A DOUTRINA DA
IGREJA
A IGREJA
Jesus projetou, claramente, a existência duma
sociedade de seus seguidores que daria aos homens seu
evangelho e ministraria à humanidade no seu Espírito, e que
trabalharia pelo aumento do reino de Deus como ele o fez. Ele
não modelou nenhuma organização e nenhum plano de
governo para essa sociedade... Ele fez algo mais grandioso
que lhe dar organização – Ele lhe concedeu vida. Jesus
formou essa sociedade de seus seguidores chamando-os a
unirem-se a Ele, comunicando-lhes, durante o tempo em que
esteve no mundo, tanto quanto fosse possível, de sua própria
vida, do seu Espírito e do seu propósito. Ele prometeu
continuar até ao fim do mundo concedendo sua vida à sua
sociedade, à sua igreja. Podemos dizer que seu dom à igreja
foi Ele mesmo. Robert Hastings Nichols
A NATUREZA DA IGREJA
Que é a Igreja? A questão pode ser solucionada
considerando:
1º) As palavras que descrevem essa instituição.
2º) As palavras que descrevem os cristãos.
3º) As ilustrações que descrevem a Igreja.
PALAVRAS QUE DESCREVEM A IGREJA
KURIAKON – Nos tempos pós-apostólicos, os gregos
utilizaram a termo kuriakon para designar o prédio da
igreja.
EKKLESIA – Esta é a palavra grega para igreja no Novo
Testamento, que significa “uma assembléia de
chamados para fora”. O termo aplica-se a:
1º) Todo o corpo de cristãos em uma cidade, At 11.22;
13.1. (IGREJA LOCAL OU VISÍVEL)
2º) Todo o corpo de cristãos autênticos, de todas as
eras, tanto os que estão na terra como no paraíso
(IGREJA UNIVERSAL OU INVISÍVEL)
A Igreja de Cristo é uma em todo mundo,
composta de verdadeiros cristãos existentes nas
milhares de denominações, neste caso, ela é
invisível. Porém através da igreja local ela é visível.
IGREJAS
DOMÉSTICAS
IGREJAS
LOCAIS
IGREJA
UNIVERSAL
USOS DO TERMO “IGREJA” NÃO ENCONTRADOS NO NOVO
TESTAMENTO
Não é usado para prédio.
A palavra grega “ekklesia” traduzida “igreja”
não se refere ao prédio e sim às pessoas que
compõem a igreja. A prática de chamar o prédio de
igreja é uma figura de linguagem denominada
“metonímia” que consiste em designar uma coisa
pela outra, exemplo: O continente pelo conteúdo. “...
beberdes o cálice... I Co 11.26.
Não é usado para uma denominação
Quando o principal corpo eclesiástico afastou-se
da Escritura na doutrina e na prática, foi inevitável o
surgimento de reformas rejeitadas pelo sistema
original, obrigando os fiéis a formarem grupos
distintos. Portanto, as denominações podem ter sido
o método de Deus para preservar o reavivamento e o
fervor missionário.
PALAVRAS QUE DESCREVEM OS CRISTÃOS
a) Irmãos – A Igreja é uma fraternidade ou comunhão
espiritual, na qual foram abolidas todas as divisões
que separam a humanidade. Diz o texto: “Não há grego
nem judeu” – A mais profunda de todas as divisões
baseadas na história religiosa é vencida; “não há
grego nem bárbaro”.
A mais profunda de todas as divisões culturais é
vencida; “Não há servo nem livre” – A mais profunda
de todas as divisões sociais e econômicas é vencida;
“não há macho nem fêmea” – A mais profunda de
todas as divisões humanas é vencida, leia Cl 3.11; Gl
3.28.
b) Crentes – Os cristãos são chamados “crentes”,
porque sua doutrina característica é a fé no Senhor
Jesus.
c) Santos – São chamados “santos” literalmente
“consagrados ou piedosos”, porque estão separados
do mundo e dedicados a Deus.
d) Os Eleitos – Refere-se-lhes como “eleitos”, ou os
“escolhidos”, porque Deus os escolheu para um
ministério importante e um destino glorioso.
e) Discípulos – São “discípulos” literalmente
“aprendizes”, porque estão debaixo de preparação
espiritual com instrutores inspirados por Cristo.
f) Cristãos – São “cristãos” porque sua religião gira
em torno da Pessoa de Cristo, leia Atos 11.26.
g) Os do Caminho – Nos dias primitivos muitas vezes
eram conhecidos como “os do Caminho” (versão
Brasileira), At 9.2, porque viviam de acordo com uma
maneira especial de viver.
ILUSTRAÇÕES QUE DESCREVEM A IGREJA
A IGREJA COMO CORPO DE CRISTO
O uso dessa ilustração faz lembrar que a igreja
é um organismo e não meramente uma organização.
Uma organização é um grupo de indivíduos
voluntariamente associados com um propósito
especial, tal como uma organização fraternal ou um
sindicato. Um organismo é qualquer coisa viva, que
se desenvolve pela vida inerente. Usado
figuradamente, significa a soma total das partes
entrelaçadas, na qual a relação mútua das partes
implica em uma relação do conjunto.
Desse modo, um automóvel poderia ser
considerado uma “organização” de certas
peças mecânicas; o corpo humano é um
organismo porque é composto de muitos
membros e órgãos animados por uma vida
comum. Os evangelhos não terminam pondo um
ponto final no ministério de Jesus, mas
terminam dando a idéia de continuação; pois o
Cristo redivivo ascendeu aos céus, e enviou o
Espírito Santo, o poder vitalizador da Igreja, que
é o seu corpo.
LIÇÕES DO CORPO
SUBMISSÃO, Ef 5.21,24; Hb
13.17
INTERDEPENDÊNCIA, Rm 12.5
FINCIONABILIDADE,Ef 4.11-15
UNIDADE, I Co 12. 18,-21, 26
O corpo humano é um,
embora, composto de
milhões de células vivas. Da
mesma maneira o corpo de
Cristo é um, composto de
milhões de almas nascidas
de novo.
MINISTÉRIO DO CORPO
“E ele mesmo deu uns para apóstolos, e
outros para profetas, e outros para
evangelistas, e outros para pastores e
doutores, tendo em vista o aperfeiçoamento
dos santos para o desempenho do
ministério, para a edificação do corpo de
Cristo”, Efésios 4. 11,12
“Servi uns aos outros conforme o dom que
cada um recebeu, como bons despenseiros
da multiforme graça de Deus”, I Pedro 4.10
A MISSÃO DA IGREJA
Pregar e Ensinar:
“Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda a
criatura”, Marcos 16.15
“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a
nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as
virtudes daquele que vos chamou das trevas para a
sua maravilhosa luz” I Pedro 2.9
O Evangelho é as “boas novas” para todas nações, até
os confins da terra, At 1.8. O termo “kerusso” no grego
significa anunciar, e o termo “Evangelizo”, significa
pregar boas novas.
Enquanto a pregação tem relação com o
recrutamento e motivação da igreja; o ensino tem
relação com o amadurecimento da mesma. Jesus
mandou pregar e também mandou ensinar:
“Portanto, ide e fazei discípulos de todos os
povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e
do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas
as coisas que eu vos tenho mandado...”
Mateus 28.19,20
Fazer discípulos não é simplesmente ensinar,
tornando-os meros teóricos; fazer discípulos é
prepará-los, conscientizando-os da grande
responsabilidade de serem os continuadores da obra.
Portanto, a obra da igreja é pregar o Evangelho a toda a
criatura, Mt 28.19,20; Mc 16.15, é explanar o plano da
salvação tal qual é ensinado nas Escrituras. Cristo tornou
acessível a salvação por provê-la; a Igreja deve tornar-se
efetiva por proclamá-la.
Prover meios de Adoração
Israel possuía um sistema de adoração
divinamente estabelecido, pelo qual se chegava a Deus
em todas as necessidades e crises da vida. Assim
também a Igreja deve ser uma casa de oração para todos
os povos, onde Deus é cultuado em adoração, oração e
testemunho. Jesus disse que o Pai busca adoradores que
o adorem em espírito e em verdade, Jo 4.23, leia também,
Prover Comunhão Religiosa
O homem é um ser social; ele anela comunhão e
intercâmbio de amizade. É natural que ele se
congregue com aqueles que participam dos mesmos
interesses. A Igreja provê uma comunhão baseada na
Paternidade de Deus e no fato de ser Jesus o Senhor de
todos. É uma fraternidade daqueles que participam
duma experiência espiritual comum. Comunhão é uma
característica da Igreja nos seus primórdios, At 2.42. O
termo grego para comunhão é “koinonia” que significa
“aquilo que é possuído em comum ou compartilhado”.
A Bíblia diz que na Igreja primitiva eles tinham tudo em
comum, At 2.44 . O termo “Koinonia” no grego dá a idéia
contribuição, participação e sociedade.
Sustentar uma Norma de Conduta Moral
A Igreja é a “Luz do mundo”, que afasta a
ignorância moral; é o “sal da terra”, que preserva da
corrupção moral. A Igreja deve ensinar aos homens
como viver bem, e a maneira de se preparar para a
morte. Deve proclamar o plano de Deus para
regulamentar todas as esferas da vida e sua
atividade. Contra as tendências para a corrupção da
sociedade, deve ela levantar a sua voz de
admoestação. Em todos os pontos de perigo deve
colocar uma luz como sinal de perigo.
Ilustração da Igreja como Sal
A MÃO DE DEUS OPERANDO NA IGREJA
Os cinco dons ministeriais representam a mão de
Deus operando na Igreja:
O Apóstolo corresponde ao Polegar, por seu
íntimo e fácil relacionamento com os demais. O
Profeta corresponde ao dedo Indicador. O
Evangelista pode ser representado pelo dedo
Médio, o maior de todos é o que sobressai. O Pastor
é o anular, o dedo da aliança, pois ele está casado
com a igreja local. Finalmente, o Mestre
corresponde ao Mínimo, o menor, preferido para
remover pequenas dificuldades, principalmente do
ouvido. A atuação dos dons ministeriais tem como
objetivo a maturidade dos crentes.
A maturidade ou crescimento dos crentes se
concretiza através de:
Oração, Cl 4.12.
Palavra de Deus, I Pe 2.2; Cl 1.28.
Exercício da fé, I Ts 3.10.
Paciência na provação, Tg 1.2-4; I Pe 1.7
Amor, I Ts 1.3; Cl 3.14; I Jo 2.5; $.12.
Graça, II Pe 3.18
Obras cristãs, Hb 13.21.
Dons Espirituais, Rm 1.11; Hb 6.1; I Co 3.1,2; II Tm 2.15
Ministério no Lar:
A igreja começou nos lares, e ainda hoje se
torna triunfante através de famílias sólidas e
embasadas nos ditames da Palavra de Deus. Portanto,
é bem atual a frase que diz: “A Igreja começa no lar, e
todo lar deve ser uma igreja em miniatura. Deus
começou tudo constituindo um lar, Gn 2.18,24; o
mundo pós-diluviano também iniciou com uma
família, e o primeiro sinal de Jesus, ao inaugurar a
Nova Aliança, também foi no seio de uma família, por
que não dizer, numa festa de casamento, Jo 2.1-12.
Ministério às necessidades materiais:
As boas obras não salvam, mas deve ser uma
prática de todos os que foram salvos, Ef 2.8-10. Jesus
demonstrou interesse pela alma humana, e para
resgatá-la entregou a sua vida, mas também
demonstrou interesse pelo bem-estar social, ele curou
os enfermos e alimentou os famintos, Mt 25.34-46; Lc
10.25-37. Os cristão primitivos entenderam a vontade
do Senhor e mantinham em Jerusalém um serviço de
alimentação para as viúvas, e para que este trabalho
não ficasse prejudicado em função das muitas
atividades dos apóstolos, a igreja instituiu o diaconato,
constituído de homens de boa reputação e cheios de
Sabedoria e do Espírito Santo, At 6.1-7.
Assim como Jesus e a Igreja em Jerusalém, como
também todas as Igrejas do primeiro século, At 9.36-
42; At 11. 27-30; II Co 9.7-9; I Tm 5.3-10, a igreja
hodierna necessita ministrar aos menos favorecidos,
Tg 2.15-17, pois a Igreja de Cristo é portadora de uma
mensagem capaz de afetar o homem em todos os
seus aspectos, espírito, alma e corpo.
OUTRAS ILUSTRAÇÕES DA IGREJA
Rebanho
Exército
Lavoura
Cidade, etc.
LIÇÃO 2
ECLESIOLOGIA
A DOUTRINA DA IGREJA
CONTINUAÇÃO
AS ORDENANÇAS DA IGREJA
As ordenanças da Igreja Local são os
ritos externos ou observâncias simbólicas
ordenadas por Jesus, que estabelecem
verdades cristãs essenciais. O termo
“ordenança” vem do latim “ordo”, que
significa “fila” ou “ordem”, ou “por
extensão”, “algo imposto e tornado
obrigatório pela autoridade apropriada”. A
palavra “sacramento” significava
originalmente
“o sinal externo de uma obra interna” ou “o
sinal visível de uma obra invisível da
graça”. As ordenanças observadas pelas
igrejas protestantes são duas, a saber: O
Batismo nas águas e a Santa Ceia do
Senhor. No século XII, Peter Lombard (1100-
1164), definiu como sete os sacramentos,
os quais, finalmente foram formalmente
decretados pela Igreja Católica Romana.
São: Batismo, Crisma, Eucaristia,
Penitência, Extrema Unção, Casamento e
Ordenação de padres e consagração de
freiras. O Cristianismo não é uma religião
sacramentalista ou cerimonialista, a sua
essência é o encontro pessoal com o
Senhor. Uma religião sacramentalista crê
que a observância duma cerimônia é o
suficiente para conferir uma graça divina
especial, mesmo que os participantes não
tenham uma fé ativa. Biblicamente falando,
não há poder salvífico nem no Batismo
nem na Santa ceia.
A principal característica dos
sacramentos é o simbolismo.
O BATISMO NAS ÁGUAS
(Do grego “baptisma”, significa
mergulho, submersão)Primeira ordenança
de Cristo, através da qual o novo
convertido passa a fazer parte da igreja
local ou visível. Não se trata de um mero
rito de iniciação, pois, através da fé, o
pecador (mesmo antes de passar pelas
águas) já é recebido no seio da Igreja
Invisível. Trata-se antes de uma confissão
dramática da fé cristã; por intermédio de
atos e palavras, o penitente mostra ter
aceitado plenamente as verdades a
respeito da encarnação, morte vicária e
ressurreição de Cristo. No ato mesmo do
batismo, mostra ainda o penitente ter
morrido para o mundo; e, agora, renascido
para Cristo, há de porfiar em novidade de
vida. Embora a Igreja Católica e algumas
denominações evangélicas pratiquem o
batismo por aspersão, a história e a
etimologia do verbo “baptizo” atestam
claramente ser a imersão a forma bíblica
do batismo. Afusão, do latim “Affusionem,
que significa “derramar”, é a forma
batismal adotada pela igreja romana e por
algumas denominações protestantes.
Consiste em derramar água sobre a
cabeça do batizando. Embora adotasse o
batismo por afusão, consta que o
reformador João Calvino admitia ser a imersão
o modo bíblico. “... É evidente que o termo
batismo significa imergir e de ser a forma
usada na igreja primitiva”. (History of the
Easthern Church, página 524)
A ordenança divina, Mt 28.19; Mc 16.15,16.
A fórmula bíblica, Mt 28.19.
(Quando Pedro fala do batismo em nome
do Senhor Jesus, At 2.38 está fazendo
distinção entre o batismo cristão do
batismo de João)
Praticado pelos discípulos, Jo 4.2
 Praticado por Paulo, At 19.4.
 Argumentado, Rm 6.1-5.
 Tido por necessário, At 2.38.
 Não garante a salvação, I Co 10. 1-13.
QUEM DEVE SER BATIZADO NAS ÁGUAS
 QUEM SE ARREPENDE
 QUEM RECEBEM A PALAVRA
 QUEM CRÊ EM JESUS
 QUEM É BATIZADOS COM O
ESPÍRITOSANTO
 QUEM É DISCÍPULOS
 QUEM MORREU PARA O
MUNDO E O PECADO
ATOS 2.38
ATOS 2.41; 8.12
MARCOS 16.16; ATOS 8.12,37
ATOS 9.17,18;10.47
ATOS 19.1-6
ROMANOS 6.4
Pelo exposto, não há como admitir com base
bíblica, o batismo de crianças recém-nascidas. As
referências bíblicas ao batismo de famílias não
servem de base para tal procedimento,
pois subentende que todos os que foram
batizados eram pessoas conscientes do
que estavam fazendo, leia At 10.46,47; 16.34;
18.8, etc.
BATISMO PELOS MORTOS, I CO 15.29
Paulo apenas refere-se a esta heresia
para defender a realidade da ressurreição,
leia o texto e observe que ele faz uma
interrogação.
RESUMO DA DOUTRINA DO
BATISMO
O MODO IMERSÃO MATEUS 28.19,20
A FÓRMULA
EM NOME DO PAI, E DO
FILHO E DO ESPÍRITO
SANTO
MATEUS 28.19
O RECIPIENTE
TODOS NASCIDOS DE
NOVO
ATOS 8.37; 22.16; I
PEDRO 3.21
A EFICÁCIA
ESSENCIALPARA
INTEGRAR A
OBEDIÊNCIA A CRISTO
I PEDRO 2.21;JOÃO
13.15;MATEUS 3.16
O SIGNIFICADO
NOSSA IDENTIFICAÇÃO
COM A MORTE E
RESSURREIÇÃO DE CRISTO.
ROMANOS 6.3,4;
GÁLATAS 2.20
A CEIA DO SENHOR
Do lat. “coena”, significa “ceia”.
Segunda ordenança da Igreja, instituída na
noite em que o Senhor Jesus foi traído. A
Ceia do Senhor ou Comunhão define-se
como o rito distintivo da adoração cristã.
Consiste na participação solene de pão e
vinho, os quais, sendo apresentados ao Pai
em memória do sacrifício inexaurível de
Cristo, tornou-se um meio de graça pelo
qual somos incentivados a uma fé mais
viva e fidelidade maior para com ele. Os
seguintes são os pontos chaves dessa
ordenança:
a) Comemoração – “Fazei isto em memória
de mim”. Cada ano, no dia 7 de setembro, o
povo brasileiro recorda de maneira
especial o evento que o fez um povo livre.
Cada vez que um grupo de cristãos se
congrega a celebrar a Ceia do Senhor,
estão comemorando, dum modo especial,
a morte expiatória de Cristo que os
libertou dos pecados. Por que recordar a
sua morte mais que qualquer outro evento
de sua vida? Porque a sua morte foi o
evento culminante de seu ministério e
porque somos salvos, não meramente por
sua vida e seus ensinos, embora sejam
divinos, mas por seu sacrifício expiatório.
b) Instrução – A Ceia do Senhor é uma lição
objetiva expondo as dois fundamentos do
Evangelho: 1º) A Encarnação.
Ao participarmos do pão, ouvimos o
apóstolo João dizer: “E o verbo se fez carne
e habitou entre nós”, Jo 1.14; ouvimos o
próprio Senhor declarar; „PORQUE O PÃO DE
Deus é Aquele que desce do céu e dá vida
ao mundo”, Jo 6.33. 2º) A Expiação. As
bênçãos incluídas na encarnação são
concedidas a nós através da morte de
Cristo. O pão e o vinho simbolizam dois
resultados da morte. O pão partido
simboliza Jesus, o pão da vida, que foi
partido para alimentar os espiritualmente
famintos. O vinho nos diz que o sangue de
Cristo, o qual é a sua vida, foi derramado na
morte a fim de que seu poder purificador e
vivificante possa ser outorgado às almas
necessitadas.
c) Inspiração – Os elementos,
especialmente o vinho, nos lembram que
através da fé podemos ser participantes
da natureza de Cristo, isto é, ter
“Comunhão com Ele”.
Ao participar do pão e do vinho da Ceia, se
nos recorda e se nos assegura que, pela fé,
podemos verdadeiramente receber seu
Espírito e ser o reflexo do caráter.
d) Segurança – “Este cálice é o Novo
Testamento no meu sangue”, I Co 11.25. Nos
tempos antigos a forma mais solene de
aliança era o pacto de sangue, o qual era
selado ou firmado com sangue sacrificial. A
aliança feita com Israel no Monte Sinai foi
um pacto de sangue. Depois que Deus havia
exposto as suas
condições e o povo as havia aceitado,
Moisés tomou uma bacia cheia de sangue
sacrificial e aspergiu a metade do mesmo
sobre o altar do sacrifício, significando
esse ato que Deus se havia comprometido
a cumprir a sua parte do convênio;
comprometendo-o, desse modo, a guardar
também a sua parte do contrato, Ex 24.3-8.
A Nova Aliança instituída por Jesus é um
pacto de sangue. Deus aceitou o sangue de
Cristo, Hb 9.14-24;
portanto, comprometeu-se, por causa de
Cristo, a perdoar e a salvar a todos os que
vierem a Ele. O sangue de Cristo é a divina
garantia de que ele será benévolo e
misericordioso para aquele que se
arrepende. A nossa parte nesse contrato é
crer na morte expiatória de Cristo, Rm 3.
25,26. Depois então poderemos testificar
que foram aspergidos com os sangue da
Nova Aliança, I Pe 1.2.
e) Responsabilidade – Quem deve ser
admitido ou excluído da Mesa do Senhor?
Paulo trata da questão dos que são dignos
do sacramento em I Co 11.20-34. Somente
os que são dignos podem chegar-se à
Mesa do Senhor? Então todos nós estamos
excluídos! Pois quem dentre os filhos dos
homens é digno da mínima das
misericórdias de Deus? Não, o apóstolo
não está falando acerca da indignidade
das pessoas, mas sim da indignidade das
ações. Sendo assim, por muito estranho
que pareça, é possível a uma pessoa
indigna participar dignamente. E em um
sentido, somente aqueles que
sinceramente sentem a sua indignidade
estão aptos para se aproximarem da Mesa;
os que se justificam a si mesmos, nunca
serão dignos. Outrossim, nota-se que as
pessoas mais profundamente espirituais
são as que mais sentem a sua indignidade.
Paulo descreve-se a si mesmo como o
“principal dos pecadores, I Tm 1.15. O
apóstolo nos avisa contra os atos indignos
e da atitude indigna ao participar desse
sacramento. Como pode alguém participar
indignamente? Praticando alguma coisa
que o impeça apreciar o significado dos
elementos, e por conseguinte, de
aproximar em atitude solene, meditativa e
reverente. No caso dos crentes de Corinto,
o impedimento era sério, a saber, a
embriagues.
f) Ação de Graças – É o aspecto de
“euxaristia”, no grego, I Co 10.16. Termo que
dá origem a palavra “Eucaristia”, usada por
algumas igrejas, trata-se de uma
oportunidade de agradecer a Deus por
todas as bênçãos decorrentes da morte de
Cristo, Mt 26.27,28; Mc 14.23,24; Lc 22.19,20;
I Co 11.24-26.
g) Comunhão (koinonia). A Ceia do Senhor
é também conhecida como “a comunhão”,
por levar o crente, realmente nascido de
novo, a participar da natureza de Cristo, I Jo
1.3 e do conforto espiritual da congregação.
Com relação aos elementos da Ceia do
Senhor, existem quatro opiniões:
1ª) Transubstanciação – Doutrina romanista,
segundo a qual, na celebração da Santa Ceia,
o pão e o vinho transformam-se,
respectivamente, na carne e no sangue de
Cristo. Inaceitável tanto pela experiência
como pela lógica, porque ao dizer “isto é o
meu corpo”, ele estava fisicamente presente.
2ª) Consubstanciação – Ato de se tomar
uma substância juntamente com outra.
Doutrina elaborada pelos luteranos para
explicar a função do pão e do vinho na
celebração da Ceia do Senhor. Tentando se
desvencilhar da transubstanciação,
asseveram que no ato da Ceia, os
elementos unem-se às moléculas da carne
e do sangue de Cristo, portanto, não
conseguiram livrar-se do ensinamento
romanista.
Segundo o ensino da Bíblia não ocorre a
consubstanciação e nem a
transubstanciação. O pão e o vinho
permanecem inalterados, são apenas
emblemas do sublime e insubstituível
sacrifício. Os que buscam levá-lo ao
madeiro durante o ato da Ceia, ainda não
aprenderam a lição do sepulcro vazio.
3ª) Memorial – Doutrina fomentada por
Ulrico Zwinglio, sustentando ser a Ceia do
Senhor uma mera celebração da paixão de
Cristo, não propiciando qualquer bênção.
Contrário às opiniões romana e luterana.
4ª) Presença Mística – Os elementos,
quando recebidos pela fé, propiciam ao
crente os benefícios espirituais da morte
de Cristo, conceito defendido por Calvino e
pela maioria dos reformadores. Os
elementos em si não passam de símbolos,
mas, quando recebidos pela fé, é
experimentada uma verdadeira comunhão
com o Senhor e os benefícios dessa
comunhão podem ser recebidos. Esta
parece ser a visão mais bíblica entre
todas, leia I Co 10.16; 11. 27,28,29.
OS FUNCIONÁRIOS, MINISTROS E LÍDERES DA
IGREJA
Ao crescer numericamente a Igreja, a
organização originou-se das seguintes
causas: Primeira, oficiais da Igreja foram
escolhidos para resolver as emergências
que surgiam, como relata Atos 6.1-5.
Segunda, a possessão de dons espirituais
separava a certos indivíduos para a obra
do ministério. Com lacuna deixada por
Judas Iscariotes, os apóstolos iniciaram o
processo de nomeação de obreiros, At 1.21-
26; 14.23; Tt 1.5. Mais tarde com a expansão
do Cristianismo foi estabelecida as
qualificações para os continuadores da
obra, I Tm 3.11-13; Tt 1.5-9; I Tm 5.1,17-22; I Pe
5.1-4; At 6.1-7; 20.28-35.
O MINISTÉRIO DA IGREJA
Como já abordamos, o ministério da
Igreja consiste nos dons ministeriais que
o Senhor pôs na Igreja, os quais são:
Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores
e Mestres.
Apóstolos – esses eram homens que
receberam sua comissão do próprio Cristo
em pessoa, Mt 10.5; Gl 1.1, que haviam visto
o Cristo depois de sua ressurreição,
At 1.22; I Co 9.1; haviam gozado duma
inspiração especial, Gl 1.11,12; I Ts 2.13;
exerciam um poder administrativo sobre
as igrejas, I Co 5.3-6; II Co 10.8; Jo 20.22,23;
levavam credenciais sobrenaturais, II Co
12.12, e cujo trabalho principal era
estabelecer igrejas em campos novos, II
Co 10.16. Eram administradores da Igreja e
organizadores missionários, chamados
por Cristo e cheios do Espírito.
Os “Doze” apóstolos de Jesus e Paulo (que
por sua chamada especial constituía uma
classificação aparte), eram os apóstolos
preeminentes; entretanto, o título de
apóstolo também foi outorgado a outros
que se ocupavam na obra missionária. A
palavra “apóstolo” significa “missionário”,
At 14.14; Rm 16.7. Tem havido apóstolos
desde então? A relação dos doze para com
Cristo foi uma relação única que ninguém,
desde então, pôde ocupar.
A igreja jamais teve autorização de criar
apóstolos. Nenhuma sucessão apostólica
foi sequer estabelecida. A Bíblia diz que
quando o supremo Pastor, voltar, virá
coroar os pastores (presbíteros), e não os
apóstolos, I Pe 5.1-4. O próprio Pedro, sendo
apóstolo, identificou-se alegremente com
os presbíteros, I Pe 5.1.
Profetas – Não devemos fazer confusão
com o dom de profecia e o ministério tal
qual existia no Antigo Testamento.
A Bíblia diz que a Lei e os profetas duraram
até João, Lc 16.16. No Novo Testamento o
ministério de profeta é visto apenas nos
primórdios, como no caso dos apóstolos;
haja visto que a Bíblia diz a Igreja está
construída sobre o ministério de
apóstolos e profetas, Ef 2.20. Cremos que a
profecia se configura na ministração de
uma palavra profética e no dom de
profecia.
Evangelistas – Enquanto o profeta e os
mestres se restringe aos cristãos
convertidos, o evangelista e o apóstolo
levavam a mensagem aos incrédulos, Gl
2.7,8.
Pastores ou Presbíteros – Presbíteros ou
anciãos, aos quais foi dado o título de
“bispo”, que significa supervisor, ou que
serve de superintendente geral sobre a
Igreja Local, especialmente em relação ao
cuidado pastoral e à disciplina.
Seus deveres de modo geral, de natureza
espiritual, porquanto, chamados pastores
ou presbíteros, leia At 20.28 e Ef 4.11 .
Mestres ou Doutores – Esses são os que
estão dotados do dom para exposição da
Palavra. O mestre demonstra uma
capacitação sobrenatural para ministrar
ensino com profundidade.
Diáconos – Associados com os presbíteros
havia um número de obreiros ajudantes
chamados diáconos, At 6.1-4; I Tm 3. 8-13; Fp
1.1 e diaconizas, Rm 16.1; Fp 4.3, cujo trabalho
parece, geralmente, ter sido o de visitar de
casa em casa e exercer um ministério
prático entre os pobres e necessitados, I Tm
5.8-11. Auxiliando nas questões sociais e
serviços auxiliares na Igreja Local.
Finalmente, a palavra “ministro” vem do
mesmo termo grego traduzido como diácono.
Existem, no entanto, inúmeras passagens
onde a palavra “diakonos” não pode
referir-se ao cargo de diácono, exemplo: I
Co 3.5; Ef 3.7. Espera-se que todos os
crentes ministrem, contudo, o título
“ministro” (substantivo) só é usado em
cada caso para os chamados à liderança
espiritual.
LIÇÃO 3
A IGREJA E O
EVANGELISMO
Evangelizar não é simplesmente
pregar, é algo mais, é conduzir almas à
Cristo, assistindo-as, e empregando o
máximo esforço sob a orientação do
Espírito Santo; é servir de condutor às
crianças espirituais, levando-as à Cristo, o
Mestre dos mestres. Sobre o evangelísmo
pessoal, afirmamos que: Todos podem
fazê-lo. Pode ser feito em toda parte e em
qualquer tempo. Alcança todas as classes.
Satisfaz todas as necessidades das
pessoas. Dá resultados quando outros
falham. O evangelismo pessoal tem as
suas vantagens. Nem todos podem se
dirigir à uma assembléia, mas qualquer
um, independente de ter instrução ou não,
pode se dirigir à um indivíduo. É
impressionante a história da conversão do
grande evangelista D. L. Moody, quando na
loja onde vendia sapatos recebeu a visita
de um crente chamado Kimball.
Depois de conversarem sobre o amor de
Cristo o apelo foi feito e Moody foi ganho
para Cristo. Que este estudo conscientize a
cada aluno dessa grande
responsabilidade que cada um de nós
recebemos do Senhor.
" A Igreja que não evangeliza
em breve deixará de ser
evangélica"
Alexandre Duff
POR QUE EVANGELIZAR ?
Porque é uma ordem imperativa, Mc
16.15; At 1.8 e II Tm 4.2
Porque o nosso mundo está perdido, Pv
24.11,12
Porque a salvação do mundo depende da
nossa responsabilidade, Ez 33.8,11
Porque como crerão se não há quem
pregue, Rm 10.14
Porque prestaremos conta à Cristo, Lc
13.6-9
Porque é privilégio nosso, Mt 10.32; I Pe
1.10,12 e At 10.1-5
Porque somente o Evangelho de Cristo
tem poder para salvar o mundo, Rm 1.16
Porque fomos salvos para esta tarefa, I
Pe 2.9; Lc 8.39
Porque é uma dívida de todo o crente, Rm
1.14,15
Porque temos condições, Mt 28.20; Mc
16.17,18
Porque não podemos deixar de falar do
que temos visto e ouvido, At 4.20; 5.28
Porque a seara está madura para a
colheita, Mt 9.37; Jo 4.35,34.
A RADIOGRAFIA DIVINA REVELA O ESTADO DO PECADOR
A cabeça está doente, Is 1.5
A garganta é um sepulcro aberto, Rm 3.13
A boca, cheia de maldição e amargura, Rm 3.14
Os olhos altivos, Is 2.11
A testa de bronze, Is 48.4
O coração de pedra, Ez 11.19
Os pés velozes para derramar sangue, Rm 3.15
Muitas feridas e chagas, Is 1.6
Religioso a seu modo, Is 1.11
Idólatra, Gl 5.20
Destituído da glória de Deus, Rm 3.23
Morto no pecado, Ef 2.1
ONDE EVANGELIZAR ?
"Eis-me, aqui, Senhor. Envia-me a mim!
Envia-me até aos confins da terra envia-me
aos bárbaros habitantes das selvas; envia-
me para longe de tudo que tem o nome de
conforto na terra; envia-me mesmo para a
morte, se for no teu serviço para o
progresso do teu reino."
David Brainerd
Em sua casa, I Tm 5.8; Dt 6.6,7
Entre os familiares e amigos, Lc 8.39
Entre seus colegas, Jo 1.41,45
Nas conduções, At 8.27-3l
Nas praças públicas, At l7.l7; 20.20
De casa em casa, At 20.20
Nas vilas, bairros ou aldeias, Lc 14.21; Mt
10.11
Nas ruas, Lc 14.21
Nas prisões, Hb 13.3; Mt 25.36
Nos hospitais, Mt 25.36-39
Nas visitas, At 28.8-10
À beira dos rios, At 16.13-15
Nos navios, At 27.21-25
Em todo o lugar, At 17.30; I Tm 2.8
Nas repartições públicas, Mc 2.14
Em todo o mundo, Mc 16.15
Em todas as nações, Mt 28.19
''Deus não depende do que somos
e sim do que pode fazer de nós ''
QUANDO EVANGELIZAR ?
"Não há maior honra do que ser um
instrumento nas mãos de Deus para
resgatar almas do reino de Satanás e
conduzi-las para o reino de Deus"
Agora, II Co 6.2
A tempo e a fora de tempo, II Tm 4.2
De madrugada, Mt 20.1
De manhã, Mt 20.3
Na hora do almoço, Mt 20.6
À tarde, Mt 20.8
À noite, At 16.29-31,33
Hoje, Hb 3.l5
Enquanto há vida, Hb 9.27
Enquanto a porta da graça está aberta, Hb
10.19,20.
QUEM DEVE SER EVANGELIZADO?
Toda a criatura, Mc 16.15
Os pobres, Mt 11.5
Os ricos, Mt 19.22
As mulheres adúlteras, Jo 8.10
Os reis, At 26.27-29
Os príncipes, Jo 3.1-15
As mulheres da alta sociedade, Lc 8.3
Os paralíticos, Jo 5.6
Os filósofos, At 17.18
Os carcereiros, At 16.29
As autoridades, At 13.7
As crianças, Mt 19.13,14
Os mestres, Jo 3.10
"Não posso me salvar por esforço
próprio, pois meu Senhor já empenhou o
esforço necessário. Resta-me então
trabalhar mais que um escravo por amor
ao querido Filho de Deus."
Autor desconhecido
TIPOS DE TESTEMUNHAS.
O propósito divino ao batizar o crente
com o Espírito Santo é torná-lo uma
poderosa testemunha, E. Stanley Jones
disse que "A finalidade do evangelismo é
produzir um evangelista " Conta-se que
um chinês foi operado e recuperou a vista,
poucas semanas depois voltou ao hospital
segurando uma corda com a qual estava
conduzindo vários cegos para serem
também socorridos.
Testemunhar é dever e privilégio do
crente, At 1.8, disse o Senhor ao profeta
Ezequiel "... ouvirás a palavra da minha
boca e lhe darás aviso da minha parte ....
Se tu não falares .... o seu sangue Eu o
demandarei de ti" (Ez 33.7,8)
Não te peço, meu Deus, que derrame flores
pela estrada que devo palmilhar, mas que
eu saiba, em fadigas e dissabores, flores,
na estrada sempre derramar.
1º. Testemunhas de pés - ganham almas
andandoe chorando,Sl 126.6
2º. Testemunhas de joelhos - ganham
almas orando,Ef 6.18,19
3º. Testemunhas de palavras - ganham
almas pregando,Mc 16.15
4º. Testemunhas de mãos - ganham almas
contribuindo, At 2.45
5º. Testemunhas sem palavras - ganham
almas com a vida
MÉTODOS NO EVANGELISMO
"Muita gente se acha de fato
no trem da salvação, mas
grande parte viaja no carro
dormitório“
Pastor T.C. Bagby
Perguntas, At 8.30
Aproveitando as circunstâncias ocasionais
Ex. Situação mundial, guerras, terremotos,
crimes, violência, homossexualismo, etc
Literaturas, aproveitando datas
comemorativas: Natal, finados, etc.
Aproximando das pessoas no plano em
que se encontram
Jesus pediu água, Jo 4.7
Felipe fez uma pergunta ao eunuco, At
8.30
Usando sabedoria, Pv 11.30; Tg 1.5,6
Sendo prudente, Mt 10.16
Nivelando-se com as pessoas, I Co 9.19-
22.
Evitando discussão, II Tm 2.24,25
Centralizando a conversação em Jesus e
nunca na Igreja ou no pastor ou mesmo em
outras coisas, At 4.12; Jo 4.20-29
Redargüir sempre com a palavra escrita,
II Tm 3.16; Ef 6.17
Sendo perseverante, Ec 11.6
Dando testemunho pessoal, Lc 8.39
Sem pressa demasiada, Pv 29.20
PROVISÕES DE DEUS PARA O
EVANGELISMO
"O novo nascimento nos traz a
Cristo. A plenitude do Espírito nos
faz levar outros à Cristo"
Poder e Autoridade, At 1.8; 4.33
Graça, At 4.33
Ousadia, At 4.31
Direção, At 16.9,10
PORQUE É IMPORTANTE EVANGELIZAR ?
Porque foi a última ordem de Jesus, Mc
16.15
Vai de encontro com os preconceitos
É jogar o Salva-vidas ao náufrago
É arrancar as almas do fogo, Jd 23
É detectar a doença e apontar o remédio,
Nm 21.4-9.
''A Bíblia pode ser comparada à uma
farmácia espiritual, há remédio
para todas as doenças, Jesus
ofereceu colírio para os olhos dos
crentes de Laodicéia, Ap 3.18. O
sucesso está em aplicar o remédio
certo na doença diagnosticada.''
EVANGELIZAR É UMA
PESCARIA.
"Vinde após mim e
eu vos farei
pescadores de
homens."
Jesus Cristo
Seis princípiosbásicosusadosna arte de
pescar
1. Ir onde os peixes estão, Lc 14.23; Mc 16.15; At
8.26-28
2. Evitar que os peixes te veja, Jo 3.30; 1.19; 2.5
3. Manter pressão na linha, Jo 1.29, 35,36; II Tm
4.2
4. Não deixar faltar iscas, Sl 119.130; Jo 5.39
5. Ter paciência, Tg 5.7; Rm .3,4; Sl 40.l
6. Não se atrai peixes atirando pedras, Mt
11.28; Rm 12.14
EVANGELIZAR É UMA TAREFA URGENTE
Porque estamos na última hora, I Jo 2.18;
Ef 5.16
Porque Satanás não dorme, Mt 13.25; II
Tm 2.25,26
Porque a morte pode chegar à qualquer
momento, Lc 12.19,20
Porque a porta da graça será fechada, Hb
10.20; Mt 7.13; Mt 25.10
Porque a seara é grande e poucos os
ceifeiros, Mt 9.37
COMO DEVE SER O EVANGELISTA ?
CARACTERÍSTICAS ESPIRITUAIS
Ser convertido, Lc 22.32; I Tm 1.16
Ter bom testemunho, I Tm 3.7
Viver o que prega e pregar o que vive, Rm
2.21,22
Ter conhecimento pessoal do Senhor, Jo
3.11; I Jo 1.1-3
Ser vaso santificado, II Tm 2.21
Ter paixão pelas almas, Rm 1.14,15
Ser estudante da Bíblia, II Tm 2.15
Ter coragem, II Tm 1.6,7; Mt 17.7
Ser crente de oração, At 10.9; 16.13-15
Ser cheio do Espírito Santo, Ef 5.18
CARACTERÍSTICAS FÍSICAS
Boa aparência pessoal
Resistência física
Boa saúde
Boas maneiras
Postura correta
Hábitos pessoais corretos
Boa voz
CARACTERÍSTICAS MENTAIS
Interesse genuíno
Conhecimento correto
Pensamentos claros
Julgamento sensato
Capacidade de fazer decisão
Vontade de aprender
Capacidade de concentração
Mente aberta
Agilidade mental
Imaginação construtiva.
CARACTERÍSTICAS SOCIAIS
Habilidade
Tato
Simpatia
Atração
Liderança
Desembaraço
Pontualidade
Senso de responsabilidade
Tolerância
Compreensão
Altruísmo, abnegação
Sinceridade, honestidade
"A maior necessidade de
nossos dias é poder do alto"
C.G. Finney
"Conteino Evangelho de Mateus l82
mandamentos;no de Marcos 93, no
de Lucas 148; e no de João 66, um
total de 489 mandamentosnos
quatroEvangelhos " Enchei-vosdo
Espírito" é também um
mandamento do Novo Testamento.A
embriaguez é uma transgressãodo
mandamentodivino, e não encher-
se do Espírito é uma omissão
pecaminosa”.
Dr. W. C. Taylor
REMOVENDO DIFICULDADES E OBJEÇÕES
'' As mãos que
oferecem flores ficam
cheirosas''
1º. Aos que pensam que a salvação não é
para esta vida, Jo 5.24;6.47
2º. Aos que pensam que podem ganhar a
salvação pelas obras, Ef 2.8,9
3º. Aos que procuram mediadores, Jo 14.6; I
Tm 2.5; Hb 7.25
4º. Aos que querem melhorar antes de
irem a Cristo, Mt 9.12; Is 1.18
5º. Aos que seguem a religião e
tradições dos pais, I Pe 1.18
6º. Aos que têm hábitos que não podem
deixar, Lc 13.13; I Co 10.13
7º. Aos que não lêem a Bíblia, alegando
ser difícil, II Tm 3.15
8º. Aos que pensam que são bons, Lc
16.15; Is 64.6; Pv 30.12