Este trabalho apresenta uma reflexão sobre o processo de alfabetização na perspectiva construtivista com base na experiência da autora como professora. Aborda brevemente a história da alfabetização no Brasil e os pressupostos da abordagem construtivista, incluindo a psicogênese da língua escrita. Também problematiza a avaliação e o papel do professor nesta perspectiva, destacando a importância da criança como sujeito ativo na construção do conhecimento.