Sustentabilidade nos Edifícios
         Liliana Soares




           Julho 2010
1.   Construção Sustentável

2.   Ferramentas de apoio à sustentabilidade

3.   A energia na construção sustentável

4.   Exemplos
Buildings in the United States have a significant impact on the environment and account for:

     Energy:
     • 37% of primary energy use
     • 68% of all electricity use

     Materials Use:
     • 60% of non-food/fuel raw materials use

     Waste
     • 40% of non-industrial solid waste4 or 136 million tons of CDW per year
     • 31%of mercury in municipal solid waste

     Water
     • 12% of potable water use
     • 36 billion gal/day of water (137 milhões L/dia)
     • 20% loss of potable water in many urban systems due to leakage

     Air Quality10
     • 35% of carbon dioxide emissions
     • 49% of sulfur dioxide emissions
     • 25% of nitrous oxide emissions
     • 10% of particulate matter emissions
                                                                                         EPA, USA
Fonte: Sarja et al, 2005
“Criação e gestão responsável de um ambiente construído saudável,
         tendo em consideração os princípios ecológicos e a utilização
                           eficiente dos recursos”
                                                                      Charles Kibert , 1994
                              Primeira Conferência Internacional de Construção Sustentável
                                                                    Tampa, Estados Unidos


Princípios básicos da Construção Sustentável:
    1. Reduzir o consumo de recursos;
    2. Reutilizar os recursos;
    3. Reciclar materiais em fim de vida do edifício e utilizar recursos recicláveis;
    4. Proteger os sistemas naturais e a sua função em todas as actividades;
    5. Eliminar materiais tóxicos e os sub-produtos em todas as fases de ciclo de vida.
Green Building
Green building is the practice of creating structures and using processes that are environmentally
responsible and resource-efficient throughout a building's life-cycle from siting to design,
construction, operation, maintenance, renovation and deconstruction. This practice expands and
complements the classical building design concerns of economy, utility, durability, and comfort. Green
building is also known as a sustainable or high performance building.


Green buildings are designed to reduce the overall impact of the built environment on human health and
the natural environment by:
      •Efficiently using energy, water, and other resources
      •Protecting occupant health and improving employee productivity
      •Reducing waste, pollution and environmental degradation


For example, green buildings may incorporate sustainable materials in their construction (e.g., reused, recycled-content, or
made from renewable resources); create healthy indoor environments with minimal pollutants (e.g., reduced product
emissions); and/or feature landscaping that reduces water usage (e.g., by using native plants that survive without extra
watering).



EPA, USA
Instrumentos de apoio
                              •Gestão territorial
                                 •AAE / EIS
             •Planos e ferramentas (modelação, etc.)
INPUTS                                                                      OUTPUTS




                                                    Acompanhamento
Solo                                                                         Resíduos




                                                     Monitorização e
                Sustentável
Energia                                                                      Efluentes
                 Projecto
Água                                                                         Emissões
Materiais                                                              Cargas térmicas
Custos                                                                   Desempenho
                                                                           Económico
Conforto
              Instrumentos de avaliação e gestão
                                                                        Satisfação dos
                                •SGA / EMAS                                 ocupantes
                 •Sistema de certificação (LEED,
                         BREEAM, etc.)
                 •Sistemas de Gestão de Energia
            •Benefícios fiscais e redução de custos (?)
SOLO E TERRITÓRIO

Estratégias:
Gerir a ocupação;
Respeitar as funções ecológicas
do solo (impermeabilização,
substrato, etc);
Regenerar áreas degradadas;
Construção em altura.




    Redução da pressão sobre o solo e preservação de
            ecossistemas, habitats e paisagem
Energia

Estratégias:
Promover estratégias bioclimáticas;
Optimizar consumos;
Utilizar fontes de energia
renováveis;
Descentralização de consumos;
Utilizar equipamentos e sistemas
eficientes;
Promover a acessibilidade.


  Redução de consumos de energias fósseis, redução de
    emissões, redução de alterações climáticas e QA
ÁGUA
                                                                                     Estratégias:
   Oceanos    Reservas globais de água                                     Optimizar consumos;
   97,40%

                                                           Reduzir consumos de água potável;
                                                            Utilizar águas pluviais e cinzentas;
                                                                     Tratar e reciclar localmente
                                               Mares internos
                                                  (salgados)
                                                   0,0075%
                                                  Gelo e neve
             Lagos (água doce)
                                                     1,98%
                 0,0072%
                                            Água subterrânea
                                    Rios         0,59%
                                 0.00012%


 Redução da produção de efluentes e da pressão sobre
   os sistemas de tratamento;

 Melhoria da qualidade e disponibilidade de Recursos
   Hídricos
MATERIAIS

Estratégias:
Reduzir os desperdícios;
Reabilitar vs. Construção Nova;
Promover a existência de
ligações mecânicas;
Reutilizar e reciclar materiais e
resíduos;
Seleccionar fontes
sustentáveis;
LCA / EPD / Rótulo Ecológico,
etc.

   Redução da produção de resíduos e sua toxicidade e
         da pressão sobre sistemas de tratamento
Instrumentos de Apoio

Simulação dinâmica:         Modelação territorial:
   • Design Builder;           • Intrumentos de SIG;
                               •ArcGis / Arcview;
   •Energy Plus;
   •Ecotect;
                            Análise de Ciclo de Vida:
   •Visual DOE.                •SIMAPRO;
                               •BEES;
Actividades de IDT:
                            Instrumentos de Controlo e Monitorização
   •Materiais e soluções;
                                •Domótica;
   •Tecnologias (Energia,
                                •Plataformas web de registo;
   Água, infraestruturas,
   etc.);                       •Sistemas de gestão de energia
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável




•Os sistemas de avaliação de construção sustentável são ferramentas que
permitem a verificação, avaliação e reconhecimento / certificação da construção
sustentável


•São desenvolvidos e mantidos por entidades externas, geralmente sem fins
lucrativos, que paralelamente à actividade de avaliação desenvolvem acções de
I&D para a sustentabilidade da Construção


•Estas ferramentas são especificas para cada local, reflectindo as necessidades e
sensibilidades ambientais, sociais e económicas de cada contexto específico
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável




6 vertentes             9 Secções                8 Key areas           3 Dimensões
22 áreas                N.º Critérios variável   8 versões             9 Categorias
                                                                       20 Parâmetros
50 critérios

                                                                       Internacional
Português               UK                       USA                   (adaptado)


2005                    1990                     1998                  2009


11 casos certificados   110.808 certificações    1.823 certificações   2 casos
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável - Processo




                                     Sistema


                      Candidatura




                                                       Verificação




                                                                     Certificação
         Registo do
         processo




                                     Assessor
                      Elementos




                                                       Elementos
                                    Promotor /
                                    Proprietário
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável
ESTRUTURA DA METODOLOGIA (SBToolPT – H)



   Lista de indicadores e parâmetros apoiada num Guia de Avaliação

 Ambiente                    Sociedade                     Economia



Benchmarks                                           Edifício em Avaliação

                    Quantificação dos Parâmetros

                    Normalização dos Parâmetros

                      Agregação dos Parâmetros


                            Avaliação do
                           desempenho e
                            Certificação
Quantificação de parâmetros

Base de dados em desenvolvimento na Univ. Minho (exemplo)
Parâmetro 1 – Valor agregado das categorias de impacte ambiental de ciclo
   de vida de área útil de pavimento e por ano
Normalização dos Parâmetros
   A normalização dos parâmetros tem como objectivo evitar os efeitos de escala na
  agregação dos parâmetros de cada indicador e resolver o problema de alguns
  dos indicadores serem do tipo “maior é melhor” e outros do tipo “maior é pior”.
   Na normalização é utilizada a fórmula de Diaz-Baltero:

                 P P                       com,
            Pi  i* *i       i             Pi – Valor do parâmetro (i);
                Pi  P*i                    P*i – Pior valor do parâmetro (i);
                                            P*i – Melhor valor do parâmetro (i);

   Desta  forma, o valor dos parâmetros torna-se adimensional e varia entre 0 (pior
  solução) e 1 (melhor solução).

Exemplo - normalização da energia total anual não-renovável necessária para aquecimento e
   arrefecimento (incluindo produção de água quente):

     Notation:             PENR
     Unit:                 kWh/m2.year                PENR  PENR* 100  140
     Value:                100               PENR                            0,38
     Conventional value:   140                        PENR  PENR*
                                                          *
                                                                     35  140
     Best practice:        35
Agregação dos Parâmetros

- Determinação do desempenho relativo das soluções ao nível de cada
indicador (Ii)

- Permite sintetizar num único valor o comportamento da solução em cada
uma das dimensões do desenvolvimento sustentável.
            m
    IA   W1
           in
                  Ai    PAi          Nota do desempenho ambiental


   IF    W      Fi    PFi          Nota do desempenho sócio-funcional
           i 1

   I E  PE i                         Nota do desempenho económico


                               com,
                                       m           n

                                      WA  WF
                                       i 1
                                              i
                                                  i 1
                                                         i   1

                               Em que Wx representa o peso de cada parâmetro
Pesos


 Ambientais




      Importância relativa de cada um dos impactes ambientais segundo a EPA dos EUA
Nota Sustentável (NS)



 Permite sintetizar num único valor o comportamento global da solução:


       NS  W1  I A  W2  I F  W3  I E
   com,

   W1 + W 2 + W 3 = 1
   IA – Desempenho ambiental;
   IF – Desempenho sócio-funcional;
   IE – Desempenho económico.
Nível   Condições
 A+            P
                   CU
                         1,00


 A      0,70  P     1,00
               CU

 B      0,40  P     0,70
               CU

 C      0,10  P     0,40
               CU

 D      0,00  P  0,10
                CU


 E            P  0,00
               CU
Consumos energéticos
                            2000
                                                                                     2005


                    4%     2%                                                 5%     2%

     24%                                       34%             30%                                       35%




                     29%                                                       28%

      Transportes
    Transportes                   Indústria
                                Indústria                     Transportes
                                                                Transportes                 Indústria
                                                                                          Indústria
    Edifícios
     Edifícios                  Construção eeobras públicas
                                 Construção obras             Edifícios
                                                               Edifícios                  Construção eeobras públicas
                                                                                           Construção obras
                                   públicas                                                 públicas
     Outros
    Outros                                                    Outros
                                                               Outros




                         Repartição de consumos de electricidade (ECCP, 2001)
Energia nos edifícios




        Habitação + Indústria + Serviços
               •   10% Iluminação
               •   10,7% Equipamentos


          = 20% total energia consumida
Para além da regulamentação




Office Buildings at Night         Fonte: CML
Image: © Richard Schultz/Corbis
Para além da regulamentação
Para além da regulamentação
Buildings in the United States have a significant impact on the environment and account for:

     Energy:
     • 37% of primary energy use
     • 68% of all electricity use

     Materials Use:
     • 60% of non-food/fuel raw materials use

     Waste
     • 40% of non-industrial solid waste4 or 136 million tons of CDW per year
     • 31%of mercury in municipal solid waste

     Water
     • 12% of potable water use
     • 36 billion gal/day of water (137 milhões L/dia)
     • 20% loss of potable water in many urban systems due to leakage

     Air Quality
     • 35% of carbon dioxide emissions
     • 49% of sulfur dioxide emissions
     • 25% of nitrous oxide emissions
     • 10% of particulate matter emissions
                                                                                         EPA, USA
A energia nos Sistemas de Avaliação de
Construção Sustentável




      Requisitos mínimos: cumprimento da regulamentação energética
      Peso da área Energia: 17% - área de maior peso
      Peso da área Emissões Atmosféricas: 2%
A energia nos Sistemas de Avaliação de
Construção Sustentável




      Requisitos mínimos: variável (dependendo do tipo de edifício) - local codes
      Peso da secção Energia: 19%
      Número de critérios da secção Energia: 26
A energia nos Sistemas de Avaliação de
Construção Sustentável




Requisitos mínimos: cumprimento da regulamentação energética
Peso da categoria Alterações climáticas e QAI: 5%
Peso da área Eficiência energética: 13%
Sistemas de Avaliação da Construção Sustentável




                Energia é a área de maior peso em todas as metodologias
                Requisito mínimo: Cumprimento da Certificação Energética

Áreas:                        Para diferentes tipologias: Categorias:
     •Energia
                              •Diferentes critérios           •Alterações climáticas e QAE
     •Emissões atmosféricas
                              •Nº variado de créditos         •Eficiência energética
Todos os critérios têm
mesmo peso                                               Base de dados de LCA para
                                                         soluções construtivas tipo
C8 – Desempenho passivo       Mandatory Credits


Peso: 17 + 2 = 19 %           Peso: 19 %                   Peso: 13 + 5 = 18 %
MORADIA
BELO HORIZONTE
LOCAL: LEIRIA
CLIENTE: MARCELO SOUSA
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• MATERIAIS E RESÍDUOS
• CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA RCCTE
• CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO
SISTEMA LIDERA
EDIFÍCIO
HABITACIONAL
LOCAL: ARMAÇÃO DE PÊRA
CLIENTE: TIAGO MACHADO
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
• CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA RCCTE
• CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO
SISTEMA LIDERA
EDIFÍCIO DE
APOIO SOCIAL
LOCAL: MARVÃO
CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE MARVÃO
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
COLÉGIO
BERNARDETTE
LOCAL: OLHÃO
CLIENTE: COLÉGIO BERNARDETTE ROMEIRA
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
• CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA
• CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA
LIDERA
COMPLEXO ESCOLAR
DOS ARCOS
LOCAL: ÓBIDOS
CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
COMPLEXO ESCOLAR
DA FURADOURO
LOCAL: ÓBIDOS
CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
INTERNATIONAL
PREPARATORY SCHOOL
LOCAL: CASCAIS
CLIENTE: EC HARRIS
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL
• ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• SIMULAÇÃO TÉRMICA EM ECOTECT
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
• CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA RSECE
• CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA
LIDERA
JARDIM DE INFÂNCIA
CUSTÓIAS
LOCAL: MATOSINHOS
CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE MATOSINHOS
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• AUDITORIA À SUSTENTABILIDADE
VILA LAGO MONSARAZ
GOLFE & NAUTIC
RESORT
LOCAL: MONSARAZ
CLIENTE: IMOHOLDING
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• ESTRATÉGIA DE AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL PARA ECO-
COMUNIDADE
• PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA
• MOBILIDADE SUSTENTÁVEL
• BIODIVERSIDADE, SOLO E PAISAGEM
• ENERGIA, EMISSÕES E QUALIDADE DO AR INTERIOR
• ÁGUA E EFLUENTES
• MATERIAIS E RESÍDUOS
L’AND
VINEYARDS
LOCAL: MONTEMOR-O-NOVO
CLIENTE: SOUSA CUNHAL TURISMO SA
AREAS DE INTERVENÇÃO:
• AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO
SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA BREEAM
Tendências

Reino Unido
Code for Sustainable Homes
On the 27 February 2008 the Government confirmed a mandatory rating against the
Code will be implemented from 1 May 2008.

The Code measures the sustainability of a new home against nine categories of
sustainable design, rating the 'whole home' as a complete package. The Code uses a 1
to 6 star rating system to communicate the overall sustainability performance of a new
home. The Code sets minimum standards for energy and water use at each level and,
within England, replaces the EcoHomes scheme, developed by the Building Research
Establishment (BRE).

The Code will provide valuable information to home buyers, and offer builders a tool
with which to differentiate themselves in sustainability terms.
www.ecochoice.pt                   liliana.soares@ecochoice.pt
Rua Alexandre Herculano N11, 4ºDRT     Tlm: +351 962108593
        1150 – 005 Lisboa              Tel: +351 213 879 412

Sustentabilidade nos Edifícios

  • 1.
    Sustentabilidade nos Edifícios Liliana Soares Julho 2010
  • 2.
    1. Construção Sustentável 2. Ferramentas de apoio à sustentabilidade 3. A energia na construção sustentável 4. Exemplos
  • 4.
    Buildings in theUnited States have a significant impact on the environment and account for: Energy: • 37% of primary energy use • 68% of all electricity use Materials Use: • 60% of non-food/fuel raw materials use Waste • 40% of non-industrial solid waste4 or 136 million tons of CDW per year • 31%of mercury in municipal solid waste Water • 12% of potable water use • 36 billion gal/day of water (137 milhões L/dia) • 20% loss of potable water in many urban systems due to leakage Air Quality10 • 35% of carbon dioxide emissions • 49% of sulfur dioxide emissions • 25% of nitrous oxide emissions • 10% of particulate matter emissions EPA, USA
  • 5.
  • 6.
    “Criação e gestãoresponsável de um ambiente construído saudável, tendo em consideração os princípios ecológicos e a utilização eficiente dos recursos” Charles Kibert , 1994 Primeira Conferência Internacional de Construção Sustentável Tampa, Estados Unidos Princípios básicos da Construção Sustentável: 1. Reduzir o consumo de recursos; 2. Reutilizar os recursos; 3. Reciclar materiais em fim de vida do edifício e utilizar recursos recicláveis; 4. Proteger os sistemas naturais e a sua função em todas as actividades; 5. Eliminar materiais tóxicos e os sub-produtos em todas as fases de ciclo de vida.
  • 7.
    Green Building Green buildingis the practice of creating structures and using processes that are environmentally responsible and resource-efficient throughout a building's life-cycle from siting to design, construction, operation, maintenance, renovation and deconstruction. This practice expands and complements the classical building design concerns of economy, utility, durability, and comfort. Green building is also known as a sustainable or high performance building. Green buildings are designed to reduce the overall impact of the built environment on human health and the natural environment by: •Efficiently using energy, water, and other resources •Protecting occupant health and improving employee productivity •Reducing waste, pollution and environmental degradation For example, green buildings may incorporate sustainable materials in their construction (e.g., reused, recycled-content, or made from renewable resources); create healthy indoor environments with minimal pollutants (e.g., reduced product emissions); and/or feature landscaping that reduces water usage (e.g., by using native plants that survive without extra watering). EPA, USA
  • 9.
    Instrumentos de apoio •Gestão territorial •AAE / EIS •Planos e ferramentas (modelação, etc.) INPUTS OUTPUTS Acompanhamento Solo Resíduos Monitorização e Sustentável Energia Efluentes Projecto Água Emissões Materiais Cargas térmicas Custos Desempenho Económico Conforto Instrumentos de avaliação e gestão Satisfação dos •SGA / EMAS ocupantes •Sistema de certificação (LEED, BREEAM, etc.) •Sistemas de Gestão de Energia •Benefícios fiscais e redução de custos (?)
  • 10.
    SOLO E TERRITÓRIO Estratégias: Gerira ocupação; Respeitar as funções ecológicas do solo (impermeabilização, substrato, etc); Regenerar áreas degradadas; Construção em altura. Redução da pressão sobre o solo e preservação de ecossistemas, habitats e paisagem
  • 11.
    Energia Estratégias: Promover estratégias bioclimáticas; Optimizarconsumos; Utilizar fontes de energia renováveis; Descentralização de consumos; Utilizar equipamentos e sistemas eficientes; Promover a acessibilidade. Redução de consumos de energias fósseis, redução de emissões, redução de alterações climáticas e QA
  • 12.
    ÁGUA Estratégias: Oceanos Reservas globais de água Optimizar consumos; 97,40% Reduzir consumos de água potável; Utilizar águas pluviais e cinzentas; Tratar e reciclar localmente Mares internos (salgados) 0,0075% Gelo e neve Lagos (água doce) 1,98% 0,0072% Água subterrânea Rios 0,59% 0.00012% Redução da produção de efluentes e da pressão sobre os sistemas de tratamento; Melhoria da qualidade e disponibilidade de Recursos Hídricos
  • 13.
    MATERIAIS Estratégias: Reduzir os desperdícios; Reabilitarvs. Construção Nova; Promover a existência de ligações mecânicas; Reutilizar e reciclar materiais e resíduos; Seleccionar fontes sustentáveis; LCA / EPD / Rótulo Ecológico, etc. Redução da produção de resíduos e sua toxicidade e da pressão sobre sistemas de tratamento
  • 15.
    Instrumentos de Apoio Simulaçãodinâmica: Modelação territorial: • Design Builder; • Intrumentos de SIG; •ArcGis / Arcview; •Energy Plus; •Ecotect; Análise de Ciclo de Vida: •Visual DOE. •SIMAPRO; •BEES; Actividades de IDT: Instrumentos de Controlo e Monitorização •Materiais e soluções; •Domótica; •Tecnologias (Energia, •Plataformas web de registo; Água, infraestruturas, etc.); •Sistemas de gestão de energia
  • 16.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável •Os sistemas de avaliação de construção sustentável são ferramentas que permitem a verificação, avaliação e reconhecimento / certificação da construção sustentável •São desenvolvidos e mantidos por entidades externas, geralmente sem fins lucrativos, que paralelamente à actividade de avaliação desenvolvem acções de I&D para a sustentabilidade da Construção •Estas ferramentas são especificas para cada local, reflectindo as necessidades e sensibilidades ambientais, sociais e económicas de cada contexto específico
  • 17.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável 6 vertentes 9 Secções 8 Key areas 3 Dimensões 22 áreas N.º Critérios variável 8 versões 9 Categorias 20 Parâmetros 50 critérios Internacional Português UK USA (adaptado) 2005 1990 1998 2009 11 casos certificados 110.808 certificações 1.823 certificações 2 casos
  • 18.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável - Processo Sistema Candidatura Verificação Certificação Registo do processo Assessor Elementos Elementos Promotor / Proprietário
  • 19.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 20.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 21.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 22.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 23.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 24.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 25.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 26.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável
  • 27.
    ESTRUTURA DA METODOLOGIA(SBToolPT – H) Lista de indicadores e parâmetros apoiada num Guia de Avaliação Ambiente Sociedade Economia Benchmarks Edifício em Avaliação Quantificação dos Parâmetros Normalização dos Parâmetros Agregação dos Parâmetros Avaliação do desempenho e Certificação
  • 28.
    Quantificação de parâmetros Basede dados em desenvolvimento na Univ. Minho (exemplo) Parâmetro 1 – Valor agregado das categorias de impacte ambiental de ciclo de vida de área útil de pavimento e por ano
  • 29.
    Normalização dos Parâmetros  A normalização dos parâmetros tem como objectivo evitar os efeitos de escala na agregação dos parâmetros de cada indicador e resolver o problema de alguns dos indicadores serem do tipo “maior é melhor” e outros do tipo “maior é pior”.  Na normalização é utilizada a fórmula de Diaz-Baltero: P P com, Pi  i* *i i Pi – Valor do parâmetro (i); Pi  P*i P*i – Pior valor do parâmetro (i); P*i – Melhor valor do parâmetro (i);  Desta forma, o valor dos parâmetros torna-se adimensional e varia entre 0 (pior solução) e 1 (melhor solução). Exemplo - normalização da energia total anual não-renovável necessária para aquecimento e arrefecimento (incluindo produção de água quente): Notation: PENR Unit: kWh/m2.year PENR  PENR* 100  140 Value: 100 PENR    0,38 Conventional value: 140 PENR  PENR* * 35  140 Best practice: 35
  • 30.
    Agregação dos Parâmetros -Determinação do desempenho relativo das soluções ao nível de cada indicador (Ii) - Permite sintetizar num único valor o comportamento da solução em cada uma das dimensões do desenvolvimento sustentável. m IA  W1 in Ai  PAi Nota do desempenho ambiental IF  W Fi  PFi Nota do desempenho sócio-funcional i 1 I E  PE i Nota do desempenho económico com, m n WA  WF i 1 i i 1 i 1 Em que Wx representa o peso de cada parâmetro
  • 31.
    Pesos  Ambientais Importância relativa de cada um dos impactes ambientais segundo a EPA dos EUA
  • 32.
    Nota Sustentável (NS) Permite sintetizar num único valor o comportamento global da solução: NS  W1  I A  W2  I F  W3  I E com, W1 + W 2 + W 3 = 1 IA – Desempenho ambiental; IF – Desempenho sócio-funcional; IE – Desempenho económico.
  • 33.
    Nível Condições A+ P CU  1,00 A 0,70  P  1,00 CU B 0,40  P  0,70 CU C 0,10  P  0,40 CU D 0,00  P  0,10 CU E P  0,00 CU
  • 36.
    Consumos energéticos 2000 2005 4% 2% 5% 2% 24% 34% 30% 35% 29% 28% Transportes Transportes Indústria Indústria Transportes Transportes Indústria Indústria Edifícios Edifícios Construção eeobras públicas Construção obras Edifícios Edifícios Construção eeobras públicas Construção obras públicas públicas Outros Outros Outros Outros Repartição de consumos de electricidade (ECCP, 2001)
  • 37.
    Energia nos edifícios Habitação + Indústria + Serviços • 10% Iluminação • 10,7% Equipamentos = 20% total energia consumida
  • 38.
    Para além daregulamentação Office Buildings at Night Fonte: CML Image: © Richard Schultz/Corbis
  • 39.
    Para além daregulamentação
  • 40.
    Para além daregulamentação Buildings in the United States have a significant impact on the environment and account for: Energy: • 37% of primary energy use • 68% of all electricity use Materials Use: • 60% of non-food/fuel raw materials use Waste • 40% of non-industrial solid waste4 or 136 million tons of CDW per year • 31%of mercury in municipal solid waste Water • 12% of potable water use • 36 billion gal/day of water (137 milhões L/dia) • 20% loss of potable water in many urban systems due to leakage Air Quality • 35% of carbon dioxide emissions • 49% of sulfur dioxide emissions • 25% of nitrous oxide emissions • 10% of particulate matter emissions EPA, USA
  • 41.
    A energia nosSistemas de Avaliação de Construção Sustentável Requisitos mínimos: cumprimento da regulamentação energética Peso da área Energia: 17% - área de maior peso Peso da área Emissões Atmosféricas: 2%
  • 42.
    A energia nosSistemas de Avaliação de Construção Sustentável Requisitos mínimos: variável (dependendo do tipo de edifício) - local codes Peso da secção Energia: 19% Número de critérios da secção Energia: 26
  • 43.
    A energia nosSistemas de Avaliação de Construção Sustentável Requisitos mínimos: cumprimento da regulamentação energética Peso da categoria Alterações climáticas e QAI: 5% Peso da área Eficiência energética: 13%
  • 44.
    Sistemas de Avaliaçãoda Construção Sustentável Energia é a área de maior peso em todas as metodologias Requisito mínimo: Cumprimento da Certificação Energética Áreas: Para diferentes tipologias: Categorias: •Energia •Diferentes critérios •Alterações climáticas e QAE •Emissões atmosféricas •Nº variado de créditos •Eficiência energética Todos os critérios têm mesmo peso Base de dados de LCA para soluções construtivas tipo C8 – Desempenho passivo Mandatory Credits Peso: 17 + 2 = 19 % Peso: 19 % Peso: 13 + 5 = 18 %
  • 48.
    MORADIA BELO HORIZONTE LOCAL: LEIRIA CLIENTE:MARCELO SOUSA AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • MATERIAIS E RESÍDUOS • CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA RCCTE • CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA LIDERA
  • 49.
    EDIFÍCIO HABITACIONAL LOCAL: ARMAÇÃO DEPÊRA CLIENTE: TIAGO MACHADO AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS • CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA RCCTE • CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA LIDERA
  • 50.
    EDIFÍCIO DE APOIO SOCIAL LOCAL:MARVÃO CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE MARVÃO AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS
  • 52.
    COLÉGIO BERNARDETTE LOCAL: OLHÃO CLIENTE: COLÉGIOBERNARDETTE ROMEIRA AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS • CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA • CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA LIDERA
  • 53.
    COMPLEXO ESCOLAR DOS ARCOS LOCAL:ÓBIDOS CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS
  • 54.
    COMPLEXO ESCOLAR DA FURADOURO LOCAL:ÓBIDOS CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE ÓBIDOS AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS
  • 55.
    INTERNATIONAL PREPARATORY SCHOOL LOCAL: CASCAIS CLIENTE:EC HARRIS AREAS DE INTERVENÇÃO: • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL • ENERGIA E QUALIDADE DO AR INTERIOR • SIMULAÇÃO TÉRMICA EM ECOTECT • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS • CERTIFICAÇÃO ENERGÉTICA RSECE • CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA LIDERA
  • 56.
    JARDIM DE INFÂNCIA CUSTÓIAS LOCAL:MATOSINHOS CLIENTE: CÂMARA MUNICIPAL DE MATOSINHOS AREAS DE INTERVENÇÃO: • AUDITORIA À SUSTENTABILIDADE
  • 57.
    VILA LAGO MONSARAZ GOLFE& NAUTIC RESORT LOCAL: MONSARAZ CLIENTE: IMOHOLDING AREAS DE INTERVENÇÃO: • ESTRATÉGIA DE AMBIENTE URBANO SUSTENTÁVEL PARA ECO- COMUNIDADE • PLANEAMENTO E ARQUITECTURA BIOCLIMÁTICA • MOBILIDADE SUSTENTÁVEL • BIODIVERSIDADE, SOLO E PAISAGEM • ENERGIA, EMISSÕES E QUALIDADE DO AR INTERIOR • ÁGUA E EFLUENTES • MATERIAIS E RESÍDUOS
  • 58.
    L’AND VINEYARDS LOCAL: MONTEMOR-O-NOVO CLIENTE: SOUSACUNHAL TURISMO SA AREAS DE INTERVENÇÃO: • AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL PELO SISTEMA BREEAM
  • 59.
    Tendências Reino Unido Code forSustainable Homes On the 27 February 2008 the Government confirmed a mandatory rating against the Code will be implemented from 1 May 2008. The Code measures the sustainability of a new home against nine categories of sustainable design, rating the 'whole home' as a complete package. The Code uses a 1 to 6 star rating system to communicate the overall sustainability performance of a new home. The Code sets minimum standards for energy and water use at each level and, within England, replaces the EcoHomes scheme, developed by the Building Research Establishment (BRE). The Code will provide valuable information to home buyers, and offer builders a tool with which to differentiate themselves in sustainability terms.
  • 60.
    www.ecochoice.pt liliana.soares@ecochoice.pt Rua Alexandre Herculano N11, 4ºDRT Tlm: +351 962108593 1150 – 005 Lisboa Tel: +351 213 879 412