EROSÃO: O QUE É?
Erosão é a destruição do solo e das rochas e seu 
transporte,  em  geral  feito  pela água  da chuva, 
pelo vento ou, ainda, pela ação do gelo, quando 
este  atua  expandindo  o  material  no  qual  se 
infiltra a água congelada.
A erosão para a formação dos solos em três fases:
intemperismo, transporte e sedimentação.
QUANDO COMEÇA O PROCESSO EROSIVO?

Restirada da vegetação nativa :
- agricultura;
- pecuária;
- mineração.
COMO OCORRE?
- solo desnudo;
- energia cinética das gotas de chuva
provoca a destruição da estrutura do solo
[areia, silte, húmos e argila] (efeito splash)
O QUE FAVORECE A EROSÃO?
- tipo de solo;
- cobertura vegetal;
- topografia do terreno (relevo)
Erosão por gravidade : Consiste no
movimento de rochas e sedimentos montanha
abaixo principalmente devido à força
da gravidade.
A erosão pluvial é provocada pela retirada de
material da parte superficial do solo pelas
águas da chuva. 
Ocorre quando o vento transporta partículas diminutas que se
chocam contra rochas e se dividem em mais partículas que se
chocam contra outras rochas. Podem ser vistas
nos desertos na forma de dunas e de montanhas retangulares
ou também em zonas relativamente secas.
A erosão marinha é um longo processo de atrito da água do
mar com as rochas que acabam cedendo transformando-se em
grãos, esse trabalho constante atua sobre o
litoral transformando os relevos em planície.
PARA ONDE SÃO CARREADAS AS
PARTÍCULAS SOLTAS DA ESTRUTURA SO
SOLO?
As partículas são transportadas para as partes
mais baixas dos relevos e em geral vão
assorear cursos d'água.
A erosão é um problema muito sério, devem ser
adaptadas práticas de conservação de solo para
minimizar o problema.
A erosão tem provocado vários problemas para o
ser humano. Constantemente, ocorrem
deslizamentos de terra em regiões habitadas,
principalmente em regiões carentes, provocando
o soterramento de casas e mor tes de pessoas.
Os prejuízos econômicos também são
significativos, pois é comum as erosões
provocarem fechamento de rodovias, ferrovias e
outras vias de transpor te.
Lixiviação:
Comum nas regiões equatoriais.
Consiste na varredura dos nutrientes minerais leves, pela enxurrada,
diminuindo o poder de reestruturação do solo, favorecendo o processo de
empobrecimento do solo.
Assoreamento:
Deposito de acumulo sedimentos nos rios, geralmente provocada pela
retirada das matas ciliares, para fins de agricultura, o que facilita o
desmoronamento do leito.
Desmatamento:
A retirada da vegetação natural, favorece a quebra do equilíbrio original,
favorecendo e desgaste acelerado do solo.
Queimadas:
Provoca a extinção dos nutrientes minerais, orgânicos e gasosos que
compõem o solo.
Exploração excessiva:
O solo muito utilizado, principalmente para monocultura, tende a perder
nutrientes, pois os vegetais consomem do solo esses elementos.
Laterização
O termo desertificação tem sido muito
utilizado para a perda da capacidade
produtiva
dos solos causada
pela
atividade humana.




O risco de desertificação atinge 40% da
superfície
terrestre,
considerando
regiões urbanas e rurais.
As adaptações a estas mudanças
provocam mais pressões sobre o uso do
solo, aumentando sua degradação pelo
manejo inadequado.
No Brasil, as áreas susceptíveis à
desertificação são as regiões de clima semiárido ou subúmido seco, encontrados
no Nordeste brasileiro e norte de Minas
Gerais.
As queimadas são um sério agravante desse
processo e entre outros.
No

Nordeste concentra os casos mais graves
de desertificação do país.
O combate à desertificação em Pernambuco
vai começar pela região de Cabrobó. Um plano
para revitalização dessa área encontra-se em
fase de elaboração.
· Não retirar cober turas vegetais de solos,
principalmente de regiões montanhosas;
· Planejar qualquer tipo de construção
(rodovias, prédios, hidrelétricas, túneis, etc)
para que não ocorra, no momento ou
futuramente, o deslocamento de terra;
· Monitorar as mudanças que ocorrem no solo;
· Realizar o reflorestamento de áreas
devastadas, principalmente em regiões de
encosta.

Solo problemas ambientais 02

  • 1.
    EROSÃO: O QUEÉ? Erosão é a destruição do solo e das rochas e seu  transporte,  em  geral  feito  pela água  da chuva,  pelo vento ou, ainda, pela ação do gelo, quando  este  atua  expandindo  o  material  no  qual  se  infiltra a água congelada. A erosão para a formação dos solos em três fases: intemperismo, transporte e sedimentação.
  • 2.
    QUANDO COMEÇA OPROCESSO EROSIVO? Restirada da vegetação nativa : - agricultura; - pecuária; - mineração. COMO OCORRE? - solo desnudo; - energia cinética das gotas de chuva provoca a destruição da estrutura do solo [areia, silte, húmos e argila] (efeito splash)
  • 3.
    O QUE FAVORECEA EROSÃO? - tipo de solo; - cobertura vegetal; - topografia do terreno (relevo)
  • 4.
    Erosão por gravidade: Consiste no movimento de rochas e sedimentos montanha abaixo principalmente devido à força da gravidade.
  • 5.
    A erosão pluvialé provocada pela retirada de material da parte superficial do solo pelas águas da chuva. 
  • 6.
    Ocorre quando o vento transportapartículas diminutas que se chocam contra rochas e se dividem em mais partículas que se chocam contra outras rochas. Podem ser vistas nos desertos na forma de dunas e de montanhas retangulares ou também em zonas relativamente secas.
  • 7.
    A erosão marinha é umlongo processo de atrito da água do mar com as rochas que acabam cedendo transformando-se em grãos, esse trabalho constante atua sobre o litoral transformando os relevos em planície.
  • 8.
    PARA ONDE SÃOCARREADAS AS PARTÍCULAS SOLTAS DA ESTRUTURA SO SOLO? As partículas são transportadas para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão assorear cursos d'água. A erosão é um problema muito sério, devem ser adaptadas práticas de conservação de solo para minimizar o problema.
  • 9.
    A erosão temprovocado vários problemas para o ser humano. Constantemente, ocorrem deslizamentos de terra em regiões habitadas, principalmente em regiões carentes, provocando o soterramento de casas e mor tes de pessoas. Os prejuízos econômicos também são significativos, pois é comum as erosões provocarem fechamento de rodovias, ferrovias e outras vias de transpor te.
  • 10.
    Lixiviação: Comum nas regiõesequatoriais. Consiste na varredura dos nutrientes minerais leves, pela enxurrada, diminuindo o poder de reestruturação do solo, favorecendo o processo de empobrecimento do solo. Assoreamento: Deposito de acumulo sedimentos nos rios, geralmente provocada pela retirada das matas ciliares, para fins de agricultura, o que facilita o desmoronamento do leito. Desmatamento: A retirada da vegetação natural, favorece a quebra do equilíbrio original, favorecendo e desgaste acelerado do solo. Queimadas: Provoca a extinção dos nutrientes minerais, orgânicos e gasosos que compõem o solo. Exploração excessiva: O solo muito utilizado, principalmente para monocultura, tende a perder nutrientes, pois os vegetais consomem do solo esses elementos. Laterização
  • 13.
    O termo desertificaçãotem sido muito utilizado para a perda da capacidade produtiva dos solos causada pela atividade humana.
  • 14.
      O risco dedesertificação atinge 40% da superfície terrestre, considerando regiões urbanas e rurais. As adaptações a estas mudanças provocam mais pressões sobre o uso do solo, aumentando sua degradação pelo manejo inadequado.
  • 16.
    No Brasil, asáreas susceptíveis à desertificação são as regiões de clima semiárido ou subúmido seco, encontrados no Nordeste brasileiro e norte de Minas Gerais. As queimadas são um sério agravante desse processo e entre outros.
  • 17.
    No Nordeste concentra oscasos mais graves de desertificação do país. O combate à desertificação em Pernambuco vai começar pela região de Cabrobó. Um plano para revitalização dessa área encontra-se em fase de elaboração.
  • 19.
    · Não retirarcober turas vegetais de solos, principalmente de regiões montanhosas; · Planejar qualquer tipo de construção (rodovias, prédios, hidrelétricas, túneis, etc) para que não ocorra, no momento ou futuramente, o deslocamento de terra; · Monitorar as mudanças que ocorrem no solo; · Realizar o reflorestamento de áreas devastadas, principalmente em regiões de encosta.