Consumo e felicidade
Rafael Barros
EM Politécnico – Sociologia – 3º ano
Canoas, junho de 2015.
Consumo e felicidade
1. Estado de Bem-Estar Social
2. Fetichismo da mercadoria
3. Obsolescência programada
1. Estado de Bem-Estar Social
 Seguridade social;
 Salários fixos;
 Projetos de vida a longo prazo
 Tendência de tratar as mercadorias como fetiches, ou seja, objetos dotados
de propriedades mágicas que lhes conferem uma vida própria. Agimos, por
exemplo, como se bens e serviços tivessem um valor natural em comparação
com outros no mercado, como se dinheiro, ouro e outros bens fossem
“preciosos” por sua própria natureza; como se as mercadorias pudessem
perseguir-se umas às outras e se atraírem entre si, como acontece quando a
inflação é explicada como “dinheiro demais caçando mercadorias de menos”.
O problema com esse tipo de pensamento é que ele tende a obscurecer os
relacionamentos sociais subjacentes entre pessoas, que constituem a origem
real daquilo que atribuímos às mercadorias. Não teríamos que comprar e
vender em mercados competitivos, por exemplo, se organizássemos a vida de
modo cooperativo, baseado na propriedade e trabalho comuns.
JOHSON, Allan. Dicionário de sociologia: guia prático da linguagem sociológica. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar Editor, 1997, p. 11-12.
2. Fetichismo da mercadoria
Soc 3ºano 2ºt_1_consumo e felicidade
Soc 3ºano 2ºt_1_consumo e felicidade

Soc 3ºano 2ºt_1_consumo e felicidade

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    Consumo e felicidade RafaelBarros EM Politécnico – Sociologia – 3º ano Canoas, junho de 2015.
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    Consumo e felicidade 1.Estado de Bem-Estar Social 2. Fetichismo da mercadoria 3. Obsolescência programada
  • 3.
    1. Estado deBem-Estar Social  Seguridade social;  Salários fixos;  Projetos de vida a longo prazo
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     Tendência detratar as mercadorias como fetiches, ou seja, objetos dotados de propriedades mágicas que lhes conferem uma vida própria. Agimos, por exemplo, como se bens e serviços tivessem um valor natural em comparação com outros no mercado, como se dinheiro, ouro e outros bens fossem “preciosos” por sua própria natureza; como se as mercadorias pudessem perseguir-se umas às outras e se atraírem entre si, como acontece quando a inflação é explicada como “dinheiro demais caçando mercadorias de menos”. O problema com esse tipo de pensamento é que ele tende a obscurecer os relacionamentos sociais subjacentes entre pessoas, que constituem a origem real daquilo que atribuímos às mercadorias. Não teríamos que comprar e vender em mercados competitivos, por exemplo, se organizássemos a vida de modo cooperativo, baseado na propriedade e trabalho comuns. JOHSON, Allan. Dicionário de sociologia: guia prático da linguagem sociológica. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1997, p. 11-12. 2. Fetichismo da mercadoria