1
FUNDAMENTOS DA QUALIDADE
Prof.ª Me. Daiane Maria de Genaro Chiroli
dmgenaro@hotmail.com
2
ROTEIRO
• Introdução.
• O que é qualidade?
• Evolução da Qualidade.
• Qualidade e Produtividade.
• Qualidade com foco no processo.
• 5 Sensos.
3
Qualidade
ou
SOBREVIVÊNCIA
4
Conceito de Sobrevivência
A produtividade cresce com a qualidade dos produtos, imprimindo
maior competitividade à empresa e garantindo a sua sobrevivência no
mercado.
5
A EMPRESA
6
Como reduzir custos, aumentar a rentabilidade, agregar
valor ao acionista, criar valor aos clientes, criar mais
postos de trabalho, gerar renda, reduzir acidentes,
melhorar a qualidade de vida e eliminar a poluição
SIMULTANEAMENTE?
Equação Estratégica
7
CONCEITOS DE QUALIDADE
• Adequação à necessidade do cliente.
• A correspondência às especificações.
• A conformidade com os requisitos.
• A ausência de quebras/falhas.
• A redução da variabilidade.
• A preferência do consumidor.
8
• Deming – 14 Princípios
• Criar constância de propósitos na melhoria contínua de produtos e serviços.
• Adoção da nova filosofia.
• Não depender da inspeção em massa.
• Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos preços.
• Melhorar continuamente o sistema de produção e serviços.
• Instituir o treinamento profissional do pessoal.
• Instituir a liderança.
• Eliminar o medo.
• Romper as barreiras entre os departamentos.
• Eliminar "slogans" e exortações para o pessoal.
• Eliminar quotas numéricas.
• Remover barreiras ao orgulho do trabalho bem realizado.
• Instituir um vigoroso programa de educação e reciclagens nos novos métodos.
• Planos de ação: agir no sentido de concretizar a transformação desejada.
CONCEITOS DE QUALIDADE
9
CONCEITOS DE
PRODUTIVIDADE
10
CONCEITOS DE
PRODUTIVIDADE
O conceito de produtividade se refere à
capacidade da empresa gerar “produto”
no seu processo produtivo. A eficiência
desse processo não se restringe ao
“mundo” da produção.
11
12
Era da Inspeção
• Produção artesanal e em pequena escala.
• Cada artesão era responsável pela qualidade final do produto
• Legitimaram a função de inspetor conferindo a ele a
responsabilidade pela qualidade dos produtos.
• Separação dos conceitos produtividade e qualidade.
∙ Separação dos bons e maus produtos, não prevenia os
problemas, apenas os identificavam, ênfase à
conformidade.
13
Era do Controle Estatístico da Qualidade
• 100% de inspeção= altos custos.
• Princípios para monitorar e avaliar a produção.
• Variabilidade-complexidade inerente aos processos.
• Estruturação da gestão corretiva.
• Desenvolvimento de técnicas de amostragem.
14
Era da Garantia da Qualidade
• Grande desenvolvimento tecnológico e industrial.
• Profundas e revisões e reviravoltas administrativas e
econômicas , enfatizou a necessidade de evidências
objetivas, como custos de retrabalhos, mão de obra par o
preparo, perdas financeiras, insatisfação do consumidor.
• Prevenção passa a ser adotada nos processos produtivos
redução dos desperdícios.
• Os 4 principais movimentos que compõe esta era são:
• A quantificação dos custos da qualidade.
• O controle total da qualidade.
• As técnicas de confiabilidade.
• O programa zero defeitos.
15
Era da Gestão da Qualidade Total (TQM)
• Foco valorização dos clientes e sua
satisfação como fator de preservação e
ampliação da participação no mercado.
• Estratégia de negócio, grande potencial
competitivo.
16
Evolução
• A consolidação e o avanço da quarta era
possibilitaram o surgimento da 5ª era (vários autores
tratam como evolução da 4ª era). A Era da Gestão
Estratégica da Qualidade (TQM e TQC).
17
Qualidade hoje
CLIENTE
18
• É o sistema de atividades dirigidas para se atingir
clientes satisfeitos, empregados com responsabilidade
e autoridade, maior faturamento e menor custo”
(JURAN).
• É uma estratégia de fazer negócios que objetiva
maximizar a competitividade de uma empresa através
da melhoria contínua da qualidade dos seus produtos,
serviços, pessoas, processos e ambiente (GOETSCH).
Gestão da Qualidade Total
19
Gestão da Qualidade
Fig. Inter-relação entre o conceito da qualidade, Gestão da Qualidade e os elementos que a compõem.
Fonte: Adaptação. Carvalho e Paladini (2012, p. 91).
20
Elementos da Gestão da
Qualidade Total
Foco no Cliente
Melhoria
contínua
Comprometimento
& Envolvimento
Educação &
Treinamento
Foco em processos
Abordagem
científica
Valores Método
s
QFD DOE/Taguchi
Seis Sigma
Benchmarking
FMEA
PDCA
SGQ
ISO
CEP
Ferramenta
s
Gráficos de Controle
Pareto Causa e Efeito
Matriz de Relações
Diagrama de Afinidades
Histograma
Diagrama Árvore
21
ELEMENTOS DO TQM
Elemento DESCRIÇÃO
Liderança e apoio
da alta direção
Prover liderança no processo de mudança, exemplaridade e motivação da força de
trabalho da organização. Deve também promover e estimular as práticas e abordagens
direcionadas ao TQM.
Relacionamentos
com os clientes
Concentrar as atividades com foco nos clientes e estabelecer canais de comunicação,
visando a levantar suas necessidades e níveis de satisfação, promovendo um
entendimento sobre os clientes.
Gestão da força de
trabalho
Aplicar os princípios de gestão de recursos humanos, com base em um sistema de
trabalho em equipe e com empowerment, processos de recrutamento e seleção, e
capacitação e treinamento
Relação com os
Fornecedores
Utilizar as Práticas de seleção e qualificação de fornecedores, bem como meios de
medição de desempenho. Estabelecer relação de longo prazo com os fornecedores
visando à colaboração mútua, além de buscar melhoria da qualidade dos produtos.
Gestão por
Processos
Definir os processos-chave da organização, promover práticas preventivas, auto
inspeção, utilizando planos de controle e utilização de métodos estatísticos na
produção.
Projeto de Produto
Envolver todas as aéreas funcionais no processo de desenvolvimento de produto,
visando a desenvolver um produto que venha a satisfazer aos requisitos dos clientes.
Fatos e dados da
qualidade
Disponibilizar os dados e informações relativas à qualidade, como parte de um sistema
de gestão transparente e de fácil visualização. Registros sobre indicadores da
qualidade, incluindo índices de refugo, retrabalho, dados de garantia, custos da
qualidade.
Elementos da Gestão da
Qualidade Total
22
Gestão da Qualidade Total
CLIENTES
ACIONISTAS
EMPREGADOS
Preço
Qualidade do
produtos
Qualidade dos
serviços
Valor agregado
Satisfação do
empregado
Valorização profissional
Vantagens e benefícios
Ações comunitárias
Defesa do meio
ambiente
VIZINHOS
23
Dimensões da Qualidade Total
Satisfazendo a Necessidade das Pessoas
Dimensões
Qualidade
Custo
Entrega
Moral
Segurança
Produto
Serviço
Custo
Preço
Prazo Certo
Local Certo
Empregados
Usuário
Quantidade Certa
Empregados
Cliente
Comunidade
Cliente
Acionista
Empregado
Comunidade
Cliente
Empregado
Cliente
Empregado
Comunidade
24
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
“Não há forma de definir qualidade sem atentar para o
atendimento integral ao cliente. Não há forma de atender
ao cliente sem qualidade no processo produtivo”.
• Importante:
• A qualidade no processo não é um fim em si mesma,
mas apenas uma etapa relevante no objetivo real da
qualidade: atenção ao cliente.
• A melhoria somente ocorre se determinar benefícios
concretos ao cliente.
25
• As técnicas de Gestão da Qualidade no Processo visam a
empresa como um todo.
• Reflexos positivos:
• Ganhos de produtividade.
• Minimização de perdas e desperdícios.
• Como?
• Melhor emprego dos recursos da empresa
• Tangíveis: mão de obra, materiais e equipamentos.
• Intangíveis: energia, tempo, espaço, métodos, influência.
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
26
Perda é toda e qualquer ação que
possa
tornar o produto
menos
adequado para uso e incapaz de
atender plenamente ao cliente.
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
27
• Roteiro para viabilizar a Gestão da Qualidade
no Processo (PALADINI, 1995).
• Eliminação de perdas.
• Eliminação das causas das perdas.
• Otimização do processo.
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
28
Eliminação das perdas
Atividades
Características
1. Eliminação de defeitos, refugos e retrabalho.
2. Emprego de programas de redução dos erros da mão de
obra.
3. Esforços para minimizar custos de produção.
4. Eliminação de esforços inúteis.
Natureza das
Ações
• Corretivas (visam eliminar falhas do sistema).
• Ações direcionadas para elementos específicos do
processo.
• Alvo: limitado, bem definido.
• Resultados: imediatos.
Prioridade Minimizar desvios da produção
Observações Não se acrescenta nada ao processo
• Eliminam-se desperdícios.
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
29
Eliminação das causas da perdas
Atividades
Características
1. Estudo das causas de ocorrências de defeitos ou de situações que
favorecem o seu aparecimento.
2. Controle estatístico de defeitos.
3. Desenvolvimento de projetos de experimentos voltados para a
relação entre causas e efeitos.
4. Estruturação de sistemas de informações para monitorar a
produção e avaliar.
Natureza das
Ações
Preventivas
• Ênfase: eliminar causas de falhas do sistema.
• Meta: corrigir o mau uso dos recursos da empresa.
• Ações direcionadas para áreas ou etapas do processo produtivo.
• Resultados: médio prazo.
Prioridade Evitar situações que possam conduzir a desvios da produção,
eliminando-se elementos que a prejudiquem e gerando-se condições
mais adequadas para seu funcionamento.
Observações • Perda: toda e qualquer ação que não agrega valor ao produto.
• Requer atividade de difícil implantação e de avaliação mais
Complexa.
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
30
Otimização do Processo
Atividades
Características
1. Aumento da produtividade e da capacidade operacional da
empresa.
2. Otimização da alocação dos recursos da empresa.
3. Adequação crescentes entre produto e processo; processo e
projeto e projeto e mercado.
4. Estruturação de sistemas de informação para a qualidade.
Natureza das
Ações
Atividades destinadas a gerar resultados benéficos à
organização de forma permanente
• Resultados: longo prazo.
• Ações abrangentes, dirigindo-se para todo o processo produtivo.
• Atuação tanto em termos de resultados individuais de áreas,
grupos de pessoas ou setores, como na interface entre eles,
enfatizando contribuições para o resultado global do processo.
Prioridade Definir potencialidades da produção, enfatizando o que o
processo tem de melhor hoje e o que é capaz de melhorá-lo ainda
mais.
Observações Esta é a única etapa que agrega, efetivamente, valor ao
processo e, conseqüentemente, ao produto.
GESTÃO DA QUALIDADE NO
PROCESSO
31
Fundamentos de Excelência - PNQ 2015
• Pensamento sistêmico: entendimento das relações de interdependência
entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a
organização e o ambiente externo.
• Atuação em rede: desenvolvimento de relações e atividades em
cooperação entre organizações ou indivíduos com interesses comuns e
competências complementares.
• Aprendizado organizacional: busca e alcance de um novo patamar de
conhecimento para a organização por meio da percepção, reflexão,
avaliação e compartilhamento de experiências.
• Cultura da inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade,
experimentação e implementação de novas ideias que possam gerar um
diferencial competitivo para a organização.
Fundamentos de Gestão
32
Fundamentos de Excelência - PNQ 2015
▪ Agilidade: flexibilidade e rapidez de adaptação a novas demandas das
partes interessadas e mudanças do ambiente, considerando a velocidade
de assimilação e o tempo de ciclo dos processos.
▪ Liderança transformadora: atuação dos líderes de forma inspiradora,
exemplar, realizadora e com constância de propósito, estimulando as
pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização,
explorando as potencialidades das culturas presentes, preparando líderes e
interagindo com as partes interessadas.
▪ Olhar para o futuro: projeção e compreensão de cenários e tendências
prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização, no
curto e longo prazos, avaliando alternativas e adotando estratégias mais
apropriadas.
Fundamentos de Gestão
33
Fundamentos de Excelência - PNQ 2015
▪ Conhecimento sobre clientes e mercados: interação com clientes e
mercados e entendimento de suas necessidades, expectativas e
comportamentos, explícitos e potenciais, criando valor de forma
sustentável.
▪ Responsabilidade social: dever da organização de responder pelos
impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente,
e de contribuir para a melhoria das condições de vida, por meio de um
comportamento ético e transparente, visando ao desenvolvimento
sustentável.
▪ Valorização das pessoas e da cultura: criação de condições favoráveis e
seguras para as pessoas se desenvolverem integralmente, com ênfase na
maximização do desempenho, na diversidade e fortalecimento de crenças,
costumes e comportamentos favoráveis à excelência.
Fundamentos de Gestão
34
Fundamentos de Excelência - PNQ 2015
• Decisões fundamentadas: deliberações sobre direções a seguir e ações a
executar, utilizando o conhecimento gerado a partir do tratamento de
informações obtidas em medições, avaliações e análises de desempenho,
de riscos, de retroalimentações e de experiências.
• Orientação por processos: busca de eficiência e eficácia nos conjuntos de
atividades que formam a cadeia de agregação de valor para os clientes e
demais partes interessadas.
• Geração de valor: alcance de resultados econômicos, sociais e
ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam,
em níveis de excelência e que atendam às necessidades das partes
interessadas.
Fundamentos de Gestão
35
5 SENSOS
36
O que é o Programa 5S?
• É uma filosofia de trabalho.
• Promove a disciplina na empresa por meio
da consciência e responsabilidade de todos.
• Torna o ambiente de trabalho agradável,
seguro e produtivo.
37
Objetivos do Programa 5S
• Melhorar a qualidade de vida das pessoas
no trabalho e fora dele.
• Diminuir desperdícios de espaço, de tempo
e de material.
• Aumentar a produtividade das pessoas e
dos processos.
38
Origem do Programa 5S
• Década de 50, no Japão do pós-guerra.
• Kaoru Ishikawa desenvolveu o programa.
• A “cultura do 5s” permite fácil aplicação em
diversos ambientes e faz com que
pequenas mudanças do dia a dia
proporcionem um grande resultado.
• Hoje, esse programa é adotado por várias
39
Origem do Programa 5S
• Em sua aplicação, deve-se seguir cada um
dos sensos, aplicando um após o outro.
Nesse processo, deve-se contar com a
participação de todos para o sucesso do
programa.
• A maior dificuldade encontrada na
implantação de um Programa “5s” é a
resistência que as pessoas têm em relação
às mudanças.
40
Significado do 5S
41
Senso de descarte
• Separar o necessário do desnecessário
Para que?
• Para manter no local de trabalho somente aquilo
que é essencial para suas atividades.
Como aplicar?
• Levantar o que é realmente importante.
• Separar o que não tem utilidade.
• Descartar o que não serve.
42
Senso de descarte
Aplicação
Analise cada recurso que você mantém no ambiente.
1. Retire todas as coisas e documentos das gavetas, armários
e outros compartimentos.
2. Coloque de volta apenas o que você usa.
3. Mantenha próximo de você apenas o que você usa com
muita frequência e na quantidade adequada.
4. O que você usa de vez em quando, deixe em um local mais
afastado e que possa ser usado por outras pessoas.
5. Aquilo que você não usa mais, descarte-o do ambiente,
enviando-o para possíveis interessados ou colocando-o no
lixo.
43
Senso de descarte
44
Senso de descarte
Resultados?
• Ambiente mais organizado, limpo e
agradável.
• Libera espaços.
• Redução de desperdícios.
• Prepara o ambiente para o segundo senso.
45
Senso de Ordenação
Colocar cada coisa em seu devido lugar
Para que?
• Para arrumar e ordenar o que é necessário e que permaneceu no local
de trabalho.
Como aplicar?
• Analisar onde e como guardar as coisas, definindo seus critérios.
• Padronizar nomes e locais de objetos, arquivos e espaços.
• Identificar tudo visualmente, devolver tudo ao seu lugar após o uso.
46
Senso de Ordenação
47
Senso de Ordenação
Resultados?
• Racionaliza os espaços.
• Facilita o acesso aos materiais e
equipamentos.
• Facilidade de comunicação entre todos.
• Melhorias no ambiente.
• Prepara o ambiente para o terceiro senso.
48
Senso de Limpeza
Limpar e cuidar do ambiente de trabalho
• Para que?
• Deixar o local limpo e as máquinas e equipamentos em perfeito estado de
funcionamento.
• Como aplicar?
• Fazer faxina geral.
• Deixar computadores e demais equipamentos funcionando.
• Criar plano de manutenção preventiva.
• Deixar o local de trabalho, espaços coletivos LIMPO.
49
Limpeza periódica
50
Rsponsabilidades
50
51
Senso de Limpeza
Resultados?
• Criar um local de trabalho agradável.
• Melhora a imagem da fábrica.
• Mantém todos os equipamentos em perfeito
estado de funcionamento e pronto para uso.
• Aumenta a produtividade.
• No Japão - limpeza de espírito - humor.
52
Senso de Saúde
Tornar saudável o ambiente de trabalho
• Para que?
• Deixar as condições de trabalho favoráveis à
saúde física e mental de todos.
Como aplicar?
• Manter um ambiente harmonioso e participativo.
• Promover a ergonomia no local de trabalhos
53
Senso de Saúde
Resultados?
• Eleva o nível de satisfação de todos.
• Facilita as relações pessoais –
comunicação.
• Reduz riscos de acidentes.
• Melhora a saúde.
• Prepara o ambiente para o quinto senso.
54
Senso de Autodisciplina
Para que?
• Melhorar constantemente, desenvolver a força de vontade
e disciplina.
Como aplicar?
• Disciplinar a prática dos sensos anteriores.
• Realizar avaliações periódicas – auditorias surpresas.
• Difundir os conceitos e informações regularmente.
• “Autogestão”.
55
Implantação
• Comitê 5s.
• Cronograma de implantação com a alta
direção e gestores.
Treinamentos e sensibilização.
• Disponibilizar recursos.
• Mutirão.
56
Manutenção
• Tratar não-conformidades.
• Auditorias periódicas.
• Motivação.
• Divulgação com fotos do ambiente “antes e
depois”.
• Planilhas e gráficos de melhoria do setor.
• Premiação.
57
6S, 7S - Liderança
• Shikari- Yarou: determinação,
comprometimento, motivação - senso de
servir.
• Shido: treinamento profissional contínuo.
• SER HUMANO.
58
8S e 9S
• Setsuyaku: Senso de Economia
Dos recursos necessários: materiais e serviços.
Reciclagem.
• Shisei Rinri – Senso dos Princípios morais e
éticos
• A empresa deve definir padrões de conduta, para que
cada empregado saiba o que é certo e o que é errado.
• Boa representatividade perante clientes e
fornecedores.
59
10S
• Sekinin Shakai – Responsabilidade social
• Além dos tributos.
• Trabalhos voluntários, entidades carentes.
60
Considerações Finais
Qualidade é essencial.
Permite ser mais que competitiva.
Práticas.
61
ROTEIRO DA AULA
• Ferramentas da Qualidade.
• Qualidade e Serviço.
62
Ferramentas da Qualidade
63
P – Plan (Planejar)
D – Do (Executar)
C – Check (Verificar)
A – Act (Agir
corretivamente ou
Padronizar)
A
D
C
P
Método PDCA
O PDCA é um método de gestão
64
PDCA para Gerenciamento de
Processos
P
D
A
C
Pla
n
Do
Actio
n
Check
Defina
as
metas
Determine os
métodos
para
alcançar
as metas
Eduqu
e
e treine
Execute
o
trabalho
Verifique os
efeitos do
trabalho
executado
Atue no
processo
em função dos
resultados
65
PDCA para Solução de
Problemas
P
D
A
C
Pla
n
Do
Actio
n
Check
Executar as
ações
propostas
Verificar os
efeitos do
trabalho
executado
Padroniza
r
I
d
e
n
t
i
f
i
c
a
r
o
p
r
o
b
l
e
m
a
O
b
s
e
r
v
a
r
o
p
r
o
b
l
e
m
a
Analisar o
problema
Elaborar o
plano de ação
Conclui
r
66
Brainstorming
67
Diagrama de Relações
Serve para esclarecer as relações de causa e efeito
de um problema ou situação complexa.
Constitui de um mapa de relações de causa e efeito
entre o efeito indesejável em estudo e suas causas
fundamentais.
É uma ferramenta que exige criatividade, capacidade
de análise e reflexão.
Sua construção exige várias reuniões.
68
Diagrama de relações
69
Diagrama de Afinidades
CARDÁPIO
Excesso
de
saladas
verdes
Macarrão
com sabor
ruim
Ausência de
refrigerante
dietético
Cafezinho
ruim
Sobremesas
sempre
iguais
Cardápio
pouco
variado
Toalhas de
plástico
Cadeiras
Bambas
Falta de
espaço
INSTALAÇÕES
Talheres
sujos
SERVIÇO
Limpeza
lenta das
mesas
Pessoal
pouco
atencioso
Demora
para
pagar conta
70
Diagrama Sistemático
• Estabelecer a sequência de atividades que garantam o
alcance dos objetivos e resultados desejados. Para
garantir o encadeamento lógico das atividades, a
construção do diagrama exige que se pergunte,
sequencialmente, quais os modos e recursos
necessários para perseguir um objetivo.
• Criar um foco de atenção/concentração para qualquer
equipe que deseja ter certeza de que todas as etapas
estão contempladas e que as conexões entre modos e
recursos são lógicas e harmônicas.
71
Diagrama Sistemático
72
Diagrama da Matriz
73
Estratificação
• Consiste na divisão de um grupo em diversos
subgrupos com base em características distintas ou
de estratificação.
74
• Tem por objetivo
• Facilitar a coleta de dados.
• Organizar os dados durante a coleta,
eliminando a necessidade de rearranjo
manual posterior.
• A folha de verificação é um procedimento
usado para responder a pergunta:
“Com que frequência certos eventos
acontecem?"
FOLHA DE VERIFICAÇÃO OU
FOLHA DE CONTROLE
75
• Fixar qual evento está sendo estudado.
• Definir o período durante o qual os dados
serão coletados.
• Construir um formulário claro e de fácil
manuseio.
• Coletar os dados honestamente.
FOLHA DE VERIFICAÇÃO OU
FOLHA DE CONTROLE
76
Exemplo
DESVIO MARCAS FREQUENCIA
5 10 15 20
D
i
â
m
e
t
r
o
-10
-9
LIE -8
-7
-6
-5 X 1
-4 X X 2
-3 X X X X X 5
-2 X X X X X X X X X X 11
-1 X X X X X X X X X X X X X X X 16
30,91 0 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 19
1 X X X X X X X X X X X X X 14
2 X X X X X X X X X X 10
3 X X X X X X 6
4 X X 3
5 X 2
6 X 1
7
LSE 8
9
10
77
FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTO DEFEITUOSO
Produto: Lente
Estágio de fabricação: Inspeção final
Tipo de defeito: Arranhão, trinca, revestimento inadequado, muito grossa, muito fina, não
acabada.
Total inspecionado: 1200
Data: 03/01/2011
Seção: INSPROD.
Inspetor: Augusto da Silva
Observações:__________________________________________________
Defeito contagem Sub total
Arranhão
Trinca
Revestimento inadequado
Muito grossa ou muito fina
Não-acabada
Outros
IIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIII
IIIII
II
12
41
55
11
5
3
TOTAL 127
TOTAL REJEITADO IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIIII
IIIIIIIIIIIII
90
FOLHAS DE VERIFICAÇÃO PARA
CLASSIFICAÇÃO
78
FOLHAS DE VERIFICAÇÃO PARA
LOCALIZAÇÃO DE DEFEITOS
• Útil para identificar a ocorrência de defeitos
relacionados à aparência.
FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA LOCALIZAÇÃO DE BOLHA
Produto: pára brisa modelo abc
Material: Vidro
Data: 03/01/2011
Observações:_______________________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________________________
______________________________________________________
79
FOLHAS DE VERIFICAÇÃO PARA
LOCALIZAÇÃO DE DEFEITOS
80
Folha de Verificação para
Classificação dos tipos de
reclamação na entrega
81
Folha de verificação para
localização de causas de defeitos
82
Folha de verificação para
localização de causas de defeitos
83
Diagrama de Pareto
84
Diagrama de causa e efeito
85
Histograma
• Com ele é possível a visualização da forma da
distribuição de um conjunto de dados e também a
percepção da localização do valor central e da
dispersão dos dados em torno deste valor central.
• Geram-se as perguntas:
• 1. O processo é capaz de atender as especificações?
• 2. A média de distribuição das medidas características
da qualidade está próxima do centro da faixa de
especificação (valor nominal)?
• 3. É necessário adotar alguma medida para reduzir a
variabilidade do processo?
86
Histograma
87
Diagrama de dispersão
• Busca demonstrar o relacionamento entre duas
causas existentes - o relacionamento entre a causa
e o efeito.
• Relação positiva: o aumento de uma variável leva ao
aumento da outra.
• Relação negativa: o aumento de uma variável leva à
diminuição de outra.
• Relação inexistente: a variação de uma variável não leva
à uma variação sistemática de outra variável.
88
Diagrama de dispersão
89
Gráfico de Controle
• Busca garantir que o processo atue na sua melhor
condição.
• A ferramenta é baseada em estatística e considera
como princípio que todo processo tem variações
estatísticas.
90
91
A ISO
• Sediada em Genebra, presente em 153 países, representada por
órgãos de normalização nacionais.
• No Brasil, é representada pela ABNT.
• Os padrões ISO 9000 e ISO 14000 já foram adotados por cerca de
634 mil organizações. Disponível em: <www.iso.org>.
• A ISO possui uma parceria estratégica com a OMC (organização
mundial do comércio).
• Criada em 1946 para promover e desenvolver normas e atividades
que facilitem o comércio internacional e a cooperação intelectual,
científica, tecnológica e econômica;
92
Normas ISO 9000
• A ISO define modelos de sistema de gestão da
qualidade, que são usados pelas empresas para:
“demonstrar sua capacidade (para garantir a qualidade
de seus produtos) junto a seus clientes e também
para avaliação por organismos certificadores”.
93
Princípios de Gestão da
Qualidade ISO 9000:2008
Principio 1 – Foco no cliente.
Principio 2 – Liderança.
Principio 3 – Envolvimento das pessoas.
Principio 4 – Abordagem de processos.
Principio 5 – Abordagem sistêmica para a gestão.
Principio 6 – Melhoria Contínua.
Principio 7 – abordagem factual para a tomada de decisão.
Principio 8 – Benefícios mútuos nas relações com fornecedores.
94
Gestão da Qualidade
Relação Ganha-Ganha
Foco no Cliente
Melhoria Contínua Visão de Processos
Visão Sistêmica
Liderança
Comprometimento
/ Envolvimento
Decisão Baseada
em Fatos
Princípios de Gestão da
Qualidade ISO 9000:2008
95
C
L
I
E
N
T
E
MELHORIA CONTÍNUA DO SISTEMA
DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ)
5
RESPONSABILIDADE
DA DIREÇÃO
6 GESTÃO
RECURSOS
8 MEDIÇÃO
ANÁLISE
MELHORIA
7
REALIZAÇ
ÃO
DO
PRODUTO
R
E
Q
U
I
S
I
T
O
S
C
L
I
E
N
T
E
S
A
T
I
S
F
A
Ç
Ã
O
A
P
D
C
Entrad
a
Produto
Saída
4 SISTEMADE GESTÃO
DA QUALIDADE
96
Processo de Implementação de
Sistema ISO 9001:2008
Consiste de:
• Avaliação pré-implementação.
• Implementação.
• Auditoria de certificação.
• Manutenção do certificado.
97
Six Sigma (Seis Sigma)
Programa de melhoria que tem por objetivo a redução
de desperdícios da não qualidade e,
consequentemente, a redução de custos e a melhoria
no atendimento de requisitos de clientes como
qualidade do produto e a confiabilidade de entrega.
Surgiu, na Motorola, nos anos 80.
Em 1987, a Motorola ganhou o prêmio Malcom
Baldrige de excelência em qualidade pelo Seis Sigma.
98
Constituição do programa Seis
Sigma
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: estabelece níveis de capacitação e
responsabilidades. Belts e Champions.
• MÉTODO PARA A MELHORIA: o método DMAIC adotado pelo Seis
Sigma é um método iterativo a exemplo do PDCA-MASP.
• TÉCNICAS ESTATÍSTICAS E NÃO ESTATÍSTICAS: usada no processo
de análise e tomada de decisão nas diferentes etapas do método de
melhoria.
Muitas das melhorias decorrem mais da aplicação sistemática do Seis
Sigma do que do uso de alguma técnica estatística.
99
Constituição do programa Seis
Sigma
• Define.
• Medir.
• Análise.
• Melhorar.
• Controlar.
100
Constituição do programa Seis
Sigma
101
Constituição do programa Seis
Sigma
• Seis Sigma faz referência ao nível de capabilidade do
processo.
• Capabilidade = capacidade de um dado processo fabricar
produtos dentro da faixa de especificação.
102
Constituição do programa Seis
Sigma
• Metodologia para melhoria de processos que faz com que se
atinjam níveis de defeitos de 3,4 ppm para as características
críticas de qualidade.
• Filosofia de negócios que visa a obtenção de produtos livres
de defeitos.
REDUÇÃO VARIABILIDADE DIMINUIÇÃO DE CUSTOS
CONHECIMENTO DO
PROCESSO
CICLO DMAIC
SATISFAÇÃO DOS CLIENTES AUMENTO DO
RENDIMENTO
DADOS E FATOS AUMENTO DE VENDAS
103
Constituição do programa Seis
Sigma
104
Constituição do programa Seis
Sigma
Sigma = σ = Desvio
padrão
-7
-6
-5
-4
-3
-2
-1
0
1
2
3
4
5
6
7
Eixo graduado em
Sigma
68,27 %
95,45 %
99,73 %
99,9937 %
99,999943 %
99,9999998 %
total: 317.300 ppm
45.500 ppm
2.700 ppm
63 ppm
0,57 ppm
0,002 ppm
entre + / - 1σ
entre + / - 2σ
entre + / - 3σ
entre + / - 4σ
entre + / - 5σ
entre + / - 6σ
σ
LI
C
LS
C
2 Sigma
6 Sigma
105
Considerações finais
• Foco melhoria contínua.
• Base dados e fatos.
• Todos na organização com uma só voz.
• Alinhamento.
106
QUALIDADE
Prof.ª Me. Daiane Maria de Genaro Chiroli
dmgenaro@hotmail.com

SLIDES - FUNDAMENTOS DA QUALIDADE - PROJETODE ENSINO -.pptx

  • 1.
    1 FUNDAMENTOS DA QUALIDADE Prof.ªMe. Daiane Maria de Genaro Chiroli dmgenaro@hotmail.com
  • 2.
    2 ROTEIRO • Introdução. • Oque é qualidade? • Evolução da Qualidade. • Qualidade e Produtividade. • Qualidade com foco no processo. • 5 Sensos.
  • 3.
  • 4.
    4 Conceito de Sobrevivência Aprodutividade cresce com a qualidade dos produtos, imprimindo maior competitividade à empresa e garantindo a sua sobrevivência no mercado.
  • 5.
  • 6.
    6 Como reduzir custos,aumentar a rentabilidade, agregar valor ao acionista, criar valor aos clientes, criar mais postos de trabalho, gerar renda, reduzir acidentes, melhorar a qualidade de vida e eliminar a poluição SIMULTANEAMENTE? Equação Estratégica
  • 7.
    7 CONCEITOS DE QUALIDADE •Adequação à necessidade do cliente. • A correspondência às especificações. • A conformidade com os requisitos. • A ausência de quebras/falhas. • A redução da variabilidade. • A preferência do consumidor.
  • 8.
    8 • Deming –14 Princípios • Criar constância de propósitos na melhoria contínua de produtos e serviços. • Adoção da nova filosofia. • Não depender da inspeção em massa. • Cessar a prática de avaliar as transações apenas com base nos preços. • Melhorar continuamente o sistema de produção e serviços. • Instituir o treinamento profissional do pessoal. • Instituir a liderança. • Eliminar o medo. • Romper as barreiras entre os departamentos. • Eliminar "slogans" e exortações para o pessoal. • Eliminar quotas numéricas. • Remover barreiras ao orgulho do trabalho bem realizado. • Instituir um vigoroso programa de educação e reciclagens nos novos métodos. • Planos de ação: agir no sentido de concretizar a transformação desejada. CONCEITOS DE QUALIDADE
  • 9.
  • 10.
    10 CONCEITOS DE PRODUTIVIDADE O conceitode produtividade se refere à capacidade da empresa gerar “produto” no seu processo produtivo. A eficiência desse processo não se restringe ao “mundo” da produção.
  • 11.
  • 12.
    12 Era da Inspeção •Produção artesanal e em pequena escala. • Cada artesão era responsável pela qualidade final do produto • Legitimaram a função de inspetor conferindo a ele a responsabilidade pela qualidade dos produtos. • Separação dos conceitos produtividade e qualidade. ∙ Separação dos bons e maus produtos, não prevenia os problemas, apenas os identificavam, ênfase à conformidade.
  • 13.
    13 Era do ControleEstatístico da Qualidade • 100% de inspeção= altos custos. • Princípios para monitorar e avaliar a produção. • Variabilidade-complexidade inerente aos processos. • Estruturação da gestão corretiva. • Desenvolvimento de técnicas de amostragem.
  • 14.
    14 Era da Garantiada Qualidade • Grande desenvolvimento tecnológico e industrial. • Profundas e revisões e reviravoltas administrativas e econômicas , enfatizou a necessidade de evidências objetivas, como custos de retrabalhos, mão de obra par o preparo, perdas financeiras, insatisfação do consumidor. • Prevenção passa a ser adotada nos processos produtivos redução dos desperdícios. • Os 4 principais movimentos que compõe esta era são: • A quantificação dos custos da qualidade. • O controle total da qualidade. • As técnicas de confiabilidade. • O programa zero defeitos.
  • 15.
    15 Era da Gestãoda Qualidade Total (TQM) • Foco valorização dos clientes e sua satisfação como fator de preservação e ampliação da participação no mercado. • Estratégia de negócio, grande potencial competitivo.
  • 16.
    16 Evolução • A consolidaçãoe o avanço da quarta era possibilitaram o surgimento da 5ª era (vários autores tratam como evolução da 4ª era). A Era da Gestão Estratégica da Qualidade (TQM e TQC).
  • 17.
  • 18.
    18 • É osistema de atividades dirigidas para se atingir clientes satisfeitos, empregados com responsabilidade e autoridade, maior faturamento e menor custo” (JURAN). • É uma estratégia de fazer negócios que objetiva maximizar a competitividade de uma empresa através da melhoria contínua da qualidade dos seus produtos, serviços, pessoas, processos e ambiente (GOETSCH). Gestão da Qualidade Total
  • 19.
    19 Gestão da Qualidade Fig.Inter-relação entre o conceito da qualidade, Gestão da Qualidade e os elementos que a compõem. Fonte: Adaptação. Carvalho e Paladini (2012, p. 91).
  • 20.
    20 Elementos da Gestãoda Qualidade Total Foco no Cliente Melhoria contínua Comprometimento & Envolvimento Educação & Treinamento Foco em processos Abordagem científica Valores Método s QFD DOE/Taguchi Seis Sigma Benchmarking FMEA PDCA SGQ ISO CEP Ferramenta s Gráficos de Controle Pareto Causa e Efeito Matriz de Relações Diagrama de Afinidades Histograma Diagrama Árvore
  • 21.
    21 ELEMENTOS DO TQM ElementoDESCRIÇÃO Liderança e apoio da alta direção Prover liderança no processo de mudança, exemplaridade e motivação da força de trabalho da organização. Deve também promover e estimular as práticas e abordagens direcionadas ao TQM. Relacionamentos com os clientes Concentrar as atividades com foco nos clientes e estabelecer canais de comunicação, visando a levantar suas necessidades e níveis de satisfação, promovendo um entendimento sobre os clientes. Gestão da força de trabalho Aplicar os princípios de gestão de recursos humanos, com base em um sistema de trabalho em equipe e com empowerment, processos de recrutamento e seleção, e capacitação e treinamento Relação com os Fornecedores Utilizar as Práticas de seleção e qualificação de fornecedores, bem como meios de medição de desempenho. Estabelecer relação de longo prazo com os fornecedores visando à colaboração mútua, além de buscar melhoria da qualidade dos produtos. Gestão por Processos Definir os processos-chave da organização, promover práticas preventivas, auto inspeção, utilizando planos de controle e utilização de métodos estatísticos na produção. Projeto de Produto Envolver todas as aéreas funcionais no processo de desenvolvimento de produto, visando a desenvolver um produto que venha a satisfazer aos requisitos dos clientes. Fatos e dados da qualidade Disponibilizar os dados e informações relativas à qualidade, como parte de um sistema de gestão transparente e de fácil visualização. Registros sobre indicadores da qualidade, incluindo índices de refugo, retrabalho, dados de garantia, custos da qualidade. Elementos da Gestão da Qualidade Total
  • 22.
    22 Gestão da QualidadeTotal CLIENTES ACIONISTAS EMPREGADOS Preço Qualidade do produtos Qualidade dos serviços Valor agregado Satisfação do empregado Valorização profissional Vantagens e benefícios Ações comunitárias Defesa do meio ambiente VIZINHOS
  • 23.
    23 Dimensões da QualidadeTotal Satisfazendo a Necessidade das Pessoas Dimensões Qualidade Custo Entrega Moral Segurança Produto Serviço Custo Preço Prazo Certo Local Certo Empregados Usuário Quantidade Certa Empregados Cliente Comunidade Cliente Acionista Empregado Comunidade Cliente Empregado Cliente Empregado Comunidade
  • 24.
    24 GESTÃO DA QUALIDADENO PROCESSO “Não há forma de definir qualidade sem atentar para o atendimento integral ao cliente. Não há forma de atender ao cliente sem qualidade no processo produtivo”. • Importante: • A qualidade no processo não é um fim em si mesma, mas apenas uma etapa relevante no objetivo real da qualidade: atenção ao cliente. • A melhoria somente ocorre se determinar benefícios concretos ao cliente.
  • 25.
    25 • As técnicasde Gestão da Qualidade no Processo visam a empresa como um todo. • Reflexos positivos: • Ganhos de produtividade. • Minimização de perdas e desperdícios. • Como? • Melhor emprego dos recursos da empresa • Tangíveis: mão de obra, materiais e equipamentos. • Intangíveis: energia, tempo, espaço, métodos, influência. GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO
  • 26.
    26 Perda é todae qualquer ação que possa tornar o produto menos adequado para uso e incapaz de atender plenamente ao cliente. GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO
  • 27.
    27 • Roteiro paraviabilizar a Gestão da Qualidade no Processo (PALADINI, 1995). • Eliminação de perdas. • Eliminação das causas das perdas. • Otimização do processo. GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO
  • 28.
    28 Eliminação das perdas Atividades Características 1.Eliminação de defeitos, refugos e retrabalho. 2. Emprego de programas de redução dos erros da mão de obra. 3. Esforços para minimizar custos de produção. 4. Eliminação de esforços inúteis. Natureza das Ações • Corretivas (visam eliminar falhas do sistema). • Ações direcionadas para elementos específicos do processo. • Alvo: limitado, bem definido. • Resultados: imediatos. Prioridade Minimizar desvios da produção Observações Não se acrescenta nada ao processo • Eliminam-se desperdícios. GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO
  • 29.
    29 Eliminação das causasda perdas Atividades Características 1. Estudo das causas de ocorrências de defeitos ou de situações que favorecem o seu aparecimento. 2. Controle estatístico de defeitos. 3. Desenvolvimento de projetos de experimentos voltados para a relação entre causas e efeitos. 4. Estruturação de sistemas de informações para monitorar a produção e avaliar. Natureza das Ações Preventivas • Ênfase: eliminar causas de falhas do sistema. • Meta: corrigir o mau uso dos recursos da empresa. • Ações direcionadas para áreas ou etapas do processo produtivo. • Resultados: médio prazo. Prioridade Evitar situações que possam conduzir a desvios da produção, eliminando-se elementos que a prejudiquem e gerando-se condições mais adequadas para seu funcionamento. Observações • Perda: toda e qualquer ação que não agrega valor ao produto. • Requer atividade de difícil implantação e de avaliação mais Complexa. GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO
  • 30.
    30 Otimização do Processo Atividades Características 1.Aumento da produtividade e da capacidade operacional da empresa. 2. Otimização da alocação dos recursos da empresa. 3. Adequação crescentes entre produto e processo; processo e projeto e projeto e mercado. 4. Estruturação de sistemas de informação para a qualidade. Natureza das Ações Atividades destinadas a gerar resultados benéficos à organização de forma permanente • Resultados: longo prazo. • Ações abrangentes, dirigindo-se para todo o processo produtivo. • Atuação tanto em termos de resultados individuais de áreas, grupos de pessoas ou setores, como na interface entre eles, enfatizando contribuições para o resultado global do processo. Prioridade Definir potencialidades da produção, enfatizando o que o processo tem de melhor hoje e o que é capaz de melhorá-lo ainda mais. Observações Esta é a única etapa que agrega, efetivamente, valor ao processo e, conseqüentemente, ao produto. GESTÃO DA QUALIDADE NO PROCESSO
  • 31.
    31 Fundamentos de Excelência- PNQ 2015 • Pensamento sistêmico: entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a organização e o ambiente externo. • Atuação em rede: desenvolvimento de relações e atividades em cooperação entre organizações ou indivíduos com interesses comuns e competências complementares. • Aprendizado organizacional: busca e alcance de um novo patamar de conhecimento para a organização por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências. • Cultura da inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas ideias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização. Fundamentos de Gestão
  • 32.
    32 Fundamentos de Excelência- PNQ 2015 ▪ Agilidade: flexibilidade e rapidez de adaptação a novas demandas das partes interessadas e mudanças do ambiente, considerando a velocidade de assimilação e o tempo de ciclo dos processos. ▪ Liderança transformadora: atuação dos líderes de forma inspiradora, exemplar, realizadora e com constância de propósito, estimulando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da organização, explorando as potencialidades das culturas presentes, preparando líderes e interagindo com as partes interessadas. ▪ Olhar para o futuro: projeção e compreensão de cenários e tendências prováveis do ambiente e dos possíveis efeitos sobre a organização, no curto e longo prazos, avaliando alternativas e adotando estratégias mais apropriadas. Fundamentos de Gestão
  • 33.
    33 Fundamentos de Excelência- PNQ 2015 ▪ Conhecimento sobre clientes e mercados: interação com clientes e mercados e entendimento de suas necessidades, expectativas e comportamentos, explícitos e potenciais, criando valor de forma sustentável. ▪ Responsabilidade social: dever da organização de responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida, por meio de um comportamento ético e transparente, visando ao desenvolvimento sustentável. ▪ Valorização das pessoas e da cultura: criação de condições favoráveis e seguras para as pessoas se desenvolverem integralmente, com ênfase na maximização do desempenho, na diversidade e fortalecimento de crenças, costumes e comportamentos favoráveis à excelência. Fundamentos de Gestão
  • 34.
    34 Fundamentos de Excelência- PNQ 2015 • Decisões fundamentadas: deliberações sobre direções a seguir e ações a executar, utilizando o conhecimento gerado a partir do tratamento de informações obtidas em medições, avaliações e análises de desempenho, de riscos, de retroalimentações e de experiências. • Orientação por processos: busca de eficiência e eficácia nos conjuntos de atividades que formam a cadeia de agregação de valor para os clientes e demais partes interessadas. • Geração de valor: alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais, bem como de resultados dos processos que os potencializam, em níveis de excelência e que atendam às necessidades das partes interessadas. Fundamentos de Gestão
  • 35.
  • 36.
    36 O que éo Programa 5S? • É uma filosofia de trabalho. • Promove a disciplina na empresa por meio da consciência e responsabilidade de todos. • Torna o ambiente de trabalho agradável, seguro e produtivo.
  • 37.
    37 Objetivos do Programa5S • Melhorar a qualidade de vida das pessoas no trabalho e fora dele. • Diminuir desperdícios de espaço, de tempo e de material. • Aumentar a produtividade das pessoas e dos processos.
  • 38.
    38 Origem do Programa5S • Década de 50, no Japão do pós-guerra. • Kaoru Ishikawa desenvolveu o programa. • A “cultura do 5s” permite fácil aplicação em diversos ambientes e faz com que pequenas mudanças do dia a dia proporcionem um grande resultado. • Hoje, esse programa é adotado por várias
  • 39.
    39 Origem do Programa5S • Em sua aplicação, deve-se seguir cada um dos sensos, aplicando um após o outro. Nesse processo, deve-se contar com a participação de todos para o sucesso do programa. • A maior dificuldade encontrada na implantação de um Programa “5s” é a resistência que as pessoas têm em relação às mudanças.
  • 40.
  • 41.
    41 Senso de descarte •Separar o necessário do desnecessário Para que? • Para manter no local de trabalho somente aquilo que é essencial para suas atividades. Como aplicar? • Levantar o que é realmente importante. • Separar o que não tem utilidade. • Descartar o que não serve.
  • 42.
    42 Senso de descarte Aplicação Analisecada recurso que você mantém no ambiente. 1. Retire todas as coisas e documentos das gavetas, armários e outros compartimentos. 2. Coloque de volta apenas o que você usa. 3. Mantenha próximo de você apenas o que você usa com muita frequência e na quantidade adequada. 4. O que você usa de vez em quando, deixe em um local mais afastado e que possa ser usado por outras pessoas. 5. Aquilo que você não usa mais, descarte-o do ambiente, enviando-o para possíveis interessados ou colocando-o no lixo.
  • 43.
  • 44.
    44 Senso de descarte Resultados? •Ambiente mais organizado, limpo e agradável. • Libera espaços. • Redução de desperdícios. • Prepara o ambiente para o segundo senso.
  • 45.
    45 Senso de Ordenação Colocarcada coisa em seu devido lugar Para que? • Para arrumar e ordenar o que é necessário e que permaneceu no local de trabalho. Como aplicar? • Analisar onde e como guardar as coisas, definindo seus critérios. • Padronizar nomes e locais de objetos, arquivos e espaços. • Identificar tudo visualmente, devolver tudo ao seu lugar após o uso.
  • 46.
  • 47.
    47 Senso de Ordenação Resultados? •Racionaliza os espaços. • Facilita o acesso aos materiais e equipamentos. • Facilidade de comunicação entre todos. • Melhorias no ambiente. • Prepara o ambiente para o terceiro senso.
  • 48.
    48 Senso de Limpeza Limpare cuidar do ambiente de trabalho • Para que? • Deixar o local limpo e as máquinas e equipamentos em perfeito estado de funcionamento. • Como aplicar? • Fazer faxina geral. • Deixar computadores e demais equipamentos funcionando. • Criar plano de manutenção preventiva. • Deixar o local de trabalho, espaços coletivos LIMPO.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
    51 Senso de Limpeza Resultados? •Criar um local de trabalho agradável. • Melhora a imagem da fábrica. • Mantém todos os equipamentos em perfeito estado de funcionamento e pronto para uso. • Aumenta a produtividade. • No Japão - limpeza de espírito - humor.
  • 52.
    52 Senso de Saúde Tornarsaudável o ambiente de trabalho • Para que? • Deixar as condições de trabalho favoráveis à saúde física e mental de todos. Como aplicar? • Manter um ambiente harmonioso e participativo. • Promover a ergonomia no local de trabalhos
  • 53.
    53 Senso de Saúde Resultados? •Eleva o nível de satisfação de todos. • Facilita as relações pessoais – comunicação. • Reduz riscos de acidentes. • Melhora a saúde. • Prepara o ambiente para o quinto senso.
  • 54.
    54 Senso de Autodisciplina Paraque? • Melhorar constantemente, desenvolver a força de vontade e disciplina. Como aplicar? • Disciplinar a prática dos sensos anteriores. • Realizar avaliações periódicas – auditorias surpresas. • Difundir os conceitos e informações regularmente. • “Autogestão”.
  • 55.
    55 Implantação • Comitê 5s. •Cronograma de implantação com a alta direção e gestores. Treinamentos e sensibilização. • Disponibilizar recursos. • Mutirão.
  • 56.
    56 Manutenção • Tratar não-conformidades. •Auditorias periódicas. • Motivação. • Divulgação com fotos do ambiente “antes e depois”. • Planilhas e gráficos de melhoria do setor. • Premiação.
  • 57.
    57 6S, 7S -Liderança • Shikari- Yarou: determinação, comprometimento, motivação - senso de servir. • Shido: treinamento profissional contínuo. • SER HUMANO.
  • 58.
    58 8S e 9S •Setsuyaku: Senso de Economia Dos recursos necessários: materiais e serviços. Reciclagem. • Shisei Rinri – Senso dos Princípios morais e éticos • A empresa deve definir padrões de conduta, para que cada empregado saiba o que é certo e o que é errado. • Boa representatividade perante clientes e fornecedores.
  • 59.
    59 10S • Sekinin Shakai– Responsabilidade social • Além dos tributos. • Trabalhos voluntários, entidades carentes.
  • 60.
    60 Considerações Finais Qualidade éessencial. Permite ser mais que competitiva. Práticas.
  • 61.
    61 ROTEIRO DA AULA •Ferramentas da Qualidade. • Qualidade e Serviço.
  • 62.
  • 63.
    63 P – Plan(Planejar) D – Do (Executar) C – Check (Verificar) A – Act (Agir corretivamente ou Padronizar) A D C P Método PDCA O PDCA é um método de gestão
  • 64.
    64 PDCA para Gerenciamentode Processos P D A C Pla n Do Actio n Check Defina as metas Determine os métodos para alcançar as metas Eduqu e e treine Execute o trabalho Verifique os efeitos do trabalho executado Atue no processo em função dos resultados
  • 65.
    65 PDCA para Soluçãode Problemas P D A C Pla n Do Actio n Check Executar as ações propostas Verificar os efeitos do trabalho executado Padroniza r I d e n t i f i c a r o p r o b l e m a O b s e r v a r o p r o b l e m a Analisar o problema Elaborar o plano de ação Conclui r
  • 66.
  • 67.
    67 Diagrama de Relações Servepara esclarecer as relações de causa e efeito de um problema ou situação complexa. Constitui de um mapa de relações de causa e efeito entre o efeito indesejável em estudo e suas causas fundamentais. É uma ferramenta que exige criatividade, capacidade de análise e reflexão. Sua construção exige várias reuniões.
  • 68.
  • 69.
    69 Diagrama de Afinidades CARDÁPIO Excesso de saladas verdes Macarrão comsabor ruim Ausência de refrigerante dietético Cafezinho ruim Sobremesas sempre iguais Cardápio pouco variado Toalhas de plástico Cadeiras Bambas Falta de espaço INSTALAÇÕES Talheres sujos SERVIÇO Limpeza lenta das mesas Pessoal pouco atencioso Demora para pagar conta
  • 70.
    70 Diagrama Sistemático • Estabelecera sequência de atividades que garantam o alcance dos objetivos e resultados desejados. Para garantir o encadeamento lógico das atividades, a construção do diagrama exige que se pergunte, sequencialmente, quais os modos e recursos necessários para perseguir um objetivo. • Criar um foco de atenção/concentração para qualquer equipe que deseja ter certeza de que todas as etapas estão contempladas e que as conexões entre modos e recursos são lógicas e harmônicas.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
    73 Estratificação • Consiste nadivisão de um grupo em diversos subgrupos com base em características distintas ou de estratificação.
  • 74.
    74 • Tem porobjetivo • Facilitar a coleta de dados. • Organizar os dados durante a coleta, eliminando a necessidade de rearranjo manual posterior. • A folha de verificação é um procedimento usado para responder a pergunta: “Com que frequência certos eventos acontecem?" FOLHA DE VERIFICAÇÃO OU FOLHA DE CONTROLE
  • 75.
    75 • Fixar qualevento está sendo estudado. • Definir o período durante o qual os dados serão coletados. • Construir um formulário claro e de fácil manuseio. • Coletar os dados honestamente. FOLHA DE VERIFICAÇÃO OU FOLHA DE CONTROLE
  • 76.
    76 Exemplo DESVIO MARCAS FREQUENCIA 510 15 20 D i â m e t r o -10 -9 LIE -8 -7 -6 -5 X 1 -4 X X 2 -3 X X X X X 5 -2 X X X X X X X X X X 11 -1 X X X X X X X X X X X X X X X 16 30,91 0 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 19 1 X X X X X X X X X X X X X 14 2 X X X X X X X X X X 10 3 X X X X X X 6 4 X X 3 5 X 2 6 X 1 7 LSE 8 9 10
  • 77.
    77 FOLHA DE VERIFICAÇÃOPARA CLASSIFICAÇÃO DE PRODUTO DEFEITUOSO Produto: Lente Estágio de fabricação: Inspeção final Tipo de defeito: Arranhão, trinca, revestimento inadequado, muito grossa, muito fina, não acabada. Total inspecionado: 1200 Data: 03/01/2011 Seção: INSPROD. Inspetor: Augusto da Silva Observações:__________________________________________________ Defeito contagem Sub total Arranhão Trinca Revestimento inadequado Muito grossa ou muito fina Não-acabada Outros IIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIII IIIII II 12 41 55 11 5 3 TOTAL 127 TOTAL REJEITADO IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIIII IIIIIIIIIIIII 90 FOLHAS DE VERIFICAÇÃO PARA CLASSIFICAÇÃO
  • 78.
    78 FOLHAS DE VERIFICAÇÃOPARA LOCALIZAÇÃO DE DEFEITOS • Útil para identificar a ocorrência de defeitos relacionados à aparência. FOLHA DE VERIFICAÇÃO PARA LOCALIZAÇÃO DE BOLHA Produto: pára brisa modelo abc Material: Vidro Data: 03/01/2011 Observações:_______________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________
  • 79.
    79 FOLHAS DE VERIFICAÇÃOPARA LOCALIZAÇÃO DE DEFEITOS
  • 80.
    80 Folha de Verificaçãopara Classificação dos tipos de reclamação na entrega
  • 81.
    81 Folha de verificaçãopara localização de causas de defeitos
  • 82.
    82 Folha de verificaçãopara localização de causas de defeitos
  • 83.
  • 84.
  • 85.
    85 Histograma • Com eleé possível a visualização da forma da distribuição de um conjunto de dados e também a percepção da localização do valor central e da dispersão dos dados em torno deste valor central. • Geram-se as perguntas: • 1. O processo é capaz de atender as especificações? • 2. A média de distribuição das medidas características da qualidade está próxima do centro da faixa de especificação (valor nominal)? • 3. É necessário adotar alguma medida para reduzir a variabilidade do processo?
  • 86.
  • 87.
    87 Diagrama de dispersão •Busca demonstrar o relacionamento entre duas causas existentes - o relacionamento entre a causa e o efeito. • Relação positiva: o aumento de uma variável leva ao aumento da outra. • Relação negativa: o aumento de uma variável leva à diminuição de outra. • Relação inexistente: a variação de uma variável não leva à uma variação sistemática de outra variável.
  • 88.
  • 89.
    89 Gráfico de Controle •Busca garantir que o processo atue na sua melhor condição. • A ferramenta é baseada em estatística e considera como princípio que todo processo tem variações estatísticas.
  • 90.
  • 91.
    91 A ISO • Sediadaem Genebra, presente em 153 países, representada por órgãos de normalização nacionais. • No Brasil, é representada pela ABNT. • Os padrões ISO 9000 e ISO 14000 já foram adotados por cerca de 634 mil organizações. Disponível em: <www.iso.org>. • A ISO possui uma parceria estratégica com a OMC (organização mundial do comércio). • Criada em 1946 para promover e desenvolver normas e atividades que facilitem o comércio internacional e a cooperação intelectual, científica, tecnológica e econômica;
  • 92.
    92 Normas ISO 9000 •A ISO define modelos de sistema de gestão da qualidade, que são usados pelas empresas para: “demonstrar sua capacidade (para garantir a qualidade de seus produtos) junto a seus clientes e também para avaliação por organismos certificadores”.
  • 93.
    93 Princípios de Gestãoda Qualidade ISO 9000:2008 Principio 1 – Foco no cliente. Principio 2 – Liderança. Principio 3 – Envolvimento das pessoas. Principio 4 – Abordagem de processos. Principio 5 – Abordagem sistêmica para a gestão. Principio 6 – Melhoria Contínua. Principio 7 – abordagem factual para a tomada de decisão. Principio 8 – Benefícios mútuos nas relações com fornecedores.
  • 94.
    94 Gestão da Qualidade RelaçãoGanha-Ganha Foco no Cliente Melhoria Contínua Visão de Processos Visão Sistêmica Liderança Comprometimento / Envolvimento Decisão Baseada em Fatos Princípios de Gestão da Qualidade ISO 9000:2008
  • 95.
    95 C L I E N T E MELHORIA CONTÍNUA DOSISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ) 5 RESPONSABILIDADE DA DIREÇÃO 6 GESTÃO RECURSOS 8 MEDIÇÃO ANÁLISE MELHORIA 7 REALIZAÇ ÃO DO PRODUTO R E Q U I S I T O S C L I E N T E S A T I S F A Ç Ã O A P D C Entrad a Produto Saída 4 SISTEMADE GESTÃO DA QUALIDADE
  • 96.
    96 Processo de Implementaçãode Sistema ISO 9001:2008 Consiste de: • Avaliação pré-implementação. • Implementação. • Auditoria de certificação. • Manutenção do certificado.
  • 97.
    97 Six Sigma (SeisSigma) Programa de melhoria que tem por objetivo a redução de desperdícios da não qualidade e, consequentemente, a redução de custos e a melhoria no atendimento de requisitos de clientes como qualidade do produto e a confiabilidade de entrega. Surgiu, na Motorola, nos anos 80. Em 1987, a Motorola ganhou o prêmio Malcom Baldrige de excelência em qualidade pelo Seis Sigma.
  • 98.
    98 Constituição do programaSeis Sigma ESTRUTURA ORGANIZACIONAL: estabelece níveis de capacitação e responsabilidades. Belts e Champions. • MÉTODO PARA A MELHORIA: o método DMAIC adotado pelo Seis Sigma é um método iterativo a exemplo do PDCA-MASP. • TÉCNICAS ESTATÍSTICAS E NÃO ESTATÍSTICAS: usada no processo de análise e tomada de decisão nas diferentes etapas do método de melhoria. Muitas das melhorias decorrem mais da aplicação sistemática do Seis Sigma do que do uso de alguma técnica estatística.
  • 99.
    99 Constituição do programaSeis Sigma • Define. • Medir. • Análise. • Melhorar. • Controlar.
  • 100.
  • 101.
    101 Constituição do programaSeis Sigma • Seis Sigma faz referência ao nível de capabilidade do processo. • Capabilidade = capacidade de um dado processo fabricar produtos dentro da faixa de especificação.
  • 102.
    102 Constituição do programaSeis Sigma • Metodologia para melhoria de processos que faz com que se atinjam níveis de defeitos de 3,4 ppm para as características críticas de qualidade. • Filosofia de negócios que visa a obtenção de produtos livres de defeitos. REDUÇÃO VARIABILIDADE DIMINUIÇÃO DE CUSTOS CONHECIMENTO DO PROCESSO CICLO DMAIC SATISFAÇÃO DOS CLIENTES AUMENTO DO RENDIMENTO DADOS E FATOS AUMENTO DE VENDAS
  • 103.
  • 104.
    104 Constituição do programaSeis Sigma Sigma = σ = Desvio padrão -7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 Eixo graduado em Sigma 68,27 % 95,45 % 99,73 % 99,9937 % 99,999943 % 99,9999998 % total: 317.300 ppm 45.500 ppm 2.700 ppm 63 ppm 0,57 ppm 0,002 ppm entre + / - 1σ entre + / - 2σ entre + / - 3σ entre + / - 4σ entre + / - 5σ entre + / - 6σ σ LI C LS C 2 Sigma 6 Sigma
  • 105.
    105 Considerações finais • Focomelhoria contínua. • Base dados e fatos. • Todos na organização com uma só voz. • Alinhamento.
  • 106.
    106 QUALIDADE Prof.ª Me. DaianeMaria de Genaro Chiroli dmgenaro@hotmail.com