A passagem discute o papel do Judiciário em garantir os direitos fundamentais estabelecidos na Constituição, mesmo quando isso significa limitar os outros poderes. O texto argumenta que (1) princípios constitucionais são superiores às leis ordinárias e (2) o Judiciário deve impedir abusos de poder e assegurar que ninguém tenha seus direitos negados, inclusive o acesso a medicamentos essenciais.