FACULDADE CATÓLICA DE BELÉM
ACADÊMICO: JAVÉ DE OLIVEIRA SILVA
SEMINÁRIO TEMÁTICO: SÃO TOMÁS DE AQUINO E
A SUMA TEOLÓGICA
DOCENTE: PE. JEAN EUDES
ANANINDEUA, NOVEMBRO DE 2016
- Obra: Santo Tomás de Aquino: Mestre
Espiritual (Jean-Pierre Torrel);
- Mestre em Sagrada Escritura (magister in
sacra pagina);
- O termo theologia é usado diferente do
sentido atual
Teologia e Espiritualidade
- Refere-se de uma parte da filosofia:
qeologikη;
- A sacra doutrina: possui tamanha
significação e amplitude, que leva Tomás a
compor diversas obras;
- As sua obras seguiam as linhas:
especulativa, histórico-positiva e mística;
Teologia e Espiritualidade
- A fé como expressão da vida teologal,
garantindo o bem fazer do teólogo;
- Surgem as questões sobre o objeto e o
sujeito da fé;
Teologia e Espiritualidade
O objeto da fé:
- A revelação, a
verdade divina
O sujeito da fé:
-“Deus é o sujeito
desta ciência”
(1a q.1 a.7)
- Definição dada por Walter H. Principe:
a uma vivencia sobre a moção do Espírito e
uma espiritualidade ligada à prática;
1° - Spiritualita salienta-se uma vida baseada
na caridade e nas virtudes recebidas pelo
Espírito;
2° - saber nascido da experiência de vida –
doutrina espiritual.
Teologia e Espiritualidade
OS HÁBITOS E AS
VIRTUDES
I Seção da II Parte
Questões 49 – 58
A palavra latina habitus (e seu
equivalente grego hexis) significa
uma constituição, um estado do corpo
e alma, uma maneira de ser;
Uma disposição, uma capacidade da
natureza humana, a qual se específica
e individual, finalizada no agir.
I Seção da II Parte
OS HÁBITOS E AS VIRTUDES
I Seção da II Parte
Questão 49
OS HÁBITOS EM
GERAL QUANTO
À SUA
SUBSTÂNCIA
Art. 1 - O hábito é uma
qualidade?
Art. 2 -O hábito é uma espécie
determinada de qualidade?
Art. 3 - O hábito implica
ordenação ao ato?
Art. 4 - É necessário háver
hábitos?
I Seção da II Parte
Questão 50
O SUJEITO DOS
HÁBITOS
Art. 1 – Existe algum hábito no corpo?
Art. 2 – A alma é sujeito de hábitos
segundo sua essência ou segundo
sua polêmica?
Art. 3 – Nas potências da parte
sensitiva pode existir algum hábito?
Art. 4 – Existem hábitos no intelecto?
Art. 5 – Existe algum hábito na
vontade?
Art. 6 – Existem hábitos nos anjos?
I Seção da II Parte
Questão 51
A CAUSA DOS
HÁBITOS
QUANTO À SUA
GERAÇÃO
Art. 1 – Existem hábitos
provenientes da natureza?
Art. 2 – Existem hábitos
causados por atos?
Art. 3 – Pode o hábito se
gerado por um só ato?
Art. 4 – Existem nos homens
hábitos infundidos por Deus?
I Seção da II Parte
Questão 52
O AUMENTO
DOS HÁBITOS
Art. 1 – Os hábitos
aumentam?
Art. 2 – Aumentam os
hábitos por adição?
Art. 3 – Qualquer ato
aumenta um hábito?
I Seção da II Parte
Questão 53
A DESTRUIÇÃO E
A DIMINUIÇÃO
DOS HÁBITOS
Art. 1 – Pode o hábito
desaparecer?
Art. 2 – Pode o hábito
diminuir?
Art. 3 – Desaparece ou
diminui um hábito pelo
simples cessar dos atos?
I Seção da II Parte
Questão 54
A DISTINÇÃO
DOS HÁBITOS
Art. 1 – Podem existir muitos
hábitos numa só potência?
Art. 2 – Distinguem-se os
hábitos pelos objetos?
Art. 3 - Distinguem-se os
hábitos pelo bem ou pelo
mal?
Art. 4 – Um único hábito é
constituído por muitos?
I Seção da II Parte
Questão 55
A ESSÊNCIA DA
VIRTUDE
Art. 1 – A virtude humana é
uma hábito?
Art. 2 – A virtude humana é
um hábito ou uma ação?
Art. 3 – A virtude humana é
um hábito bom?
Art. 4 – A virtude é definida
convenientemente?
I Seção da II Parte
Questão 56
O SUJEITO
DA VIRTUDE
Art. 1 – A virtude está na potência da alma
como seu sujeito?
Art. 2 – Uma só virtude pode existir em
várias potências?
Art. 3 – O intelecto pode ser sujeito da
virtude?
Art. 4 – O irascívil e o concupscívilsão sujeito
de virtude?
Art. 5 – AS potências apreensivas sensitiva
são sujeito da virtude?
Art. 6 – A vontade pode ser sujeito da
virtude?
I Seção da II Parte
Questão 57
A DISTINÇÃO
DAS
VIRTUDES
INTELECTUAIS
Art. 1 – Ao hábitos intelectuais especulativos são
virtudes?
Art. 2 – São apenas três os hábitos intelectuais
especulativos, a saber: a sabedoria, a ciência e o
intelecto?
Art. 3 – A arte, como hábito intelectual, é uma
virtude?
Art. 4 – A prudência é uma virtude distinta da
arte?
Art. 5 – A Prudência é uma virtude necessária ao
homem?
Art. 6 – Bom conselho, bom senso e equidade
são virtudes ligadas à prudência?
I Seção da II Parte
Questão 58
A distinção
entre virtudes
morais e
intelectuais
Art. 1 – Toda virtude é uma virtude
moral?
Art. 2 – A virtude moral distingui-
se da intelectual?
Art. 3 – É suficiente dividir a
virtude em moral e intelectual?
Art. 4 – A virtude moral pode
existir sema a virtude intelectual?
Art. 5 – A virtude intelectual pode
existir sem a virtude moral?
Seminário sto tomás

Seminário sto tomás

  • 1.
    FACULDADE CATÓLICA DEBELÉM ACADÊMICO: JAVÉ DE OLIVEIRA SILVA SEMINÁRIO TEMÁTICO: SÃO TOMÁS DE AQUINO E A SUMA TEOLÓGICA DOCENTE: PE. JEAN EUDES ANANINDEUA, NOVEMBRO DE 2016
  • 2.
    - Obra: SantoTomás de Aquino: Mestre Espiritual (Jean-Pierre Torrel); - Mestre em Sagrada Escritura (magister in sacra pagina); - O termo theologia é usado diferente do sentido atual Teologia e Espiritualidade
  • 3.
    - Refere-se deuma parte da filosofia: qeologikη; - A sacra doutrina: possui tamanha significação e amplitude, que leva Tomás a compor diversas obras; - As sua obras seguiam as linhas: especulativa, histórico-positiva e mística; Teologia e Espiritualidade
  • 4.
    - A fécomo expressão da vida teologal, garantindo o bem fazer do teólogo; - Surgem as questões sobre o objeto e o sujeito da fé; Teologia e Espiritualidade O objeto da fé: - A revelação, a verdade divina O sujeito da fé: -“Deus é o sujeito desta ciência” (1a q.1 a.7)
  • 5.
    - Definição dadapor Walter H. Principe: a uma vivencia sobre a moção do Espírito e uma espiritualidade ligada à prática; 1° - Spiritualita salienta-se uma vida baseada na caridade e nas virtudes recebidas pelo Espírito; 2° - saber nascido da experiência de vida – doutrina espiritual. Teologia e Espiritualidade
  • 6.
    OS HÁBITOS EAS VIRTUDES I Seção da II Parte Questões 49 – 58
  • 7.
    A palavra latinahabitus (e seu equivalente grego hexis) significa uma constituição, um estado do corpo e alma, uma maneira de ser; Uma disposição, uma capacidade da natureza humana, a qual se específica e individual, finalizada no agir. I Seção da II Parte OS HÁBITOS E AS VIRTUDES
  • 8.
    I Seção daII Parte Questão 49 OS HÁBITOS EM GERAL QUANTO À SUA SUBSTÂNCIA Art. 1 - O hábito é uma qualidade? Art. 2 -O hábito é uma espécie determinada de qualidade? Art. 3 - O hábito implica ordenação ao ato? Art. 4 - É necessário háver hábitos?
  • 9.
    I Seção daII Parte Questão 50 O SUJEITO DOS HÁBITOS Art. 1 – Existe algum hábito no corpo? Art. 2 – A alma é sujeito de hábitos segundo sua essência ou segundo sua polêmica? Art. 3 – Nas potências da parte sensitiva pode existir algum hábito? Art. 4 – Existem hábitos no intelecto? Art. 5 – Existe algum hábito na vontade? Art. 6 – Existem hábitos nos anjos?
  • 10.
    I Seção daII Parte Questão 51 A CAUSA DOS HÁBITOS QUANTO À SUA GERAÇÃO Art. 1 – Existem hábitos provenientes da natureza? Art. 2 – Existem hábitos causados por atos? Art. 3 – Pode o hábito se gerado por um só ato? Art. 4 – Existem nos homens hábitos infundidos por Deus?
  • 11.
    I Seção daII Parte Questão 52 O AUMENTO DOS HÁBITOS Art. 1 – Os hábitos aumentam? Art. 2 – Aumentam os hábitos por adição? Art. 3 – Qualquer ato aumenta um hábito?
  • 12.
    I Seção daII Parte Questão 53 A DESTRUIÇÃO E A DIMINUIÇÃO DOS HÁBITOS Art. 1 – Pode o hábito desaparecer? Art. 2 – Pode o hábito diminuir? Art. 3 – Desaparece ou diminui um hábito pelo simples cessar dos atos?
  • 13.
    I Seção daII Parte Questão 54 A DISTINÇÃO DOS HÁBITOS Art. 1 – Podem existir muitos hábitos numa só potência? Art. 2 – Distinguem-se os hábitos pelos objetos? Art. 3 - Distinguem-se os hábitos pelo bem ou pelo mal? Art. 4 – Um único hábito é constituído por muitos?
  • 14.
    I Seção daII Parte Questão 55 A ESSÊNCIA DA VIRTUDE Art. 1 – A virtude humana é uma hábito? Art. 2 – A virtude humana é um hábito ou uma ação? Art. 3 – A virtude humana é um hábito bom? Art. 4 – A virtude é definida convenientemente?
  • 15.
    I Seção daII Parte Questão 56 O SUJEITO DA VIRTUDE Art. 1 – A virtude está na potência da alma como seu sujeito? Art. 2 – Uma só virtude pode existir em várias potências? Art. 3 – O intelecto pode ser sujeito da virtude? Art. 4 – O irascívil e o concupscívilsão sujeito de virtude? Art. 5 – AS potências apreensivas sensitiva são sujeito da virtude? Art. 6 – A vontade pode ser sujeito da virtude?
  • 16.
    I Seção daII Parte Questão 57 A DISTINÇÃO DAS VIRTUDES INTELECTUAIS Art. 1 – Ao hábitos intelectuais especulativos são virtudes? Art. 2 – São apenas três os hábitos intelectuais especulativos, a saber: a sabedoria, a ciência e o intelecto? Art. 3 – A arte, como hábito intelectual, é uma virtude? Art. 4 – A prudência é uma virtude distinta da arte? Art. 5 – A Prudência é uma virtude necessária ao homem? Art. 6 – Bom conselho, bom senso e equidade são virtudes ligadas à prudência?
  • 17.
    I Seção daII Parte Questão 58 A distinção entre virtudes morais e intelectuais Art. 1 – Toda virtude é uma virtude moral? Art. 2 – A virtude moral distingui- se da intelectual? Art. 3 – É suficiente dividir a virtude em moral e intelectual? Art. 4 – A virtude moral pode existir sema a virtude intelectual? Art. 5 – A virtude intelectual pode existir sem a virtude moral?