Marketing Eleitoral
COMO CONQUISTAR VOTOS ATRAVÉS DA INTERNET
Bruna Ferreira
Carlos Mota
Daniel Paulino
Francº Lairton
Nara Regina
Romilda Viana
EQUIPE
Conceito de Marketing
 Processo usado para determinar que produtos ou serviços poderão
interessar aos consumidores, assim como a estratégia que se irá
utilizar nas vendas, comunicações e no desenvolvimento do
negócio. A finalidade do marketing é criar valor e satisfação no
cliente, gerindo relacionamentos lucrativos para ambas as partes.
“
”
É a entrega de satisfação
para o cliente em forma
de benefício
KOTLER e ARMSTRONG, 1999
“
”
É despertar nos consumidores
suas necessidades reprimidas e
demonstrar como supri-las
através de produtos e/ou
serviços.
NÓBREGA, Moacir, 2008
??
Marketing Político ou Eleitoral?
 O marketing político é um conjunto de técnicas e procedimentos
que tem como objetivos adequar um candidato/candidata ao
seu eleitorado potencial, procurando fazê-lo, num primeiro
momento, conhecido do maior número de eleitores possível e,
em seguida, mostrando o diferente de seus adversários,
obviamente melhor posicionado.
 O marketing eleitoral abrange todas as técnicas de comunicação
disponíveis no mercado, iniciando-se por um trabalho de pesquisa e
sondagem, que irá nortear a construção da espinha dorsal da
comunicação eleitoral como um todo e do projeto de marketing político.
O marketing eleitoral preocupa-se, portanto, com a formação da imagem
em curto prazo. O fato crucial é o tempo.
Marketing político na era digital
 As eleições municipais passaram e muitos
candidatos a prefeito e vereador tentaram muito
explorar as redes sociais e os mais variados
recursos da internet para atingir o seu eleitorado e
fazer sua campanha política.
 O TSE criou regras para as campanhas eleitorais
online, como usar as redes sociais e Blogs, mas só
isso não basta para que o candidato consiga falar
diretamente com o seu público, sem afugentá-lo
ou gerar antipatia.
 Terreno ainda pouco explorado durante as
campanhas, são raros os casos de sucesso dos
políticos nas redes sociais (o mais famoso foi a
eleição de Barack Obama em 2008).
Uso de recursos
 Por mais que alguns recursos já sejam amplamente conhecidos e
usados por todos como o Facebook e o Twitter, há limites
importante que um candidato precisa conhecer para que não seja
frustrada a tentativa de falar diretamente ao eleitorado. Muita
gente não quer ver entre suas mensagens de e-mail ou no seu perfil
do Facebook, pedidos de voto e “santinhos” virtuais.
Estratégias em comunicação
digital essenciais
 Monitoramento;
 Ação nas redes sociais;
 Sites;
 Aplicativos.
1 - Monitoramento
 Mesmo se você não está na Internet, corre um
grande risco de ainda assim estarem falando de
você ou de sua marca na web.
 Então, nada melhor do que assumir seu
posicionamento e, mais do que isso, buscar formas
de interagir com o tipo de mensagem está
relacionada com você.
 Para isso, é essencial o monitoramento. Ele permite
prever crises, medir sua popularidade (menções
positivas e negativas), acompanhar tendências,
analisar concorrentes e comparar.
2 - Ação nas redes (mídias) sociais
 Nas últimas eleições, Dilma, Serra e
Marina, entre outros, adotaram os perfis
nas redes sociais como o Twitter, como
parte da estratégia de seu marketing
político. Mais do que estar presente,
respondiam perguntas, interagiam com
eleitores, tudo, claro, auxiliado por sua
equipe.
 O ideal é ser transparente quando se está por trás desses perfis e demonstrar
quando é o candidato e quando é a equipe. De outro modo, o perfil perde
a credibilidade e tem efeito contrário.
3 - Sites
 Durante a campanha, ter uma central de
conteúdo, seu canal oficial de informações,
além dos já falados perfis nas redes sociais é
essencial. É no site que o político pode
aprofundar o conteúdo, explicitar suas
propostas, gerar notícias…
 As vantagens são inúmeras, inclusive o site
pode agregar funções de outras redes sociais.
 Alguns exemplos simples de conteúdo que às vezes são impossíveis de achar
sobre um candidato: seção de perguntas e respostas mais comuns e
divulgação da agenda de campanha (atualizada).
4 - Aplicativos
 Aplicativos são cada vez
mais populares e reforçam
ainda mais o engajamento
dos usuários.
 Barack Obama, que sabe
das coisas, criou o seu para
a segunda disputa,
gerando um movimento de
apoio em torno de sua
campanha.
Enfim, o que importa é a
imagem...____________________________________________________________________
Referências
 Marketing Eleitoral – Marcelo O. Coutinho de Lima
 Blog do Fernando Rodrigues -
http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br
 MSL Comunicação e Estratégia -
http://www.mslestrategia.com.br/blog
 Portal do Marketing - http://www.portaldomarketing.com.br

Seminário :: Marketing eleitoral

  • 1.
    Marketing Eleitoral COMO CONQUISTARVOTOS ATRAVÉS DA INTERNET
  • 2.
    Bruna Ferreira Carlos Mota DanielPaulino Francº Lairton Nara Regina Romilda Viana EQUIPE
  • 3.
    Conceito de Marketing Processo usado para determinar que produtos ou serviços poderão interessar aos consumidores, assim como a estratégia que se irá utilizar nas vendas, comunicações e no desenvolvimento do negócio. A finalidade do marketing é criar valor e satisfação no cliente, gerindo relacionamentos lucrativos para ambas as partes.
  • 4.
    “ ” É a entregade satisfação para o cliente em forma de benefício KOTLER e ARMSTRONG, 1999
  • 5.
    “ ” É despertar nosconsumidores suas necessidades reprimidas e demonstrar como supri-las através de produtos e/ou serviços. NÓBREGA, Moacir, 2008
  • 6.
  • 7.
    Marketing Político ouEleitoral?  O marketing político é um conjunto de técnicas e procedimentos que tem como objetivos adequar um candidato/candidata ao seu eleitorado potencial, procurando fazê-lo, num primeiro momento, conhecido do maior número de eleitores possível e, em seguida, mostrando o diferente de seus adversários, obviamente melhor posicionado.  O marketing eleitoral abrange todas as técnicas de comunicação disponíveis no mercado, iniciando-se por um trabalho de pesquisa e sondagem, que irá nortear a construção da espinha dorsal da comunicação eleitoral como um todo e do projeto de marketing político. O marketing eleitoral preocupa-se, portanto, com a formação da imagem em curto prazo. O fato crucial é o tempo.
  • 8.
    Marketing político naera digital  As eleições municipais passaram e muitos candidatos a prefeito e vereador tentaram muito explorar as redes sociais e os mais variados recursos da internet para atingir o seu eleitorado e fazer sua campanha política.  O TSE criou regras para as campanhas eleitorais online, como usar as redes sociais e Blogs, mas só isso não basta para que o candidato consiga falar diretamente com o seu público, sem afugentá-lo ou gerar antipatia.  Terreno ainda pouco explorado durante as campanhas, são raros os casos de sucesso dos políticos nas redes sociais (o mais famoso foi a eleição de Barack Obama em 2008).
  • 9.
    Uso de recursos Por mais que alguns recursos já sejam amplamente conhecidos e usados por todos como o Facebook e o Twitter, há limites importante que um candidato precisa conhecer para que não seja frustrada a tentativa de falar diretamente ao eleitorado. Muita gente não quer ver entre suas mensagens de e-mail ou no seu perfil do Facebook, pedidos de voto e “santinhos” virtuais.
  • 10.
    Estratégias em comunicação digitalessenciais  Monitoramento;  Ação nas redes sociais;  Sites;  Aplicativos.
  • 11.
    1 - Monitoramento Mesmo se você não está na Internet, corre um grande risco de ainda assim estarem falando de você ou de sua marca na web.  Então, nada melhor do que assumir seu posicionamento e, mais do que isso, buscar formas de interagir com o tipo de mensagem está relacionada com você.  Para isso, é essencial o monitoramento. Ele permite prever crises, medir sua popularidade (menções positivas e negativas), acompanhar tendências, analisar concorrentes e comparar.
  • 12.
    2 - Açãonas redes (mídias) sociais  Nas últimas eleições, Dilma, Serra e Marina, entre outros, adotaram os perfis nas redes sociais como o Twitter, como parte da estratégia de seu marketing político. Mais do que estar presente, respondiam perguntas, interagiam com eleitores, tudo, claro, auxiliado por sua equipe.  O ideal é ser transparente quando se está por trás desses perfis e demonstrar quando é o candidato e quando é a equipe. De outro modo, o perfil perde a credibilidade e tem efeito contrário.
  • 13.
    3 - Sites Durante a campanha, ter uma central de conteúdo, seu canal oficial de informações, além dos já falados perfis nas redes sociais é essencial. É no site que o político pode aprofundar o conteúdo, explicitar suas propostas, gerar notícias…  As vantagens são inúmeras, inclusive o site pode agregar funções de outras redes sociais.  Alguns exemplos simples de conteúdo que às vezes são impossíveis de achar sobre um candidato: seção de perguntas e respostas mais comuns e divulgação da agenda de campanha (atualizada).
  • 14.
    4 - Aplicativos Aplicativos são cada vez mais populares e reforçam ainda mais o engajamento dos usuários.  Barack Obama, que sabe das coisas, criou o seu para a segunda disputa, gerando um movimento de apoio em torno de sua campanha.
  • 15.
    Enfim, o queimporta é a imagem...____________________________________________________________________
  • 17.
    Referências  Marketing Eleitoral– Marcelo O. Coutinho de Lima  Blog do Fernando Rodrigues - http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br  MSL Comunicação e Estratégia - http://www.mslestrategia.com.br/blog  Portal do Marketing - http://www.portaldomarketing.com.br