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2
Para entendermos melhor a importância do marketing nas mídias sociais, precisamos
tambémdefinirbemosconceitosdemarketingpolíticoeeleitoraleavaliarsuasdiferenças.
Trabalharemos com estes dois conceitos inseridos diretamente na organização pré-
eleitoral, durante e pós-eleitoral.
Prefácio
Para entendermos melhor a importância
do marketing nas mídias sociais,
precisamos também definir bem os
conceitos de marketing político e eleitoral
e avaliar suas diferenças. Trabalharemos
com estes dois conceitos inseridos
diretamente na organização pré-eleitoral,
durante e pós-eleitoral.
O marketing eleitoral consiste em
implantar técnicas de marketing político e
comunicação social integrados, de forma
a conquistar a aprovação e simpatia da
sociedade, construindo uma imagem
do candidato que seja sólida e consiga
transmitir confiabilidade e segurança à
população elevando o seu conceito em
nível de opinião pública.
O marketing eleitoral preocupa-se,
portanto, com a formação da imagem em
curto prazo. O fato crucial é o tempo.
Definido isto, a tarefa dos candidatos
será definir às necessidades de seus
eleitores e a partir daí investir na melhor
forma de trabalho para atender estas
demandas e melhorar a qualidade de vida
da população.
Pensandoemumsentidodecoletividade,
é preciso focar no bem comum e ser fiel
e representativo às suas propostas. A
consolidação da democracia dá-se ao
poder do político de verificar as diferentes
demandas de cada setor da sociedade
e entender que nem todos estes setores
aceitarão suas propostas. A partir disto,
saímos do sentido coletivo e objetivamos
alguns pontos chaves, que irão auxiliar
grupos definidos da população.
Surge aí, um tom mais ideológico, cada
candidato irá definir suas propostas a
partir daquilo que acredita e defenderá
suas ideologias durante todo o processo.
Antigamente, usavam-se panfletos,
carros de som, muros pintados com os
números dos candidatos e votava-se por
amizade ou afinidade em um candidato.
Hoje, tudo evoluiu e as mídias sociais são
ferramentas que podem construir um
dialogo permanente e ágil com todos os
setores da sociedade. Os eleitores estão
mais informados e exigentes, é preciso
ser mais que amigo, é necessário ser
competente,emaisdoqueissovocêprecisa
dar publicidade a suas ações. Não se tira,
de maneira nenhuma, a importância do
boca a boca, porém entende-se que toda
oportunidade de demonstrar o trabalho e
fazer com que ele dissemine de maneira
mais rápida e eficaz perante a população,
dá-se a partir da comunicação digital.
3
Mídias Sociais
As redes Sociais revolucionaram a
forma como os políticos e campanhas
se relacionam e se portam perante o
eleitorado, principalmente em 2014.
No que se refere as eleições, as mídias
sociais desempenharam um papel
determinante para que os candidatos e
partidos pudessem mapear e se aproximar
de seus eleitores.
Muitos candidatos apostaram no uso de
mídias digitais para, entre outras coisas,
posicionarem suas imagens como figuras
públicas.
Com o intuito de contribuir com
nossos candidatos nas próximas eleições
municipais, criamos este manual de
atuação eleitoral nas Redes Sociais. Nele,
descrevemos importantes caminhos que
um político deve traçar antes, durante e
após as eleições.
É impossível pensar em eleições, nos
dias de hoje, sem pensar na estrutura de
marketing que iremos atuar dentro de
cada novo seguimento que surgiu com
o uso desta potente ferramenta que é a
internet.
Há muito tempo, as campanhas
eleitorais já deixaram de ser um processo
de impressão de panfletos ou pintura de
muros em locais estratégicos.
Hoje a política é totalmente direcionada,
desde a escolha do slogan do candidato,
que já possui embutido o conceito e
estratégia de campanha, até os palpites
da boca a boca que viram pesquisas na
internet.
“
Desejamos a todos uma ótima
campanha nas redes sociais
e nosso mandato continua a
disposição.
Um abraço Fraterno”
4
Sumário
5
Introdução
O marketing digital eleitoral já é uma
realidade na política mundial e brasileira,
principalmente em decorrência da
popularização do acesso à Internet e o
uso das redes sociais como forma de
esclarecimento, pesquisa e participação.
O marketing político passa por um
momento de transição e é importante
que os políticos tomem consciência das
consequências dessas mudanças em
termos de marketing político digital.
Uma campanha de marketing político
não pode fechar os olhos aos mais de 110
milhões de internautas no Brasil. É uma
legião de eleitores que fazem a diferença
em uma campanha eleitoral seja ela
majoritária ou proporcional. Em nosso
Manual de marketing político digital
chamamos atenção para o potencial
dessa fatia da população que encontra da
Internet a respostas para as dúvidas na
hora de votar.
As pesquisas mostram que
aproximadamente 40% dos eleitores
chegam no dia da eleição sem ter a
mínima ideia de em quem votar. É nesse
cenário que o marketing digital eleitoral
se faz presente e esclarece a população,
principalmente através das mídias sociais.
As redes sociais como Facebook,
Twitter, Whatsapp, Youtube e Instagram
se transformaram em verdadeiros
oráculos, formando opiniões e apontando
problemas que afligem o eleitorado. Dessa
forma, se torna obrigatório em uma
campanha de marketing digital eleitoral
uma forte atuação nestas mídias para que
os candidatos possam levar ao publico
suas plataformas, ideias, posicionamentos
e realizações.
O marketing político digital está se
tornando um segmento cada vez mais
sofisticado e por isso exige inovação,
criatividade, dedicação e muito conteúdo
relevante.
É a hora do Marketing Político Digital
6
Criar uma campanha de marketing
digital eleitoral não é mais uma opção e
sim uma imposição do eleitorado. Para
ser eficiente esta ação deve ser muito bem
planejada e executada por profissionais
gabaritados com pleno conhecimento das
ferramentas disponíveis no marketing
digital atual.
Não adianta juntar um monte de peças
do marketing convencional, digitalizar e
chamar isso de campanha de “marketing
digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma
colcha de retalhos. Uma verdadeira
campanha de marketing digital eleitoral
envolve pesquisa do público-alvo,
planejamento de mídia, cronograma e
mensuração de resultados.
Os candidatos ao pleito de 2016
deverão se preparar para expor de
forma clara suas propostas nos
diversos canais da Internet
e principalmente, interagir
com os eleitores, o que não
estão muito acostumados. Usar
a Internet como simplesmente
um palanque eleitoral digital, sem
interação com o público não é ter
uma campanha de marketing digital
eleitoral.
O desafio do marketing digital
eleitoral nas novas mídias
digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma
colcha de retalhos. Uma verdadeira
campanha de marketing digital eleitoral
envolve pesquisa do público-alvo,
planejamento de mídia, cronograma e
Os candidatos ao pleito de 2016
deverão se preparar para expor de
a Internet como simplesmente
um palanque eleitoral digital, sem
interação com o público não é ter
uma campanha de marketing digital
7
A agência de marketing social We
Are Social divulgou o Relatório Digital,
Social e Móbile de 2015, que mostra as
estatísticas completas de uso de internet
em 2014. O estudo ainda tem uma parte
inteira dedicada à Internet no Brasil.
Presença digital do brasileiro
Somos 204 milhões de indivíduos no
país. Destes, 54% são usuários ativos de
internet. Mas o nosso forte mesmo é o
móbile: tem mais celular que gente no
Brasil.
Presença digital do brasileiro
Somos 204 milhões de indivíduos no
país. Destes, 54% são usuários ativos de
internet. Mas o nosso forte mesmo é o
móbile: tem mais celular que gente no
Brasil.
Entre os tipos de planos de celular no
Brasil, pouco mais de 3 em cada 4 são
pré-pagos (78%), enquanto que 22% são
pós-pagos. O que surpreende é o número
de aparelhos que usam conexões rápidas:
Mais da metade delas (54%) são feitas em
velocidade 3G e 4G, percentual maior do
que a média mundial (39%).
Dados sobre o uso das
Redes Sociais no Brasil
Já o número de conexões móveis no
Brasil aumentou 3% em relação a 2014,
chegando a impressionantes 276 milhões
de conexões. A média corresponde a 135%
por habitante brasileiro, percentual bem
maior do que a média mundial (98%).
Especificamente em relação aos usuários
de internet móvel, o Brasil já possui 79
milhões de usuários.
Somos sociais
De acordo com o relatório, 29% da
população mundial estão presentes em
mídias sociais. Mas, em terras brasileiras,
quase metade dos habitantes está ativa em
alguma plataforma social: são 47% das
pessoas.
Plataformas mais usadas
O Brasil possui 96 milhões de contas
ativas de redes sociais. Em dispositivos
móveis, esse número chega a 78 milhões,
registrando crescimento de 15% em
relação a 2014. Das 5 plataformas
mais usadas, 3 delas são de mensagens
instantâneas: Facebook (25%), Whatsapp
(24%), Facebook Messenger 22%, Skype
(14%) e Google+ (13%).
8
Tendências nas Redes
Sociais em 2015/2016
A apenas um trimestre de 2015, já é possível fazer algumas previsões a respeito das
ferramentas e ações mais promissoras na área de mídias sociais para o ano que vem.
Os eleitores estarão cada vez
mais ligados à acessibilidade
rápida e às funcionalidades
do móbile. Em 2015, 83%
dos acessos à internet
serão feitos por meio de
dispositivos móveis, de
acordo com estudo da e-Marketer.
Os políticos deverão dar atenção
a alguns detalhes na hora de produzir
seus conteúdos para os canais digitais
que sejam mais adequados e atrativos em
smartphones e tablets.
As constantes alterações nos algoritmos
das redes sociais têm mudado as regras
do jogo em relação ao engajamento
do conteúdo e das campanhas. Estas
interferências no alcance orgânico
já podem ser sentidas no Facebook
e no Linkedin e, para conseguir
bons resultados, é preciso pagar.
Usado para divulgar uma pagina
ou publicação, focado em trazer mais
audiência para sua pagina ou conteúdos.
Os eleitores estarão cada vez
mais ligados à acessibilidade
rápida e às funcionalidades
do móbile. Em 2015, 83%
dos acessos à internet
serão feitos por meio de
dispositivos móveis, de
acordo com estudo da e-Marketer.
Os políticos deverão dar atenção
A onda de compartilhar fotos e todos os
tipos de imagens realmente
pegou, principalmente
entre o público mais
jovem. Segundo o último
relatório da Comscore,
o Instagram é a segunda
rede social mais usada por
pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%.
Aposte em conteúdo reduzido, como as
fotos publicadas no Instagram, ou mesmo
em vídeos curtos, que comunicam de
forma eficiente e impulsionam ainda mais
a audiência.
Apostar nesta plataforma é essencial
não apenas pelo número de pessoas
ligadas ao YouTube, mas porque a
ferramenta possibilita maior alcance
aliado à construção da
identidade das marcas e
o desenvolvimento de
campanhas virais, que
tanto fazem sucesso nas
redes.
das redes sociais têm mudado as regras
do jogo em relação ao engajamento
do conteúdo e das campanhas. Estas
interferências no alcance orgânico
já podem ser sentidas no Facebook
e no Linkedin e, para conseguir
bons resultados, é preciso pagar.
ou publicação, focado em trazer mais
A onda de compartilhar fotos e todos os
tipos de imagens realmente
pegou, principalmente
entre o público mais
jovem. Segundo o último
relatório da Comscore,
o Instagram é a segunda
rede social mais usada por
pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%.
aliado à construção da
identidade das marcas e
tanto fazem sucesso nas
redes.
9
Principais Mídias Sociais
para atuação política
Criado em 2004, o Facebook é uma rede
social que permite o compartilhamento
de vídeos, fotos, textos e áudio, além de
permitir a formação de grupos de interesse
e páginas com finalidades comerciais e de
entretenimento. É atualmente a rede social
mais utilizada no Brasil e no mundo. A
compra do Instagram e a recente compra
do WhatsApp pelo Facebook o torna a
maior e principal rede social para atuação
digital tanto pela quantidade de usuários,
quanto por sua frequência de utilização.
-É a maior rede social do mundo,
também a favorita dos brasileiros.
-Hoje atinge um público de massa,
contemplando também um público mais
velho.
-Possui grande alcance para um público
de massa.
-Permite patrocinar publicações de
formaextremamentesegmentada,gerando
mais engajamento e personalização.
-Uma parte considerável de seu acesso
vem de plataformas móbile
-Fornece métricas detalhadas e
avançadas.
-Fornece uma ótima ferramenta para
comparar o desempenho com outras
fanpages concorrentes.
Principais Vantagens
Principais DesvantagensFACEBOOK
-Seu alcance orgânico (não pago) está
cada dia menor, hoje ficando na média de
1% dos fãs de uma página, obrigando-a a
pagar para que seu conteúdo seja relevante
para seus usuários.
-Seu excesso de conteúdo irrelevante
e disperso está afastando uma parcela de
público que tem abandonado ou deixado
de utilizar com frequência a rede social,
migrando para outras redes.
-O Whatsapp tomou à frente do
Facebook no quesito bate-papo
(messenger).
Seus anúncios patrocinados não
permitem mais do que 25% de texto na
imagem.
A popularização da rede social acaba
gerando excessos por parte de amadores,
incomodando os usuários e afetando
fanpages que produzem um conteúdo de
qualidade.
Possuialtavolatilidadeeumaferramenta
de busca ineficiente, tornando o conteúdo
postado efêmero.
10
O YouTube é um site que permite que
seus usuários carreguem e compartilhem
vídeos em formato digital. Depois de sua
compra pelo Google, passou a ser a maior
e principal plataforma social de vídeos
da Internet. Pesquisas recentes mostram
que a média de conexão à Internet no
Brasil é entre 512kbs e 8Mbps, o que torna
um ambiente propicio para o mercado
de vídeos. Para vídeos maiores que 15
segundos (limite do Instagram), é, sem
dúvida,aprimeiraopçãoaserconsiderada,
sendo também de grande relevância para a
busca orgânica do Google.
YouTube afirma que Brasil é o segundo
país em consumo de vídeos do portal.
Dez segundos. Enquanto você lê o
primeiro parágrafo deste texto pelo menos
140 novos vídeos foram adicionados
nesse exato momento.
2 Bilhões de visualizações por dia.
-Seu alcance como maior site de vídeos
do mundo.
-Oferece hospedagem e arquivo para os
vídeos.
-Fornecemopçõesdecompartilhamento,
comentários.
-Pode ser monitorado, incluindo
comentários.
-Permite patrocinar vídeos e oferece
ferramentas de métricas.
-Grande potencial viral.
-Possui política de termos de uso que
pode limitar alguns vídeos.
-Produzir vídeos despende mais tempo
e planejamento.
-Não é recomendado para vídeos muito
curtos (abaixo de 1 minuto).
Serviço de microblogging que permite
o compartilhamento de textos e links de
até 140 caracteres; atualmente já dispõe
do serviço de compartilhamento de
vídeos (através de sua outra rede social,
Vine), fotos e conversas online por meio
da webcam (Twitcam). Recentemente
também abriu para postagem de GIFs
animados. Sua objetividade o torna uma
importante de ferramenta de distribuição
de informações rápidas e notícias, sendo
uma importante ferramenta de pauta para
a imprensa.
-As imagens são 361% mais twitadas
que vídeos.
-Uma imagem é 128% mais retwitada
que um vídeo.
-Um vídeo recebe 49% mais “favs” que
uma imagem.
-62% das imagens compartilhadas são
de humor.
Informações em tempo real – 70%
dos usuários brasileiros usam o Twitter
como principal plataforma para buscar
informações em tempo real sobre o que
está acontecendo.
YOUTUBE
TWITTER
Principais Vantagens
Principais Desvantagens
As Imagens São as Protagonistas
11
WhatsApp Messenger é um aplicativo
de mensagens multiplataforma que
permite trocar mensagens pelo celular
sem pagar por SMS. Está disponível para
iPhone, BlackBerry, Android, Windows
Phone e Nokia. Além das mensagens
básicas, os usuários do WhatsApp podem
criar grupos, enviar mensagens ilimitadas
com imagens, vídeos e áudio. Ainda não
existem estatísticas oficiais em relação a
outras redes sociais, mas, no momento de
sua compra pelo Facebook, o WhatsApp
possuía 445 milhões de usuários ativos,
tornando-o um relevante meio de
comunicação social.
Foi uma das principais ferramentas
usadas a serviço da militância política nas
Eleições de 2014.
No Brasil é o 4° maior aplicativo da
internet móvel e com 39 milhões de
usuários.
Após uma considerável queda em 2012,
desde o final do ano passado (2013) tem
retomado em ascensão, principalmente
com a atualização de seu layout e novas
ferramentas.
Agora possui uma timeline mais
dinâmica que permite aos usuários
curtir as publicações e exibe conteúdo
multimídia como imagens e vídeos de
forma mais impactante (principalmente
conteúdos postados por suas ferramentas
como PicTwitter e Vine para os vídeos).
Continua sendo o número um quando
o assunto são tendências e assuntos de
pauta nacional e mundial (pautando
principalmente a imprensa).
Ganhou mais força em 2014 após as
eleições.
Sua objetividade mantém um público
mais seleto.
Sua ferramenta de busca é a mais
eficiente de todas as redes sociais.
Grande maioria dos acessos são através
de plataformas mobile.
O uso de hashtags possui mais
relevância e utilidade do que em outras
redes (Trending Topics).
A velocidade da informação é
praticamente instantânea.
O percentual de público mais velho
é bem menor quando comparado ao
Facebook.
Limitação de 140 caracteres por
postagem (o que também é uma vantagem,
depende do ponto de vista).
Apesar de possuir ferramenta para troca
de mensagens privadas, é pouco utilizada
e limitada.
WHATSAPP
Principais Vantagens
Principais Desvantagens
Seu alcance é mais restrito que o do
Facebook.
Sua volatilidade é ainda maior que a do
Facebook.
Poucas opções de anúncios e publicações
patrocinadas e mais caro.
Poucas opções de personalização de
perfil.
Não fornece ferramentas de publicação
segmentada.
Fotos publicadas no Instagram não são
exibidas na timeline, apenas um link.
A facilidade de um usuário deixar
de seguir um perfil é maior e,
consequentemente, mais frequente.
12
Principais Desvantagens
Melhor horário para
postar e #Hashtags
Como mandar vídeos longos
O Instagram permite ao usuário tirar
fotos em um formato quadrado e aplicar
diversos filtros para depois, caso queira,
publicar a fotos em diversas redes sociais,
incluindo o próprio Instagram, que possui
uma interface muito dinâmica e agradável.
O aplicativo está disponível para a maioria
dos sistemas operacionais portáteis, como
Android, Windows Phone e IOS (Apple).
Recentemente foi aberta a funcionalidade
de postar vídeos de até 15 segundos, o
que torna o Instagram mais dinâmico e
objetivo para essa finalidade.
Como pudemos ver no exemplo ao lado,
podemos inserir mais de uma #hashtag
ou mais por foto e essa é o grande barato.
Colocando diversas palavras-chaves
relevantes e que tenham a ver com o
conteúdo, fatalmente sua foto vai ser
visualizada por muita gente.
INSTAGRAM
-Ainda não possui estatísticas
consolidadas.
-É invasivo, e a privacidade é bastante
limitada.
Permite spam.
-Sua volatilidade é ainda maior
principalmente em grupos com muitas
pessoas, nos quais a informação se perde
muito rapidamente.
-Na troca de aparelho ou exclusão do
aplicativo, o usuário perde todo o histórico
de mensagens caso não tenha efetuado
backup.
Um vídeo de 30 segundos pode ser de
aproximadamente 20MB que está acima
-Sua rápida adoção o colocou como
principal meio de troca de mensagens
entre usuários de celulares.
-Estápresentenasprincipaisplataformas
móbile.
-Permite grupos de conversas.
-Permite multimídia: imagens, ícones,
áudios e vídeos (em teoria sem limite).
-Possui um público que não está nas
redes sociais por ser mais prático: não
exige a criação de um perfil, utiliza o
número do próprio aparelho.
Sua compra pelo Facebook trará mais
ferramentas.
-A velocidade da informação é
praticamente instantânea.
Os arquivos multimídia compartilhados
ficam gravados no celular do usuário para
visualização posterior.
Principais Vantagens do limite de 16MB para o WhatsApp.
Portanto, sem reduzir a qualidade que
você nunca será capaz de enviar um vídeo
desse tamanho.
WhatsApp adicionou uma nova
ferramenta de edição de vídeo que ajuda
a cortar o início e o fim de seu vídeo para
que ele é menor em tamanho.
A alternativa é reduzir o vídeo usando
umdosaplicativosdeediçãodevídeolivres
Android – FFmpeg Média Converter.
13
Principais Vantagens
Principais Desvantagens
APP de compartilhamento
de conteúdo do Instagram
Após baixar o app, você verá que
aparecem as imagens das pessoas que
você segue no Instagram. Simplesmente
selecione a fotografia que quer
compartilhar e clique em ‘Repost’.
É uma das redes sociais preferidas do
brasileiro.
Seu uso majoritário é através de
plataformas móbile.
Sua objetividade permite vídeos curtos
que são tocados automaticamente na
timeline dos seguidores.
É utilizado por diversas faixas etárias de
público.
É integrado ao Facebook.
Ao contrário do Facebook, não inibe as
postagens na timeline conforme regras e
algoritmos (alcance orgânico).
O Instagram engaja 58 vezes mais que
o Facebook!
Seuformatopadrãodeimagemquadrada
e sua abordagem mais estética inibem a
produção de conteúdos com muito texto
(também pode ser uma vantagem – mais
uma vez, depende do ponto de vista).
Ainda não possui estatísticas
consolidadas sobre sua utilização no
Brasil.
O monitoramento é bastante limitado,
pois muitos perfis são bloqueados.
Ainda não possui opções de publicações
segmentadas ou anúncios patrocinados.
13
Ao contrário do Facebook, não inibe as
postagens na timeline conforme regras e
O Instagram engaja 58 vezes mais que
Seuformatopadrãodeimagemquadrada
e sua abordagem mais estética inibem a
produção de conteúdos com muito texto
(também pode ser uma vantagem – mais
Ainda não possui estatísticas
consolidadas sobre sua utilização no
O monitoramento é bastante limitado,
Ainda não possui opções de publicações
segmentadas ou anúncios patrocinados.
Um detalhe importante é que a #Hashtag
segmenta sua publicação.
14
1515
16
A reação e sentimento
dos brasileiros diante
da repercussão das
Eleições 2014 nas Redes
Sociais.
Como os políticos
devem se posicionar na
internet
Monólogo
As eleições de 2014 bombaram nas
redes sociais a ponto de alcançar o status
de eleições mais comentadas do mundo
na história do Facebook. Em geral, não
se falava sobre outro assunto: muitas
e intensas foram as discussões sobre
política, fato que além de aumentar a
tensão, incomodou muita gente.
A pesquisa foi realizada em novembro
de 2014 com 1000 usuários da eCGlobal.
com, em todo o Brasil, utilizando
eCInstant, plataforma de pesquisas para
obter respostas rápidas.
Em tempos de comunicações
instantâneas, o caso de sucesso da
campanha online de Obama já é história
antiga. É inegável, porém, que ali
aconteceu o clique (literalmente). A partir
de então, candidatos, políticos, partidos e
governos perceberam que é inviável se ter
sucesso em uma campanha política sem
um trabalho competente na internet.
A política, além de não possuir a mesma
relevânciaeprioridade,ocorrenummundo
remoto do dia a dia do eleitor médio,
sempre envolta em questões controversas,
complexas e raramente resultando em
alguma alteração perceptível na sua vida.
Nunca subestime, entretanto, a
inteligência deste eleitor. Ao fim da
campanha ele chegará a uma decisão
pessoal de voto, processando as
informações, buscando cada vez mais
ferramentas para formar sua opinião.
No Brasil, dos 204,7 milhões de
habitantes, 110 milhões são internautas
– mais da metade dos brasileiros
acessa a rede. Em torno de 50% destes
são extremamente ativos, críticos,
participativos, formadores de opinião.
Muitos políticos ainda duvidam da força
real da Internet e fazem mal uso desta
potente ferramenta.
Os comentários sobre política nas eleições 2014
aumentaram o interesse sobre o tema, de alguma
forma, para 63% dos internautas.
Monólogo
17
Tecnologia = Medo Arregaçar as mangas?
Muitos políticos, por seu
conservadorismo, por falta de uso e
principalmente pelo medo do novo,
desconhecem e abominam os meios
digitais como: Computador, celular,
câmeras, gravadores, e suas ferramentas.
A Presença nas redes sociais entende
que as campanhas devem utilizar esta
ferramenta com mais profissionalismo,
pois trata-se do melhor meio de
comunicação com apoiadores e com a
base. É preciso definir o foco de atuação,
produzir conteúdo relevante, ir atrás do
público e engajá-los de forma a obter votos
e militância.
Contudo, poucos candidatos usam todo
o potencial que a rede possui, limitando-se
apenas a reproduzir as peças da campanha
tradicional, o que acaba não engajando
o eleitor, nem produzindo a repercussão
desejada das propostas.
Hoje 95% dos políticos quando rompem
a barreira do medo acham que o facebook
é um espaço só de comunicação e se
esquecem de que também é um espaço de
interação.
Muitos vão errar. Mas é muito
importante experimentar.
Na internet a frase mais adequada é
arregaçar os ouvidos e dedos! É necessário
ter como base a interatividade, diálogo e
agilidade.
O recente processo eleitoral foi
marcado pela militância e conectividade
entre eleitores e candidatos que nunca
debateram tanto sobre política utilizando
as redes sociais como canais de interação
e participação. Em um artigo publicado na
BBC Brasil, podemos aferir que durante os
3 meses de campanha eleitoral em 2014,
cerca de 674,4 milhões de interações sobre
as eleições ocorreram só no Facebook.
Os brasileiros também nunca haviam
falado tanto de política no Twitter. Foram
39,85 milhões de mensagens publicadas
durante a campanha.
O mais curioso foi que, no período
eleitoral, as trivialidades sumiram e deram
lugar a discussões políticas. Isso força até
mesmo o mais desinteressado no assunto
a formar uma opinião.
O impacto da internet foi um reflexo
de como mudaram os hábitos digitais dos
brasileiros em quatro anos.
Interagir x Participar Novo tipo de @Eleitor
Interagir é diferente de participar, é troca
de informações e opiniões entre candidato
e eleitores. Interagir tem lógica distribuída
principalmente dar voz e vez ao eleitor.
Participar tem lógica centralizada onde o
eleitor tem apenas um papel secundário.
A consolidação das redes sociais como
potente canal de comunicação tem levado
os políticos, em verdadeiro ‘efeito manada’,
a aderirem às mídias sociais. Todos
desejam o status de Político 2.0, mas
contam-se numa mão os que efetivamente
sabem fazer uso das ferramentas para
interagir com seus eleitores e conseguir
dividendos políticos.
As interações com os eleitores através
das redes sociais são uma fonte inesgotável
de sugestões e novos pontos de vista que
retroalimentam a campanha de marketing
eleitoral. É através delas que o candidato e
sua equipe conseguem ter uma visão mais
clara dos anseios da população e quais
propostas são mais simpáticas ou não ao
eleitorado. O marketing político nas redes
sociais funciona como um verdadeiro
termômetro da campanha fornecendo
o melhor feedback que você poderia
conseguir.
É preciso ser menos redundante e falar
menos de si, essa é a nova realidade.
O próprio eleitor mudou. Ele não espera
pelas informações da forma passiva que
assumia nas campanhas anteriores. Nos
dias de hoje o eleitorado busca na Internet
a informação que precisa, e se o candidato
não tem uma estratégia de marketing
político na Internet ele simplesmente se
coloca de fora das opções desse eleitor.
Esse é um cenário novo com o qual as
campanhas de marketing eleitoral devem
se preocupar e se preparar, construindo
estratégias para dialogar com este novo
eleitor.
O grande desafio das campanhas de
marketing digital eleitoral é entender
esse novo eleitor e montar mecanismos
que vão ao encontro dessa necessidade
de informações. O posicionamento dos
candidatosnaInternetdeveráseradaptado
para essa nova mídia, que antes de tudo
deve ser entendida pelos coordenadores
de campanha, pois é um ambiente bastante
diferente do encontrado nas campanhas
de marketing político tradicionais.
As redes sociais não influenciam
ninguém. São as pessoas, em rede,
que podem influenciar umas às outras
por meio da conversa, do diálogo, da
discordância, da concordância.
O novo Eleitor Digital trata o marketing
político eleitoral de forma seletiva. Ele
busca conteúdo que seja realmente
relevante para sua decisão de voto em
qualquer campanha de marketing eleitoral
na Internet.
19
Políticos e Eleitores Antes de comprar sua
ideia o eleitor pesquisa
O Brasileiro é o povo que passa mais
tempo conectado. É o 2° no Facebook,
Youtube, Gmail e Twitter. E foi o 1ª no
Orkut e no MSN. Os candidatos devem
estar preparados para ouvir e reagir de
forma estratégica.
Consideradas território importante para
propagação do marketing político durante
o período eleitoral, as redes sociais deverão
exigir mais trabalho, atenção e mudança
de postura por parte dos políticos. Dados
do Scup, ferramenta de monitoramento
de redes sociais, revelam que há mais ódio
do que amor em relação à política, e as
menções negativas sobre o tema chegam a
37% dos compartilhamentos, contra 22%
positivas. Outro fator importante é que os
internautas rejeitam a histórica prática de
acusações entre os concorrentes.
Existe uma forte onda, por parte dos
candidatos, do uso de uma retórica de
acusação ou de defesa no marketing
disseminado nas redes sociais. Esse
ponto, de maneira geral, tem causado
maior repulsa em relação às campanhas
por isso é bom ter muito cuidado com
o tom da sua campanha principalmente
nas redes sociais onde as informações se
disseminam rapidamente.
Cerca de 56% das pessoas afirmam
que só concretizaram um negócio após
pesquisar na Internet, na política não é
diferente.
Mais de 80% do eleitorado vota em
pessoas, não em partidos políticos. O
populismo é muito importante neste
cenário. Muitos eleitores escolhem seus
candidatos com base em promessas
populares e principalmente na sua
imagem.
O acesso à informação do candidato
também contribui para a construção
de uma opinião. Em um universo com
pouca informação política é fundamental
que o candidato apresente ao eleitor
uma identidade clara. Aqueles que
marcadamente assumem o papel de
Situação ou de Oposição são os que
costumam encerrar o pleito nas primeiras
posições, reflete ele, complementando
que o eleitor médio trabalha com grandes
emblemas e grandes símbolos. Numa
situação em que a maioria da população
avalia mal a administração em curso,
portanto, é muito mais provável que vença
o candidato que se colocou claramente
na oposição do que aquele que ficou sem
identidade ou em cima do muro.
20
Monitorar e Mensurar
Ser Verdadeiro,
Ético e Responsável
É preciso monitorar. O que geralmente
acontece nas campanhas é uma
“comunicação” de mão-única, sem
responder a quem fala (bem ou mal) nas
redes sociais.
Não é a mesma coisa, mas devem
caminhar juntos.
Monitorar: Verificar, acompanhar com
foco principal em adaptar e modificar
possíveis erros, para que possa ser
corrigidos a tempo sem prejudicar a
imagem do candidato.
Mensurar: Analisar, quantificar e
medir a popularidade do candidato e suas
principais ações.
Agora, nas eleições de 2016, uma
nova chance se mostra para aqueles
que pretendem se lançar aos cargos de
vereador ou prefeito e aprenderam com os
erros das eleições de 2014.
Uma reeleição pode ser perdida ou
ganha, nos mínimos detalhes. E as
ações digitais, bem planejadas, podem
determinar o sucesso ou fracasso nas
urnas.
O monitoramento online é hoje uma das
ferramentas fundamentais e mais eficazes
do marketing político digital que, em 2014,
foi amplamente explorado no processo
eleitoral. É possível coletar dados, inclusive
em tempo real, identificando mensagens
positivas e negativas sobre a imagem de
corporações, reputação de grandes marcas
no mercado e, também, sobre o que tem
sido dito sobre política ou candidatos.
Com a utilização de métricas, filtros
Informe aos usuários quando não é o
candidato que está falando (#Equipe ou
#Assessoria). A prestação de contas do
candidato referente às doações, e os gastos,
também devem ser usados para transmitir
segurança e transparência aos usuários.
Nada de mentiras. Se errou, assuma o erro
e recomece.
“Se queremos progredir, não devemos
repetir a história, mas fazer uma história
nova” (GANDHI)
Um candidato na internet jamais deve
mentir e deixar de ser autentico, manipular
dados ou informações, enviar Spams,
como identificação de gênero, dados
demográficos, socioeconômicos, faixa
etária entre outros, é possível determinar
e analisar o perfil dos eleitores bem como
a forma como a imagem do político tem
sido percebida e discutida pela audiência.
Isso permite traçar estratégias eficientes
para a conquista de eleitores além de
solidificar a escolha de simpatizantes. Vale
lembrar que, para ter sucesso definitivo, o
político não deve se olhar para esses canais
apenas nos períodos eleitorais. É preciso
usar as redes sociais para conhecer, ouvir e
entender o que a população está querendo.
O político que sabe lidar com as redes
sociais como intermediárias entre ele e o
público-alvo — mostrando-se realmente
preocupado com as questões desse público
— ganha vantagem em relação ao político
que apenas usa essas ferramentas como
forma de obter mais votos.
21
Não Seja Intrusivo
É o Fim da Privacidade
na Política?
Cerca de 35% dos internautas colocam
ativamente suas opiniões nas mídias
sociais. O candidato não deve pensar
apenas em convencê-los, ou querer todas
as atenções voltadas para ele, o candidato
deve evitar ser intrusivo.
A poluição virtual, em vez de beneficiar
os candidatos, ocasiona repulsa e os afasta
dos eleitores.
Nos sites de campanha e redes sociais
não é mais aceitável também só expor
o que se pensa, sem trazer as pessoas
(eleitores-internautas) para próximo, para
uma construção coletiva de ações, ideias,
propostas e do plano de governo.
O que os candidatos precisam
compreender é que sendo a internet uma
mídia social, é de extrema importância que
sejam criados espaços em que o público
possa se relacionar com as candidaturas.
Para isso, é necessário dar mais atenção
a formas de publicidade que contenham
Se tratando de política e mídias
sociais, existem dois tipos de exposição à
privacidade:
Pública: que não temos controle,
divulgada por algum meio, muitas vezes
sem nosso conhecimento;
Particular: que temos controle e
publicamos o que nos convém.
Nas mídias sociais o limite entre e vida
pessoal e a vida pública praticamente não
existe.
Os apelos são cada vez mais sujos e
sempre realizados por meio de perfis
genéricos, falsos, fakes, montagens,
dentre outros. Opositores recrutam seus
guerrilheiros digitais que sem qualquer
pudor ou consciência, divulgam fatos
mais que inverídicos, mas que impactam
diretamente em direitos de personalidade,
honra e privacidade de agora candidatos,
mas antes mesmo, seres humanos. O
compartilhamento do “falso” ocorre como
um raio, por pessoas que muitas vezes
desconhecem os bastidores do que está
sendo “plantado”. Piamente acreditam
ou compartilham maliciosamente, por
isso é preciso monitorar e responder
rapidamente.
comprar voto, usar fakes, pessoas como
“plantadores“, seeders de sua imagem.
Não existe uma fórmula, pois cada um
precisa estabelecer uma estratégia de
comunicação que contemple a campanha
como um todo. Porém, é importante
que haja sintonia entre o que é falado,
dialogado, e o que as pessoas querem e
precisam ouvir e saber. O princípio de ser
verdadeiro e fiel à sua imagem, não tentar
passar uma imagem irreal e ter atitudes
que não conduzam com a personalidade,
porque essas atitudes logo caem em
descrédito.
uma interface social, que causem imersão
através da interatividade, ou até mesmo
pensar em uma dinâmica de gamificação.
Nesse processo, há espaço para se investir
mais em campanhas em vídeo, móbile, e
principalmente nas redes sociais.
22
Spam Segmentar a mensagem
Os políticos tem em suas raízes o feeling
spammer.
Ele faz SPAM na vida real através dos
seus santinhos nos sinais, carros de som na
porta de casas e carreatas que prejudicam
o trânsito.
A internet condena o spam!
OcandidatonãodeverealizarSPAM.Isso
aborrece os eleitores e consequentemente
desvaloriza sua “marca“.
A Internet pode e deve ter um papel mais
significativo no período eleitoral. Mas,
para isso, depende-se que seja percebido o
real potencial democrático e comunicativo
efetivo das plataformas digitais a partir de
suas próprias características, tanto pelas
campanhas quanto pelos eleitores.
É fundamental haver uma segmentação
da mensagem de acordo com o público-
alvo do candidato co - relacionados aos
seus projetos e propostas. Vale a pena
procurar redes sociais segmentadas para
direcionar.
Os candidatos não devem focar somente
em uma rede social ou em várias e sim
escolher as mais adequadas.
Segmentar significa agrupar os
indivíduoscompotencialdevotoemperfis,
ou grupos similares de comportamento.
Como a sociedade é heterogênea, a sua
segmentação é uma decisão estratégica
do plano de marketing político digital. A
sociedade, afinal, não está naturalmente
dividida: ela é segmentada principalmente
nos fatores demográficos como sexo,
idade, raça, religião e nível cultural.
Para segmentar suas ações nas redes
sociais o candidato deverá identificar os
nichos com maior potencial, relação de
atuação e bandeiras defendidas.
Se existe uma prática que a política
absorveu do marketing comercial e
que não podemos mais abrir mão, é a
segmentação do eleitorado. A importância
da segmentação se torna mais evidente
em cidades de médio e grande porte. Um
candidato a vereador na cidade de São
Paulo, por exemplo, não tem as mínimas
condições de realizar uma campanha em
toda a cidade, que chega a ser maior que
diversos países.
Não podemos esquecer que uma
campanha eleitoral tem o objetivo de
Cultive a Calma
A essência da internet é social e não de
concorrência. Não responda aos ataques
do adversário na mesma moeda, se
coloque superior a ele, mantenha o foco.
Não demonstre raiva isso transmite pânico
e insegurança para os usuários e eleitores.
Um candidato não deve falar mal de
outros candidatos, nem encher a timeline
dos seguidores com brigas, assuntos
narcisistas ou inverídicos.
23
Política = Coisa Chata
O principal desafio dos políticos na
internet é fazer com que a política não seja
algo chato.
Um candidato antes de tudo não pode
ser “chato” e principalmente ter um
conteúdo chato nas redes sociais, ele
precisa transformar a web em um canal de
troca de conteúdo relevante e participação
continua.
Pouco se fala sobre os motivos disso.
Um deles é a eterna repetição de
mesmices que as eleições trazem. Se
as atuações, coligações e candidatos já
não são muito inovadoras, nem muito
diferentes uma das outras, que dirá a
forma com que eles se comunicam.
A impressão é que são exatamente os
mesmos termos usados há 4, 8, 12, 16 anos
atrás, com pequenas variações. Se brincar,
até a foto photoshopeada do candidato
não mudou neste período.
É neste cenário que o marketing político
digital assume um papel estratégico para
superar uma grande barreira, de que a
política é chata.
É preciso inovar e aproveitar esse novo
momento utilizando as redes sociais
como uma ferramenta de forte poder de
persuasão, comunicação e participação
transformando a política em um tema
fundamental para a transformação da
sociedade.
comunicar a mensagem certa para o
eleitor certo. A segmentação do eleitorado,
além de ser uma estratégia necessária,
torna a campanha mais barata, já que o
custo envolvido na conquista do voto
varia dentro do eleitorado.
O eleitorado pode ser dividido em três
grupos. No primeiro, estão os eleitores
que certamente votarão no candidato. Este
segmento requer menos custos, ou seja,
tempo e recursos. São os eleitores que já
conhecem o candidato e não o rejeitam.
Então, a chance de voto é bem maior aqui.
No segundo segmento, temos os
eleitores que estão determinados a não
votar no candidato. O tempo e o custo
para persuadir este eleitor são inviáveis,
levando em conta a pequena probabilidade
de sucesso. São os eleitores que rejeitam
determinada candidatura e dificilmente
mudarão de opinião.
No terceiro e maior segmento, estão
os eleitores que podem vir a votar no
candidato. É justamente aqui, que deve se
concentrar o maior esforço da campanha.
O “target”, ou eleitorado alvo, é aquele
que quantitativamente pode eleger o
candidato, já que o primeiro segmento
pode não ser muito expressivo.
No entanto, é necessário segmentar
ainda mais o eleitorado para compreender
melhor a sua quantidade e localização.
Isto será possível com a ajuda de pesquisas
quantitativas e das seguintes variáveis:
DEMOGRÁFICAS (sexo, idade, etnia,
região, religião); SOCIOLÓGICAS (renda,
escolaridade, ocupação); POLÍTICAS
(partido, ideologia, tendências, opiniões,
rejeições) e ATITUDINAIS (valores,
opiniões, prioridade, crenças).
Com estas informações, será possível
identificar o eleitor potencial que garantirá
a vitória. Sabendo ainda, onde ele se
encontra,oquepensa,qualaprobabilidade
de votar, valores, expectativas, etc. Isto
ajudará na estratégia de comunicação
da campanha, que precisa ser mais
personalizada, específica e direcionada.
24
8. Liderança 3.0
Liderar com Motivação
9. Como administrar
comentários negativos
nas Redes Sociais
Até a metade do século XX
desempregados, fome e crises sociais
garantiram o sucesso do líder 1.0,
baseado na autocracia: a empresa paga e o
trabalhador obedece. O estilo 1.0 garantia
a fidelidade pelo medo.
Após a 2ª Grande Guerra, com o
desenvolvimento rápido da tecnologia,
o aumento da produtividade e a oferta
mais generosa de empregos, surge o líder
2.0, que é participativo. Surgem conceitos
como distribuição de lucro, meritocracia e
negociações coletivas com o crescimento
da força dos sindicatos.
O líder 3.0 tem sua motivação, da sua
própria mente e, principalmente, de seu
coração. O líder 3.0 procura entender
quais são os sonhos e desafios pessoais de
cada um e tem que relacioná-los com as
metas a serem atingidas.
Conceitos como liberdade, autonomia,
inovação e espaço para crescimento
em várias direções, são os fermentos
da motivação. A comunicação 3.0 é
mais concisa e baseada em estímulos
emocionais.
Das necessidades de uma liderança
controladora na revolução industrial,
para um líder-modelo na revolução da
informação houve um grande salto.
Outro salto está sendo dado agora, após
a revolução digital e das redes sociais,
além da ascensão das gerações Y e Z. O
que os eleitores buscam é a LIDERANÇA
COLABORATIVA.
É preciso trabalhar em equipe,
concentrado, de maneira a manter a
racionalidade serena, o bom humor,
motivação e união da equipe, o equilíbrio
sob pressão, e a capacidade de ser coerente
Com o compartilhamento constante
de notícias e opiniões sobre o político ou
partido nas redes sociais, o mundo da
política passou a lidar com situações de
crise a todo o momento e numa escala
muito maior. Se o político fica de olho
nesses canais, ele consegue identificar
crises rapidamente e já pensar em formas
de reverter à situação. Além disso,
acompanhar a repercussão dos assuntos
nas redes sociais podem ajudar a guiar
as próximas ações e a postura frente aos
assuntos polêmicos.
Mais do que estratégias com o intuito
de angariar votos, o posicionamento
e a manutenção da imagem dos
candidatos nas redes sociais demandam
acompanhamento constante devido
à grande exposição dos políticos que,
afinal, são figuras públicas cujas posturas
morais são acompanhadas e avaliadas pelo
eleitorado.
e controlado sob fortes emoções.
As estratégias mercadológicas
tradicionais são distintas das digitais
e requer uma maior atenção, ações
específicas e diferenciadas.
25
26
10. Principais erros que os candidatos devem evitar
Erro nº 01: Santinhos virtuais
Erro nº 3: Levar em conta apenas números de vaidade
Erro nº 2: Não ter uma estratégia de relacionamento
É muito importante falar no que se deve fazer no Marketing Político Digital. Mas o que
mais devemos levar em consideração é sobre o que não devemos fazer nas Redes Sociais!
Segue algumas dicas básicas do que não se deve fazer em uma campanha política na
internet.
É muito importante falar no que se deve fazer no Marketing Político Digital. Mas o
que mais devemos levar em consideração é sobre o que não devemos fazer nas Redes
Sociais!
Segue algumas dicas básicas do que não se deve fazer em uma campanha política
na internet.
O que fazer? Poste conteúdos que se aproximem dos eleitores, humanize sua
campanha, mostre como você pode mudar a realidade de cada pessoa. Ao invés de
pedir votos, venda ideias. Mostre para o seu público-alvo que você compartilha das
mesmas mazelas do que ele e, além disso, tem soluções para elas. Uma boa estratégia
é buscar blogs que tratam de assuntos de sua campanha e interagir com as postagens.
“Números de vaidade” são aqueles que só servem para deixar o relatório de mídias
sociais mais bonito e mexer com o ego do candidato. Por exemplo, já vi o número de
seguidores no Twitter de um político crescer mais de 50% em menos de 24h. Mas,
após fazermos uma investigação, descobrimos que ele havia usado uma ferramenta
para a compra de seguidores.
O que fazer? Não pense apenas na quantidade, mas, sim, na qualidade dos seus fãs
ou seguidores. Você está atingindo seu público-alvo? Eles interagem com você? Você
consegue vender suas ideias para esse público?
Duas atitudes são muito comuns: deixar um usuário falando sozinho e não saber
lidar com críticas reclamações. Resultado: crises e mais crises.
O que fazer? Ao se relacionar com um candidato em uma mídia social, o usuário
assume uma postura: troll, militante, agressiva, questionadora, entre outras. Esses
perfis comportamentais são chamados de “atores”. Para cada perfil, a equipe de
campanha deve ter uma estratégia de relacionamento, seja para prevenir/controlar
uma crise ou dar mais voz a algum usuário.
27
11. Como Atrair o Eleitor?
Atendimento ao Eleitor
Engajamento de Causa
Conteúdo de
Relacionamento
Erro nº 4: Não prever cenários
Erro nº 5: Confiar suas redes sociais
em pessoas de outras áreas
No marketing digital moderno, quem
tem conteúdo relevante “É Rei”, ou seja,
é nele que devemos focar nossos maiores
esforços para criarmos um ambiente
de relacionamento e assim conquistar a
atenção do eleitorado.
O atendimento ao eleitor difere do
relacionamento, pois é menos proativo
e mais reativo. Responda as dúvidas que
surgirem de todo cidadão. Muitas vezes
são nas atualizações de atendimento ao
eleitor onde as crises podem acontecer,
portanto é preciso estar ligado na intenção
das indagações recebidas e procurar ser
o mais transparente, pontual e cordial
possível.
Assim como no Marketing Digital
para Empresas, onde determinados
tipos de conteúdo como promoções
e concursos geram mais engajamento
em torno das marcas do que conteúdos
de relacionamento, no Marketing
Político Digital conteúdos relacionados
a uma causa ou bandeira específica
que o candidato defenda podem ser os
principais responsáveis pelo engajamento
e disseminação do conteúdo ou discurso
deste candidato.
Conteúdos de relacionamento devem
ir muito além do simples “Bom dia”.
Seja dinâmico e faça dos conteúdos de
Poucoscandidatosfazemomonitoramentodeseusnomesedeassuntosestratégicos
em mídias sociais. Desta forma, não conseguem antecipar crises nem prever cenários.
O que fazer? O ideal é ter analistas monitorando as mídias sociais, classificando o
que está sendo dito e separando por assunto. Com esses dados em mãos, a assessoria
de comunicação pode pautar seu conteúdo de forma mais específica e prever crises.
Um erro muito comum praticado pelos candidatos é deixar seus perfis em redes
sociais nas mãos de pessoas leigas, seja por algum interesse político ou por pura
ingenuidade.
O que fazer? Analistas de mídias sociais são, normalmente, comunicólogos
(jornalistas, publicitários ou relações públicas). É muito importante ter profissionais
capacitados, já que eles estarão lidando com a sua imagem.
relacionamento um convite ao diálogo:
peça opiniões e opine nas atualizações
de seus amigos ou seguidores. Também é
válido mostrar um pouco de humanismo
e se colocar mais próximo do eleitor nos
conteúdos de relacionamento: Fotos
pessoais do candidato podem ser atreladas
a uma tática de relacionamento, como
fotos com a família ou praticando algum
esporte.
28
Propaganda Eleitoral
Conteúdo Exclusivo
Cobertura da Campanha
Cobertura da Campanha
Conteúdos com características de
Propaganda Eleitoral nada mais são do que
os discursos tradicionais da propaganda
eleitoral transpostos para o meio digital:
vídeos de campanha, apresentação de
propostas e etc.
O que separa uma boa estratégia
de mídias sociais de uma ruim são os
conteúdos exclusivos. No marketing
político digital esses conteúdos podem
ser comunicados exclusivos que serão
feitos somente nas Mídias Sociais,
debates interativos com eleitor, twittcams,
livestreams e materiais para baixar ou
imprimir, etc.
Cobrir a campanha de forma dinâmica
divulgando fotos, vídeos, agenda do
candidato, utilização de ferramentas
diversas como Twittcam, Livestream,
entre outras ferramentas interessantes
para serem utilizadas na cobertura de uma
campanha (vou fazer um post sobre isto).
Vale lembrar que cada campanha tem
um conceito diferente, e cada candidato
possui uma personalidade diferente. Você
deve adequar sua estratégia de conteúdo a
estes contextos.
Cobrir a campanha de forma dinâmica
divulgando fotos, vídeos, agenda do candidato,
utilização de ferramentas diversas como
Twittcam, Livestream, entre outras ferramentas
interessantesparaseremutilizadasnacobertura
de uma campanha (vou fazer um post sobre
isto).
Vale lembrar que cada campanha tem um
conceitodiferente,ecadacandidatopossuiuma
personalidadediferente.Vocêdeveadequarsua
estratégiadeconteúdoaestescontextos.
29
12. Como engajar o eleitor nas redes sociais
Criar Comunicação da campanha – Indiferentes
Apresentar propostas e posições – Interessados
Espaços para colaborar e participar - Simpatizantes
Ferramentasdeorganização–AtivistaseMilitantes
30
31
32
33
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  • 1. 11
  • 2. 2 Para entendermos melhor a importância do marketing nas mídias sociais, precisamos tambémdefinirbemosconceitosdemarketingpolíticoeeleitoraleavaliarsuasdiferenças. Trabalharemos com estes dois conceitos inseridos diretamente na organização pré- eleitoral, durante e pós-eleitoral. Prefácio Para entendermos melhor a importância do marketing nas mídias sociais, precisamos também definir bem os conceitos de marketing político e eleitoral e avaliar suas diferenças. Trabalharemos com estes dois conceitos inseridos diretamente na organização pré-eleitoral, durante e pós-eleitoral. O marketing eleitoral consiste em implantar técnicas de marketing político e comunicação social integrados, de forma a conquistar a aprovação e simpatia da sociedade, construindo uma imagem do candidato que seja sólida e consiga transmitir confiabilidade e segurança à população elevando o seu conceito em nível de opinião pública. O marketing eleitoral preocupa-se, portanto, com a formação da imagem em curto prazo. O fato crucial é o tempo. Definido isto, a tarefa dos candidatos será definir às necessidades de seus eleitores e a partir daí investir na melhor forma de trabalho para atender estas demandas e melhorar a qualidade de vida da população. Pensandoemumsentidodecoletividade, é preciso focar no bem comum e ser fiel e representativo às suas propostas. A consolidação da democracia dá-se ao poder do político de verificar as diferentes demandas de cada setor da sociedade e entender que nem todos estes setores aceitarão suas propostas. A partir disto, saímos do sentido coletivo e objetivamos alguns pontos chaves, que irão auxiliar grupos definidos da população. Surge aí, um tom mais ideológico, cada candidato irá definir suas propostas a partir daquilo que acredita e defenderá suas ideologias durante todo o processo. Antigamente, usavam-se panfletos, carros de som, muros pintados com os números dos candidatos e votava-se por amizade ou afinidade em um candidato. Hoje, tudo evoluiu e as mídias sociais são ferramentas que podem construir um dialogo permanente e ágil com todos os setores da sociedade. Os eleitores estão mais informados e exigentes, é preciso ser mais que amigo, é necessário ser competente,emaisdoqueissovocêprecisa dar publicidade a suas ações. Não se tira, de maneira nenhuma, a importância do boca a boca, porém entende-se que toda oportunidade de demonstrar o trabalho e fazer com que ele dissemine de maneira mais rápida e eficaz perante a população, dá-se a partir da comunicação digital.
  • 3. 3 Mídias Sociais As redes Sociais revolucionaram a forma como os políticos e campanhas se relacionam e se portam perante o eleitorado, principalmente em 2014. No que se refere as eleições, as mídias sociais desempenharam um papel determinante para que os candidatos e partidos pudessem mapear e se aproximar de seus eleitores. Muitos candidatos apostaram no uso de mídias digitais para, entre outras coisas, posicionarem suas imagens como figuras públicas. Com o intuito de contribuir com nossos candidatos nas próximas eleições municipais, criamos este manual de atuação eleitoral nas Redes Sociais. Nele, descrevemos importantes caminhos que um político deve traçar antes, durante e após as eleições. É impossível pensar em eleições, nos dias de hoje, sem pensar na estrutura de marketing que iremos atuar dentro de cada novo seguimento que surgiu com o uso desta potente ferramenta que é a internet. Há muito tempo, as campanhas eleitorais já deixaram de ser um processo de impressão de panfletos ou pintura de muros em locais estratégicos. Hoje a política é totalmente direcionada, desde a escolha do slogan do candidato, que já possui embutido o conceito e estratégia de campanha, até os palpites da boca a boca que viram pesquisas na internet. “ Desejamos a todos uma ótima campanha nas redes sociais e nosso mandato continua a disposição. Um abraço Fraterno”
  • 5. 5 Introdução O marketing digital eleitoral já é uma realidade na política mundial e brasileira, principalmente em decorrência da popularização do acesso à Internet e o uso das redes sociais como forma de esclarecimento, pesquisa e participação. O marketing político passa por um momento de transição e é importante que os políticos tomem consciência das consequências dessas mudanças em termos de marketing político digital. Uma campanha de marketing político não pode fechar os olhos aos mais de 110 milhões de internautas no Brasil. É uma legião de eleitores que fazem a diferença em uma campanha eleitoral seja ela majoritária ou proporcional. Em nosso Manual de marketing político digital chamamos atenção para o potencial dessa fatia da população que encontra da Internet a respostas para as dúvidas na hora de votar. As pesquisas mostram que aproximadamente 40% dos eleitores chegam no dia da eleição sem ter a mínima ideia de em quem votar. É nesse cenário que o marketing digital eleitoral se faz presente e esclarece a população, principalmente através das mídias sociais. As redes sociais como Facebook, Twitter, Whatsapp, Youtube e Instagram se transformaram em verdadeiros oráculos, formando opiniões e apontando problemas que afligem o eleitorado. Dessa forma, se torna obrigatório em uma campanha de marketing digital eleitoral uma forte atuação nestas mídias para que os candidatos possam levar ao publico suas plataformas, ideias, posicionamentos e realizações. O marketing político digital está se tornando um segmento cada vez mais sofisticado e por isso exige inovação, criatividade, dedicação e muito conteúdo relevante. É a hora do Marketing Político Digital
  • 6. 6 Criar uma campanha de marketing digital eleitoral não é mais uma opção e sim uma imposição do eleitorado. Para ser eficiente esta ação deve ser muito bem planejada e executada por profissionais gabaritados com pleno conhecimento das ferramentas disponíveis no marketing digital atual. Não adianta juntar um monte de peças do marketing convencional, digitalizar e chamar isso de campanha de “marketing digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e mensuração de resultados. Os candidatos ao pleito de 2016 deverão se preparar para expor de forma clara suas propostas nos diversos canais da Internet e principalmente, interagir com os eleitores, o que não estão muito acostumados. Usar a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital eleitoral. O desafio do marketing digital eleitoral nas novas mídias digital eleitoral”. Isso simplesmente é uma colcha de retalhos. Uma verdadeira campanha de marketing digital eleitoral envolve pesquisa do público-alvo, planejamento de mídia, cronograma e Os candidatos ao pleito de 2016 deverão se preparar para expor de a Internet como simplesmente um palanque eleitoral digital, sem interação com o público não é ter uma campanha de marketing digital
  • 7. 7 A agência de marketing social We Are Social divulgou o Relatório Digital, Social e Móbile de 2015, que mostra as estatísticas completas de uso de internet em 2014. O estudo ainda tem uma parte inteira dedicada à Internet no Brasil. Presença digital do brasileiro Somos 204 milhões de indivíduos no país. Destes, 54% são usuários ativos de internet. Mas o nosso forte mesmo é o móbile: tem mais celular que gente no Brasil. Presença digital do brasileiro Somos 204 milhões de indivíduos no país. Destes, 54% são usuários ativos de internet. Mas o nosso forte mesmo é o móbile: tem mais celular que gente no Brasil. Entre os tipos de planos de celular no Brasil, pouco mais de 3 em cada 4 são pré-pagos (78%), enquanto que 22% são pós-pagos. O que surpreende é o número de aparelhos que usam conexões rápidas: Mais da metade delas (54%) são feitas em velocidade 3G e 4G, percentual maior do que a média mundial (39%). Dados sobre o uso das Redes Sociais no Brasil Já o número de conexões móveis no Brasil aumentou 3% em relação a 2014, chegando a impressionantes 276 milhões de conexões. A média corresponde a 135% por habitante brasileiro, percentual bem maior do que a média mundial (98%). Especificamente em relação aos usuários de internet móvel, o Brasil já possui 79 milhões de usuários. Somos sociais De acordo com o relatório, 29% da população mundial estão presentes em mídias sociais. Mas, em terras brasileiras, quase metade dos habitantes está ativa em alguma plataforma social: são 47% das pessoas. Plataformas mais usadas O Brasil possui 96 milhões de contas ativas de redes sociais. Em dispositivos móveis, esse número chega a 78 milhões, registrando crescimento de 15% em relação a 2014. Das 5 plataformas mais usadas, 3 delas são de mensagens instantâneas: Facebook (25%), Whatsapp (24%), Facebook Messenger 22%, Skype (14%) e Google+ (13%).
  • 8. 8 Tendências nas Redes Sociais em 2015/2016 A apenas um trimestre de 2015, já é possível fazer algumas previsões a respeito das ferramentas e ações mais promissoras na área de mídias sociais para o ano que vem. Os eleitores estarão cada vez mais ligados à acessibilidade rápida e às funcionalidades do móbile. Em 2015, 83% dos acessos à internet serão feitos por meio de dispositivos móveis, de acordo com estudo da e-Marketer. Os políticos deverão dar atenção a alguns detalhes na hora de produzir seus conteúdos para os canais digitais que sejam mais adequados e atrativos em smartphones e tablets. As constantes alterações nos algoritmos das redes sociais têm mudado as regras do jogo em relação ao engajamento do conteúdo e das campanhas. Estas interferências no alcance orgânico já podem ser sentidas no Facebook e no Linkedin e, para conseguir bons resultados, é preciso pagar. Usado para divulgar uma pagina ou publicação, focado em trazer mais audiência para sua pagina ou conteúdos. Os eleitores estarão cada vez mais ligados à acessibilidade rápida e às funcionalidades do móbile. Em 2015, 83% dos acessos à internet serão feitos por meio de dispositivos móveis, de acordo com estudo da e-Marketer. Os políticos deverão dar atenção A onda de compartilhar fotos e todos os tipos de imagens realmente pegou, principalmente entre o público mais jovem. Segundo o último relatório da Comscore, o Instagram é a segunda rede social mais usada por pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%. Aposte em conteúdo reduzido, como as fotos publicadas no Instagram, ou mesmo em vídeos curtos, que comunicam de forma eficiente e impulsionam ainda mais a audiência. Apostar nesta plataforma é essencial não apenas pelo número de pessoas ligadas ao YouTube, mas porque a ferramenta possibilita maior alcance aliado à construção da identidade das marcas e o desenvolvimento de campanhas virais, que tanto fazem sucesso nas redes. das redes sociais têm mudado as regras do jogo em relação ao engajamento do conteúdo e das campanhas. Estas interferências no alcance orgânico já podem ser sentidas no Facebook e no Linkedin e, para conseguir bons resultados, é preciso pagar. ou publicação, focado em trazer mais A onda de compartilhar fotos e todos os tipos de imagens realmente pegou, principalmente entre o público mais jovem. Segundo o último relatório da Comscore, o Instagram é a segunda rede social mais usada por pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%. aliado à construção da identidade das marcas e tanto fazem sucesso nas redes.
  • 9. 9 Principais Mídias Sociais para atuação política Criado em 2004, o Facebook é uma rede social que permite o compartilhamento de vídeos, fotos, textos e áudio, além de permitir a formação de grupos de interesse e páginas com finalidades comerciais e de entretenimento. É atualmente a rede social mais utilizada no Brasil e no mundo. A compra do Instagram e a recente compra do WhatsApp pelo Facebook o torna a maior e principal rede social para atuação digital tanto pela quantidade de usuários, quanto por sua frequência de utilização. -É a maior rede social do mundo, também a favorita dos brasileiros. -Hoje atinge um público de massa, contemplando também um público mais velho. -Possui grande alcance para um público de massa. -Permite patrocinar publicações de formaextremamentesegmentada,gerando mais engajamento e personalização. -Uma parte considerável de seu acesso vem de plataformas móbile -Fornece métricas detalhadas e avançadas. -Fornece uma ótima ferramenta para comparar o desempenho com outras fanpages concorrentes. Principais Vantagens Principais DesvantagensFACEBOOK -Seu alcance orgânico (não pago) está cada dia menor, hoje ficando na média de 1% dos fãs de uma página, obrigando-a a pagar para que seu conteúdo seja relevante para seus usuários. -Seu excesso de conteúdo irrelevante e disperso está afastando uma parcela de público que tem abandonado ou deixado de utilizar com frequência a rede social, migrando para outras redes. -O Whatsapp tomou à frente do Facebook no quesito bate-papo (messenger). Seus anúncios patrocinados não permitem mais do que 25% de texto na imagem. A popularização da rede social acaba gerando excessos por parte de amadores, incomodando os usuários e afetando fanpages que produzem um conteúdo de qualidade. Possuialtavolatilidadeeumaferramenta de busca ineficiente, tornando o conteúdo postado efêmero.
  • 10. 10 O YouTube é um site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. Depois de sua compra pelo Google, passou a ser a maior e principal plataforma social de vídeos da Internet. Pesquisas recentes mostram que a média de conexão à Internet no Brasil é entre 512kbs e 8Mbps, o que torna um ambiente propicio para o mercado de vídeos. Para vídeos maiores que 15 segundos (limite do Instagram), é, sem dúvida,aprimeiraopçãoaserconsiderada, sendo também de grande relevância para a busca orgânica do Google. YouTube afirma que Brasil é o segundo país em consumo de vídeos do portal. Dez segundos. Enquanto você lê o primeiro parágrafo deste texto pelo menos 140 novos vídeos foram adicionados nesse exato momento. 2 Bilhões de visualizações por dia. -Seu alcance como maior site de vídeos do mundo. -Oferece hospedagem e arquivo para os vídeos. -Fornecemopçõesdecompartilhamento, comentários. -Pode ser monitorado, incluindo comentários. -Permite patrocinar vídeos e oferece ferramentas de métricas. -Grande potencial viral. -Possui política de termos de uso que pode limitar alguns vídeos. -Produzir vídeos despende mais tempo e planejamento. -Não é recomendado para vídeos muito curtos (abaixo de 1 minuto). Serviço de microblogging que permite o compartilhamento de textos e links de até 140 caracteres; atualmente já dispõe do serviço de compartilhamento de vídeos (através de sua outra rede social, Vine), fotos e conversas online por meio da webcam (Twitcam). Recentemente também abriu para postagem de GIFs animados. Sua objetividade o torna uma importante de ferramenta de distribuição de informações rápidas e notícias, sendo uma importante ferramenta de pauta para a imprensa. -As imagens são 361% mais twitadas que vídeos. -Uma imagem é 128% mais retwitada que um vídeo. -Um vídeo recebe 49% mais “favs” que uma imagem. -62% das imagens compartilhadas são de humor. Informações em tempo real – 70% dos usuários brasileiros usam o Twitter como principal plataforma para buscar informações em tempo real sobre o que está acontecendo. YOUTUBE TWITTER Principais Vantagens Principais Desvantagens As Imagens São as Protagonistas
  • 11. 11 WhatsApp Messenger é um aplicativo de mensagens multiplataforma que permite trocar mensagens pelo celular sem pagar por SMS. Está disponível para iPhone, BlackBerry, Android, Windows Phone e Nokia. Além das mensagens básicas, os usuários do WhatsApp podem criar grupos, enviar mensagens ilimitadas com imagens, vídeos e áudio. Ainda não existem estatísticas oficiais em relação a outras redes sociais, mas, no momento de sua compra pelo Facebook, o WhatsApp possuía 445 milhões de usuários ativos, tornando-o um relevante meio de comunicação social. Foi uma das principais ferramentas usadas a serviço da militância política nas Eleições de 2014. No Brasil é o 4° maior aplicativo da internet móvel e com 39 milhões de usuários. Após uma considerável queda em 2012, desde o final do ano passado (2013) tem retomado em ascensão, principalmente com a atualização de seu layout e novas ferramentas. Agora possui uma timeline mais dinâmica que permite aos usuários curtir as publicações e exibe conteúdo multimídia como imagens e vídeos de forma mais impactante (principalmente conteúdos postados por suas ferramentas como PicTwitter e Vine para os vídeos). Continua sendo o número um quando o assunto são tendências e assuntos de pauta nacional e mundial (pautando principalmente a imprensa). Ganhou mais força em 2014 após as eleições. Sua objetividade mantém um público mais seleto. Sua ferramenta de busca é a mais eficiente de todas as redes sociais. Grande maioria dos acessos são através de plataformas mobile. O uso de hashtags possui mais relevância e utilidade do que em outras redes (Trending Topics). A velocidade da informação é praticamente instantânea. O percentual de público mais velho é bem menor quando comparado ao Facebook. Limitação de 140 caracteres por postagem (o que também é uma vantagem, depende do ponto de vista). Apesar de possuir ferramenta para troca de mensagens privadas, é pouco utilizada e limitada. WHATSAPP Principais Vantagens Principais Desvantagens Seu alcance é mais restrito que o do Facebook. Sua volatilidade é ainda maior que a do Facebook. Poucas opções de anúncios e publicações patrocinadas e mais caro. Poucas opções de personalização de perfil. Não fornece ferramentas de publicação segmentada. Fotos publicadas no Instagram não são exibidas na timeline, apenas um link. A facilidade de um usuário deixar de seguir um perfil é maior e, consequentemente, mais frequente.
  • 12. 12 Principais Desvantagens Melhor horário para postar e #Hashtags Como mandar vídeos longos O Instagram permite ao usuário tirar fotos em um formato quadrado e aplicar diversos filtros para depois, caso queira, publicar a fotos em diversas redes sociais, incluindo o próprio Instagram, que possui uma interface muito dinâmica e agradável. O aplicativo está disponível para a maioria dos sistemas operacionais portáteis, como Android, Windows Phone e IOS (Apple). Recentemente foi aberta a funcionalidade de postar vídeos de até 15 segundos, o que torna o Instagram mais dinâmico e objetivo para essa finalidade. Como pudemos ver no exemplo ao lado, podemos inserir mais de uma #hashtag ou mais por foto e essa é o grande barato. Colocando diversas palavras-chaves relevantes e que tenham a ver com o conteúdo, fatalmente sua foto vai ser visualizada por muita gente. INSTAGRAM -Ainda não possui estatísticas consolidadas. -É invasivo, e a privacidade é bastante limitada. Permite spam. -Sua volatilidade é ainda maior principalmente em grupos com muitas pessoas, nos quais a informação se perde muito rapidamente. -Na troca de aparelho ou exclusão do aplicativo, o usuário perde todo o histórico de mensagens caso não tenha efetuado backup. Um vídeo de 30 segundos pode ser de aproximadamente 20MB que está acima -Sua rápida adoção o colocou como principal meio de troca de mensagens entre usuários de celulares. -Estápresentenasprincipaisplataformas móbile. -Permite grupos de conversas. -Permite multimídia: imagens, ícones, áudios e vídeos (em teoria sem limite). -Possui um público que não está nas redes sociais por ser mais prático: não exige a criação de um perfil, utiliza o número do próprio aparelho. Sua compra pelo Facebook trará mais ferramentas. -A velocidade da informação é praticamente instantânea. Os arquivos multimídia compartilhados ficam gravados no celular do usuário para visualização posterior. Principais Vantagens do limite de 16MB para o WhatsApp. Portanto, sem reduzir a qualidade que você nunca será capaz de enviar um vídeo desse tamanho. WhatsApp adicionou uma nova ferramenta de edição de vídeo que ajuda a cortar o início e o fim de seu vídeo para que ele é menor em tamanho. A alternativa é reduzir o vídeo usando umdosaplicativosdeediçãodevídeolivres Android – FFmpeg Média Converter.
  • 13. 13 Principais Vantagens Principais Desvantagens APP de compartilhamento de conteúdo do Instagram Após baixar o app, você verá que aparecem as imagens das pessoas que você segue no Instagram. Simplesmente selecione a fotografia que quer compartilhar e clique em ‘Repost’. É uma das redes sociais preferidas do brasileiro. Seu uso majoritário é através de plataformas móbile. Sua objetividade permite vídeos curtos que são tocados automaticamente na timeline dos seguidores. É utilizado por diversas faixas etárias de público. É integrado ao Facebook. Ao contrário do Facebook, não inibe as postagens na timeline conforme regras e algoritmos (alcance orgânico). O Instagram engaja 58 vezes mais que o Facebook! Seuformatopadrãodeimagemquadrada e sua abordagem mais estética inibem a produção de conteúdos com muito texto (também pode ser uma vantagem – mais uma vez, depende do ponto de vista). Ainda não possui estatísticas consolidadas sobre sua utilização no Brasil. O monitoramento é bastante limitado, pois muitos perfis são bloqueados. Ainda não possui opções de publicações segmentadas ou anúncios patrocinados. 13 Ao contrário do Facebook, não inibe as postagens na timeline conforme regras e O Instagram engaja 58 vezes mais que Seuformatopadrãodeimagemquadrada e sua abordagem mais estética inibem a produção de conteúdos com muito texto (também pode ser uma vantagem – mais Ainda não possui estatísticas consolidadas sobre sua utilização no O monitoramento é bastante limitado, Ainda não possui opções de publicações segmentadas ou anúncios patrocinados. Um detalhe importante é que a #Hashtag segmenta sua publicação.
  • 14. 14
  • 15. 1515
  • 16. 16 A reação e sentimento dos brasileiros diante da repercussão das Eleições 2014 nas Redes Sociais. Como os políticos devem se posicionar na internet Monólogo As eleições de 2014 bombaram nas redes sociais a ponto de alcançar o status de eleições mais comentadas do mundo na história do Facebook. Em geral, não se falava sobre outro assunto: muitas e intensas foram as discussões sobre política, fato que além de aumentar a tensão, incomodou muita gente. A pesquisa foi realizada em novembro de 2014 com 1000 usuários da eCGlobal. com, em todo o Brasil, utilizando eCInstant, plataforma de pesquisas para obter respostas rápidas. Em tempos de comunicações instantâneas, o caso de sucesso da campanha online de Obama já é história antiga. É inegável, porém, que ali aconteceu o clique (literalmente). A partir de então, candidatos, políticos, partidos e governos perceberam que é inviável se ter sucesso em uma campanha política sem um trabalho competente na internet. A política, além de não possuir a mesma relevânciaeprioridade,ocorrenummundo remoto do dia a dia do eleitor médio, sempre envolta em questões controversas, complexas e raramente resultando em alguma alteração perceptível na sua vida. Nunca subestime, entretanto, a inteligência deste eleitor. Ao fim da campanha ele chegará a uma decisão pessoal de voto, processando as informações, buscando cada vez mais ferramentas para formar sua opinião. No Brasil, dos 204,7 milhões de habitantes, 110 milhões são internautas – mais da metade dos brasileiros acessa a rede. Em torno de 50% destes são extremamente ativos, críticos, participativos, formadores de opinião. Muitos políticos ainda duvidam da força real da Internet e fazem mal uso desta potente ferramenta. Os comentários sobre política nas eleições 2014 aumentaram o interesse sobre o tema, de alguma forma, para 63% dos internautas. Monólogo
  • 17. 17 Tecnologia = Medo Arregaçar as mangas? Muitos políticos, por seu conservadorismo, por falta de uso e principalmente pelo medo do novo, desconhecem e abominam os meios digitais como: Computador, celular, câmeras, gravadores, e suas ferramentas. A Presença nas redes sociais entende que as campanhas devem utilizar esta ferramenta com mais profissionalismo, pois trata-se do melhor meio de comunicação com apoiadores e com a base. É preciso definir o foco de atuação, produzir conteúdo relevante, ir atrás do público e engajá-los de forma a obter votos e militância. Contudo, poucos candidatos usam todo o potencial que a rede possui, limitando-se apenas a reproduzir as peças da campanha tradicional, o que acaba não engajando o eleitor, nem produzindo a repercussão desejada das propostas. Hoje 95% dos políticos quando rompem a barreira do medo acham que o facebook é um espaço só de comunicação e se esquecem de que também é um espaço de interação. Muitos vão errar. Mas é muito importante experimentar. Na internet a frase mais adequada é arregaçar os ouvidos e dedos! É necessário ter como base a interatividade, diálogo e agilidade. O recente processo eleitoral foi marcado pela militância e conectividade entre eleitores e candidatos que nunca debateram tanto sobre política utilizando as redes sociais como canais de interação e participação. Em um artigo publicado na BBC Brasil, podemos aferir que durante os 3 meses de campanha eleitoral em 2014, cerca de 674,4 milhões de interações sobre as eleições ocorreram só no Facebook. Os brasileiros também nunca haviam falado tanto de política no Twitter. Foram 39,85 milhões de mensagens publicadas durante a campanha. O mais curioso foi que, no período eleitoral, as trivialidades sumiram e deram lugar a discussões políticas. Isso força até mesmo o mais desinteressado no assunto a formar uma opinião. O impacto da internet foi um reflexo de como mudaram os hábitos digitais dos brasileiros em quatro anos.
  • 18. Interagir x Participar Novo tipo de @Eleitor Interagir é diferente de participar, é troca de informações e opiniões entre candidato e eleitores. Interagir tem lógica distribuída principalmente dar voz e vez ao eleitor. Participar tem lógica centralizada onde o eleitor tem apenas um papel secundário. A consolidação das redes sociais como potente canal de comunicação tem levado os políticos, em verdadeiro ‘efeito manada’, a aderirem às mídias sociais. Todos desejam o status de Político 2.0, mas contam-se numa mão os que efetivamente sabem fazer uso das ferramentas para interagir com seus eleitores e conseguir dividendos políticos. As interações com os eleitores através das redes sociais são uma fonte inesgotável de sugestões e novos pontos de vista que retroalimentam a campanha de marketing eleitoral. É através delas que o candidato e sua equipe conseguem ter uma visão mais clara dos anseios da população e quais propostas são mais simpáticas ou não ao eleitorado. O marketing político nas redes sociais funciona como um verdadeiro termômetro da campanha fornecendo o melhor feedback que você poderia conseguir. É preciso ser menos redundante e falar menos de si, essa é a nova realidade. O próprio eleitor mudou. Ele não espera pelas informações da forma passiva que assumia nas campanhas anteriores. Nos dias de hoje o eleitorado busca na Internet a informação que precisa, e se o candidato não tem uma estratégia de marketing político na Internet ele simplesmente se coloca de fora das opções desse eleitor. Esse é um cenário novo com o qual as campanhas de marketing eleitoral devem se preocupar e se preparar, construindo estratégias para dialogar com este novo eleitor. O grande desafio das campanhas de marketing digital eleitoral é entender esse novo eleitor e montar mecanismos que vão ao encontro dessa necessidade de informações. O posicionamento dos candidatosnaInternetdeveráseradaptado para essa nova mídia, que antes de tudo deve ser entendida pelos coordenadores de campanha, pois é um ambiente bastante diferente do encontrado nas campanhas de marketing político tradicionais. As redes sociais não influenciam ninguém. São as pessoas, em rede, que podem influenciar umas às outras por meio da conversa, do diálogo, da discordância, da concordância. O novo Eleitor Digital trata o marketing político eleitoral de forma seletiva. Ele busca conteúdo que seja realmente relevante para sua decisão de voto em qualquer campanha de marketing eleitoral na Internet.
  • 19. 19 Políticos e Eleitores Antes de comprar sua ideia o eleitor pesquisa O Brasileiro é o povo que passa mais tempo conectado. É o 2° no Facebook, Youtube, Gmail e Twitter. E foi o 1ª no Orkut e no MSN. Os candidatos devem estar preparados para ouvir e reagir de forma estratégica. Consideradas território importante para propagação do marketing político durante o período eleitoral, as redes sociais deverão exigir mais trabalho, atenção e mudança de postura por parte dos políticos. Dados do Scup, ferramenta de monitoramento de redes sociais, revelam que há mais ódio do que amor em relação à política, e as menções negativas sobre o tema chegam a 37% dos compartilhamentos, contra 22% positivas. Outro fator importante é que os internautas rejeitam a histórica prática de acusações entre os concorrentes. Existe uma forte onda, por parte dos candidatos, do uso de uma retórica de acusação ou de defesa no marketing disseminado nas redes sociais. Esse ponto, de maneira geral, tem causado maior repulsa em relação às campanhas por isso é bom ter muito cuidado com o tom da sua campanha principalmente nas redes sociais onde as informações se disseminam rapidamente. Cerca de 56% das pessoas afirmam que só concretizaram um negócio após pesquisar na Internet, na política não é diferente. Mais de 80% do eleitorado vota em pessoas, não em partidos políticos. O populismo é muito importante neste cenário. Muitos eleitores escolhem seus candidatos com base em promessas populares e principalmente na sua imagem. O acesso à informação do candidato também contribui para a construção de uma opinião. Em um universo com pouca informação política é fundamental que o candidato apresente ao eleitor uma identidade clara. Aqueles que marcadamente assumem o papel de Situação ou de Oposição são os que costumam encerrar o pleito nas primeiras posições, reflete ele, complementando que o eleitor médio trabalha com grandes emblemas e grandes símbolos. Numa situação em que a maioria da população avalia mal a administração em curso, portanto, é muito mais provável que vença o candidato que se colocou claramente na oposição do que aquele que ficou sem identidade ou em cima do muro.
  • 20. 20 Monitorar e Mensurar Ser Verdadeiro, Ético e Responsável É preciso monitorar. O que geralmente acontece nas campanhas é uma “comunicação” de mão-única, sem responder a quem fala (bem ou mal) nas redes sociais. Não é a mesma coisa, mas devem caminhar juntos. Monitorar: Verificar, acompanhar com foco principal em adaptar e modificar possíveis erros, para que possa ser corrigidos a tempo sem prejudicar a imagem do candidato. Mensurar: Analisar, quantificar e medir a popularidade do candidato e suas principais ações. Agora, nas eleições de 2016, uma nova chance se mostra para aqueles que pretendem se lançar aos cargos de vereador ou prefeito e aprenderam com os erros das eleições de 2014. Uma reeleição pode ser perdida ou ganha, nos mínimos detalhes. E as ações digitais, bem planejadas, podem determinar o sucesso ou fracasso nas urnas. O monitoramento online é hoje uma das ferramentas fundamentais e mais eficazes do marketing político digital que, em 2014, foi amplamente explorado no processo eleitoral. É possível coletar dados, inclusive em tempo real, identificando mensagens positivas e negativas sobre a imagem de corporações, reputação de grandes marcas no mercado e, também, sobre o que tem sido dito sobre política ou candidatos. Com a utilização de métricas, filtros Informe aos usuários quando não é o candidato que está falando (#Equipe ou #Assessoria). A prestação de contas do candidato referente às doações, e os gastos, também devem ser usados para transmitir segurança e transparência aos usuários. Nada de mentiras. Se errou, assuma o erro e recomece. “Se queremos progredir, não devemos repetir a história, mas fazer uma história nova” (GANDHI) Um candidato na internet jamais deve mentir e deixar de ser autentico, manipular dados ou informações, enviar Spams, como identificação de gênero, dados demográficos, socioeconômicos, faixa etária entre outros, é possível determinar e analisar o perfil dos eleitores bem como a forma como a imagem do político tem sido percebida e discutida pela audiência. Isso permite traçar estratégias eficientes para a conquista de eleitores além de solidificar a escolha de simpatizantes. Vale lembrar que, para ter sucesso definitivo, o político não deve se olhar para esses canais apenas nos períodos eleitorais. É preciso usar as redes sociais para conhecer, ouvir e entender o que a população está querendo. O político que sabe lidar com as redes sociais como intermediárias entre ele e o público-alvo — mostrando-se realmente preocupado com as questões desse público — ganha vantagem em relação ao político que apenas usa essas ferramentas como forma de obter mais votos.
  • 21. 21 Não Seja Intrusivo É o Fim da Privacidade na Política? Cerca de 35% dos internautas colocam ativamente suas opiniões nas mídias sociais. O candidato não deve pensar apenas em convencê-los, ou querer todas as atenções voltadas para ele, o candidato deve evitar ser intrusivo. A poluição virtual, em vez de beneficiar os candidatos, ocasiona repulsa e os afasta dos eleitores. Nos sites de campanha e redes sociais não é mais aceitável também só expor o que se pensa, sem trazer as pessoas (eleitores-internautas) para próximo, para uma construção coletiva de ações, ideias, propostas e do plano de governo. O que os candidatos precisam compreender é que sendo a internet uma mídia social, é de extrema importância que sejam criados espaços em que o público possa se relacionar com as candidaturas. Para isso, é necessário dar mais atenção a formas de publicidade que contenham Se tratando de política e mídias sociais, existem dois tipos de exposição à privacidade: Pública: que não temos controle, divulgada por algum meio, muitas vezes sem nosso conhecimento; Particular: que temos controle e publicamos o que nos convém. Nas mídias sociais o limite entre e vida pessoal e a vida pública praticamente não existe. Os apelos são cada vez mais sujos e sempre realizados por meio de perfis genéricos, falsos, fakes, montagens, dentre outros. Opositores recrutam seus guerrilheiros digitais que sem qualquer pudor ou consciência, divulgam fatos mais que inverídicos, mas que impactam diretamente em direitos de personalidade, honra e privacidade de agora candidatos, mas antes mesmo, seres humanos. O compartilhamento do “falso” ocorre como um raio, por pessoas que muitas vezes desconhecem os bastidores do que está sendo “plantado”. Piamente acreditam ou compartilham maliciosamente, por isso é preciso monitorar e responder rapidamente. comprar voto, usar fakes, pessoas como “plantadores“, seeders de sua imagem. Não existe uma fórmula, pois cada um precisa estabelecer uma estratégia de comunicação que contemple a campanha como um todo. Porém, é importante que haja sintonia entre o que é falado, dialogado, e o que as pessoas querem e precisam ouvir e saber. O princípio de ser verdadeiro e fiel à sua imagem, não tentar passar uma imagem irreal e ter atitudes que não conduzam com a personalidade, porque essas atitudes logo caem em descrédito. uma interface social, que causem imersão através da interatividade, ou até mesmo pensar em uma dinâmica de gamificação. Nesse processo, há espaço para se investir mais em campanhas em vídeo, móbile, e principalmente nas redes sociais.
  • 22. 22 Spam Segmentar a mensagem Os políticos tem em suas raízes o feeling spammer. Ele faz SPAM na vida real através dos seus santinhos nos sinais, carros de som na porta de casas e carreatas que prejudicam o trânsito. A internet condena o spam! OcandidatonãodeverealizarSPAM.Isso aborrece os eleitores e consequentemente desvaloriza sua “marca“. A Internet pode e deve ter um papel mais significativo no período eleitoral. Mas, para isso, depende-se que seja percebido o real potencial democrático e comunicativo efetivo das plataformas digitais a partir de suas próprias características, tanto pelas campanhas quanto pelos eleitores. É fundamental haver uma segmentação da mensagem de acordo com o público- alvo do candidato co - relacionados aos seus projetos e propostas. Vale a pena procurar redes sociais segmentadas para direcionar. Os candidatos não devem focar somente em uma rede social ou em várias e sim escolher as mais adequadas. Segmentar significa agrupar os indivíduoscompotencialdevotoemperfis, ou grupos similares de comportamento. Como a sociedade é heterogênea, a sua segmentação é uma decisão estratégica do plano de marketing político digital. A sociedade, afinal, não está naturalmente dividida: ela é segmentada principalmente nos fatores demográficos como sexo, idade, raça, religião e nível cultural. Para segmentar suas ações nas redes sociais o candidato deverá identificar os nichos com maior potencial, relação de atuação e bandeiras defendidas. Se existe uma prática que a política absorveu do marketing comercial e que não podemos mais abrir mão, é a segmentação do eleitorado. A importância da segmentação se torna mais evidente em cidades de médio e grande porte. Um candidato a vereador na cidade de São Paulo, por exemplo, não tem as mínimas condições de realizar uma campanha em toda a cidade, que chega a ser maior que diversos países. Não podemos esquecer que uma campanha eleitoral tem o objetivo de Cultive a Calma A essência da internet é social e não de concorrência. Não responda aos ataques do adversário na mesma moeda, se coloque superior a ele, mantenha o foco. Não demonstre raiva isso transmite pânico e insegurança para os usuários e eleitores. Um candidato não deve falar mal de outros candidatos, nem encher a timeline dos seguidores com brigas, assuntos narcisistas ou inverídicos.
  • 23. 23 Política = Coisa Chata O principal desafio dos políticos na internet é fazer com que a política não seja algo chato. Um candidato antes de tudo não pode ser “chato” e principalmente ter um conteúdo chato nas redes sociais, ele precisa transformar a web em um canal de troca de conteúdo relevante e participação continua. Pouco se fala sobre os motivos disso. Um deles é a eterna repetição de mesmices que as eleições trazem. Se as atuações, coligações e candidatos já não são muito inovadoras, nem muito diferentes uma das outras, que dirá a forma com que eles se comunicam. A impressão é que são exatamente os mesmos termos usados há 4, 8, 12, 16 anos atrás, com pequenas variações. Se brincar, até a foto photoshopeada do candidato não mudou neste período. É neste cenário que o marketing político digital assume um papel estratégico para superar uma grande barreira, de que a política é chata. É preciso inovar e aproveitar esse novo momento utilizando as redes sociais como uma ferramenta de forte poder de persuasão, comunicação e participação transformando a política em um tema fundamental para a transformação da sociedade. comunicar a mensagem certa para o eleitor certo. A segmentação do eleitorado, além de ser uma estratégia necessária, torna a campanha mais barata, já que o custo envolvido na conquista do voto varia dentro do eleitorado. O eleitorado pode ser dividido em três grupos. No primeiro, estão os eleitores que certamente votarão no candidato. Este segmento requer menos custos, ou seja, tempo e recursos. São os eleitores que já conhecem o candidato e não o rejeitam. Então, a chance de voto é bem maior aqui. No segundo segmento, temos os eleitores que estão determinados a não votar no candidato. O tempo e o custo para persuadir este eleitor são inviáveis, levando em conta a pequena probabilidade de sucesso. São os eleitores que rejeitam determinada candidatura e dificilmente mudarão de opinião. No terceiro e maior segmento, estão os eleitores que podem vir a votar no candidato. É justamente aqui, que deve se concentrar o maior esforço da campanha. O “target”, ou eleitorado alvo, é aquele que quantitativamente pode eleger o candidato, já que o primeiro segmento pode não ser muito expressivo. No entanto, é necessário segmentar ainda mais o eleitorado para compreender melhor a sua quantidade e localização. Isto será possível com a ajuda de pesquisas quantitativas e das seguintes variáveis: DEMOGRÁFICAS (sexo, idade, etnia, região, religião); SOCIOLÓGICAS (renda, escolaridade, ocupação); POLÍTICAS (partido, ideologia, tendências, opiniões, rejeições) e ATITUDINAIS (valores, opiniões, prioridade, crenças). Com estas informações, será possível identificar o eleitor potencial que garantirá a vitória. Sabendo ainda, onde ele se encontra,oquepensa,qualaprobabilidade de votar, valores, expectativas, etc. Isto ajudará na estratégia de comunicação da campanha, que precisa ser mais personalizada, específica e direcionada.
  • 24. 24 8. Liderança 3.0 Liderar com Motivação 9. Como administrar comentários negativos nas Redes Sociais Até a metade do século XX desempregados, fome e crises sociais garantiram o sucesso do líder 1.0, baseado na autocracia: a empresa paga e o trabalhador obedece. O estilo 1.0 garantia a fidelidade pelo medo. Após a 2ª Grande Guerra, com o desenvolvimento rápido da tecnologia, o aumento da produtividade e a oferta mais generosa de empregos, surge o líder 2.0, que é participativo. Surgem conceitos como distribuição de lucro, meritocracia e negociações coletivas com o crescimento da força dos sindicatos. O líder 3.0 tem sua motivação, da sua própria mente e, principalmente, de seu coração. O líder 3.0 procura entender quais são os sonhos e desafios pessoais de cada um e tem que relacioná-los com as metas a serem atingidas. Conceitos como liberdade, autonomia, inovação e espaço para crescimento em várias direções, são os fermentos da motivação. A comunicação 3.0 é mais concisa e baseada em estímulos emocionais. Das necessidades de uma liderança controladora na revolução industrial, para um líder-modelo na revolução da informação houve um grande salto. Outro salto está sendo dado agora, após a revolução digital e das redes sociais, além da ascensão das gerações Y e Z. O que os eleitores buscam é a LIDERANÇA COLABORATIVA. É preciso trabalhar em equipe, concentrado, de maneira a manter a racionalidade serena, o bom humor, motivação e união da equipe, o equilíbrio sob pressão, e a capacidade de ser coerente Com o compartilhamento constante de notícias e opiniões sobre o político ou partido nas redes sociais, o mundo da política passou a lidar com situações de crise a todo o momento e numa escala muito maior. Se o político fica de olho nesses canais, ele consegue identificar crises rapidamente e já pensar em formas de reverter à situação. Além disso, acompanhar a repercussão dos assuntos nas redes sociais podem ajudar a guiar as próximas ações e a postura frente aos assuntos polêmicos. Mais do que estratégias com o intuito de angariar votos, o posicionamento e a manutenção da imagem dos candidatos nas redes sociais demandam acompanhamento constante devido à grande exposição dos políticos que, afinal, são figuras públicas cujas posturas morais são acompanhadas e avaliadas pelo eleitorado. e controlado sob fortes emoções. As estratégias mercadológicas tradicionais são distintas das digitais e requer uma maior atenção, ações específicas e diferenciadas.
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  • 26. 26 10. Principais erros que os candidatos devem evitar Erro nº 01: Santinhos virtuais Erro nº 3: Levar em conta apenas números de vaidade Erro nº 2: Não ter uma estratégia de relacionamento É muito importante falar no que se deve fazer no Marketing Político Digital. Mas o que mais devemos levar em consideração é sobre o que não devemos fazer nas Redes Sociais! Segue algumas dicas básicas do que não se deve fazer em uma campanha política na internet. É muito importante falar no que se deve fazer no Marketing Político Digital. Mas o que mais devemos levar em consideração é sobre o que não devemos fazer nas Redes Sociais! Segue algumas dicas básicas do que não se deve fazer em uma campanha política na internet. O que fazer? Poste conteúdos que se aproximem dos eleitores, humanize sua campanha, mostre como você pode mudar a realidade de cada pessoa. Ao invés de pedir votos, venda ideias. Mostre para o seu público-alvo que você compartilha das mesmas mazelas do que ele e, além disso, tem soluções para elas. Uma boa estratégia é buscar blogs que tratam de assuntos de sua campanha e interagir com as postagens. “Números de vaidade” são aqueles que só servem para deixar o relatório de mídias sociais mais bonito e mexer com o ego do candidato. Por exemplo, já vi o número de seguidores no Twitter de um político crescer mais de 50% em menos de 24h. Mas, após fazermos uma investigação, descobrimos que ele havia usado uma ferramenta para a compra de seguidores. O que fazer? Não pense apenas na quantidade, mas, sim, na qualidade dos seus fãs ou seguidores. Você está atingindo seu público-alvo? Eles interagem com você? Você consegue vender suas ideias para esse público? Duas atitudes são muito comuns: deixar um usuário falando sozinho e não saber lidar com críticas reclamações. Resultado: crises e mais crises. O que fazer? Ao se relacionar com um candidato em uma mídia social, o usuário assume uma postura: troll, militante, agressiva, questionadora, entre outras. Esses perfis comportamentais são chamados de “atores”. Para cada perfil, a equipe de campanha deve ter uma estratégia de relacionamento, seja para prevenir/controlar uma crise ou dar mais voz a algum usuário.
  • 27. 27 11. Como Atrair o Eleitor? Atendimento ao Eleitor Engajamento de Causa Conteúdo de Relacionamento Erro nº 4: Não prever cenários Erro nº 5: Confiar suas redes sociais em pessoas de outras áreas No marketing digital moderno, quem tem conteúdo relevante “É Rei”, ou seja, é nele que devemos focar nossos maiores esforços para criarmos um ambiente de relacionamento e assim conquistar a atenção do eleitorado. O atendimento ao eleitor difere do relacionamento, pois é menos proativo e mais reativo. Responda as dúvidas que surgirem de todo cidadão. Muitas vezes são nas atualizações de atendimento ao eleitor onde as crises podem acontecer, portanto é preciso estar ligado na intenção das indagações recebidas e procurar ser o mais transparente, pontual e cordial possível. Assim como no Marketing Digital para Empresas, onde determinados tipos de conteúdo como promoções e concursos geram mais engajamento em torno das marcas do que conteúdos de relacionamento, no Marketing Político Digital conteúdos relacionados a uma causa ou bandeira específica que o candidato defenda podem ser os principais responsáveis pelo engajamento e disseminação do conteúdo ou discurso deste candidato. Conteúdos de relacionamento devem ir muito além do simples “Bom dia”. Seja dinâmico e faça dos conteúdos de Poucoscandidatosfazemomonitoramentodeseusnomesedeassuntosestratégicos em mídias sociais. Desta forma, não conseguem antecipar crises nem prever cenários. O que fazer? O ideal é ter analistas monitorando as mídias sociais, classificando o que está sendo dito e separando por assunto. Com esses dados em mãos, a assessoria de comunicação pode pautar seu conteúdo de forma mais específica e prever crises. Um erro muito comum praticado pelos candidatos é deixar seus perfis em redes sociais nas mãos de pessoas leigas, seja por algum interesse político ou por pura ingenuidade. O que fazer? Analistas de mídias sociais são, normalmente, comunicólogos (jornalistas, publicitários ou relações públicas). É muito importante ter profissionais capacitados, já que eles estarão lidando com a sua imagem. relacionamento um convite ao diálogo: peça opiniões e opine nas atualizações de seus amigos ou seguidores. Também é válido mostrar um pouco de humanismo e se colocar mais próximo do eleitor nos conteúdos de relacionamento: Fotos pessoais do candidato podem ser atreladas a uma tática de relacionamento, como fotos com a família ou praticando algum esporte.
  • 28. 28 Propaganda Eleitoral Conteúdo Exclusivo Cobertura da Campanha Cobertura da Campanha Conteúdos com características de Propaganda Eleitoral nada mais são do que os discursos tradicionais da propaganda eleitoral transpostos para o meio digital: vídeos de campanha, apresentação de propostas e etc. O que separa uma boa estratégia de mídias sociais de uma ruim são os conteúdos exclusivos. No marketing político digital esses conteúdos podem ser comunicados exclusivos que serão feitos somente nas Mídias Sociais, debates interativos com eleitor, twittcams, livestreams e materiais para baixar ou imprimir, etc. Cobrir a campanha de forma dinâmica divulgando fotos, vídeos, agenda do candidato, utilização de ferramentas diversas como Twittcam, Livestream, entre outras ferramentas interessantes para serem utilizadas na cobertura de uma campanha (vou fazer um post sobre isto). Vale lembrar que cada campanha tem um conceito diferente, e cada candidato possui uma personalidade diferente. Você deve adequar sua estratégia de conteúdo a estes contextos. Cobrir a campanha de forma dinâmica divulgando fotos, vídeos, agenda do candidato, utilização de ferramentas diversas como Twittcam, Livestream, entre outras ferramentas interessantesparaseremutilizadasnacobertura de uma campanha (vou fazer um post sobre isto). Vale lembrar que cada campanha tem um conceitodiferente,ecadacandidatopossuiuma personalidadediferente.Vocêdeveadequarsua estratégiadeconteúdoaestescontextos.
  • 29. 29 12. Como engajar o eleitor nas redes sociais Criar Comunicação da campanha – Indiferentes Apresentar propostas e posições – Interessados Espaços para colaborar e participar - Simpatizantes Ferramentasdeorganização–AtivistaseMilitantes
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