SlideShare uma empresa Scribd logo
Rotas estáticas IPv6
John Rullan
Treinador de instrutores certificado
pela Cisco
Thomas A. Edison CTE HS
Stephen Lynch
Arquiteto de rede, CCIE #36243
Arquitetos de tecnologia ABS
• As rotas estáticas definem um caminho distinto entre dois roteadores. Elas não

são automaticamente atualizadas, o que significa que você deve reconfigurá-las
manualmente quando ocorrerem alterações na rede.
• As rotas estáticas utilizam menos largura de banda que rotas dinâmicas.
• Nenhum ciclo da CPU é usado para calcular e analisar atualizações de

roteamento.
• As rotas estáticas devem ser usadas em ambientes onde o tráfego de rede é

previsível e onde o projeto de rede é simples.
• As rotas estáticas não devem ser usadas em um grande ambiente de rede onde

há mudança constante, pois elas não podem reagir às alterações da rede.
• Apesar das rotas estáticas estarem obsoletas devido ao uso elevado de rotas

dinâmicas em uma rede, algumas empresas ainda utilizam rotas estáticas em
ocasiões especiais.
• As rotas estáticas também são úteis para especificar um gateway do último

recurso (uma rota padrão na qual todos os pacotes não-roteáveis serão
entregues).
© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Público da Cisco

2
Existem quatro tipos de rotas estáticas. Os
seguintes tipos de rotas estáticas de IPv4 e
IPv6 serão discutidos:
•
•
•
•

Rota estática standard
Rota estática default
Rota estática resumida
Rota estática flutuante

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Público da Cisco

3
• Você deve especificar somente a interface de saída (a interface na
qual todos os pacotes são enviados à rede de destino) em uma rota
estática diretamente conectada.
• O roteador pressupõe que o destino está diretamente conectado à
interface de saída.

LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Diretamente conectado
Diretamente conectado

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 s0/0/1
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 s0/0/1

Público da Cisco

4
LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2 S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

Branch-1

S0/0/0

Internet

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 s0/0/1
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 s0/0/1

Diretamente conectado

A letra “L” na tabela de
roteamento é um novo
identificador que exibe o
endereço específico atribuído a
uma interface, ao contrário de
“C”, que exibe apenas a subrede.

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Branch-1#show ipv6 route
(Output Omitted)
S 2001:DB8:2::/62 [1/0]
via ::, Serial0/0/1
S 2001:DB8:3::/62 [1/0]
via ::, Serial0/0/1
C 2001:DB8:A::2/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
L 2001:DB8:A::3/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
C 2001:DB8:B::/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L 2001:DB8:B::/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L FF00::/8 [0/0]
via ::, Null0
Branch-2#

Público da Cisco

5
• Em uma rota estática de salto, o endereço IPv6 do roteador vizinho
está especificado.
• A interface de saída é derivada do próximo salto.

• Antes que qualquer pacote seja enviado pelo roteador, o processo
da tabela de roteamento deve determinar a interface de saída a ser
utilizada para encaminhar o pacote. Isso faz com que o roteador
observe mais atentamente a tabela de roteamento antes de
determinar a interface de saída para a rede de destino.
LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Próximo salto/recursivo

Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 2001:DB8:A::2

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Público da Cisco

6
LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 2001:DB8:A::2

Próximo salto/recursivo

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Branch-1#show ipv6 route
(Output Omitted)
S 2001:DB8:2::/64 [1/0]
via 2001:DB8:A::2
S 2001:DB8:3::/64 [1/0]
via 2001:DB8:A::2
C 2001:DB8:A::2/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
L 2001:DB8:A::3/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
C 2001:DB8:B::/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L 2001:DB8:B::/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L FF00::/8 [0/0]
via ::, Null0
Branch-2#

Público da Cisco

7
• Tanto a interface de saída como o endereço do próximo salto são
utilizados em uma rota estática totalmente especificada.
• É usada quando a interface de saída é uma interface multiacesso
e precisa do endereço do próximo salto para ser identificada.
• O endereço do próximo salto deve estar diretamente conectado à
interface de saída especificada.
2001:DB8:A::4/64
G0/0

Branch-4

LAN-1
2001:DB8:2::1/64

G0/0
G0/1

LAN-2

DSW-1

G0/0
2001:DB8:A::3/64

2001:DB8:3::1/64

Totalmente especificado

Branch-2

2001:DB8:A::2/64
G0/0

2001:DB8:A::1/64
G0/0

Branch-1

Branch-3

Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 g0/0 2001:DB8:A::2
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 g0/0 2001:DB8:A::2

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Público da Cisco

8
2001:DB8:A::4/64
G0/0

Branch-4

LAN-1
2001:DB8:2::1/64

G0/0
G0/1

Branch-2

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Totalmente especificado

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

2001:DB8:A::2/64
G0/0

DSW-1

G0/0
2001:DB8:A::3/64

2001:DB8:A::1/64
G0/0

Branch-1

Branch-3

Branch-1#show ipv6 route
(Output Omitted)
S 2001:DB8:2::1/64 [1/0]
via 2001:DB8:A::2, Gigabit0/0
S 2001:DB8:3::1/64 [1/0]
via 2001:DB8:A::2, Gigabit0/0
C 2001:DB8:A::2/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
L 2001:DB8:A::3/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
C 2001:DB8:B::/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L 2001:DB8:B::/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L FF00::/8 [0/0]
via ::, Null0
Branch-2#
Público da Cisco

9
• Nenhuma outra rota na tabela de roteamento corresponde ao endereço

IP de destino do pacote. Em outras palavras, quando uma maior
correspondência específica não existir.
• Um uso comum ocorre ao conectar o roteador de borda de uma

empresa à rede ISP.
LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 s0/0/0
Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 2001:DB8:A::2
Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 s0/0/0 2001:DB8:A::2

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Público da Cisco

10
LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 s0/0/0

Rota padrão

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Branch-1#sh ipv6 route
(Output Omitted)
S ::/0 [1/0]
via ::, Serial0/0/0
S 2001:DB8:2::1/64 [1/0]
via 2001:DB8:A::2, Serial0/0/1
S 2001:DB8:3::1/64 [1/0]
via 2001:DB8:A::2, Serial0/0/1
C 2001:DB8:A::2/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
L 2001:DB8:A::3/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/1
C 2001:DB8:B::/127 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L 2001:DB8:B::/128 [0/0]
via ::, Serial0/0/0
L FF00::/8 [0/0]
via ::, Null0
Branch-1#

Público da Cisco

11
• Rotas resumidas são usadas para restringir o número de entradas na

tabela de roteamento.
• Várias rotas estáticas podem ser resumidas em uma única rota estática

se:

- As redes de destino forem contíguas e puderem ser resumidas em um único
endereço de rede.
- Todas as rotas estáticas utilizam a mesma interface de saída ou o mesmo
endereço IP do próximo salto.
LAN-1
2001:DB8:2::1/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::1/64

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Público da Cisco

12
LAN-1
2001:DB8:2::/64

2001:DB8:A::2/127

Branch-2

S0/0/0

S0/0/1
2001:DB8:A::3/127

S0/0/0

Internet

Branch-1

LAN-2
2001:DB8:3::/64

Branch-1(config)#ipv6 route 2001:DB8:2::/46 s0/0/0

Bits em comum

2001:DB8:0000000000000010
2001:DB8:0000000000000011

Resumo com base nos bits em comum:
• 16-bits no primeiro e segundo sextetos para se ter um total de 32 bits
• 14-bits no terceiro sexteto
• Total de 46 bits em comum entre os dois endereços
Branch-1#show ipv6 route
(saída omitida)
S ::/0 [1/0]
via ::, Serial0/0/0
S 2001:DB8::/46 [1/0]
via ::, Serial0/0/1

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Branch-1# ping 2001:db8:2::1
Digite a sequência de saída para anular.
Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 2001:db8:2::, timeout is 2 seconds:
!!!!!
Taxa de êxito de 100% (5/5), round-trip min/avg/max = 1/10/41 ms
Branch-1# ping 2001:db8:3::1
Digite a sequência de saída para anular.
Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 2001:db8:3::, timeout is 2 seconds:
!!!!!
Taxa de êxito de 100% (5/5), round-trip min/avg/max = 2/9/18 ms
Branch-1#

Público da Cisco

13
• Uma rota estática flutuante é uma rota estática que o roteador utiliza
para fazer back up de uma rota dinâmica.
• Você deve configurar uma rota estática flutuante com uma distância
administrativa mais alta do que a rota dinâmica da qual será feita o
back up.
• Nesse caso, o roteador dará preferência à rota dinâmica e não à
rota estática flutuante. Você pode utilizar uma rota estática flutuante
como uma alternativa se a rota dinâmica for perdida.

Branch-1

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Internet
Branch-2

Público da Cisco

14
Branch-1

Internet
Branch-2

Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:4::1/127 s0/0/1 91
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:5::1/127 s0/0/1 91
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:6::1/127 s0/0/1 91
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:C::1/127 s0/0/1 91
Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:A::1/127 s0/0/1 91
Branch-1#sh ipv6 route
(saída omitida)
D 2001:DB8:4::/128 [90/3321856]
via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0
D 2001:DB8:5::/128 [90/3321856]
via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0
D 2001:DB8:6::/128 [90/3321856]
via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0
D 2001:DB8:B::/127 [90/3193856]
via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0
D 2001:DB8:C::/127 [90/2681856]
via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0
Branch-1#

© 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Branch-1#show ipv6 route
(saída omitida)
S 2001:DB8:4::/128 [91/0]
via ::, Serial0/0/1
S 2001:DB8:5::/128 [91/0]
via ::, Serial0/0/1
S 2001:DB8:6::/128 [91/0]
via ::, Serial0/0/1
S 2001:DB8:A::/128 [91/0]
via ::, Serial0/0/1
S 2001:DB8:C::/128 [91/0]
Branch-1#

Público da Cisco

15
Obrigado.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5
CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5
CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5
Nil Menon
 
Static Routing
Static RoutingStatic Routing
Static Routing
Kishore Kumar
 
IOS Zone based Firewall
IOS Zone based FirewallIOS Zone based Firewall
IOS Zone based Firewall
Netwax Lab
 
Zone Based Policy Firewall
Zone Based Policy FirewallZone Based Policy Firewall
Zone Based Policy Firewall
pitt2k
 
CCNA Access Lists
CCNA Access ListsCCNA Access Lists
CCNA Access Lists
Dsunte Wilson
 
IPv6 EIGRP
IPv6 EIGRPIPv6 EIGRP
IPv6 EIGRP
Irsandi Hasan
 
Lab 3.5.1 basic frame relay
Lab 3.5.1 basic frame relayLab 3.5.1 basic frame relay
Lab 3.5.1 basic frame relay
Manuel Garcia Meza
 
Segment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USA
Segment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USASegment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USA
Segment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USA
Jose Liste
 
CCNA v6.0 ITN - Chapter 02
CCNA v6.0 ITN - Chapter 02CCNA v6.0 ITN - Chapter 02
CCNA v6.0 ITN - Chapter 02
Irsandi Hasan
 
Spanning tree protocol
Spanning tree protocolSpanning tree protocol
Spanning tree protocol
Muuluu
 
CCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating system
CCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating systemCCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating system
CCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating system
Vuz Dở Hơi
 
BGP Advance Technique by Steven & James
BGP Advance Technique by Steven & JamesBGP Advance Technique by Steven & James
BGP Advance Technique by Steven & James
Febrian ‎
 
Ip addressing classful
Ip addressing classfulIp addressing classful
Ip addressing classful
Abhishek Kesharwani
 
Bgp
BgpBgp
CCNA PPP and Frame Relay
CCNA PPP and Frame RelayCCNA PPP and Frame Relay
CCNA PPP and Frame Relay
Dsunte Wilson
 
VPC PPT @NETWORKERSHOME
VPC PPT @NETWORKERSHOMEVPC PPT @NETWORKERSHOME
VPC PPT @NETWORKERSHOME
networkershome
 
CCNA v6.0 ITN - Chapter 04
CCNA v6.0 ITN - Chapter 04CCNA v6.0 ITN - Chapter 04
CCNA v6.0 ITN - Chapter 04
Irsandi Hasan
 
4.4.1.2 packet tracer configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor
4.4.1.2 packet tracer   configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor4.4.1.2 packet tracer   configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor
4.4.1.2 packet tracer configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor
Salem Trabelsi
 
bgp(border gateway protocol)
bgp(border gateway protocol)bgp(border gateway protocol)
bgp(border gateway protocol)
Noor Ul Hudda Memon
 
CCNA ppt
CCNA pptCCNA ppt
CCNA ppt
Sumant Garg
 

Mais procurados (20)

CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5
CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5
CCNA 2 Routing and Switching v5.0 Chapter 5
 
Static Routing
Static RoutingStatic Routing
Static Routing
 
IOS Zone based Firewall
IOS Zone based FirewallIOS Zone based Firewall
IOS Zone based Firewall
 
Zone Based Policy Firewall
Zone Based Policy FirewallZone Based Policy Firewall
Zone Based Policy Firewall
 
CCNA Access Lists
CCNA Access ListsCCNA Access Lists
CCNA Access Lists
 
IPv6 EIGRP
IPv6 EIGRPIPv6 EIGRP
IPv6 EIGRP
 
Lab 3.5.1 basic frame relay
Lab 3.5.1 basic frame relayLab 3.5.1 basic frame relay
Lab 3.5.1 basic frame relay
 
Segment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USA
Segment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USASegment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USA
Segment Routing Advanced Use Cases - Cisco Live 2016 USA
 
CCNA v6.0 ITN - Chapter 02
CCNA v6.0 ITN - Chapter 02CCNA v6.0 ITN - Chapter 02
CCNA v6.0 ITN - Chapter 02
 
Spanning tree protocol
Spanning tree protocolSpanning tree protocol
Spanning tree protocol
 
CCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating system
CCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating systemCCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating system
CCNAv5 - S1: Chapter 2 - Configuring a network operating system
 
BGP Advance Technique by Steven & James
BGP Advance Technique by Steven & JamesBGP Advance Technique by Steven & James
BGP Advance Technique by Steven & James
 
Ip addressing classful
Ip addressing classfulIp addressing classful
Ip addressing classful
 
Bgp
BgpBgp
Bgp
 
CCNA PPP and Frame Relay
CCNA PPP and Frame RelayCCNA PPP and Frame Relay
CCNA PPP and Frame Relay
 
VPC PPT @NETWORKERSHOME
VPC PPT @NETWORKERSHOMEVPC PPT @NETWORKERSHOME
VPC PPT @NETWORKERSHOME
 
CCNA v6.0 ITN - Chapter 04
CCNA v6.0 ITN - Chapter 04CCNA v6.0 ITN - Chapter 04
CCNA v6.0 ITN - Chapter 04
 
4.4.1.2 packet tracer configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor
4.4.1.2 packet tracer   configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor4.4.1.2 packet tracer   configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor
4.4.1.2 packet tracer configure ip ac ls to mitigate attacks-instructor
 
bgp(border gateway protocol)
bgp(border gateway protocol)bgp(border gateway protocol)
bgp(border gateway protocol)
 
CCNA ppt
CCNA pptCCNA ppt
CCNA ppt
 

Destaque

Routers e portos de interface
Routers e portos de interfaceRouters e portos de interface
Routers e portos de interface
Gabriel Santos
 
Endereçamento IPv6
Endereçamento IPv6Endereçamento IPv6
Endereçamento IPv6
Vitor Albuquerque
 
Tópicos - Redes para Cluster de Alta Performance
Tópicos - Redes para Cluster de Alta PerformanceTópicos - Redes para Cluster de Alta Performance
Tópicos - Redes para Cluster de Alta Performance
Luiz Arthur
 
Relatorio redes dinamica
Relatorio redes dinamicaRelatorio redes dinamica
Relatorio redes dinamica
luizgraf
 
Asterisk trunk
Asterisk trunkAsterisk trunk
Asterisk trunk
Frederico Madeira
 
Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...
Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...
Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...
Helder Lopes
 
UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105
UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105
UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105
Luiz Arthur
 
Alta Disponibilidade na Prática utilizando servidores Linux
Alta Disponibilidade na Prática utilizando servidores LinuxAlta Disponibilidade na Prática utilizando servidores Linux
Alta Disponibilidade na Prática utilizando servidores Linux
elliando dias
 
Cluster de Alta Disponibilidade em Linux
Cluster de Alta Disponibilidade em LinuxCluster de Alta Disponibilidade em Linux
Cluster de Alta Disponibilidade em Linux
Frederico Madeira
 
Plano projeto implantação servicedesk
Plano projeto implantação servicedeskPlano projeto implantação servicedesk
Plano projeto implantação servicedesk
Fernando Palma
 
Case de Gerenciamento de Projetos - Rock in Sumaré
Case de Gerenciamento de Projetos - Rock in SumaréCase de Gerenciamento de Projetos - Rock in Sumaré
Case de Gerenciamento de Projetos - Rock in Sumaré
Eli Rodrigues
 

Destaque (11)

Routers e portos de interface
Routers e portos de interfaceRouters e portos de interface
Routers e portos de interface
 
Endereçamento IPv6
Endereçamento IPv6Endereçamento IPv6
Endereçamento IPv6
 
Tópicos - Redes para Cluster de Alta Performance
Tópicos - Redes para Cluster de Alta PerformanceTópicos - Redes para Cluster de Alta Performance
Tópicos - Redes para Cluster de Alta Performance
 
Relatorio redes dinamica
Relatorio redes dinamicaRelatorio redes dinamica
Relatorio redes dinamica
 
Asterisk trunk
Asterisk trunkAsterisk trunk
Asterisk trunk
 
Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...
Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...
Gerenciamento de Infra-Estrutura - Aula 2 - Definições Utilizadas em Gerencia...
 
UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105
UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105
UTFPR-inventario-patrimonio-laboratorio-e105
 
Alta Disponibilidade na Prática utilizando servidores Linux
Alta Disponibilidade na Prática utilizando servidores LinuxAlta Disponibilidade na Prática utilizando servidores Linux
Alta Disponibilidade na Prática utilizando servidores Linux
 
Cluster de Alta Disponibilidade em Linux
Cluster de Alta Disponibilidade em LinuxCluster de Alta Disponibilidade em Linux
Cluster de Alta Disponibilidade em Linux
 
Plano projeto implantação servicedesk
Plano projeto implantação servicedeskPlano projeto implantação servicedesk
Plano projeto implantação servicedesk
 
Case de Gerenciamento de Projetos - Rock in Sumaré
Case de Gerenciamento de Projetos - Rock in SumaréCase de Gerenciamento de Projetos - Rock in Sumaré
Case de Gerenciamento de Projetos - Rock in Sumaré
 

Semelhante a Rotas estáticas IPv6

Eigrp IPv6
Eigrp IPv6Eigrp IPv6
Eigrp IPv6
Vitor Albuquerque
 
Ospfv3
Ospfv3Ospfv3
Osp fv3
Osp fv3Osp fv3
245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2
245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2
245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2
Moacir De Caldas Mendes
 
Ospf multiárea para o CCNA
Ospf multiárea para o CCNAOspf multiárea para o CCNA
Ospf multiárea para o CCNA
Vitor Albuquerque
 
Laboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn gre
Laboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn greLaboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn gre
Laboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn gre
Nuno Teixeira
 
R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)
R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)
R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)
Mariana Hiyori
 
Aula09 frame relay - pratica
Aula09   frame relay - praticaAula09   frame relay - pratica
Aula09 frame relay - pratica
Carlos Veiga
 
Roteamento
RoteamentoRoteamento
Esclarecimentos da nova prova CCNA
Esclarecimentos da nova prova CCNAEsclarecimentos da nova prova CCNA
Esclarecimentos da nova prova CCNA
Rodrigo Rovere - CCIE RS
 
JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3
JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3
JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3
Jorge Matias
 
Rota Estática / Link State / Vetor de Distância
Rota Estática / Link State / Vetor de DistânciaRota Estática / Link State / Vetor de Distância
Rota Estática / Link State / Vetor de Distância
Rodrigo Rovere - CCIE RS
 
Infraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptx
Infraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptxInfraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptx
Infraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptx
AdrianoSimao6
 
R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)
R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)
R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)
Mariana Hiyori
 
Equipamento activo da_rede
Equipamento activo da_redeEquipamento activo da_rede
Equipamento activo da_rede
milanvassaramo
 
Nap050
Nap050Nap050
Nap050
Nap050Nap050
Rede profibus
Rede profibusRede profibus
R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1
guest6a825195
 
Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1
Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1
Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1
Embarcados
 

Semelhante a Rotas estáticas IPv6 (20)

Eigrp IPv6
Eigrp IPv6Eigrp IPv6
Eigrp IPv6
 
Ospfv3
Ospfv3Ospfv3
Ospfv3
 
Osp fv3
Osp fv3Osp fv3
Osp fv3
 
245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2
245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2
245837793 apostila-101-curso-basico-datacom-versao-2006-2
 
Ospf multiárea para o CCNA
Ospf multiárea para o CCNAOspf multiárea para o CCNA
Ospf multiárea para o CCNA
 
Laboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn gre
Laboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn greLaboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn gre
Laboratório configuração de um túnel ponto a ponto vpn gre
 
R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)
R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)
R&c 05 14_2 - Protocolo IP (Parte 2)
 
Aula09 frame relay - pratica
Aula09   frame relay - praticaAula09   frame relay - pratica
Aula09 frame relay - pratica
 
Roteamento
RoteamentoRoteamento
Roteamento
 
Esclarecimentos da nova prova CCNA
Esclarecimentos da nova prova CCNAEsclarecimentos da nova prova CCNA
Esclarecimentos da nova prova CCNA
 
JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3
JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3
JornadasFCCN2015-LigacaoRCTScomPeeringBGPv3
 
Rota Estática / Link State / Vetor de Distância
Rota Estática / Link State / Vetor de DistânciaRota Estática / Link State / Vetor de Distância
Rota Estática / Link State / Vetor de Distância
 
Infraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptx
Infraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptxInfraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptx
Infraestrutura do Centro de Dados - Inducao_simplificado.pptx
 
R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)
R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)
R&c 05 14_1 - Protocolo IP (Parte 1)
 
Equipamento activo da_rede
Equipamento activo da_redeEquipamento activo da_rede
Equipamento activo da_rede
 
Nap050
Nap050Nap050
Nap050
 
Nap050
Nap050Nap050
Nap050
 
Rede profibus
Rede profibusRede profibus
Rede profibus
 
R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1R&C 0501 07 1
R&C 0501 07 1
 
Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1
Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1
Webinar: Explorando o kit de avaliação LoRa: Semtech SX1302C915GW1
 

Mais de Vitor Albuquerque

Exploration lan switching_capítulo6
Exploration lan switching_capítulo6Exploration lan switching_capítulo6
Exploration lan switching_capítulo6
Vitor Albuquerque
 
Exploration lan switching_capítulo5
Exploration lan switching_capítulo5Exploration lan switching_capítulo5
Exploration lan switching_capítulo5
Vitor Albuquerque
 
Exploration lan switching_capítulo4
Exploration lan switching_capítulo4Exploration lan switching_capítulo4
Exploration lan switching_capítulo4
Vitor Albuquerque
 
Exploration lan switching_capítulo7
Exploration lan switching_capítulo7Exploration lan switching_capítulo7
Exploration lan switching_capítulo7
Vitor Albuquerque
 
Exploration lan switching_capítulo2
Exploration lan switching_capítulo2Exploration lan switching_capítulo2
Exploration lan switching_capítulo2
Vitor Albuquerque
 
Exploration lan switching_capítulo1
Exploration lan switching_capítulo1Exploration lan switching_capítulo1
Exploration lan switching_capítulo1
Vitor Albuquerque
 
Exploration lan switching_capítulo3
Exploration lan switching_capítulo3Exploration lan switching_capítulo3
Exploration lan switching_capítulo3
Vitor Albuquerque
 
Syslog e SNMP
Syslog e SNMPSyslog e SNMP
Syslog e SNMP
Vitor Albuquerque
 
Visão geral do ios 15 licenciamento e processo
Visão geral do ios 15 licenciamento e processoVisão geral do ios 15 licenciamento e processo
Visão geral do ios 15 licenciamento e processo
Vitor Albuquerque
 
Introdução aos comandos ios cli 15 licensing
Introdução aos comandos ios cli 15 licensingIntrodução aos comandos ios cli 15 licensing
Introdução aos comandos ios cli 15 licensing
Vitor Albuquerque
 
Introdução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagem
Introdução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagemIntrodução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagem
Introdução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagem
Vitor Albuquerque
 
Dhcpv6
Dhcpv6Dhcpv6
Conceitos e configurações do ether channel
Conceitos e configurações do ether channelConceitos e configurações do ether channel
Conceitos e configurações do ether channel
Vitor Albuquerque
 
Compreendendo a redundância de camada 3
Compreendendo a redundância de camada 3Compreendendo a redundância de camada 3
Compreendendo a redundância de camada 3
Vitor Albuquerque
 
Foca 1e2
Foca 1e2Foca 1e2
Nbr 5410 instalações elétricas em bt
Nbr 5410   instalações elétricas em btNbr 5410   instalações elétricas em bt
Nbr 5410 instalações elétricas em bt
Vitor Albuquerque
 
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzido
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzidoManual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzido
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzido
Vitor Albuquerque
 
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0
Vitor Albuquerque
 
Manual kronnus mih61 m d
Manual kronnus mih61 m dManual kronnus mih61 m d
Manual kronnus mih61 m d
Vitor Albuquerque
 

Mais de Vitor Albuquerque (20)

Exploration lan switching_capítulo6
Exploration lan switching_capítulo6Exploration lan switching_capítulo6
Exploration lan switching_capítulo6
 
Exploration lan switching_capítulo5
Exploration lan switching_capítulo5Exploration lan switching_capítulo5
Exploration lan switching_capítulo5
 
Exploration lan switching_capítulo4
Exploration lan switching_capítulo4Exploration lan switching_capítulo4
Exploration lan switching_capítulo4
 
Exploration lan switching_capítulo7
Exploration lan switching_capítulo7Exploration lan switching_capítulo7
Exploration lan switching_capítulo7
 
Exploration lan switching_capítulo2
Exploration lan switching_capítulo2Exploration lan switching_capítulo2
Exploration lan switching_capítulo2
 
Exploration lan switching_capítulo1
Exploration lan switching_capítulo1Exploration lan switching_capítulo1
Exploration lan switching_capítulo1
 
Exploration lan switching_capítulo3
Exploration lan switching_capítulo3Exploration lan switching_capítulo3
Exploration lan switching_capítulo3
 
Syslog e SNMP
Syslog e SNMPSyslog e SNMP
Syslog e SNMP
 
Visão geral do ios 15 licenciamento e processo
Visão geral do ios 15 licenciamento e processoVisão geral do ios 15 licenciamento e processo
Visão geral do ios 15 licenciamento e processo
 
Introdução aos comandos ios cli 15 licensing
Introdução aos comandos ios cli 15 licensingIntrodução aos comandos ios cli 15 licensing
Introdução aos comandos ios cli 15 licensing
 
Introdução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagem
Introdução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagemIntrodução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagem
Introdução à série ios 15, numeração e sistemas de empacotamento de imagem
 
Dhcpv6
Dhcpv6Dhcpv6
Dhcpv6
 
Conceitos e configurações do ether channel
Conceitos e configurações do ether channelConceitos e configurações do ether channel
Conceitos e configurações do ether channel
 
Compreendendo a redundância de camada 3
Compreendendo a redundância de camada 3Compreendendo a redundância de camada 3
Compreendendo a redundância de camada 3
 
Foca 1e2
Foca 1e2Foca 1e2
Foca 1e2
 
Nbr 5410 instalações elétricas em bt
Nbr 5410   instalações elétricas em btNbr 5410   instalações elétricas em bt
Nbr 5410 instalações elétricas em bt
 
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzido
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzidoManual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzido
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0_traduzido
 
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0
Manual pc chips_m812_lmr-h_v5,0
 
Manual kronnus mih61 m d
Manual kronnus mih61 m dManual kronnus mih61 m d
Manual kronnus mih61 m d
 
P5ab 107
P5ab 107P5ab 107
P5ab 107
 

Último

Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas PráticasSegurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Danilo Pinotti
 
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
Faga1939
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
joaovmp3
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
Momento da Informática
 
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdfEscola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Gabriel de Mattos Faustino
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
TomasSousa7
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Momento da Informática
 

Último (8)

Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas PráticasSegurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
 
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
 
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
 
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdfEscola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
 

Rotas estáticas IPv6

  • 1. Rotas estáticas IPv6 John Rullan Treinador de instrutores certificado pela Cisco Thomas A. Edison CTE HS Stephen Lynch Arquiteto de rede, CCIE #36243 Arquitetos de tecnologia ABS
  • 2. • As rotas estáticas definem um caminho distinto entre dois roteadores. Elas não são automaticamente atualizadas, o que significa que você deve reconfigurá-las manualmente quando ocorrerem alterações na rede. • As rotas estáticas utilizam menos largura de banda que rotas dinâmicas. • Nenhum ciclo da CPU é usado para calcular e analisar atualizações de roteamento. • As rotas estáticas devem ser usadas em ambientes onde o tráfego de rede é previsível e onde o projeto de rede é simples. • As rotas estáticas não devem ser usadas em um grande ambiente de rede onde há mudança constante, pois elas não podem reagir às alterações da rede. • Apesar das rotas estáticas estarem obsoletas devido ao uso elevado de rotas dinâmicas em uma rede, algumas empresas ainda utilizam rotas estáticas em ocasiões especiais. • As rotas estáticas também são úteis para especificar um gateway do último recurso (uma rota padrão na qual todos os pacotes não-roteáveis serão entregues). © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 2
  • 3. Existem quatro tipos de rotas estáticas. Os seguintes tipos de rotas estáticas de IPv4 e IPv6 serão discutidos: • • • • Rota estática standard Rota estática default Rota estática resumida Rota estática flutuante © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 3
  • 4. • Você deve especificar somente a interface de saída (a interface na qual todos os pacotes são enviados à rede de destino) em uma rota estática diretamente conectada. • O roteador pressupõe que o destino está diretamente conectado à interface de saída. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Diretamente conectado Diretamente conectado © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 s0/0/1 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 s0/0/1 Público da Cisco 4
  • 5. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 Branch-1 S0/0/0 Internet LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 s0/0/1 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 s0/0/1 Diretamente conectado A letra “L” na tabela de roteamento é um novo identificador que exibe o endereço específico atribuído a uma interface, ao contrário de “C”, que exibe apenas a subrede. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Branch-1#show ipv6 route (Output Omitted) S 2001:DB8:2::/62 [1/0] via ::, Serial0/0/1 S 2001:DB8:3::/62 [1/0] via ::, Serial0/0/1 C 2001:DB8:A::2/127 [0/0] via ::, Serial0/0/1 L 2001:DB8:A::3/128 [0/0] via ::, Serial0/0/1 C 2001:DB8:B::/127 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L 2001:DB8:B::/128 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L FF00::/8 [0/0] via ::, Null0 Branch-2# Público da Cisco 5
  • 6. • Em uma rota estática de salto, o endereço IPv6 do roteador vizinho está especificado. • A interface de saída é derivada do próximo salto. • Antes que qualquer pacote seja enviado pelo roteador, o processo da tabela de roteamento deve determinar a interface de saída a ser utilizada para encaminhar o pacote. Isso faz com que o roteador observe mais atentamente a tabela de roteamento antes de determinar a interface de saída para a rede de destino. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Próximo salto/recursivo Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 2001:DB8:A::2 © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 6
  • 7. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 2001:DB8:A::2 Próximo salto/recursivo © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Branch-1#show ipv6 route (Output Omitted) S 2001:DB8:2::/64 [1/0] via 2001:DB8:A::2 S 2001:DB8:3::/64 [1/0] via 2001:DB8:A::2 C 2001:DB8:A::2/127 [0/0] via ::, Serial0/0/1 L 2001:DB8:A::3/128 [0/0] via ::, Serial0/0/1 C 2001:DB8:B::/127 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L 2001:DB8:B::/128 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L FF00::/8 [0/0] via ::, Null0 Branch-2# Público da Cisco 7
  • 8. • Tanto a interface de saída como o endereço do próximo salto são utilizados em uma rota estática totalmente especificada. • É usada quando a interface de saída é uma interface multiacesso e precisa do endereço do próximo salto para ser identificada. • O endereço do próximo salto deve estar diretamente conectado à interface de saída especificada. 2001:DB8:A::4/64 G0/0 Branch-4 LAN-1 2001:DB8:2::1/64 G0/0 G0/1 LAN-2 DSW-1 G0/0 2001:DB8:A::3/64 2001:DB8:3::1/64 Totalmente especificado Branch-2 2001:DB8:A::2/64 G0/0 2001:DB8:A::1/64 G0/0 Branch-1 Branch-3 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:2::1/64 g0/0 2001:DB8:A::2 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:3::1/64 g0/0 2001:DB8:A::2 © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 8
  • 9. 2001:DB8:A::4/64 G0/0 Branch-4 LAN-1 2001:DB8:2::1/64 G0/0 G0/1 Branch-2 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Totalmente especificado © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. 2001:DB8:A::2/64 G0/0 DSW-1 G0/0 2001:DB8:A::3/64 2001:DB8:A::1/64 G0/0 Branch-1 Branch-3 Branch-1#show ipv6 route (Output Omitted) S 2001:DB8:2::1/64 [1/0] via 2001:DB8:A::2, Gigabit0/0 S 2001:DB8:3::1/64 [1/0] via 2001:DB8:A::2, Gigabit0/0 C 2001:DB8:A::2/127 [0/0] via ::, Serial0/0/1 L 2001:DB8:A::3/128 [0/0] via ::, Serial0/0/1 C 2001:DB8:B::/127 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L 2001:DB8:B::/128 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L FF00::/8 [0/0] via ::, Null0 Branch-2# Público da Cisco 9
  • 10. • Nenhuma outra rota na tabela de roteamento corresponde ao endereço IP de destino do pacote. Em outras palavras, quando uma maior correspondência específica não existir. • Um uso comum ocorre ao conectar o roteador de borda de uma empresa à rede ISP. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 s0/0/0 Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 2001:DB8:A::2 Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 s0/0/0 2001:DB8:A::2 © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 10
  • 11. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 Branch-1(config)#ipv6 route ::/0 s0/0/0 Rota padrão © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Branch-1#sh ipv6 route (Output Omitted) S ::/0 [1/0] via ::, Serial0/0/0 S 2001:DB8:2::1/64 [1/0] via 2001:DB8:A::2, Serial0/0/1 S 2001:DB8:3::1/64 [1/0] via 2001:DB8:A::2, Serial0/0/1 C 2001:DB8:A::2/127 [0/0] via ::, Serial0/0/1 L 2001:DB8:A::3/128 [0/0] via ::, Serial0/0/1 C 2001:DB8:B::/127 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L 2001:DB8:B::/128 [0/0] via ::, Serial0/0/0 L FF00::/8 [0/0] via ::, Null0 Branch-1# Público da Cisco 11
  • 12. • Rotas resumidas são usadas para restringir o número de entradas na tabela de roteamento. • Várias rotas estáticas podem ser resumidas em uma única rota estática se: - As redes de destino forem contíguas e puderem ser resumidas em um único endereço de rede. - Todas as rotas estáticas utilizam a mesma interface de saída ou o mesmo endereço IP do próximo salto. LAN-1 2001:DB8:2::1/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::1/64 © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 12
  • 13. LAN-1 2001:DB8:2::/64 2001:DB8:A::2/127 Branch-2 S0/0/0 S0/0/1 2001:DB8:A::3/127 S0/0/0 Internet Branch-1 LAN-2 2001:DB8:3::/64 Branch-1(config)#ipv6 route 2001:DB8:2::/46 s0/0/0 Bits em comum 2001:DB8:0000000000000010 2001:DB8:0000000000000011 Resumo com base nos bits em comum: • 16-bits no primeiro e segundo sextetos para se ter um total de 32 bits • 14-bits no terceiro sexteto • Total de 46 bits em comum entre os dois endereços Branch-1#show ipv6 route (saída omitida) S ::/0 [1/0] via ::, Serial0/0/0 S 2001:DB8::/46 [1/0] via ::, Serial0/0/1 © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Branch-1# ping 2001:db8:2::1 Digite a sequência de saída para anular. Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 2001:db8:2::, timeout is 2 seconds: !!!!! Taxa de êxito de 100% (5/5), round-trip min/avg/max = 1/10/41 ms Branch-1# ping 2001:db8:3::1 Digite a sequência de saída para anular. Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 2001:db8:3::, timeout is 2 seconds: !!!!! Taxa de êxito de 100% (5/5), round-trip min/avg/max = 2/9/18 ms Branch-1# Público da Cisco 13
  • 14. • Uma rota estática flutuante é uma rota estática que o roteador utiliza para fazer back up de uma rota dinâmica. • Você deve configurar uma rota estática flutuante com uma distância administrativa mais alta do que a rota dinâmica da qual será feita o back up. • Nesse caso, o roteador dará preferência à rota dinâmica e não à rota estática flutuante. Você pode utilizar uma rota estática flutuante como uma alternativa se a rota dinâmica for perdida. Branch-1 © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Internet Branch-2 Público da Cisco 14
  • 15. Branch-1 Internet Branch-2 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:4::1/127 s0/0/1 91 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:5::1/127 s0/0/1 91 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:6::1/127 s0/0/1 91 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:C::1/127 s0/0/1 91 Branch-1(config)# ipv6 route 2001:DB8:A::1/127 s0/0/1 91 Branch-1#sh ipv6 route (saída omitida) D 2001:DB8:4::/128 [90/3321856] via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0 D 2001:DB8:5::/128 [90/3321856] via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0 D 2001:DB8:6::/128 [90/3321856] via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0 D 2001:DB8:B::/127 [90/3193856] via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0 D 2001:DB8:C::/127 [90/2681856] via FE80::2E0:8FFF:FE31:4201, Serial0/0/0 Branch-1# © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Branch-1#show ipv6 route (saída omitida) S 2001:DB8:4::/128 [91/0] via ::, Serial0/0/1 S 2001:DB8:5::/128 [91/0] via ::, Serial0/0/1 S 2001:DB8:6::/128 [91/0] via ::, Serial0/0/1 S 2001:DB8:A::/128 [91/0] via ::, Serial0/0/1 S 2001:DB8:C::/128 [91/0] Branch-1# Público da Cisco 15

Notas do Editor

  1. Para que Branch-1 envie um pacote para as LANs de Branch-2, ele deve enviar o pacote para fora de sua interface serial 0/0/1. A interface de saída também deve considerada em relação à direção correta para atingirá essas redes.
  2. Usar a interface de saída indica que a rota estática está conectada diretamente, por isso o nome "Rota estática diretamente conectada". Leia o “L” que está no slide. Explique como o link exibe um prefixo de 128 bits e como o “C” indica o verdadeiro prefixo usado. Neste exemplo, a sub-rede identificada por “C” é 2001:DB8:A::2/127 e o endereço configurado na interface identificada por “L” ou pela rota local de host é 2001:DB8:A::3/128
  3. Neste exemplo, para que Branch-1 encaminhe um pacote para as LANs de Branch-2, ele deve enviar o pacote ao roteador do próximo salto em direção a essas redes. Aqui, isso seria o endereço IPv6 de Branch-2.
  4. Há uma diferença notável no modo como uma rota estática diretamente conectada e uma rota estática recursiva são exibidas na tabela de roteamento. Uma rota estática diretamente conectada mostra que está conectada a uma interface, enquanto a rota estática recursiva mostra que está conectada por meio do roteador do próximo salto identificado por seu endereço IPv6. Neste exemplo, para que Branch-1 roteie o tráfego para as LANs de Branch-2, ele deve encaminhá-lo para o endereço 2001:DB8:A::2, que por acaso é o endereço IPv6 configurado em Branch-2. Agora o roteador precisa fazer uma segunda pesquisa na tabela de roteamento para determinar como alcançar a rede 2001:DB8:A::2. Com base nessas informações, o roteador encaminhará o pacote para fora de sua interface serial 0/0/1.
  5. Rotas estáticas totalmente especificadas exibem tanto o endereço IPv6 do roteador do próximo salto como também a interface de saída.
  6. Rotas estáticas totalmente especificadas exibem tanto o endereço IPv6 do roteador do próximo salto como também a interface de saída. Como se vê na tabela de roteamento, uma rota estática totalmente especificada exibe tanto o endereço IPv6 do roteador do próximo salto como também a interface de saída.
  7. Uma rota padrão é usada quando nenhuma outra rota na tabela de roteamento corresponde ao endereço IP de destino do pacote. Em outras palavras, quando uma maior correspondência específica não existir. Uma rota padrão é geralmente configurada no roteador de borda de uma empresa que se conecta à rede ISP. O comando para uma rota padrão IPv6 é::/0. Esta é a versão IPv6 de qualquer endereço zero (lembre-se que o :: é usado para identificar zeros consecutivos), que por sua vez é similar ao endereço de quatro zeros usado em uma rota padrão IPv4. Uma rota padrão pode ser configurada como diretamente conectada, recursiva ou como uma rota padrão estática totalmente especificada.
  8. Observe que a rota padrão é exibida na tabela de roteamento como “S”, uma vez que seu nome correto é rota padrão estática (static, em inglês), mas note que o * (asterisco) não é usado para identificar uma rota padrão em uma tabela de roteamento IPv6.
  9. Observe como podemos executar ping em ambas as interfaces LAN usando apenas uma entrada de rota estática na tabela de roteamento. Em vez de configurar duas rotas estáticas para acessar as LANs de Branch-2, podemos resumi-las tomando como base os bits em comum na porção da rede do endereço. Neste exemplo, os dois endereços têm os primeiros 46 bits em comum. 16 bits nos primeiros dois sextetos e 14 bits no terceiro sexteto para se ter um total de 63-bits. Como se pode ver, podemos executar ping em toda interface de LAN com apenas uma entrada de rota estática na tabela de roteamento.
  10. Algumas saídas foram omitidas porque não eram adequadas para os slides. 5 rotas estáticas flutuantes foram configuradas com uma distância administrativa de 91, um a mais do que o recomendado pelo protocolo de roteamento, que nesse caso é o EIGRP. A saída à esquerda exibe a tabela de roteamento IPv6 apenas com rotas dinâmicas instaladas. Quando o caminho primário (interface s0/0/0) cair, as rotas dinâmicas serão removidas da tabela de roteamento e substituídas pelas rotas estáticas flutuantes. O Branch-1 distribuirá o roteamento de tráfego para Branch-2 por um caminho alternativo (Serial 0/0/1).