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OSPF Multiárea para o CCNA
Lonnie Decker
Department Chair,
Networking/Information Assurance
Universidade de Davenport, Michigan

Elaine Horn
Instrutor da Cisco Academy
Agosto de 2013
• Análise de OSPF em área única

• Implementação do OSPF Multiárea
• Tipos de LSAs trocados entre áreas
• Configuração do OSPFv2 e do OSPFv3 Multiárea
• Verificação da configuração do OSPFv2 e do OSPFv3
• Análise dos principais pontos do OSPF

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2
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3
• Protocolo de roteamento de estado do link
• Convergência mais rápida
• Métrica de custo (Cisco – largura de

banda)
• Bancos de dados de estado do link

idênticos (LSDBs)
• SPF - O algoritmo de Dijkstra
• Determinação de vizinhos em links

diretamente conectados
• Uso dos pacotes de estado de link (LSP)

para cada link conectado diretamente
• Inundação de LSPs para vizinhos
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4
• Tipo 1 - Hello
• Tipo 2 - Database Description (DBD)
• Tipo 3 - Link-State Request (LSR)
• Tipo 4 - Link-State Update (LSU) (Atualização

do estado do link) – Vários tipos

• Tipo 5 - Link-State Request (LSAck)

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5
• Descobrir vizinhos OSPF
• Estabelecer adjacências vizinhas
• Parâmetros de anúncio
 Intervalo de aviso (padrão 10 ou 30
segundos)
 Intervalo de inatividade (padrão 4 x Hello)
 Tipo de Rede
• Eleger o DR e o BDR (rede

multiacesso)

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6
• Atualização de estado do link

(LSU)
• Anúncios do estado do link

(LSA)
• (Intercambiáveis)
• Vários tipos de LSA

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7
R1(config)#int fa 0/0
R1(config-if)#ip address 172.16.1.17 255.255.255.240

R1(config)#int s 0/0/0
R1(config-if)#ip address 192.168.10.1 255.255.255.252

R1(config)#int s 0/0/1
R1(config-if)#ip address 192.168.10.5 255.255.255.252

Sintaxe do comando:

R1(config-if)#router ospf 1
R1(config-router)#network 172.16.1.16 0.0.0.15 area 0

router ospf process-id

R1(config-router)#network 192.168.10.0 0.0.0.3 area 0

network network-address wildcard-mask area
area-id

R1(config-router)#network 192.168.10.4 0,0.0.0.0,3 area 0

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8
ID do roteador = 192.168.10.5

1.

Use o endereço IP configurado com o
comando router-id do OSPF.

2.

Se o router-id não estiver configurado, o
roteador escolhe o endereço IP mais alto
das interfaces de loopback.

3.

Se nenhuma interface de loopback estiver
configurada, o roteador escolhe o endereço
IP mais alto ativo de uma das suas
interfaces físicas.

Verificação

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9
ID do Roteador = 10.1.1.1

R1(config)#interface loopback 0
R1(config-if)#ip address 10.1.1.1 255.255.255.255

R1(config)#router ospf 1
R1(config-router)#router-id 10.1.1.1
Recarregue ou use o comando "clear ip ospf
process" command, para que isso entre em vigor

Verificação

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10
• O CISCO IOS usa as larguras de banda

acumuladas de interfaces de saída do roteador à
rede de destino como valor de custo
• O custo para uma interface é calculado como 10

elevado à 8ª potência dividido pela largura de
banda em bps
• Os resultados nas interfaces com uma largura de

banda de 100 Mbps e mais altas com o mesmo
custo de 1 do OSPF.
• A largura de banda de referência pode ser

modificada para acomodar redes com links mais
rápidos que 100 Mbps, usando o comando do
OSPF auto-cost reference-bandwidth
• OU – Especifique diretamente o custo para um link:

R1(config)#interface serial 0/0/0
R1(config-if)#ip ospf cost 1562

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11
• Os roteadores de estado do link inundam seus

pacotes de estado do link, quando o OSPF é
inicializado ou quando há uma alteração na
topologia.
• Em uma rede multiacesso essa inundação pode

se tornar excessiva.
• Em redes multiacesso, o OSPF elege um

roteador designado (DR) e um roteador
designado de backup (BDR), caso o roteador
designado falhe.
• Todos os outros roteadores se tornam DROthers
• Os DROthers só formam adjacências completas

com o DR e BDR na rede e enviam seus LSAs
ao DR e o BDR usando o endereço multicast
224.0.0.6 (IPv6 FF02::06)
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12
Eleição do DR/BDR
Como o DR e o BDR são eleitos?
Os seguintes critérios são aplicados:
1.

DR: roteador com a prioridade mais alta
da interface OSPF.

2.

BDR: roteador com a segunda prioridade
mais alta da interface OSPF.

3.

Se as prioridades da interface OSPF são
iguais, a maior ID do roteador é usada no
desempate.

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13
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14
• Cálculos frequentes do algoritmo SPF
• Tabela de roteamento de grande

porte
• LSDB de grande porte

Solução:
• Dividir a rede em várias áreas OSPF

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15
• Frequência reduzida de cálculos SPF:

informações detalhadas sobre rotas existentes
em cada área, alterações de estado do link não
inundadas para outras áreas.
• Tabelas de roteamento menores: em vez de

anunciar essas rotas explícitas fora da área, os
roteadores podem ser configurados para
resumir as rotas em um ou mais endereços
resumidos.
• Redução de sobrecarga da LSU: em vez de

enviar uma LSU sobre cada rede em uma área,
um roteador pode anunciar uma única rota
resumida ou número pequeno de rotas entre
áreas.

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16
O OSPF Multiárea precisa de um projeto de rede
hierárquico e a área principal é chamada a área
de backbone (área 0) e todas as áreas restantes
devem conectar-se à área de backbone.

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17
O OSPF Multiárea é implementado em uma hierarquia de área de duas camadas:
Área de backbone (tráfego) •

Área cuja função principal é o movimento rápido e eficiente de pacotes IP.

•

Interconexão com outros tipos de área OSPF

•

Área chamada 0 do OSPF que todas outras áreas conectam diretamente

Área regular (não backbone) •

Conecta usuários e recursos

•

Uma área regular não permite que o tráfego de outra área use seus links para acessar outras áreas

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18
• Roteadores internos
 Todas as interfaces na mesma
área
 LSDBs idênticos
• Roteadores de backbone

 Pelo menos uma interface na
área 0
• Roteadores de borda de

área (ABR)
 Interfaces em várias áreas
• Roteador de limite de

sistema autônomo (ASBR)
 Pelo menos uma interface na
rede não OSPF

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22
• Um LSA do roteador (tipo 1) para cada

roteador em uma área
 Inclui a lista de links conectados diretamente
 Cada link é identificado pelo prefixo IP
atribuído ao link e ao tipo de link
• Identificado pela ID do roteador de

origem
• Inundações apenas na sua área; não

atravessa a ABR

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23
• Um roteador LSA (tipo 2) para

transmissão de cada tráfego ou rede
NBMA em uma área
 Inclui a lista de roteadores conectados ao
link de tráfego
 Inclui a máscara de sub-rede do link
• Anunciado pelo DR da rede de

transmissão
• Inundações apenas na sua área; não

atravessa a ABR

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24
• Usado para inundar informações de rede a

áreas fora da área de origem (inter-áreas)
 Descreve o número de rede e máscara do link
• Anunciado pelo ABR da área de origem
• Gerado novamente por ABR subsequentes

para inundação pelo AS
• Por padrão, as rotas não são resumidas;

LSA tipo 3 anunciado para cada sub-rede

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25
• Usado para anunciar um ASBR a

todas outras áreas no AS
• Gerado pelo ABR da área de

origem
• Gerado novamente por ABR

subsequentes para inundação
pelo AS
• Contém a ID do roteador do ASBR

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26
• Usado para anunciar redes de

outros sistemas autônomos.
• Anunciado e de propriedade do

ASBR de origem
• Inundado por todo AS
• Roteador de anúncio (ASBR) não

alterado durante todo AS
• LSA tipo 4 necessário para

encontrar o ASBR
• Por padrão, as rotas não são

resumidas

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29
 O - LSAs de roteador
(tipo 1) e rede (tipo 2)
descrevem os detalhes
em uma área (a rota é a
intra-área)
 O IA - LSAs de resumo
aparecem na tabela de
roteamento como IA (as
rotas de inter-área)
 O E1 ou OE 2 - Rotas de
LSAs externos tipo 1
externo (E1) ou tipo 2
externo (E2))
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30
 O - LSAs de roteador (tipo
1) e rede (tipo 2)
descrevem os detalhes em
uma área (a rota é a intraárea)
 OI - LSAs de resumo
aparecem na tabela de
roteamento como IA (as
rotas de inter-área)
 O E1 ou OE 2 - Rotas de
LSAs externos tipo 1
externo (E1) ou tipo 2
externo (E2)
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31
Rotas externas
• E2 (padrão): o custo de rotas

do pacote O E2 é apenas o
custo externo. Use esse tipo se
apenas um ASBR está
anunciando uma rota externa
para o AS.
• E1: calcule o custo

adicionando o custo externo ao
custo interno de cada link que
o pacote atravessa.

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32
1. Todos os roteadores calculam
os melhores caminhos para os
destinos dentro da sua área
(intra-área) e adicionam essas
entradas à tabela de
roteamento.
2. Todos os roteadores calculam
os melhores caminhos até as
outras áreas na rede
interconectada (inter- área) ou
LSAs do tipo 3 e tipo 4 .
3. Todos os roteadores calculam
os melhores caminhos para os
destinos do sistema autônomo
externo (tipo 5). Isso é
observado com qualquer
designador de rota O E1 ou
um O E2.

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36
• Grandes redes OSPF – grande número de

LSAs enviados
• Todos os roteadores OSPF afetados têm que

recalcular o LSDB e a árvore SPF
• Resumo da rota de inter-áreas: configurado

em ABRs e se aplica às rotas de cada área
• Resumo rota externa: rotas externas que

são inseridas no OSPF através da
redistribuição de rota - configurada em ASBR
apenas
• Os intervalos de endereço que estão sendo

resumidos devem ser contíguos

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37
 O R1 encaminha um
LSA de resumo para
o roteador C1 do
núcleo.
 C1 por sua vez,
encaminha o LSA de
resumo para R2 e
R3.
 R2 e R3
encaminham o LSA
aos respectivos
roteadores internos.

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38
Resuma 10.1.1.0/24 e 10.1.2.0/24

10.1.0.0.

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39
R1

R3

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40
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41
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42
Observação - as rotas RIPv2 também devem ser redistribuídas no OSPF neste exemplo

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43
• Dois métodos:

• default-information originate
• default-information originate
always
• A palavra chave “always” permite

que a rota padrão seja anunciada
mesmo que o roteador não tenha a
rota padrão
• Valor de métrica opcional para

indicar a preferência

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45
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46
Comandos para fazer a verificação:
• show ip ospf neighbor

Para OSPFv3 simplesmente
substitua ip por ipv6

• show IP OSPF
• show ip ospf interface
• show ip protocols
• show ip ospf interface brief
• show ip route ospf
• show ip ospf database

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51
OSPF Multiárea:
• Melhor opção para uma rede de grande porte que a área única
• Resolve os problemas de grandes tabelas de roteamento, de grandes bancos de dados de

estados do link e cálculos frequentes do algoritmo SPF
• A área principal é chamada a área de backbone (área 0)
• Recalcular o banco de dados é mantido dentro de uma área
• Quatro tipos diferentes de roteadores OSPF:

• Roteador interno
• Roteador de backbone
• Roteador de borda de área (ABR)
• Roteadores de limite de sistema autônomo (ASBR)
• Um roteador torna-se simplesmente um ABR quando tem duas instruções de rede em áreas

diferentes.
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52
OSPF Multiárea:
• Os anúncios de estado de link (LSAs) são os blocos de construção do OSPF
• Os LSAs tipo 1 também são atribuídos como entradas do link de roteador.
• Os LSAs tipo 2 são atribuídos como as entradas do link de rede e inundados por um DR.
• Os LSAs tipo 3 são atribuídos como as entradas resumidas de link e criados e propagados por
ABRs
• Um LSA de resumo tipo 4 é gerado por um ABR somente quando existe um ASBR dentro de
uma área.
• Os LSAs externos tipo 5 descrevem rotas para redes externas ao sistema autônomo OSPF,
originadas por ASBR e inundadas para todo o sistema autônomo
• A árvore SPF é usada para determinar os melhores caminhos
• As rotas OSPF em uma tabela de roteamento IPv4 ou IPv6 são identificadas usando os

seguintes descritores: O, O IA (OI), E1 ou O E2.
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53
OSPF Multiárea:
• Um exemplo de configuração de OSPFv2 multiárea:
• R1(config)#router ospf 10
• R1(config-router)#router-id 1.1.1.1

• R1(config-router)#network 10.1.1.0 0.0.0.15 area 1
• R1(config-router)#network 10.1.2.0 0.0.0.3 area 1
• R1(config-router)#network 192.168.10.1 0.0.0.0 area 0
• Não executa o resumo automático mas pode ser configurado manualmente usando os

comandos de configuração do roteador area X range ou summary-address

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54
OSPFv2 Multiárea:
• Os comandos usados para verificar a configuração do OSPF consistem no seguinte:
 show ip ospf neighbor
 show ip ospf

 show ip ospf interface
 show ip protocols
 show ip ospf interface brief
 show ip route ospf
 show ip ospf database

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55
Criado por Lonnie Decker
Chefe de departamento
Universidade de Davenport

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56
RTB – RTD – 192.168.0.0/24

RTA – RTB – 10.1.1.0/30

RTC – RTE – 192.168.4.0/24

RTD Lo0 – 192.168.1.0/24

RTA – RTC – 10.1.1.4/30

RTE Lo0 – 192.168.5.0/24

RTB – RTC – 10.1.1.8/30
RTA Lo0 - Internet – 172.16.1.0/24
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57
Obrigado.
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  • 1. OSPF Multiárea para o CCNA Lonnie Decker Department Chair, Networking/Information Assurance Universidade de Davenport, Michigan Elaine Horn Instrutor da Cisco Academy Agosto de 2013
  • 2. • Análise de OSPF em área única • Implementação do OSPF Multiárea • Tipos de LSAs trocados entre áreas • Configuração do OSPFv2 e do OSPFv3 Multiárea • Verificação da configuração do OSPFv2 e do OSPFv3 • Análise dos principais pontos do OSPF Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 2
  • 3. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 3
  • 4. • Protocolo de roteamento de estado do link • Convergência mais rápida • Métrica de custo (Cisco – largura de banda) • Bancos de dados de estado do link idênticos (LSDBs) • SPF - O algoritmo de Dijkstra • Determinação de vizinhos em links diretamente conectados • Uso dos pacotes de estado de link (LSP) para cada link conectado diretamente • Inundação de LSPs para vizinhos Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 4
  • 5. • Tipo 1 - Hello • Tipo 2 - Database Description (DBD) • Tipo 3 - Link-State Request (LSR) • Tipo 4 - Link-State Update (LSU) (Atualização do estado do link) – Vários tipos • Tipo 5 - Link-State Request (LSAck) Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 5
  • 6. • Descobrir vizinhos OSPF • Estabelecer adjacências vizinhas • Parâmetros de anúncio  Intervalo de aviso (padrão 10 ou 30 segundos)  Intervalo de inatividade (padrão 4 x Hello)  Tipo de Rede • Eleger o DR e o BDR (rede multiacesso) Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 6
  • 7. • Atualização de estado do link (LSU) • Anúncios do estado do link (LSA) • (Intercambiáveis) • Vários tipos de LSA Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 7
  • 8. R1(config)#int fa 0/0 R1(config-if)#ip address 172.16.1.17 255.255.255.240 R1(config)#int s 0/0/0 R1(config-if)#ip address 192.168.10.1 255.255.255.252 R1(config)#int s 0/0/1 R1(config-if)#ip address 192.168.10.5 255.255.255.252 Sintaxe do comando: R1(config-if)#router ospf 1 R1(config-router)#network 172.16.1.16 0.0.0.15 area 0 router ospf process-id R1(config-router)#network 192.168.10.0 0.0.0.3 area 0 network network-address wildcard-mask area area-id R1(config-router)#network 192.168.10.4 0,0.0.0.0,3 area 0 Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 8
  • 9. ID do roteador = 192.168.10.5 1. Use o endereço IP configurado com o comando router-id do OSPF. 2. Se o router-id não estiver configurado, o roteador escolhe o endereço IP mais alto das interfaces de loopback. 3. Se nenhuma interface de loopback estiver configurada, o roteador escolhe o endereço IP mais alto ativo de uma das suas interfaces físicas. Verificação Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 9
  • 10. ID do Roteador = 10.1.1.1 R1(config)#interface loopback 0 R1(config-if)#ip address 10.1.1.1 255.255.255.255 R1(config)#router ospf 1 R1(config-router)#router-id 10.1.1.1 Recarregue ou use o comando "clear ip ospf process" command, para que isso entre em vigor Verificação Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 10
  • 11. • O CISCO IOS usa as larguras de banda acumuladas de interfaces de saída do roteador à rede de destino como valor de custo • O custo para uma interface é calculado como 10 elevado à 8ª potência dividido pela largura de banda em bps • Os resultados nas interfaces com uma largura de banda de 100 Mbps e mais altas com o mesmo custo de 1 do OSPF. • A largura de banda de referência pode ser modificada para acomodar redes com links mais rápidos que 100 Mbps, usando o comando do OSPF auto-cost reference-bandwidth • OU – Especifique diretamente o custo para um link: R1(config)#interface serial 0/0/0 R1(config-if)#ip ospf cost 1562 Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 11
  • 12. • Os roteadores de estado do link inundam seus pacotes de estado do link, quando o OSPF é inicializado ou quando há uma alteração na topologia. • Em uma rede multiacesso essa inundação pode se tornar excessiva. • Em redes multiacesso, o OSPF elege um roteador designado (DR) e um roteador designado de backup (BDR), caso o roteador designado falhe. • Todos os outros roteadores se tornam DROthers • Os DROthers só formam adjacências completas com o DR e BDR na rede e enviam seus LSAs ao DR e o BDR usando o endereço multicast 224.0.0.6 (IPv6 FF02::06) Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 12
  • 13. Eleição do DR/BDR Como o DR e o BDR são eleitos? Os seguintes critérios são aplicados: 1. DR: roteador com a prioridade mais alta da interface OSPF. 2. BDR: roteador com a segunda prioridade mais alta da interface OSPF. 3. Se as prioridades da interface OSPF são iguais, a maior ID do roteador é usada no desempate. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 13
  • 14. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 14
  • 15. • Cálculos frequentes do algoritmo SPF • Tabela de roteamento de grande porte • LSDB de grande porte Solução: • Dividir a rede em várias áreas OSPF Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 15
  • 16. • Frequência reduzida de cálculos SPF: informações detalhadas sobre rotas existentes em cada área, alterações de estado do link não inundadas para outras áreas. • Tabelas de roteamento menores: em vez de anunciar essas rotas explícitas fora da área, os roteadores podem ser configurados para resumir as rotas em um ou mais endereços resumidos. • Redução de sobrecarga da LSU: em vez de enviar uma LSU sobre cada rede em uma área, um roteador pode anunciar uma única rota resumida ou número pequeno de rotas entre áreas. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 16
  • 17. O OSPF Multiárea precisa de um projeto de rede hierárquico e a área principal é chamada a área de backbone (área 0) e todas as áreas restantes devem conectar-se à área de backbone. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 17
  • 18. O OSPF Multiárea é implementado em uma hierarquia de área de duas camadas: Área de backbone (tráfego) • Área cuja função principal é o movimento rápido e eficiente de pacotes IP. • Interconexão com outros tipos de área OSPF • Área chamada 0 do OSPF que todas outras áreas conectam diretamente Área regular (não backbone) • Conecta usuários e recursos • Uma área regular não permite que o tráfego de outra área use seus links para acessar outras áreas Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 18
  • 19. • Roteadores internos  Todas as interfaces na mesma área  LSDBs idênticos • Roteadores de backbone  Pelo menos uma interface na área 0 • Roteadores de borda de área (ABR)  Interfaces em várias áreas • Roteador de limite de sistema autônomo (ASBR)  Pelo menos uma interface na rede não OSPF Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 19
  • 20. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 20
  • 21. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 21
  • 22. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 22
  • 23. • Um LSA do roteador (tipo 1) para cada roteador em uma área  Inclui a lista de links conectados diretamente  Cada link é identificado pelo prefixo IP atribuído ao link e ao tipo de link • Identificado pela ID do roteador de origem • Inundações apenas na sua área; não atravessa a ABR Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 23
  • 24. • Um roteador LSA (tipo 2) para transmissão de cada tráfego ou rede NBMA em uma área  Inclui a lista de roteadores conectados ao link de tráfego  Inclui a máscara de sub-rede do link • Anunciado pelo DR da rede de transmissão • Inundações apenas na sua área; não atravessa a ABR Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 24
  • 25. • Usado para inundar informações de rede a áreas fora da área de origem (inter-áreas)  Descreve o número de rede e máscara do link • Anunciado pelo ABR da área de origem • Gerado novamente por ABR subsequentes para inundação pelo AS • Por padrão, as rotas não são resumidas; LSA tipo 3 anunciado para cada sub-rede Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 25
  • 26. • Usado para anunciar um ASBR a todas outras áreas no AS • Gerado pelo ABR da área de origem • Gerado novamente por ABR subsequentes para inundação pelo AS • Contém a ID do roteador do ASBR Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 26
  • 27. • Usado para anunciar redes de outros sistemas autônomos. • Anunciado e de propriedade do ASBR de origem • Inundado por todo AS • Roteador de anúncio (ASBR) não alterado durante todo AS • LSA tipo 4 necessário para encontrar o ASBR • Por padrão, as rotas não são resumidas Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 27
  • 28. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 28
  • 29. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 29
  • 30.  O - LSAs de roteador (tipo 1) e rede (tipo 2) descrevem os detalhes em uma área (a rota é a intra-área)  O IA - LSAs de resumo aparecem na tabela de roteamento como IA (as rotas de inter-área)  O E1 ou OE 2 - Rotas de LSAs externos tipo 1 externo (E1) ou tipo 2 externo (E2)) Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 30
  • 31.  O - LSAs de roteador (tipo 1) e rede (tipo 2) descrevem os detalhes em uma área (a rota é a intraárea)  OI - LSAs de resumo aparecem na tabela de roteamento como IA (as rotas de inter-área)  O E1 ou OE 2 - Rotas de LSAs externos tipo 1 externo (E1) ou tipo 2 externo (E2) Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 31
  • 32. Rotas externas • E2 (padrão): o custo de rotas do pacote O E2 é apenas o custo externo. Use esse tipo se apenas um ASBR está anunciando uma rota externa para o AS. • E1: calcule o custo adicionando o custo externo ao custo interno de cada link que o pacote atravessa. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 32
  • 33. 1. Todos os roteadores calculam os melhores caminhos para os destinos dentro da sua área (intra-área) e adicionam essas entradas à tabela de roteamento. 2. Todos os roteadores calculam os melhores caminhos até as outras áreas na rede interconectada (inter- área) ou LSAs do tipo 3 e tipo 4 . 3. Todos os roteadores calculam os melhores caminhos para os destinos do sistema autônomo externo (tipo 5). Isso é observado com qualquer designador de rota O E1 ou um O E2. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 33
  • 34. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 34
  • 35. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 35
  • 36. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 36
  • 37. • Grandes redes OSPF – grande número de LSAs enviados • Todos os roteadores OSPF afetados têm que recalcular o LSDB e a árvore SPF • Resumo da rota de inter-áreas: configurado em ABRs e se aplica às rotas de cada área • Resumo rota externa: rotas externas que são inseridas no OSPF através da redistribuição de rota - configurada em ASBR apenas • Os intervalos de endereço que estão sendo resumidos devem ser contíguos Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 37
  • 38.  O R1 encaminha um LSA de resumo para o roteador C1 do núcleo.  C1 por sua vez, encaminha o LSA de resumo para R2 e R3.  R2 e R3 encaminham o LSA aos respectivos roteadores internos. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 38
  • 39. Resuma 10.1.1.0/24 e 10.1.2.0/24 10.1.0.0. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 39
  • 40. R1 R3 Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 40
  • 41. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 41
  • 42. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 42
  • 43. Observação - as rotas RIPv2 também devem ser redistribuídas no OSPF neste exemplo Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 43
  • 44. • Dois métodos: • default-information originate • default-information originate always • A palavra chave “always” permite que a rota padrão seja anunciada mesmo que o roteador não tenha a rota padrão • Valor de métrica opcional para indicar a preferência Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 44
  • 45. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 45
  • 46. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 46
  • 47. Comandos para fazer a verificação: • show ip ospf neighbor Para OSPFv3 simplesmente substitua ip por ipv6 • show IP OSPF • show ip ospf interface • show ip protocols • show ip ospf interface brief • show ip route ospf • show ip ospf database Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 47
  • 48. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 48
  • 49. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 49
  • 50. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 50
  • 51. © 2013 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Público da Cisco 51
  • 52. OSPF Multiárea: • Melhor opção para uma rede de grande porte que a área única • Resolve os problemas de grandes tabelas de roteamento, de grandes bancos de dados de estados do link e cálculos frequentes do algoritmo SPF • A área principal é chamada a área de backbone (área 0) • Recalcular o banco de dados é mantido dentro de uma área • Quatro tipos diferentes de roteadores OSPF: • Roteador interno • Roteador de backbone • Roteador de borda de área (ABR) • Roteadores de limite de sistema autônomo (ASBR) • Um roteador torna-se simplesmente um ABR quando tem duas instruções de rede em áreas diferentes. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 52
  • 53. OSPF Multiárea: • Os anúncios de estado de link (LSAs) são os blocos de construção do OSPF • Os LSAs tipo 1 também são atribuídos como entradas do link de roteador. • Os LSAs tipo 2 são atribuídos como as entradas do link de rede e inundados por um DR. • Os LSAs tipo 3 são atribuídos como as entradas resumidas de link e criados e propagados por ABRs • Um LSA de resumo tipo 4 é gerado por um ABR somente quando existe um ASBR dentro de uma área. • Os LSAs externos tipo 5 descrevem rotas para redes externas ao sistema autônomo OSPF, originadas por ASBR e inundadas para todo o sistema autônomo • A árvore SPF é usada para determinar os melhores caminhos • As rotas OSPF em uma tabela de roteamento IPv4 ou IPv6 são identificadas usando os seguintes descritores: O, O IA (OI), E1 ou O E2. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 53
  • 54. OSPF Multiárea: • Um exemplo de configuração de OSPFv2 multiárea: • R1(config)#router ospf 10 • R1(config-router)#router-id 1.1.1.1 • R1(config-router)#network 10.1.1.0 0.0.0.15 area 1 • R1(config-router)#network 10.1.2.0 0.0.0.3 area 1 • R1(config-router)#network 192.168.10.1 0.0.0.0 area 0 • Não executa o resumo automático mas pode ser configurado manualmente usando os comandos de configuração do roteador area X range ou summary-address Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 54
  • 55. OSPFv2 Multiárea: • Os comandos usados para verificar a configuração do OSPF consistem no seguinte:  show ip ospf neighbor  show ip ospf  show ip ospf interface  show ip protocols  show ip ospf interface brief  show ip route ospf  show ip ospf database Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 55
  • 56. Criado por Lonnie Decker Chefe de departamento Universidade de Davenport Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 56
  • 57. RTB – RTD – 192.168.0.0/24 RTA – RTB – 10.1.1.0/30 RTC – RTE – 192.168.4.0/24 RTD Lo0 – 192.168.1.0/24 RTA – RTC – 10.1.1.4/30 RTE Lo0 – 192.168.5.0/24 RTB – RTC – 10.1.1.8/30 RTA Lo0 - Internet – 172.16.1.0/24 Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 57
  • 59. Cisco Networking Academy, EUA/Canadá © 2013 Cisco Systems, Inc. Todos os direitos reservados. Confidencial da Cisco 59

Notas do Editor

  1. OSPFv2 - endereçamento de rede IPv4OSPFv3 – endereçamento de rede IPv6
  2. É importante entender os conceitos e a configuração de OSFP em área única antes de iniciar o estudo do OSPF multiáreas.
  3. Como revisão, o OSPF (Open Shortest Path First) é um protocolo de roteamento estado do link com uma distância administrativa (AD) de 110. (AD = confiabilidade ou preferência do protocolo de roteamento.) o OSPF é sem classe, portanto, ele suporta VLSM e CIDR.O OSPF propaga rapidamente alterações da rede.Mudanças de roteamento disparam as atualizações do roteamento OSPF, portanto isto é, mais eficiente do que os protocolos de roteamento de vetor distância como RIPv2. (O RIPv2 usa atualizações periódicas a cada 30 segundos.)Em OSPF, o custo de um link é baseado apenas na largura de banda. Larguras de banda mais altas terão um custo menor.O OSPF cria e mantém três bancos de dados: Banco de dados adjacentes - Cria a tabela de vizinhosBanco de dados de estado do link (LSDB) - Cria a tabela de topologiaBanco de dados de encaminhamento - Cria a tabela de roteamentoEssas tabelas contêm uma lista de roteadores vizinhos para troca de informações de roteamento e conservadas e mantidas na RAM.Uma vez que a rede é convergente, todos os roteadores de uma área terão bancos de dados de estado do link idênticos!O OSPF usa o algoritmo Shortest Path First para escolher o melhor caminho. A CPU processa as tabelas de vizinhos e de topologia usando o algoritmo SPF de Dijkstra. Estealgoritmo é baseado em custo acumulado para alcançar um destino. O algoritmo SPF cria uma árvore SPF colocando cada roteador na raiz da árvore e calculando o caminho mais curto para cada nó. A árvore SPF é então usada para calcular as melhores rotas. O OSPF coloca as melhores rotas no banco de dados de encaminhamento, que é usado para fazer a tabela de roteamento.O OSPF usa pacotes de estado do link (LSPs) para estabelecer e manter adjacências vizinhas e trocar atualizações de roteamento. LSPs representam o estado de um roteador e de seus links para o restante da rede.
  4. O OSPF troca mensagens para transmitir informações de roteamento usando cinco tipos de pacotes. Esses pacotes são:Pacote Hello (Pacote de aviso)Database Description (Descrição de banco de dados)Link-State Request (Solicitação de estado do link)Link-State Update (Atualização do estado do link)Link-State Request (Confirmação de estado do link)Esses pacotes são usados para descobrir roteadores vizinhos e também para trocar informações de roteamento para manter informações precisas sobre a rede.
  5. Vamos examinar o pacote HelloO pacote OSPF tipo 1 é o pacote Hello. Pacotes Hello são utilizados para:Descobrir vizinhos OSPF e estabelecer adjacências vizinhas.Anuncie os parâmetros nos quais dois roteadores devem concordar para se tornarem vizinhos.Pacotes Hello também são usados para escolher o Roteador designado (DR) e o Roteador designado de backup (BDR) em redes multiacesso como Ethernet e frame relay. Apenas um lembrete. Os links ponto a ponto não exigem o DR ou o BDR.A figura indica os campos contidos no Pacote Hello tipo 1. Os campos importantes mostrados na figura incluem:Tipo - Identifica o tipo de pacote. Um número um (1) indica um pacote Hello. Um valor 2 identifica um pacote DBDescription, 3 um pacote LSRequest, 4 um pacote LSUpdate e 5 um pacote LSAck.ID do Roteador - Um valor de 32 bits expresso em notação decimal pontuada usado para identificar exclusivamente o roteador de origem. (um endereço IPv4) ID do local - Área de origem do seu pacote.Máscara de rede - Máscara de sub-rede associada à interface de envio.Intervalo de aviso - Especifica a frequência, em segundos, em que um roteador envia pacotes Hello. O intervalo Hello padrão em redes multiacesso é de 10 segundos. Este timer deve ser o mesmo em roteadores vizinhos; caso contrário, uma adjacência não é estabelecida.Prioridade do roteador - Usado em uma eleição do DR/BDR. A prioridade padrão para todos os roteadores OSPF é 1, mas pode ser manualmente modificada de 0 a 255. Quanto mais alto o valor, mais provável que o roteador se torne o DR no link.Intervalo de inatividade - É o tempo em segundos que um roteador espera a reposta de um vizinho antes de declarar o roteador vizinho inativo. Por padrão, o intervalo de inatividade do roteador é quatro vezes o intervalo de aviso. Este timer deve ser o mesmo em roteadores vizinhos; caso contrário, uma adjacência não é estabelecida.Roteador designado (DR) - ID de roteador do DR.Roteador designado de backup (BDR) - ID de roteador do BDR.Lista de vizinhos - Lista que identifica as IDs de roteador de todos os roteadores adjacentes.
  6. Tipo 4: pacotede atualização do estado do link (LSU) - Usado para responder a LSRequests (tipo 3) e anunciar as novas informações. Os LSUs podem ser um dos 11 tipos diferentes de LSAs. Os LSUs às vezes são atribuídos como LSAs. Somente os 5 primeiros tipos de LSA são abordados nos cursos CCNA.
  7. Esta é uma configuração básica de OSPF em área únicaAs interfaces são configuradas e a seguir, as redes são anunciadas. A máscara curinga é usada para identificar quais os bits do endereço de rede são importantes. A rede 172.16.1.16/28 será anunciada como 172.16.1.16 0.0.0.15. Essa máscara curinga é o inverso da máscara de sub-rede, 255.255.255.240. Observe que a máscara de sub-rede para /30 é 255.255.255.252 e a máscara curinga usada para anunciar essa rede é 0.0.0.3. (255.255.255.255 – 255.255.255.252 = 0.0.0.3)
  8. Cada roteador exige uma ID de roteador para participar em um domínio OSPF. A ID de roteador pode ser definida por um administrador ou ser automaticamente atribuída pelo roteador. A ID de roteador é usada pelo roteador OSPF ativado para:identificar unicamente o roteador participar da eleição do DR e BDRVamos rever como determinar a ID do roteador? Como ilustrado na figura, os roteadores Cisco obtém a ID do roteador com base em um dos três critérios, na seguinte ordem:A ID do roteador é configurada usando o comando modo de configuração do router router-id rid do OSPF. O valor rid é qualquer valor de 32 bits expresso como um endereço IPv4. Este é o método recomendado para atribuir uma ID do roteador. (Por exemplo: 1.1.1.1)Se a ID do roteador não estiver configurada, o roteador escolhe o endereço IPv4 mais alto das interfaces de loopback. Essa é a segunda melhor alternativa para atribuir uma ID do roteador.Se nenhuma interface de loopback estiver configurada, o roteador escolhe o endereço IPv4 mais alto ativo de uma das suas interfaces físicas. Este é o método menos recomendado porque torna mais difícil para os administradores diferenciarem entre roteadores específicos.
  9. Aqui está um exemplo de configuração de um router-id .Quando um router-id estiver definido, será necessário recarregar o roteador ou usar o comando “clear ip ospf process” para que tenha efeito. Observe que o router-id pode ser verificado com o comando show ip protocols.
  10. O OSPF usa o custo como métrica. Um custo menor indica um caminho melhor do que um custo mais alto. Uma linha de Ethernet de 10-Mb/s tem um custo mais alto do que uma linha de ethernet de 100-Mb/s.A fórmula usada para calcular o custo do OSPF é:Custo = largura de banda de referência /largura de banda de interfaceA largura de banda de referência padrão é 10^8 (100.000.000) como você pode ver na figura. Por isso, a fórmula é:Custo = 100.000.000 bps / largura de banda de interface em bpsConsulte a tabela para uma divisão do cálculo do custo. Observe que os FastEthernet, Gigabit Ethernet, e interfaces de 10 GigE compartilham o mesmo custo, porque o valor do custo OSPF deve ser um inteiro. Portanto, devido à largura de banda de referência padrão ser definida como 100 Mb/s, todos os links que são mais rápidos do que o Fast Ethernet também têm um custo de 1.A largura de banda de referência pode ser modificada para acomodar redes com links mais rápidos que 100 Mbps, usando o comando do OSPF auto-cost reference-bandwidth O comando “auto-cost reference-bandwidth” deve ser configurado em todos os roteadores no domínio OSPF. O valor é expresso em Mb/s, portanto, para ajustar os custos para:Gigabit Ethernet - auto-cost reference-bandwidth 1.00010 Gigabit Ethernet - auto-cost reference-bandwidth 10.000Para retornar à largura de banda de referência padrão, use o comando auto-cost reference-bandwidth 100 .Conforme visto no último marcador, você tem a opção de definir o custo que será usado nos cálculos OSPF com o comando de interface, ip ospf cost.
  11. A solução para gerenciar o número de adjacências e a inundação de LSAs em uma rede multi-acesso é o DR. Em redes multiacesso como o Ethernet ou frame relay, o OSPF escolhe um DR para ser o ponto de distribuição e coleta para LSAs enviados e recebidos. Um BDR também é eleito em caso de falha do DR. Todos os outros roteadores se tornam DROTHERs Um DROTHER é um roteador que não é o DR nem o BDR.Os DROthers só formam adjacências completas com o DR e BDR na rede, e enviam seus LSAs ao DR e o BDR usando o endereço multicast do OSPF 224.0.0.6(IPv6 FF02::06)
  12. Os seguintes critérios são aplicadas ao escolher um DR e BDR:DR: roteador com a prioridade mais alta da interface OSPF. (Todos os padrões de roteador para 1.)BDR: roteador com a segunda prioridade mais alta da interface OSPF. Se as prioridades da interface OSPF são iguais, a maior ID do roteador é usada no desempate.
  13. Cálculos frequentes do algoritmo SPF - em uma rede de grande porte, as alterações serão inevitáveis, para isso os roteadores usam vários ciclos de CPU para recalcular o algoritmo SPF e atualizar a tabela de roteamento.Tabela de roteamento de grande porte - o OSPF não executa o resumo de rotas por padrão. Se as rotas não são resumidas, a tabela de roteamento pode se tornar muito grande, dependendo do tamanho da rede.Banco de dados de estado do link (LSDB) de grande porte - porque o LSDB cobre a topologia de toda a rede, cada roteador deverá manter uma entrada para cada rede na área, mesmo que nem todas as rotas sejam selecionadas para a tabela de roteamento.Para fazer o OSPF mais eficiente e escalonável, a rede pode ser dividida em várias áreas OSPF. Uma área OSPF é um grupo de roteadores que compartilham as mesmas informações de estado do link em seus bancos de dados de estado do link.
  14. O OSPF multiárea tem estas vantagens:Frequência reduzida de cálculos SPF - localiza o impacto de uma alteração na topologia em uma área. Por exemplo, minimiza o impacto de atualização de roteamento, porque a inundação LSA para no limite de área.Tabelas de roteamento menores - há menos entradas da tabela de roteamento porque os endereços de rede podem ser resumidos entre áreas. Por exemplo, a área 1 resumiria suas rotas e as enviaria à área 0. Sobrecarga reduzida de atualização de estado do link - minimiza as exigências de processamento e memória, porque há menos roteadores trocando LSAs.
  15. Há quatro tipos diferentes de roteadores OSPF:Roteador interno – esse é um roteador com todas as interfaces na mesma área. Todos os roteadores internos em uma área possuem LSDBs idênticos.Roteadores de backbone – esse é um roteador na área de backbone. Geralmente, a área de backbone é definida como área 0. Roteador de borda de área (ABR) – esse é um roteador com as interfaces conectadas a várias áreas. Mantenha LSDBs separados para cada área a que o roteador estiver conectado e pode rotear entre as áreas. Os ABRs são pontos de saída para a área, o que significa que as informações de roteamento destinadas para outra área podem chegar lá apenas por meio do ABR na área local. Os ABRs podem ser configurados para resumir as informações de roteamento dos LSDBs das suas áreas conectadas. Os ABRs distribuem as informações de roteamento no backbone. Os roteadores de backbone, em seguida, enviam informações a outros ABRs. Em uma rede de multiárea, uma área pode ter um ou mais ABRs. Roteador de limite de sistema autônomo (ASBR) – este é um roteador que tem pelo menos uma interface conectada a uma ligação entre redes externa (outro sistema autônomo), como uma rede não OSPF. Um ASBR pode importar as informações da rede não OSPF para a rede OSPF e vice-versa, usando um processo chamado redistribuição de rota. A redistribuição no OSPF multiárea ocorre quando um ASBR conecta diferentes domínios de roteamento (por exemplo, EIGRP e OSPF) e os configura para anunciar e trocar informações de roteamento entre estes domínios de roteamento.Um roteador pode ser classificado como mais de um tipo de roteador. Por exemplo, se um roteador se conecta a área 0 e à área 1, ele é classificado de duas formas diferentes: um roteador de backbone e um ABR.
  16. Lembre-se de que há 5 tipos de pacotes usados pelo OSPF. Para os pacotes tipo 4 do OSPF, há 11 tipos LSA usados pelo OSPF, mas somente tipos 1-5 são abordados nos cursos CCNA. Todos os tipos de LSAs são oferecidos em um pacote OSPF tipo 4.
  17. Como mostrado na figura, todos os roteadores anunciam seus links habilitados para OSPF diretamente conectados em um LSA tipo 1 e enviam suas informações de rede aos vizinhos OSPF. O LSA contém uma lista das interfaces, tipos de links e os estados do link conectados diretamente.Os LSAs tipo 1 também são atribuídos como entradas do link de roteador.A ID do link LSA tipo 1 é identificada pela ID do roteador de origem.Os LSAs tipo 1 são inundados apenas na área em que se originam. (Os ABRs anunciam posteriormente as redes reconhecidas dos LSAs do tipo 1 a outras áreas como LSAs tipo 3.)
  18. Um LSA tipo 2 existe apenas para as redes multiacesso e multiacesso sem transmissão (NBMA) onde há um DR eleito e pelo menos dois roteadores no segmento multiacesso. O DR inunda os LSAs tipo 2 apenas na área em que se originam. Os LSAs tipo 2 não são enviados para fora de uma área.Como mostrado na figura, ABR1 é o DR para a rede Ethernet na área 1. Isso gera o LSA tipo 2 e o envia para a área 1. ABR2 é o DR para a rede multiacesso na área 0. Não há redes multiacesso na área 2 e portanto, nenhum LSA tipo 2 é propagado nessa área.
  19. Os LSAs tipo 3 são usados pelo ABR para anunciar redes de outras áreas. Os ABRs coletam os LSAs tipo 1 no LSDB. Após a convergência de uma área OSPF, o ABR cria um LSA tipo 3 para cada uma de suas redes OSPF conhecidas. Portanto, um ABR com vários roteadores OSPF deve criar LSAs tipo 3 para cada rede.Como mostrado na figura, os ABR1 e ABR2 inundam os LSAs tipo 3 de uma área para outras áreas. Os ABRs propagam os LSAs tipo 3 para outras áreas. Em uma ampla implantação OSPF com várias redes, propagar os LSAs tipo 3 pode causar problemas significativos de sobrecarga. Por esse motivo, recomenda-se enfaticamente que o resumo de rota manual seja configurado no ABR.Receber um LSA tipo 3 na área não faz com que o roteador execute o algoritmo SPF. As rotas que estão sendo anunciadas nos LSAs tipo 3 são adicionadas a ou excluídas da tabela de roteamento do roteador, porém um cálculo completo SPF não é necessário.
  20. Os LSAs tipo 4 e o tipo 5 são usados em conjunto para identificar um ASBR e anunciar redes externas em um domínio do roteamento OSPF.Um LSA de resumo tipo 4 é gerado por um ABR somente quando existe um ASBR dentro de uma área. Um LSA tipo 4 identifica ASBR e fornece uma rota. Todo o tráfego destinado a um sistema autônomo externo exige conhecimento da tabela de roteamento do ASBR que originou as rotas externas.Como mostrado na figura, o ASBR1 envia o roteador LSA tipo 1 identificando-se como um ASBR. O LSA inclui um bit especial conhecido como bit externo (e bit) usado para identificar o roteador como um ASBR. Quando o ABR1 recebe o LSA tipo 1, ele percebe o e bit, gera um LSA tipo 4 e, em seguida, inunda o LSA tipo 4 para o backbone (área 0). Os ABRs subsequentes inundam o LSA tipo 4 para outras áreas.
  21. Os LSAs externos tipo 5 descrevem rotas para redes externas ao sistema autônomo OSPF. Os LSAs tipo 5 são originados pelo ASBR e inundado para todo o sistema autônomo.Os LSAs tipo 5 também são referidos como as entradas LSA externas do sistema autônomo.Na figura, o ASBR gera os LSAs tipo 5 para cada uma de suas rotas externas e os inunda na área. Os ABRs subsequentes inundam o LSA tipo 5 para outras áreas. Os roteadores em outras áreas usam informações dos LSAs tipo 4 para acessar as rotas externas.Em uma ampla implantação OSPF com várias redes, propagar os vários LSAs tipo 5 pode causar problemas significativos de sobrecarga. Por esse motivo, recomenda-se enfaticamente que o resumo de rota manual seja configurado no ASBR.
  22. As entradas da tabela de roteamento para redes OSPF serão identificadas na tabela de roteamento com base na área em que se originam em comparação ao roteador que exibe a rota.
  23. As rotas E2 (o padrão) não aumentam a métrica de custo para a rota externa uma vez que se propaga através da rede interna. As rotas E1 adicionam os custos internos ao custo da rota externa, permitindo que os roteadores OSPF determinem o ASBR mais próximo e o caminho interno mais curto.
  24. O resumo ajuda a manter as tabelas de roteamento pequenas. Isso envolve a consolidação de várias rotas em um único anúncio, que pode então ser propagado na área de backbone.Normalmente, LSAs do tipo 1 e tipo 2 são gerados em cada área, convertido para o tipo 3 de LSA e enviado para outras áreas. Se a área 1 tinha 30 redes para anunciar, então 30 LSAs tipo 3 seriam encaminhados para o backbone. Com o resumo de rotas, o ABR consolida as 30 redes em um ou dois anúncios.
  25. 172.16.8.0 /24 – 172.16.15.0/24 resume como 172.16.8.0/21172.16.16.0/24 – 172.16.19.0/24 resume como 172.16.16.0/22
  26. A área 0 = 172.16.96.0/24 para 172.16.127.0/24 resumida = 172.16.96.0/27A área 1 = 172.16.32.0/24 para 172.16.63.0/24 resumida = 172.16.32.0/27A área 2 = 172.16.64.0/24 para 172.16.95.0/24 resumida = 172.16.64.0/27
  27. A sintaxe para configurar um resumo tipo 5 de um ASBR é um pouco diferente. Neste exemplo, o RIPv2 EXTERNO 172.16.32.0/24 até 172.16.63.0/24 é resumido como 172.16.32.0/27. Observe a sintaxe para anunciar essa rede para os ABRs.A configuração mostrada não inclui o anúncio de rotas do RIP no OSPF. O comando para fazer isso seria “redistribute sub-redes de RIP” na configuração do OSPF. A métrica padrão quando redistribuição no OSPF é um custo de 20.
  28. Para gerar uma rota externa padrão em um domínio de roteamento OSPF, use o comando default-information originate no modo configuração de roteador
  29. Neste slide, você verá um exemplo de configuração com uma rota padrão que aponta para o ISP A ou ISP B e o comando default-information originate. Observe que uma das opções para uma máscara curinga na instrução de rede é simplesmente 0.0.0.0. Entrar na área 0 de 10.1.1.1 0.0.0.0 da rede em R1 informa ao roteador para ativar a interface para o processo de roteamento. Como resultado, o processo OSPFv2 anunciará a rede que está na interface. A vantagem de especificar a interface é que o cálculo da máscara curinga não é necessário. O OSPFv2 usa o endereço de interface e a máscara de sub-rede para determinar a rede a ser anunciada. Enquanto estuda para o CCNA, verifique se você conhece ambos os métodos com curinga.
  30. Capítulo 8: resumo
  31. Capítulo 8: resumo
  32. Capítulo 8: resumo
  33. Capítulo 8: resumo