Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
Alunos:
Isabelle belo
Jardson Rocha Bentes
Natielen Ferreira
Turma: Agropecuária
Professora: Edivalda
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
A Revolta dos Malês foi um
movimento de escravos de origem
islâmica, ocorrida em janeiro de
1835 na cidade de Salvador,
capital da então província da
Bahia, no Brasil.
Definição
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
 “Malê” é o termo que se utilizava
para referir-se aos escravos
muçulmanos.
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
 Constituiu numa sublevação de caráter social, de escravos africanos. A
etnia nagô (também conhecidos como iorubas) coube o papel
preponderante:
Nagôs islamizados constituíram a maioria dos combatentes e a
maioria dos lideres.
 Outras etnias africanas presentes em Salvador na época também
desempenharam papel no movimento, como a etnia haúça.
 Os negros nascidos no Brasil, e por isso chamados crioulos, não
participaram da revolta, que foi feita por africanos.
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
Antecedentes Da Revolta
 Salvador tinha na época da revolta em torno de 65.500 habitantes, dos
quais cerca de 40 % eram escravos.
 Entre a população não-escrava a maioria era também formada crioulos,
além dos mestiços de branco e negro, chamados de pardos, mulatos e
cabras.
 Juntando os negros e mestiços escravos e livres, os afrodescendentes
representavam 78 %da população. Os brancos não passavam de 22 por
cento.
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
Foi uma revolta feita exclusivamente por africanos
de religião islâmica, excluindo os crioulos (negros
nascidos no Brasil). Suas etnias eram nagô e
haussá, principalmente.
Participantes da Revolta
Africano nagô, que pode ser
identificado pelas marcas étnicas
no rosto.
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
Lideres
 Os escravos Ahuna, Pacifico
Licutã, Sule ou Nicobé, Dassalu ou
Damalu e Gustard, o liberto Manuel
Calafate. O escravo tapa Luís
Sanim e o liberto háúça Elesbão do
Carmo ou Dandará
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
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 Insatisfação com a escravidão
africana
 Imposição do catolicismo
 O preconceito contra os negros.
Causas
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
Plano de Ação
Acabar com o catolicismo como religião
obrigatória.
Confisco dos bens dos brancos e mulatos
Libertação dos escravos.
Implantação de uma república islâmica.
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2
4 10
Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
Plano de Ação
 De acordo com o plano de ataque, assinado por um escravo de nome Mala
Abubaker, os revoltosos sairiam da Vitoria (atual bairro da Barra), para Itapajipe
(Salvador), onde se reuniriam ao restante das forcas. Tinham como objetivo
tomar o governo, e com isso professar suas crenças religiosas, conquistando seus
direitos.
O passo seguinte seria a infiltração dos
engenhos do Recôncavo e a libertação dos
escravos.
 O plano do movimento foi todo escrito em
árabe.
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Instituto Federal de Educação,
ciências e Tecnologia do Pará
Campus Santarém
 Um grupo de mais de 500 rebeldes
(entre escravos e libertos), foram
barrados, combatidos e vencidos pelas
forças oficias, que possuíam bastante
oficiais bem armados.
Repressão
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Campus Santarém
Morreram:
 7 soldados;
 70 rebeldes.
Foram presos:
 200 rebeldes.
Os líderes foram:
 Condenados à pena de morte.
Os outros rebeldes foram:
 Condenados à trabalhos forçados;
 Açoites;
 Degredo (Exílio).
Dados
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FIM DA REVOLTA
 A revolta terminou quando uma
mulher contou o plano da revolta
para um Juiz de Paz de Salvador.
Assim, os soltados das forças
oficiais, que estavam bem
armados e preparados,
conseguiram reprimir a revolta.
14
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Campus Santarém
Conclusão
Mesmo sem sucesso na revolta, os malês enfraqueceram a elite baiana, com
sua capacidade de articulação de um plano bastante elaborado a favor de
todos os escravos, se destacando entre as demais revoltas do período
regencial.
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Bibliografia
 https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_dos_Mal%C3%AAs
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Revolta dos malês

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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém 1
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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Alunos: Isabelle belo Jardson Rocha Bentes Natielen Ferreira Turma: Agropecuária Professora: Edivalda 2
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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém A Revolta dos Malês foi um movimento de escravos de origem islâmica, ocorrida em janeiro de 1835 na cidade de Salvador, capital da então província da Bahia, no Brasil. Definição 3
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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém  “Malê” é o termo que se utilizava para referir-se aos escravos muçulmanos. 4
  • 5.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém  Constituiu numa sublevação de caráter social, de escravos africanos. A etnia nagô (também conhecidos como iorubas) coube o papel preponderante: Nagôs islamizados constituíram a maioria dos combatentes e a maioria dos lideres.  Outras etnias africanas presentes em Salvador na época também desempenharam papel no movimento, como a etnia haúça.  Os negros nascidos no Brasil, e por isso chamados crioulos, não participaram da revolta, que foi feita por africanos. 5
  • 6.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Antecedentes Da Revolta  Salvador tinha na época da revolta em torno de 65.500 habitantes, dos quais cerca de 40 % eram escravos.  Entre a população não-escrava a maioria era também formada crioulos, além dos mestiços de branco e negro, chamados de pardos, mulatos e cabras.  Juntando os negros e mestiços escravos e livres, os afrodescendentes representavam 78 %da população. Os brancos não passavam de 22 por cento. 6
  • 7.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Foi uma revolta feita exclusivamente por africanos de religião islâmica, excluindo os crioulos (negros nascidos no Brasil). Suas etnias eram nagô e haussá, principalmente. Participantes da Revolta Africano nagô, que pode ser identificado pelas marcas étnicas no rosto. 7
  • 8.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Lideres  Os escravos Ahuna, Pacifico Licutã, Sule ou Nicobé, Dassalu ou Damalu e Gustard, o liberto Manuel Calafate. O escravo tapa Luís Sanim e o liberto háúça Elesbão do Carmo ou Dandará 8
  • 9.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém  Insatisfação com a escravidão africana  Imposição do catolicismo  O preconceito contra os negros. Causas 9
  • 10.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Plano de Ação Acabar com o catolicismo como religião obrigatória. Confisco dos bens dos brancos e mulatos Libertação dos escravos. Implantação de uma república islâmica. 1 3 2 4 10
  • 11.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Plano de Ação  De acordo com o plano de ataque, assinado por um escravo de nome Mala Abubaker, os revoltosos sairiam da Vitoria (atual bairro da Barra), para Itapajipe (Salvador), onde se reuniriam ao restante das forcas. Tinham como objetivo tomar o governo, e com isso professar suas crenças religiosas, conquistando seus direitos. O passo seguinte seria a infiltração dos engenhos do Recôncavo e a libertação dos escravos.  O plano do movimento foi todo escrito em árabe. 11
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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém  Um grupo de mais de 500 rebeldes (entre escravos e libertos), foram barrados, combatidos e vencidos pelas forças oficias, que possuíam bastante oficiais bem armados. Repressão 12
  • 13.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Morreram:  7 soldados;  70 rebeldes. Foram presos:  200 rebeldes. Os líderes foram:  Condenados à pena de morte. Os outros rebeldes foram:  Condenados à trabalhos forçados;  Açoites;  Degredo (Exílio). Dados 13
  • 14.
    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém FIM DA REVOLTA  A revolta terminou quando uma mulher contou o plano da revolta para um Juiz de Paz de Salvador. Assim, os soltados das forças oficiais, que estavam bem armados e preparados, conseguiram reprimir a revolta. 14
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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Conclusão Mesmo sem sucesso na revolta, os malês enfraqueceram a elite baiana, com sua capacidade de articulação de um plano bastante elaborado a favor de todos os escravos, se destacando entre as demais revoltas do período regencial. 15
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    Instituto Federal deEducação, ciências e Tecnologia do Pará Campus Santarém Bibliografia  https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_dos_Mal%C3%AAs 16